Organização e Arquitetura de computadores

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Organização e Arquitetura de computadores"

Transcrição

1 gaização Aquiua compuao oução Pipliigéuma écica implmação m qu váia iuçõ ão obpoa a xcução Exmplo: lavagm oupa Mlhoao o mpho com pipliig Pof. D. Luciao Joé Sg Pipliig abalho é iviio m apa ou ágio Técica pmi a mlhoa a vazão (houghpu) a aquiua S oo o ágio lvam apoximaam o mmo mpo houv abalho ufici paa aliza, ão o gaho mpho vio à écica pipli á igual ao úmo ágio o pipli uçõ MPS m cico apa Buca iução a mmóia L giao quao a iução é coificaa Excua a opação ou calcula um ço b aco a um opao a mmóia ao Ecv o ulao m um giao Pipli MPS a xploao apa 5 ágio Pipliig Dmpho ciclo úico mpho com pipli Ciclo clockpio cao igual a 200p Sm pipliig: 3 x 800 = 2400 p Com pipliig: 3 x 200 = 600 p Tmpo iuçõ = (Tmpo iuçõ m pipli)/(úmo ágio o pipli) T = 800/5 = 160 p Pipliig Pojo o cojuo iuçõ paa pipliig Toa a iuçõ MPS m o mmo amaho, aim po- buca a iuçõ o pimio ágio coificá-la o guo ágio MPS m pouco fomao iuçõ com campo giao oigm localizao o mmo luga; a imia pmi qu o guo ágio po comça a l o baco giao ao mmo mpo m qu o hawa ámiao qu ipo iução foi lia paçõ m mmóia óapacm m loa o opaoão alihao a mmóia: o ao oliciao pom afio o pocao a mmóia m um úico ágio o pipli Pipli haza Piplihazaão iuaçõ m qu a póxima iução ão po xcuaa o ciclo clock gui Tê ipo Haza uuai Haza ao Haza cool Hazauual Sigifica qu o hawa ão po amii a combiação iuçõ qu qumo xcua o mmo ciclo clock Exmplo: uma úica mmóia o acaa ao mmo mpo, o ágio 1 uma iução o ágio 5 oua iução, com a ua iuçõ o pipli

2 Pipli haza Liua m mmóia como haza uual Tim (clock cycl) Pipli haza Hazauual o aco ao baco giao Tim (clock cycl). lw Mm Rg Mm Rg Mm Rg Mm Rg Raig iucio fom mmoy Mm Rg Mm Rg Raig aa fom mmoy Mm Rg Mm Rg Mm Rg Mm Rg. a $1, 1 2 a $2,$1, Pipli haza Haza uual o aco ao baco giao. a $1, 1 2 a $2,$1, clock g ha cool gi wiig Fix gi fil acc haza by oig a i h co half of h cycl a wi i h fi half Pipli haza Haza ao com quao o piplipcia iompio poqu uma apa pcia pa aé qu oua ja cocluía Exmplo: a $0, $0, $1 ub $2, $0, $3 A iução aão cv o u ulao aéo quio ágio, igificao qu íamo qu ii ê bolha ao pipli Compilao poiam mov haza ao, ma o ulao m mo mpho iam iaifaóio A olução picipal ébaaa a obvação qu ão pciamo pa qu a iução mi a a olv o haza ao Paa a quêcia cóigo aio, aim qu a cia a oma paa o a, pomo focê-la como uma aa paa a ubação. acécimo o hawa xa paa o im qu fala a o pvio, iam o cuo io, échamao fowaig ou bypaig Pipli haza Haza ao Rpação o fowaig com ua iuçõ F: buca a iuçõ (mmóia iuçõ) D: coificação a iuçõ liua o baco giao EX: ágio xcução MEM: aco a mmóia WB: ágio paa cia o ulao Pipli haza Como pêcia m lação ao mpo cauam Haza ao a $1, ub $4,$1,$5 a $6,$1,$7 o $8,$1,$9 xo $4,$1,$5

3 Pipli haza Como pêcia m lação ao mpo cauam Haza ao (Ra bfo wi aa haza) Pipli haza Como pêcia m lação ao mpo cauam Haza ao (Loa-u aa haza) a $1, ub $4,$1,$5 a $6,$1,$7 o $8,$1,$9 xo $4,$1,$5. lw $1,4($2) ub $4,$1,$5 a $6,$1,$7 o $8,$1,$9 xo $4,$1,$5 Pipli haza Foma mai impl paa olv haza ao Pipli haza Rolvo haza ao com camihamo. a $1, all all ub $4,$1,$5 a $6,$1,$7 Rolv o haza ao pla pa, ma m impaco o CP. Rolv o haza a $1, camihao (fowaig) o ulao ão logo ja ub $4,$1,$5 ipoívl paa a iuçõ qu o uilizam a $6,$1,$7 o $8,$1,$9 xo $4,$1,$5 Pipli haza Rolvo haza ao com camihamo Pipli haza Um hazao ipo loa-ucia um ciclo aao. a $1, ub $4,$1,$5 a $6,$1,$7 o $8,$1,$9 xo $4,$1,$5. lw $1,4($2) ub $4,$1,$5 a $6,$1,$7 o $8,$1,$9 xo $4,$1,$5

