ARMAZENAGEM VERTICAL

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1 ARMAZENAGEM VERTICAL Valmir Mafra RESUMO A Logística pode ser definida por quatro atividades básicas: a da aquisição e produto, movimentação, armazenagem e entrega dos produtos. Para implantar melhoramentos na estrutura dentro de uma indústria é necessário que haja uma dinâmica no sistema logístico, Este, envolve fatores como o suprimento de materiais e componentes, a movimentação e o controle de produtos, apoio ao esforço de vendas de produtos finais até a colocação do produto acabado ao consumidor. Uma das atividades de importância na logística é a atividade de armazenagem vertical, que bem administrada reduz a ocupação da area dos armazéns. Este segmento logístico está sendo estudado como uma solução para os gargalos que as organizações encontram quando tem a necessidade de montar um centro de distribuição, como: os altos custos com a aquisição de terrenos, as leis ambientais vigentes e a mão-de-obra disponível. A armazenagem vertical tem como foco a redução nos custos com a movimentação, a guarda de materiais, a redução nos custos com edificações, o cumprimento das leis ambientais e também a redução significativa da mão-de-obra. Este modelo de armazenagem dos produtos visa atender com eficiência ás especificações químicas e físicas de cada produto, ou seja, este serão armazenados respeitando as indicações recomenda pelos fabricantes. Palavras chaves: logística, armazenagem, vertical 1. INTRODUÇÃO

2 2 A armazenagem é um dos tópicos fundamentais da logística. O departamento de armazenagem vem sendo tratado dentro das empresas como um segmento da cadeia logística extremamente importante, onde os armazéns começam a ser considerados como centros de distribuições e agregador de valor para os produtos movimentados. Um sistema de armazenagem quando bem gerenciado na empresa, pode solucionar e evitar diversos problemas que influenciam diretamente o processo produtivo e a distribuição de produtos, otimizando espaços e diminuindo sensivelmente o custo do produto para o consumidor final e consequentemente aumentando a competitividade no mercado. Atualmente as empresas estão muito niveladas em relação ao aspecto tecnológico, sendo a logística um dos principais diferenciais para a sobrevivência e o crescimento das empresas no mercado. Uma logística eficiente pode representar o diferencial de uma empresa. Com o avanço das novas tecnologias de movimentação, os armazéns estão sendo reestruturados e remodelados, objetivando atender de forma mais eficiente às novas necessidades do mercado, procurando a sua melhor adequação as exigências de uma economia globalizada. A necessidade de colocar os produtos ao alcance dos mercados consumidores faz da armazenagem, um elo importante na cadeia de distribuição e suprimentos, desde à compra da matéria prima até o consumidor final. Para BALLOU (2006, p. 375), a armazenagem é utilizada para dar valor ao produto. Ou seja, ao armazenar um produto perto dos clientes, o tempo de entrega é em geral reduzido e facilita a disponibilidade. Conforme MOURA (2005, p. 21), armazenar é uma função da logística que envolve o tratamento dos materiais entre o tempo de produção e a sua venda ao consumidor final. Este processo envolve várias funções de movimentação como; separar mercadorias, consolidar lotes e preparar a mercadoria para o despacho.

