ANÁLISE DE ESTÁGIO DE MUDANÇA DE UMA EMPRESA MOVELEIRA DA SERRA GAÚCHA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DE ESTÁGIO DE MUDANÇA DE UMA EMPRESA MOVELEIRA DA SERRA GAÚCHA"

Transcrição

1 ISSN ANÁLISE DE ESTÁGIO DE MUDANÇA DE UMA EMPRESA MOVELEIRA DA SERRA GAÚCHA Rosimeri Machado (Universidade de Caxias do Sul) Mauricio Caetano Nedeff (Universidade de Caxias do Sul) Paulo Fernando Pinto Barcellos (Universidade de Caxias do Sul) Resumo Este artigo teve como objetivo avaliar o estágio de mudança de uma empresa moveleira da Serra Gaúcha no Rio Grande do Sul, com o intuito de conhecer a forma de aplicação prática do processo de oito etapas de criação da mudança propostos porr Kotter e Cohen (2002) em uma empresa brasileira. Para obtenção das informações foi utilizado o questionário de Avaliação rápida de mudança de Cohen (2005) e aplicado para uma população de 19 pessoas, correspondentes a totalidade de supervisores e gerências da empresa analisada. Os resultados obtidos foram que a empresa encontra-se no segundo passo proposto pelos autores e que a organização deve seguir desenvolvendo os demais passos para obter a implantação eficaz do processo de mudança. Palavras-chaves: empresa moveleira,processo oito etapas,mudança

2 1 INTRODUÇÃO As mudanças são cada vez mais necessárias e freqüentes nas organizações, isso em função das rápidas transformações, velocidade das informações e principalmente das necessidades dos consumidores que se alteram com as novas tecnologias e invenções. Diante desta realidade, este artigo se torna uma importante fonte de informação para aplicação efetiva do processo de mudança nas organizações. Entre os anos de 1995 e 2002 Kotter e Cohen (2002) realizaram uma pesquisa que envolveu cerca de 400 pessoas de 130 organizações. O resultado desta pesquisa foi a criação dos oito passos para a implantação de mudanças bem sucedidas dentro das organizações. Este artigo se baseou nesta pesquisa e visou aplicar na prática os oito passos do processo de mudança proposto pelos autores em uma empresa brasileira do ramo moveleiro localizada na Serra Gaúcha no Estado do Rio Grande do Sul. A mudança em grande escala é um processo complexo e o desafio central de todos os oito estágios do processo é mudar o comportamento das pessoas: o que as pessoas fazem e a necessidade de mudanças significativas no que fazem. O coração das mudanças dentro desta linha estaria nas emoções das pessoas dentro das organizações. O objetivo do artigo é avaliar em que estágio das oito etapas a empresa se encontrava, para posteriormente saber de qual passo deveria iniciar o trabalho para efetivar um processo de mudança bem sucedida. Para obtenção das informações foi utilizado o questionário de Avaliação rápida de mudança proposto por Cohen (2005) e aplicado para uma população de 19 pessoas, correspondentes a totalidade de supervisores e gerências da empresa analisada. Optou-se por abranger o nível intermediário do organograma pois este é o nível que intermedia as necessidades dos colaboradores e da diretoria e que divulga e controla para que as estratégias sejam implementadas eficazmente. 2 APROXIMAÇÃO DO TEMA MUDANÇA 2.1 Mudança Inicialmente, temos que compreender o que realmente significa mudança. Encontramos como definição para mudança, ato de mudar, troca, alteração, modificação, transformação (física ou moral) e variação (Dicionário Priberam). A necessidade de mudança para uma maior competitividade da indústria, pode ser proveniente de distintos fatores, tais como o esforço exportador, em empresas brasileiras; 2

3 adequações impostas por multinacionais instaladas no país; exigências provenientes de clientes (organizações); ou mesmo por opção própria (FLEURY e FLEURY, 2008). Outras situações poderiam ser citadas como motivadoras das organizações para a busca de mudança, tais como: adequação a leis trabalhistas; aumento de produtividade; aumento de qualidade e crises econômicas. Segundo Senge et al (1999) as mudanças podem ser externas (em tecnologia, nos clientes, na concorrência, na estrutura de mercado ou no ambiente sociopolítico), ou internas (como a organização se adapta ao meio ambiente). Para aqueles que utilizam a aprendizagem como instrumento para mudança, algumas características devem ser observadas, tais como não se satisfazer com as aparências; reconhecer que a realidade é mutável; estar disposto a analisar suas posições, em decorrência de estar ciente da necessidade de mudanças; não agir com preconceito na captação, análise e apresentação dos resultados; por fim, agir de forma indagadora e com diálogos, além de observar com imparcialidade tanto o novo quanto o velho (CARVALHO, 1999). Como comenta Moreno, et.al (2000) a idéia de mudança como parte da natureza das coisas prospera e aplica-se paulatinamente à constituição de nosso próprio planeta e ao universo inteiro, que, rompendo seu estatismo, expande-se infinitamente. A idéia de mudança penetra também a psicologia quando começa a observar o ser humano como um ser que evolui; mas em toda mudança há algo que permanece, e a conjunção da permanência e da mudança aumenta a complexidade dos novos fenômenos que se vislumbram, surgindo a necessidade de modelos capazes de dar conta da complexidade. Segundo Kotter e Cohen (2002) há pessoas que se deixam dominar pela frustração para proteger-se psicologicamente, tentam convencer-se de que a necessidade de mudança é pequena, mas forças poderosas e incessantes agravam a turbulência. Há pessoas que se deixam dominar pelo desânimo para proteger-se psicologicamente, tentam convencer-se de que os problemas são inevitáveis e incontroláveis e outras que lidam com a mudança em larga escala de maneira extremamente eficaz todos devem aprender com estas últimas onde se incluem tanto CEOs (maior executivo da empresa) quanto supervisores de linha. 2.2 Oito passos para a mudança Segundo Kotter (1997) e Kotter e Cohen (2002), oito passos para a mudança devem ser seguidos/ utilizados para que se implementem mudanças, nas organizações. A sequência é descrita por oito diferentes ações, iniciando pela ação de Aumentar a urgência (1), 3