4 Pipli haza Haza ao Fowaig, apa fucioa bm a maioia a iuçõ, ão po impi oo o all o pipli Pciamo um all aé mmo com fowaig quao uma iução o fomao R apó um loaa ua o ao Pipli haza Haza cool ou vio E hazaoco a cia oma uma cião com ba o ulao um iução quao oua ão o xcuaa Solução impl: aicioa allo pipliaéqu a cia oma o vio ja calculaa Mmo com um poívl hawa xa, qu poa a o giao, calcula o ço o vio aualiza o PC o guo ágio o pipli, é cáio um all Pipli haza Haza cool S ão pumo olv o vio o guo ágio, ão íamo aao maio vio ao all Um olução épv o vio áomao ou ão A vão mai impl émp pv qu o vio ão ão omao; om quao o vio ão ão omao équ o pipli of um all Dvio ão omao Dvio omao Pipli Haza Haza cool Pviõ vio Pviõ vio pom fixa ou iâmica, quao pm o compoamo o vio uilizam um hióico vio Aualm, a quaia o ipo hióico ão xo, ulao m pvioiâmico com pcião maio qu 90% Quao a colha iv aa, o cool o pipli á qu gaai qu a iuçõ apó o vio ao ão ham fio, vo iicia o piplia pai o ço o vio apopiao Dcião aiaa Dcião aiaa (laybach) éa olução uilizaa pla aquiua MPS uçõ ão ogaizaa plo ofwa foma qu a iução imiaam poio ao alo é mp xcuaa Um camiho ao uao pipli Camiho ao Caa apa a iução po mapaa o camiho ao a qua paa a iia Úica xcçõ ão a aualização o PC a apa cia o ulao, moaa m co, qu via o ulao a ou o ao a mmóia paa a qua, paa m cio o baco giao Um camiho ao uao pipli Camiho ao Paa o valo uma iução iiviual paa u ouo ágio, o valo lio a mmóia iuçõ pcia alvo m um giao Agumo mlha aplicam o mai ágio o pipli, moo qu ão cáio giao mp qu xiim liha vicai o camiho ao PC 4 A ucio Mmoy Ra A F/D Ra A 1 Rgi Ra Ra A Daa 2 1 Fil Wi A Ra Daa 2 Wi Daa D/E X Shif lf 2 A EX/MEM A Wi Daa Daa Mmoy Ra Daa MEM/WB Sig 16 Ex 32

5 Um camiho ao uao pipli Camiho ao Écáio pva o coúo o giao io o giao io ao Um camiho ao com pipli Cool Mmo iai o camiho ao m pipli Rgiao ao amazam iai cool paa caa ágio F/D D/EX EX/MEM PC 4 ucio Mmoy Ra A A Ra A 1 Rgi Ra Ra A 2Daa 1 Fil Wi A Ra Daa 2 Wi Daa Shif lf 2 A A Wi Daa Daa Mmoy Ra Daa MEM/WB Sig 16 Ex 32 Pipliig ua uua pipli ão poívi Como olv uma iução muliplicação qu cia oi ciclo máquia? MUL Como olv o cao uma mmóia qu cia oi ciclo clock? M Rg DM1 DM2 Rg Coiaçõ fiai Pipliig Too o pocao auai uilizam pipliig Pipliig ãoajuaalaêcia umaimpl iução, ma ajua mlhoao a vazão uma caga abalho Spuppocial: a CP igual a 1 Taxa mlhoia élimiaa ao ágio piplimai lo Eágio ão balacao ciam ificiêcia mpo paa ch o mpo paa vazia o pipm impaco o mpho Haza vm cao olvio Sall afam gaivam o CP Liua comaa Pao, Davi A. Hy, Joh L. gaização Pojo Compuao: A fac Hawa/Sofwa. E. LTC, 292. E., 2004, Rio Jaio. Capíulo 6 Sli aquiua compuao Wikipia hp://.wikipia.og/wiki/ucio_pipli

Lavanderia sequencial 6 PM Pipelining: conceito natural! Lições com Pipeline. Pipeline em computadores 28/09/11

Lavanderia sequencial 6 PM Pipelining: conceito natural! Lições com Pipeline. Pipeline em computadores 28/09/11 Pipliig: cocio aual! Lavaia qucial 6 PM 7 8 9 10 11 12 Tim Exmplo a lavaia Aa, Buo, Ca@a, Davi caa um m oupa paa lava, ca paa Lava paa 30 miuo Scagm lva 40 miuo Paa lva 20 miuo A B C D T a k A B C D 30

Leia mais

Pipeline é Natural! Lavanderia Seqüencial Meia noite. Lavanderia pipeline. Sumário. Unidade 4* - Aulas 1/2:

Pipeline é Natural! Lavanderia Seqüencial Meia noite. Lavanderia pipeline. Sumário. Unidade 4* - Aulas 1/2: Poifíci ivi Cólic o io G o Sul iuo foáic gizção Copuo GAPH i 4* Aul 1/2: Pipli, Hz Fowig Pof. Fo Gh Mo Ny L Vil Clz Poo Alg, juho 1998 * Apo Apçõ y Kz, iviy of Bkly Suáio Pipli oução Pipli Copuo Aquiu

Leia mais

u seja, pode ser escrito como uma combinação linear de.

u seja, pode ser escrito como uma combinação linear de. Toma d Cayly-Hamilo ja x sja d I α... α poliômio caacísico d. Eão: α α... α α I Toda maiz é um zo d su poliômio caacísico., mos qu qu:... I { I,,..., } u sja, pod s scio como uma combiação lia d. Também,

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

RELAÇÃO DE TURMA I D L. E. P o r t. H i s t. G e o g r.

RELAÇÃO DE TURMA I D L. E. P o r t. H i s t. G e o g r. O UÁ U ÇÃO U 7º v 07/08 l d Bá º m º 0 B BO X X X X X X X X X X - X 004638 0 É BO X X X X X X X X X X - X 004639 03 BO O BUÃO 7 X X X X X X X X X X X - 00434 04 O O O X X X X X X X X X X - X 00470 05 O

Leia mais

MECÂNICA. Uma força realiza trabalho quando ela transfere energia de um corpo para outro e quando transforma uma modalidade de energia em outra.

MECÂNICA. Uma força realiza trabalho quando ela transfere energia de um corpo para outro e quando transforma uma modalidade de energia em outra. AULA 8 MECÂNICA TRABALHO E POTÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Uma foça ealiza abalho uano ela ansfee enegia e um copo paa ouo e uano ansfoma uma moaliae e enegia em oua. 2- TRABALHO DE UMA ORÇA CONSTANTE. A B Um copo

Leia mais

Sazonais da Floresta ENQUADRAMENTO GERAL. Sazonais da Floresta

Sazonais da Floresta ENQUADRAMENTO GERAL. Sazonais da Floresta ub ub ENQUADRAMENTO GERAL A f é um m u cm múp pu, qu ó é pív pv m m épc fc p um vgm qu pb m u p u u mm m p- pv m qu um cu f fm m cv g. Ex um g v u qu ó xm m m épc. T- pv m v pu f, qu mu v ã já u m m vu

Leia mais

GLOSSÁRIO PREV PEPSICO

GLOSSÁRIO PREV PEPSICO GLOSSÁRIO PREV PEPSICO A T A A ABRAPP Aã Aã I Aí I R ANAPAR A A M A A A Lí Aá S C é ç í ê çõ 13ª í ã. Açã B E F Pê P. Cí ê, ã ê. V Cê Aã P ( á). N í, - I R P Fí (IRPF), S R F, à í á, ( 11.053 2004), çã.

