CUSTOS LOGÍSTICOS NO BRASIL Logística, Supply Chain e Infraestrutura. Núcleo de Logística, Supply Chain e Infraestrutura

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1 CUSTOS LOGÍSTICOS NO BRASIL 2014 Logística, Supply Chain e Infraestrutura Núcleo de Logística, Supply Chain e Infraestrutura

2 Autores Paulo Tarso Vilela de Resende Paulo Renato de Sousa Bolsistas Fapemig Gustavo Alves Caetano André Felipe Dutra Martins Rocha Elias João Henrique Dutra Bueno

3 Estudo realizado com 111 empresas; O faturamento das respondentes equivale a cerca de 17% do PIB brasileiro; O objetivo é avaliar os custos logísticos para as empresas que operam no país.

4 1. CARACTERIZAÇÃO DA AMOSTRA Logística, Supply Chain e Infraestrutura

5 Localização das matrizes 3% 1% 4% 25% 67% Norte Nordeste Sul Sudeste Centro-Oeste A região sudeste é predominante na localização de matrizes. 67% das empresas possuem suas matrizes no sudeste brasileiro.

6 100% Regiões de atuação 90% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 36% 31% 20% 10% 15% 17% 0% Norte Nordeste Sul Sudeste Centro-Oeste A região mais expressiva da amostra é a região Sudeste, onde 90% das empresas entrevistadas mantêm atividades.

7 Volume vendas/ano Acima de 10 bilhões 16,2% 2-10 bilhões 18,0% 1-2 bilhões 25,2% milhões 15,3% milhões 12,6% milhões 12,6% 0,0% 5,0% 15,0% 25,0% Nota-se que a parte superior do gráfico concentra as maiores porcentagens, denotando o alto faturamento das empresas participantes da pesquisa

8 Segmentação Setorial 8% 4% 23% 7% 3% 3% 7% 8% 2% 13% 19% 3% Autoindústria Bens de capital Bens de consumo Eletroeletrônico Agronegócio Farmacêutico Indústria da Construção Mineração Papel e Celulose Química e Petroquímica Siderurgia e Metalurgia Têxtil e calçados A amostra é composta por empresas de diversos segmentos, onde 23% das empresas respondentes pertencem ao setor da Autoindústria.

9 2. RESULTADOS DA PESQUISA Logística, Supply Chain e Infraestrutura

10 Custos logísticos Análise geral e setorial Média do percentual de custo logísticos: 30,00 28,33 25,00 21,33 20,00 15,00 10,00 5,00 11,19 7,98 9,49 16,00 5,00 11,67 9,00 6,60 12,60 11,32 7,43 - Geral Autoindústria Indústria da Construção Química e Petroquímica Mineração Farmacêutico Papel e Celulose Agronegócio Eletroeletrônico Têxtil e Calçados Siderurgia e Metalurgia Bens de Consumo Bens de capital De acordo com a pesquisa, a Indústria de Papel e Celulose apresenta o maior percentual do Custo Logístico na receita, mais especificamente com cerca de 28%. Em contrapartida, as indústrias farmacêutica e têxtil, cujos valores alcançaram uma media menor que 7%, foram as que apresentaram os menores custos logísticos. Em vermelho está destacada a média geral, avaliada em exatamente 11,19%.

11 Nível de dependência das empresas Água Potável 11,8% 2 24,5% 30,9% Máquinas e Equipamentos 2,7% 9,9% 18,9% 68,5% 0,9% Profissionais qualificados 8,1% 34,2% 56,8% Matérias-primas importadas 18,0% 9,0% 20,7% 18,9% 33,3% Internet 7,2% 5,4% 8,1% 21,6% 57,7% Aeroportos 36,9% 18,0% 27,9% 6,3% 10,8% Portos 9,9% 6,3% 22,5% 27,9% 33,3% Ferrovias 0,9% 45,9% 13,5% 9,9% 11,7% 18,9% Rodovias 1,8% 3,6% 8,1% 85,6% Fibra Ótica 27,0% 13,5% 29,7% 12,6% 17,1% Energia Elétrica 4,5% 3,6% 6,3% 18,9% 66,7% 0,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% Muito baixa Baixa Morderada Alta Muito Alta Os itens que as empresas mais apontaram dependência foram: Energia Elétrica, Rodovias e Máquinas e Equipamentos

