Previsão de futuros: um estudo sobre o boi gordo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Previsão de futuros: um estudo sobre o boi gordo"

Transcrição

1 Previsão de futuros: um estudo sobre o boi gordo André Luiz Medeiros (UNIFEI) José Arnaldo Barra Montevechi (UNIFEI) Marcelo Lacerda Rezende (UNIFEI) Resumo A vontade de desvendar o amanhã se aplica tanto na vida pessoal quanto nos negócios. Portanto, prever o preço da arroba do boi gordo geraria um grande diferencial competitivo para os produtores rurais, para os frigoríficos, para os consumidores e até mesmo para os especuladores. Porém, para se realizar um bom processo de previsão, é necessário um longo e aprofundado estudo sobre o assunto, pois além da teoria sobre o mercado de boi gordo, existem três métodos diferentes de fazer previsão (qualitativo, univariável e multivariável) e vários modelos de ajuste. Assim, o objetivo é prever o valor a ser recebido em 12 meses pela arroba de boi gordo, a partir de preços mensais recebido pelos produtores. O resultado é que se conseguiu obter valores futuros com boa confiabilidade, pois o modelo apresenta bom ajuste, pouco desvio da média e baixo erro. Palavras-chave: Previsão, Mercado futuro, Boi gordo 1. Introdução Prever o futuro é um dos desejos mais antigos dos seres humanos. E a vontade de desvendar o amanhã se aplica tanto na vida pessoal quanto nos negócios. Portanto, prever o preço da arroba do boi gordo poderia gerar um grande diferencial competitivo para os produtores rurais, para os frigoríficos, para os consumidores e até mesmo para os especuladores. Pois, pecuária é uma das atividades mais importantes do agronegócio brasileiro gerando um PIB de aproximadamente R$ 44,9 bilhões. Porém, para se realizar um bom processo de previsão, é necessário um longo e aprofundado estudo sobre o assunto, pois além dos três métodos diferentes de fazer previsão (método qualitativo, univariável e multivariável) e há, ainda, vários modelos de ajuste para os dados a serem previstos. Portanto o objetivo deste artigo é, através de dados mensais do preço recebido pela arroba de boi gordo por produtores rurais, prever o valor a ser recebido em 12 meses. O resultado é que, através de um modelo adequado, se consegue obter valores futuros com boa confiabilidade, pois o modelo apresenta pouco desvio da média e baixo erro. 2. O mercado de boi gordo A pecuária é uma das atividades mais importantes do agronegócio brasileiro. Ao considerar os negócios realizados dentro da porteira, o Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária em 2001, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada CEPEA/FEALQ/USP foi de aproximadamente R$ 99,4 bilhões. Deste total, 47,10% correspondem às atividades da pecuária (R$ 44,9 bilhões). Para entender o mercado de reposição da pecuária bovina de corte, é preciso uma analisar as características de seu processo produtivo. De acordo com Bliska e Gonçalves (1999), no Brasil, a pecuária bovina de corte é realizada de forma extensiva, em regime de pasto natural ou cultivado. E, existem, basicamente, três etapas de produção: cria, recria e engorda. ENEGEP 2005 ABEPRO 3108

2 A cria envolve essencialmente a produção de bezerros. De Zen (1993) define que o animal para ser considerado bezerro, no que diz respeito à comercialização, deve possuir idade de até dezoito meses, com um peso que varia entre quatro a oito arrobas. Em relação a recria, é possível estabelecer que esta fase compreende desde a desmanda até o ponto em que a fêmea inicia seu período reprodutivo (dois a três anos) e em que o macho inicia a fase de engorda (ZIMMER, 1999; BLISKA E GONÇALVES,1999). O objetivo da última etapa do processo de produção, a engorda, é aumentar o peso do animal a fim de que se tenha um maior lucro no abate. O peso médio ideal para o animal é de 16,5 arrobas, o que equivale a um animal vivo com peso entre 450 a 500 kg, sendo que na engorda pode durar entre doze e dezoito meses e no confinamento a duração média é de seis meses (SCHOUCHANA E CAFFAGNI, 2001). É perceptível, portanto, que a produção de carne bovina está diretamente condicionada à eficiência reprodutiva e à velocidade de crescimento dos animais, influenciando diretamente no ciclo de preços da cadeia da carne. O ciclo de preços da pecuária bovina de corte, de acordo com Igreja (1987), possui dois ciclos, sendo que o primeiro está relacionado às variações estacionais que ocorrem durante o ano agrícola e o segundo, refere-se a um ciclo plurianual. As variações estacionais ocorrem devido aos períodos das águas e da seca, ou seja, estão diretamente relacionadas à sazonalidade da produção de forrageira. Em geral, na região Centro-Sul, existe uma maior quantidade e qualidade das pastagens no primeiro semestre do ano. Nestes meses, os proprietários retêm o gado para um aumento do peso e ao atingir o ponto ideal para abate, ocorre a venda. Dessa forma, existe uma maior oferta de animais para abate neste período, o que leva à queda das cotações. Já no segundo semestre do ano, com a queda da quantidade e qualidade das pastagens devido ao período da seca, a oferta do boi para o abate reduz, o que acaba provocando aumento em sua cotação. Pode-se concluir, portanto, que enquanto o primeiro semestre marca o período da safra do boi gordo, o segundo semestre indica a entressafra (NEVES e COUTO, 1999; KASSOUF, 1988). Quanto ao ciclo plurianual, sua origem está relacionada às expectativas dos agentes do sistema produtivo em relação ao preço do boi gordo no futuro. Sua duração oscila entre cinco e seis anos, sendo que possui duas fases. A primeira delas se inicia quando existe uma tendência de queda nos preços do boi gordo. A partir desse fato, todas as etapas de produção formam expectativas pessimistas em relação aos preços em um momento futuro. Os produtores responsáveis pela etapa de cria, ao possuir uma expectativa de queda nos preços, acabam abatendo as matrizes, com o objetivo de minimizar o prejuízo futuro e cobrir seus custos de produção. Duas conseqüências drásticas são criadas. No curto-prazo, há aumento da oferta de animais para o abate, o que contribui ainda mais para o declínio dos preços. No longo-prazo, a oferta de animais para reposição fica comprometida, já que as matrizes dariam origem aos bezerros (NEVES e COUTO, 1999; IGREJA, 1987; KASSOUF, 1988). Esta diminuição na oferta de bezerros levará, em períodos futuros, a uma queda na oferta de boi gordo. Neste sentido, o movimento de declínio dos preços sofre uma reversão, já que a expectativa de preços formada pelos agentes deste mercado se altera completamente. Este é o início da segunda fase do ciclo pecuário, a fase ascendente. O produtor diminuirá a oferta de matrizes para o abate, visando aumentar a oferta de animais para reposição. E, segundo Neves e Couto (1999), os preços irão se elevar após dois ou três anos do início desta fase. Dois impactos, novamente serão sentidos: primeiro os preços do boi gordo sofrerão um aumento ainda maior devido à queda da oferta para abate e segundo, haverá aumento de animais de reposição para o abate, o que acarretará, na fase descendente dos preços (IGREJA, 1987). ENEGEP 2005 ABEPRO 3109