4 passando por Construir a equipe de orientação (2), Desenvolver a visão certa (3), Comunicar-se para promover a compra (4), Empowerment para a ação (5), Propiciar vitórias a curto prazo (6), Não permitir o desânimo (7) e, culminando então com a ação para Tornar a mudança duradoura (8). As mudanças bem sucedidas, também estão relacionadas a um ciclo com três fases, que são: ver; sentir e; mudar. Na primeira fase, o ver está relacionado a fazer com que as pessoas envolvidas no processo de mudança, de fato, consigam vislumbrar a necessidade da realização da alteração; caso se verifique a dificuldade de visualização, por parte de pessoas envolvidas no processo (pessoas agindo de forma complacente), pode ser utilizada como solução, a criação de situações dramáticas e cativantes, que façam com que as pessoas consigam visualizar os problemas existentes. Com isto, pode-se partir para a segunda fase, que apresenta então o sentir ; ou seja, as pessoas, após conseguirem ver a necessidade de mudança, transformam aquilo que viram, em sentimento, voltada para a necessidade de mudança; com isto, algumas atitudes indesejadas, como complacência, medo, raiva e cinismo, tornam-se menos frequentes. Na terceira fase do ciclo, o mudar é uma consequência embasada nas alterações de sentimento da fase anterior; a mudança, aqui, é fruto dos sentimentos que sofreram alteração. Fechando então este ciclo ver-sentir-mudar, podemos dizer que a motivação para mudança esta muito mais próxima da alteração de sentimentos do que da alteração de pensamentos. 3 - MÉTODO Para se alcançar um processo de mudança em grande escala, nas organizações, descrevemos as oito fases/ passos/ ações recomendadas por Kotter (1997) e Kotter e Cohen (2002): Passo I Aumentar a urgência Nesta primeira fase, é importante que certa massa crítica de pessoas (KOTTER e COHEN, 2002) trabalhe com no mínimo um nível inicial de senso de urgência (pessoas que estão cientes da necessidade da implantação de mudança e que, ao mesmo tempo espalhem pela organização esse sentimento). Entretanto, alguns fatores podem desfavorecer a implantação da urgência, como a complacência, a imobilidade, a raiva e o excesso de pessimismo. A complacência é observada aqui, com frequência; ou seja, muitos colaboradores não conseguem vislumbrar que existe a necessidade real de mudança, na organização. Podendo a complacência, ser fruto da ausência de uma crise, do excesso de recursos aparentes, de sistemas de avaliação interno desfocados, de insuficiente ou mesmo da ausência de feedback externo, da capacidade de recusa do ser humano, além de outros 4

5 motivos. Com o intuito de estimular a urgência (ou senso de urgência nos membros da organização), podem ser utilizadas algumas formas, tais como: gerar uma crise (de forma fictícia); suprimir situações claras de excesso de gastos; estabelecimento de objetivos ambiciosos, de forma que somente possam ser atingidos com a efetivação de mudanças de porte; incentivar contato frequente com clientes e acionistas insatisfeitos, além de outras formas. Passo II Construir a equipe de orientação Nesta etapa, o objetivo é a criação de uma equipe, para orientar a implantação da mudança. Também devem ser criadas as condições adequadas para que a equipe possa desempenhar um bom trabalho. Duas características básicas são observadas em equipes que realmente atuam de forma adequada: essas equipes devem ser compostas pelas pessoas certas e, que sejam capazes de trabalhar em conjunto. Os autores também sugerem que, para a formação da equipe, sejam observados, alguns pontos, tais como: inicialmente, uma pessoa convicta da necessidade de mudança, reúna os primeiros membros; demais componentes sejam selecionados, observando-se a necessidade de se promover a junção de capacidades diversas (conhecimentos externos relevantes, credibilidade, experiência na organização, autoridade formal e habilidades gerenciais e de liderança); a escolha pelos membros, deve atrair, mas também rejeitar participantes, pois os mesmos devem ter algumas das características necessárias. Passo III Desenvolver a visão certa Neste momento, o grupo formado tem como objetivo o desenvolvimento da nova visão da organização, uma visão que seja nítida, simples, sensata e ao mesmo tempo, motivadora, proporcionando então a criação das estratégias; também pode ser dito que a visão mostra como a empresa terá que ser, em um determinado momento do futuro, ou seja, busca pintar imagens do futuro da organização. No processo de mudança, a existência da visão, atinge a três objetivos: esclarecer a direção geral da mudança; motivar os colaboradores para a tomada de medidas adequadas e, por fim colaborar para a coordenação das ações dos colaboradores. Ainda, podemos citar seis características que a visão deve contemplar; características estas consideradas de grande importância terá que ser imaginável, no sentido de possibilitar a visualização da organização, no futuro; desejável para todos os envolvidos na mudança; viável, no sentido de algo que possa ser atingido; concentrada, com relação a clareza e objetividade, proporcionando diretrizes; flexível, dando espaço para iniciativas e ações alternativas; e por fim comunicável, no sentido de ser facilmente explicada, e por consequência, compreendida por todos. 5

6 Passo IV Comunicar-se para promover a compra Neste estágio da implantação da mudança em grande escala, os objetivos são (1) comunicar a nova visão e, ao mesmo tempo, (2) fazer com que os colaboradores de fato compreendam e passem a agir de acordo com a nova visão; pois, se a visão é comunicada com clareza, os colaboradores compreendem e, por conseguinte, utilizam as novas orientações em seu dia a dia, fazendo com que a organização se aproxime cada vez mais, daquela organização desejada no futuro. Quando da comunicação na nova visão, que busca uma mudança de grande porte, poderão surgir alguns colaboradores com sentimento de ansiedade e raiva; sentimentos estes que poderão ser amenizados através da utilização de comunicação que produza confiança, sentido real de direção e que ao mesmo tempo desperte a fé dos colaboradores para com a visão apresentada. Passo V Empowerment para a ação Neste momento, os objetivos podem ser divididos em duas linhas, sendo a primeira, prover os colaboradores, de meios e condições para que a visão seja atingida; e também liberar caminho, para possibilitar o alcance da visão, considerando que poderão haver barreiras que dificultem os colaboradores a atingir os objetivos propostos pela visão. Podem ser citadas quatro barreiras: as estruturas formais da organização; deficiência de habilidades necessárias; sistemas de informação deficientes ou inadequados para o processo que esta sendo proposto/ implantado; chefia/ supervisores que não guiam suas ações de acordo com a visão. Os autores afirmam que as barreiras tem que ser combatidas, ou anuladas, mas também alertam para que as organizações não tentem executar os ajustes necessários nestas quatro fontes de barreiras, ao mesmo tempo, evitando assim a dispersão de energia. Passo VI Propiciar vitórias a curto prazo Considerando a dificuldade na implantação de mudanças de grande porte nas organizações, este passo consiste em apresentar aos colaboradores, pequenas vitórias durante o processo de mudança. Estas vitórias não somente servem para energizar as pessoas, mas também como feedback positivo, com relação ao trabalho que vem sendo desempenhado por elas. Tais vitórias a curto prazo, também acabam gerando um reforço da possibilidade real de se atingir o sucesso na implantação da mudança, e isto, por sua vez colabora então para atrair aqueles colaboradores que ainda não estiverem participando/ crendo nesta necessidade de mudança; ou ainda, enfraquece àqueles que não acreditam na necessidade da mudança. Importante constar que as vitórias a curto prazo não podem ser consideradas como uma vitória total da implantação de mudanças; e sim como vitórias parciais, que indicam que o caminho certo esta sendo percorrido, mas que não se chegou ao final do trajeto. Analogamente, podem ser consideradas placas nas estradas, que 6