12 Intensidade na formação do preço final Distribuição urbana 23,4% 21,6% 18,9% 25,2% 10,8% Aeroportuários 50,9% 30,9% 3,6% Compras de matéria-primas importadas 23,4% 15,3% 22,5% 29,7% 9,0% Transmissão de dados 30,6% 22,5% 18,0% 21,6% 7,2% Portuários 19,8% 22,5% 29,7% 18,9% 9,0% Embalagem 18,0% 18,9% 36,0% 24,3% 2,7% Armazenagem 4,5% 17,1% 26,1% 21,6% 30,6% Energia para produção 6,3% 15,3% 24,3% 10,8% 43,2% Transporte 4,5% 7,2% 13,5% 26,1% 48,6% 0,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% Muito baixa Baixa Morderada Alta Muito Alta Os principais fatores de impacto no preço final são Energia, Armazenagem e Transporte.

13 Localização dos maiores custos logísticos Custos Portuários 21,8% 3 20,9% 14,5% Logística Reversa ,4% Embalagem 28,0% 27,1% 30,8% 14,0% Ditribuição urbana de produtos 23,4% 12,6% 27,9% 19,8% 16,2% Armazenagem de produto acabado 9,0% 22,5% 25,2% 30,6% 12,6% c Transporte de produto acabado 4,5% 8,1% 18,0% 29,7% 39,6% c Armazenagem de matéria-prima 23,6% ,4% Transporte de matéria-prima 8,1% 9,0% 21,6% 28,8% 32,4% 0,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% Custo Muito Baixo Custo Baixo Custo Moderado Custo Alto Custo Muito Alto Nota-se que os maiores custos logísticos se referem ao transporte de matéria prima e do produto acabado.

14 Distribuição modal de transporte das empresas: 5,6% 14,6% Rodovia Ferrovia Hidrovia Cabotagem Aeroviário 81,7% O modal rodoviário é expressivamente predominante nas empresas, representando 81,7% dos transportes.

15 Distribuição de incidência nos custos logísticos: 11,54% 9,54% 8,79% 43,88% 17,79% 19,06% Transporte de Longa Distânica Armazenagem Distribuição urbana (curtas distâncias) Custos Portuários Administrativo Outros O transporte de longa distância é, com cerca de 44%, o fator mais representativo na estrutura do custo logísticos das empresas.

16 Percepção do aumento significativo de custos 1,8% Custos com burocracia 2,7% 21,8% 40,0% 33,6% Custos Portuários 10,8% 10,8% 41,4% 27,9% 9,0% Custos de distribuição nas regiões metropolitanas 11,7% 15,3% 17,1% 33,3% 22,5% 0,9% Custos com mão de obra especializada 3,6% 16,4% 42,7% 36,4% Custos de armazenagem 3,6% 10,8% 35,1% 27,0% 23,4% Custos de rastreamento e segurança da frota 15,3% 18,9% 43,2% 16,2% 6,3% Custos de securitização 15,3% 12,6% 44,1% 20,7% 7,2% Custos de Embalagem 27,0% 16,2% 39,6% 13,5% 3,6% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Muito Fraco Aumento Pouco Aumento Moderado Aumento Grande Aumento Muito Forte Aumento As empresas afirmaram a incidência de forte aumento de custos com burocracia, mão de obra especializada e distribuição nas regiões metropolitanas.

17 Fatores importântes na redução dos custos logísticos Maior oferta de plataformas logísticas com armazenagem 4,5% ,9% 4,5% 13,6% 2,7% Melhor acesso portuário 13,6% 14,5% 11,8% 0,9% Redução no valor do pedágio 16,4% 11,8% 11,8% 3,6% 10,9% 0,9% Maior oferta de caminhões 11,8% 13,6% 10,9% ,6% 4,5% 3,6% 0,9% 2,7% Alteração tribuária de ICMS 11,8% 3,6% 3,6% 6,4% 13,6% 10,9% 13,6% Menor restrição de carga e descarga nos centros urbanos 22,7% 1 6,4% 16,4% 6,4% 6,4% 3,6% 2,7% 2,7% 6,4% Gestão de ferrovias com integração multimodal 6,4% 3,6% 11,8% 14,5% 10,9% 1 3,6% Redução da burocracia portuária 13,6% 11,8% 4,5% 16,4% 6,4% 1,8% Expansão da malha ferroviária 4,5% 6,4% 6,4% 1,8% 10,9% 21,8% Melhoria nas condições rodoviárias 1,8% 6,4% 13,6% 6,4% 14,5% 40,0% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Nota 1 Nota 2 Nota 3 Nota 4 Nota 5 Nota 6 Nota 7 Nota 8 Nota 9 Nota 10 Nota 11 Nota-se que melhorias no transporte rodoviário e a expansão da malha ferroviária são os elementos essenciais para a redução do custo logístico nas empresas.