3 Silveira (2002) comenta que, com a inovação tecnológica que a pecuária bovina de corte vem passando nestes últimos anos, a precocidade dos animais tem sido cada vez maior, levando a uma menor duração deste ciclo. Mas por outro lado, esta diminuição do ciclo produtivo gera uma queda no estoque de animais, o que, novamente, aumenta o preço da arroba de boi gordo. Diante de todas essas mudanças, aumenta ainda mais a dúvida sobre os preços futuros do boi gordo. Por isso, na próxima seção serão discutidos alguns conceitos básicos sobre previsão. Processo que pode ajudar a reduzir a incerteza sobre os preços futuros. 3. Previsão A cada dia, as previsões são mais importantes para o sucesso empresarial. E, por ser feita intuitivamente ou formalmente, segundo DeLurgio (1998), todos têm uma idéia do que é. De um modo geral, a definição de previsão resume-se no uso de procedimentos, métodos, modelos e técnicas (quantitativas ou qualitativas) na tentativa de prever o futuro, com o propósito de facilitar o planejamento e à tomada de decisões, através de informações probabilísticas (SANDERS, 1995; DeLURGIO, 1998; BARBANCHO, 1970; MORETTIN e TOLOI, 1981; MARTINS e LAUGENI, 1995). Apesar da maioria das definições levarem em conta que previsões baseiam-se em métodos quantitativos, estudos têm mostrado que muitos as fazem de maneira subjetiva (SANDERS, 1995 e DeLURGIO, 1998). E, um dos obstáculos mais comuns ao uso de métodos de previsão estatística como ferramenta, em organizações, é a resistência à mudança, pois há uma tendência de dar continuidade a velhas práticas (SANDERS, 1995). Para Sanders (1995) a previsão organizacional serve como uma base para todas as outras decisões dos negócios e a qualidade das decisões dos negócios podem ser tão boas quanto as previsões em que elas estão baseadas. No mesmo sentido, DeLurgio (1998) afirma que as previsões são essenciais para todos os planos e decisões, porque nada acontece sem que alguém faça uma previsão, pois estas guiam o marketing, as finanças e o sistema de controle de informações produtivas. Para Moore e Weatherford (2005), não apenas o processo de previsão torna-se cada vez mais importante, mas também os modelos serem usados desempenham um papel cada vez mais importante na função do processo de previsão. Por existir vários modelos de previsão, há também diversas maneiras de classificá-los, sendo que a terminologia varia de acordo com a classificação. Contudo, a principal diferenciação a ser empregada está nos métodos de previsão qualitativos e nos métodos quantitativos (MOORE e WEATHERFORD, 2005; SCHWITZKY, 2001; FABRIS, 2000). Sendo que os métodos quantitativos podem, ainda, serem subdivididos em Métodos Univariáveis ou Séries Temporais e Métodos Multivariáveis ou Causais. As previsões por métodos qualitativos baseiam-se em opiniões pessoais, ou seja, no julgamento e ou opiniões de pessoas sobre tendências futuras, preferências e mudanças tecnológicas; considerando, portanto, o relato ou a posição de pessoas, com experiências em cada ramo de atividade como gerentes, vendedores, clientes e fornecedores (SCHWITZKY, 2001; DeLURGIO, 1998). E, entre os métodos subjetivos, pode-se encontrar o Painel de especialistas; Sales force composite, Delphi, Analogia histórica e Árvores de decisão (DeLURGIO, 1998) Armstrong e Collopy (1998) comentam que os métodos quantitativos ou estatísticos são menos tendenciosos e usam de forma mais eficiente os dados passados. Além disso, para Moore e Weatherford (2005), os métodos quantitativos de previsão possuem dois recursos ENEGEP 2005 ABEPRO 3110

4 importantes e atraentes: São expressos em notação matemática. Portanto, estabelecem um registro não-ambíguo de como a previsão é feita. Esses métodos fornecem uma oportunidade de modificação sistemática e aprimoramento da técnica de previsão. Com o uso de planilhas e computadores, os modelos quantitativos podem ter por base uma quantidade surpreendente de dados. O conceito básico do método de previsão univariável ou séries temporais é que ele usa um conjunto de observações de variáveis quantitativas coletadas ao longo do tempo, onde os valores futuros das séries são funções matemáticas de valores passados (DeLURGIO, 1998; MOORE e WEATHERFORD (2005) 2005; MUELLER, 1996; SCHWITZKY, 2001; WHEELWRIGHT e MAKRIDAKIS, 1985; RAGSDALE, 2001). Na Tabela 1 são apresentados as características e os principais modelos de previsão, referenciados na literatura, para a análise de Séries Temporais. Já os métodos multivariáveis ou causais, as variáveis dependentes estão correlacionadas com outras variáveis internas ou até mesmo externas (variáveis independentes), ou seja, os métodos multivariáveis abrangem procedimentos de previsão que associam mais de uma série de dados na efetivação de prognósticos sem, no entanto, qualquer imposição com relação à causalidade entre essas séries (MOREIRA, 1996; MUELLER, 1996; DeLURGIO, 1998). Portanto, a principal diferença entre o método univariável e o multivariável, conforme DeLurgio (1998), é que o primeiro é desenvolvido para modelar o passado a partir de relações matemáticas, mas não explica, necessariamente, os padrões passados. Por outro lado, ainda segundo o autor, o outro método é desenvolvido para modelar a relação de causa e efeito do passado, assim como prever e explicar o comportamento, sendo que, nem todos os modelos multivariáveis são necessariamente modelos causais. Na Tabela 2, são apresentados os principais modelos e características do método multivariável. Modelos Médias Móveis Alisamento Exponencial Holts-Winters Decomposição Clássica Census II X-11 Séries Fourier Características Suavização de séries temporais usando médias móveis reduz período por período a variação, mas marcas locais movimentam acima e abaixo da média em longos períodos de média. Séries temporais são suavizadas por onde muitas observações recentes recebem maior peso. Métodos avançados incluem tendência e sazonalidade por decomposição. Método que decompõem sistematicamente uma série temporal em tendência, ciclo, sazonalidade e componentes de erro. Usado para retirar a sazonalidade de dados econômicos. Método que modela tendência, sazonalidade e movimentos cíclicos usando trigonometria e função seno e co-seno. É um método usado em sistemas de previsão automatizados. Método que modela séries usando tendência, sazonalidade e coeficientes de suavização que ARIMA (Box-Jenkins) são baseados em médias móveis, autoregressão e diferença de equações. Métodos de Conjunto de métodos heurísticos que podem ser usados para fazer previsões. Simulação Intuitivamente atraente e supostamente preciso na modelagem de muitas séries, é Multimodelos popularmente conhecido como foco da previsão. Fonte: Adaptado de DeLurgio (1998). Tabela 1. Principais modelos de previsão para o método univariável ou Séries Temporais. Além dos métodos quantitativos já apresentados, outros métodos quantitativos de previsão como Pesquisa de Mercado, Pesquisa Operacional/Ciência da Gestão e Redes Neurais Artificiais (FREIMAN, 2004), estão recebendo destaque na literatura e não se encaixam nem nos métodos univariáveis e nem nos multivariáveis. ENEGEP 2005 ABEPRO 3111

5 Modelos Regressão Múltipla Econometria Método Cíclico ARIMA Multivariáveis (Box-Jenkins MARIMA) State Space Vetor de Autoregressão (VAR) Modelo Entrada/Saída Características A partir de um ponto de vista causal, os modelos de regressão múltipla não são tão válidos como os modelos de econometria, entretanto eles podem prever precisamente. Pequenas escalas, modelos simples são modelados por regressão múltipla; entretanto, a fundamentação teórica de modelos econométricos é muito mais rigorosa e válida. Causalidade recíproca pode ser modelada usando algumas equações simultâneas com métodos econométricos. Métodos que tentam rever pontos de retorno na economia usando indicadores principais, taxa de retorno e teorias de ondas-longas Método que combina a força da econometria e métodos de séries temporais ARIMA. Pouca eficiência em aplicações em que os efeitos das variáveis independentes influenciam uma ou mais variáveis dependentes. Uma aproximação que é estatisticamente equivalente aos modelos MARIMA porém mais fáceis de serem aplicados usando software de automação; entretanto, destaca-se a complexidade da fundamentação matemática. Simples aproximação que usa modelos MARIMA quando há efeito retardado de algumas variáveis independentes em algumas variáveis dependentes. Entretanto, enquanto estimar o VAR é simples, os modelos sempre têm muitos coeficientes como os modelos MARIMA. Modelo econômico que representa as relações industriais entre as entradas e as saídas usando matrizes de influência. Fonte: Adaptado de DeLurgio (1998). Tabela 2. Principais modelos de previsão para os métodos multivariáveis ou Causais. 4. Resultados e procedimentos da pesquisa A aplicação da teoria proposta é uma forma de reforçar e até mesmo validar este estudo. Portanto, este busca conciliar a teoria de preço da arroba de boi gordo com a teoria da previsão. No intuito de alcançar tal objetivo, coletou-se, a partir do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) Fundação Getúlio Vargas (FGV) o valor mensal da arroba de boi gordo recebido pelos produtores (R$/arroba), de setembro de 1994 a agosto de Dada a complexidade da série apresentada pelos dados e dos modelos apresentados na Tabela 1, utilizou-se o Crystal Ball Predictor, um add-in do Microsoft Excel, que implementa automaticamente quase todos os modelos descritos neste. A Tabela 3 mostra os resultados dos modelos, fornecido pelo Crystal Ball Predictor. Modelos Rank RMSE MAD MAPE Durbin- Watson Theil s U Alpha Beta Gamma Double Exponential Smoothing 2 1,0092 0,7072 2,195% 1,815 1,005 0,999 0,742 Double Moving Average 8 1,1906 0,8203 2,55% 1,182 1,222 Holt-Winters' Additive 4 1,0341 0,6585 2,115% 1,398 0,804 0,999 0,599 0,001 Holt-Winters' Multiplicative 1 0,8008 0,6017 1,856% 1,214 0,790 0,999 0,001 0,001 Seasonal Additive 7 1,053 0,69 2,229% 0,678 0,826 0,999 0,001 Seasonal Multiplicative 3 1,0132 0,735 2,214% 1,065 0,953 0,855 0,999 Single Exponential Smoothing 5 1,0371 0,7128 2,152% 0,956 1,000 0,999 Single Moving Average 6 1,0409 0,7183 2,168% 0,82 1,000 Tabela 3. Modelos para ajuste dos dados obtidos através do Crystal Ball Predictor. Esta tabela fornece um resumo do desempenho relativo dos diferentes modelos de séries temporais para o conjunto de dados usados. Neste caso, o modelo de Alisamento Exponencial ou Holts-Winters é o que melhor se ajusta aos dados coletados. Além disso, percebe-se que esse modelo apresenta uma característica especial, pois a série é caracterizada por apresentar efeitos sazonais multiplicativos (Holts-Winters Multiplicative). O add-in selecionou o modelo ENEGEP 2005 ABEPRO 3112