7 nos indicam que estamos no caminho certo, mas não podem ser consideradas como o pórtico da cidade na qual estamos rumando. Passo VII Não permitir o desânimo Esta fase permite se observar algumas vitórias a curto prazo, ocorridas na fase anterior. Então, procura-se aqui, consolidar tais vitórias, além de fomentar a geração de mais vitórias a curto prazo. Isto ajudará a evitar que o desânimo comece a se instalar. Porém, o principal problema que pode passar a ocorrer nesta fase é o enfraquecimento da urgência, justamente pelo surgimento de vitórias a curto prazo que, equivocadamente podem ser interpretadas inconscientemente como autorizações para se baixar o nível de urgência/ de importância da necessidade de implantação das mudanças, propostas na nova visão. Passo VIII Tornar a mudança duradoura Depois de decorridas as sete fases anteriores, e ter se observado a implantação da visão, este último passo apresenta a necessidade de transformar esta visão, em parte da cultura da organização. Não sendo observada ou implantada com clareza esta etapa, logo surgirão os vícios existentes antes da implantação da mudança, o que seria algo totalmente inapropriado para a organização e por consequência, para os colaboradores. Pois, após todos os esforços ocorridos, e as mudanças implantadas, cabe garantir que a nova visão realmente se torne a visão da organização, que passe a fazer parte da cultura da empresa. Assim, e somente assim, é que terá sido compensado todos os esforços para a implantação da mudança em grande escala. Apesar da recomendação dos autores de que a situação ideal indica que seja seguida a sequência apresentada, os mesmos também afirmam que, em alguns momentos, em algumas organizações, haverá sobreposição dos passos. Ou seja, em situações distintas, poderá ocorrer a existência de dois passos em um mesmo momento. Cohen (2005) propõem a aplicação de um questionário, o qual está apresentado no Anexo 1, para aplicação e avaliação do estágio em que as empresas estão no processo de mudança. O questionário é apresentado com perguntas correspondente a cada estágio do processo de mudança, numa escala de Likert de 1 a 7, ou seja, as respostas podem variar de Discordo Firmemente (1) até Concordo Firmemente (6), tendo opção Não Sei (7) como alternativa. 4 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS 7

8 4.1 Apresentação da empresa Os antecessores dos diretores da empresa vieram da Itália e, juntamente com seus filhos nascidos no Brasil, iniciaram suas atividades industriais na cidade de Garibaldi, estado do Rio Grande do Sul. Na época, a empresa possuía serraria própria, beneficiava madeira, fabricava móveis e esquadrias e era conhecida na região por ter produzido esquadrias para diversas empresas da própria cidade e também municípios vizinhos. Por volta do ano de 1929, a empresa estabeleceu-se em outra cidade, incentivada pelas condições oferecidas pelo prefeito, e também devido a grande demanda de serviços. A nova razão social também foi alterada. Por volta de 1953, a empresa mudou novamente a razão social, agora administrada somente por dois irmãos, atuando até o ano de 1968, quando desfez-se a sociedade. Durante 13 anos a empresa permaneceu praticamente inativa, uma vez que apenas um dos sócios ainda realizava alguns trabalhos de marcenaria. Em 1981 foi criada uma nova empresa com nova razão social, como sócios ainda integrantes da mesma família, porém agora eram pai e filho da terceira geração que administravam os negócios, produzindo componentes de madeira para outras empresas. Em 1990 a empresa transferiu-se de local, para ampliar seu estabelecimento, ainda sediada na mesma cidade; com um novo enfoque de mercado: produção de móveis em série para atender a diversas regiões do Brasil. A atual razão social foi criada em No ano de 1993, surgiu a oportunidade de exportação para os Estados Unidos e, desde então, a empresa atua com ênfase na exportação de móveis de madeira maciça para as Américas e Europa. O primeiro produto produzido para exportação foi um relógio que tinha como finalidade, guardar objetos de decoração. 8

9 A partir do ano de 2008, a empresa voltou fortemente, sua produção e comercialização também para o mercado interno, com linhas inovadoras, design moderno e arrojado, que buscam a superação dos desejos e expectativas de seus clientes. No ano de 2009, foi certificada pela Norma de Controle de Manejo Florestal, que tem por objetivo, a preservação das florestas do planeta, a conservação da mata nativa e o controle do impacto ambiental. Uma empresa certificada por esta norma atesta que somente utiliza madeira controlada e, que sua madeira não é retirada de florestas nativas, nem tão pouco, de áreas de conservação ambiental. A empresa pesquisada busca constantemente o aprimoramento tecnológico e humano, o que lhe possibilita atuar no competitivo mercado globalizado. Seus talentos humanos são desafiados ao desenvolvimento permanente para o seu crescimento pessoal e profissional e para a garantia da satisfação dos seus públicos interno e externo. Atualmente conta com 310 colaboradores em uma área construída de m². 4.2 Análise dos Dados Para obtenção dos resultados da pesquisa, foram somadas as colunas verticais respectiva a cada passo do processo de mudança pesquisado; quanto mais positiva a resposta, maior sua pontuação, sendo que a coluna da resposta Discordo Firmemente tem um valor de x1 chegando até x6 correspondente a coluna Concordo Firmemente. Posteriormente dividiu-se os resultados obtidos pela população pesquisada para obtenção da média geral. Segundo Cohen (2005) os resultados até 4 pontos significam grande risco; escores abaixo de 16 são considerados um risco e até 24 pontos, considerados de baixo risco. 5 RESULTADOS E CONCLUSÕES 5.1 Resultados A pesquisa foi embasada no questionário de avaliação rápida de mudança proposto por Cohen (2005), e permite aferir o atual ambiente da organização com relação às ameaças mais imediatas associadas à mudança através dos oito passos do processo. Quando identificadas essas ameaças potenciais podem ser neutralizadas para que não se tornem barreiras à medida que a mudança avança. 9

10 O questionário (Anexo 1) foi aplicado nos níveis gerencial e de supervisão para a totalidade da população em questão, ou seja, 19 pessoas. Foram somadas as respostas obtidas no questionário, obtendo-se os valores conforme Tabela 1 a seguir. Tabela 1 Dados obtidos da aplicação do questionário POPULAÇÃ PASSO PASSO PASSO PASSO PASSO PASSO PASSO PASSO O Os resultados obtidos com base na Tabela 1 estão enumerados na Tabela a seguir: Tabela 2 Resultados da Pesquisa PASS O 1 PASS O 2 PASS O 3 PASS O 4 PASS O 5 PASS O 6 PASS O 7 PASS O 8 TOTAIS TOTAL/POPULAÇ 15,73 ÃO PESQUISADA* 16,526 16,315 14,052 15,315 11,578 15,684 15,736 6 *Valor Total obtido da soma das colunas dividido pelo número de amostras. Segundo Cohen (2005) os resultados até 4 pontos significam grande risco; escores abaixo de 16 são considerados um risco e até 24 pontos, considerados de baixo risco. É importante lembrar que à medida que o esforço de mudança avança, as avaliações dos passos iniciais ainda são necessárias, pois são críticas à determinação do nível de energia que esta sendo devotado ao esforço de mudança. 10