18 Impactos no aumento extra de custos logísticos Restrições de carga e descarga 22,7% 14,5% Fiscalização e multas 23,6% 2 30,9% 16,4% 1,8% Falta de estrutura de apoio nas rodovias 10,9% 3 36,4% 0,9% Formação de mão-de-obra 31,2% 37,6% 24,8% Ações Trabalhistas 1 26,4% 3 3,6% Horas Extras 31,8% Acidentes 17,4% 21,1% 36,7% 18,3% 6,4% Equipamentos de segurança ,5% 23,6% 0,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% Muito baixo Impacto Baixo Impacto Moderado Impacto Alto Impacto Muito alto Impacto A formação de mão-de-obra se mostrou expressiva no aumento extra dos custos logísticos.

19 Maior oferta de serviços ferroviários permitirá: Redução no custos de estoque 16,5% 22,0% 23,9% 21,1% 16,5% A adoção do modal ferroviário com maior frequência 6,4% 11,8% 53,6% Redução nos custos de armazenagem ,8% 1 22,7% Maior consistência na entrega das mercadorias 1 31,8% 2 14,5% Maior velocidade de entrega das mercadorias 23,9% 23,9% 21,1% 14,7% 16,5% A redução do custo de transporte 4,5% 22,7% 54,5% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Discordo totalmente Discordo parcialmente Não corcorda e nem discorda Concordo parcialmente Concordo totalmente A amostra nos indica que as empresas demandam uma maior utilização do modal ferroviário, visando reduzir os custos logísticos.

20 O aumento no número de rodovias pedagiadas possibilitará: Redução no custos de estoque 2 1 A adoção do modal rodoviário com maior frequência 2 2 6,4% Redução nos custos de armazenagem 26,4% 3 11,8% 6,4% Maior consistência na entrega das mercadorias 41,8% 30,9% Maior velocidade de entrega das mercadorias 3 31,8% 13,6% A redução do custo de transporte 10,2% 13,9% 50,0% 15,7% 10,2% 0,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% Discordo totalmente Discordo parcialmente Não corcorda e nem discorda Concordo parcialmente Concordo totalmente As empresas não demonstraram uma posição clara a respeito dos impactos positivos da privatização das estradas.

21 Medidas para a redução do custo logístico Transferir os custos logísticos para os clientes 39,3% 20,6% 25,2% 9,3% 5,6% Solicitar maior tempo de entrega junto aos clientes 20,2% 22,9% 20,2% 29,4% Reduzir o número de entregas rápidas 23,6% 24,5% 26,4% 16,4% Alterar operações de CIF para FOB 31,8% 2 23,6% Aumentar o número de centros de distribuição 32,1% 26,6% 22,0% 14,7% 4,6% Deslocar estoques para próximo do clientes 24,8% 24,8% 18,3% 23,9% 8,3% Terceirizar a frota e os serviços logísticos para outros operadores 11,8% 30,9% 3 0,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% Pouco Relativamente pouco Moderadamente Relativamente muito Muito As respostas demonstram que a terceirização dos serviços logísticos tem sido uma tendência para a redução dos custos.

22 Nível de satisfação por regiões 100,0% 90,0% 90,7% 80,0% 80,6% 70,0% 60,0% 61,1% 60,2% 60,2% 50,0% 40,0% 38,0% 25,0% 24,1% 13,9% 15,7% 17,6% 0,0% 7,4% 1,9% 1,9% 1,9% Sudeste Sul Nordeste Norte Centro-Oeste Bom nível Moderado nível Baixo nível A infraestrutura das regiões norte e nordeste foram classificadas por um baixo nível de satisfação por 90% e 80%, respectivamente, das empresas respondentes.

