Preço Médio da Soja em Mato Grosso do Sul - Junho de Em R$ por saca de 60 kg.

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3 NORTE Os preços pagos aos Produtores Rurais na região Norte do Estado neste mês de junho variaram entre a mínima de R$ 38,5 no dia 3/6 no município de São Gabriel do Oeste e a máxima de R$ 4, no dia 2/6 em Chapadão do Su. O preço médio verificado para região durante o mês de maio foi de R$ 39,16. SUL Na região Sul as cotações da oleaginosa variaram entre a mínima de R$ 38, em Sidrolândia no dia 3/6, e máxima de R$ 41, em Dourados no dia 2/6. O preço médio observado para região durante o mês de junho foi de R$ 39,73. Preço Médio da Soja em Mato Grosso do Sul - Junho de Em R$ por saca de 6 kg. Municípios Selecionados Dias 2/jun 7/jun 9/jun 14/jun 16/jun 21/jun 28/jun 3/jun Var. no Mês (%) Amambai 39,5 39,5 4, 39, 39, 39, 38,5 38,5-2,53 Caarapó 4, 4, 4,5 39,5 4, 4, 39, 39, -2,5 Campo Grande 41,5 41, 41,5 4,5 41, 41, 39,5 39,5-4,82 Chapadão do Sul 4, 39,5 4, 39, 39, 39, 38,5 38,5-3,75 Dourados 41, 4,5 41, 4,5 4,5 4,5 38,5 38,5-6,1 Maracajú 39,5 39,5 4, 39,5 39,5 39,5 38, 38, -3,8 São Gabriel do Oeste 4, 39,5 39,5 39, 39, 39, 38,5 38,5-3,75 Sidrolândia 4,5 39,7 4, 39,5 39,5 39,5 38, 38, -6,17 Preço Médio 4,25 39,9 4,31 39,56 39,69 39,69 38,56 38,56-4,19 Fonte: Granos Corretora 3

4 % 6 5 COMERCIALIZAÇÃO EVOLUÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA - MS 21/211 29/21 Comparativo safra 9/1 e 1/11 A comercialização da safra de soja 21/11 apresentou, nos últimos dias de junho do corrente ano, índice equivalente a 67%, valor 8 pontos percentuais abaixo do montante comercializado da safra 29/1, no mesmo período do ano passado jun 1-jun 17-jun 24-jun Fonte: Céleres EXPORTAÇÃO EXPORTAÇÃO SUL-MATO-GROSSENSE DE SOJA EM GRÃO U$$ 45.. valor (U$$ FOB) volume (KG) KG jan/jun 6 jan/jun 7 jan/jun 8 jan/jun 9 jan/jun 1 jan/jun 11 Fonte: MDIC/ALICEWeb 4

5 EXPORTAÇÃO SUL-MATO-GROSSENSE DE ÓLEO DE SOJA U$$ 6.. valor (U$$ FOB) volume (KG) KG jan/jun 6 jan/jun 7 jan/jun 8 jan/jun 9 jan/jun 1 jan/jun 11 Fonte: MDIC/ALICEWeb EXPORTAÇÃO SUL-MATO-GROSSENSE DE FARELO DE SOJA U$$ 12.. valor (U$$ FOB) volume (KG) KG jan/jun 6 jan/jun 7 jan/jun 8 jan/jun 9 jan/jun 1 jan/jun 11 Fonte: MDIC/ALICEWeb 5