3 3 Dentro do conceito de armazenagem, a verticalização dos espaços disponíveis é um dos conceitos aplicados pelos gestores de armazéns visando maximizar o aproveitamento total da área de estoques. O presente artigo tem por objetivo, apresentar os principais elementos relacionados à armazenagem vertical e a sua importância para as empresas, o que será feito por meio de pesquisas bibliográficas. 2.1 HISTÓRICOS DA ARMAZENAGEM A história da armazenagem segundo RODRIGUES (2003, p.36), confunde-se com a história do comércio entre os povos. Historicamente, aqueles que dedicaram-se ao comércio tiveram obrigatoriamente que armazenar e, assim, obtiveram hegemonia sobre os demais povos contemporâneos. Cerca de 3000 a.c., os egípcios construíram o primeiro depósito que se tem notícia, para armazenar o trigo e os papiros excedentes, para trocá-los mais tarde por madeiras no Líbano. Também foram encontrados produtos armazenados nas camas mortuárias dos faraós, pois acreditavam ser necessário para o uso em outras vidas pelos mortos. Os romanos durante as suas expedições e colonização, construíram centros de armazenagem e distribuição para serem distribuídas ao longo de todo o seu império. Ao contrário dos Vikings, que durante todo o seu percurso de colonização, limitavam-se a saquear e a consumir, desconhecendo a arte da armazenagem. No final do século XV, a coroa Portuguesa descobriu o caminho marítimo das Índias, espalhando entrepostos comerciais em diversos pontos da rota, como forma de manter o controle sobre o comércio de especiarias do Oriente. No século XVI a colonização Holandesa implanta entreposto em Java, Sumatra e Bornéu substituindo Portugal no domínio do comércio de especiarias com o Oriente. O intenso comércio de chá, seda e porcelana da China foram fatores determinantes para o crescimento do poderio britânico.

4 4 Com o fim da 2ª Guerra Mundial, o governo americano estimulou a reestruturação industrial na Europa, alavancando a produção e gerando excedentes exportáveis. Como consequência, o transporte marítimo cresceu rapidamente, impondo a racionalização e a modernização no uso das áreas restritas de armazenagem portuária. Todo este processo de modernização das armazenagens, vem sendo tratada com uma ciência complexa e independente. Desta feita, o item a seguir trará a baila alguns conceitos de armazenagem Armazenagem Muitas das oportunidades de obtenção de maiores espaços encontram-se atualmente na esfera da administração de materiais e a armazenagem é melhor forma de guarda, na qual se utiliza o espaço disponível do armazém nas três dimensões: comprimento, largura e altura. E dentro deste conceito, o setor de armazenagem é o que oferece economias significativas. A organização de um depósito ou qualquer outra área destinada à armazenagem, é um dos principais fatores para um melhor aproveitamento de espaço físico refletindo positivamente em todo o processo logístico da empresa. O uso do sistema de armazenagem, sejam elas para cargas manuais ou paletizadas operados por empilhadeiras ou qualquer outro equipamento de movimentação, tornou-se item ideal para a organização e em muitos casos a otimização do espaço de um armazém. Novos conceitos tecnológicos têm sido aplicados para conferir maior agilidade ao fluxo operacional de para tornar este mercadoria segmento mais eficiente e competitivo. O uso de equipamentos de movimentação desde carrinhos manuais até os sistemas totalmente automatizados e computadorizados de empilhamento, facilitam o processo de armazenagem significativamente. Em algumas empresas, a armazenagem foi, e em muitas ainda é, uma função quase esquecida. Poucas pessoas sobem as escadas da empresa escolhendo a armazenagem como primeiro degrau, e são ainda consideradas

5 5 como pontes entre a produção e a comercialização. Alguns autores definem a armazenagem como fator importante no processo administrativo. Para MOURA (2005, p. 20), armazenagem é a denominação genérica e ampla que inclui todas as atividades de um local destinado á guarda temporária e á distribuição de materiais (depósito, almoxarifado, centro de distribuição, etc)". Segundo o mesmo autor (2004, p.181), a função principal da armazenagem, consiste no gerenciamento de tempo e espaço. Os gestores precisam utilizar com eficiência os pequenos espaços disponíveis e o tempo é a mão-de-obra, que é substancialmente mais difícil de gerenciar. De acordo com FARIAS (2002 apud CHING,2007,p.196), a armazenagem pode ser definida como sendo o conjunto de atividades para manter fisicamente estoques de forma adequada. Dias (2006, p.17), define armazenagem/depósito/almoxarifado é responsável pela guarda física dos materiais, com exceção dos produtos em processo. A localização dos armazéns é um dos pontos cruciais na redução dos custos com transportes e armazenagem, facilitando também na rapidez no atendimento à clientes, obrigando algumas empresas a montarem centros de distribuições em locais estratégicos. Conforme BALLOU (2006, p. 375), sempre que se torna muito caro coordenar com eficiência oferta e demanda, surge a necessidade de armazenagem. Por anos algumas empresas não se preocupavam com os seus estoques, com a guarda, a armazenagem e a estocagem dos seus materiais, estas eram de responsabilidade do almoxarifado, considerado como um setor de menor importância. Descreve MOURA (2005, p.131), sobre armazém fornece o material certo, na quantidade certa, no lugar certo e no momento certo. Com o passar dos anos a armazenagem toma vulto e a sua importância será demonstrada a seguir.