6 com base nos menores valores estatísticos para a raiz quadrada do erro médio quadrado (RMSE root mean square error), o desvio médio absoluto (MAD mean absolute deviation) e o erro percentual médio absoluto (MAPE mean absolute percent error). Entretanto, é possível que a técnica de previsão com os menores valores possa não ter os melhores valores em todas as estatísticas. A estatística de Durbin-Watson, de acordo com Ragsdale (2001), descreve a autocorrelação na série temporal. A autocorrelação refere-se ao grau em que um dado anterior na série temporal está correlacionado ao dado do próximo período. A faixa da estatística de Durbin- Watson varia de 0 a 4. Ainda segundo o autor, o valor menor do que 1 indica autocorrelação positiva, enquanto que valores maiores do que 3 indicam autocorrelação negativa; e os valores próximos de 2 indicam autocorrelação não significativa nos dados. O coeficiente U de Theil (Theil s U), segundo Freiman (2004) é uma medida que mostra quanto os resultados estão melhores do que uma previsão ingênua ou trivial. Quando esse coeficiente é menor do que 1, indica que a previsão realizada através do modelo possui um erro menor do que o erro ingênuo. Já quando o valor é maior do que 1, o erro do modelo é maior do que o erro ingênuo. Portanto, quanto menor do que 1 for o Theil s U melhor será a previsão, se comparada com a previsão trivial. A Figura 1 é o gráfico resultante da análise do Crystal Ball Predictor, onde ele apresenta: a projeção dos dados; os valores ajustados; a previsão dos valores futuros; e os valores superior 95% e inferior 5% do previsto. Através do gráfico, percebe-se que o modelo é bastante adequado aos dados coletados, aos valores ajustados e aos valores previstos. Fato este que é confirmado pelos dados da Tabela 3. Onde, apesar do modelo apresentar Durbin-Watson de 1,214 (com resultados inconclusivos sobre a autocorrelação), o coeficiente U de Theil é 0,790. Fato este que indica que a previsão do modelo é melhor do que uma previsão trivial. Além do mais, o modelo apresenta um MAD de 0,6017, que é relativamente baixo. Outro aspecto importante para ser analisado é o MAPE, que assume o valor de 1,856%, mostrando-se mais preciso do que os outros modelos. Além do MAPE, o RMSE assume valor de 0,8008 que é o menor valor se comparado com os demais modelos. R$ 70,00 Preço Recebido pelo Produtor Pela Arroba de Boi Gordo R$ 60,00 R$ 50,00 R$ 40,00 R$ 30,00 R$ 20,00 R$ 10,00 R$ - Dados Ajustado Previsto Superior: 95% Inf erior: 5% Figura 1. Gráfico resultante da análise do Crystal Ball Predictor. ENEGEP 2005 ABEPRO 3113

7 A Tabela 4 apresenta os valores previstos para os meses de setembro de 2004 a agosto de 2005, além dos valores acima e abaixo da previsão. Data Lower: 5% Previsto Upper: 95% set-04 R$ 55,16 R$ 56,49 R$ 57,82 out-04 R$ 57,34 R$ 58,68 R$ 60,02 nov-04 R$ 58,50 R$ 59,85 R$ 61,21 dez-04 R$ 57,71 R$ 59,07 R$ 60,43 jan-05 R$ 56,37 R$ 57,75 R$ 59,12 fev-05 R$ 55,96 R$ 57,35 R$ 58,74 mar-05 R$ 55,56 R$ 56,96 R$ 58,36 abr-05 R$ 54,89 R$ 56,30 R$ 57,71 mai-05 R$ 53,73 R$ 55,15 R$ 56,58 jun-05 R$ 53,56 R$ 54,99 R$ 56,43 jul-05 R$ 55,17 R$ 56,62 R$ 58,07 ago-05 R$ 56,73 R$ 58,19 R$ 59,66 Tabela 4. Valores previstos para os meses de Setembro de 2004 a Agosto de Conclusão O objetivo deste trabalho era, através de dados mensais do preço recebido pela arroba de boi gordo pelos produtores rurais, prever o valor a ser recebido em 12 meses. Diante do exposto, o trabalho atingiu o objetivo, pois na Tabela 4 apresenta-se os valores previstos para o período de setembro de 2004 a agosto de Através das estatísticas apresentadas pelo modelo de previsão selecionado, pode-se afirmar que o modelo utilizado é adequado para realizar a previsão da série em estudo pois este apresenta bom ajuste dos dados, pouco desvio da média e baixo erro. Além disso, apesar do valor de Durbin-Watson não apresentar o melhor valor, o coeficiente U de Theil reforça a utilização do modelo. Outro ponto que deve ser destacado é que tanto a teoria sobre a formação do preço do boi gordo quanto a teoria da previsão mostraram-se adequadas, pois os resultados obtidos confirmaram tanto o ciclo sazonal relatado quanto o uso efetivo do modelo de previsão. Vale ressaltar que este trabalho apresenta apenas os resultados preliminares de um estudo mais aprofundado que está sendo desenvolvido na Pós-graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Itajubá. O objetivo principal é obter um modelo econométrico, que, além de explicar os itens que mais afetam o preço da arroba de boi gordo, consiga realizar previsões da cotação para médio e longo prazo, com baixo percentual de erro. 5. Referências ARMSTRONG, J. S.; COLLOPY, F. (1998). Integration of Statistical Methods and Judgment for Time Series Forecasting: Principles from Empirical Research. 33p. ARNOLD, J. R. T. (1999). Administração de Materiais. São Paulo: Atlas. BARBANCHO, A. G. (1970) Fundamentos e Possibilidades da Econometria. Rio de Janeiro: Forum Editora. p BERTRAND, J. W. M., FRANSOO, J. C. (2002). Modelling and Simulation. Operations management research methodologies using quantitative modeling. International Journal of Operations & Production Management, v.22. n.2, pp BLISKA, F. M. M.; GONÇALVES, J. R. (1999). Cadeia produtiva da carne bovina no Brasil: principais fatores limitantes e críticos. In: SIMPÓSIO GOIANO SOBRE PRODUÇÃO DE BOVINOS DE CORTE. Goiânia, Anais. Goiânia: CBNA p. ENEGEP 2005 ABEPRO 3114