Leia mais

Análise Matemática IV

Análise Matemática IV Análie Maemáica IV Problema para a Aula Práica Semana. Calcule a ranformada de Laplace e a regiõe de convergência da funçõe definida em 0 pela expreõe eguine: a f = cha b f = ena Reolução: a Aendendo a

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

GUARITA / FACHADA GUARITA / PLANTA COBERTURA

GUARITA / FACHADA GUARITA / PLANTA COBERTURA MP i:% MP i:% MP i:.0% ÚLMO ÁO LZ O VO: OMO FÊ L00 PLJMO LVMO O PL00 PLJMO PLJMO XÇÃO O OOL O POJO FLVOPP_Levantamento_ev0..0.0.0.0.0.0.0.00.0.0.0.0.0.0.0 MOLOG FÇÃO X V. OL FO.. PO LHO V G GÇ..0... L

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

A ESTRADA E A PAISAGEM: COMO A ANTROPIZAÇÃO ATUA SOBRE O RELEVO (UM ENSAIO DE GEOMORFOLOGIA AMBIENTAL)

A ESTRADA E A PAISAGEM: COMO A ANTROPIZAÇÃO ATUA SOBRE O RELEVO (UM ENSAIO DE GEOMORFOLOGIA AMBIENTAL) A ESTRADA E A PAISAGEM: COMO A ANTROPIZAÇÃO ATUA SOBRE O RELEVO (UM ENSAIO DE GEOMORFOLOGIA AMBIENTAL) Aô C Rb Aúj Jú Pgm Eã T Gg UFPA AGB-Bém j_bz@hm.m Eêvã Jé Sv Bb Pq vbb@yh.m.b 1 - INTRODUÇÃO O ém

Leia mais

PROCESSO SELETIVO UFES 2013

PROCESSO SELETIVO UFES 2013 UNIESIDADE FEDEAL DO ESPÍIO SANO OMISSÃO OODENADOA DO ESIBULA POESSO SELEIO UFES 0 As bacas laboaoas sam ob a maioia os caiaos sosas como as u sgum No ao aa a coção as ovas ouas sosas ambém oão s cosiaas

Leia mais

Proposta de Revisão Metodológica

Proposta de Revisão Metodológica Proposta de Revisão Metodológica Gestão do Desempenho Dezembro de 20 DIDE/SVDC Propostas para 202 Nova sist em át ic a de pac t uaç ão e avaliaç ão de m et as set oriais e de equipe; Avaliaç ão de De s

Leia mais

O Sacrifício da Cruz

O Sacrifício da Cruz O Sacrifício da ruz 6 ø 4 4 Intenso q = 61 9. r. r m b sus4 6 Ó. m Œ. r J 1.u ø. r o - lho pa - ra_o céu, bus - M7.. can - do com - preen-der o sa - cri - fí - cio do Sal - va - dor em meu lu - gar ø ø

Leia mais

Índices Físicos ÍNDICES

Índices Físicos ÍNDICES Ínice Fíico ÍNDICES = volume oal a amora; = volume a fae ólia a amora; = volume a fae líquia; a = volume a fae aoa; v = volume e vazio a amora = a + ; = peo oal a amora ; a = peo a fae aoa a amora; = peo

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

'!"( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, ".6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # )

'!( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, .6 )) -2 7! 6))  ) 6 #$ ))! 6) 8 9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) !" #$%&& #% 1 !"# $%& '!"( )*+%, ( -. ) #) /)01 01)0) 2! ' 3.!1(,,, " 44425"2.6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 4442$ ))2 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) 44425"2 ))!)) 2() )! ()?"?@! A ))B " > - > )A! 2CDE)

Leia mais

9 JUNHO. Rua Cândido dos Reis, Vila Nova de Gaia Tel.: Fax:

9 JUNHO. Rua Cândido dos Reis, Vila Nova de Gaia Tel.: Fax: ÇÃÀ 9JUNHO í çõ úãá ÕÚ õ ú ã é çã é õéá é à Rua Cândido dos Reis, 545 4400-075 Vila Nova de Gaia Tel.: 22 374 67 20 - Fax: 22 374 67 29 www.jf-santamarinha.pt 1 õ á õ à çã çõ õ á çã áí é àí àçãçã ã Á à

Leia mais

Linha de Vida para Caminhão

Linha de Vida para Caminhão S md nh d Vd p Cmnhão P vq od Sm d nh d Vd p Cmnhão 10 DOIS DEZ INHA DE VIDA PARA CAMINHÃO No m d ncogm p vdd d cg dcg é conuído p d unão d m PvQ od com PvQ Rg. É compo po d ou m p cn, mã fnc un b, com

Leia mais

ALFANDEGATUR - EMP.DESENV.TURIST.DE ALF.DA FE EM

ALFANDEGATUR - EMP.DESENV.TURIST.DE ALF.DA FE EM Cn t - 31. 05. 2014 Me s : Ma r ç o Pag. 1 11 CA I XA 41, 0 14. 63 37, 080. 00 3, 9 34. 6 3 111 Ca i x a 6, 0 47. 50 4, 449. 54 1, 5 97. 9 6 112 Ca i x a Fa c t u r a ç ão 34, 7 92. 13 32, 630. 46 2, 1

Leia mais

Índice alfabético. página: 565 a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z. procura índice imprimir última página vista anterior seguinte

Índice alfabético. página: 565 a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z. procura índice imprimir última página vista anterior seguinte Í é á: 565 á é í ú á í é á: 566 A A é, 376 A, 378 379 A á, 146 147 A, 309 310 A á, 305 A ( ), 311 A, 305 308 A á B, 470 A á, 384 385 A,, ç Bç, 338 340 A é, 337 Aé, 333 A, 410 419 A K, 466 A, 123 A, 32

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

MATEMÁTICA CADERNO 6 CURSO E FRENTE 1 ÁLGEBRA. n Módulo 24 Números Complexos. n Módulo 25 Potências Naturais de i e Forma Algébrica

