Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008"

Transcrição

1 1

2 Sumário Introdução...3 Ferramentas da Qualidade...4 Fluxograma...5 Cartas de Controle...7 Diagrama de Ishikawa...9 Folha de Verificação...11 Histograma Gráfico de dispersão...15 Gráfico de Pareto...17 Conclusão

3 Qualidade é o grau no qual um conjunto de características inerentes satisfaz a requisitos. ISO 9001:2008 3

4 Introdução Diante da altíssima competição global e regional e a necessidade de alta competitividade para sobreviver nesses mercados, sobretudo nos momentos de crise, as empresas necessitam ser cada vez mais eficientes e produtivas, visando o aperfeiçoamento contínuo de seus processos.. Para isso acontecer, um dos pontos cruciais é a qualidade nos processos produtivos e, principalmente, nos produtos finais. Por meio da qualidade, uma empresa consegue garantir que seu produto atenda as necessidades e requisitos dos seus clientes. 4

5 Ferramentas da Qualidade As ferramentas da qualidade são um grande passo rumo a assegurar a qualidade em sua empresa (atendimento aos requisitos). Essas são técnicas que podem ser utilizadas com a finalidade de definir, mensurar, analisar e propor soluções para problemas que são encontrados e podem interferir no bom desempenho dos processos de qualquer empresa. São elas: 1. Fluxograma; 2. Cartas de Controle; 3. Diagrama de Ishikawa; 4. Folha de Verificação 5. Histograma; 6. Gráfico de Dispersão; 7. Gráfico de Pareto. 5

6 Fluxograma O Fluxograma é a representação gráfica do processo. Este pode ser um processo de decisão ou apenas o processo sequencial. Essa representação é composta por cada etapa do processo e suas dependências em ordem cronológicas. A existência de fluxogramas para cada um dos processos é fundamental para a simplificação e racionalização do trabalho, permitindo a compreensão e posterior otimização dos processos desenvolvidos em cada departamento ou área da organização. 6

7 Fluxograma A elaboração de um fluxograma é relativamente simples. Inicialmente, precisamos estudar e entender o processo a ser mapeado pelo fluxograma (o que, sim, é mais complicado). Uma vez entendido, deve-se descrever esse processo em forma de macro tópicos e descrever sua sequência lógica. Por fim, irá montar essa sequência de atividades de forma ilustrativa, a fim que fique claro para todos a sequência lógica do processo. 7

8 Cartas de Controle A Carta de Controle, ou gráfico de controle, é um gráfico utilizado para acompanhar estatisticamente o desempenho de um processo, verificando se o mesmo se encontra dentro dos limites de especificação para o processo. A utilização da Carta de Controle é muito importante para o processo gerencial, permitindo que a empresa monitore e controle os seus processos. A partir dessa verificação, pode-se agir para corrigir os eventuais problemas no processo, gerando maior produtividade e eficiência. 8

9 Cartas de Controle Para criar um gráfico de controle, utiliza-se informações do processo como a média, limite superior e limite inferior; e para se calcular o limite inferior do processo usamos a média 3 x desvio-padrão. Enquanto o limite superior a média + 3 x desvio-padrão. monitorar o processo. Após isso, deve-se criar o gráfico e 3σ 3σ Limite Superior Média Limite Inferior A construção detalhada da Carta de Controle pode ser visualizada no E- book: Carta de Controle no Excel. 9

10 Diagrama de Ishikawa Diagrama de Ishikawa, também conhecido como Diagrama de Causa e Efeito ou Espinha de Peixe, permite estruturar hierarquicamente as causas de determinado problema ou oportunidade de melhoria, por meio de um gráfico que se assemelha a um peixe (daí vem o nome Espinha de Peixe). O diagrama espinha de peixe é extremamente útil, pois ajuda você a explorar todas as causas potenciais ou reais que resultam em um único defeito ou falha. Diante disso, podemos propor as melhores ações para sanar um problema dentro da nossa empresa. 10

11 Diagrama de Ishikawa Para executar um diagrama de Espinha de Peixe, necessitamos de seguir um passo a passo para que ele seja, de fato, efetivo. O primeiro passo é determinar o efeito, ou o problema, a ser estudado. Em seguida, deve-se juntar todas as informações sobre o problema, que será a base do próximo passo: um brainstorming sobre as possível causas do problema. Após tal etapa, deve-se estudar, classificar e priorizar as causas principais para que, enfim, seja elaborado ações focadas em corrigir as causas prioritárias do problema. Dica: Para a elaboração de ideias para diagrama de Ishikawa é recomendável que seja uma equipe multidisciplinar, vinda de departamentos diferentes. Isso ajudará a ter outras visões sobre o problema estudado 11

12 Folha de Verificação Apesar de simples, a utilização da folha de verificação economiza tempo, eliminando o trabalho de se desenhar figuras ou escrever números repetitivos, não comprometendo a análise dos dados. A folha de verificação é a ferramenta mais simples das ferramentas da qualidade. Trata-se de tabelas, planilhas ou quadros estruturados usados para facilitar a coleta e análise de dados. A folha de verificação pode ser adaptada para inúmeras funcionalidades de acordo com o dado a ser coletado. 12