8 DE ZEN, S. (1993). Alguns aspectos do processo de formação de preços da pecuária de corte. Preços Agrícolas, v. 86, 4-9 p., dez. DeLURGIO, S. A. (1998). Forecasting principles and applications. 1st Edition. Singapore: McGraw-Hill. 802p. FABRIS, A. A. (2000). Estratégia para previsão e acompanhamento da demanda de carnes no mercado de frangos de corte. Florianópolis. 97f.. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Universidade Federal de Santa Catarina. FREIMAN, J. P. (2004). Utilização de redes neurais artificiais na previsão de indicadores financeiros para avaliação econômica de negócios em situação de risco. 84f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Universidade Federal de Itajubá. IGREJA, A. C. M. (1987). Evolução da pecuária bovina de corte no estado de São Paulo no período de Piracicaba. 197 p. Dissertação (mestrado) Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo. KASSOUF, A. L. (1988) Previsão de preços na pecuária de corte do Estado de São Paulo. Piracicaba. 102 p. Dissertação (mestrado) Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo. LEAL, F. (2003). Um diagnóstico do processo de atendimento a clientes em uma agência bancária através de mapeamento do processo e simulação computacional. 223p. Dissertação (mestrado em Engenharia de produção).universidade Federal de Itajubá. MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. (1999) Administração da produção. São Paulo: Saraiva. MOORE, J. H.; WEATHERFORD, L. R. (2005) Tomada de decisões em administração com planilhas eletrônicas. 6ª edição. Porto Alegre: Bookman. Capítulo 13, Previsão. 644p. MOREIRA, D. A. (1996) Administração da produção e operações. 2.ed. São Paulo: Pioneira. MORETTIN, P. A.; TOLOI, C. M. de C. (1981). Modelos para Previsão de Séries Temporais. In : 13 Colóquio Brasileiro de Matemática. Rio de Janeiro: [s.n.], MUELLER, A. (1996). Uma aplicação de redes neurais artificiais na previsão do mercado acionário. Florianópolis. 90f.. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Centro tecnológico, Universidade Federal de Santa Catarina. Murdick, R. G; Georgoff, D. M. (1986). How to choose the best techniques or combination of techniques to help solve your particular forecasting dilemma. Harvard Business Review, January-February. p NEVES, M. E.; COUTO, M. T. (1999). Confinamento de bovinos de corte: condicionantes econômicos e instrumentos de apoio à tomada de decisão. In: PEIXOTO, A. M.; MOURA, J. RAGSDALE, C. T. (2001). Spreadsheet mdeling and decision analysis. 3 th Edition. Ohio: South-Western Publishing. 794p. SANDERS, N. R.; (1995) Managing the forecasting funtion. Industrial Managemente & Data Systems, MCB University Press, v. 95, n. 4, p SCHOUCHANA, F.; CAFFAGNI, L. C. (2001). Fatores que determinam o preço do bezerro. Resenha BM&F, n. 143, p SCHWITZKY, M. (2001). Acuracidade dos métodos de previsão e sua relação com o dimensionamento dos estoques de produtos acabados. Florianópolis. 137f.. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Universidade Federal de Santa Catarina. SHANNON, R. E. (1975). Systems simulation: the art and science. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, [s. n.]. SILVEIRA, R. L. F. da. (2002) Análise das operações de cross hedge do bezerro e do hedge do boi gordo no mercado futuro da BM&F. Piracicaba. 106 p. Dissertação (mestrado) Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São Paulo. STRACK, J. (1984). GPSS: modelagem e simulação de sistemas. Rio de Janeiro: LTC, WHEELWRIGHT, S. C.; MAKRIDAKIS, S. (1985). Forecasting Methods for Management. 4th edition. New York: John Wiley & Sons Inc. ZIMMER, A. H. (1999). Pastagens para bovinos de corte. In: PEIXOTO, A. M.; MOURA, J. C.; FARIA, V. P. Bovinocultura de corte: fundamentos da exploração racional. 3 ed. Piracicaba: FEALQ p. (Série atualização em Zootecnia, 8). ENEGEP 2005 ABEPRO 3115

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu.

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PREVISÃO DE ESTOQUES NO CONTROLE E PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO DE MATÉRIA- PRIMA EM UMA INDÚSTRIA PRODUTORA DE FRANGOS DE CORTE: UM ESTUDO DE CASO BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br

Leia mais

Forecast Pro: pacotes e funcionalidades

Forecast Pro: pacotes e funcionalidades Forecast Pro: pacotes e funcionalidades Tiago Pellegrini T. Vieira Belge Blue Tree Towers Morumbi São Paulo / SP 03 de maio de 2011 Realização: Agenda Belge Engenharia BFS e Forecast Pro Previsão de Demanda

Leia mais

ESTUDO DE PREVISÃO DE DEMANDA PARA EMPRESA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO

ESTUDO DE PREVISÃO DE DEMANDA PARA EMPRESA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO ESTUDO DE PREVISÃO DE DEMANDA PARA EMPRESA DE EQUIPAMENTOS MÉDICOS DE DIAGNÓSTICO Andréa Crispim Lima dekatop@gmail.com Manoela Alves Vasconcelos manoelavasconcelos@hotmail.com Resumo: A previsão de demanda

Leia mais

PREVISÃO DO PREÇO DE VENDA DA ARROBA DE BOI GORDO AUXILIADA PELA MODELAGEM ECONOMÉTRICA

PREVISÃO DO PREÇO DE VENDA DA ARROBA DE BOI GORDO AUXILIADA PELA MODELAGEM ECONOMÉTRICA VIII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL 1 a 15/09/06 Goiânia, GO PREVISÃO DO PREÇO DE VENDA DA ARROBA DE BOI GORDO AUILIADA PELA MODELAGEM ECONOMÉTRICA André Luiz Medeiros Universidade Federal

Leia mais

PREVISÃO DE VENDAS DE CERVEJA PARA UMA INDÚSTRIA DE RIBEIRÃO PRETO

PREVISÃO DE VENDAS DE CERVEJA PARA UMA INDÚSTRIA DE RIBEIRÃO PRETO PREVISÃO DE VENDAS DE CERVEJA PARA UMA INDÚSTRIA DE RIBEIRÃO PRETO José Gilberto S. Rinaldi (UNESP/Presidente Prudente) Randal Farago (Faculdades Integradas FAFIBE) Resumo: Este trabalho aborda técnicas

Leia mais

Uma proposta de gráfico de controle EWMA com dados sazonais

Uma proposta de gráfico de controle EWMA com dados sazonais Uma proposta de gráfico de controle EWMA com dados sazonais Leandro Callegari Coelho (UFSC) leandroah@hotmail.com Robert Wayne Samohyl (UFSC) samohyl@yahoo.com Resumo: A importância do controle estatístico

Leia mais

Previsão de demanda e níveis de estoque uma abordagem conjunta aplicada no setor siderúrgico

Previsão de demanda e níveis de estoque uma abordagem conjunta aplicada no setor siderúrgico Previsão de demanda e níveis de estoque uma abordagem conjunta aplicada no setor siderúrgico Liane Werner (UFRGS) liane@producao.ufrgs.br Fernando de Oliveira Lemos (UFRGS) flemos@producao.ufrgs.br Tiago

Leia mais

Uma aplicação de Inteligência Computacional e Estatística Clássica na Previsão do Mercado de Seguros de Automóveis Brasileiro

Uma aplicação de Inteligência Computacional e Estatística Clássica na Previsão do Mercado de Seguros de Automóveis Brasileiro Uma aplicação de Inteligência Computacional e Estatística Clássica na Previsão do Mercado de Seguros de Automóveis Brasileiro Tiago Mendes Dantas t.mendesdantas@gmail.com Departamento de Engenharia Elétrica,

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE HOLT WINTERS PARA A PREVISÃO AGREGADA DE SANDÁLIAS FABRICADAS A PARTIR DE PNEUS INSERVÍVEIS

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE HOLT WINTERS PARA A PREVISÃO AGREGADA DE SANDÁLIAS FABRICADAS A PARTIR DE PNEUS INSERVÍVEIS XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. UTILIZAÇÃO DO MÉTODO DE HOLT WINTERS PARA A PREVISÃO AGREGADA DE SANDÁLIAS FABRICADAS A PARTIR DE PNEUS INSERVÍVEIS Tulio Franco de Souza (UEPA) tfsengprod@yahoo.com.br

Leia mais

3 Previsão da demanda

3 Previsão da demanda 42 3 Previsão da demanda Este capítulo estuda o processo de previsão da demanda através de métodos quantitativos, assim como estuda algumas medidas de erro de previsão. Num processo de previsão de demanda,

Leia mais

Método de previsão de demanda e detecção de sazonalidade para o planejamento da produção de indústrias de alimentos.

Método de previsão de demanda e detecção de sazonalidade para o planejamento da produção de indústrias de alimentos. XXIII Encontro Nac. de Eng. de Produção - Ouro Preto, MG, Brasil, 2 a 24 de out de 2003 de previsão de demanda e detecção de sazonalidade para o planejamento da produção de indústrias de alimentos. Abelardo

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE BASE EM MERCADOS FUTUROS PARA OS PREÇOS DE BOI GORDO DE CACOAL, RONDÔNIA NO PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE 2006-2009.