6 A importância da Armazenagem A partir da década de 90 a armazenagem passa a ser tratada como uma área da logística de redução nos custos com fretes e eficiência no atendimento a clientes. De acordo com MOURA (2004, p.181), na função de distribuição, a armazenagem pode otimizar o atendimento ao cliente, desde que o centro de distribuição esteja mais próximo dele, proporcionando-lhe melhor atendimento. Salienta ainda (1989, p. 6), que o processo de armazenagem está se tornando verdadeiramente complexo; são necessários estudos neste campo para aumentar a produtividade da superfície e do espaço e melhorar o aproveitamento total do armazém. Os processos de administração da armazenagem estão exigindo cada vez mais conhecimento dos seus gestores. São estudos específicos quanto a sua localização dos armazéns, capacidade de armazenagem e custos com mão-deobra. Segundo RODRIGUES (2003, p. 38), a medida que os blocos econômicos vão se consolidando, o mundo se torna mais receptivo ao conceito de globalização da economia." Em decorrência da diversidade dos fluxos e dos vários tipos de mercadorias, existem inúmeros fatores para compor o custo final das operações, e estes devem ser racionalizados para tornar os produtos mais competitivos na disputa pelo mercado global. [...]Entre o armazém e a gerência deve haver um sistema de informação que permita colocar produtos em locais conhecidos em uma ordem conhecida, retirá-los rapidamente e na quantidade necessária e ainda ter uma rotação correta (por exemplo,fifo first in, first out, ou o primeiro a entrar, primeiro sair). As empresas devem ter instalações com docas que permitam a carga e a descarga rápidas de veículos, e espaços para separação de cargas que permitam o cross docking, isto é, a separação de cargas recebidas em lotes menores, para serem despachadas sem

7 7 armazenamento local, ou a mistura de cargas de produtos diferentes em lotes consolidados para clientes específicos. (MARTINS, 2006, p. 408) As operações de armazenagem vêm adquirindo grande importância para equilibrar a produção com a demanda, e também para garantir a continuidade da cadeia de suprimentos, onde agrega valor na oferta de serviço diferenciado ao cliente, como a eliminação de avarias, registros mais confiáveis, acesso on-line, roteirização e rastreamento viam satélite. BALLOU (2001 apud CHING, 2007, p.196) cita algumas razões para o uso dos espaços na armazenagem: reduzir custos de transporte e de produção; coordenar oferta e demanda; auxiliar no processo de produção; auxiliar no processo de marketing; consolidar e desconsolidar cargas. As mudanças no comportamento do varejo, o surgimento de novos canais de distribuição, tem levado a importantes inovações nas políticas de armazenagem, os pedidos passaram a ser mais frequentes e em quantidades menores, acarretando o aumento das atividades de recepção e expedição. Conforme BOWERSOX (2007, p. 326), para as empresas com múltiplos locais de produção, a armazenagem eficiente oferece a oportunidade de redução de estoques de materiais e redução no custo com manuseio e melhoria da produção. A flexibilidade no uso das tecnologias de informação possibilita aos operadores de depósitos, a capacidade de respostas rápidas aos clientes quanto a produtos e as características de entrega. Apesar dos modernos sistemas de distribuição como, entregas programadas diretas na linha de montagem ou ao cliente final, os armazéns continuam a existir por muito tempo, pois a armazenagem é um dos pilares da logística de distribuição, e seu alto custo decorre muitas vezes da má administração dos seus gestores. Muitas vezes o conceito de estoque e armazenagem se misturam, o próximo item irá dirimir tal erro