13 Folha de Verificação Um exemplo da aplicabilidade das listas de verificação é verificar se alguma atividade foi concluída ou não. Com uma tabela, o responsável irá coletar os dados do que, de fato, foi feito. Elaboração de E-book Atividade Sim Não O tema foi definido ( ) ( ) O e-book foi elaborado ( ) ( ) O e-book foi customizado ( ) ( ) O e-book foi revisado ( ) ( ) O e-book foi concluido ( ) ( ) O e-book foi publicado ( ) ( ) Um outro exemplo é no levantamento da produção mensal de uma fábrica de biscoitos. Esta folha de verificação é capaz de proporcionar evidência objetiva para análises de eventuais problemas envolvendo a sua produção. 13

14 Histograma Um histograma, também conhecido como distribuição de frequências, é a representação gráfica, em colunas (retângulos), de um conjunto de dados previamente tabulado e dividido em classes uniformes. A base de cada retângulo representa uma classe; a altura de cada retângulo representa a quantidade ou frequência com que o valor dessa classe ocorreu no conjunto de dados. Com o histograma, pode-se perguntar: Que tipos de distribuições os dados sugerem? Como os dados estão localizados? Os dados são simétricos? Como os dados estão dispersos? 14

15 Histograma Um histograma pode ser construído da seguinte forma: 1. Coletar os dados com número maior de trinta (n= número de dados). 2. Determinar a amplitude(r): R= maior valor menor valor da amostra. 3. Determinar a classe (K). Escolha o número de classe pela fórmula k n 4. Determinar o intervalo da classe (H). H = R /k. R 5. Determinar o limite da classe. O maior e o menor valor levantado na coleta de dados da amostra. 6. Determinar a média de cada classe: soma do limite superior + inferior dividido. 7. Determinar a frequência de cada classe. Fr = ( F / n ) x Construir o gráfico, no eixo vertical à altura da classe com a frequência calculada e no eixo horizontal o intervalo de cada classe 15

16 Gráfico de Dispersão Os Diagramas de dispersão, ou Gráficos de Dispersão, são representações de duas ou mais variáveis que são organizadas em um gráfico, uma em função da outra. O diagrama mostra se existe ou não uma correlação entre duas variáveis estudadas, sendo que caso haja correlação, ela pode ser positiva ou negativa. Ao entender a correlação entre duas variáveis e como uma pode influenciar a outra, podemos determinar o melhor uso delas para melhorar a qualidade e produtividade da nossa empresa. Além disso, existe a possibilidade de inferirmos uma relação causal entre variáveis, ajudando na determinação da causa raiz de problemas. 16

17 Gráfico de Dispersão Um exemplo de sua aplicação é a verificação se existe alguma correlação entre o peso e a altura entre uma certa turma e depois se existe relação entre idade e peso. Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 Aluno 4 Aluno 5 Aluno 6 Aluno 7 Aluno 8 Idade Peso Altura 1,5 1,58 1,62 1,65 1,71 1,72 1,78 1,8 Peso x Altura Peso x Idade Correlação positiva Sem correlação 17

18 Gráfico de Pareto O Gráfico de Pareto é uma das principais ferramentas quando falamos de qualidade em uma organização. Trata-se de uma ferramenta da qualidade em forma de gráfico de barras que dispõe a informação de forma a tornar evidente e visual a priorização de temas. Sua maior utilidade é a de permitir uma fácil visualização e identificação das causas ou problemas mais importantes. 20% de fatores 80% de Impacto 80% de Fatores 20% de Impacto O princípio de Pareto, mais conhecido como regra 20-80, nos diz que 20% das causas principais são responsáveis por 80% dos problemas em uma organização. Ou seja, se solucionarmos essas 20% principais, acabamos com boa parte dos problemas. 18

19 Gráfico de Pareto Para se criar um gráfico de Pareto é fácil. 1. Recolher toda a amostra a ser avaliada; 2. Organizar em ordem decrescente (Maior para o menor); 3. Determinar a porcentagem acumulada de cada; 4. Criar um gráfico onde tem a frequência em colunas e o acumulado em linha. Tipos de Falhas Ocorrências Acumulado Tipo % Tipo % Tipo % Tipo % Tipo % Tipo % A construção detalhada do Gráfico de Pareto pode ser visualizada no E-book: Pareto no Excel. 19

20 Conclusão As ferramentas apresentadas podem ser usadas conjuntamente ou separadas. É importante entender que elas podem ser usadas em qualquer tipo de empresa e nenhuma apresenta alto grau de complexidade. Cada ferramenta apresenta sua importância e funcionalidade, que juntas formam as 7 ferramentas da qualidade, reconhecidas mundialmente. Por meio da garantia da qualidade, uma empresa consegue atender as necessidades e especificações do cliente, melhorar seus produtos; e consequentemente potencializar os resultados organizacionais. 20

21 A qualidade é a nossa melhor garantia da fidelidade do cliente, a nossa mais forte defesa contra a competição estrangeira e o único caminho para o crescimento e para os lucros. Lendário CEO, Jack Welch 21

22 Sobre a Voitto Com um modelo de gestão inovador, a Voitto promove a capacitação de estudantes, profissionais e empresas em todo o território nacional. Especializada nas áreas de Lean Seis Sigma, Softwares Empresariais, Sistemas de Gestão, Desenvolvimento Humano e Segurança Operacional, oferecemos treinamentos orientados para o mercado de trabalho, transformando conhecimento em diferencial competitivo para nossos clientes. Por isso somos focados na geração de resultados através de uma metodologia de ensino dinâmica, própria e personalizada, que articula teoria e prática através de aulas participativas e dinâmicas, permitindo a aplicação imediata dos conteúdos abordados em sua rotina de trabalho. 22

