Palavras-chaves: Overall Equipment Effectiviness (OEE); Gestão do Processo de Recuperação de Minério; TPPM; VALE.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras-chaves: Overall Equipment Effectiviness (OEE); Gestão do Processo de Recuperação de Minério; TPPM; VALE."

Transcrição

1 A FERRAMENTA OVERALL EQUIPMENT EFFECTIVINESS (OEE) NA GESTÃO DE PRODUTIVIDADE DE MÁQUINAS DE PÁTIO: ESTUDO DE CASO NO TERMINAL PORTUÁRIO PONTA DA MADEIRA (TPPM) felipe george gomes pereira (EBEI ) Leo Tadeu Robles (UFMA ) Sergio Sampaio Cutrim (UFMA ) O artigo aborda, no contexto da VALE, estudo de caso da utilização da ferramenta OEE na gestão do processo de recuperação no Terminal Portuário de Ponta da Madeira - TPPM, analisando a produtividade específica do equipamento de recuperação e identificando o processo de gestão e eventuais restrições na sua operação. O estudo de caso compreendeu revisão bibliográfica e a realização de entrevistas com responsáveis pela área no TPPM. Os dados coletados e sua análise identificaram que o equipamento estudado foi os de menor taxa efetiva em 2011, sendo que as paradas operacionais por causas mecânicas e elétricas foram os principais eventos que impactaram a disponibilidade do equipamento. Problemas de sobrecarga, chave de emergência, falha operacional e detector de rasgo na correia impactaram a Utilização em O item Outros operacionais importante como fator de parada merece maior detalhamento, conforme acordado com os respondentes. Outrossim, concluiu-se pelo uso corrente e dinâmico da ferramenta OEE na empresa, inclusive como parte de seu plano estratégico operacional, o VALE Production System - VPS. Palavras-chaves: Overall Equipment Effectiviness (OEE); Gestão do Processo de Recuperação de Minério; TPPM; VALE.

2 1 Introdução A VALE é a segunda maior mineradora do mundo e baseia sua logística na integração minaferrovia-porto. Seu Sistema Norte é composto pelas minas em Carajás (PA), pela Estrada de Ferro Carajás (EFC) e o Terminal Marítimo Ponta da Madeira (TPPM) em São Luís (MA). (VALE, 2012a) O estudo parte de revisão bibliográfica, levantamento de dados técnicos em entrevistas com especialistas, identificação e análise de relatórios gerenciais e verificação quantitativa das informações coletadas e tem como foco, a utilização da ferramenta de eficiência global de equipamento ou Overall Equipment Effectiveness (OEE) na gestão do desempenho e produtividade do processo de recuperação de minérios no TPPM. O estudo tem como objetivo geral analisar o OEE da Recuperadora 02 (RP02) do TPPM, ou seja, sua produtividade e restrições no processo de recuperação, a qual apresentou a menor taxa efetiva no período analisado. Para tanto, a partir do entendimento do processo de recuperação, levantou-se dados de campo de sua gestão e a utilização das informações da recuperação, identificando-se os principais gargalos e restrições na operação da RP02 e indicando-se procedimentos de melhoria nessa operação. A VALE adota programa de gestão estratégica e operacional denominado VALE Production System, o qual tem sua origem no Sistema Toyota de Produção STP, o qual foi analisado na revisão bibliográfica, assim como sua relação com o Gerenciamento Total de Produtividade (Total Productive Management - TPM) e o indicador fundamental para o estudo: OEE. Assim, o artigo compreende o estudo de caso do processo de recuperação no TPPM, especificamente a Recuperadora 02 (RP02) do pátio de estocagem, analisando por estratificação os dados do período de janeiro a dezembro de 2011 coletados em entrevistas com profissionais do Centro de Controle Operacional (CCO) e do Mirante (sala de controle das máquinas de pátio). 2

3 2. Produtividade em terminal portuário de minério 2.1 Sistema toyota de produção (STP) Desenvolvido, segundo Liker (2004) após a Segunda Guerra Mundial, por Shigeo Shingo e Taiichi Ohno, o STP, conhecido também como sistema de produção enxuta (Lean Production System) baseia-se na filosofia de agregar valor aos clientes, à sociedade, à comunidade e aos seus funcionários, pela melhoria contínua do processo produtivo, na eliminação do desperdício de material e tempo de cada etapa envolvida, na redução dos custos operacionais e na busca incansável pela excelência empresarial. (MEIER e LIKER, 2006) O STP é apontado por Ghinato (1995), como modelo de gerenciamento intrinsecamente envolvido na redução de custos pela eliminação de perdas, ao detectar as causas fundamentais dos defeitos operacionais. A partir desses princípios, pode-se afirmar que o STP constitui-se numa visão e interpretação sistêmica que garanta às organizações produtos livres de defeitos. 2.2 Total productive management (TPM) O Gerenciamento da Produtividade Total (TPM) é um método de gestão que busca a eficiência máxima do sistema de produção com a participação de todos os funcionários envolvidos nos processos da empresa, objetivando a identificação e eliminação das perdas nos setores produtivos e administrativos e a utilização total dos equipamentos, melhorando o desempenho do fator humano por investimento na capacitação e desenvolvimento das habilidades e eficácia dos processos envolvidos, em um cenário de custos competitivos e produtos de qualidade total. (FERNANDES, 2010) O conceito TPM implica na Manutenção Produtiva Total (MPT) e no conceito Quebra Zero, o qual, segundo Takahashi e Osada (1993 apud Fernandes, 2010), só podem ser alcançados pela interação do homem com a máquina, ou seja, primeiramente, muda-se o comportamento das pessoas, depois os equipamentos e, assim, a empresa. 2.3 Overall equipment effectiviness (OEE) Desenvolvido na metodologia TPM, a qual se integra à STP, o OEE é uma ferramenta de monitoramento do desempenho das máquinas e equipamentos industriais. Moellmann (2006) afirma que a partir do conhecimento da capacidade nominal das máquinas e equipamentos é 3