23 100,0% 90,0% 80,0% 70,0% 60,0% 50,0% 1 1 4,6% 17,6% 20,4% 19,4% Barreiras logísticas à entrada - Sudeste: 9,2% 8,3% 3,6% 4,5% 2 10,1% 1 26,4% 24,8% 25,7% 2 33,6% 24,8% 32,7% 10,9% 11,8% 2 20,9% 13,6% 40,0% 30,3% 1 14,5% 4 38,0% 14,5% 34,9% 2 24,8% 36,4% 20,9% 0,0% Falta de parceiros locais (operadores logísticos) Segurança nas estradas Valor dos imóveis Infraestrutura precária Baixa oferta de serviços logístcos Questões ambientais Falta de fornecedores Carência de profissionais qualificados Falta de integração modal Muito pouco Impacto Pouco impacto Moderado impacto Grande Impacto Muito grande Impacto O valor dos imóveis e a falta de integração modal têm sido gargalos para as atividades empresariais no sudeste brasileiro.

24 100,0% 90,0% 80,0% 14,0% 5,6% 5,6% 11,2% 19,6% Barreiras logísticas à entrada - Sul: 6,5% 8,4% 10,3% 8,5% 9,3% 4,7% 11,2% 6,5% 12,3% 11,2% 16,2% 70,0% 60,0% 20,6% 32,7% 11,2% 24,3% 29,9% 32,7% 17,0% 30,8% 22,9% 50,0% 40,0% 30,8% 21,5% 34,6% 29,9% 29,9% 22,4% 28,3% 18,7% 28,6% 29,0% 29,0% 20,6% 14,0% 28,0% 27,1% 28,0% 34,0% 29,9% 9,5% 22,9% 0,0% Falta de parceiros locais (operadores logísticos) Segurança nas estradas Valor dos imóveis Infraestrutura precária Baixa oferta de serviços logístcos Questões ambientais Falta de fornecedores Carência de profissionais qualificados Falta de integração modal Muito pouco Impacto Pouco impacto Moderado impacto Grande Impacto Muito grande Impacto O valor dos imóveis e a falta de integração modal têm sido gargalos para as atividades empresariais na região sul, assim como na região sudeste.

25 100,0% Barreiras logísticas à entrada - Nordeste: 10,5% 10,5% 90,0% 80,0% 30,5% 25,7% 12,4% 36,2% 2 10,5% 28,6% 39,0% 39,0% 70,0% 18,1% 60,0% 34,3% 22,9% 50,0% 40,0% 32,4% 41,0% 37,1% 36,9% 41,9% 36,2% 26,7% 22,9% 28,6% 0,0% 23,8% 16,2% 4,8% 8,6% Falta de parceiros locais (operadores logísticos) 3,8% 13,3% Segurança nas estradas Valor dos imóveis 15,2% 23,3% 1,9% 3,9% 9,5% 7,8% Infraestrutura precária Baixa oferta de serviços logístcos 19,0% Questões ambientais 8,6% 12,4% 2,9% 11,4% 9,5% Falta de fornecedores Carência de profissionais qualificados 17,1% 2,9% 14,3% Falta de integração modal Muito pouco Impacto Pouco impacto Moderado impacto Grande Impacto Muito grande Impacto A região nordeste apresenta vários gargalos para as atividades empresariais, se destacando a carência de profissionais e a falta de integração modal.

26 100% Barreiras logísticas à entrada - Centro-Oeste: 9,5% 8,5% 90% 80% 22,6% 18,9% 10,5% 26,7% 24,5% 16,0% ,2% 70% 60% 50% 30,2% 37,7% 44,8% 27,6% 33,0% 32,1% 31,1% 29,2% 31,1% 40% 30% 20% 31,1% 26,4% 22,9% 22,9% 29,2% 30,2% 27,4% 33,0% 23,6% 10% 0% 7,5% 8,5% Falta de parceiros locais (operadores logísticos) 3,8% 13,2% 12,4% Segurança nas estradas Valor dos imóveis 14,3% 4,7% 8,6% 8,5% Infraestrutura precária Baixa oferta de serviços logístcos 4,7% 1,9% 2,8% 13,2% 11,3% 10,4% 12,3% Questões ambientais Falta de fornecedores Carência de profissionais qualificados Falta de integração modal Muito pouco Impacto Pouco impacto Moderado impacto Grande Impacto Muito grande Impacto A região centro-oeste apresenta diversos entraves à atividade empresarial, sendo menos expressivos o valor dos imóveis e as questões ambientais.