23 Transformando conhecimento em diferencial competitivo Voitto Treinamento e Desenvolvimento

Para solução de problemas

Para solução de problemas Para solução de problemas Sumário 1. Introdução...4 2. O que é?...6 3. Porque 5?...7 4.Como fazer...8 5.Exemplo...9 6. Dicas...11 7. Conclusão...13 O maior erro cometido por um diretor ou um gerente é

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO 1 ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO Solange de Fátima Machado 1 Renato Francisco Saldanha Silva 2 Valdecil de Souza 3 Resumo No presente estudo foi abordada a análise das ferramentas

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE Docente: Dr. José Carlos Marques Discentes: Estêvão Andrade N.º 2089206 Maria da Luz Abreu N.º 2405797 Teodoto Silva N.º 2094306 Vitalina Cunha N.º 2010607 FERRAMENTAS DA QUALIDADE

Leia mais

Ferramentas da Qualidade. Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br

Ferramentas da Qualidade. Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br Ferramentas da Qualidade Professor: Fabrício Maciel Gomes fmgomes@usp.br ABORDAGENS DA QUALIDADE ABORDAGENS DA QUALIDADE Desde que a Qualidade se tornou um atributo do processo produtivo, ela vem sendo

Leia mais

Gerenciamento do dia a dia

Gerenciamento do dia a dia CICLO DO PDCA Gerenciamento do dia a dia O Gerenciamento tem como premissa contribuir para melhorar cada vez mais os processos, permitindo que as lideranças e as equipes de trabalho realizem uma análise

Leia mais

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP Planejamento - 7 Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos 1 O que é risco? Evento que representa uma ameaça ou uma oportunidade em potencial Plano de gerenciamento do risco Especifica

Leia mais

FORMAÇÃO PRÁTICA LEAN

FORMAÇÃO PRÁTICA LEAN TREINAMENTOS PRESENCIAIS PRÁTICOS FORMAÇÃO PRÁTICA LEAN Oportunidade ideal para gerar resultados reais na sua carreira e empresa. Capacitação com implementação prática de projeto KPO Fevereiro 2016 Informações

Leia mais

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS

Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO

Leia mais

FERRAMENTA FLUXOGRAMA ESSENCIAL NO PROCESSO LOGÍSTICO

FERRAMENTA FLUXOGRAMA ESSENCIAL NO PROCESSO LOGÍSTICO FERRAMENTA FLUXOGRAMA ESSENCIAL NO PROCESSO LOGÍSTICO Douglas Lima 1 Lucas Rocco 2 Stefano Batista 3 Professor Orientador: André Rodrigues da Silva 4 Professor Orientador: Fábio Fernandes 5 Resumo A tendência

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: GESTÃO DE PROJETOS Aula N : 10 Tema: Gerenciamento

Leia mais

Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa

Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa Como Identificar e Definir os Processos da sua Empresa Mapeamento e Padronização de Processos Organizacionais Mateus Pizetta Aline Milani Todos os Direitos Reservados 2014 Introdução: Este material foi

Leia mais

Gestão da Qualidade. Ferramentas da Qualidade

Gestão da Qualidade. Ferramentas da Qualidade Gestão da Qualidade Brainstorming / Brainswriting GUT Método para Priorização de Problemas Diagrama de Causa e Efeito Gráfico de Pareto Histograma Gráfico de Controle Ciclo PDCA 1 Brainstorming Brainstorming

Leia mais

Organograma, funcionograma, fluxograma

Organograma, funcionograma, fluxograma CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BARRA MANSA CURSO DE NUTRIÇÃO ADMINISTRAÇÃO DE UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO AULA 28 Profa. M.Sc Vanessa Vasconcelos Fonseca Mestre em Ciência de Alimentos Especialista MBA

Leia mais

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO Auxiliam no: controle dos processos; identificação os problemas ou desvios; objetivo de avaliar e analisar; Facilitando a tomada de decisão. Coleta de dados confiáveis: a ferramenta

Leia mais

TREINAMENTOS PRESENCIAIS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO CURSOS. Formação prática em ferramentas essenciais para a. redução de desperdícios.

TREINAMENTOS PRESENCIAIS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO CURSOS. Formação prática em ferramentas essenciais para a. redução de desperdícios. TREINAMENTOS PRESENCIAIS PRÁTICOS PROGRAMAÇÃO 2016 CURSOS Formação prática em ferramentas essenciais para a melhoria dos processos e redução de desperdícios. Desenvolvimento de 1 Pessoas Propósito é o

Leia mais

Título da apresentação Curso Gestão de Projetos II (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS

Título da apresentação Curso Gestão de Projetos II (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS Título da apresentação Curso Gestão de Projetos II (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS Prof. Instrutor Elton Siqueira (a) (Arial Moura preto) CURSO DE GESTÃO DE PROJETOS

Leia mais

Soluções via.net para otimização de processos paramétricos com Autodesk Inventor.

Soluções via.net para otimização de processos paramétricos com Autodesk Inventor. Soluções via.net para otimização de processos paramétricos com Autodesk Inventor. Michel Brites dos Santos MAPData A parametrização quando possível já é uma forma de otimizar o processo de criação na engenharia.