4 possível ter uma idéia imediata da capacidade produtiva de um sistema operacional como um todo, pelo indicador OEE. Silva (2010) e Guachalla (2012) conceituam o OEE como indicador tridimensional, ao medir o desempenho de equipamentos em três aspectos: a Disponibilidade - percentual do tempo útil que o equipamento tem para operar; a Eficiência - percentual da produção real em relação à capacidade nominal; e a Qualidade - percentual da qualidade do produto mediante o processo que o equipamento está inserido. Assim, o OEE possibilita uma visão global do processo utilizado, bastante útil para a identificação de gargalos, por se obter informações sobre disponibilidade, eficiência e qualidade do equipamento (MOELLMANN, 2006). Neste sentido, Silva (2010) ressalva que a medição do desempenho dos equipamentos pode influenciar a produtividade dos processos produtivos, a eficiência da mão de obra e contribuir para a qualidade dos produtos e satisfação dos clientes. 2.4 Vale production system (VPS) O VPS é o sistema de produção que estrutura e organiza a forma de produzir em todas as áreas da VALE, definindo os recursos industriais e humanos para executar a missão e alcançar a visão com excelência de modo a padronizar operações em todas suas unidades. (VALE, 2011) De acordo com o regulamento VALE (2011a, p. 22), O VPS é o caminho oficial definido pela Vale para o alcance da excelência operacional, visando a maior eficiência e o menor custo por unidade. Esse sistema de gestão de processos tem a ambição de levar a Vale não apenas a ser a maior mineradora do mundo, mas também a ser uma referência global (benchmarking) na gestão operacional. Pode-se observar uma interdependência entre a estruturação do VPS e o conceito STP. O STP tem como objetivo o estoque-zero, porém, para que este se aproxime dessa meta, é necessário que a Manutenção Produtiva Total (MPT) consiga atingir seu objetivo de quebra-zero. Para tanto, é necessário o comprometimento de pessoas (equipes envolvidas) e da manutenção 4

5 (equipamentos). O VPS adota esses conceitos como base para o funcionamento do sistema, em relação próxima ao STP. 2.5 O Sistema portuário e seus subsistemas O Sistema Portuário de acordo com Peixoto (2011) é um conjunto de subsistemas que apoiam suas operações, a saber: acessibilidade terrestre; estruturas de retro área; estruturas de atracação e acessibilidade marítima. O subsistema acessibilidade terrestre realiza a integração entre o sistema porto e os modais de transporte terrestres. O subsistema estruturas de retro área tem como elementos de projeto, o volume de carga movimentada, características geotécnicas, físicas e climáticas do local de implantação, sistemas de movimentação de cargas e especificações dos equipamentos. (PEIXOTO, 2011) O subsistema estruturas de atracação é o principal elemento de transição entre a navegação e a atracação dos navios e o subsistema acessibilidade marítima cuida das condições de navegabilidade ou manobra do navio até o cais de atracação. (PEIXOTO, 2011) De acordo com Alfredini e Arasaki (2009), o sistema portuário pode ser classificado quanto à sua Natureza, Localização e Utilização. Quanto à Natureza, considerando as características de abrigo e acessibilidade, sendo natural ou artificial. A Localização se refere ao posicionamento geográfico do terminal projetado, ou seja, portos externos, interiores e ao largo. A Utilização leva em conta a carga movimentada e os tipos de equipamentos utilizados, classificando-os como portos de carga geral ou portos especializados. 2.6 Operação portuária A operação portuária é caracterizada como um conjunto de atividades e processos sequenciais que vão desde a chegada terrestre da carga até o embarque nos navios. A VALE (2008a) aponta alguns processos e apoio para a operação portuária: os Processos de Programação; os de Operação; o Apoio de Operação e o de Programação. A operação portuária em terminal de minério de ferro é classificada por Pereira (2012) como terminal de granel sólido especializado que liga a mina aos clientes. Alfredini e Arasaki 5

6 (2009) indicam que, no mercado mundial o minério de ferro corresponde a 45% dos graneis sólidos embarcados, sendo o restante carvão e grãos comestíveis com 20%, bauxita/alumina e rochas fosfáticas com aproximadamente 7% cada. Principais equipamentos utilizados em terminais de minério de ferro Virador de vagão (VV): o VV é um equipamento utilizado para a descarga do minério transportado por composições ferroviárias. Moura (2011b) apresenta os VV s como equipamentos que giram até 180º duplas de vagões conjugadas, sendo que entre um vagão e outro existe uma parte fixa e engates móveis nas extremidades que possibilitam o giro. Empilhadeira (EP): Equipamento que forma as pilhas de minério nos pátios (PEREIRA, 2012), após descarga nos VV s, o minério é conduzido por correrias transportadoras até as empilhadeiras, que formam pilhas segundo padrões especificados. Recuperadora (RP) e Empilhadeira recuperadora (ER): Equipamentos utilizados no processo de recuperação de minério do pátio, para embarque nos navios, silos ou apenas para movimentar o material para outro lugar (VALE, 2008b). O relatório VALE (2008a, p. 22) define recuperação como processo operacional na qual se utiliza RP s ou ER s para retomar a carga das pilhas estocadas e transferi-la para navios, silos, usinas ou outras pilhas.. As ER s têm capacidade tanto de empilhar como de recuperar. Carregador de navio (CN): o carregador de navios é uma máquina utilizada nas atividades de operação em geral, destinada ao carregamento de granéis sólidos para navios (MOURA, 2011a, p. 8). Moura (2011a) indica que o processo de embarcar minério nos porões dos navios é facilitado pelo gerenciamento de dados de operação portuária e por sistema de radio frequência para maior rapidez na comunicação e coordenação das operações entre as maquinas envolvidas e a sala de controle. 2.7 A utilização de indicadores na gestão do TPPM A VALE utiliza de diversos indicadores para gerenciar a produtividade das operações e a seguir, serão demonstrados os principais indicadores utilizados no TPPM para medir o desempenho dos equipamentos de recuperação e o entendimento da ferramenta OEE, foco deste trabalho. 6

7 O OEE utilizado no TPPM, segundo Pereira (2012), caracteriza-se pela relação percentual entre a eficiência global de um determinado equipamento, linha, berço ou o porto em relação à sua eficiência global teórica, conforme a fórmula: Disponibilidade ): definida por Pereira (2012), como o indicador que mede a relação percentual entre o tempo em que o equipamento, linha, berço ou porto não esteve parado por necessidades de manutenção corretivas, preventivas, preditivas, reformas ou manutenções de oportunidade e o tempo total do período avaliado. Ou seja, tempo em que o equipamento não se encontra parado devido à quebra, falha, preparação, troca de ferramentas, etc. (MORAES e SANTORO, 2006) Em que, - Tempo Calendário representado pelo número total de horas do período considerado. - Tempo de Manutenção, ou seja, número total de horas de qualquer tipo de manutenção e que o equipamento esteve indisponível para operar. Utilização (U %): Relação percentual entre o tempo total efetivamente operando e o total do tempo disponível de um equipamento, linha, berço ou porto. (PEREIRA, 2012) Em que, - Tempo Operacional Efetivo, ou seja, o número total de horas em que o equipamento, linha, berço ou operou efetivamente em operação de carga/descarga, somando-se os períodos em que o sistema esteve realizando algum tipo de operação. (PEREIRA, 2012) Em que, Tempo Operacional Disponível - total de horas ocorridas em que o equipamento esteve disponível para operar. 7