8 Funções do estoque e funções da armazenagem Estoque e armazenagem, duas palavras corriqueiramente confundidas e, muitas vezes, trocadas na prática, Estocagem define MOURA (1989, p. 3), é a atividade que, a princípio, diz respeito à guarda segura e ordenada de todos os materiais do armazém, em ordem de prioridade de uso nas operações de produção e também as peças que estão para ser despachadas para as operações de montagem. Já o processo de armazenagem, segundo o mesmo autor (2005, p. 20), é um conjunto de atividades que diz respeito à estocagem ordenada e distribuição de produtos acabados dentro da própria fábrica ou em locais destinados a este fim, pelos fabricantes, ou através de um processo de distribuição. Conclui o autor (1989, p. 3), os termos estocagem e armazenagem são frequentemente usados para identificar coisas semelhantes. Mas alguns preferem distinguir os dois referindo-se aos produtos acabados como armazenagem e aos suprimentos, matérias-primas e materiais em processo como estocagem. RODRIGUES (2003, p. 42), define as funções básicas de qualquer estoque como: Garantir disponibilidade imediata de insumos para a produção; Atuar como amortecedor durante o período de ressuprimento; Reduzir o custo de transporte pela aquisição de maiores lotes. Segundo ele (2003, p. 43), a atividade de armazenagem apresenta tipos de demanda totalmente diferentes entre si, exercendo funções vitais no ciclo de transferência entre os centros produtores e os centros consumidores, suprindo basicamente as seguintes necessidades: Servir de pulmão amortecedor entre as operações produtivas e as distribuições físicas; Compensar diferenças entre períodos de procura e oferta de mercadorias, como no caso de safras agrícolas;

9 9 Manter estoques reguladores, de forma a continuar atendendo o mercado consumidor, independente de acontecimentos econômicos e políticos; Permitir economia de escalas nas compras e transporte, através da aquisição de grandes lotes, obtendo descontos que compensem o custo adicional com armazenagem; Garantir o processo de fases essenciais aos processos de fabricação. Por exemplo, os vinhos que precisam de certo tempo para amadurecer; MOURA (2005, p. 21), define como funções básicas da armazenagem: criar utilidades de tempo: produtos agrícolas, moda, sazonais, etc.; criar utilidades de localização: material certo no local certo; criar utilidade de forma: maturação do produto, melhoria da qualidade (fumo, bebidas, etc.). Em resumo, sobre a armazenagem e estocagem há convergências, e são frequentemente confundidos dentro das organizações sem uma definição específica. Há falta de clareza sobre os resultados alcançados ou sobre o programa de trabalho a serem estabelecidos, pois a armazenagem vem suscitando vários problemas administrativos quando se trata de centro de distribuição, onde requer maior controle e uma mão-de-obra altamente qualificada. Conforme qualquer função logística, a armazenagem se norteia por alguns princípios básicos que a seguir serão elencados Princípios básicos da Armazenagem Alguns princípios básicos se relacionam à armazenagem, RODRIGUES que, segundo RODRIGUES (2003, p. 60), são os seguintes: Planejamento - Avaliação prévia da área de armazenage, verificando a existência de efetivas condições físicas e técnicas para receber materiais, observando a natureza de peso, dimensões, características de manuseio e segurança. Flexibilidade Operacional - Adaptabilidade das peças, corredores, portas e equipamentos disponíveis em uma área de armazenagem, de forma