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Projetos Aula 2

Gerenciamento de Riscos em Projetos Aula 2 Gerenciamento de Riscos em Projetos Aula 2 Out/2013 Revisão Gerenciamento de Projetos Áreas de Conhecimento Processos Cronograma EAP Revisão Conceitos de Riscos Incertezas Risco Evento de Risco Tipo de

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DA QUALIDADE Atualizado em 03/12/2015 GESTÃO DA QUALIDADE As ideias principais que baseiam o significado atual da qualidade são, basicamente, as seguintes: Atender às expectativas,

Leia mais

PASSO-A-PASSO PARA DESENVOLVER E REDIGIR UM ARTIGO CIENTÍFICO

PASSO-A-PASSO PARA DESENVOLVER E REDIGIR UM ARTIGO CIENTÍFICO CURSO DE PEDAGOGIA EaD PASSO-A-PASSO PARA DESENVOLVER E REDIGIR UM ARTIGO CIENTÍFICO 1. CARACTERÍSTICAS E CONCEITUAÇÃO Este texto trata a respeito das Normas da ABNT com a finalidade de orientar os acadêmicos

Leia mais

Ferramenta de Gerenciamento

Ferramenta de Gerenciamento Ferramenta de Gerenciamento Yuri Franklin 1 Luis Fernando Nuss 2 yuri.fr@uol.com.br luisnuss@hotmail.com 1 Associação Educacional Dom Bosco (AEDB), Faculdade de Engenharia de Resende - Resende, RJ, Brasil

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES CURITIBA 2014 MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Introdução Planejar o Gerenciamento dos Riscos. Identificar os Riscos Realizar a Análise Qualitativa

Leia mais

WORKSHOP MELHORIA DE PROCESSOS

WORKSHOP MELHORIA DE PROCESSOS WORKSHOP MELHORIA DE PROCESSOS Superintendência de Planejamento e Gestão Escritório de Processos Organizacionais Goiânia, 27 de maio de 2009 Objetivos: WORKSHOPS DE MELHORIA DE PROCESSOS Promover o mapeamento,

Leia mais

Propostas de melhorias da qualidade no processo de prestação de serviços de topografia: um estudo de caso

Propostas de melhorias da qualidade no processo de prestação de serviços de topografia: um estudo de caso Propostas de melhorias da qualidade no processo de prestação de serviços de topografia: um estudo de caso Cristiana Guimarães Cunha (FEAMIG) cristiguimaraes@yahoo.com.br Gislaine Barbosa Nascimento (FEAMIG)

Leia mais

24/02/2015 GESTÃO DA QUALIDADE. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

24/02/2015 GESTÃO DA QUALIDADE. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I GESTÃO DA Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I 1 (JURAN, 1992:9) "Qualidade é ausência de deficiências" ou seja, quanto menos defeitos,

Leia mais

Gestão da Qualidade. Aula 7. Prof. Pablo

Gestão da Qualidade. Aula 7. Prof. Pablo Gestão da Qualidade Aula 7 Prof. Pablo Proposito da Aula 1. Conhecer o que são as ferramentas da qualidade e seus objetivos 2. Fluxograma 3. Histograma Ferramentas da Qualidade Ferramentas da Qualidade

Leia mais

Atua no acompanhamento das atividades, através da implementação de políticas e normas; Busca a satisfação do cliente.

Atua no acompanhamento das atividades, através da implementação de políticas e normas; Busca a satisfação do cliente. Aula 17 1 2 Inclui os processos e atividades necessários para determinação das políticas de qualidade, objetivos e responsabilidades, de maneira que o projeto satisfaça suas necessidades; Atua no acompanhamento

Leia mais

Indicadores de Desempenho Conteúdo

Indicadores de Desempenho Conteúdo Indicadores de Desempenho Conteúdo Importância da avaliação para a sobrevivência e sustentabilidade da organização O uso de indicadores como ferramentas básicas para a gestão da organização Indicadores

Leia mais

Ferramentas Básicas da Qualidade

Ferramentas Básicas da Qualidade PRO 2712 CONTROLE DA QUALIDADE 1 Ferramentas Básicas da Qualidade PRO 2712 CONTROLE DA QUALIDADE 2 AS SETE FERRAMENTAS BÁSICAS DA QUALIDADE Diagrama de Pareto Diagrama de Causa-e-Efeito Lista de Verificação

Leia mais

Planejamento e Gestão Estratégica

Planejamento e Gestão Estratégica Planejamento e Gestão Estratégica O Governo de Minas estabeleceu como um dos eixos norteadores da suas políticas públicas a eficiência na utilização dos recursos e a oferta de serviços com qualidade cada

Leia mais

MÓDULO 1. I - Estatística Básica

MÓDULO 1. I - Estatística Básica MÓDULO 1 I - 1 - Conceito de Estatística Estatística Técnicas destinadas ao estudo quantitativo de fenômenos coletivos e empíricamente observáveis. Unidade Estatística nome dado a cada observação de um

Leia mais

Estatística e Probabilidade

Estatística e Probabilidade Estatística e Probabilidade Aula 2 Cap 02 Estatística Descritiva Neste capítulo... estudaremos formas de organizar e descrever conjuntos de dados. O objetivo é tornar os dados mais compreensíveis de modo

Leia mais

REDUCING COSTS OF QUALITY TOOLS

REDUCING COSTS OF QUALITY TOOLS REDUZINDO CUSTOS COM AS FERRAMENTAS DA QUALIDADE Amanda Theorodo STECCA¹ Matheus Guilherme de Camargo OLIVEIRA¹ Tatiane Maria MIÃO¹ Tayane Dutra INÁCIO¹ Viviane Regina de Oliveira SILVA 2 RESUMO O artigo

Leia mais

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos - Turma nº 151 30 de novembro 2015 Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Renata Maciel da Silva renata.maciel55@gmail.com