8 ) Tempo de paralisações Operacionais - total de horas de interrupções para mudança de turno, movimentação de cargas ou equipamentos, limpeza de correrias, treinamento, etc. Interrupções de responsabilidade do TPPM. Tempo de Paralisações Externas - tempo total de paralisações não de responsabilidade do porto. Taxa efetiva relativa taxa efetiva realizada. - Relação percentual entre a taxa nominal do equipamento e a Em que, Taxa Nominal - valor da taxa de operação indicado no projeto. Taxa Efetiva - desempenho médio dos períodos de operação. Em que, ( - Carga Movimentada. Produtividade relativa ( : Desempenho médio dos períodos de operação efetiva de um equipamento ou linha de produção, desconsideradas quaisquer paralisações, independentemente de sua causa ou responsabilidade em relação à Taxa Nominal. (PRO VALE, 2011 apud MERIGUETI, 2011). O OEE, assim, permite identificar e quantificar problemas de modo padronizado, avaliar os efeitos das ações de melhoria desenvolvidas para maior eficácia dos equipamentos. (SILVA, 2010). 3 Estudo de caso: Utilização da ferramenta OEE na gestão do processo de recuperação de minério no TPPM O estudo de caso aborda o processo de recuperação no TPPM, a fim de verificar e entender o processo de recuperação desempenhada pelas máquinas de pátio. O TPPM é um porto 8

9 privado pertencente à VALE inaugurado em 1986 e localizado no Complexo Portuário de Itaqui, à margem leste da Baía de São Marcos, na ilha de São Luís. (PEREIRA, p. 26, 2012). O TPPM apresenta largura e profundidade adequadas ao fundamento de navios graneleiros de grande porte em seu canal de acesso natural que permite seu tráfego simultâneo, boa visibilidade e posição geográfica fora de rotas de tempestades. (VALE, 2012b) O processo de recuperação dos minérios presente nos pátios do TPPM é realizado pelos equipamentos RP s e ER s. Atualmente, existem no TPPM três RP s em funcionamento, com capacidade nominal de t/h e quatro ER s, cada uma com capacidade nominal de t/h. (LIMA, 2012). A recuperação, conforme VALE (2008b, p. 48), é um processo no qual é utilizada uma recuperadora de caçambas para carregar navios, silos ou circular o produto para outro local. VALE (2008b) indica que o processo de recuperação de uma pilha é feito homogeneizando o produto em bancadas, com altura variável e avanço na sua extensão, determinado de acordo com as características de cada terminal, liberando assim, espaço no pátio em bancadas. Para isso, o operador deve manter constante contato com a sala de controle e demais máquinas recebendo e enviando informações do processo. (VALE, 2008b) Ao completar a carga solicitada, o operador informa a sala de controle e a equipe envolvida com o destino (embarque no navio ou mudança de posição no pátio) e aguarda nova programação (VALE, 2008a). As informações coletadas junto à área de Recursos Operacionais (engenharia de recuperação) e o Centro de Controle Operacional (CCO) do TPPM resultaram das entrevistas com responsáveis pelo processo de recuperação. Nas entrevistas, constatou-se que o processo de recuperação de minério é atividade intrinsecamente envolvida com o carregamento dos navios. As operações do TPPM são gerenciadas pelos sistemas Gestão da Produção Vale (GPV Portos) e pelo Vale Information Program (VIP-Portos) e para apontamento do processo de carregamento de navio, o sistema Porto On Line no qual, o operador do CN insere as informações de eventos ocorridos durante o carregamento, que geram os relatórios necessários aos operadores do CCO e do CN. (VALE, 2012c) 9

10 A partir dos dados disponibilizados pela área de Recursos Operacionais do TPPM e pela engenharia de recuperação, foi analisada a taxa efetiva (Tabela 1) dos equipamentos do processo de recuperação no período de janeiro a dezembro de A taxa efetiva é a relação da quantidade de material recuperado e o tempo operacional efetivo, ou seja, a produtividade das máquinas. Os materiais analisados foram o Sinter Feed, Pellet Feed, Pelota e Manganês, produtos movimentados no TPPM. Tabela 1: Taxa efetiva em 2011 Os dados da Tabela 1 indicam que a RP2, em média, teve a menor taxa efetiva em 2011, sendo analisada neste estudo. A RP2 opera em modo remoto, com o operador a controlando por computador e câmeras instaladas. Em novembro, ela teve a menor taxa efetiva do ano, em torno de 3,9 Kton/h. Nas entrevistas, as paradas operacionais foram apontadas como os maiores responsáveis pela baixa taxa efetiva, representando 1.197,3 horas perdidas na operação das máquinas do pátio e perda de embarque de t de minério. Análise dos indicadores OEE O Apêndice A apresenta os Indicadores OEE da RP2 em 2011, estratificando-se os principais eventos que impactaram a Disponibilidade e Utilização da RP2, seu índice de produtividade e consequentemente OEE, conforme dados disponibilizados pelo CCO. Disponibilidade 10

11 A Figura 1 mostra a evolução da Disponibilidade em Agosto (59%) e outubro (57%) foram os meses com as menores Disponibilidades. Figura 1: Evolução da disponibilidade em 2011 Em 2011, a RP2 não operou horas devido a manutenção, sendo que, conforme mostra a Figura 2, horas de Manutenção Corretiva. Figura 2: Horas de manutenção Ao se estratificar a Manutenção Corretiva (Figura 3), observou-se que o tempo gasto com manutenção por motivos de paradas operacionais P0 Mecânica (568 h) e P0 Elétrica (471h), como principais eventos impactando a Disponibilidade, indicando a necessidade de atenção especial aos problemas de mecânica e elétrica da máquina RP2. 11

12 Figura 3: Estratificação da manutenção corretiva Utilização A média de Utilização (Figura 4) foi de 54%, com janeiro (46%), abril (48%) e outubro (47%) como piores resultados. Em julho (67%), a RP2 obteve seu melhor índice, apesar de apresentar horas não operadas por motivos internos e externos (Figura 5). Figura 4: Evolução da utilização em 2011 As Horas Não Operadas Internas é a maior causa de horas não operadas. A Figura 6 mostra a estratificação das 744,65 horas de operação perdidas. Figura 5: Horas Não Operadas. 12

13 Os principais motivos que afetam a Utilização (Figura 6) foram Outros Interno (226 h), Mudança de Porão (197 h) e Parada Operacional PO (164 h), assim, Outros Interno deve ser analisado mais detalhadamente, pois representou a maior quantidade de horas não operadas internas. Entretanto, conforme informado, seus reais motivos não são apontados ou decodificados. Figura 6: Estratificação das horas não operadas internas Produtividade A Figura 7 mostra que a Produtividade foi em média 70%. Em novembro, a RP2 teve a menor produtividade do ano, devido à sua relação direta com a Taxa Efetiva, conforme mostra a Tabela 1, a Taxa Efetiva da RP2 em novembro teve seu pior resultado. Figura 7: Evolução da produtividade em Em 2011, a RP2 teve horas operando com taxa média, que representa o limite de horas com produtividade ótima (2.346,2 h) e as horas perdidas de produtividade (977 h), conforme Figura 8. 13