27 100,0% 90,0% Barreiras logísitcas à entrada - Norte: 8,6% 16,2% 7,6% 80,0% 70,0% 56,2% 43,8% 57,1% 41,3% 21,0% 42,3% 47,6% 50,5% 60,0% 39,0% 50,0% 23,8% 40,0% 13,3% 28,6% 22,9% 21,9% 30,8% 18,1% 26,9% 29,5% 21,0% 17,1% 2,9% 10,5% 7,6% 3,8% 16,2% 21,9% 8,6% 15,4% 1,0% 1,9% 11,4% 10,6% 21,0% 16,3% 1,0% 10,5% 11,4% 3,8% 13,5% 12,4% 13,3% 0,0% Falta de parceiros locais (operadores logísticos) Segurança nas estradas Valor dos imóveis Infraestrutura precária Baixa oferta de serviços logístcos Questões ambientais Falta de fornecedores Carência de profissionais qualificados Falta de integração modal Muito pouco Impacto Pouco impacto Moderado impacto Grande Impacto Muito grande Impacto Semelhante ao centro-oeste, a região norte apresenta grandes entraves logísticos à atividade empresarial, sendo menos expressivo apenas o valor do imóveis.

28 Maiores gargalos para o cumprimento das obras de infraestrutura no Brasil: Dificuldades na obtenção de financiamentos 4 20,9% 13,6% 2,7% 2,7% 2,7% 2,7% Cronogramas não realistas 1 33,6% 14,5% 4,5% 3,6% 1,8% Ineficiência na gestão de projetos 1 20,9% 14,5% 10,9% 3,6% Processos judiciais 2 2 3,6% 2,7% Influência política 10,9% 21,8% 16,4% Transparência nos processos de licitação 4,5% 4,5% 16,4% 21,8% 1,8% Licenças ambientais 4,5% 10,9% 2 24,5% 6,4% 0,9% Burocracia 3,6% 6,4% 16,4% 44,5% 1 Corrupção 2,7% 4,5% 6,4% 10,9% 1 5 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Nota 1 Nota 2 Nota 3 Nota 4 Nota 5 Nota 6 Nota 7 Nota 8 Nota 9 As empresas consideram a corrupção o maior gargalo para o cumprimento das obras de infraestrutura no Brasil.

29 Qualidade da Infraestrutura brasileira Acesso à água 2,8% 9,2% 45,9% 34,9% Linhas de telefone fixo 3,7% 27,5% 41,3% 20,2% Subscrições de telefone móvel 40,0% 23,6% Infraestrutura elétrica 6,4% 28,4% 45,0% 17,4% 2,8% Oferta de transporte aéreo 14,7% 40,4% 33,0% 11,9% Infraestrutura do transporte aéreo 11,0% 33,9% 43,1% 10,1% 1,8% Infraestrutura portuária 35,8% 45,0% 18,3% 0,9% Infraestrutura ferroviária 66,4% 2 3,6% 0,9% Rodovias 3 2 1,8% 0,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% Muito ruim Ruim Regular Bom Muito bom As empresas consideram a infraestrutura portuária, ferroviária e rodoviária precárias.

30 Participação da iniciativa privada em projetos Ofeta de serviços de telecomunicação 1,8% 60,0% 0,9% Gestão de aeroportos 1,9% 12,0% 31,5% 53,7% Administração portuária 1,8% 4,5% 10,9% 2 54,5% Concessão ferroviária 4,5% 11,8% 2 56,4% Concessão rodoviária 0,9% 21,8% 21,8% 5 Geração de energia 3,6% 3,6% ,4% 0,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% Não necessária Pouco necessária Necessária Bastante necessária Extremamente necessária As empresas consideram a inserção da iniciativa privada extremamente importante em todos os setores indicados.

31 Eficiência e real participação do setor privado Oferta de serviços de telecomunicação 32,7% 31,8% Gestão de aeroportos 30,9% 23,6% Administração portuária 8,3% 19,3% 22,9% 19,3% 30,3% Concessão ferroviária 6,4% ,9% 2 Concessão rodoviária 0,9% 20,9% 3 30,9% Geração de energia 2,7% 23,6% 2 24,5% 21,8% 0,0% 40,0% 50,0% 60,0% 70,0% 80,0% 90,0% 100,0% Não significativa Pouco significativa Parcialmente significativa Significativa Muito significativa As empresas avaliam bem a eficiência e a participação real do setor privado nos itens listados.