Leia mais

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações

ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA. Declaração de trabalho, serviços e especificações PROCESSO 026-2013 ANEXO B TERMO DE REFERÊNCIA Declaração de trabalho, serviços e especificações A Contratada deverá executar o trabalho e realizar os serviços a seguir, indicados de acordo com as especificações

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar I e II

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA. Projeto Integrado Multidisciplinar I e II UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar I e II Manual de orientações - PIM Cursos superiores de Tecnologia em: Gestão Ambiental, Marketing, Processos Gerenciais

Leia mais

O USO DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE VISANDO A PADRONIZAÇÃO DO TAMANHO DA MASSA DA LASANHA PRODUZIDA EM UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA

O USO DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE VISANDO A PADRONIZAÇÃO DO TAMANHO DA MASSA DA LASANHA PRODUZIDA EM UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA O USO DE FERRAMENTAS DA QUALIDADE VISANDO A PADRONIZAÇÃO DO TAMANHO DA MASSA DA LASANHA PRODUZIDA EM UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA Wherllyson Patricio Goncalves (UFCG) wherllyson@yahoo.com.br Suelyn Fabiana

Leia mais

ALTERNATIVA PARA SIMPLIFICAÇÃO NA ESTRUTURA DE EXECUÇÃO DE PROJETOS SEIS-SIGMA

ALTERNATIVA PARA SIMPLIFICAÇÃO NA ESTRUTURA DE EXECUÇÃO DE PROJETOS SEIS-SIGMA Blucher Engineering Proceedings Agosto de 2014, Número 2, Volume 1 ALTERNATIVA PARA SIMPLIFICAÇÃO NA ESTRUTURA DE EXECUÇÃO DE PROJETOS SEIS-SIGMA Cristiano Marques de Oliveira 1 1 Delphi Automotive Systems

Leia mais

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade Os modelos de Qualidade Total apresentam uma estrutura teórica bem consistente, pois: não há contradições entre as suas afirmações básicas; há uma estrutura bem definida

Leia mais

Aula 4 Conceitos Básicos de Estatística. Aula 4 Conceitos básicos de estatística

Aula 4 Conceitos Básicos de Estatística. Aula 4 Conceitos básicos de estatística Aula 4 Conceitos Básicos de Estatística Aula 4 Conceitos básicos de estatística A Estatística é a ciência de aprendizagem a partir de dados. Trata-se de uma disciplina estratégica, que coleta, analisa

Leia mais

METODOLOGIA 8D RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS. Resumo

METODOLOGIA 8D RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS. Resumo 1 METODOLOGIA 8D RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS Solange de Souza Machado 1 Vanessa Aparecida Fim de Carvalho 2 Claudinei Novelli 3 Akira Yoshinaga 4 Resumo Essa metodologia 8D tem a finalidade de eliminar problemas

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM CONTABILIDADE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA - 2010/1

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM CONTABILIDADE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA - 2010/1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM CONTABILIDADE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA - 2010/1 DC 5080 25/03/2010 Rev. 00 1. Dados Legais Autorizado pelo Parecer 470 do Conselho Estadual de Educação de 24 de novembro

Leia mais

Gestão de processos e Qualidade

Gestão de processos e Qualidade Gestão de processos e Qualidade Seção 3 Carvalho Avisos N O S S O A C O R D O HORÁRIO INTERVALOS CELULAR AVALIAÇÃO CONVERSAS PARALELAS DÚVIDAS SONO Conceito de Processos; Visão Geral O Processo como base

Leia mais

7 passos para solução de problemas

7 passos para solução de problemas 7 passos para solução de problemas em qualidadebrasil.com.br Você já deve ter ouvido falar sobre os resultados que o trabalho em equipe pode gerar não é? Pois bem, hoje vou abordar este tema que considero

Leia mais

As Sete Ferramentas Básicas do Controle da Qualidade

As Sete Ferramentas Básicas do Controle da Qualidade Curso e-learning As Sete Ferramentas Básicas do Controle da Qualidade Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

Reduzindo o lead time no desenvolvimento de produtos através da padronização

Reduzindo o lead time no desenvolvimento de produtos através da padronização Reduzindo o lead time no desenvolvimento de produtos através da padronização Lando T. Nishida O prazo ou lead time desde a concepção do produto até o lançamento no mercado é um dos fatores mais importantes

Leia mais

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira

Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira Disciplina: GESTÃO DE PROCESSOS E QUALIDADE Prof. Afonso Celso M. Madeira 3º semestre CONCEITOS CONCEITOS Atividade Ação executada que tem por finalidade dar suporte aos objetivos da organização. Correspondem

Leia mais

Curso de Especialização em Gestão Industrial

Curso de Especialização em Gestão Industrial Curso de Especialização em Gestão Industrial Operacionalização: Pós graduação lato sensu da Universidade de São Paulo (USP) O Curso de Especialização em Gestão Industrial aborda, de maneira conceitual

Leia mais

PIBID MATEMÁTICA DA UNISUL: O DESAFIO DA IMPLANTAÇÃO E OS PRIMEIROS RESULTADOS

PIBID MATEMÁTICA DA UNISUL: O DESAFIO DA IMPLANTAÇÃO E OS PRIMEIROS RESULTADOS Anais do III Simpósio sobre Formação de Professores SIMFOP Universidade do Sul de Santa Catarina, Campus de Tubarão Tubarão, de 28 a 31 de março de 2011 PIBID MATEMÁTICA DA UNISUL: O DESAFIO DA IMPLANTAÇÃO

Leia mais

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2

Janeiro 2009. ELO Group www.elogroup.com.br Página 2 de um Escritório - O Escritório como mecanismo para gerar excelência operacional, aumentar a visibilidade gerencial e fomentar a inovação - Introdução...2 Visão Geral dos Papéis Estratégicos... 3 Papel

Leia mais

Metodologias de Apoio ao Planejamento Estratégico. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília

Metodologias de Apoio ao Planejamento Estratégico. Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Metodologias de Apoio ao Planejamento Estratégico Profa. Lillian Alvares Faculdade de Ciência da Informação, Universidade de Brasília Análise Ambiental Análise Ambiental : Matriz SWOT A sigla SWOT Ambiente

Leia mais

Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador. 1. Leia as afirmativas a seguir.

Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador. 1. Leia as afirmativas a seguir. Questões de Concurso Público para estudar e se preparar... Prefeitura Olinda - Administrador 1. Leia as afirmativas a seguir. I. O comportamento organizacional refere-se ao estudo de indivíduos e grupos

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE NA MODALIDADE A DISTÂNCIA DC 4019 04/10/2013 Rev. 01 1. Dados Legais Parecer 473 de 24/11/2009. DECRETO No 2.929, de 21 de dezembro de 2009. Parecer 144

Leia mais

Curso e-learning CEP Controle Estatístico de Processo

Curso e-learning CEP Controle Estatístico de Processo Curso e-learning CEP Controle Estatístico de Processo Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa do autor. Objetivos

Leia mais

MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução

MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução A Melhoria da Qualidade é uma atividade que deve estar presente nas rotinas de toda a empresa. Isto significa que

Leia mais

CONGRESSO LEAN SIX SIGMA 2010

CONGRESSO LEAN SIX SIGMA 2010 CONGRESSO LEAN SIX SIGMA 2010 Lean Six Sigma e seu relacionamento com outras metodologias Alberto Pezeiro pezeiro@setadg.com.br TEL.+55.19.3707-1535 CEL.+55.11.8111-0026 www.setadg.com.br 1 Seta Desenvolvimento

Leia mais

DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO

DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO DESEMPENHO 1 INTRODUÇÃO Esta pesquisa tem como objetivo abordar o tema voltado para a avaliação do desempenho humano com os seguintes modelos: escalas gráficas, escolha forçada, pesquisa de campo, métodos

Leia mais

Automação de back-office Estratégia e gestão financeira Melhoria de processos e indicadores

Automação de back-office Estratégia e gestão financeira Melhoria de processos e indicadores Automação de back-office Estratégia e gestão financeira Melhoria de processos e indicadores 01 A Inside foi fundada com o objetivo de levar fundamentos de estratégia e gestão às empresas que buscam crescer

Leia mais

Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos

Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos Ferramentas da qualidade: uma aplicação em uma IES para desenvolvimento de artigos científicos Diana Michele Pilz (FAHOR) dp000682@fahor.com.br Beatriz Simone Dockhorn (FAHOR) bd000684@fahor.com.br Eliane

Leia mais

QUALIDADE DA INFORMAÇÃO Sem Precisar Trocar o Sistema da Sua Empresa

QUALIDADE DA INFORMAÇÃO Sem Precisar Trocar o Sistema da Sua Empresa PERFIL Nome: SILVIO LUIZ DO PRADO Contato: (062) 8201-2226 - Goiânia GO E-mail: silvio.controller@terra.com.br Skype: silvio.prado1 Profissão: Contador CRC-GO 60645 Formação: Bacharel em Ciências Contábeis

Leia mais

AULA 03 Resumos e Gráficos de Dados

AULA 03 Resumos e Gráficos de Dados 1 AULA 03 Resumos e Gráficos de Dados Ernesto F. L. Amaral 17 de agosto de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de Janeiro: LTC.

Leia mais

ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Palavras chave: Software Educativo; Construção do Conhecimento; Aprendizagem.

ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Palavras chave: Software Educativo; Construção do Conhecimento; Aprendizagem. ANÁLISE DE SOFTWARE EDUCATIVO NO ENSINO DE MATEMÁTICA. Débora Janaína Ribeiro e Silva Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba debora_jr10@yahoo.com.br Resumo Este trabalho teve como

Leia mais

Gestão de Economias com o Serviço de Tratamento de Esgoto Melhorias no Processo para a Universalização do Saneamento.

Gestão de Economias com o Serviço de Tratamento de Esgoto Melhorias no Processo para a Universalização do Saneamento. Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento PNQS Inovação da Gestão em Saneamento IGS Gestão de Economias com o Serviço de Tratamento de Esgoto Melhorias no Processo para a Universalização do Saneamento.