14 Figura 8: Horas de operação com taxa média A Taxa Média representa a Produtividade Média, a Taxa Ideal ou Produtividade Benchmarking (8.000 t/h) e é a taxa máxima possível do equipamento. Horas de Operação com Taxa Média equivale às horas de operação e o limite de horas com produtividade ótima representa em quantas horas se faria o volume determinado se operasse com a taxa ótima. As Horas Perdidas de Produtividade representam a diferença entre quantas horas se faria determinado volume com taxa ótima e quantas horas ele foi feito com a taxa média. OEE A Figura 9 mostra a evolução do OEE (27%), sendo julho com melhor resultado e outubro e novembro os piores. Em novembro, (17%) as horas não operadas contribuíram para o baixo desempenho, mas a baixa Taxa Efetiva ocorreu devido problemas operacionais. Figura 9: Evolução do overall equipment effectiveness da recuperadora 02 em 2011 Existe uma taxa de OEE desejada, que varia a cada mês por vários fatores programados: manutenção preventiva, manutenção corretiva, paradas operacionais, manobras, problemas de qualidade, taxa programada de acordo com o histórico, etc., sendo que os equipamentos 14

15 devem operar sem restrições. Para isso, a manutenção deve estar envolvida nas operações dos equipamentos. 4 Conclusão e considerações finais O indicador OEE pode ser caracterizado como importante ferramenta de apoio à decisão no desempenho dos equipamentos do TPPM, ao analisar os atributos dos indicadores de Disponibilidade, Utilização e Produtividade. Sua aplicação na gestão portuária subsidia a redução de impactos operacionais e os custos dos processos. Os dados fornecidos pelo CCO e pela Engenharia de Recuperação indicaram que a RP2 como de menor Taxa Efetiva em 2011, analisando-se as principais restrições no seu desempenho. Em julho, a RP2 teve o maior volume embarcado ( t) e em outubro e novembro os menores resultados, devido a restrições no acionamento do giro e a manutenção neste período, pois ela não tinha recebido manutenção preventiva. Na Disponibilidade, houve uma perda horas para realização de Manutenção Corretiva, constando-se que as paradas operacionais PO Mecânica (568 h) e PO Elétrica (471 h), como principais eventos de impacto. A Utilização apresentou horas não operadas, sendo que 744,65 horas como Horas Não Operadas Internas, sendo Outros Interno (226 h), Mudança de Porão (197 h) e Parada Operacional P0 Operacional (164 h) como os principais impactos na Utilização. Problemas operacionais de Sobrecarga (57,1 h), Chave de Emergência (39,5 h), Falha Operacional (28,8 h) e Detecção de Rasgo (16,9 h) foram os principais motivos que impactaram a Utilização da RP2. Em novembro, a RP2 teve a menor produtividade pela relação direta entre a taxa Efetiva e a produtividade. A RP2 teve horas operando com taxa média, representando Limite de Horas com Produtividade Ótima (2.346,2 h) e Horas Perdidas de Produtividade (977 h). Em novembro, o OEE (17%) foi o menor resultado pelas horas não operadas de Disponibilidade e Utilização, e a baixa Taxa Efetiva devido a problemas operacionais, como principal responsável por esse baixo desempenho. 15

16 Os estudos realizados indicaram a necessidade de trabalhos futuros para a estratificação das Horas Não Operadas Internas apontadas no motivo Outros Interno, não identificadas mas que levaram à perda de 226 h de operação. Outra constatação foi a da busca da identificação e mitigação dos eventos na recuperação de minério e a consolidação da utilização da ferramenta OEE nas operações portuárias. REFERÊNCIAS ALFREDINI, P. e ARASAKI, E., Obras e Gestão de Portos e Costas. 2ª. Ed. São Paulo: Ed. Edegard Blucher, FERNANDES, J. C., Total Productive Management. Bauru, GHINATO, P., Sistema Toyota de Produção: Mais do Que Simplesmente Just-in-Time. São Paulo, LIKER, J. K.; O modelo Toyota -14 princípios de gestão do maior fabricante do mundo. São Paulo: Bookman, LIMA, L., Planejamento e Programação de Operações Portuárias. Apostila elaborada para o curso de Especialização em Engenharia Portuária, UFMA-VALE MERIGUETI, B. A., Produtividade Portuária: Estudo de Caso do Píer I do Porto de Tubarão em Vitoria. São Luís, MOELLMANN, A. H. et al, Aplicação da Teoria das Restrições e do Indicador de Eficiência Global do Equipamento para Melhoria de Produtividade em uma Linha de Fabricação. Paraná, MORAES, L. H. e SANTORO, M. C., Medida de Eficiência em Linhas de Produção. Fortaleza, MOURA, J. P., Operação Portuária: Operação de Carregador de Navio. Apostila elaborada para o curso de Especialização em Engenharia Portuária, UFMA-VALE. 2011a. MOURA, J. P., Operação Portuária: Virador de vagão. Apostila elaborada para o curso de Especialização em Engenharia Portuária, UFMA-VALE. 2011b. MEIER, D. e LIKER, J. K., O modelo Toyota Manual de Aplicação: Um guia prático para a implantação dos 4ps da Toyota. São Paulo: Ed. Bookman, PEREIRA, N. N., Operação Portuária. Apostila elaborada para o curso de Especialização em Engenharia Portuária, UFMA-VALE

17 SILVA, J. P. A. R. D. OEE - A Forma de Medir a Eficácia dos Equipamentos Disponível em: < EFICACIA-DOS-EQUIPAMENTOS>. Acesso em: 22 de Novembro, VALE. Book Portuário. Principais Processos necessários para a operação portuária. GAOPG - Gerência de Gestão Portuária. 2008a. VALE. Operação de Recuperadora: Trilha Técnica de Operação Portuária. VALER Educação VALE. 2008b. VALE. Regulamentos VPS. Dimensão Operacional. VALER Educação VALE VALE. < Acessado em novembro de 2012a. VALE. Nossa História. 2012b. VALE. Porto On Line. 2012c. 17

18 APÊNDICE A Tabela (indicadores overall equipment effectiveness da recuperadora 02 em 2011)

ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA OVERALL EQUIPMENT EFFECTIVINESS

ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA OVERALL EQUIPMENT EFFECTIVINESS ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA OVERALL EQUIPMENT EFFECTIVINESS (OEE) NA PRODUTIVIDADE DE MÁQUINA DE PÁTIO: ESTUDO DE CASO NO TERMINAL PORTUÁRIO PONTA DA MADEIRA (TPPM) FELIPE GEORGE GOMES PEREIRA

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011

IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 Rogério Carlos Tavares 1, José Luis Gomes da Silva² 1 Universidade de

Leia mais

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas 14.1. Treinamento é investimento O subsistema de desenvolver pessoas é uma das áreas estratégicas do Gerenciamento de Pessoas, entretanto em algumas organizações