32 Fatores condicionantes para a falta de competitividade do atual ambiente logístico brasileiro Regulações trabalhistas 31,8% 3 3,6% Carência de profissinais qualificados 20,9% 24,5% 32,7% 16,4% Corrupção 10,9% 20,9% 2 0,9% Impostos 1 21,8% 21,8% 31,8% Taxas regulatórias 29,4% 14,7% 21,1% 19,3% 11,0% 4,6% Infraestrutura inadequada 2,7% 3,6% 4 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Nota 1 Nota 2 Nota 3 Nota 4 Nota 5 Nota 6 As respostas indicam que a infraestrutura, os impostos e a corrupção são os principais gargalos para a competitividade no país.

33 Uma maior eficiência logística permitirá: Utilização da multimodalidade 3,6% ,8% Formação de preços mais competitivos ao consumidor final 0,9% 2,8% 38,5% 50,5% Redução do lead time 2,7% 6,4% 40,9% Oferta de produtos e serviços a preços menores 2,8% 3,7% 8,3% 39,4% 45,9% Ganhos em toda cadeia de suprimentos da empresa 20,2% 33,9% 17,4% 21,1% Aumentar a eficiência na transmissão de dados 9,3% 13,0% 34,3% 21,3% 22,2% Reduzir custo com energia 11,8% 26,4% 36,4% Maior mobilidade urbana 0,9% 3,6% 32,7% 52,7% Reduzir os custos do transporte de suprimentos 4,5% 4,5% 2 20,9% 44,5% Reduzir os custos de estoque 20,9% 16,4% 11,8% 2 2 Maior adoção do modal ferroviário 46,4% 1 Maior adoção do modal rodoviário 1 20,9% 20,9% 13,6% 2 Viabilizar a implantação de novos centros de distribuição 13,6% 13,6% 2 16,4% 2 Viabilizar a implantação de uma unidade de negócios adicional 10,9% 13,6% 22,7% 1 34,5% Reduzir custos de armazenagem 0,9% 1,8% 2 3 Reduzir custos com deslocamentos de funcionários 4,5% 20,9% 23,6% 40,9% Maior consistência na entrega de produtos 1,8% 1,8% 32,7% 5 Maior velocidade na entrega de produtos 4,6% 19,3% 70,6% Reduzir o custo de transporte na distribuição 1,8% 1,8% 83,6% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Discordo totalmente Discordo parcialmente Não corcorda e nem discorda Concordo parcialmente Concordo totalmente Em geral, as empresas concordam com todos os itens, destancado a redução do custo de transporte na distribuição e a maior velocidade na entrega de produtos.

34 Nível de vantagens oferecidas pelo setor privado Padrão de governança 15,9% 6,5% 9,3% 17,8% 13,1% 21,5% 15,9% Influência política na gestão 30,8% 29,0% 11,2% 9,3% 6,5% 9,3% 3,7% Investimentos permanentes 4,7% 16,8% 12,1% 18,7% 12,1% 18,7% 16,8% Profissinais preparados 2,8% 5,6% 18,7% 12,1% 32,7% 20,6% 7,5% Burocracia no relacionamento fornecedor-cliente 8,4% 14,0% 24,3% 21,5% 16,8% 6,5% 8,4% Preço das tarifas 32,7% 16,8% 15,9% 12,1% 7,5% 6,5% 8,4% Nível de serviço 2,8% 7,5% 5,6% 8,4% 15,0% 19,6% 41,1% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Nota 1 Nota 2 Nota 3 Nota 4 Nota 5 Nota 6 Nota 7 As empresas consideram o nível de serviço a maior vantagem do setor privado em relação ao setor público.