11 A empresa com base nos dados apresentados, está com escores acima de 16 (o que segundo o autor representa que a empresa esta fora do risco) para os Passos 1 e 2 propostos por Kotter; com isso podemos considerar: A empresa está com um nível de urgência bom para a implementação da mudança, seu nível intermediário está ciente que mudanças devem ser implementadas e está mobilizada para esta necessidade, não há excesso de auto-confiança, tendo uma cultura pelo que demonstrou a pesquisa, com franqueza e abertura. Sendo assim o Passo 1 estava completo. Também pode-se afirmar que a empresa possui uma equipe de orientação para conduzir na implementação da mudança, com habilidade de liderança e credibilidade pessoal para trabalhar com as mudanças organizacionais. A pesquisa também mostrou que há confiança e coesão grupal, demonstrando que o Passo 2 também estava completo. Ao mesmo tempo que se promoveu a urgência entre as pessoas, também se iniciou o desenvolvimento da equipe de orientação cujo nível de complacência é relativamente baixo; segundo o que os autores colocam, todo cuidado é pouco para não se saltar a frente com imprudência. A tentativa de dar poderes as pessoas que não estejam imbuídas de senso de urgência não produz resultados. Alguma sobreposição entre os estágios é normal, porém os estágios devem ser seguidos linearmente sem pular etapas. Se há a equipe certa e senso de urgência, o próximo passo é a construção da visão. A pesquisa demonstrou que a empresa terá que se desenvolver nos demais passos, uma vez que obteve resultados compatíveis com a pontuação de risco. A empresa agora deve trabalhar os próximos estágios, seguindo pelo Passo 3, tentando visualizar o futuro para construir uma visão, pois sem uma visão de rumo e do destino, e sem que todos compartilhem a mesma visão, as batidas na parede e as trombadas uns com os outros são inevitáveis. As velocidades das mudanças externas impõem a necessidade de aceleração das transformações internas. Nesta fase a empresa após ter criado a visão também deverá criar estratégias e planos, elaborando um orçamento para atingir os objetivos definidos. O orçamento será o exercício matemático de produção de números, o planejamento é disciplina lógica e linear, a estratégia exige grande quantidade de informações sobre clientes e concorrentes, além de habilidades conceituais. Sem um orçamento corre-se o risco de ficar sem dinheiro, sem um plano sensato correse o risco de ficar sem tempo, sem uma boa estratégia corre-se o risco de ficar encurralado, sem uma visão inspiradora corre-se o risco de escolher a estratégia errada e nunca perceber 11

12 que se está à deriva; conforme colocam Kotter e Cohen. Os planos estratégicos motivam poucas pessoas, mas a visão cativante fala ao coração e empolga os mais empredernidos. Nas fases quatro e cinco ainda se está divulgando a visão da mudança, mas já se inicia a capacitar as pessoas para a implementação da nova perspectiva. Principalmente na fase quatro os canais de comunicação devem estar desobstruídos para influenciar os sentimentos e promover os comportamentos desejáveis, com uma comunicação honesta é mais fácil manter a visão acesa na mente de todos. No Passo 5, os funcionários já compreendem a nova visão e querem ajudar, conhecem suas próprias possibilidades e estão imbuídos de autoconfiança, para isso os sistemas de avaliação e recompensas podem ser poderosos, o feedback também se torna importante neste estágio. O Empowerment é bem sucedido quando se compreendem as idéias, os resultados são satisfatórios porque se identificam corretamente os principais obstáculos e suas causas. Nas fases cinco e seis ainda se destroem obstáculos à ação, mas já se planejam as vitórias a curto prazo, nos canais onde não mais existem entraves. O ímpeto de desencadear uma terceira onda de mudanças sem vitórias a curto prazo é infrutífero. No Passo 6, as vitórias que aumentam a fé na viabilidade das mudanças, recompensam emocionalmente os que trabalham duro, mantém os críticos a distância e sustentam o impulso. Elas devem ser em quantidade suficiente, visíveis, oportunas, inequívocas e expressivas. O ideal é concentrar-se primeiro em tarefas nas quais seja possível realizar com rapidez feitos visíveis, inequívocos e expressivos, conquistando assim uma primeira vitória nítida em menos de um ano, uma vez que os processos de mudanças são de longo prazo. Isso se faz necessário em estágios de maior aceleração do processo de mudança, porém deve-se tomar o cuidado de nunca exagerar nas realizações. O Passo 7, pode ter um esmorecimento da urgência, pode ocorrer nesta fase a proclamação da vitória cedo demais, por isso haverá a necessidade de se aplicar os métodos do passo 1 com algumas modificações. Neste estágio a delegação de tarefas também se torna importante. No Passo 8, as mudanças se incorporam na cultura organizacional, mas as mudanças bem sucedidas podem ser mais frágeis do que se imagina. Nesta fase as promoções certas tornam mais influentes os indivíduos que realmente refletem as novas normas de comportamento. A cultura realmente muda quando as novas formas de operação produzem resultados favoráveis durante pelo menos algum período de tempo. 12

13 A tentativa de modificar normas e valores antes de desenvolver novas formas de operação bem-sucedidas não gera os resultados desejáveis. A visão pode referir-se a nova cultura, mas os novos comportamentos não se converterão em normas até que o processo chegue ao fim. A empresa seguindo todos estes passos alcançará os objetivos de mudanças bemsucedidas, mas deve estar ciente que mudanças demandam tempo, períodos de longo prazo, para serem um sucesso e incorporarem a nova cultura desejada. 5.2 Conclusões Concluímos com esta pesquisa, que os oito passos para implementação de mudanças nas organizações propostos por Kotter e Cohen servem como um guia para aplicação dos estágios de mudança nas organizações. VER SENTIR MUDAR como os próprios autores colocam são fundamentais para a eficácia de todo o processo de mudança, as emoções que solapam a mudança abrangem: raiva, falso orgulho, pessimismo, arrogância, cinismo, pânico, exaustão, insegurança e ansiedade, enquanto que as emoções que sustentam a mudança incluem: fé, confiança, otimismo, urgência, orgulho realista, paixão, vibração, esperança e entusiasmo. Os sentimentos mudam os comportamentos e assim impulsionadas, as pessoas se movimentam ao longo dos oito estágios do processo de mudança. Evidências demonstram que o problema mais fundamental em todos os passos do processo de mudança é modificar o comportamento das pessoas envolvidas. No passo 1, o que importa são as atitudes das pessoas que ignoram como o mundo esta mudando, que ficam paralisadas pelo medo em face dos problemas fazendo muito pouco em função disso. No passo 2 a questão é o comportamento da coalizão dirigente, aqueles que devem orientar a mudança, sobretudo em termos de confiança e envolvimento. No passo 3, o desfio crucial é a criação de uma visão e estratégias sensatas para os indivíduos que sabem planejar, mas que nunca conceberam um processo de transformação vitorioso, essa mudança de atitude é enorme. No passo 4 o fundamental é que uma massa crítica de pessoas compre a visão, como produto da comunicação. No passo 5 o relevante é atuar conforme a nova orientação o que poderá significar para algumas pessoas trabalhar de maneira radicalmente nova, ao longo de todo o processo. Trabalhar o comportamento das pessoas não é uma tarefa muito fácil, mas as organizações de sucesso conseguem isso, são bem sucedidas porque suas atividades mais importantes não giram em torno dos aspectos formais (coleta de dados, análise de 13