Leia mais

Otimização do tempo de setup na operação gargalo de uma indústria gráfica utilizando o Sistema de Troca Rápida de Ferramentas

Otimização do tempo de setup na operação gargalo de uma indústria gráfica utilizando o Sistema de Troca Rápida de Ferramentas Otimização do tempo de setup na operação gargalo de uma indústria gráfica utilizando o Sistema de Troca Rápida de Ferramentas Jonas Alves de Paiva (UFPB) jonas@ct.ufpb.br Thiago Miranda de Vasconcelos

Leia mais

FERRAMENTA FLUXOGRAMA ESSENCIAL NO PROCESSO LOGÍSTICO

FERRAMENTA FLUXOGRAMA ESSENCIAL NO PROCESSO LOGÍSTICO FERRAMENTA FLUXOGRAMA ESSENCIAL NO PROCESSO LOGÍSTICO Douglas Lima 1 Lucas Rocco 2 Stefano Batista 3 Professor Orientador: André Rodrigues da Silva 4 Professor Orientador: Fábio Fernandes 5 Resumo A tendência

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 5: ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 5.1 Conceito de ARH Sem as pessoas e sem as organizações não haveria ARH (Administração de Recursos Humanos). A administração de pessoas

Leia mais

II CONGRESSO INTERNACIONAL DE DESEMPENHO PORTUÁRIO

II CONGRESSO INTERNACIONAL DE DESEMPENHO PORTUÁRIO II CONGRESSO INTERNACIONAL DE DESEMPENHO PORTUÁRIO EFICIÊNCIA PORTUÁRIA: ESTUDO DE CASO NO TERMINAL MARÍTIMO PONTA DA MADEIRA - VALE Eixo Temático: Gestão Logística e Operações Luís Carlos Carvalho Nunes

Leia mais

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos Sumário Sistemas de Informação para Processos Produtivos 1. Gerência de 2. Agentes principais e seus papéis 3. Ciclo de vida do gerenciamento de projetos M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com Módulo 6

Leia mais

P G Q P. Gestão de Produtividade. Ivan De Pellegrin. Alexandre Soares. Produttare Consultores Associados. Medabil Sistemas Construtivos

P G Q P. Gestão de Produtividade. Ivan De Pellegrin. Alexandre Soares. Produttare Consultores Associados. Medabil Sistemas Construtivos P G Q P Gestão de Produtividade Ivan De Pellegrin Produttare Consultores Associados Alexandre Soares Medabil Sistemas Construtivos Plano de Vôo 1. Introdução a. Produtividade um dos requisitos... b. Indicadores

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS)

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) Temas para Discussão 1) DISPOSIÇÕES GERAIS 2) DEFINIÇÕES GERAIS 3) CARACTERÍSTICAS E ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS 4) EVIDENCIAÇÃO

Leia mais

Etapas para a preparação de um plano de negócios

Etapas para a preparação de um plano de negócios 1 Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: EMPREENDEDORISMO Turma: 5 ADN Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: O PLANO DE NEGÓCIO A necessidade de um plano de negócio

Leia mais

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO José Roberto Santana Alexandre Ripamonti Resumo: Com a globalização da economia, as empresas, enfrentam

Leia mais

29º Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos

29º Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos 29º Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos Manutenção e Gestão de Ativos: Gerenciamento de Energia em Acionamentos de Transportadores de Correia Autores: Leonardo Chisté Vanessa Malaco AGENDA

Leia mais

Administração da Produção I

Administração da Produção I Administração da Produção I Manutenção Manutenção Manutenção: Termo usado para abordar a forma pela qual organizações tentam evitar as falhas cuidando de suas instalações físicas. É uma parte importante

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA. Relatório da Auto Avaliação Institucional 2014

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA. Relatório da Auto Avaliação Institucional 2014 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA Relatório da Auto Avaliação Institucional 2014 1 FACULDADE SENAI CETIQT COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO O SENAI CETIQT, atento ao seu compromisso com a excelência de ensino,

Leia mais

Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD

Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD VISÃO DA MANUTENÇÃO DA CVRD Ser considerada referência pelos resultados da gestão de manutenção, reconhecida pela excelência de suas

Leia mais

Segurança Patrimonial - Sistema de Informações para Proteção Patrimonial

Segurança Patrimonial - Sistema de Informações para Proteção Patrimonial Segurança Patrimonial - Sistema de Informações para Proteção Patrimonial Conheça mais sobre a coleta de dados por meio de bastão de rondas, entrevistas e auditorias. Artigo Publicado no Jornal da Segurança

Leia mais

Balanço de energia útil no Brasil Eficiência Energética no setor de transportes

Balanço de energia útil no Brasil Eficiência Energética no setor de transportes 13 1. INTRODUÇÃO Em estudo do Banco Mundial elaborado consta que, no Brasil, os custos logísticos representam, em média, 20% do valor do Produto Interno Bruto (PIB). Essa participação é uma das mais elevadas

Leia mais

Cartilha do ALUNO EMPREENDEDOR POLITÉCNICA

Cartilha do ALUNO EMPREENDEDOR POLITÉCNICA 1 Cartilha do ALUNO EMPREENDEDOR POLITÉCNICA Diretor Acadêmico: Edison de Mello Gestor do Projeto: Prof. Marco Antonio da Costa 2 1. APRESENTAÇÃO Prepare seus alunos para explorarem o desconhecido, para

Leia mais

MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE)

MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE) MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DA EFICIÊNCIA GLOBAL DE EQUIPAMENTO (OEE) Layla Duana dos Santos Silva (UFG ) layladuana@hotmail.com Andre Alves de Resende (UFG ) aaresende@gmail.com

Leia mais

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

CAPABILITY MATURITY MODEL FOR SOFTWARE. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

CAPABILITY MATURITY MODEL FOR SOFTWARE. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com CAPABILITY MATURITY MODEL FOR SOFTWARE Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com 1. Introdução Após décadas de incontáveis promessas sobre como aumentar à produtividade e qualidade de software,

Leia mais

Planejamento e Gestão Estratégica

Planejamento e Gestão Estratégica Planejamento e Gestão Estratégica O Governo de Minas estabeleceu como um dos eixos norteadores da suas políticas públicas a eficiência na utilização dos recursos e a oferta de serviços com qualidade cada

Leia mais

SISTEMA MINAS-RIO. Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil

SISTEMA MINAS-RIO. Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil SISTEMA MINAS-RIO Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil A ANGLO AMERICAN A história da Anglo American teve início em 1917 na África do Sul, onde as primeiras operações aconteceram. Desde então, a

Leia mais

Consultoria e Marketing COMO TORNAR O TREINAMENTO UMA FERRAMENTA DE LUCRATIVIDADE

Consultoria e Marketing COMO TORNAR O TREINAMENTO UMA FERRAMENTA DE LUCRATIVIDADE COMO TORNAR O TREINAMENTO UMA FERRAMENTA DE LUCRATIVIDADE A melhor idéia, sem gente boa, não vai a lugar algum. Carlos Alberto Sicupira Controlador da ABInBev Presidente do Conselho das Lojas Americanas

Leia mais

Prof.: Anastácio Pinto Gonçalves Filho

Prof.: Anastácio Pinto Gonçalves Filho Prof.: Anastácio Pinto Gonçalves Filho Movimentação de Materiais 1.0 Movimentação de Materiais É a operação de deslocamento físico de materiais de um local para outro, dentro da instalação de armazenamento.