MATEMÁTICA CADERNO 6 CURSO E FRENTE 1 ÁLGEBRA. n Módulo 24 Números Complexos. n Módulo 25 Potências Naturais de i e Forma Algébrica MATEMÁTICA CADERNO 6 CURSO E FRENTE ÁLGEBRA n Módulo 4 Números Complexos ) (5 + 7i) ( i) = 5 0i + i 4i = 5 + i + 4 = 9 + i ) f(z) = z z + f( i) = ( i) ( i) + = = i + i + i + = i ) x + (y )i = y 4 + xi,

Leia mais

é é ç í é é é ç ó çõ é ê á çã é çã é á á ã é í á ã ó É ã ê í á á é á ã â é ó é é ã é é é á é ã ó ã á é í á é ê ã

é é ç í é é é ç ó çõ é ê á çã é çã é á á ã é í á ã ó É ã ê í á á é á ã â é ó é é ã é é é á é ã ó ã á é í á é ê ã Ó é é ç ç ã éó éçéá éé çí é éé çóçõé ê á çã é çã é á á ã é í á ã óéãê íáá éáãâé ó é é ã éé éáé ãóã áéí á é ê ã çã é ã é çã ãíçãê éé ô í é çóã á ó ó é çãéã ú ê é á íô á ãé úóé çãçç óçãéééõé ççã çãôáíô éçé

Leia mais

2ª Lei de Newton em forma geral ( p = mv. - momento linear, F = r r dt

2ª Lei de Newton em forma geral ( p = mv. - momento linear, F = r r dt Tópios d Físia Moda 4/5 Fomuláio Mdiçõs os ~ < > i i σ i < > i σ < > ± σ < > ± 3σ < > ± g µ σ πσ mlo simaia do alo dadio a pai d mdidas - média aiméia Dsio padão aaiza a dispsão dos sulados d mdidas do

Leia mais

CONTROLE POR REALIMENTAÇÃO DOS ESTADOS SISTEMAS SERVOS

CONTROLE POR REALIMENTAÇÃO DOS ESTADOS SISTEMAS SERVOS CONTROLE POR REALIMENTAÇÃO DOS ESTADOS SISTEMAS SERVOS. Moivaçõe Como vio o Regulado de Eado maném o iema em uma deeminada condição de egime pemanene, ou eja, ena mane o eado em uma dada condição eacionáia.

Leia mais

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde B ra s ília, 26 de s etem bro de 2009 C o ntro le da s P o lític a s de L uiz R ibeiro FU N Ç Ã O D O J O R N A L I S M O J o r n a lis m o é a a tiv id a d e p r o fis s io n a l q u e c o n s is te e

Leia mais

B e n j a m i n C o n s t a n t B o t e l h o d e M a g a l h ã e s ( 1 8 3 6 / 1 8 9 1 )

B e n j a m i n C o n s t a n t B o t e l h o d e M a g a l h ã e s ( 1 8 3 6 / 1 8 9 1 ) B e n j a m i n C o n s t a n t B o t e l h o d e M a g a l h ã e s ( 1 8 3 6 / 1 8 9 1 ) B e n ja m i n C o n s t a n t, c o m o c o s t u m a s e r r e f e r i d o, é c o n s i d e r a d o c o m o o

Leia mais

Visão Geral de Pipelining

Visão Geral de Pipelining Pipeline Visão Geral de Pipelining Instruções MIPS têm mesmo tamanho Mais fácil buscar instruções no primeiro estágio e decodificar no segundo estágio IA-32 Instruções variam de 1 byte a 17 bytes Instruções

Leia mais

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 Comentário da Redação Nes te ano, a pro va de Re da ção da Uni camp foi ex ce len te. Em pri me i ro lu gar, pelo res pe i to ao for ma to tra di ci o nal

Leia mais

URBANISMO COMERCIAL EM PORTUGAL E A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DAS CIDADES

URBANISMO COMERCIAL EM PORTUGAL E A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DAS CIDADES LEITURAS URBANISMO COMERCIAL EM PORTUGAL E A REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DAS CIDADES [Carlos José Lopes Balsas (1999), Gabinete de Estudos e Prospectiva Económica, Ministério da Economia, ISBN: 972-8170-55-6]

Leia mais

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP GIS Gertran Integration Suite Guia de T ransferência de Arquivos Entidade x DATAPREV Versão 1.0 HTTPS G I S G ui a de T ra n sf er ên ci a d e Ar qu i vo s 1/ 8 ÍNDICE ANALÍT ICO 1. INTRODU ÇÃO......4

Leia mais

Matemática / Física. Figura 1. Figura 2

Matemática / Física. Figura 1. Figura 2 Matemática / Fíica SÃO PAULO: CAPITAL DA VELOCIDADE Diveo título foam endo atibuído à cidade de São Paulo duante eu mai de 00 ano de fundação, como, po exemplo, A cidade que não pode paa, A capital da

Leia mais

III - GABARITO LISTA SALA

III - GABARITO LISTA SALA cício ião Li Fíic - GBTO LST SL oáic Foç éic, po éico, Ponci, pciânci, on iênci éic Pof. D. áuio S. Soi www.cuio.oi.no.b cu@uo.co.b. cício Soução: ()..5 pf (b).5 pf p.,5 ncon foç qu u cg cooc cono, c u

Leia mais

ESPAÇO VETORIAL REAL DE DIMENSÃO FINITA

ESPAÇO VETORIAL REAL DE DIMENSÃO FINITA EPÇO ETORIL REL DE DIMENÃO FINIT Defnção ejam um conjuno não ao o conjuno do númeo ea R e dua opeaçõe bnáa adção e mulplcação po ecala : : R u a u a é um Epaço eoal obe R ou Epaço eoal Real ou um R-epaço

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

Suporte à Execução. Compiladores. Procedimentos. Árvores de Ativação. Exemplo: o Quicksort. Procedimentos em ação (ativação)

Suporte à Execução. Compiladores. Procedimentos. Árvores de Ativação. Exemplo: o Quicksort. Procedimentos em ação (ativação) Supote à Execução Compiladoe Ambiente de upote à execução O Compilado gea código executável. Ma nem tudo etá conhecido ante que o pogama eja executado! Valoe de paâmeto e funçõe, Memóia dinamicamente alocada,

Leia mais

Sistemas e Sinais (LEIC) Resposta em Frequência

Sistemas e Sinais (LEIC) Resposta em Frequência Sismas Siais (LEIC Rsposa m Frquêcia Carlos Cardira Diaposiivos para acompahamo da bibliografia d bas (Srucur ad Irpraio of Sigals ad Sysms, Edward A. L ad Pravi Varaiya Sumário Dfiiçõs Sismas sm mmória