14 informações, elaboração de relatórios e desenvolvimento de apresentações), mas sim em modificar o raciocínio para mudar o comportamento. Este trabalho foi direcionado especificamente ao nível intermediário do organograma que serve como elo de ligação entre diretoria e funcionários do nível operacional. Esta coleta de dados dentro da empresa em questão, com certeza em outras pesquisas pode ser ampliada para todos os funcionários, abrangendo a percepção da diretoria e de seus colaboradores. Também deixamos nossa sugestão para que demais empresas e setores sejam pesquisados para conhecer a aplicação do método de implantação de mudanças que são utilizados e os resultados obtidos. Os oitos passos tornam-se assim um manual a ser seguido por todas as empresas que queiram ser bem sucedidas na implementação de mudanças, obtendo assim resultados satisfatórios para todos dentro da organização. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CARVALHO, Antônio V. de. Aprendizagem organizacional em tempos de mudança. São Paulo: Pioneira, ª ed. COHEN Dan S. The Hearth of change Field Guide: tools and tatics for leading change in your organization. Boston: Harvard Business School Press,2005. DICIONÁRIO PRIBERAM. Disponível em : <http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx>. Acesso em: 04 de agosto de FLEURY, Afonso; FLEURY, Maria T. L. Aprendizagem e Inovação Organizacional As Experiências de Japão, Coréia e Brasil. São Paulo: Atlas, KOTTER, John P. Liderando Mudança. Rio de Janeiro: Campus, KOTTER, John P.; COHEN, Dan S. O Coração da Mudança. Rio do Janeiro: Campus, KOTTER, John P. The 8 Step Process. Disponível em: <http://www.kotterinternational.com> Acesso em 31 de julho de MORENO,Montserrat, et.al. Conhecimento e Mudança. Editora da Unicamp: São Paulo, SENGE, Peter M. et al. A dança das mudanças. Rio de Janeiro: Elsevier, ª Reimpressão. 14

15 Anexo 1 Questionário: AVALIAÇÃO RÁPIDA DE MUDANÇA INSTRUÇÕES Por favor, leia cada afirmação e indique a extensão em que ela descreve as normas em sua organização como um todo. Suas respostas deverão refletir sua experiência bem como o que você tem geralmente observado em sua organização. Responda as questões usando uma escala de 6 pontos; o extremo esquerdo da escala indica que você discorda firmemente e o extremo direito da escala indica que você concorda firmemente. Por favor, responda assinalando a caixa que corresponde mais proximamente a sua situação. Se você não sabe a resposta, assinale a caixa Não Sei. Seja honesto em suas respostas. Não há respostas certas ou erradas, e sua resposta será mantida completamente confidencial. AMOSTRA DEMOGRÁFICA Grupo de Interessados Executivo/Patrocinador Profissional Gerência Operações Equipe Dirigente da Mudança Outro Função Finanças Marketing TI Administração Recursos Humanos Outra (Especificar) Operações Número de Anos Menos que 1 ano anos de serviço 1 5 anos 21 anos ou mais 6 10 anos Sexo Masculino Feminino 15

16 PASSO 1 - Estabeleça um senso de Urgência Discordo Firmemente(1) Concordo Firmemente (6) Não Sei Os indivíduos fazem perguntas desafiadoras e validam para si mesmos a necessidade de mudança Há um senso de que as pessoas possuem uma consciência maior da concorrência, da indústria e do ambiente externo Há um sentimento geral de que não podemos permitir-nos não atingir os objetivos de (nome da iniciativa de mudança) Mais energia e esforço estão sendo dirigidos a realização dos objetivos de diferenciar-se através da inovação, qualidade e competitividade de seus produtos Total PASSO 2 - Organize a Equipe Dirigente Discordo Firmemente(1) Concordo Firmemente (6) Não Sei A liderança provê consistentemente os recursos, informação e apoio necessários à mudança de diferenciar-se através da inovação, qualidade e competitividade de seus produtos A liderança motiva e inspira outros a participar do esforço de mudança A liderança mantém abordagem e direção A liderança se mantém responsável pelos resultados Total PASSO 3 Obtenha a Visão Certa Discordo Firmemente(1) Concordo Firmemente (6) Não Sei A liderança pode claramente articular a visão da mudança Nossa visão de mudança é estimulante e desejável A maioria das pessoas que será afetada pela mudança pode articular a visão em três minutos ou menos A visão apela ao interesse de longo prazo de todos na organização Total 16

17 PASSO 4 Comunique para a Compra Interna Discordo Firmemente(1) Concordo Firmemente (6) Não Sei Provemos comunicação a tempo sobre o esforço de mudança Mantemos a comunicação sobre a mudança de forma simples, imparcial e sincera Discutimos a visão, as metas e as estratégias da mudança em reuniões rotineiras da gerência bem como em encontros formais e informais O progresso da mudança é comunicado a todos os níveis da organização em tempo adequado Total PASSO 5 - Capacite para a Ação Discordo Firmemente(1) Concordo Firmemente (6) Não Sei Usamos um sistema de reconhecimento e recompensa que inspira, promove otimismo e constrói auto-confiança Os líderes em todos os níveis ativamente tentam remover as barreiras que impedem as pessoas de se comportar de acordo com a visão As pessoas são capazes de fazer o que é preciso para realizar suas funções de modo eficiente sem ter que envolver a gerência em cada situação Gerentes/Supervisores que não estão dispostos a apoiar a mudança e tem o poder de inibir outros de fazê-lo são tratados de maneira apropriada Total PASSO 6 Crie Vencedores a Curto-Prazo Discordo Firmemente(1) Concordo Firmemente (6) Não Sei Resultados rápidos tornam-se visíveis para todos Líderes em todos os níveis usam os resultados dos vencedores a curto-prazo para demonstrar o progresso Regularmente, reconhecemos e comemoramos as realizações Os vencedores a curto-prazo tornam-se visíveis para todos 17