Leia mais

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização.

Neste contexto, o Fluxo de Caixa torna-se ferramenta indispensável para planejamento e controle dos recursos financeiros de uma organização. UNIDADE II FLUXOS DE CAIXA Em um mercado competitivo, a gestão eficiente dos recursos financeiros, torna-se imprescindível para o sucesso da organização. Um bom planejamento do uso dos recursos aliado

Leia mais

Implantação do processo de manutenção de conjunto de força de locomotivas da EFC

Implantação do processo de manutenção de conjunto de força de locomotivas da EFC Implantação do processo de manutenção de conjunto de força de locomotivas da EFC Tiago Tenório 1 *, Jediel Grangeiro 1, Evanaldo Brandão 2 1 lanejamento e recursos de material rodante EFC Vale S.A. 2 Manutenção

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Aula N : 15 Tema:

Leia mais

O Uso da Inteligência Competitiva e Seus Sete Subprocessos nas Empresas Familiares

O Uso da Inteligência Competitiva e Seus Sete Subprocessos nas Empresas Familiares O Uso da Inteligência Competitiva e Seus Sete Subprocessos nas Empresas Familiares O uso da Inteligência Competitiva como processo para monitorar tecnologias, legislação, ambiente regulatório, concorrência,

Leia mais

Administração da Produção I

Administração da Produção I Administração da Produção I Manutenção Manutenção Manutenção: Termo usado para abordar a forma pela qual organizações tentam evitar as falhas cuidando de suas instalações físicas. É uma parte importante

Leia mais

Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade

Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade Título: Programa 5S s em uma Empresa Júnior: da melhoria do ambiente físico ao cuidado com as pessoas Categoria: Projeto Interno Temática: Qualidade Resumo Manter um ambiente de trabalho adequado à realização

Leia mais

PLANO DE CONTINGÊNCIA DE BANCO DE DADOS

PLANO DE CONTINGÊNCIA DE BANCO DE DADOS PLANO DE CONTINGÊNCIA DE BANCO DE DADOS Pedro Henrique Jussani 1, Luiz Fernando Braga Lopes 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil pedrohenriquejussani@hotmail.com, lfbraga@unipar.br

Leia mais

Categorias Temas Significados Propostos

Categorias Temas Significados Propostos 91 5. Conclusão O objetivo do presente trabalho foi descrever a essência do significado da experiência consultiva para profissionais de TI que prestam de serviços de consultoria na área de TI. Para atingir

Leia mais

Assistente de Tecnologia da Informação e Técnico em Instrumentação. Descrição e Requisitos

Assistente de Tecnologia da Informação e Técnico em Instrumentação. Descrição e Requisitos Vitória, 20 de Maio de 2014. A Selecta, empresa de Recrutamento e Seleção, divulga as vagas de emprego em aberto, com destaque para: Analista Financeiro, Assistente Contábil, Assistente de Tecnologia da

Leia mais

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Prof. MARCELO COSTELLA FRANCIELI DALCANTON ISO 9001- INTRODUÇÃO Conjunto de normas e diretrizes internacionais para sistemas de gestão da qualidade; Desenvolve

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

ÁREA TOTAL TERRENO: 25.249 m² ÁREA CONSTRUIDA: 16.824 m²

ÁREA TOTAL TERRENO: 25.249 m² ÁREA CONSTRUIDA: 16.824 m² 1975 ~ 1988 TUBOZIN 1988 ~ 1994 GOYANA DA AMAZÔNIA 1994 ~ atual SPRINGER PLÁSTICOS DA AMAZÔNIA S/A ÁREA TOTAL TERRENO: 25.249 m² ÁREA CONSTRUIDA: 16.824 m² PRINCIPAIS ATIVIDADES Produção de peças plásticas

Leia mais

Barreiras. Lição 1.5. A palavra mais importante para transformar situações de risco potencial em IMPROVÁVEL.

Barreiras. Lição 1.5. A palavra mais importante para transformar situações de risco potencial em IMPROVÁVEL. 40 Lição 1.5 A palavra mais importante para transformar situações de risco potencial em IMPROVÁVEL. Barreiras Conforme você deduziu da lição anterior, a gestão de risco é inerente à nossa vida no planeta

Leia mais

PLANEJAMENTO COMO PROCESSO ADMINISTRATIVO

PLANEJAMENTO COMO PROCESSO ADMINISTRATIVO 1 PLANEJAMENTO COMO PROCESSO ADMINISTRATIVO Aline Silva SANTOS 1 RGM 088607 Andressa Faustino da SILVA¹ RGM 089712 Diego Dias dos SANTOS¹ RGM 087266 Tatiane Gomes dos SANTOS¹ RGM 089204 Viviane Regina

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar I e II

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar I e II UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar I e II Manual de orientações - PIM Cursos superiores de Tecnologia em: Gestão Ambiental, Marketing, Processos Gerenciais

Leia mais

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Introdução O panorama que se descortina para os próximos anos revela um quadro de grandes desafios para as empresas. Fatores como novas exigências dos

Leia mais

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL Data: 10/12/1998 Maurício Lima INTRODUÇÃO Um dos principais desafios da logística moderna é conseguir gerenciar a relação entre custo e nível de serviço (trade-off).

Leia mais

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 Comentário geral: As provas apresentaram grau de dificuldade médio. Não houve uma preocupação da banca em aprofundar os conceitos ou dificultar a interpretação

Leia mais

Neste início de século observamos no mundo uma economia

Neste início de século observamos no mundo uma economia Nutrição, Prevenção e Qualidade de Vida DRA. CHRISTIANNE DE VASCONCELOS AFFONSO 1 INTRODUÇÃO Neste início de século observamos no mundo uma economia de interdependência, denominada globalização, caracterizada

Leia mais

A nova visão da. Contabilidade Aplicada ao Setor Público

A nova visão da. Contabilidade Aplicada ao Setor Público A nova visão da Contabilidade Aplicada ao Setor Público Constituição Federal Lei de Responsabilidade Fiscal 101/2000 Lei 4.320/64 Finanças Públicas Lei 12.249/2010 Conselho Federal de Contabilidade Lei

Leia mais

Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.

Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu. "Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE." Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha

Leia mais

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008

Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008 1 Sumário 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Introdução...3 Ferramentas da Qualidade...4 Fluxograma...5 Cartas de Controle...7 Diagrama de Ishikawa...9 Folha de Verificação...11 Histograma...13 8. 9. 10. Gráfico de

Leia mais

Aula 17 Projetos de Melhorias

Aula 17 Projetos de Melhorias Projetos de Melhorias de Equipamentos e Instalações: A competitividade crescente dos últimos anos do desenvolvimento industrial foi marcada pela grande evolução dos processos produtivos das indústrias.

Leia mais

VANTAGENS E DESVANTAGENS - A IMPORTANCIA DE SABER ESCOLHER UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) RESUMO

VANTAGENS E DESVANTAGENS - A IMPORTANCIA DE SABER ESCOLHER UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) RESUMO VANTAGENS E DESVANTAGENS - A IMPORTANCIA DE SABER ESCOLHER UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) Edilaine Cristina Duarte de Souza, Unisalesiano de Lins e-mail: edilaine.duarte@ig.com.br Érika Yuri Kotaki, Unisalesiano

Leia mais

Atendimento Virtual Ampla

Atendimento Virtual Ampla 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Atendimento Virtual Ampla Carlos Felipe de Moura Moysés Ampla Energia e Serviços S.A cmoyses@ampla.com André Theobald Ampla Energia e Serviços S.A theobald@ampla.com

Leia mais

1. LICENCIAMENTO 2. SUPORTE TÉCNICO

1. LICENCIAMENTO 2. SUPORTE TÉCNICO 1. LICENCIAMENTO 1.1. Todos os componentes da solução devem estar licenciados em nome da CONTRATANTE pelo período de 36 (trinta e seis) meses; 1.2. A solução deve prover suporte técnico 8 (oito) horas

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

Módulo 12 Gerenciamento Financeiro para Serviços de TI

Módulo 12 Gerenciamento Financeiro para Serviços de TI Módulo 12 Gerenciamento Financeiro Módulo 12 Gerenciamento Financeiro para Serviços de TI Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a

Leia mais

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão FACULDADES INTEGRADAS DO TAPAJÓS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERENCIAL PROFESSOR: JOSÉ DE JESUS PINHEIRO NETO ASSUNTO: REVISÃO CONCEITUAL EM CONTABILIDADE DE CUSTOS ASPECTOS CONCEITUAIS A Contabilidade de

Leia mais

Concurso da Prefeitura São Paulo. Curso Gestão de Processos, Projetos e Tecnologia da Informação. Tema: Gestão de Projetos - Conceitos Básicos

Concurso da Prefeitura São Paulo. Curso Gestão de Processos, Projetos e Tecnologia da Informação. Tema: Gestão de Projetos - Conceitos Básicos Contatos: E-mail: profanadeinformatica@yahoo.com.br Blog: http://profanadeinformatica.blogspot.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/anapinf Concurso da Prefeitura São Paulo Curso Gestão de Processos,

Leia mais

Auditoria de Sistemas de Informação. Everson Santos Araujo <everson@por.com.br>

Auditoria de Sistemas de Informação. Everson Santos Araujo <everson@por.com.br> Auditoria de Sistemas de Informação Everson Santos Araujo 2 Abordagens Ao redor do computador Através do computador Com o computador 3 Ao redor do computador Auditoria de documento-fonte

Leia mais

Eixo Temático ET-03-004 - Gestão de Resíduos Sólidos VANTAGENS DA LOGÍSTICA REVERSA NOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS

Eixo Temático ET-03-004 - Gestão de Resíduos Sólidos VANTAGENS DA LOGÍSTICA REVERSA NOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS 198 Eixo Temático ET-03-004 - Gestão de Resíduos Sólidos VANTAGENS DA LOGÍSTICA REVERSA NOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS Isailma da Silva Araújo; Luanna Nari Freitas de Lima; Juliana Ribeiro dos Reis; Robson

Leia mais

Liderança Organizacional

Liderança Organizacional Liderança Organizacional Mauricio Lima Competência 07 Desenvolvimento de Recursos, Finanças e Legislação Corporativa Fundamentação Teórica Entre as atividades mais importantes do líder está a responsabilidade

Leia mais

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES:

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9.1 OTIMIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA OPERAÇÃO DOS TRANSFORMADORES Os transformadores são máquinas estáticas que transferem energia elétrica de um circuito para outro, mantendo

Leia mais

CÓDIGO CRÉDITOS PERÍODO PRÉ-REQUISITO TURMA ANO INTRODUÇÃO

CÓDIGO CRÉDITOS PERÍODO PRÉ-REQUISITO TURMA ANO INTRODUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS, ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA DISCIPLINA: ESTRUTURA E ANÁLISE DE CUSTO CÓDIGO CRÉDITOS PERÍODO PRÉ-REQUISITO

Leia mais

ECONTEXTO. Auditoria Ambiental e de Regularidade

ECONTEXTO. Auditoria Ambiental e de Regularidade Auditoria Ambiental e de Regularidade Organização Internacional das Entidades Fiscalizadoras Superiores - INTOSAI Grupo de Trabalho sobre Auditoria Ambiental - WGEA ECONTEXTO Este artigo é um resumo do

Leia mais

Auditoria como ferramenta de gestão de fornecedores durante o desenvolvimento de produtos

Auditoria como ferramenta de gestão de fornecedores durante o desenvolvimento de produtos Auditoria como ferramenta de gestão de fornecedores durante o desenvolvimento de produtos Giovani faria Muniz (FEG Unesp) giovanifaria@directnet.com.br Jorge Muniz (FEG Unesp) jorgemuniz@feg.unesp.br Eduardo

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA ALINE DÉBORA DA SILVA ROSILENE MARIA DIAS MACHADO TICIANA COSTA PROJETO

Leia mais

Esta é uma história sobre 4 (quatro) pessoas: TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM.

Esta é uma história sobre 4 (quatro) pessoas: TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM. Faculdade de Enfermagem - Departamento de Enfermagem Básica Disciplina: Administração em Enfermagem I Docente: Bernadete Marinho Bara De Martin Gama Assunto: Métodos de Trabalho em Enfermagem. Objetivos:

Leia mais

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança

Leia mais

08/05/2009. Cursos Superiores de. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Disciplina: PIP - Projeto Integrador de Pesquisa. Objetivos gerais e específicos

08/05/2009. Cursos Superiores de. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Disciplina: PIP - Projeto Integrador de Pesquisa. Objetivos gerais e específicos Faculdade INED Cursos Superiores de Tecnologia Disciplina: PIP - Projeto Integrador de Pesquisa Objetivos gerais e específicos Objetivo resultado a alcançar; Geral dá resposta ao problema; Específicos

Leia mais

Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas

Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas Faculdade de Tecnologia Senac Goiás Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas Trabalho de Gestão de Pessoas Alunos: Nilce Faleiro Machado Goiânia,4 de dezembro de 2015 1 Sumário Capa...1 Sumário...2 Introdução...3

Leia mais

Programa Nacional de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas Progestão

Programa Nacional de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas Progestão GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL - SEDAM Coordenadoria de Recursos Hídricos - COREH Programa Nacional de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP Índice 1. As quatro fases do PCP...3 1.1. Projeto de produção... 3 1.2. Coleta de informações... 5 1.3. Relação despesas/vendas...

