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1 Inovação no ar Mercado de Veículos Aéreos Não Tripulados está em expansão no Brasil, abrindo espaço para empresas incubadas e graduadas desenvolverem novos produtos e serviços Para vigiar os passos de Osama Bin Laden em seu esconderijo no Paquistão, os Estados Unidos utilizaram um avião não tripulado chamado RQ-170 que possui um dos menores coeficientes de detecção por radar antes de capturá-lo, em maio do ano passado. No final de 2011, quando Muamar Kadafi, ex-presidente da Líbia, tentava fugir, seu comboio também foi interceptado por um míssil disparado por um uma aeronave não tripulada. Chamados em inglês de UAV (Unmaned Aerial Vehicle) ou drones, esses veículos hoje representam cerca de 30% da frota militar americana. Em 2005, esse número era de apenas 5%, de acordo com dados publicados no ano passado pela consultoria Teal Group. O uso civil desses aviões também aumenta. A expectativa é que o mercado mundial do setor cresça 155% até 2020, alcançando um faturamento de US$ 55 bilhões. Assim como nos Estados Unidos, o Brasil possui um mercado promissor para os UAV, que aqui são conhecidos como Vants (Veículos Aéreos Não Tripulados). Desde a década de 2000, cresce o número de empresas nacionais dedicadas a fabricar essas aeronaves e seus componentes. Muitas delas estão localizadas em incubadoras de empresas e parques tec- 23

2 Vant produzido pela Skydrones, graduada pela incubadora Unitec nológicos. O Brasil é um país com tradição aeronáutica. Temos a segunda maior frota de aviação geral do mundo, a terceira maior fabricante de aeronaves, duas empresas fabricantes de aeronaves leves, fabricantes de aeronaves desportivas e uma comunidade extraordinária de aeromodelistas. Por que não ser líder na aviação não tripulada?, questiona Nei Brasil, presidente e sócio-fundador da Flight Technologies. A empresa é uma das que está aproveitando o crescimento do uso de Vants no país. Fundada em 2005, foi o primeiro empreendimento a ser apoiado pela Incubadora Aeronáutica (Incubaero), localizada em São José dos Campos (SP), e é focada no desenvolvimento de sistemas aviônicos e de inteligência, comando e controle baseados em Veículos Aéreos Não Tripulados. Neste ano, a empresa venceu uma licitação para desenvolver tecnologias avançadas de decolagem e pouso automáticos para a Aeronáutica, um contrato de R$ 1,3 milhão. A Incubaero, onde nasceu a Flight Technologies, também já graduou outras duas empresas que atuam no ramo: a Gyrofly e a Embravant. A Xmobots, uma das principais do setor, foi incubada no Centro de Inovação, Empreededorismo e Tecnologia (Cietec), da USP. A gaúcha Skydrones, por sua vez, surgiu na incubadora Unitec, do Parque Tecnológico da Unisinos, em São Leopoldo. Dentro do Porto Digital, em Recife, o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R) realiza pesquisas na área. No país, também há outras empresas dedicadas ao desenvolvimento de Vants. O motivo para o crescimento tão acelerado, desde os anos 2000, foi, principalmente, o avanço tecnológico e a popularização de sensores e microcontroladores, essenciais ao funcionamento dos Vants. Quem tem um tablet ou smartphone vê que o aparelho identifica quando está sendo inclinado ou girado. É porque possui sensores capazes de notar isso. No momento em que esses sensores se popularizaram e passaram a ser produzidos em massa, caiu muito o preço, o que facilita o desenvolvimento de Veículos Aéreos Não Tripulados, explica Ulf Bogdawa, fundador da Skydrones. Formado em Engenharia de Automação, Bogdawa decidiu criar a empresa devido a um antigo hobby e por vislumbrar uma oportunidade de mercado. Vi que a tecnologia estava avançando e que estava propiciando a _CARACTERÍSTICAS DOS VANTS O Veículo Aéreo Não Tripulado é uma aeronave sem piloto a bordo. Conheça alguns tipos de Vants: Micro: Pesam cerca de cinco quilos e chegam a voar durante uma hora. Mini: Tem de 25 a 150 quilos e possibilidade de voar até duas horas. Curto Alcance: Pesam de 50 a 250 quilos e têm capacidade de voo de três a seis horas. Médio Alcance: Com 150 a 500 quilos, possuem duração de voo de seis a dez horas. Fonte: Unmaned Vehicle Systems International Association 24