10 10 a receber com facilidade, simultaneamente vários produtos com características diferentes. Simplificação de Fluxo - Desenvolvimento, adaptação físico de uma área de armazenagem, levando em conta as características dos equipamentos disponíveis e a localização de portas e corredores, para facilitar o fluxo de mercadorias evitando gargalos. Integração - Planejar a integração do maior número de atividade possível simultaneamente, coordenando todas as operações. Otimização do Espaço Físico - Armazenamento técnico e seguro, possibilitando a fácil movimentação da maior quantidade possível de mercadorias em uma área de armazenagem, observando a resistência estrutural do armazém. Otimização de Equipamentos e Mão-de-obra - Análise, desenvolvimento, padronização, sistematização e implantação de procedimentos direcionados a movimentação e equipes de trabalho. Verticalização - Aproveitar os espaços verticais da melhor maneira possível, sem perder de vista a segurança. Mecanização - Avaliação quanto à necessidade, possibilidade e relação de custo-benefício da mecanização. Automação - Avaliação quanto à real necessidade e relação custo x benefício de automatizar o gerenciamento da armazenagem. Controle - Planejamento, implantação e acompanhamento metódico do sistema de registro de recebimento, tempo de permanência da armazenagem. Segurança - Dotar a área de armazenagem de sistemas que garantam a integridade das mercadorias armazenadas, mão-de-obra, instalações e equipamentos, treinamento para equipes de trabalho. Preço - Compatibilidade dos preços calculados a partir da estrutura de custos resultantes do planejamento empresarial com o praticado pelas empresas congêneres do mercado. Conclui o autor que estes princípios

11 11 devem ser observados pelos gestores de estoque, como ferramenta a ser aperfeiçoada de acordo com a necessidade especifica de cada depósito. Dentre os tipos de armazenagem, um que se destaca é a armazenagem vertical, que será destaque na sequência Armazenagem vertical A armazenagem vertical é o aproveitamento dos espaços verticais da melhor maneira possível. No passado não havia preocupação com os espaços ocupados para a armazenagem, mas sim com o acondicionamento e o fácil acesso as mercadorias, que se espalhavam horizontalmente pelas áreas. Racionalizar a altura ocupada, foi a solução encontrada para reduzir o espaço e guardar maior quantidade de material. Com o advento das empilhadeiras elétricas, permitiu-se ampliar a idéia de utilização de espaços e a rapidez na movimentação das mercadorias dentro do armazém, bem como ampliou-se a capacidade de utilizar edifícios de andar único, permitindo o aproveitamento dos espaços aéreos disponíveis. O conceito de verticalização tem como objetivo o máximo aproveitamento dos espaços aéreos, contribuindo para o descongestionamento das áreas de movimentação e à redução nos custos unitários de estocagem. Hoje, razões de ordem econômica, induzem as empresas à redução de custos com áreas de armazenagem, pensando no aproveitamento dos espaços físicos nas três dimensões altura, largura e profundidade, orientando para o aproveitamento dos espaços verticais. Atualmente, o conceito de armazenagem horizontal está ultrapassado, pois este comportamento tornou-se antieconômico, levando em conta o volume de materiais a serem movimentados, o custo da área de armazenagem, o terreno e principalmente os problemas de layout e mão-de-obra, sendo assim partiu-se para a verticalização, notando-se com isto, uma crescente preocupação com a maximização do espaço aproveitável, trazendo como consequência direta, a redução da área ocupada e, portanto, do custo por metro quadrado.

12 12 Parafraseando MOURA (2005, p. 96), o aproveitamento dos espaços verticais, reduzem os gargalos nas áreas de armazenagem e também a redução dos custos unitários por estocagem. O aproveitamento dos espaços verticais torna-se mais fácil e pouco dispendioso, aplicando-se o princípio da armazenagem por paletes que permite a utilização de empilhadeiras para alcançar com facilidade grandes alturas. A armazenagem vertical tem como regra básica, a economia de espaço, que é avaliada em termos de ocupação por capacidade cúbica nas três dimensões largura, altura e profundidade. Esta regra visa também a utilização de equipamentos de movimentação tanto no transporte vertical e também no transporte horizontal. Dobrar a capacidade de estocagem equivale a reduzir o espaço do piso pela metade garantindo grandes economias através da ocupação dos espaços aéreos. Qualquer que seja o tamanho do depósito, o projeto deverá focar no uso do espaço cúbico disponível e utilizar ao máximo o espaço da altura possível. Os novos depósitos automatizados têm pé-direto de 30 metros de altura, e com o uso de equipamentos é possível armazenar até o teto da edificação. O limite de altura de um armazém é determinado pela segurança dos equipamentos de manuseio quanto a capacidade de elevação, como empilhadeiras e equipamentos contra incêndio. Com a evolução das prateleiras, foram criando as estruturas metálicas que, junto com os paletes, evoluíram para as estruturas porta-paletes, entrando em um processo de racionalizar a altura ocupada. Esta foi a solução para reduzir espaços e guardar maior quantidade de materiais. A armazenagem vertical requer o uso de equipamentos específicos para a sua operação, como as empilhadeiras de alta capacidade e os transelevadores. 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