Leia mais

Inovação aberta na indústria de software: Avaliação do perfil de inovação de empresas

Inovação aberta na indústria de software: Avaliação do perfil de inovação de empresas : Avaliação do perfil de inovação de empresas Prof. Paulo Henrique S. Bermejo, Dr. Prof. André Luiz Zambalde, Dr. Adriano Olímpio Tonelli, MSc. Pamela A. Santos Priscila Rosa LabGTI Laboratório de Governança

Leia mais

Contextualização Histórica

Contextualização Histórica Contextualização Histórica Estudo de caso: Cervejaria Foi introduzido no Japão após a segunda guerra mundial, idealizado por Shewhart e divulgado por Deming, quem efetivamente o aplicou. Os fragmentos

Leia mais

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS)

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE TÉCNICA DO SETOR PÚBLICO NBCT (IPSAS) Temas para Discussão 1) DISPOSIÇÕES GERAIS 2) DEFINIÇÕES GERAIS 3) CARACTERÍSTICAS E ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS 4) EVIDENCIAÇÃO

Leia mais

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS VARIÁVEIS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS VARIÁVEIS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS Apostila 04 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS VARIÁVEIS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS Disciplina: ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE O gráfico estatístico é uma forma de apresentação dos dados estatísticos,

Leia mais

CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique

CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique CURSO: Desenvolvimento Web e Comércio Eletrônico DISCIPLINA: Gestão da Qualidade Professor: Ricardo Henrique UNIDADE 6 GERENCIAMENTO DA ROTINA 1 INTRODUÇÃO 3 O GERENCIAMENTO DA ROTINA 4 CAMPO DE APLICAÇÃO

Leia mais

ELABORANDO UM MAPA DE ANÁLISE E RESPOSTA AOS RISCOS EM TI: UM ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

ELABORANDO UM MAPA DE ANÁLISE E RESPOSTA AOS RISCOS EM TI: UM ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR ELABORANDO UM MAPA DE ANÁLISE E RESPOSTA AOS RISCOS EM TI: UM ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR Diego Barros Souza 1 Rodolfo Bello Exler 2 RESUMO Este artigo apresenta um estudo baseado

Leia mais

Desenho de Cursos: introdução ao modelo ADDIE. Módulo6 Avaliação

Desenho de Cursos: introdução ao modelo ADDIE. Módulo6 Avaliação Desenho de Cursos: introdução ao modelo ADDIE Módulo6 Avaliação Atualizado em: abril de 2015 Fundação Escola Nacional de Administração Pública Presidente Gleisson Rubin Diretor de Desenvolvimento Gerencial

Leia mais

Projeto de Disseminação da Informação para ME e EPP no Brasil Ação conjunta Secretaria Técnica e Comitê Informação

Projeto de Disseminação da Informação para ME e EPP no Brasil Ação conjunta Secretaria Técnica e Comitê Informação Projeto de Disseminação da Informação Ação conjunta Secretaria Técnica e Comitê Informação Introdução Detalhamento da Proposta do Projeto Estratégia e desenvolvimento tático Atividades e ações Resultados

Leia mais

O papel das Relações Públicas Estratégicas em contextos Interculturais

O papel das Relações Públicas Estratégicas em contextos Interculturais O papel das Relações Públicas Estratégicas em contextos Interculturais Fernanda Navarro Frizzi Universidade Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: ferfrizzi@hotmail.com Sonia Aparecida Cabestré Universidade

Leia mais

Modelo de Gestão por Processos da Anatel

Modelo de Gestão por Processos da Anatel Modelo de Gestão por Processos da Anatel 1º Evento de Intercâmbio em Planejamento & Gestão das Agências Reguladoras 03 de abril de 2009 Superintendência de Administração-Geral - SAD Gerência-Geral de Talentos

Leia mais

De CFO para CFO Lições e visões para líderes financeiros

De CFO para CFO Lições e visões para líderes financeiros De CFO para CFO Lições e visões para líderes financeiros Índice Desafios comuns, experiências únicas... 3 Conecte-se com quem importa... 4 Entenda o modelo de negócio... 5 Trafegue em todas as culturas...

Leia mais

Material para nivelamento de informações sobre Mapeamento de Processos

Material para nivelamento de informações sobre Mapeamento de Processos Material para nivelamento de informações sobre Mapeamento de Processos 1 Objetivo Nivelar informações e conceitos sobre mapeamento de processos na UFABC. O que é um processo?? É um conjunto de atividades

Leia mais

Administração da Qualidade e o Modelo Japonês

Administração da Qualidade e o Modelo Japonês Administração da Qualidade e o Modelo Japonês Fonte: Maximiano Autores Principais Idéias e Contribuições Shewhart, Dodge e Romig Cartas de Controle. Controle estatístico da qualidade e controle estatístico

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Trabalho Docente 2014 ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091.6 Município: São Carlos EE: Prof. Arlindo Bittencourt Eixo Tecnológico: Gestão e

Leia mais

Aplicação do MASP para redução de perdas e aumento da produtividade no processo de fabricação de embalagens para consumo

Aplicação do MASP para redução de perdas e aumento da produtividade no processo de fabricação de embalagens para consumo Aplicação do MASP para redução de perdas e aumento da produtividade no processo de fabricação de embalagens para consumo Fábio Gomes Jardim (eng.jardim@yahoo.com.br / UEPA) Diego Moah Lobato Tavares (moah6@hotmail.com/uepa)

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Rio de Janeiro, outubro de 2012. Av. Presidente Vargas, n 670/ 9 andar Rio de Janeiro RJ Telefone: (21) 2334-4657

TERMO DE REFERÊNCIA. Rio de Janeiro, outubro de 2012. Av. Presidente Vargas, n 670/ 9 andar Rio de Janeiro RJ Telefone: (21) 2334-4657 TERMO DE REFERÊNCIA Implantação do Sistema de Gestão da Qualidade e Modernização da Superintendência de Arrecadação, Cadastro e Informações Econômico-Fiscais (SUACIEF) Rio de Janeiro, outubro de 2012.

Leia mais

CÓDIGO DE CATÁLOGO : 3701

CÓDIGO DE CATÁLOGO : 3701 INTERPRETAÇÃO DA NORMA ISO 9001/2000 SENAI - PR, 2002 CÓDIGO DE CATÁLOGO : 3701 Trabalho elaborado pela Diretoria de Educação e Tecnologia do Departamento Regional do SENAI - PR, através do LABTEC - Laboratório

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA TABELAS E GRÁFICOS Departamento de Estatística Luiz Medeiros Tabela de dados multidimensionais Até agora vimos como organizar, resumir e descrever informações referentes

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das

Leia mais

CPEE Coordenadoria de Planejamento e Estudos Estratégicos. Treinamento sobre Mapeamento de Processos

CPEE Coordenadoria de Planejamento e Estudos Estratégicos. Treinamento sobre Mapeamento de Processos CPEE Coordenadoria de Planejamento e Estudos Estratégicos Treinamento sobre Mapeamento de Processos O que é um processo? É um conjunto de atividades relacionadas que aplicadas às entradas ou inputs do

Leia mais

Fonte: GUIA EXAME 2010-150 MELHORES

Fonte: GUIA EXAME 2010-150 MELHORES Fonte: GUIA EXAME 2010-150 MELHORES Fonte: 100 MELHORES REVISTA ÉPOCA GREAT PLACE TO WORK 2006 É uma ferramenta de diagnóstico que mensura a percepção dos colaboradores sobre o relacionamento com a organização,

Leia mais

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Marcos Tadeu Moraes de Castro Mestre em Administração de Produção administração@asmec.br

Leia mais

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica

Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Premissas para implantação do Gerenciamento pelas Diretrizes GPD - em uma instituição de ensino superior: uma análise bibliográfica Marcos Tadeu Moraes de Castro Mestre em Administração de Produção administração@asmec.br

Leia mais

Excel Aplicado a Negócios

Excel Aplicado a Negócios Excel Aplicado a Negócios Sumário 03. A Voitto 05. Excel Aplicado a Negócios 06. Programático 11. Principais Instrutores 12. Visão dos Participantes 13. Vídeo Nossa Empresa A Voitto é especializada na

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO PROTÓTIPO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO EXECUTIVO APLICADO A RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL BASEADO

Leia mais

Treinamento de. Green Belt em Lean Seis Sigma

Treinamento de. Green Belt em Lean Seis Sigma Treinamento de Green Belt em Lean Seis Sigma Sumário 03. Nossa Empresa 05. Seis Sigma 06. Treinamento de Green Belt em Lean Seis Sigma 07. Conteúdo Programático 12. Certificados 13. Principais Instrutores

Leia mais

Uma abordagem comparativa do gerenciamento da qualidade do projeto

Uma abordagem comparativa do gerenciamento da qualidade do projeto Uma abordagem comparativa do gerenciamento da qualidade do projeto Amaury Bordallo Cruz (PEP/UFRJ) bordalo@ugf.br Elton Fernandes - (Coppe-UFRJ) - elton@pep.ufrj.br Solange Lima (PEP/UFRJ) solangelima@petrobras.com.br

Leia mais

Planejamento dos Trabalhos de Auditoria

Planejamento dos Trabalhos de Auditoria Universidade de Brasília Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais Disciplina: Auditoria 1 Prof: Wolney Resende de Oliveira Turma B. Planejamento dos Trabalhos de Auditoria Ana Carolina Araujo Catarina

Leia mais

Software para Controle Estatístico do Processo (CEP)

Software para Controle Estatístico do Processo (CEP) Software para Controle Estatístico do Processo (CEP) A FERRAMENTA CEP: "CEP é uma poderosa ferramenta de monitoramento e controle dos parâmetros vitais de processo e de produto, objetivando buscar a estabilização

Leia mais

Pesquisa Estatística. Estatística Descritiva. Gestão Ambiental Prof. Luiz Rogério Mantelli

Pesquisa Estatística. Estatística Descritiva. Gestão Ambiental Prof. Luiz Rogério Mantelli Gestão Ambiental Prof. Luiz Rogério Mantelli Pesquisa Estatística Estatística Descritiva São técnicas utilizadas para descrever um conjunto de dados ou apresentá-lo de forma resumida. 1.Gráficos descritivos:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie

ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie 1 INTRODUÇÃO 1.1 ORGANIZAÇÃO E PROCESSOS A administração está diretamente ligada às organizações e aos processos existentes nas mesmas. Portanto, para a melhor compreensão da Administração e sua importância

Leia mais

[ GUIA ] GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES

[ GUIA ] GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES [ GUIA ] GESTÃO FINANCEIRA PARA EMPREENDEDORES D e s c u b r a c o m o m a n t e r o c a p i t a l d a e m p r e s a s o b c o n t r o l e p a r a f a z e r o n e g ó c i o c r e s c e r. Uma boa gestão

Leia mais

OBJETIVO PÚBLICO ALVO

OBJETIVO PÚBLICO ALVO GESTÃO DO RISCO Boas Práticas para o Gerenciamento de Risco em Projetos da Indústria e na Prestação de Serviços. DIFERENCIAIS Avaliação prévia das necessidades de cada participante para customização do

Leia mais

TRT Quarta Região Especialidade Segurança. Prof. Rodrigo Corrêa

TRT Quarta Região Especialidade Segurança. Prof. Rodrigo Corrêa TRT Quarta Região Especialidade Segurança Prof. Rodrigo Corrêa C O N H E C I M E N T O S E S P E C Í FI C O S SEGURANÇA DE DIGNITÁRIO Técnicas, Táticas e Operacionalização Objeto e modus operandi ANÁLISE

Leia mais