18 Total PASSO 7 Não Afrouxe Discordo Firmemente(1) Concordo Firmemente (6) Não Sei A liderança claramente monitora e mensura o progresso dos esforços de mudança A liderança traz recursos adicionais a bordo para assegurar o sucesso dos esforços de mudança Os líderes procuram usar novas situações de modo oportuno para desenvolver o esforço de mudança A liderança não declara vitórias de maneira prematura Total PASSO 8 Faça-a Durar Discordo Firmemente(1) Concordo Firmemente (6) Não Sei A liderança reconhece e recompensa as pessoas cujo comportamento apóia a visão da mudança Os líderes consistentemente modelam o novo comportamento em apoio à visão A liderança está desejando que os indivíduos que não irão apoiar o futuro de nossa organização saiam Foram criadas medidas claras de desempenho de modo que os empregados saibam quando estão fazendo o que está certo Total 18

Gestão da Mudança nas Organizações. Leila Oliva

Gestão da Mudança nas Organizações. Leila Oliva Gestão da Mudança nas Organizações Leila Oliva O roteiro Conduzir a mudança e o papel da liderança: Os papeis que vivemos; Jornada emocional da mudança. Conduzir a mudança organizacional: Os 8 passos do

Leia mais

CONDUZINDO MUDANÇAS TRANSFORMADORAS

CONDUZINDO MUDANÇAS TRANSFORMADORAS CONDUZINDO MUDANÇAS TRANSFORMADORAS por David Miller The European Business Review, março/abril 2012 As mudanças estão se tornando mais frequentes, radicais e complexas. Os índices de falha em projetos

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

Avaliação Confidencial

Avaliação Confidencial Avaliação Confidencial AVALIAÇÃO 360 2 ÍNDICE Introdução 3 A Roda da Liderança 4 Indicadores das Maiores e Menores Notas 7 GAPs 8 Pilares da Estratégia 9 Pilares do Comprometimento 11 Pilares do Coaching

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

PROGRAMA COMPLIANCE VC

PROGRAMA COMPLIANCE VC Seguir as leis e regulamentos é ótimo para você e para todos. Caro Colega, É com satisfação que compartilho esta cartilha do Programa Compliance VC. Elaborado com base no nosso Código de Conduta, Valores

Leia mais

Formulação da Visão e da Missão

Formulação da Visão e da Missão Formulação da Visão e da Missão Zilta Marinho zilta@globo.com Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer para chegar a seu destino. Com as grandes empresas

Leia mais

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com

LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO. Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LIDERAR PESSOAS A BASE DA CONSTRUÇÃO DE UMA EQUIPE DE SUCESSO Prof. Paulo Henrique Ribeiro paulo@topassessoria.com LI ESTAMOS PASSANDO PELA MAIOR TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE. VALORIZAR PESSOAS

Leia mais

CONTROLE ESTRATÉGICO

CONTROLE ESTRATÉGICO CONTROLE ESTRATÉGICO RESUMO Em organizações controlar significa monitorar, avaliar e melhorar as diversas atividades que ocorrem dentro de uma organização. Controle é fazer com que algo aconteça como foi

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

FACULDADE DE EDUCACAO DE COSTA RICA

FACULDADE DE EDUCACAO DE COSTA RICA FACULDADE DE EDUCACAO DE COSTA RICA DISCIPLINA: MOTIVACAO E ETICA LIDERAR PESSOAS ATRAVÉS DA MOTIVAÇÃO Por que as pessoas se comportam de certos modos? Liderar - é o processo de dirigir e influenciar as

Leia mais

Gestão de Pessoas. Capacidade de gerar resultados a partir das pessoas e dos processos inerentes ao negócio.

Gestão de Pessoas. Capacidade de gerar resultados a partir das pessoas e dos processos inerentes ao negócio. Gestão Corporativa Governança Corporativa é o conjunto de processos, costumes, políticas, leis que regulam a maneira como uma empresa é dirigida, administrada ou controlada. PROCESSOS PESSOAS TECNOLOGIA

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

de empresas ou de organizações de todos os tipos? O que fazem os líderes eficazes que os distingue dos demais?

de empresas ou de organizações de todos os tipos? O que fazem os líderes eficazes que os distingue dos demais? TEMA - liderança 5 LEADERSHIP AGENDA O Que fazem os LÍDERES eficazes Porque é que certas pessoas têm um sucesso continuado e recorrente na liderança de empresas ou de organizações de todos os tipos? O

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

O Plano de Negócios Fabiano Marques

O Plano de Negócios Fabiano Marques O Plano de Negócios Fabiano Marques Um negócio bem planejado terá mais chances de sucesso que aquele sem planejamento, na mesma igualdade de condições. (Dornelas, 2005) O termo empreendedorismo está naturalmente

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

Como tudo começou...

Como tudo começou... Gestão Estratégica 7 Implementação da Estratégica - BSC Prof. Dr. Marco Antonio Pereira pereira@marco.eng.br Como tudo começou... 1982 In Search of Excellence (Vencendo a Crise) vendeu 1.000.000 de livros

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - "QDO" 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO

QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - QDO 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO QUESTIONÁRIO DE DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL - "QDO" 1. FOLHA DE RESULTADOS DO QDO 2. PERFIL E INTERPRETAÇÃO DO D.O. 3. FUNDAMENTAÇÃO 4. INTERPRETAÇÃO DO DIAGNÓSTICO 5. ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE QDO 6.

Leia mais

Um novo olhar sobre o teto de vidro 1 - A perspectiva de cima

Um novo olhar sobre o teto de vidro 1 - A perspectiva de cima Um novo olhar sobre o teto de vidro 1 - A perspectiva de cima Helen Peters e Rob Kabacoff A Hewlett Packard tem uma mulher por presidente; a ex-primeira dama norte-americana [Hillary Clinton] é, hoje,

Leia mais

Vivendo de acordo com nossos valores...