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE BASE EM MERCADOS FUTUROS PARA OS PREÇOS DE BOI GORDO DE CACOAL, RONDÔNIA NO PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE 2006-2009. ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE BASE EM MERCADOS FUTUROS PARA OS PREÇOS DE BOI GORDO DE CACOAL, RONDÔNIA NO PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE 2006-2009. anandamaciel@yahoo.com.br POSTER-Trabalhos de Iniciação Científica

Leia mais

Previsão de demanda por energia elétrica Método e aplicação

Previsão de demanda por energia elétrica Método e aplicação Previsão de demanda por energia elétrica Método e aplicação Flávio Sanson Fogliatto (UFRGS) ffogliatto@producao.ufrgs.br José Luis Duarte Ribeiro (UFRGS) ribeiro@producao.ufrgs.br Liane Werner (UFRGS)

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CARNE BOVINA NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CARNE BOVINA NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CARNE BOVINA NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS PARTICIPAÇÃO NA PRODUÇÃO Produção de carnes NACIONAL - USDA - mil ton DO COMPLEXO CARNES - 2014 Carne Bovina

Leia mais

HEDGE DE BOI GORDO NO MERCADO FUTURO DA BM&F PARA O ESTADO DE GOIÁS BASE E RISCO DE BASE

HEDGE DE BOI GORDO NO MERCADO FUTURO DA BM&F PARA O ESTADO DE GOIÁS BASE E RISCO DE BASE HEDGE DE BOI GORDO NO MERCADO FUTURO DA BM&F PARA O ESTADO DE GOIÁS BASE E RISCO DE BASE Rodrigo da Silva Souza 1 Cleyzer Adrian da Cunha 2 Alcido Elenor Wander 3 Resumo: O objetivo desse trabalho é analisar

Leia mais

04 de maio de 2012 Edição nº. 469

04 de maio de 2012 Edição nº. 469 O relatório Boi na Linha, da Scot Consultoria, na edição dessa sexta feira resumiu bem o status quo do mercado pecuário nesse início de maio A seca que vem afetando as pastagens há algum tempo somado a

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção

Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção Introdução - Sistema de PCP - Previsão da demanda - Planejamento da produção Gerência de Estoques - Lote Econômico - Plano de Produção Gerência de Projetos - CPM - PERT

Leia mais

METODOLOGIA PARA SELEÇÃO DE MÉTODOS DE PREVISÃO DE DEMANDA

METODOLOGIA PARA SELEÇÃO DE MÉTODOS DE PREVISÃO DE DEMANDA METODOLOGIA PARA SELEÇÃO DE MÉTODOS DE PREVISÃO DE DEMANDA Fernando de Oliveira Lemos (PUCRS / UFRGS) fernando.lemos@pucrs.br Flávio Sanson Fogliatto (UFRGS) ffogliatto@producao.ufrgs.br Resumo: Um dos

Leia mais

Análise de Métodos Quantitativos em Previsão de Vendas de Insumo Para Diagnóstico In Vitro

Análise de Métodos Quantitativos em Previsão de Vendas de Insumo Para Diagnóstico In Vitro Análise de Métodos Quantitativos em Previsão de Vendas de Insumo Para Diagnóstico In Vitro RESUMO Autoria: Antenor da Veiga Neto, Ailton Conde Jussani A previsão de vendas é normalmente o ponto de partida

Leia mais

PRO FOR WINDOWS (FPW)

PRO FOR WINDOWS (FPW) INTRODUÇÃO OAO FORECAST PRO FOR WINDOWS (FPW) Considerações Básicas Introdução ao Forecast Pro Software para análise e previsão de séries temporais. Características importantes Roda sob as diversas versões

Leia mais

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Ana Flávia Brito Rodrigues (Anafla94@hotmail.com / UEPA) Larissa Pinto Marques Queiroz (Larissa_qz@yahoo.com.br / UEPA) Luna Paranhos Ferreira

Leia mais

O Complexo Agroindustrial da Carne Bovina. Prof. Dr. João Batista Padilha Junior Departamento de Economia Rural - UFPR

O Complexo Agroindustrial da Carne Bovina. Prof. Dr. João Batista Padilha Junior Departamento de Economia Rural - UFPR O Complexo Agroindustrial da Carne Bovina Prof. Dr. João Batista Padilha Junior Departamento de Economia Rural - UFPR Aspectos abordados Carne no mundo (Visão Geral) Histórico: ambiente institucional e

Leia mais

Previsão de vendas de materiais de construção civil na elaboração de planejamento estratégico

Previsão de vendas de materiais de construção civil na elaboração de planejamento estratégico Previsão de vendas de materiais de construção civil na elaboração de planejamento estratégico Natália da Silva Martins 1 2 Paulo Justiniano Ribeiro Junior 3 1 Introdução Atualmente, com a estabilização

Leia mais

Mercado do Boi Gordo

Mercado do Boi Gordo Mercado do Boi Gordo Perspectivas para os próximos anos SIC Esteio - RS Agosto 2006 Fabiano R. Tito Rosa Scot Consultoria Índice 1. Brasil: país pecuário 2. Comportamento dos preços internos 3. Perspectivas

Leia mais

XLVII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL

XLVII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL MODELOS DE SIMULAÇÃO DE CENÁRIOS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA EÓLICA A PARTR DO MÉTODO DE HOLT-WINTERS E SUAS VARIAÇÕES Matheus Ferreira de Barros Programa de Pós-Graduação em Metrologia para Qualidade e Inovação

Leia mais

Índices Zootécnicos Taxa de mortalidade 1,0% Idade de abate do boi gordo ou venda do animal Taxa de desfrute 45,81%

Índices Zootécnicos Taxa de mortalidade 1,0% Idade de abate do boi gordo ou venda do animal Taxa de desfrute 45,81% CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM UMUARAMA/PR. Com a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR) e o Centro

Leia mais

tipos de métodos, técnicas de inteligência artificial e técnicas de otimização. Por fim, concluise com as considerações finais.

tipos de métodos, técnicas de inteligência artificial e técnicas de otimização. Por fim, concluise com as considerações finais. 1. Introdução A previsão de vendas é fundamental para as organizações uma vez que permite melhorar o planejamento e a tomada de decisão sobre o futuro da empresa. Contudo toda previsão carrega consigo

Leia mais

Índices Zootécnicos Taxa de mortalidade 1,0% Idade de abate do boi gordo ou venda do animal Taxa de desfrute 38,34%

Índices Zootécnicos Taxa de mortalidade 1,0% Idade de abate do boi gordo ou venda do animal Taxa de desfrute 38,34% CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM PARANAVAÍ/PR. Com a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR) e o Centro

Leia mais

Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA

Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA Conceitos Iniciais Prever é a arte e a ciência de predizer eventos futuros, utilizando-se de dados históricos e sua projeção para o futuro, de fatores subjetivos ou intuitivos,

Leia mais

SEXTA PARTE. 46. Administração dos estoques modelos e sistemas básicos. 46.1. Tipos de demandas

SEXTA PARTE. 46. Administração dos estoques modelos e sistemas básicos. 46.1. Tipos de demandas Administração de Materiais 152 SEXTA PARTE 46. Administração dos estoques modelos e sistemas básicos 46.1. Tipos de demandas Quando estamos tratando das características dos estoques, um atributo muito

Leia mais

Modelo SARIMA: um estudo de caso sobre venda mensal de gasolina

Modelo SARIMA: um estudo de caso sobre venda mensal de gasolina Modelo SARIMA: um estudo de caso sobre venda mensal de gasolina Ana Julia Righetto 1 Luiz Ricardo Nakamura 1 Pedro Henrique Ramos Cerqueira 1 Manoel Ivanildo Silvestre Bezerra 2 Taciana Villela Savian

Leia mais

Faculdade Pitágoras de Uberlândia Curso: Administração Disciplina: Administração de Materiais. Unidade 1 Previsão de Demanda. Revisão 0, de 07/08/2012

Faculdade Pitágoras de Uberlândia Curso: Administração Disciplina: Administração de Materiais. Unidade 1 Previsão de Demanda. Revisão 0, de 07/08/2012 Faculdade Pitágoras de Uberlândia Curso: Administração Disciplina: Administração de Materiais Unidade 1 Previsão de Demanda Revisão 0, de 07/08/2012 Prof. João Paulo Seno jpseno.pitagoras@gmail.com O que

Leia mais

AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA UTILIZADAS POR UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DE ESTOQUES NO SETOR FARMACÊUTICO

AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA UTILIZADAS POR UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO DE ESTOQUES NO SETOR FARMACÊUTICO XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

VARIAÇÃO ESTACIONAL DE PREÇOS DA MAMONA NO PARANÁ INTRODUÇÃO

VARIAÇÃO ESTACIONAL DE PREÇOS DA MAMONA NO PARANÁ INTRODUÇÃO Página 1927 VARIAÇÃO ESTACIONAL DE PREÇOS DA MAMONA NO PARANÁ Gerson Henrique da Silva 1 ; Maura Seiko Tsutsui Esperancini 2 ; Cármem Ozana de Melo 3 ; Osmar de Carvalho Bueno 4 1Unioeste Francisco Beltrão-PR,

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 OTIMIZAÇÃO DA EFETIVIDADE DE HEDGE NA COMPRA DE MILHO POR MEIO DE CONTRATOS FUTUROS PARA PRODUÇÃO DE BOVINOS DE CORTE RESUMO GUSTAVO DE SOUZA CAMPOS BADARÓ 1, RENATO ELIAS FONTES 2 ; TARCISIO GONÇALVES