6 MILHO NORTE Os preços pagos aos Produtores Rurais na região Norte do Estado variaram entre a mínima de R$ 23,5 no dia 3/6 no município de Chapadão do Sul e máxima de R$ 25,5, observada no dia 2/6 em São Gabriel do Oeste. O preço médio verificado para região como um todo no mês de junho foi de R$ 24,78. SUL Na região Sul as cotações do grão variaram entre a mínima de R$ 23, em Sidrolândia no dia 3/6, e máxima de R$ 28,, entre os dias 2 e 14/6 em Dourados. O preço médio para região em junho ficou na casa dos R$ 26,38. Preço médio do Milho em Mato Grosso do Sul - Junho de Em R$ por saca de 6 kg. Municípios Selecionados Dias 2/jun 7/jun 9/jun 14/jun 16/jun 21/jun 28/jun 3/jun Var. no Mês (%) Amambai 25, 25, 25, 25, 25, 25, 24, 23,5-6, Caarapó 25,5 25,5 25,5 25,5 25,5 25,5 24, 23,5-7,84 Campo Grande 27,5 27,5 27,5 27,5 27, 27, 25,5 25,5-7,27 Chapadão do Sul 25, 25, 25, 25, 25, 25, 24, 23,5-6, Dourados 28, 28, 28, 28, 27,5 27,5 26, 26, -7,14 Maracajú 25,5 25, 25, 25, 25, 25, 24, 23,5-7,84 São Gabriel do Oeste 25,5 25,5 25, 25, 25, 25, 24, 24, -5,88 Sidrolândia 27, 26, 26, 26, 25,5 25,5 24, 23, -14,81 Preço Médio 26,13 25,94 25,88 25,88 25,69 25,69 24,44 24,6-7,89 Fonte: Granos Corretora 6

7 EXPORTAÇÃO SUL-MATO-GROSSENSE DE MILHO EM GRÃO 3.. U$$ valor (U$$ FOB) KG jan/jun 7 jan/jun 8 jan/jun 9 jan/jun 1 jan/jun 11 Fonte: MDIC/ALICEWeb 7

8 BOVINOCULTURA Cotações: O preço de comercialização para arroba do boi até meados de junho permaneceu estável com poucos negócios realizados para depois seguir uma tendência de queda com os frigoríficos controlando suas compras. Frente ao cenário exposto, a arroba iniciou o mês sendo cotada ao preço médio à vista livre de R$ e finalizando o mês sendo negociada a R$ registrando redução de 2,12%. Para a vaca gorda os preços médios iniciaram no patamar de R$ e finalizaram ao valor de R$ 79,45, indicando queda de 1,69%. Carne no Atacado: Para os preços da carne bovina no atacado, verifica-se forte queda para os principais cortes, indicando para um ajuste que restabeleça a demanda, colaborando para saída da carne que nas últimas semanas vinha apresentando dificuldades. Destaque para o traseiro de boi c/ osso que registrou retração de 14,6%. Sendo negociado ao preço médio de R$ 6,88/kg no final de junho. Carne no Varejo: No varejo as carnes voltaram a cair de forma significativa, principalmente nos cortes de segunda. Em maio a paleta registrou redução de 8,11% em relação a abril, seguindo o mesmo ritmo o fígado obteve queda de 7,4%. Exportações: As exportações do estado neste ano para a carne bovina in natura continuam inferiores aos valores observados em 21. Em junho foram embarcados apenas 5,2 mil toneladas de carne equivalentes a receita de US$ 25,2 milhões. Os números indicam para uma redução de 59,6% em peso liquido exportado e de 48,5% em receita auferida, em relação a junho do ano passado. - Cotações Boi Preço Observado para Arroba do Boi Gordo em Mato Grosso do Sul - Junho de 211 (R$) Praça 2/jun 7/jun 14/jun 16/jun 21/jun 28/jun 3/jun Var. à AV AV AV AV AV AV AV Vista no Mês (%) Naviraí 9, 9, 9, 88, 88, 88, 88, -2,22 Ponta Porã 9, 9, 9, 88, 88, 88, 88, -2,22 Bataguassu 91, 91, 91, 88, 88, 88, 88, -3,3 Bataiporã 9, 9, 9, s/preço 88, 88, 88, -2,22 Nova Andradina 9, 9, 9, 88, 88, 88, 88, -2,22 Campo Grande 9, 9, 9, 87, 88, 88, 88, -2,22 Terenos 9, 9, 9, 9, 88, 88, 88, -2,22 Cassilândia 9, 9, 9, 88, 88, 9, 9,, Aparecida do Taboado 9, 9, 9, 88, 88, 88, 88, -2,22 São Gabriel do Oeste 9, 9, 9, 88, 88, 88, 88, -2,22 Coxim 9, 9, 9, 88, 88, 88, 88, -2,22 Preço Médio 9,9 9,9 9,9 88,1 88, 88,18 88,18-2,12 Fonte: UNITEC/FAMASUL. 8