Vivendo de acordo com nossos valores... Vivendo de acordo com nossos valores... o jeito Kinross Nossa empresa, Kinross, é uma empresa internacional de mineração de ouro sediada no Canadá, com operações nos Estados Unidos da América, Rússia,

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

Valores & Princípios. Grupo Freudenberg

Valores & Princípios. Grupo Freudenberg Valores & Princípios Grupo Freudenberg C o n d u ta e C o m p o r ta m e n t o C o n d u ta e C o m p o r ta m e n t o Nossos Princípios & Conduta e Comportamento 3 Os Nossos Princípios e o documento de

Leia mais

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores Sumário Liderança para potenciais e novos gestores conceito Conceito de Liderança Competências do Líder Estilos de Liderança Habilidades Básicas Equipe de alta performance Habilidade com Pessoas Autoestima

Leia mais

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende Como transformar a sua empresa numa organização que aprende É muito interessante quando se fala hoje com profissionais de Recursos Humanos sobre organizações que aprendem. Todos querem trabalhar em organizações

Leia mais

Competências avaliadas pela ICF

Competências avaliadas pela ICF Competências avaliadas pela ICF ð Estabelecendo a Base: 1. Atendendo as Orientações Éticas e aos Padrões Profissionais Compreensão da ética e dos padrões do Coaching e capacidade de aplicá- los adequadamente

Leia mais

Passar o bastão - Desenvolver parcerias

Passar o bastão - Desenvolver parcerias CAPÍTULO VI CONSTRUINDO A VISÃO DA QUALIDADE TOTAL... não fui desobediente à visão celestial Apóstolo Paulo Como já vimos anteriormente, as empresas vivem num cenário de grandes desafios. A concorrência,

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE COACHING EDUCATION By José Roberto Marques Diretor Presidente - Instituto Brasileiro de Coaching Denominamos de Coaching Education a explicação, orientação e aproximação

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil

Futuro do trabalho O futuro do trabalho Destaques O futuro do trabalho: Impactos e desafios para as empresas no Brasil 10Minutos Futuro do trabalho Pesquisa sobre impactos e desafios das mudanças no mundo do trabalho para as organizações no B O futuro do trabalho Destaques Escassez de profissionais, novos valores e expectativas

Leia mais

FEG - UNESP MBA GESTÃO DA PRODUÇÃO GESTÃO DE RH

FEG - UNESP MBA GESTÃO DA PRODUÇÃO GESTÃO DE RH FEG - UNESP MBA GESTÃO DA PRODUÇÃO GESTÃO DE RH Liderança Roberto Carvalho robertjc@uol.com.br Ambientes Turbulentos & Competitivos 10/30/2009 1 Passado Pensamentos mecanicistas! Você não é pago para questionar

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

Formas de Aumentar a Lucratividade da Sua Empresa com o Big Data

Formas de Aumentar a Lucratividade da Sua Empresa com o Big Data 9 Formas de Aumentar a Lucratividade da Sua Empresa com o Big Data Planejamento Performance Dashboard Plano de ação Relatórios Indicadores Sua empresa sabe interpretar os dados que coleta? Para aumentar

Leia mais

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos, quem nunca passou por um momento de conflito? A palavra CONFLITO possui uma conotação negativa, sempre imaginamos

Leia mais

CADEIA DE DECISÃO NA GESTÃO DE NEGÓCIOS

CADEIA DE DECISÃO NA GESTÃO DE NEGÓCIOS Unidade IV CADEIA DE DECISÃO NA GESTÃO DE NEGÓCIOS Prof. Bernardo Solé Ambiente Recursos Materiais Patrimoniais Financeiros Humanos Tecnológicos Mudanças Desempenho Organizacional Eficiênciaiê i Eficácia

Leia mais

Implementação e avaliação

Implementação e avaliação Seção 3 Implementação e avaliação ESTUDO BÍBLICO Respondendo às mudanças No início de Neemias 4, vemos que algumas pessoas se opuseram ao projeto. Qual foi a resposta de Neemias? (versículo 9) Como Neemias

Leia mais

Perfil e Competências do Coach

Perfil e Competências do Coach Perfil e Competências do Coach CÉLULA DE TRABALHO Adriana Levy Isabel Cristina de Aquino Folli José Pascoal Muniz - Líder da Célula Marcia Madureira Ricardino Wilson Gonzales Gambirazi 1. Formação Acadêmica

Leia mais

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações ENAP Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos

Leia mais

Gestão da mudança em tempos de crise

Gestão da mudança em tempos de crise Gestão da mudança em tempos de crise Planejamento Performance Dashboard Plano de ação Relatórios Indicadores Quando se estabelece uma crise econômica, a necessidade de mudar - e se adaptar mais uma vez

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

inovadoras recrutamento

inovadoras recrutamento Avaliações inovadoras para recrutamento em grande volume Encontre agulhas no palheiro Nos processos de recrutamento em grande volume, você pode perder as pessoas certas por haver tantos candidatos menos

Leia mais

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade Eficácia e Liderança de Performance O Administrador na Gestão de Pessoas Grupo de Estudos em Administração de Pessoas - GEAPE 27 de novembro

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

LÍDER COACH Obtenha excelência em sua vida pessoal e profissional

LÍDER COACH Obtenha excelência em sua vida pessoal e profissional LÍDER COACH Obtenha excelência em sua vida pessoal e profissional Ao investir em pessoas o seu resultado é garantido! Tenha ganhos significativos em sua gestão pessoal e profissional com o treinamento

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO 2014 TEMA: CAPACITAÇÃO COMPARTILHADA: O CLIENTE EM FOCO: DESENVOLVENDO EQUIPES COM ALTA PERFORMANCE EM ATENDIMENTO

DESENVOLVIMENTO 2014 TEMA: CAPACITAÇÃO COMPARTILHADA: O CLIENTE EM FOCO: DESENVOLVENDO EQUIPES COM ALTA PERFORMANCE EM ATENDIMENTO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO ADMINISTRATIVA INTEGRADA A TECNOLOGIA UnC INTRODUÇÃO A UnC interage com um mundo organizacional competitivo, inclusive com sua própria estrutura administrativa e geográfica que

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

Terceirização de Serviços de TI

Terceirização de Serviços de TI Terceirização de Serviços de TI A visão do Cliente PACS Quality Informática Ltda. 1 Agenda Terceirização: Perspectivas históricas A Terceirização como ferramenta estratégica Terceirização: O caso específico

Leia mais

SOU UMA STARTUP, E AGORA? Descubra algumas respostas para o futuro da sua Startup baseado nas lições do Empreendedorismo

SOU UMA STARTUP, E AGORA? Descubra algumas respostas para o futuro da sua Startup baseado nas lições do Empreendedorismo SOU UMA STARTUP, E AGORA? Descubra algumas respostas para o futuro da sua Startup baseado nas lições do Empreendedorismo Empreendedor Empresas Micro e Pequenas Empreender Empreendedorismo Cultural Ação

Leia mais

ANEXO I Relatório de Avaliação de Desempenho Individual - RADI (Funcional)

ANEXO I Relatório de Avaliação de Desempenho Individual - RADI (Funcional) ANEXO I Relatório de Avaliação de Desempenho Individual - RADI (Funcional) 1 Senhor (a) Avaliador (a), a) Para Autoavaliação: utilizar a coluna "A" do campo ; b) Para Avaliação da Equipe de Trabalho: utilizar

Leia mais

CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR

CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR Emanuel Rosetti (UNICENTRO), Aline Cionek (UNICENTRO), Roseli de Oliveira Machado (Orientadora), e-mail: roseli_machado@yahoo.com

Leia mais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais Jorge Bassalo Strategy Consulting Sócio-Diretor Resumo O artigo destaca a atuação da em um Projeto de Implementação de um sistema ERP, e o papel das diversas lideranças envolvidas no processo de transição

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

AULA 16 Marketing de Serviços

AULA 16 Marketing de Serviços AULA 16 Marketing de Serviços A cadeia de lucro de serviço Ligações da cadeia de lucro de serviço Fidelidade do cliente estimula lucratividade e crescimento. Satisfação do cliente estimula sua fidelidade.