Leia mais

Combinação de previsões em séries temporais do consumo industrial de energia elétrica em Santa Catarina

Combinação de previsões em séries temporais do consumo industrial de energia elétrica em Santa Catarina XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 9 out a 01 de nov de 005 Combinação de previsões em séries temporais do consumo industrial de energia elétrica em Santa Catarina Gueibi Peres

Leia mais

ANAIS ANÁLISE DE PROBLEMAS NO CONTROLE DE ESTOQUE DECORRENTES DE ERROS NOS REGISTROS DE SAÍDA

ANAIS ANÁLISE DE PROBLEMAS NO CONTROLE DE ESTOQUE DECORRENTES DE ERROS NOS REGISTROS DE SAÍDA ANÁLISE DE PROBLEMAS NO CONTROLE DE ESTOQUE DECORRENTES DE ERROS NOS REGISTROS DE SAÍDA FABIO FAVARETTO ( fabio.favaretto@unifei.edu.br ) UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ EVERTON DROHOMERETSKI ( profeverton.d@hotmail.com

Leia mais

SIMULAÇÃO DE RISCO NA AVALIAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS PELO MÉTODO DE MONTE CARLO Prof. Dr. Gabriel A. Costa Lima Gerente da AREMAS (Smart Business Solutions) Contatos: gabriel.costa.lima@aremas.com.br Quem

Leia mais

Alocação de Recursos em Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária: uma abordagem da Teoria do Portfólio

Alocação de Recursos em Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária: uma abordagem da Teoria do Portfólio Alocação de Recursos em Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária: uma abordagem da Teoria do Portfólio FERNANDES, Kellen Cristina Campos 1 ; FIGUEIREDO, Reginaldo Santana 2 Escola de Agronomia e Engenharia

Leia mais

A demanda pode ser entendida como a disposição dos clientes ao consumo de bens e serviços ofertados por uma organização.

A demanda pode ser entendida como a disposição dos clientes ao consumo de bens e serviços ofertados por uma organização. Previsão da Demanda As previsões têm uma função muito importante nos processos de planejamento dos sistemas logísticos, pois permite que os administradores destes sistemas antevejam o futuro e planejem

Leia mais

Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia. Novembro de 2009

Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia. Novembro de 2009 Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia Novembro de 2009 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. METODOLOGIA... 2 2.1. BASE DE DADOS... 2 2.2. MÉTODO DE ANÁLISE... 3 3. EVOLUÇÃO DOS

Leia mais

PPCP Planejamento, Programação e Controle da Produção. Qualidade, confiabilidade, custo, flexibilidade

PPCP Planejamento, Programação e Controle da Produção. Qualidade, confiabilidade, custo, flexibilidade PPCP Planejamento, Programação e Controle da Produção Wheelwrigt Skinner Swamidass Leong Slack Qualidade, confiabilidade, custo, flexibilidade Custo, entrega, qualidade, serviço confiável, flexibilidade

Leia mais

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Carlos Alberto Rovedder, Gustavo Zanini Kantorski Curso de Sistemas de Informação Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) Campus

Leia mais

CONTRATOS DERIVATIVOS. Futuro de Boi Gordo

CONTRATOS DERIVATIVOS. Futuro de Boi Gordo CONTRATOS DERIVATIVOS Futuro de Boi Gordo Futuro de Boi Gordo Ferramenta que permite a gestão financeira do risco existente nas operações realizadas no mercado físico. O Contrato Futuro de Boi Gordo é

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM LONDRINA/PR

CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM LONDRINA/PR CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM LONDRINA/PR Com a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR) e o Centro

Leia mais

5 Estudo de caso: índice de cobrabilidade

5 Estudo de caso: índice de cobrabilidade 5 Estudo de caso: índice de cobrabilidade Neste capítulo, as metodologias abordadas nos capítulos 3 e 4 serão adaptadas e aplicadas ao contexto descrito no capítulo 1 (mensurar as variáveis que compõem

Leia mais

Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013

Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013 Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013 dezembro, 2012 Índice 1. Algodão 2. Soja 3. Milho 4. Boi Gordo 5. Valor Bruto da Produção ALGODÃO Mil toneladas

Leia mais

Unidade III RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS. Profa. Marinalva Barboza

Unidade III RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS. Profa. Marinalva Barboza Unidade III RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Profa. Marinalva Barboza Atividades da gestão de materiais e a logística Segundo Pozo, as atividades logísticas podem ser vistas por duas grandes áreas: atividades

Leia mais

Combinação de métodos de séries temporais para previsão da demanda de café no Brasil

Combinação de métodos de séries temporais para previsão da demanda de café no Brasil Combinação de métodos de séries temporais para previsão da demanda de café no Brasil Marcelo Lacerda Rezende (UNIFEI) mrezende@unifei.edu.br Livio Agnew Bacci (UNIFEI) livioab@yahoo.com.br André Luiz Medeiros

Leia mais

Técnicas de previsão de demanda: um estudo de caso triplo com dados de venda de materiais eletro-mecânicos

Técnicas de previsão de demanda: um estudo de caso triplo com dados de venda de materiais eletro-mecânicos Técnicas de previsão de demanda: um estudo de caso triplo com dados de venda de materiais eletro-mecânicos Data de recebimento: 03/05/2007 Data de aprovação: 31/05/2007 Gustavo Luis Zan (UNISINOS) gustavo_lz@yahoo.com.br

Leia mais

INDÚSTRIA DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL

INDÚSTRIA DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL INDÚSTRIA DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL Em 2011: Registrou incremento de 5,2% Em 2011, o setor cresceu 5,2%, movimentou R$ 40 bilhões em insumos e produziu 64,5 milhões de toneladas de ração e 2,35milhões de suplementos

Leia mais

Luciano de Souza Vacari Mercado Futuro Hedging e Opções Novembro/2006

Luciano de Souza Vacari Mercado Futuro Hedging e Opções Novembro/2006 Luciano de Souza Vacari Mercado Futuro Hedging e Opções Novembro/2006 O que é uma Bolsa de Futuros? Local organizado para administrar risco; Organização sem fins lucrativos; Dar visibilidade nos preços;

Leia mais

Sumário. Parte l. 1. Introdução à pesquisa qualitativa e quantitativa em marketing 1 1.1 Pesquisa qualitativa 1 1.2 Pesquisa quantitativa 3

Sumário. Parte l. 1. Introdução à pesquisa qualitativa e quantitativa em marketing 1 1.1 Pesquisa qualitativa 1 1.2 Pesquisa quantitativa 3 Sumário Parte l 1. Introdução à pesquisa qualitativa e quantitativa em marketing 1 1.1 Pesquisa qualitativa 1 1.2 Pesquisa quantitativa 3 2. Entrevistas 5 2.1 Tipos de entrevistas 8 2.2 Preparação e condução

Leia mais

Previsão de demanda de três produtos fornecidos por um distribuidor de bebidas

Previsão de demanda de três produtos fornecidos por um distribuidor de bebidas Resumo Previsão de demanda de três produtos fornecidos por um distribuidor de bebidas Tâmis Scipioni 1 Miguel Afonso Sellitto 2 O objetivo deste artigo foi identificar a metodologia de previsão de demanda

Leia mais

1. A Previsão como Instrumento do Planejamento

1. A Previsão como Instrumento do Planejamento 1. A Previsão como Instrumento do Planejamento 1. Introdução A previsão e o planejamento são processos seqüenciais. O planejamento pode ser reconhecido como o processo de estabelecer compromissos de gerência

Leia mais

Métodos Básicos de Previsão

Métodos Básicos de Previsão Métodos Básicos de Previsão O que é previsão? "Prediction is very difficult, especially if it s about the future." 1 Niels Bohr, laureado com Nobel em Física Segundo o Dicionário do Aurélio (FERREIRA,

Leia mais

06 de julho de 2012 Edição nº. 476

06 de julho de 2012 Edição nº. 476 Indicador Boi Gordo Esalq/BVMF à Vista em SP 95 Essa semana gostaria da falar de algo diferente, mas antes vamos dar uma olhada nos preços da arroba em São Paulo. Repare: os preços não se afastaram muito

Leia mais

Commodities Agrícolas

Commodities Agrícolas Commodities Agrícolas CAFÉ CAFÉ Bolsas BM&F ICE FUTURES Contrato Fechamento Máxima Mínimo Variação Contrato Fechamento Máxima Mínimo Variação SET13 136,80 136,50 135,80-1,80 SET 113,50 115,70 113,25-1,45

Leia mais

Um Estudo da Série de Vendas de Automóveis no Brasil através de Métodos Clássicos de Previsão de Demanda