13 13 As considerações a respeito de armazenagem vertical se baseiam principalmente na pesquisas realizadas pelo acadêmico, onde após um processo de pesquisa e identificou que os diferentes autores, trabalham dentro da mesma linha de pensamento, tratando a armazenagem como parte da cadeia logística de abastecimento.e da importância da armazenagem no atendimento aos clientes e na redução significativa de custos seja a matéria prima ou de produtos acabados. Outro fator importante observado nesta pesquisa é que, com a globalização, as organizações estão reestruturando-se, montado centros de distribuição e qualificando mão-de-obra para atender com mais eficácia o seu público consumidor. O pensamento da verticalização vem ganhando espaço dentro das organizações, como uma técnica de redução de custos na construção de novos centros de distribuição, onde as empresas tendem a reduzir o tamanho da área a ser construída explorando a armazenagem vertical. Com as novas tecnologias em equipamentos de movimentação de materiais, permite-se que os gestores de armazenagem utilizem a verticalização como fator de redução de espaços, otimização de mão-de-obra e como resultado, a geração de lucro. A armazenagem vertical vem atender à uma necessidade do mercado, que está cada vez mais preocupado com a redução nos custos de movimentação e armazenagem. Fatores determinantes levam as empresas a pensar na verticalização dos seus armazéns, entre elas a falta de grandes áreas disponíveis para construção em regiões geograficamente bem localizadas e as leis ambientais preocupadas com a preservação do meio ambiente. A localização de um centro de distribuição também deverá pensar na mãode-obra disponível para a região escolhida. Em contra partida, estes pequenos centros de distribuição, requer uma mão-de-obra mais qualificada e também equipamento de movimentação mais sofisticado e caro. São fatores que deverão ser mensurados na elaboração de um projeto de montagem de um centro de distribuição vertical.

14 14 A relação custo benefício não deve ser vista somente no ganho quantitativo dos produtos armazenados, mas principalmente em termos de diminuição de tempo de localização de produtos, diminuição na quantidade de itens avariados pelo mau armazenamento, otimização de espaço e possibilidade de endereçamento dos produtos e lucratividade. 4. REFERÊNCIAS BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística empresarial.5.ed.porto Alegre:Bookman, BOWERSOX, Donald J. ; Gloss, David J. Logística empresarial:o processo de integração da cadeia de suprimento.1.ed.5.reimpr. São Paulo: Atlas, 2007 CHING, Hong Yuh Gestão de estoques: na cadeia de logística integrada. 3.ed.São Paulo: Atlas, 2007 DIAS, Marco Aurélio P. Administração de materiais: princípios, conceitos e gestão. 5.ed.São Paulo: Atlas,2006 Administração de Materiais: uma abordagem logística. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1993 MARTINS, Petrônio G. Administração de matérias e recursos patrimoniais. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2006 MOURA, Reinaldo A. Sistema e técnicas de movimentação e armazenagem de materiais: Sistemas e técnicas. 5.ed.rev. São Paulo: Imam, 2005 Atualidades na logística.1.ed. São Paulo: Imam, 2004

15 15 RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrosio Gestão estratégica de armazenagem. São Paulo: Aduaneiras, 2003

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