Leia mais

Pipelining - analogia

Pipelining - analogia PIPELINE Pipelining - analogia Pipelining OBJECTIVO: Aumentar o desempenho pelo aumento do fluxo de instruções Program execution Time order (in instructions) lw $1, 100($0) Instruction fetch ALU Data access

Leia mais

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a E M P R IM E I R A MÃO T h e O i ta v os é o e x c lu s i v o h o te l d e 5 e s tre la s q u e co m p le t a e v a l ori za a ofe rta d a Q u i n ta d a M a ri n h a, co n s olid a n d o -a c om o d e

Leia mais

Análises de sistemas no domínio da frequência

Análises de sistemas no domínio da frequência prmno d Engnhri Químic d Prólo UFF iciplin: TEQ0- COTROLE E PROCESSOS náli d im no domínio d frquênci Prof inok Boorg Rpo d Frquênci Cliqu pr dir o ilo do xo mr COCEITO: Coni d um méodo gráfico-nlíico

Leia mais

1. A TRANSFORMADA DE LAPLACE

1. A TRANSFORMADA DE LAPLACE Equaçõ Difrciai - Traformada d Laplac A TRANSFORMADA DE LAPLACE Dfiição: Sja f() uma fução ral dfiida para > Eão a raformada d Laplac d f(), doada por L [ ( ) ] f é dfiida por: L [ f ( ) ] F( ) f( )d,

Leia mais

6.15 EXERCÍCIOS pg. 290

6.15 EXERCÍCIOS pg. 290 56 6.5 EXERCÍCOS pg. 9. Da um mplo d uma fução cotíua po pat dfiida o itvalo ] [. Muito mplo podm ciado. Sgu um dl: ) ( - - f - - - - - - 6 8 y. Calcula a itgal da guit fuçõ cotíua po pat dfiida o itvalo

Leia mais

CAPÍTULO 2 DINÂMICA DA PARTÍCULA: FORÇA E ACELERAÇÃO

CAPÍTULO 2 DINÂMICA DA PARTÍCULA: FORÇA E ACELERAÇÃO 13 CAPÍTULO 2 DINÂMICA DA PATÍCULA: OÇA E ACELEAÇÃO Nese capíulo seá aalsada a le de Newo a sua foma dfeecal, aplcada ao movmeo de paículas. Nesa foma a foça esulae das foças aplcadas uma paícula esá elacoada

Leia mais

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10

RESOLUÇÃO Matemática APLICADA FGV Administração - 24.10.10 VESTIBULAR FGV 2011 OUTUBRO/2010 RESOLUÇÃO DAS 10 QUESTÕES DE MATEMÁTICA APLICADA QUESTÃO 1 O gráfico no plano cartesiano expressa a alta dos preços médios de televisores de tela plana e alta definição,

Leia mais

! "#" $ %&& ' ( )%*)&&&& "+,)-. )/00*&&& 1+,)-. )/00*&2) (5 (6 7 36 " #89 : /&*&

! # $ %&& ' ( )%*)&&&& +,)-. )/00*&&& 1+,)-. )/00*&2) (5 (6 7 36  #89 : /&*& ! "#" %&& ' )%*)&&&& "+,)-. )/00*&&& 1+,)-. )/00*&2) 3 4 5 6 7 36 " #89 : /&*& #" + " ;9" 9 E" " """

Leia mais

Código G R$ 51,99 ICMS

Código G R$ 51,99 ICMS f O V - º37 - MO/JUHO/JULHO/2013 MEO 2013 Vh v E ( ul) 01 04 m x ul/ Há: 14h à 21h 15 18 m ul/ Há: 13h à 20h QUÍMEO L - Ml Quml - p 0-100 mm; - Lu 0,01 mm; - 0,02mm; - 3 õ: - lg/lg, - mm/plg, - z; - u

Leia mais

Modelagem de Carga Mecânica

Modelagem de Carga Mecânica Univsia Fal Minas Gais Dpatamnto Engnhaia Elética ogama ós-gauação m Engnhaia Elética Molagm Caga Mcânica - Ano: 03 of. Slênio Rocha Silva Dpto. Eng. Elética slnios@.ufmg.b Dinâmica Motos Eléticos - Unia

Leia mais

Correção da fuvest ª fase - Matemática feita pelo Intergraus

Correção da fuvest ª fase - Matemática feita pelo Intergraus da fuvest 009 ª fase - Matemática 08.0.009 MATEMÁTIA Q.0 Na figura ao lado, a reta r tem equação y x no plano cartesiano Oxy. Além dis so, os pontos 0,,, estão na reta r, sendo 0 = (0,). Os pontos A 0,

Leia mais

$35(6(17$d 2Ã&/Ë1,&$ 'LDJQyVWLFRÃ FOtQLFR &ROHGRFROLWtDVH &ROHFLVWLWH 3DQFUHDWLWH &ROHGRFROLWtDVH HP UHVROXomR &ROHFLVWLWH 3DQFUHDWLWH &ROHGRFROLWtDVH HP UHVROXomR &yolfdãeloldu (FRJUDILD &ROpGRFRÃ!ÃÃFP

Leia mais

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

Interbits SuperPro Web

Interbits SuperPro Web 1. (Unesp 2013) No dia 5 de junho de 2012, pôde-se obseva, de deteminadas egiões da Tea, o fenômeno celeste chamado tânsito de Vênus, cuja póxima ocoência se daá em 2117. Tal fenômeno só é possível poque

Leia mais

=================== & 2 4 π «2. l l l. l l l l. Ó l. =================== & 2 l. l l l l l l l

=================== & 2 4 π «2. l l l. l l l l. Ó l. =================== & 2 l. l l l l l l l PIPOCA MODERNA aim omo o Caeano enore anarão numa região grave 2 4 π 2 3 k k k k k π 4 k k k k k 5 emper imie repeir ee 2 ompao q 70 2 aé o ompao 20, om peruão 4 bem eve quae inaudíve, Ó FÁBRICA DE ARRANJOS

Leia mais

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o NPQV Variável Educação Prof. Responsáv v el :: Ra ph aa el BB ii cc uu dd o ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO 2º Semestre de 2003 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO As atividades realizadas