3 _PESQUISAS COMEÇARAM NA DÉCADA DE 1980 Apesar de o crescimento do mercado de Vants ter começado há cerca de dez anos, as pesquisas sobre esses veículos tiveram início, no Brasil, ainda na década de 1980, no Centro Técnico Aeroespacial (CTA). O projeto Acauã, como era chamado, foi iniciado em 1984 e tinha como um de seus objetivos criar um banco de ensaios para desenvolvimento de sistemas de controle e telemetria para futuros alvos aéreos manobráveis. O projeto, no entanto, foi interrompido em 1988 por falta de recursos. A pesquisa foi retomada em 2005, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que destinou R$ 9 milhões do Fundo Setorial ao projeto. O objetivo era o desenvolvimento de um Sistema de Navegação e Controle para Vant que possibilitasse a sua adequação em diferentes plataformas de voo, com ênfase em missões de reconhecimento. Os antigos modelos de Vants, da década de 1980, foram reutilizados. O projeto foi desenvolvido em parceria com a empresa Avibras Indústria Aeroespacial, o Centro Tecnológico do Exército e o IpqM (Instituto de Pesquisas da Marinha). A Avibras ajudou no desenvolvimento do sistema de navegação e controle da aeronave, e, ao final do projeto, ficou com a tecnologia. Em 2011, a Finep quadruplicou o investimento na área de Defesa. A oferta de crédito para as empresas do setor atingiu a marca de R$ 1 bilhão, o que corresponde a quase um terço de todos os contratos firmados pela Financiadora. Ausência de tripulação reduz riscos em operações perigosas entrada nessa área, afirma. Hoje a Skydrones desenvolve aeronaves conhecidas como Micro Vants. Os modelos da empresa possuem asas rotativas e são ideias para a realização de imagens aéreas. Mais baratos e seguros Além do desenvolvimento da tecnologia em si, outras vantagens oferecidas pelos Vants contribuíram para a disseminação desses veículos pelo mundo. Eles são mais baratos, seguros, eficientes para realizar imagens, e substituem, nas operações, aeronaves que antes teriam que ser tripuladas, como helicópteros. Em Recife, o C.E.S.A.R desenvolve pesquisas sobre Vants semiautônomos, que são usados pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf). A empresa está começando a substituir o uso de helicópteros nas operações de inspeção das redes de transmissão de energia elétrica. A inspeção das linhas de transmissão com helicópteros pilotados é uma operação de alto risco. O custo é altíssimo e é preciso que haja uma equipe no veículo para realizar as filmagens. Os Vants surgem, nesse contexto, como uma solução para amenizar esse risco e diminuir, também, o custo desse tipo de operação, explica Sérgio Cavalcante, atual CEO do C.E.S.A.R. Cavalcante destaca, também, que as operações realizadas com Vants são mais ágeis e que a qualidade das imagens obtidas é superior. É mais rápido colocar um Vant em ação do que acionar uma equipe com um helicóptero. Além disso, as imagens ficam me- 25

4 lhores. Se um helicóptero sai da posição, ele tem que voltar para a mesma posição e alinhamento. O Vant realiza isso com facilidade, afirma. As pesquisas do C.E.S.A.R. começaram a ser desenvolvidas em Atualmente, o projeto está entrando em sua segunda fase, que vai buscar aumentar a nacionalização dos componentes do sistema. O Vant utilizado é importado. Na área de Defesa, as vantagens oferecidas pelos Vants são as mesmas. Por não serem tripulados, não há perigo de ocorrerem baixas em operações perigosas. Na Estratégia Nacional de Defesa, instituída pelo decreto nº de 2008, são apontadas três diretrizes estratégicas para a Força Aérea. Uma delas é o avanço nos programas de Vants, primeiro de vigilância e depois de combate. Os veículos não tripulados poderão vir a ser meios centrais, não meramente acessórios, do combate aéreo, além de facultar patamar mais exigente de precisão no monitoramento/controle do território nacional. A Força Aérea absorverá as implicações desse meio de vigilância e de combate para sua orientação tática e estratégica, diz o decreto. Aplicação civil Os Vants surgiram para uso militar, mas é cada vez maior o uso desses veículos para fins civis, como demonstra o caso da Companhia Hidroelétrica do São Francisco. Na agricultura, por exemplo, as câmeras de alta definição termais e multiespectrais e os sensores de Vants permitem a realização de levantamentos aerofotogramétricos. Na análise ambiental, o uso de Vants possibilita a obtenção de imagens precisas de áreas desmatadas e derramamento de petróleo, entre outras situações. A AGX, localizada no cluster de São Carlos, no interior de São Paulo, foi fundada no início da década de 2000 a partir de um projeto de agricultura e colocou no mercado, em 2011, o Vant mais barato do Brasil, o Tiriba, que custa entre R$ 30 mil a 60 mil e foi desenvolvido em parceria com o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos (INCT-SEC). O segredo é a nacionalização da tecnologia, garante Adriano Kancelkis, presidente da AGX. A empresa possui uma parceria, na área de pesquisa e desenvolvimento, com a Xmobots, empreendimento graduado pelo Cietec, de São Paulo, e, além de desenvolver três modelos de Vant e seus componentes, atua na realização de imagens aéreas georreferenciadas, com a análise qualitativa e quantitativa _OS DIFERENTES USOS DOS VANTS Alvo móvel ou isca: Vant utilizado para atrair fogo amigo ou inimigo. Reconhecimento e monitoramento: São usados para suporte tático de inteligência no campo de batalha. Eles obtêm dados de uma forma mais eficiente e a uma distância mais próxima que o satélite. Na área civil possibilitam a vigilância de áreas ou estruturas e podem ser usados em operações de salvamento. Combate: São utilizados em missões em que o risco para um piloto humano é muito alto. Logística: Transporte de carga aérea. Pesquisa e Desenvolvimento: Vants equipados com equipamentos de medição para desenvolvimento de testes científicos ou de engenharia. Fonte: Xmobots 26