Leia mais

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL

CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode

Leia mais

PREPARANDO A IMPLANTAÇÃO

PREPARANDO A IMPLANTAÇÃO Início Revisão Crítica A P POLÍTICA AMBIENTAL Melhoria Contínua Verificação e Ação Corretiva C D Planejamento IMPLEMENTAÇÃO Início Revisão Crítica Planejamento A C Melhoria Contínua P D POLÍTICA AMBIENTAL.

Leia mais

No capítulo 3 estão concentrados todos os assuntos relacionados à metodologia utilizada nesse trabalho de pesquisa. Ou seja, tipo de pesquisa, método

No capítulo 3 estão concentrados todos os assuntos relacionados à metodologia utilizada nesse trabalho de pesquisa. Ou seja, tipo de pesquisa, método 14 1 Introdução Este estudo visa identificar os atributos e seus respectivos níveis mais importantes na definição da contratação de serviços de consultoria estratégica pelas operadoras de telecomunicações.

Leia mais

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS PROJETO PEDAGÓGICO I OBJETIVOS

Leia mais

Elaboração e Avaliação de Projetos Sociais. Prof. Lucas Henrique da Luz E-mail: lhluz@unisinos.br Telefone:(51) 95076495

Elaboração e Avaliação de Projetos Sociais. Prof. Lucas Henrique da Luz E-mail: lhluz@unisinos.br Telefone:(51) 95076495 Elaboração e Avaliação de Projetos Sociais com Prof. Lucas Henrique da Luz Elaboração e Avaliação de Projetos Sociais Prof. Lucas Henrique da Luz E-mail: lhluz@unisinos.br Telefone:(51) 95076495 O que

Leia mais

AUDITORIA AMBIENTAL SEGUNDO O CÓDIGO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE MANAUS

AUDITORIA AMBIENTAL SEGUNDO O CÓDIGO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE MANAUS Maiêutica - Curso de Gestão Ambiental AUDITORIA AMBIENTAL SEGUNDO O CÓDIGO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE MANAUS RESUMO Leonardo Moura de Souza 1 Moacir Muniz de Souza 2 Centro Universitário Leonardo da Vinci

Leia mais

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO

MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO MODELO DE PLANO DE NEGÓCIO 1 Informações sobre o responsável pela proposta. Nome : Identidade: Órgão Emissor: CPF: Endereço: Bairro: Cidade: Estado: CEP: Telefone: FAX: E-mail Formação Profissional: Atribuições

Leia mais

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares André Assis Lôbo de Oliveira Francisco Guerra Fernandes Júnior Faculdades Alves Faria, 74445190, Brasil andrelobin@hotmail.com,

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA. 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA. 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna 025 1/8 Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento 6. Formulários 7. Anexo A 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos

Leia mais

Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK)

Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK) UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK) Maputo, Julho de 2015 UDM 1

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Adriana Botelho Taliarine dritaliarine@hotmail.com Darci de Jesus Ramos Prof. MSc. José Ricardo Favoretto Fatec Itapetininga - SP RESUMO: O aumento da

Leia mais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento tem por finalidade normatizar as atividades do Núcleo de Atendimento Psicopedagógico

Leia mais

Descrição do processo de priorização para tomada de tempos: Pesquisa ação em uma empresa job shop de usinados aeronáuticos.

Descrição do processo de priorização para tomada de tempos: Pesquisa ação em uma empresa job shop de usinados aeronáuticos. Descrição do processo de priorização para tomada de tempos: Pesquisa ação em uma empresa job shop de usinados aeronáuticos. Tatiana Sakuyama Jorge Muniz Faculdade de Engenharia de Guaratingüetá - Unesp

Leia mais

A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01.

A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01. A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01. RESOLUÇÃO CFC Nº 986/03 Aprova a NBC TI 01 Da Auditoria Interna. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE,

Leia mais

Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos

Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos Avaliação Econômica como instrumento para o aprimoramento da gestão das ações sociais 26/09/2013 Fundação

Leia mais

Administração A. Significado da Administração

Administração A. Significado da Administração Administração A. Significado da Administração Prof. Saravalli fala_mestre@outlook.com 1 2 Administração O papel dos Gerentes Habilidades Gerenciais Funções da Administração (POLC) Setores Paradigmas Mudanças

Leia mais

ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS

ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E S 31 MATRIZ DE INDICADORES e S Indicador 1 - Visão Visão: Ser reconhecido como um dos 10 Regionais mais céleres e eficientes na prestação jurisdicional, sendo considerado

Leia mais

Fundamentos da Administração Estratégica AULA 2

Fundamentos da Administração Estratégica AULA 2 Fundamentos da Administração Estratégica AULA 2 Fundamentos da Administração Vem do latim: ad (direção para, tendência para) e minister (subordinação ou obediência), e significa aquele que realiza uma

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria Aline Fernanda de Oliveira Castro Michelle de Lourdes Santos A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA: UM INSTRUMENTO AO PROCESSO DECISÓRIO

DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA: UM INSTRUMENTO AO PROCESSO DECISÓRIO DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA: UM INSTRUMENTO AO PROCESSO DECISÓRIO Priscila Rubbo 1 Paulo Roberto Pegoraro 2 Resumo: O demonstrativo do fluxo de caixa tem como finalidade a projeção das entradas e saídas

Leia mais

PROGRAMA DE REDUÇÃO DE CUSTOS E MELHORIA DE RESULTADOS

PROGRAMA DE REDUÇÃO DE CUSTOS E MELHORIA DE RESULTADOS PROGRAMA DE REDUÇÃO DE CUSTOS E MELHORIA DE RESULTADOS Uma proposta simplificada para uma análise preliminar Prof. Ricardo Ferro Tavares 1 SUMÁRIO 1. ANÁLISE DE ASPECTOS DE ENGENHARIA DO PRODUTO 2. ANÁLISE

Leia mais

Prefeitura Municipal de Águas Lindas de Goiás GO ANEXO IV CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL E SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA

Prefeitura Municipal de Águas Lindas de Goiás GO ANEXO IV CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL E SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA ANEXO IV CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL E SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA ANEXO IV. CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL E SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRONICA CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL 1. INTRODUÇÃO - CCO

Leia mais

Coleta de Dados: a) Questionário

Coleta de Dados: a) Questionário Coleta de Dados: A coleta de dados ou de informações sobre a realidade escolar tem como ponto de partido o Marco Referencial, em especial o que está estabelecido no Marco Operacional. Este é um momento

Leia mais

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-ALVO: Os Cursos Técnicos são destinados a todos que estão cursando o 2º ano ou já completaram o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou buscar uma melhor

Leia mais