Leia mais

Operações comuns em transportes

Operações comuns em transportes paçõ cmu m tapt Ex Wk (EXW) : aplica- a qualqu mdal d tapt; b ã tgu a dpdêcia d vdd (igm), m cagamt, ã ã dmbaaçad paa xptaçã. = ic = ut Vdd mpad ai (A): aplica- a qualqu mdal d tapt; b ã tgu a taptad digad

Leia mais

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem Quadro de conteúdos Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano Língua Portuguesa Matemática História Geografia Ciências Naturais Arte Inglês ABC da passarinhada O alfabeto Quantidade A ideia de quantidade Eu, criança

Leia mais

A solução mais geral da equação anterior tem a forma: α 2 2. Aplicando estes resultados na equação do MHS, temos que:

A solução mais geral da equação anterior tem a forma: α 2 2. Aplicando estes resultados na equação do MHS, temos que: . qação para o MHS Qano o oino corpo cr a rajória, a parir cro inan coça a rpir a rajória, izo q oino é prióico. O po q o corpo gaa para olar a prcorrr o o pono a rajória é chaao príoo. No noo coiiano

Leia mais

A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua lida de em D es envo lvim ento de S o ftw a re

A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua lida de em D es envo lvim ento de S o ftw a re Rafael Espinha, Msc rafael.espinha@primeup.com.br +55 21 9470-9289 Maiores informações: http://www.primeup.com.br contato@primeup.com.br +55 21 2512-6005 A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua

Leia mais

Correção da Unicamp ª fase - Matemática feita pelo Intergraus

Correção da Unicamp ª fase - Matemática feita pelo Intergraus da Unicamp 010 ª fase - Matemática 13.01.010 UNIAMP 010 - MATEMÁTIA 1. Uma confeitaria produz dois tipos de bo los de fes ta. ada quilograma do bolo do tipo A consome 0, kg de açúcar e 0, kg de farinha.

Leia mais

A formulação representada pelas equações (4.1)-(4.3) no método de elementos finitos é denominada de formulação forte (strong formulation).

A formulação representada pelas equações (4.1)-(4.3) no método de elementos finitos é denominada de formulação forte (strong formulation). 4. Fomlção Mcl o Méoo Elmos Fos s cpílo sá ps fomlção mcl o méoo lmos fos pos plcção o méoo lv ssms lgécos q pom s ogzos fom mcl p poso solção po éccs mécs pops p c po qção fcl: lípc pólc o hpólc. O poo

Leia mais

Campo Gravítico da Terra

Campo Gravítico da Terra Campo Gavítico da ea 1. Condiçõe de medição eodéica O intumento com que ão efectuada a mediçõe eodéica, obe a upefície da ea, etão ujeito à foça da avidade. Paa pode intepeta coectamente o eultado da mediçõe,

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010 da Unicamp 010 ª fase - Física 1.01.010 UNICAMP 010 - FÍSICA Esta prova aborda fenômenos físicos em situações do cotidiano, em experimentos científicos e em avanços tecnológicos da humanidade. Em algumas

Leia mais

Condensador esférico Um condensador esférico é constituído por uma esfera interior de raio R e carga

Condensador esférico Um condensador esférico é constituído por uma esfera interior de raio R e carga onensao esféico Um conensao esféico é constituío po uma esfea inteio e aio e caga + e uma supefície esféica exteio e aio e caga. a) Detemine o campo eléctico e a ensiae e enegia em too o espaço. b) alcule

Leia mais

Principais fórmulas. Capítulo 3. Desvio padrão amostral de uma distribuição de frequência: Escore padrão: z = Valor Média Desvio padrão σ

Principais fórmulas. Capítulo 3. Desvio padrão amostral de uma distribuição de frequência: Escore padrão: z = Valor Média Desvio padrão σ Picipais fómulas De Esaísica aplicada, 4 a edição, de Laso e Fabe, 00 Peice Hall Capíulo Ampliude dos dados Lagua da classe úmeo de classes (Aedode paa cima paa o póimo úmeo coveiee Poo médio (Limie ifeio

Leia mais

E v o lu ç ã o d o c o n c e i t o d e c i d a d a n i a. A n t o n i o P a i m

E v o lu ç ã o d o c o n c e i t o d e c i d a d a n i a. A n t o n i o P a i m E v o lu ç ã o d o c o n c e i t o d e c i d a d a n i a A n t o n i o P a i m N o B r a s i l s e d i me nt o u - s e u ma v is ã o e r r a d a d a c id a d a n ia. D e u m mo d o g e r a l, e s s a c

Leia mais

3 Proposição de fórmula

3 Proposição de fórmula 3 Proposição fórmula A substituição os inos plos juros sobr capital próprio po sr um important instrumnto planjamnto tributário, sno uma rução lgal a tributação sobr o lucro. Nos últimos anos, a utilização

Leia mais

SIG Acesso Público. Manual do Usuário

SIG Acesso Público. Manual do Usuário SIG Acesso Público Manual do Usuário Brasília Dezembro de 2013 Sumário Apresentação......2 1. O que é o SIG Acesso Público?.........3 2. Para acessa r o Sistema............3 3. Conjuntos de Pesquisa de

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET SP

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET SP Diciplina: Mecânica do Fluido Aplicada Lita de Exercício Reolvido Profeor: 1 de 11 Data: 13/0/08 Caruo 1. Um menino, na tentativa de melhor conhecer o fundo do mar, pretende chegar a uma profundidade de

Leia mais

Correção da fuvest ª fase - Geografia feita pelo Intergraus

Correção da fuvest ª fase - Geografia feita pelo Intergraus Q.01 GEOGRAFIA O conflito envolvendo Geórgia e Rússia, aprofundado em 2008, foi marcado por ampla repercussão in ter na - ci o nal. Ou tros con fli tos, en vol ven do pa í ses da ex-união So vié ti ca,

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

JERÔNIMO CABRAL PEREIRA FAGUNDES NETO ENGENHEIRO CIVIL

JERÔNIMO CABRAL PEREIRA FAGUNDES NETO ENGENHEIRO CIVIL fls. 61 1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES O pre se nte tra b a lho te m po r o b je tivo a de te rmina ç ã o d o justo, re a l e a tua l va lo r d o imó ve l: a pa rta me nto re side nc ia l situa do à Ave