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

Módulo 2. Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios

Módulo 2. Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios Módulo 2 Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios Origem do BSC Cenário Competitivos CONCORRENTE A CONCORRENTE C VISÃO DE FUTURO ESTRATÉGIA

Leia mais

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 As 15 Melhores Práticas em Gestão de Pessoas no Pará VIII Edição 1 Pesquisa Prazer em Trabalhar Ano VI Parceria Gestor Consultoria e Caderno Negócios Diário do Pará A

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Estrutura de um Sistema de Informação Vimos

Leia mais

Empreendedorismo de Negócios com Informática

Empreendedorismo de Negócios com Informática Empreendedorismo de Negócios com Informática Aula 5 Cultura Organizacional para Inovação Empreendedorismo de Negócios com Informática - Cultura Organizacional para Inovação 1 Conteúdo Intraempreendedorismo

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

APL (Avaliação de Potencial para Liderança)

APL (Avaliação de Potencial para Liderança) APL (Avaliação de Potencial para Liderança) Relatório para: Suzanne Example Data concluida: 14 de junho de 2012 14:41:14 2012 PsychTests AIM Inc. Índice analítico Índice analítico 1/13 Índice analítico

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu. ISSN 2316-7785 A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.br Resumo O artigo é resultado da análise de

Leia mais

RESUMO DE CONCLUSÃO DE CURSO

RESUMO DE CONCLUSÃO DE CURSO RESUMO DE CONCLUSÃO DE CURSO CONCEITO Empreendedorismo é o estudo voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à criação de um projeto (técnico, científico, empresarial). Tem

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI GUIA PARA MELHORAR O SEU Principais Práticas para a Proteção de PI PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI 2013 Centro para Empreendimento e Comércio Responsáveis TABELA DE CONTEÚDO CAPÍTULO 1: Introdução à Proteção

Leia mais

Curso Empreendedorismo Corporativo

Curso Empreendedorismo Corporativo Curso Empreendedorismo Corporativo Todos os fatores relevantes atuais mostram que a estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, assim as pessoas e principalmente as organizações devem descobrir maneiras

Leia mais

ACTION LEARNING. O que é Action Learning? FUN D A MEN T OS D O

ACTION LEARNING. O que é Action Learning? FUN D A MEN T OS D O C L E O W O L F F O que é Action Learning? Um processo que envolve um pequeno grupo/equipe refletindo e trabalhando em problemas reais, agindo e aprendendo enquanto atuam. FUN D A MEN T OS D O ACTION LEARNING

Leia mais

Ana Cláudia Braga Mendonça

Ana Cláudia Braga Mendonça Plano de Cargos e Salários CSJT OCUPAÇÃO DE FUNÇÃO COMISSIONADA E CARGO EM COMISSÃO I - FUNÇÕES COMISSIONADAS (FC-1 - FC-6) 80% > servidores integrantes das Carreiras do Poder Judiciário da União; (Art.3º)

Leia mais

PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT.

PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT. PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT. 1 NATÁLIA SALVADEGO, 2 FRANCIANNE BARONI ZANDONADI 1 Bacharel em Engenheira Florestal (UNEMAT) e Estudante

Leia mais

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING 1. Estabelecer a constância de propósitos para a melhoria dos bens e serviços A alta administração deve demonstrar constantemente seu comprometimento com os objetivos

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los.

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los. Decorrência da Teoria Neoclássica Processo Administrativo. A Teoria Neoclássica é também denominada Escola Operacional ou Escola do Processo Administrativo, pela sua concepção da Administração como um

Leia mais

Estruturas Organizacionais

Estruturas Organizacionais Estruturas Organizacionais Deve ser delineado de acordo com os objetivos e estratégias estabelecidos pela empresa. É uma ferramenta básica para alcançar as situações almejadas pela empresa. Conceito de

Leia mais

Perfil de estilos de personalidade

Perfil de estilos de personalidade Relatório confidencial de Maria D. Apresentando Estilos de venda Administrador: Juan P., (Sample) de conclusão do teste: 2014 Versão do teste: Perfil de estilos de personalidade caracterizando estilos

Leia mais

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO (Extraído e traduzido do livro de HILL, Charles; JONES, Gareth. Strategic Management: an integrated approach, Apêndice A3. Boston: Houghton Mifflin Company, 1998.) O propósito

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

Metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela empresa, visando maior grau de interação com o ambiente.

Metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela empresa, visando maior grau de interação com o ambiente. Mário Sérgio Azevedo Resta CONSULTOR TÉCNICO EM NEGÓCIOS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela empresa, visando maior grau de interação com

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

O IMPACTO DA MUDANÇA NA CULTURA DAS ORGANIZAÇÕES. Fabiana Gonçalves, Priscila da C. Custódio Vanessa Mª B. dos Santos, Drª Vera Lúcia Ignácio Molina

O IMPACTO DA MUDANÇA NA CULTURA DAS ORGANIZAÇÕES. Fabiana Gonçalves, Priscila da C. Custódio Vanessa Mª B. dos Santos, Drª Vera Lúcia Ignácio Molina O IMPACTO DA MUDANÇA NA CULTURA DAS ORGANIZAÇÕES Fabiana Gonçalves, Priscila da C. Custódio Vanessa Mª B. dos Santos, Drª Vera Lúcia Ignácio Molina UNIVAP/ Estudante do curso de Administração de Empresas/fabianacgoncalves@eaton.com

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência)

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência) SEREI UM EMPREENDEDOR? Este questionário pretende estimular a sua reflexão sobre a sua chama empreendedora. A seguir encontrará algumas questões que poderão servir de parâmetro para a sua auto avaliação

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

ATIVISTA CONFIÁVEL. do novo RH. Como desenvolvê la? Pl Palestrante: Alba Maria Torres

ATIVISTA CONFIÁVEL. do novo RH. Como desenvolvê la? Pl Palestrante: Alba Maria Torres ATIVISTA CONFIÁVEL Uma competência essencial il do novo RH. Como desenvolvê la? Pl Palestrante: Alba Maria Torres www.entrelacos.com.br entrelacos@entrelacos.com.br 41 3079.4686 e 9973.9304 Observando

Leia mais

UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr.

UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr. UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr. 1 UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA JSROCHA@EPS.UFSC.BR UFSC UNIVERSIDADE

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: As Atividades de Manutenção devem ser pensadas estrategicamente de maneira a contribui para resultado da empresa rumo a Excelência

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais