Sistemas de Informações num Ambiente de Manufatura Integrada

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistemas de Informações num Ambiente de Manufatura Integrada"

Transcrição

1 Sistemas de Informações num Ambiente de Manufatura Integrada Gustavo S. C. Meireles André Gustavo L. S. Caetano João Fernando Gomes de Oliveira George Wagner Leão e Sousa RESUMO Num ambiente produtivo, a falta de informações confiáveis do chão-de-fábrica cria uma perspectiva que não retrata a realidade. Isto compromete o desempenho e diminui a agilidade da empresa. Assim, um monitoramento que forneça informações de forma rápida e confiável, pode ser um grande diferencial para manter a competitividade das empresas de manufatura. O desenvolvimento dessa solução de monitoramento depende sobremaneira da definição de quais informações são relevantes. Para empresas de usinagem, um modelo de referência de um processo de usinagem genérico contribui para a definição dessas informações, além de possibilitar a integração do chão-de-fábrica. INTRODUÇÃO Atualmente, em virtude dos grandes avanços tecnológicos, mudanças geo-políticas e alterações nas condições de mercado, agilidade é uma característica indispensável para as empresas que pretendem manter a sua posição no mercado. A adequação às exigências do cliente, redução do time-to-market, coordenação adequada dos seus processos de negócio, aumento da qualidade e redução de custos são premissas básicas para que as empresas se mantenham competitivas, uma vez que o processo de globalização tem criado um mercado único mundial [1]. Na busca por um aumento de produtividade, as empresas têm dedicado grandes esforços na reestruturação e melhoria contínua dos seus processos de negócio (principalmente os seus core processes). O sucesso de tais esforços depende, dentre outros fatores, da capacidade de se monitorar o processo em questão, fornecendo informações sobre o seu desempenho e ilustrando, por exemplo, o impacto de eventuais mudanças [2]. Nas indústrias de manufatura, o processo produtivo merece uma atenção especial, haja visto que o seu desempenho traz conseqüências representativas para a empresa de um modo geral. Neste caso, a melhoria contínua do processo produtivo depende sobremaneira da qualidade das informações sobre a produção, da capacidade de se identificar problemas e possíveis causas e, ainda, da habilidade de se reconhecer novas oportunidades de melhoria [3]. Desta forma, a definição correta de quais informações são relevantes e o seu monitoramento adequado são atividades extremamente importantes, já que influem diretamente na qualidade das informações que, por sua vez, está relacionada, basicamente, à sua utilidade, confiabilidade e disponibilidade. Estas informações desempenham não só um papel fundamental no processo de melhoria contínua, como também são indispensáveis para garantir a agilidade e flexibilidade da empresa, mais especificamente do ambiente produtivo, a fim de atender às exigências do mercado, cada vez mais severas, auxiliando na tomada de decisões mais acertadas. Como este monitoramento representa o feedback da produção, suas informações fornecem subsídios para avaliar a eficiência e eficácia do processo produtivo e/ou dos subprocessos que o compõem, pois através delas podese verificar a coerência entre o planejado e o realizado, em termos de utilização de recursos, prazos etc [4]. Além disso, com informações atualizadas sobre a real situação do chão-de-fábrica, é possível, por exemplo, garantir um planejamento e programação da produção mais factível, ou ainda, estimativas de custos de produção mais exatas. Este tipo de monitoramento e coleta de informações do chãode-fábrica orientado para melhoria do seu desempenho e aperfeiçoamento de sistemas integrados de gestão da produção é um dos principais papéis dos Sistemas de Execução e Controle de Fábrica, mais popularmente conhecidos como Manufacturing Execution Systems [5]. Sob tais aspectos, é fácil, portanto, perceber a importância de um monitoramento adequado da produção, que visa fornecer informações confiáveis e em tempo real do chão-de-fábrica, dentro de um contexto de manufatura

2 integrada, ambiente ERP (Enterprise Resources Planning) ou, ainda, dentro do conceito de cadeia extendida. SITUAÇÃO ATUAL Nas indústrias de manufatura contínua, tais como indústrias de alimentos, químicas, petroquímicas, açúcar e álcool, são muito populares soluções que contemplam algumas características do tipo de monitoramento descrito anteriormente, embora não se apresentem tão integradas como deveriam, formando, muitas vezes, ilhas de automação. No entanto, nas indústrias de manufatura discreta (forjarias, linhas de usinagem e linhas de montagem, por exemplo) a situação é ainda pior, pois uso desse tipo de sistema é restrito e as soluções são ainda mais locais e dedicadas. O desenvolvimento de soluções integradas de monitoramento da produção em indústrias de manufatura discreta não é tarefa simples e corriqueira, pois além da necessidade de um alto nível de tecnologia (sistema de monitoramento em tempo real, sistema de supervisão, controle e aquisição de dados, base de dados única e integrada etc.) [6], as especificidades dos processos exigem pessoal especializado. Particularmente, nas empresas cujo processo produtivo envolve operações de usinagem, a definição de quais informações são relevantes bem como o seu monitoramento podem se tornar atividades bastante complexas, pois tais operações englobam inúmeros eventos e variáveis e estão sujeitas a uma série de imprevistos. Porém, apesar da pouca aplicação deste tipo de solução nas indústrias de usinagem, sua demanda tem crescido vertiginosamente. Entretanto, a dificuldade de formação de uma equipe multidisciplinar nas áreas de usinagem, sistemas de monitoramento e supervisão, bases de dados e integração, aliada à falta de uma metodologia que sistematize o projeto, desenvolvimento e implantação destas soluções têm se apresentado como os principais entraves para sua ampla utilização. Via de regra, o método tradicional de monitoramento da produção é baseado em levantamentos manuais de dados, que deveriam funcionar como uma imagem instantânea do sistema produtivo. Porém, como estes levantamentos não são feitos de forma contínua e, na maioria das vezes, não contemplam todas as informações peculiares ao processo, as análises feitas a partir destes dados são, geralmente, estáticas e restritas a um domínio muito pouco abrangente. Portanto, o uso de tais soluções não têm contribuído de forma efetiva, principalmente, quando se tratam de processos mais complexos como os de usinagem. Tais processos, caracterizados por inúmeras variáveis e sujeitos a vários perturbadores, não só dificultam um monitoramento contínuo, como deixam os resultados de uma análise estática muito aquém da realidade. OBJETIVOS O desenvolvimento de uma solução que proporcione um monitoramento adequado da produção em linhas de usinagem depende, em primeira instância, de um levantamento de necessidades de informação. O trabalho apresenta um modelo de referência para um processo de usinagem genérico, construído segundo uma arquitetura de modelagem, que auxilia o levantamento de necessidades de informação do chão-de-fábrica dentro de um contexto de manufatura integrada e sistemas ERP. CONCEITOS ENVOLVIDOS CIM O conceito CIM (Computer Integrated Manufacturing) é um paradigma moderno de manufatura que visa integrar atividades (realizadas por homens e máquinas) através de uma melhor comunicação, cooperação e coordenação entre as diversas funções de uma empresa de manufatura (técnicas, administrativas e de suporte). Esta maior integração, desde o projeto até a execução e expedição, passando pelo planejamento, programação e controle da produção, é possibilitada por meios de tecnologias de informação e comunicação [1]. Figura 1. Modelo Y-CIM para processos de negócio [4]. O modelo Y-CIM, apresentado na figura 1, ilustra os interrelacionamentos entre os subsistemas logísticos (braço esquerdo do Y) e o processo de desenvolvimento de produto (braço direito do Y) [2]. O escopo deste trabalho está direcionado para controle (quantidades, tempos e custos) parte logística do modelo Y-CIM. MES Segundo a Manufacturing Execution System Association (MESA Internacional), um Manufacturing

3 Execution System (MES) é um sistema de chão-de-fábrica orientado para melhoria de desempenho que complementa e aperfeiçoa os sistemas integrados de gestão (planejamento e controle) da produção. Estes sistemas destinam-se a aumentar a dinâmica dos sistemas de planejamento da produção (MRPII, por exemplo) que não seriam capazes de lidar com aspectos como o andamento de uma ordem de produção, enquanto a mesma está em progresso e sujeita a restrições de capacidade variáveis em curto prazo. Um MES coleta e disponibiliza informações do chão-de-fábrica, fazendo a ligação entre o sistema de planejamento e a fábrica em si [8]. Basicamente, o MES realiza dois papéis principais. O primeiro é controlar a produção. Para tal, considera o que efetivamente foi produzido e como foi produzido, permitindo comparações com o planejado e, em caso de incoerências, auxiliando na tomada de ações corretivas. O segundo é liberar ordens de produção. Através do detalhamento da programação da produção definida pelo MRP, o sistema se preocupa em garantir que o plano seja cumprido [5]. Independentemente de quão bom seja o planejamento, a realidade nem sempre ocorre conforme o esperado. Erros de previsão, problemas de qualidade, gargalos de capacidade, quebras, falhas de comunicação e ineficiências variadas podem prejudicar o plano, diminuindo o desempenho da produção. Os sistemas, em geral, não conseguem enxergar estes problemas e nem sempre suprem as necessidades da organização quanto à informações de correção e prevenção. Desta forma, o MÊS, quando efetivamente implantado, complementa os recursos de planejamento, fornecendo informações coordenadas e detalhadas dos eventos no chão-de-fábrica à medida em que eles ocorrem. Portanto, a importância dos MES está diretamente relacionada com os seguintes aspectos: Controle: responsável pela realimentação do realizado no chão-de-fábrica, possibilitando comparações com o planejado para que ações, em caso de não conformidade, possam ser tomadas de forma rápida e precisa. Este controle também permite que uma ordem de produção seja rastreada e gerenciada durante a sua execução. Liberação e alocação: para que se possa elaborar um plano de produção factível, em termos de capacidade e materiais, certos índices de produtividade do processo, definidos a priori, devem estar ajustados de forma que representem algo bastante próximo da realidade. Garantir que estes índices estejam alinhados com a realidade é responsabilidade do MES. As principais funcionalidades dos módulos MES incorporadas aos sistemas ERP atuais são: Gerência de lotes de produção; Gestão detalhada de recursos; Alocação e coordenação de recursos humanos e ferramental; Instruções de trabalho e Rastreabilidade. Um dos principais limitadores na implantação de um MÊS é a dificuldade de se colher, dinamicamente e com a frequência adequada às características do sistema, as informações do chão-de-fábrica. Tais informações formam a base para o seu funcionamento. INFORMAÇÕES DE CHÃO-DE-FÁBRICA EM SISTEMAS ERP Os sistemas ERP (Enterprise Resources Planning) procuram suportar todas as necessidades de informação para tomada de decisão gerencial da empresa como um todo. Os módulos que o compõem estão relacionados não apenas aos setores mais diretamente ligados à manufatura como: custos, faturamento, recursos humanos, finanças, contabilidade, dentre outros. Todos estes módulos encontram-se integrados a partir de uma base de dados única e não redundante [5]. As informações de chão-de-fábrica definidas em sistemas ERP comerciais são normalmente relacionadas aos tempos (que compõem o lead time) [9], quantidades e custos considerando o atual e o planejado e estão diretamente ligadas ao Planejamento e Controle da Produção (PCP). A tabela 1 apresenta a lista de algumas informações padrão de controle obtidas através de uma pesquisa realizada no módulo de PP (Production Planning and Control), mais especificamente na parte de Sistema de Informações de Chão-de-fábrica (Shop Floor Information System), de um dos sistemas ERP comercias mais utilizados no mundo. Tabela 1. Informações padrão de controle em um ERP comercial. Quantidade produzida Refugo Tempo de movimentação Tempo de fila Tempo de set-up Tempo de processamento Capacidade utilizada Quantidade estimada Refugo estimado Tempo de movimentação estimado Tempo de fila estimado Tempo de set-up estimado Tempo de processamento estimado Capacidade estimada ARIS A arquitetura ARIS (ARchitecture for integrated Information System) foi desenvolvida pelo prof. Scheer na Universidade de Saarlandes, Alemanha. Sua estrutura geral lida com assuntos tradicionais de empresas orientadas a negócios (tais como processamento de ordem, planejamento e controle da produção, controle de inventário etc.). O foco é essencialmente em engenharia de software e aspectos organizacionais do projeto do sistema de empresa integrada [1].

4 A figura 2 mostra uma visão geral da arquitetura que está estruturada em cinco visões (funções, dados, controle, organização e saídas) e três níveis de modelagem (definição de requisitos, especificação de projeto e descrição de implementação) [7]. ARIS é uma arquitetura aberta porque os formalismos usados dentro de suas visões e níveis não são fixados indeterminadamente. Segundo alguns especialistas, essa arquitetura é comp osta pelos melhores métodos disponíveis, organizados de acordo com critérios de compatibilidade, formando uma abordagem estruturada de engenharia. chão-de-fábrica para um monitoramento adequado dentro de um contexto de manufatura integrada. Para a construção desse modelo, foi utilizado o formalismo eepc (extended Event Process Chain) que é parte integrante da arquitetura de modelagem de referência ARIS [7]. Esse tipo de modelo (eepc) é constituído de uma sequência de processos orientados a eventos (o significado dos símbolos encontra-se na legenda da figura 3). Análise Estratégica de Processos de Negócio Organização Definição de Requisitos Especificação de Projeto Descrição de Implementação Definição de Requisitos Especificação de Projeto Descrição de Implementação Definição de Requisitos Especificação de Projeto Descrição de Implementação Dados Controle Funções Saídas Tecnologias de Informção e Comunicação Figura 2. Arquitetura ARIS [7]. MODELO DE REFERÊNCIA DE UM PROCESSO DE USINAGEM GENÉRICO Um modelo constitui uma representação simplificada da realidade em questão, seja um fenômeno físico, um processo produtivo ou a empresa como um todo. A partir deste modelo, cria-se uma percepção comum desta realidade e as condições para manipulá-la [1]. No contexto desse trabalho, a realidade tratada é o processo de usinagem definido genericamente. Assim como em processos de outras naturezas, o fluxo de informações é elemento fundamental para o seu funcionamento. Diante disso, a construção de um modelo de referência de um processo de usinagem genérico sistematiza a definição dos requisitos de informação de Figura 3. Modelo de referência de um processo de usinagem genérico. A construção de um modelo requer a definição de um domínio dentro do qual a análise é efetuada. No caso, este domínio é a própria máquina de usinagem. Em um ambiente de manufatura discreta, cada máquina apresenta um comportamento relativamente independente em termos de seu funcionamento, ou seja, apesar de haver restrições relacionadas ao fluxo de material, o comportamento da máquina enquanto unidade produtiva é praticamente autônomo.

5 que a interrupção do ciclo de usinagem pode ocorrer em qualquer uma destas etapas. (Vide figura 4). PARAR Ao final de cada ciclo de usinagem ( fim de ciclo ), segue-se um período no qual a máquina não realiza nenhuma operação de usinagem (daí a denominação PARAR). É neste momento que se realizam algumas atividades, como por exemplo, a carga e descarga da peça, set-up da máquina (no caso de mudança nas características da peça), manutenção corretiva e preventiva ou mesmo ajustes do equipamento. Porém, podem ocorrer situações nas quais a máquina se encontra parada por motivos alheios ao seu funcionamento ( tratar problemas operacionais ), como por exemplo, falta ou excesso de peças na linha, falta de recursos (operador, ferramental etc.) ou quaisquer outros que impeçam a sua operação. Uma vez resolvidos eventuais problemas ou realizadas as atividades necessárias, pode ser reiniciado o ciclo para produção de uma nova peça. INFORMAÇÕES DO CHÃO-DE-FÁBRICA Figura 4. Detalhamento da processo USINAR. Analisando o funcionamento de uma máquinaferramenta, pode-se dizer que a sua operação também é discreta, isto é, em linhas gerais, seu ritmo de produção obedece a seqüência de estados produzir-parar-produzir. Partindo deste princípio, o modelo apresentado na figura 3 pode ser encarado sob dois aspectos: produzir ( USINAR descrito em detalhes na figura 4) e parar ( PARAR descrito em detalhes na figura 5). O modelo considera ainda a interrupção do processo usinar por motivos, muitas vezes aleatórios, que neste trabalho serão abordados de forma genérica. PRODUZIR O evento início de ciclo dispara o processo usinar que, por sua vez, termina em uma das seguintes situações: (1) fim de ciclo, quando o processo ocorre normalmente, e (2) ciclo interrompido, quando o processo é interrompido por algum problema, tal como a quebra de uma ferramenta. Neste caso, é necessário que providências sejam tomadas ( solucionar problemas ) de modo que o ciclo possa ser reiniciado. Um processo de usinagem genérico é caracterizado por três etapas: (1) aproximar a ferramenta de corte, (2) remover material e (3) afastar a ferramenta. Vale ressaltar O modelo descrito no item anterior não considera o fluxo de informações que existe no chão-de-fábrica, ou seja, não foram contempladas as informações de entrada do processo de usinagem, tais como ordem de fabricação/produção, plano de processo etc., nem tampouco aquelas de saída relacionadas ao controle do que foi realizado, embora o formalismo utilizado na representação permita tais desdobramentos. Esta informações de controle estão normalmente ligadas ao PCP (Planejamento e Controle da Produção), e muitas delas têm importância fundamental também para custos, produção, suprimentos etc [4]. Apesar de o fluxo não estar retratado, as informações de controle, basicamente relacionadas a tempos e quantidades, são facilmente extraídas do modelo e podem ser avaliadas sob três perspectivas: peça, ordem de produção e máquina. Considerando-se a peça em específico, a cada vez que o ciclo é finalizado, uma peça é produzida, embora ocorram situações em que a máquina opera em vazio. Além disso, o tempo de processamento da peça é a própria duração do processo usinar (figura 3) intervalo entre os eventos início de ciclo e fim de ciclo. De forma análoga, o tempo de carga e descarga da peça também pode ser obtido facilmente (duração do processo efetuar carga e descarga ). Considerando-se que uma ordem de produção dispara a execução de uma determinada quantidade de peças, as informações relacionadas a esta ordem são, na verdade, o resultado do somatório de todas as informações individuais das peças que a compõem. Portanto, para cada ordem de produção, obtêm-se um conjunto de informações sobre o que foi realizado: tempo de execução da ordem, tempo de máquina parada discriminado por motivo, quantidade de peças produzidas, entre outras.

6 Figura 6. Eficiência e Eficácia. Estas informações tecnológicas são bastante úteis para auxiliar no direcionamento de ações no sentido de aumentar o desempenho da máquina [11]. Vale lembrar que algumas informações, tais como motivos de parada ou tempo de ciclo, assumem as duas classificações, ou seja, são informações de controle e tecnológicas. A distinção depende da finalidade para a qual ela se presta. CONCLUSÃO Figura 5. Detalhamento do processo PARAR. Por outro lado, se o foco for a máquina, pode-se conseguir informações sobre produção (quantidade de peças), ritmo (peças/hora), tempo total de produção por turno, tempo total de parada por turno discriminado por motivo etc. Além disso, considerando-se a linha de produção como uma sequência de máquinas, pode-se obter informações sobre tempo de espera, tempo de movimentação, gargalos, refugos por máquina e por linha etc. Em outras palavras, entendo-se a máquina como uma entidade que processa entradas em saídas [10], as informações estão relacionadas à sua eficiência e eficácia (figura 6). Todas as informações citadas anteriormente (sejam relacionadas à peça, ordem de produção ou máquina/linha) são classificadas como informações de controle, isto é, de alguma forma estão ligadas ao controle da produção. No entanto, existem ainda algumas informações que dizem respeito ao funcionamento/operação de uma máquina de usinagem em específico. Tais informações podem ser obtidas através da análise do modelo descrito na figura 4 e são classificadas, neste trabalho, como tecnológicas. Como o modelo é genérico, estas informações são: tempo de aproximação da ferramenta, tempo efetivo de usinagem (remoção de material) e tempo de afastamento da ferramenta. Caso se tratasse de um modelo para um processo de usinagem em especial, como por exemplo retificação, uma série de outras informações pertinentes à fenomenologia do processo poderiam ser abstraídas no modelo, tais como tempo de acomodação (spark out), tempo de dressagem ou, ainda, número de peças por dressagem. O modelo de referência de um processo de usinagem genérico, como parte integrante da análise de requisitos de informação de chão-de-fábrica em um sistema de monitoramento, contribui de forma significativa para o projeto do sistema. A integração da produção, seja num nível de PCP ou, de forma mais ampla, de ERP, cria uma perspectiva comum da realidade do chão-de-fábrica. Isto, por sua vez, é fundamental para aumentar a agilidade da empresa, já que, dentre outros fatores, contribui diretamente para a melhoria de desempenho do ambiente produtivo, pois proporciona tomada de decisões mais rápidas e acertadas. Portanto, embora o modelo apresentado seja simples, seu caráter genérico auxilia significativamente o desenvolvimento de uma solução de monitoramento de chão-de-fábrica, num contexto de manufatura integrada. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] VERNADAT, F. B. Enterprise modeling and integration: principles and applications. London, Chapman & Hall, [2] SCHEER, A. W. Business process engineering. Berlin, Springer-Verlag, [3] BERGER, L. A.; SIKORA, M. J. The change management handbook [4] SCHEER, A. W. CIM: evoluindo para a fábrica do futuro. Rio de Janeiro, Qualitymark, [5] CORRÊA, H.L.; GIANESI, I.G.N.; CAON, M. Planejamento, programação e controle da produção. São Paulo, Atlas, [6] BINDER, F.V. Sistemas de apoio à decisão. São Paulo, Érica, [7] SCHEER, A. W. Business process modeling. Berlin, Springer-Verlag, [8] WESTERLUND, T. ERP and MES integration: reducing cycle time. In: INDUSTRIAL COMPUTING CONFERENCE, Chicago, 1996.

7 Proceedings, Research Triangle Park, ISA, v.6, n.1, p [9] CORRÊA, H. L.; GIANESI, I. G. N. Just in time, MRPII e OPT. São Paulo, Atlas, [10] ROLSTADÅS, A. Enterprise performance measurement. International Journal of Operations & Production Management, v.18, n.9/10, p , MCB University Press, [11] BYRNE, G. et al. Tool condition mo nitoring (TCM) the status of research and industrial application. Annals of the CIRP, [12] CLEMONS, J. W. Developing user friendly shop floor systems: considerations in the design of graphical user interfaces. In: INDUSTRIAL COMPUTING CONFERENCE, Chicago, Proceedings, Research Triangle Park, ISA, v.6, n.1, p

Advanced Planning and Scheduling

Advanced Planning and Scheduling Advanced Planning and Scheduling Por Soraya Oliveira e Raquel Flexa A importância do planejamento Uma cadeia de suprimentos é composta por diversos elos conectados que realizam diferentes processos e atividades

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

5.4 Manufacturing Resources Planning

5.4 Manufacturing Resources Planning 5.4 Manufacturing Resources Planning 5.4 Manufacturing Resources Planning O Planejamento dos Recursos de Manufatura (Manufacturing Resourdes Panning, em inglês, ou MRP II) representa um esforço para expandir

Leia mais

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Programação e Controle da Produção é um conjunto de funções inter-relacionadas que objetivam comandar o processo produtivo e coordená-lo com os demais setores administrativos

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

Estudo da integração entre sistemas scada, mes e erp em empresas de manufatura discreta que utilizam processos de usinagem

Estudo da integração entre sistemas scada, mes e erp em empresas de manufatura discreta que utilizam processos de usinagem Estudo da integração entre sistemas scada, mes e erp em empresas de manufatura discreta que utilizam processos de usinagem Ronaldo Mardegan (EESC-USP) mardegan@sc.usp.br Vinicius Martins (EESC-USP) vmartins@sc.usp.br

Leia mais

PRODUTIVIDADE PARA O MUNDO REAL. APS Excellence Day Rio de Janeiro, 24 de junho de 2015

PRODUTIVIDADE PARA O MUNDO REAL. APS Excellence Day Rio de Janeiro, 24 de junho de 2015 PRODUTIVIDADE PARA O MUNDO REAL. APS Excellence Day Rio de Janeiro, 24 de junho de 2015 Confidencialidade, Propriedade Intelectual e Marca Registrada Apresentação Renato Mendes renato.mendes@mezasoft.com

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

ERP Entreprise Resource Planning. Fabiano Armellini

ERP Entreprise Resource Planning. Fabiano Armellini ERP Entreprise Resource Planning Fabiano Armellini Overview 1) Introdução 2) Histórico 2.1) MRP 2.2) MRP II 2.3) Do MRP II ao ERP 3) Módulos do ERP 3.1) Módulos de supply chain management 3.2) Módulos

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO

SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO Eng. Fábio Favaretto, MSC Dep. de Eng. Mecânica da Escola de Eng. de São Carlos - USP Av. Dr. Carlos Botelho,

Leia mais

artigo SUPPLY CHAIN Ricardo Caruso Vieira (rcaruso@aquarius.com.br), Departamento de Serviços Especiais da Aquarius Software Ltda.

artigo SUPPLY CHAIN Ricardo Caruso Vieira (rcaruso@aquarius.com.br), Departamento de Serviços Especiais da Aquarius Software Ltda. O PAPEL DA AUTOMAÇÃO NA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Ricardo Caruso Vieira (rcaruso@aquarius.com.br), Departamento de Serviços Especiais da Aquarius Software Ltda. INTRODUÇÃO Peter Drucker, um dos pensadores

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA Izabel C. Zattar, Carlos M. Sacchelli, M. Eng. Instituto Superior de Tecnologia

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

Integração entre Sistemas de Seqüenciamento e ERP para solução de problemas de alteração de ordens de produção devido a eventos inesperados

Integração entre Sistemas de Seqüenciamento e ERP para solução de problemas de alteração de ordens de produção devido a eventos inesperados Integração entre Sistemas de Seqüenciamento e ERP para solução de problemas de alteração de ordens de produção devido a eventos inesperados Helio Galvão Ciffoni, Ramon Hoshino & Walid Nicolas Assad Malisoft

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

Sistemas de Administração da Produção. Sistema produtivo. Sistema produtivo. Estimativas de vendas de longo prazo 24/11/2015

Sistemas de Administração da Produção. Sistema produtivo. Sistema produtivo. Estimativas de vendas de longo prazo 24/11/2015 Sistemas de Administração da Produção Segundo Giannesi & Correia (1993) A sobrevivência e o sucesso das organizações dependem da eficiência com a qual produz seus bens e serviços, sendo os custos determinante

Leia mais

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização.

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização. Cap. II PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO No atual contexto da economia globalizada, a velha estratégia da produção em massa, derivada da economia de escala, já não é mais válida. Hoje as empresas devem possuir

Leia mais

PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems

PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems Prof. Ricardo J. Rabelo UFSC Universidade Federal de Santa Catarina DAS Departamento de Automação e Sistemas SUMÁRIO

Leia mais

MI02 - Manufatura Inteligente, trazendo resultados para o cliente

MI02 - Manufatura Inteligente, trazendo resultados para o cliente MI02 - Manufatura Inteligente, trazendo resultados para o cliente Core Business Soluções para controle e gestão de processos. Mercados Alvo Alimentos; Nutrição animal; Polímeros; Química Auto peças. Unidade

Leia mais

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751 Objetivos Nosso Objetivo é Colocar a disposição das empresas, toda nossa Experiência Profissional e metodologia moderna, dinâmica e participativa, para detectar as causas sintomáticas e seus efeitos. Realizar

Leia mais

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Por Maria Luiza Panchihak

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Por Maria Luiza Panchihak BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS Por Maria Luiza Panchihak Este artigo apresenta os benefícios do gerenciamento de projetos e mostra a importância desse processo, dentro de uma organização, para

Leia mais

1. Introdução. 1.1. A história do ERP

1. Introdução. 1.1. A história do ERP 1. Introdução Podemos definir os sistemas ERP como sistemas de informação integrados na forma de um pacote de software que tem a finalidade de dar suporte à maioria das operações de uma organização. A

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

Administração de Ativos de TI. Prof. André Montevecchi

Administração de Ativos de TI. Prof. André Montevecchi Administração de Ativos de TI Prof. André Montevecchi Introdução a ITIL Em um mundo altamente competitivo, de mudanças constantes e inesperadas, é preciso ter flexibilidade e agilidade suficientes para

Leia mais

Estudo dirigido ao Acompanhamento e Controle dos processos de produção e suprimentos de uma empresa Make to Order.

Estudo dirigido ao Acompanhamento e Controle dos processos de produção e suprimentos de uma empresa Make to Order. Estudo dirigido ao Acompanhamento e Controle dos processos de produção e suprimentos de uma empresa Make to Order. Josadak Astorino Marçola (UNIP) jmarcola@uol.com.br Hernane Candido Pereira (UNIARA) hernanepereira@estadao.com.br

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software Revista Cadware Ed.22 versão online 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção O sistema de produção requer a obtenção e utilização dos recursos produtivos que incluem: mão-de-obra, materiais, edifícios,

Leia mais

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP MRP Material Requirement Planning MRP II Manufacturing Resources Planning ERP Enterprise Resource Planning 1 O MRP é um software que auxilia

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

Coleta de dados e monitoramento de chão de fábrica na manufatura discreta integração com as ferramentas de gestão

Coleta de dados e monitoramento de chão de fábrica na manufatura discreta integração com as ferramentas de gestão Coleta de dados e monitoramento de chão de fábrica na manufatura discreta integração com as ferramentas de gestão Neury Boaretto (CEFET-PR) neury@pb.cefetpr.br João Luiz Kovaleski (CEFET-PR) kovaleski@pg.cefetpr.br

Leia mais

PIMS Process Information Management System

PIMS Process Information Management System INTRODUÇÃO O setor industrial vem sofrendo constantes pressões para alcançar a excelência operacional, objetivando garantir sua competitividade. Algumas das principais pressões observadas são: redução

Leia mais

APLICATIVOS CORPORATIVOS

APLICATIVOS CORPORATIVOS Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 3 APLICATIVOS CORPORATIVOS PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos de Sistemas

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente em sistemas ERP (Enterprise Resource

Leia mais

Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial

Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial Por Christian Vieira, engenheiro de aplicações para a América Latina da GE Fanuc Intelligent Platforms, unidade da GE Enterprise

Leia mais

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S QUEM SOMOS Empresa criada no Brasil no ano de 1996 como joint-venture da SORMA SpA Itália, proprietária de um software ERP para indústrias. Realizou

Leia mais

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de PCP É a função da administração que planeja, dirige e controla o suprimento de material e as atividades de processamento de

Leia mais

Material para nivelamento de informações sobre Mapeamento de Processos

Material para nivelamento de informações sobre Mapeamento de Processos Material para nivelamento de informações sobre Mapeamento de Processos 1 Objetivo Nivelar informações e conceitos sobre mapeamento de processos na UFABC. O que é um processo?? É um conjunto de atividades

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS ERP NAS EMPRESAS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE

A IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS ERP NAS EMPRESAS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ISSN 1807-1872 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE C IÊNCIAS J URÍDICAS E G ERENCIAIS DE G ARÇA/FAEG A NO II, NÚMERO, 03, AGOSTO DE 2005.

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Uma Abordagem para Modelagem de Processos através de um ERP

Uma Abordagem para Modelagem de Processos através de um ERP Uma Abordagem para Modelagem de Processos através de um ERP Alberto Kenji Ogura (Universidade Estadual Paulista) al_ogura@yahoo.com.br Fernando Augusto Silva Marins (Universidade Estadual Paulista) fmarins@feg.unesp.br

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Gestão por Processos SAP Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP Inscrições Abertas: Início das aulas: 24/08/2015 Término das aulas: Agosto de 2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Gestão por Processos SAP Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP Inscrições Abertas: Início das aulas: 25/05/2015 Término das aulas: Maio de 2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de Recursos da Empresa Sistema Integrado de Gestão Corporativa Prof. Francisco José Lopes Rodovalho 1 Um breve histórico sobre o surgimento do software ERP

Leia mais

Palavras-chave: Supervisão de chão de fábrica, SCADA, Monitoramento, Feildbus.

Palavras-chave: Supervisão de chão de fábrica, SCADA, Monitoramento, Feildbus. IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS DE SUPERVISÃO DE MANUFATURA EM EMPRESAS DE USINAGEM ESTUDO DE CASO João Fernando Gomes de Oliveira Núcleo de Manufatura Avançada - Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS Entendendo o cenário atual As organizações continuam com os mesmos objetivos básicos: Prosperar em seus mercados de atuação

Leia mais

Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura

Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura Juliano Hammes (FAHOR) jh000697@fahor.com.br Gustavo Gerlach (FAHOR) gg000675@fahor.com.br Édio Polacinski (FAHOR) edio.pk@gmail.com.br Resumo

Leia mais

Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN)

Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) SISTEMAS COM ERP Profº Adalberto J. Tavares Vieira ERP

Leia mais

UMC/EPN 2013 - Sistemas de Informações Aula 02. Os Sistemas de Informação vistos de uma Perspectiva de Negócios

UMC/EPN 2013 - Sistemas de Informações Aula 02. Os Sistemas de Informação vistos de uma Perspectiva de Negócios Os Sistemas de Informação vistos de uma Perspectiva de Negócios Organização Sistemasde Informação Tecnologiada informação Gerenciamento Maio / 2013 31 Os Sistemas de Informação vistos de uma Perspectiva

Leia mais

INTEGRAÇÃO DA MANUFATURA ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS CIM E ERP: O CASO DAS OFICINAS DE MANUTENÇÃO DA ARCELORMITTAL TUBARÃO

INTEGRAÇÃO DA MANUFATURA ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS CIM E ERP: O CASO DAS OFICINAS DE MANUTENÇÃO DA ARCELORMITTAL TUBARÃO INTEGRAÇÃO DA MANUFATURA ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS CIM E ERP: O CASO DAS OFICINAS DE MANUTENÇÃO DA ARCELORMITTAL TUBARÃO CRISTIANA GONÇALVES BORGES (UFPB//PPGEP) cristiana.borges@arcelor.com.br Joeli Cuzzuol

Leia mais

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente.

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Logística Integrada Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Ballou (1993) Fonte: BALLOU, R. H. Logística Empresarial.

Leia mais

MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais)

MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais) MRP MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais) Questões-chaves O Que é MRP? MRP quer dizer planejamento das necessidades de materiais, que são sistemas de demanda dependentes,

Leia mais

MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS)

MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS) MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS) SILVA M. C. Melo. UFSe (2001) MRP e MRP II O objetivo do conteúdo dessas aulas é enfocar os sistemas MRP e MRPII no processo

Leia mais

Sistemas de programação com capacidade finita no Brasil

Sistemas de programação com capacidade finita no Brasil Artigo 09 Sistemas de programação com capacidade finita no Brasil Este documento faz parte do material que compõe o livro: Planejamento, Programação e Controle da Produção MRP II / ERP: Conceitos, Uso

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE. Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software

COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE. Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE PRODUÇÃO Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software Objetivo Apresentar conceitos e ferramentas atuais para melhorar eficiência da produção

Leia mais

Sistemas de Administração e Gestão da Produção

Sistemas de Administração e Gestão da Produção Sistemas de Administração e Gestão da Produção Izabel Cristina Zattar izabelzattar@netvision.com.br www.grima.ufsc.br/izabel/index.html Os 3 Grandes Níveis do Planejamento Horizonte de detalhamento Diário/Semanal

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Software para especificação de motores de indução trifásicos

Software para especificação de motores de indução trifásicos Instituto Federal Sul-riograndense Campus Pelotas - Curso de Engenharia Elétrica Software para especificação de motores de indução trifásicos Disciplina: Projeto Integrador III Professor: Renato Neves

Leia mais

Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares

Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares ABEPRO Associação Brasileira de Engenharia de Produção DOCUMENTO NÃO CONCLUÍDO Engenharia de Produção: Grande área e diretrizes curriculares Documento elaborado nas reuniões do grupo de trabalho de graduação

Leia mais

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação SCRUM Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM 2011 Bridge Consulting Apresentação Há muitos anos, empresas e equipes de desenvolvimento

Leia mais

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Louis Albert Araujo Springer Luis Augusto de Freitas Macedo Oliveira Atualmente vem crescendo

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Análise da Implantação de um Sistema de Execução da Manufatura

Análise da Implantação de um Sistema de Execução da Manufatura Análise da Implantação de um Sistema de Execução da Manufatura Helder Carlo Belan (UEL) hcbelan@gmail.com Jandira Guenka Palma (UEL) jgpalma@uel.br Rafael Henrique Palma Lima (EESC/USP) rhlima@sc.usp.br