Leia mais

Transistor Bipolar de Junção TBJ Cap. 4 Sedra/Smith Cap. 7 Boylestad Cap. 9 Malvino

Transistor Bipolar de Junção TBJ Cap. 4 Sedra/Smith Cap. 7 Boylestad Cap. 9 Malvino Tanssto Bpola d Junção TBJ Cap. 4 Sda/Sth Cap. 7 Boylstad Cap. 9 Malno Análs Pqunos Snas Notas d Aula SEL 313 Ccutos Eltôncos 1 Pat 5 1 o S/2016 Pof. Manol Modlos Pqunos Snas do TBJ Tas odlos são úts paa

Leia mais

O EMPREITEIRO. Copatrocínio

O EMPREITEIRO. Copatrocínio KH T M W TÃ G A N F NAL UC Lp D CA -A 1200 ÁT X A JT - / A ã 5 1 0 2 D m 26 A A ç p 27 MW c áb fz h C J F g c h Lb 290/ -116 6 1 0 y 2 w h çã f pc G pc m D x f L ª 4 G c M A Jg q A b é C gh H V V g ã M

Leia mais

Manual do Usu rio Perfil Benefici rio Portal Unimed Centro-Oeste e Tocantins

Manual do Usu rio Perfil Benefici rio Portal Unimed Centro-Oeste e Tocantins Manual do Usu rio Perfil Benefici rio P gina 1 de 13 1. Introdu 0 4 0 0o Est e do c u m e n t o te m co m o obj e ti v o de m o n s t r a r pa s s o a pa s s o as prin ci p a i s fu n ci o n a l i d a

Leia mais

Caminho dos Dados e Atrasos

Caminho dos Dados e Atrasos Caminho dos Dados e Atrasos Arquiteturas para Alto Desmpenho Prof. pauloac@ita.br Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac Pipeline MIPS O MIPS utiliza um pipeline com profundidade 5, porém

Leia mais

Curso de Física Básica - H. Moysés Nussenzveig Resolução do Volume III Capítulo 2 A Lei de Coulomb

Curso de Física Básica - H. Moysés Nussenzveig Resolução do Volume III Capítulo 2 A Lei de Coulomb uso e Física Básica - H Mosés Nussenzveig Resolução o Volue III apítulo A Lei e oulob - Moste que a azão a atação eletostática paa a atação gavitacional ente u eléton e u póton é inepenente a istância

Leia mais

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA sumário executivo w w w. v o c e s a. c o m. b r w w w. e x a m e. c o m. b r melhores empresas para você trabalhar São Pau lo, setembro de 2010. Pre za do(a) Sr(a)., SEFAZ BAHIA Em pri mei ro lu gar,

Leia mais

Capitulo 5 Resolução de Exercícios

Capitulo 5 Resolução de Exercícios Captulo 5 Rsolução Exrcícos FORMULÁRIO Dscoto Racoal Smpls D ; D ; ; D R R R R R R Dscoto Comrcal Smpls D ; ; D C C C C Dscoto Bacáro Smpls D s ; s ; D b b b b s Db ; b Rlaçõs tr o Dscoto Racoal Smpls

Leia mais

4. Análise de Sistemas de Controle por Espaço de Estados

4. Análise de Sistemas de Controle por Espaço de Estados Sisma para vrificação Lógica do Corolo Dzmro 3 4. ális d Sismas d Corol por Espaço d Esados No capiulo arior, vimos qu a formulação d um Prolma Básico d Corolo Ópimo Liar, ra cosidrado um sisma diâmico

Leia mais

Anatolie Sochirca ACM DEETC ISEL. Integral definido. Exercícios resolvidos. a) Calcular os integrais definidos utilizando a fórmula de Barrow.

Anatolie Sochirca ACM DEETC ISEL. Integral definido. Exercícios resolvidos. a) Calcular os integrais definidos utilizando a fórmula de Barrow. Mamáica naoi Sochirca CM DEETC ISEL Ingra finio Ercício rovio a Cacuar o ingrai finio uiizano a fórmua Barrow Ercício Ercício Ercício Mamáica naoi Sochirca CM DEETC ISEL Ercício arcn arcn arcn arcn arcn

Leia mais

1 3INNO GMG پ0ˆ7 & # # # # 4 4 پ0 4 پ0 4 پ0 4 پ0 4 پ0 4 پ0 4. nپ0 4 پ0 4 B. & # # # # j پ0 4. پ0 4 پ0 4 j پ0 4 پ0 4 B پ0 4 پ0 4 پ0 4 پ0 4.

1 3INNO GMG پ0ˆ7 & # # # # 4 4 پ0 4 پ0 4 پ0 4 پ0 4 پ0 4 پ0 4. nپ0 4 پ0 4 B. & # # # # j پ0 4. پ0 4 پ0 4 j پ0 4 پ0 4 B پ0 4 پ0 4 پ0 4 پ0 4. 1 INNO GMG 2016 adattamento del testo italiano V. Cipr Voce 4 4 1 14 Sei 15 sceso dal la tuaimmen si 16. t 17 n 18 in nostroaiu u u to. Mi se ri cor dia scorre da 19 20. te 21 22 2. پ0 24 so pra tu tti

Leia mais

3. TRANSFORMADA DE LAPLACE. Prof. JOSÉ RODRIGO DE OLIVEIRA

3. TRANSFORMADA DE LAPLACE. Prof. JOSÉ RODRIGO DE OLIVEIRA 3 TRNSFORMD DE LPLCE Prof JOSÉ RODRIGO DE OLIVEIR CONCEITOS BÁSICOS Númro complxo: ond α β prncm ao nº rai Módulo fa d um númro complxo Torma d Eulr: b a an a co co n n Prof Joé Rodrigo CONCEITOS BÁSICOS

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010 UNICAMP 2010 - GEOGRAFIA 13. Ob serve o gráfico abaixo e responda às questões: a) Indi que a(s) re gião(ões) do glo bo com ta xa de es pe ran ça de vi da ao nas cer in fe ri or à mé dia mun di al, nos

Leia mais

TEOREMA DE TAYLOR 2! 1 1. (n) n (n 1) 0 + f x0 x x0 + f (c) x

TEOREMA DE TAYLOR 2! 1 1. (n) n (n 1) 0 + f x0 x x0 + f (c) x (Tóp. Tto Complmta) TEOREMA DE TAYLOR TEOREMA DE TAYLOR S uma ução suas pimias divadas istm um itvalo abto I cotdo, sgu-s do toma do valo médio galizado (dado o tópico dsta aula), substituido a ou b po,

Leia mais

ATENÇÃO! É MUITO IMPORTANTE QUE VOCÊ LEIA E SIGA ATENTAMENTE ESTE MANUAL DURANTE CADA ETAPA DA MONTAGEM.