Um Estudo da Série de Vendas de Automóveis no Brasil através de Métodos Clássicos de Previsão de Demanda Um Estudo da Série de Vendas de Automóveis no Brasil através de Métodos Clássicos de Previsão de Demanda Autoria: André Assis de Salles, Paula Evaristo Arantes, Carolina Campos Tavares A necessidade de

Leia mais

CARNE BOVINA DESEMPENHO DE 2008 E PERSPECTIVAS PARA 2009 17/07/2009

CARNE BOVINA DESEMPENHO DE 2008 E PERSPECTIVAS PARA 2009 17/07/2009 CARNE BOVINA DESEMPENHO DE 2008 E PERSPECTIVAS PARA 2009 17/07/2009 MERCADO INTERNACIONAL O Brasil teve uma performance impressionante na produção de carnes nos últimos anos: tornou-se o maior exportador

Leia mais

Previsão da Arrecadação do ICMS: uso do modelo Holt-Winters Aditivo na Paraíba

Previsão da Arrecadação do ICMS: uso do modelo Holt-Winters Aditivo na Paraíba Previsão da Arrecadação do ICMS: uso do modelo Holt-Winters Aditivo na Paraíba FILIPE COELHO DE LIMA DUARTE Universidade Federal da Paraíba MAYSA FRANCYELLE DE SOUZA Universidade Federal da Paraíba LUIZ

Leia mais

AVALIAÇÃO ECONÔMICA EM SISTEMAS PECUÁRIOS DE CICLO COMPLETO NO ESTADO RIO GRANDE DO SUL

AVALIAÇÃO ECONÔMICA EM SISTEMAS PECUÁRIOS DE CICLO COMPLETO NO ESTADO RIO GRANDE DO SUL AVALIAÇÃO ECONÔMICA EM SISTEMAS PECUÁRIOS DE CICLO COMPLETO NO ESTADO RIO GRANDE DO SUL JOÃO GARIBALDI ALMEIDA VIANA; VICENTE C. P. SILVEIRA; ADRIANA FERREIRA VARGAS; UFSM SANTA MARIA - RS - BRASIL joaogaribaldi@brturbo.com.br

Leia mais

O planejamento e controle da produção em uma cooperativa do setor agroindustrial

O planejamento e controle da produção em uma cooperativa do setor agroindustrial O planejamento e controle da produção em uma cooperativa do setor agroindustrial Edimar Marcon (UFOP) edimarcon@yahoo.com.br Nayara Franciele Silva (UFOP) nayara_fram@yahoo.com.br Paulo Roberto do Nascimento

Leia mais

Análise de séries temporais aplicada aos valores do salário mínimo necessário do Brasil

Análise de séries temporais aplicada aos valores do salário mínimo necessário do Brasil Análise de séries temporais aplicada aos valores do salário mínimo necessário do Brasil Talita Tanaka Fernandes Jacqueline Meneguim Manoel Ivanildo Silvestre Bezerra 3 Luiz Ricardo Nakamura Introdução

Leia mais

Rentabilidade das propriedades de recria-engorda de MT cai em 2015

Rentabilidade das propriedades de recria-engorda de MT cai em 2015 Rentabilidade das propriedades de recria-engorda de MT cai em 2015 Por Prof. Dr. Sergio De Zen e Graziela Correr; Equipe Pecuária de Corte A rentabilidade em propriedades típicas de recria-engorda do estado

Leia mais

MetrixND. especificações. MetrixND - Ferramenta de previsão de energia elétrica

MetrixND. especificações. MetrixND - Ferramenta de previsão de energia elétrica MetrixND especificações MetrixND - Ferramenta de previsão de energia elétrica Visão geral O MetrixND da Itron é uma ferramenta de modelagem flexível, bastante usada pelos principais serviços de previsão

Leia mais

ANÁLISE DE PROBLEMAS NO CONTROLE DE ESTOQUE GERADOS POR ERROS NOS REGISTROS DE MOVIMENTAÇÕES

ANÁLISE DE PROBLEMAS NO CONTROLE DE ESTOQUE GERADOS POR ERROS NOS REGISTROS DE MOVIMENTAÇÕES ANÁLISE DE PROBLEMAS NO CONTROLE DE ESTOQUE GERADOS POR ERROS NOS REGISTROS DE MOVIMENTAÇÕES Caroline Peixoto Pedroso (PUCPR) caroppedroso@gmail.com Fabio Favaretto (UNIFEI) professor.favaretto@gmail.com

Leia mais

CONTRATOS DERIVATIVOS. Opção sobre Futuro de Boi Gordo

CONTRATOS DERIVATIVOS. Opção sobre Futuro de Boi Gordo CONTRATOS DERIVATIVOS Opção sobre Futuro de Boi Gordo Opção sobre Futuro de Boi Gordo O Contrato de Opção sobre Futuro de Boi Gordo com Liquidação Financeira foi lançado pela BM&FBOVESPA, em 22/07/1994,

Leia mais

PLANEJAMENTO DE CAIXA: ORÇAMENTO DE CAIXA

PLANEJAMENTO DE CAIXA: ORÇAMENTO DE CAIXA PLANEJAMENTO DE CAIXA: ORÇAMENTO DE CAIXA O orçamento de caixa, ou projeção de caixa, é uma demonstração das entradas e saídas de caixa previstas da empresa. Serve para estimar as necessidades de caixa

Leia mais

RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO

RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO PANORAMA SEMANA DE 21 A 25 DE SETEMBRO de 2009 Semana de preço estável no mercado de Boi Gordo no Rio Grande do Sul, com o preço encerrando a semana a R$ 4,61/kg carcaça.

Leia mais

Subsídios técnicos para a agenda brasileira de bioetanol

Subsídios técnicos para a agenda brasileira de bioetanol Subsídios técnicos para a agenda brasileira de bioetanol Oficina Sustentabilidade do Bioetanol 25 e 26 de fevereiro de 2010 Brasília Miguel Taube Netto UniSoma Luis Franco de Campos Pinto UniSoma Estudo

Leia mais

APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE PREVISÃO DE DEMANDAS BASEADAS EM SÉRIES TEMPORAIS EM UMA CONCESSIONÁRIA DE MOTOCICLETAS (ESTUDO DE CASO)

APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE PREVISÃO DE DEMANDAS BASEADAS EM SÉRIES TEMPORAIS EM UMA CONCESSIONÁRIA DE MOTOCICLETAS (ESTUDO DE CASO) XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE PREVISÃO DE DEMANDAS BASEADAS EM SÉRIES TEMPORAIS EM UMA CONCESSIONÁRIA DE MOTOCICLETAS (ESTUDO DE CASO) Carlos Eduardo de Carvalho

Leia mais

EnterpriseOne 8.9 Previsão PeopleBook

EnterpriseOne 8.9 Previsão PeopleBook EnterpriseOne 8.9 Previsão PeopleBook Setembro 2003 PeopleSoft EnterpriseOne 8.9 Previsão PeopleBook SKU SCM89PFC0309 Copyright 2003 PeopleSoft, Inc. Todos os direitos reservados. Todas as informações

Leia mais

Modelagem do total de passageiros transportados no aeroporto internacional de Belém: Um estudo preliminar

Modelagem do total de passageiros transportados no aeroporto internacional de Belém: Um estudo preliminar Modelagem do total de passageiros transportados no aeroporto internacional de Belém: Um estudo preliminar Núbia da Silva Batista ¹ Cássio Pinho dos Reis ² Flávia Ferreira Batista ² 3 Introdução Inaugurado

Leia mais

Palestras Scot Consultoria

Palestras Scot Consultoria Palestras Scot Consultoria índice palestras scot consultoria As melhores e mais fiéis informações de mercado vão até você temas 3 pecuária de corte e seus derivados temas 5 pecuária de leite e derivados

Leia mais

Modelo para Análise de Custos no Desenvolvimento de Sistemas

Modelo para Análise de Custos no Desenvolvimento de Sistemas Modelo para Análise de Custos no Desenvolvimento de Sistemas Cilene Araújo da Cruz Moro Mestre em Ciências em Engenharia de Produção, Área de Gerência da Produção (UNIFEI) e doutorando em Computação Aplicada

Leia mais

Utilização da metodologia de Box & Jenkins na previsão do preço futuro pago as exportações paranaenses de madeira serrada

Utilização da metodologia de Box & Jenkins na previsão do preço futuro pago as exportações paranaenses de madeira serrada Utilização da metodologia de Box & Jenkins na previsão do preço futuro pago as exportações paranaenses de madeira serrada Vanderlei Santos de Souza 1 Blas Henrique Cabalero Nuñes 2 Alexandre Nascimento

Leia mais

Sistemas de Produção em Pecuária de Corte Análise Crítica. Lívio Ribeiro Molina MSc;DSc. Escola de Veterinária - UFMG

Sistemas de Produção em Pecuária de Corte Análise Crítica. Lívio Ribeiro Molina MSc;DSc. Escola de Veterinária - UFMG Sistemas de Produção em Pecuária de Corte Análise Crítica Lívio Ribeiro Molina MSc;DSc. Escola de Veterinária - UFMG As organizações empresariais fracassam por um desses motivos: Sistema sem paixão; Paixão

Leia mais

Elaboração e Análise de Projetos

Elaboração e Análise de Projetos Elaboração e Análise de Projetos Plano do Projeto: Diagnóstico (Planejamento) Estudo de Mercado Engenharia do Projeto Avaliação Planejamento Estratégico Tecnologia e tamanho do Investimento Projeto é:

Leia mais

Alta do dólar reforça aumento dos custos de produção

Alta do dólar reforça aumento dos custos de produção Alta do dólar reforça aumento dos custos de produção Por Prof. Dr. Sergio De Zen e Graziela Correr; Equipe Pecuária de Corte Se, de um lado, a forte alta do dólar frente ao Real tem contribuído para elevar

Leia mais

Pós-Graduação Lato Sensu em ENGENHARIA DE MARKETING

Pós-Graduação Lato Sensu em ENGENHARIA DE MARKETING Pós-Graduação Lato Sensu em ENGENHARIA DE MARKETING Inscrições Abertas: Início das aulas: 28/03/2016 Término das aulas: 10/12/2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às 22h30 Semanal Quarta-Feira

Leia mais

Exercícios livro Gestão de Redes de Suprimentos

Exercícios livro Gestão de Redes de Suprimentos Exercícios livro Gestão de Redes de Suprimentos CAPÍTULO 6 Avaliação de desempenho e alinhamento de incentivos na rede global de suprimentos... 2 1. EXERCÍCIO EXEMPLO. Fabricante de CD s... 2 2. 2a 2b.

Leia mais

A PRODUÇÃO DE CARNE BOVINA EM CONFINAMENTO NO BRASIL BRUNO DE JESUS ANDRADE DIRETOR EXECUTIVO DA ASSOCON

A PRODUÇÃO DE CARNE BOVINA EM CONFINAMENTO NO BRASIL BRUNO DE JESUS ANDRADE DIRETOR EXECUTIVO DA ASSOCON A PRODUÇÃO DE CARNE BOVINA EM CONFINAMENTO NO BRASIL BRUNO DE JESUS ANDRADE DIRETOR EXECUTIVO DA ASSOCON ASSOCON Associação Nacional dos Confinadores Entidade nacional com 85 membros 21% do volume confinado

Leia mais

Planejamento agregado da produção em uma empresa de pequeno porte: um estudo caso

Planejamento agregado da produção em uma empresa de pequeno porte: um estudo caso Planejamento agregado da produção em uma empresa de pequeno porte: um estudo caso Reynaldo Chile Palomino (UCS) rcpalomi@ucs.br Almir Antônio Lanfredi (UCS) metalform@malbanet.com.br Resumo O presente

Leia mais

de inverno que viraram opção para o pecuarista da região para conseguir ter pasto na época da seca.

de inverno que viraram opção para o pecuarista da região para conseguir ter pasto na época da seca. CUSTO DE PRODUÇÃO DE BOVINOCULTURA DE CORTE EM GUARAPUAVA/PR Com a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAR) e o Centro

Leia mais

MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS

MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular: NOVAS TENDÊNCIAS EM CONTABLIDADE DE GESTÃO Semestre 1º ECT s 6 Área Científica: Docente: CONTABILIDADE HUMBERTO RIBEIRO

Leia mais

CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO

CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro estimado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Centro de Estudos Avançados

Leia mais

SIMULAÇÃO APLICADA EM PROJETOS DE LINHAS DE MONTAGEM COM PALLETS RETORNÁVEIS 1

SIMULAÇÃO APLICADA EM PROJETOS DE LINHAS DE MONTAGEM COM PALLETS RETORNÁVEIS 1 SIMULAÇÃO APLICADA EM PROJETOS DE LINHAS DE MONTAGEM COM PALLETS RETORNÁVEIS 1 Leonardo Chwif Sinopse Simulate Tecnologia de Simulação Ltda Travessa R, n o 400, sala 19, Prédio Cietec 05508-900, São Paulo,

Leia mais

Ajuste de Modelo de Previsão Para Dados de Séries Temporais de Abate Suino no Brasil

Ajuste de Modelo de Previsão Para Dados de Séries Temporais de Abate Suino no Brasil Ajuste de Modelo de Previsão Para Dados de Séries Temporais de Abate Suino no Brasil Marcus Vinicius Silva Gurgel do Amaral 1 Taciana Villela Savian 2 Djair Durand Ramalho Frade 3 Simone Silmara Werner

Leia mais

Ajuste de modelos de redes neurais artificiais na precipitação pluviométrica mensal

Ajuste de modelos de redes neurais artificiais na precipitação pluviométrica mensal Ajuste de modelos de redes neurais artificiais na precipitação pluviométrica mensal 1 Introdução Antonio Sergio Ferraudo 1 Guilherme Moraes Ferraudo 2 Este trabalho apresenta estudos de série de precipitação

Leia mais

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

Perspectivas de Mercado

Perspectivas de Mercado Perspectivas de Mercado Estratégico Nível Gestão Gerencial Nível Caixa Nível Operacional Pecuária Custos de Corte Tecnologia do uso da informa ção Alcides Torres Insumos Bens de Fabiano R. Tito Rosa Scot

Leia mais

NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS. Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes

NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS. Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes NECESSIDADES DE PREVISÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Mayara Condé Rocha Murça TRA-53 Logística e Transportes Setembro/2013 Introdução Estimativas acuradas do volume de produtos e serviços processados pela

Leia mais

Planejamento e Organização da Produção

Planejamento e Organização da Produção Planejamento e Organização da Produção Prof. Fernando Deschamps fernando.deschamps@ufpr.br Bibliografia recomendada TUBINO, D.F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2 ed. Atlas, 2009.

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MÉTODOS QUANTITATIVOS

DEPARTAMENTO DE MÉTODOS QUANTITATIVOS DEPARTAMENTO DE MÉTODOS QUANTITATIVOS DISCIPLINA: MÉTODOS DE PREVISÃO DOCUMENTO DE APRESENTAÇÃO LICENCIATURA DE MARKETING ANO LECTIVO 2005/06 Métodos de Previsão Ano lectivo: 2005/2006 3.º ano; 2.º semestre

Leia mais

ANAIS COMPARATIVO ENTRE MODELOS DE SÉRIE TEMPORAL PARA PREVISÃO DE DEMANDA DE UM ITEM COM COMPORTAMENTO INTERMITENTE DE DEMANDA

ANAIS COMPARATIVO ENTRE MODELOS DE SÉRIE TEMPORAL PARA PREVISÃO DE DEMANDA DE UM ITEM COM COMPORTAMENTO INTERMITENTE DE DEMANDA COMPARATIVO ENTRE MODELOS DE SÉRIE TEMPORAL PARA PREVISÃO DE DEMANDA DE UM ITEM COM COMPORTAMENTO INTERMITENTE DE DEMANDA ROBERTO RAMOS DE MORAIS (rrmorais@uol.com.br, rrmorais@uol.com.br) Fatec Zl - Faculdade

Leia mais

RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO PANORAMA. A informação é nossa, a decisão é sua! GR. Boi Gordo Mercado Físico RS Período Gráfico DIÁRIO

RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO PANORAMA. A informação é nossa, a decisão é sua! GR. Boi Gordo Mercado Físico RS Período Gráfico DIÁRIO PANORAMA RELATÓRIO DE COMMODITIES BOI GORDO SEMANA DE 10 A 14 DE AGOSTO de 2009 Semana de nova estabilidade no preço do Boi Gordo no mercado físico do Rio Grande do Sul, fechando a semana em R$ 5,28/kg

Leia mais

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes.

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Tiago Esteves Terra de Sá (UFOP) tiagoeterra@hotmail.com Resumo: Este trabalho busca apresentar

Leia mais

9 Referências bibliográficas

9 Referências bibliográficas 136 9 Referências bibliográficas ALVARENGA, A. C. ; NOVAES, A. G. N. Logística aplicada: suprimento e distribuição física. 3. ed. 1. reimp. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. 194 p. BAÍDYA, T. K. N. ; AIUBE,

Leia mais