Leia mais

Soluções de Tecnologia da Informação

Soluções de Tecnologia da Informação Soluções de Tecnologia da Informação Software Corporativo ERP ProdelExpress Diante da nossa ampla experiência como fornecedor de tecnologia, a PRODEL TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO oferece aos seus clientes

Leia mais

Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial

Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Redes Industriais Professor Affonso Alessandro J. de Souza / Affonso Guedes Objetivos Discorrer

Leia mais

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1 Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii Parte I - Empresa e Sistemas, 1 1 SISTEMA EMPRESA, 3 1.1 Teoria geral de sistemas, 3 1.1.1 Introdução e pressupostos, 3 1.1.2 Premissas

Leia mais

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Fonte: Tipos de Sistemas de Informação (Laudon, 2003). Fonte: Tipos de Sistemas

Leia mais

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva.

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva. Brochura BX PRODUCTION Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva SAP Business One para manufatura discreta e repetitiva A combinação de

Leia mais

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Enterprise Resource Planning 1 Agenda Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Com o avanço da TI as empresas passaram a utilizar sistemas computacionais

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Informações sobre a disciplina: Professor: Eng. Carlos Bernardo Gouvêa Pereira Site: www.carlosbernardo.com Email: prof_carlospereira@camporeal.edu.br

Leia mais

1. Introdução. João Victor Cunha Oliveira Gomes 1, Bruno Souto Borges 1. CEP 75500-000 Itumbiara GO Brasil

1. Introdução. João Victor Cunha Oliveira Gomes 1, Bruno Souto Borges 1. CEP 75500-000 Itumbiara GO Brasil 88 Estudo de Caso Aplicado na Gestão da Cadeia de Suprimentos de uma Indústria de Cereais Matinais Modelagem e Desenvolvimento de um Sistema de Informação para a Gestão da Cadeia de Suprimentos João Victor

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Sistemas ERP. A Interdisciplinaridade dos

Sistemas ERP. A Interdisciplinaridade dos A Interdisciplinaridade dos Sistemas ERP CLEBER DE CARVALHO OLIVEIRA CLEVER LOPES RODRIGUES LEANDRO SILVA CAMPOS LILIANE VERÔNICA MICHELLE GOMES SAINÇA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL INSTITUTO LUTERANO

Leia mais

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP

De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP Artigo 02 De onde vieram e para onde vão os sistemas integrados de gestao ERP Este documento faz parte do material que compõe o livro: Planejamento, Programação e Controle da Produção MRP II / ERP: Conceitos,

Leia mais

O conceito de CIM e a integração de processos. Evolução da Manufatura

O conceito de CIM e a integração de processos. Evolução da Manufatura O conceito de CIM e a integração de processos Prof. Breno Barros Telles do Carmo Evolução da Manufatura Integração.A evolução da manufatura segundo reportado em Russell e Taylor III (1995) se deu em quatro

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005

XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005 Modelo de integração de sistemas de gestão erp com a produção lexandre ugusto Massote (FEI) massote@fei.edu.br Guilherme Braga guiar De Maria (FEI) guibraga@terra.com.br Vanessa Takagochi (FEI) vanessa_takagochi@yahoo.com.br

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO APLICADOS NO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO APLICADOS NO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO APLICADOS NO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO ENTERPRISE RESOURCE PLANNING APPLIED IN THE MANUFACTURING PLANNING AND CONTROL José Eduardo Freire 1 Ruchele Marchiori Coan

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR) E-mail: cristian_dk@ig.com.br Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (PPGEP - UTFPR) E-mail: kovaleski@utfpr.edu.

Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR) E-mail: cristian_dk@ig.com.br Prof. Dr. João Luiz Kovaleski (PPGEP - UTFPR) E-mail: kovaleski@utfpr.edu. Determinação do momento ótimo para a realização da manutenção preventiva em equipamentos de uma indústria metalúrgica: um estudo voltado para a redução de custos Cristian Dekkers Kremer (PPGEP - UTFPR)

Leia mais

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior Sistemas ERP Introdução Sucesso para algumas empresas: acessar informações de forma rápida e confiável responder eficientemente ao mercado consumidor Conseguir não é tarefa simples Isso se deve ao fato

Leia mais

Análise estrutural do problema de programação da produção F3 r j, s ijk C max

Análise estrutural do problema de programação da produção F3 r j, s ijk C max Análise estrutural do problema de programação da produção F3 r j, s ijk C max Sânia da Costa Fernandes (UFG) saninha_fernandes@hotmail.com Tatiane Albuquerque Pires (UFG) tati_albuquerque_3@hotmail.com

Leia mais

Lean e a Gestão Integrada da Cadeia de Suprimentos

Lean e a Gestão Integrada da Cadeia de Suprimentos JOGO DA CERVEJA Experimento e 2: Abordagem gerencial hierárquica e centralizada Planejamento Integrado de todos os Estágios de Produção e Distribuição Motivação para um novo Experimento Atender à demanda

Leia mais

Faculdade de Farmácia VALIDAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTADORIZADOS

Faculdade de Farmácia VALIDAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTADORIZADOS Faculdade de Farmácia VALIDAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTADORIZADOS 2012 Relevância: Impacta diretamente na saúde do paciente, na qualidade do produto e na integridade dos dados que devem provar que o sistema

Leia mais