5 das imagens e processamento das imagens. A Gyrofly Innovations, localizada em São José dos Campos e graduada pela Incubaero, também aposta no uso civil de seus Vants, que são de modelo Mini. Uma das ideias é que eles possam ser utilizados na Copa do Mundo Está havendo discussões nos órgãos responsáveis. O uso de Vants seria uma parte da solução de segurança da Copa, principalmente dos Mini, pelo seu tamanho e peso. Com pouco treinamento é possível manuseá- -los, explica Gustavo Penedo, um dos sócios- -fundadores da empresa. Desafio O uso de Vants em locais habitados é restrito. Ainda não existe regulamentação específica sobre isso publicada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No momento, as operações com Veículos Não Tripulados estão condicionadas à reserva de um determinado espaço aéreo e de acordos operacionais e procedimentos específicos. A Anac está acompanhando o cenário internacional para desenvolver a regulamentação. Por enquanto, são aplicadas as regras já existentes. Há apenas uma publicação do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DE- CEA). Intitulada Veículos Aéreos Não Tripulados, a AIC-N 21/10, apresenta as informações necessárias para o acesso de Veículos Aéreos Não Tripulados ao espaço aéreo brasileiro. De acordo com Ulf Bogdawa, da Skydrones, o país costuma seguir a legislação internacional nessa área. O Brasil segue muito legislação dos Estados Unidos e lá, recentemente, elaboraram uma lei regulando uso de Micro Vants, então há expectativa de que isso seja seguido também no Brasil, disse. Para Nei Brasil, da Flight Technologies, o tema caminha de maneira consistente na Anac, apesar de deixar a indústria preocupada. O grande desafio é que a Anac, junto com a indústria, precisa ter condições de trabalhar em conjunto para se antecipar às tendências do mercado e transformar o país em um dos líderes do setor no mundo, analisa. A Xmobots, graduada pelo Cietec, iniciou em maio de 2010 um processo para conseguir um Certificado de Autorização de Voo Experimental (CAVE), da Anac, para o Vant modelo Apoena Com essa certificação, a empresa só poderá realizar operações com propósitos de Pesquisa e Desenvolvimento. Iniciamos o processo em maio de 2010, fizemos varios refinamentos do projeto a pedido da ANAC e desenvolvemos uma série de documentações que a regulamentação exige, explica Giovani Amianti, sócio-diretor da empresa. A Xmobots foi a primeira a operar um Vant na Amazônia, em 2010, para realizar monitoramento da área onde será a Usina Hidrelétrica de Jirau, que está em construção no Rio Madeira, em Rondônia. No Brasil, várias empresas estrangeiras já atuam no fornecimento de Vants. Elas são, principalmente, de Israel e dos Estados Unidos, países que já possuem pesquisas avançadas na área. A Polícia Federal, por exemplo, comprou dois Vants produzidos em Israel para utilizar em suas operações de fronteira. O Governo ainda teria intenção de comprar mais aeronaves para o uso durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas. L Vant da Xmobots, empresa graduada pelo Cietec: a primeira a operar um Vant na Amazônia 27

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