ATENÇÃO! É MUITO IMPORTANTE QUE VOCÊ LEIA E SIGA ATENTAMENTE ESTE MANUAL DURANTE CADA ETAPA DA MONTAGEM. ! ATNÇÃO! É MUTO MPORTANT QU VOÊ LA SA ATNTAMNT ST MANUAL URANT AA TAPA A MONTAM. MANUAL MONTAM ancada com gavetas! ATNÇÃO! urante a montagem do móvel, utilize a própria embalagem do produto como forração.

Leia mais

RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 10/08/13 PROFESSOR: MALTEZ

RESOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA 2 o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 10/08/13 PROFESSOR: MALTEZ ESOLUÇÃO DA AALIAÇÃO DE MATEMÁTICA o ANO DO ENSINO MÉDIO DATA: 0/08/ POFESSO: MALTEZ QUESTÃO 0 A secção tansvesal de um cilindo cicula eto é um quadado com áea de m. O volume desse cilindo, em m, é: A

Leia mais

)25d$0$*1e7,&$62%5( &21'8725(6

)25d$0$*1e7,&$62%5( &21'8725(6 73 )5d$0$*1e7,&$6%5( &1'875(6 Ao final deste capítulo você deveá se capaz de: ½ Explica a ação de um campo magnético sobe um conduto conduzindo coente. ½ Calcula foças sobe condutoes pecoidos po coentes,

Leia mais

Mecânica dos Materiais. Instabilidade de Colunas. Tradução e adaptação: Victor Franco

Mecânica dos Materiais. Instabilidade de Colunas. Tradução e adaptação: Victor Franco Mcânica dos Matiais Instabilidad d Colunas 10 Tadução adaptação: Victo Fanco Rf.: Mchanics of Matials, B, Johnston & DWolf McGaw-Hill. Mchanics of Matials, R. Hibbl, asons Education. Estabilidad d Estutuas

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Organização e Arquitetura de Computadores I Pipeline Slide 1 Pipeline Pipeline Hazards: Hazards Estruturais Hazards de Dados Hazards de Controle Organização e Arquitetura de Computadores I Caminho de Dados

Leia mais

ba l h e m. sab e r se h a. foy, ti m Soa. s re. e m. h oss. e a. a d. tra

ba l h e m. sab e r se h a. foy, ti m Soa. s re. e m. h oss. e a. a d. tra 96 R: VS A ( ) () b C O M b q fy q S y q P v C ç z q ff q q 24 V C ç B z q q q q q í q ã f O q M ã b ::; q z R q ã q y b q fz q P R v f F N S P z (P b M 30 q G Sz çõ Pá v v Ab qq ff ã v Cô q f z z A B

Leia mais

Cleber Giorgetti Assessoria e Consultoria. Business & Strategy Marketing & Sales Products & Services Technology & Innovation

Cleber Giorgetti Assessoria e Consultoria. Business & Strategy Marketing & Sales Products & Services Technology & Innovation Cb Gg A C B & Sgy Mkg & S P & Sv Thgy & v Qm Sm N m 2002, mp v x mp çm bjv gó, m m f óg, pb-h m mpv. Apçã hm é gó q vé xpê 20 f, q xm pçõ gã m pçõ m: G Tg, Avy, L Thg, B Lb, AT&T, SD T,. R m p m gó g,

Leia mais

é êíé é çã é ê óééçú ê é çãá çíçã çã ã çã ê ã á íçõíá íí í çã ô ú ç ç çê ú á éé í çõ í ã ã ã ã é ü óéó É ç ã çõ â ã ç áãúé çã ê çõ ô ç ú ú çõ çààá àúç

é êíé é çã é ê óééçú ê é çãá çíçã çã ã çã ê ã á íçõíá íí í çã ô ú ç ç çê ú á éé í çõ í ã ã ã ã é ü óéó É ç ã çõ â ã ç áãúé çã ê çõ ô ç ú ú çõ çààá àúç Ó é ç í ó ó ó çõ ã ê ã á ã ú é á ê ç á çã ê íç éçãé çãé ê éé çúê í çã é êíé é çã é ê óééçú ê é çãá çíçã çã ã çã ê ã á íçõíá íí í çã ô ú ç ç çê ú á éé í çõ í ã ã ã ã é ü óéó É ç ã çõ â ã ç áãúé çã ê çõ

Leia mais

Vamos Subir Nova Voz

Vamos Subir Nova Voz c c Vamos Subir Nova Voz 2 Letra e Música: Lucas Pimentel Arr: Henoch Thomas 2 5 2 to Eu-pos tem - po te-nho ou vi - do a pro- 2 g g 8 mes - sa de que vi - rás pra res -ga -tar os fi-lhos Teus Nem sem-pre

Leia mais

Campo magnético criado por uma corrente eléctrica e Lei de Faraday

Campo magnético criado por uma corrente eléctrica e Lei de Faraday Campo magnéico ciado po uma coene elécica e Lei de Faaday 1.Objecivos (Rev. -007/008) 1) Esudo do campo magnéico de um conjuno de espias (bobine) pecoidas po uma coene elécica. ) Esudo da lei de indução

Leia mais

Gabarito - Química - Grupo A

Gabarito - Química - Grupo A 1 a QUESTÃO: (1,5 ponto) Avaliador Revisor A estrutura dos compostos orgânicos começou a ser desvendada nos meados do séc. XIX, com os estudos de ouper e Kekulé, referentes ao comportamento químico do

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA MÓDULO 1. Fonética e Fonologia. Professora Rosane Reis

LÍNGUA PORTUGUESA MÓDULO 1. Fonética e Fonologia. Professora Rosane Reis LÍNGUA PORTUGUESA Professora Rosane Reis MÓDULO 1 Fonética e Fonologia Por que devemos aprender fonética? Porque precisamos conhecer mais profundamente como as palavras faladas são representadas pela escrita,

Leia mais