35 Prioridade de investimento público em infraestrutura Metrôs 52,3% 2,8% 4,6% 6,4% 1,8% 6,4% 1,8% 4,6% 2,8% 3,7% Construção de redes de transmissão de energia 25,7% 3,7% 9,2% 15,6% 4,6% 11,0% 6,4% 4,6% 1,8% 4,6% Ampliação das redes de telefonia 16,5% 22,0% 33,0% 10,1% 0,9% 3,7% 4,6% 0,9% 0,9% 1,8% Ampliação das redes de internet 0,9% 3,7% 26,6% 27,5% 11,0% 10,1% 10,1% 4,6% 2,8% 0,9% 1,8% Construção de usinas energéticas0,0% 3,7% Ampliação de terminais aeroportuários 4,6% 9,2% 10,1% 11,9% 6,4% 12,8% 23,9% 4,6% 9,2% 33,0% 3,7% 10,1% 8,3% 8,3% 10,1% 8,3% 4,6% 0,9% 1,8% Maior oferta de equipamentos portuários 4,6% 11,0% 3,7% 1,8% 12,8% 12,8% 23,9% 12,8% 11,9% 0,9% 3,7% Redução da burocracia portuária 4,6% 3,7% 1,8% 1,8% 11,0% 9,2% 9,2% 21,1% 13,8% 12,8% 3,7% Maiores canais de acesso portuário 0,9% 6,4% 0,9% 8,3% 16,5% 26,6% 19,3% 6,4% 0,9% Alinhamento operacional do modal ferroviário 3,7% 2,8% 3,7% 11,9% 4,6% 12,8% 25,7% 11,9% 4,6% Ampliação da malha ferroviária 0,9% 4,6% 0,9% 3,7% 2,8% 0,9% 2,8% 0,9% 2,8% 4,6% 32,1% 43,1% Recuperação e ampliação da malha rodoviária 2,8% 0,0% 1,8% 0,9% 2,8% 3,7% 1,8% 15,6% 26,6% 36,7% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Nota 1 Nota 2 Nota 3 Nota 4 Nota 5 Nota 6 Nota 7 Nota 8 Nota 9 Nota 10 Nota 11 Nota 12 A ampliação e qualificação das malhas rodoviária e ferroviária são apontadas como prioridades nos investimento público para infraestrutura.

36 Propostas para que os projetos de infraestrutura no Brasil ganhem eficiência: 1 100,0% 80,0% 60,0% 40,0% 0,0% 51,8% 5 81,8% 3 30,9% 1 2,7% 0,9% 1,8% 3,6% 32,7% 2 10,9% 54,5% ,4% 3,6% 0,0% 2,7% 3 26,4% 47,1% 31,7% 19,2% 4,5% 1,0% 74,5% 1 3,6% 6,4% 6 2 6,4% 1,8% Aumentar o nível da participação privada Reduzir a complexidade burocrática Aumentar as parcerias púbico-privadas Aumentar a flexibilidade nos processos de licitação Aumentar a segurança jurídica nos processo de licitação Punir exemplarmente os corruptos Aumentar o acesso ao crédito para o setor privado Tornar juridicamente os processos de licitações mais ágeis Reduzir a interferência política em projetos Aumentar a transparência estratégica dos projetos de infraestrutura Pouco importante Razoavelmente imprtante Importante Muito importante O combate à corrupção, bem como a redução da burocracia através do aumento da participação privada, são os itens apontados como os mais relevantes para que se alcance um melhor nível de intraestrutura brasileira.

37 CONCLUSÕES As empresas que têm se defrontado com elevados custos logísticos de transporte de matéria-prima buscam combatê-los por meio de estratégias internas, como reduzir o número de entregas rápidas e a terceirizar a frota e serviços logísticos para outros operadores. Ademais, essas empresas também têm trabalhado com operações FOB em substituição ao CIF. Em termos de eficiência logística, essas empresas não transferem as responsabilidades e custos logísticos para clientes (Eficiência logística externa). Para essas empresas, o principal determinante de aumento de custos logísticos é a infraestrutura precária. A precariedade da malha ferroviária do país foi insistentemente apontada como um grande gargalo para o desenvolvimento do país. Não obstante, quando o assunto é competitividade, volta à tona a questão da infraestrutura A pesquisa demonstra o descrédito do empresariado brasileiro com a capacidade do setor público na gestão da infraestrutura do país. Por isso, atribuem à corrupção e a burocracia os dois principais entraves para o seu desenvolvimento. As empresas demonstraram claramente sua posição favorável em relação à maior participação do setor privado na provisão de bens e serviços atualmente vinculados ao setor público. Isso se evidencia nas soluções mais bem aceitas para a melhoria das condições infraestruturais do país.

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