9 Preço Observado para Arroba do Boi Gordo em Mato Grosso do Sul - Junho de 211 (R$) Regiões 2/jun 7/jun 14/jun 16/jun 21/jun 28/jun 3/jun Var. no Mês (%) Sul 9, 9, 9, 88, 88, 88, 88, -2,22 Sudeste 9,33 9,33 9,33 88, 88, 88, 88, -2,58 Centro 9, 9, 9, 88,5 88, 88, 88, -2,22 Nordeste 9, 9, 9, s/preço 88, 89, 89, -1,11 Norte 9, 9, 9, 88, 88, 88, 88, -2,22 Preço Médio 9,7 9,7 9,7 88,13 88, 88,2 88,2-2,7 Fonte: UNITEC/FAMASUL. - Cotações Vaca Preço Observado para Arroba do Vaca Gorda em Mato Grosso do Sul - Junho de 211 (R$) Praça 2/jun 7/jun 14/jun 16/jun 21/jun 28/jun 3/jun Var. à Vista AV AV AV AV AV AV AV no Mês (%) Naviraí 8, 8, 8, 8, 8, 78, 78, -2,5 Ponta Porã 82, 82, 82, 8, 8, 8, 8, -2,44 Bataguassu 81, 81, 81, 78, 78, 78, 78, -3,7 Bataiporã 82, 82, 82, 81, 81, 78, 78, -4,88 Nova Andradina 8, 8, 8, 8, 78, 8, 8,, Campo Grande 8, 8, 8, 78, 8, s/preço 8,, Terenos 8, 8, 8, 8, 8, 8, 8,, Cassilândia 82, 82, 82, 79, 79, 8, 8, -2,44 Aparecida do Taboado 82, 82, 82, 8, 8, 8, 8, -2,44 São Gabriel do Oeste 8, 8, 8, 8, 8, 8, 8,, Coxim 8, 8, 8, 8, 8, 8, 8,, Preço Médio 8,82 8,82 8,82 79,64 79,64 79,4 79,45-1,69 Fonte: UNITEC/FAMASUL. Preço Observado para Arroba da Vaca Gorda em Mato Grosso do Sul - Junho 211 (R$) Regiões 2/jun 7/jun 14/jun 16/jun 21/jun 28/jun 3/jun Var. no Mês (%) Sul 81, 81, 81, 8, 8, 79, 79, -2,47 Sudeste 81, 81, 81, 79,67 79, 78,67 78,67-2,88 Centro 8, 8, 8, 79, 8, 8, 8,, Nordeste 82, 82, 82, 79,5 79,5 8, 8, -2,44 Norte 8, 8, 8, 8, 8, 8, 8,, Preço Médio 8,8 8,8 8,8 79,63 79,7 79,53 79,53-1,57 Fonte: UNITEC/FAMASUL. 9

10 janeiro-4 abril-4 julho-4 outubro-4 janeiro-5 abril-5 julho-5 outubro-5 janeiro-6 abril-6 julho-6 outubro-6 janeiro-7 abril-7 julho-7 outubro-7 janeiro-8 abril-8 julho-8 outubro-8 janeiro-9 abril-9 julho-9 outubro-9 janeiro-1 abril-1 julho-1 outubro-1 janeiro-11 abril-11 R$ 14, MARGEM DO CUSTO OPERACIONAL TOTAL (COT) BRASIL E MATO GROSSO DO SUL Brasil Mato Grosso do Sul R$ 12, R$ 1, R$ 8, R$ 6, R$ 4, R$ 2, R$ - -R$ 2, Fonte: CEPEA/USP - Carne no Atacado PREÇOS MÉDIO DA CARNE BOVINA NO ACATADO - JUNHO DE 211 (R$/Kg) CORTES 2/jun 7/jun 14/jun 16/jun 21/jun 28/jun 3/jun Var. no mês (%) BOI - TRASEIRO C/ OSSO 8, 8, 7,55 7,55 7,55 6,88 6,88-14,6 BOI - DIANTEIRO C/ OSSO 5,6 5,6 5,45 5,45 5,45 5,3 5,3-5,36 BOI - PONTA DE AGULHA 6,5 6,5 6,23 6,23 6,23 5,98 5,98-8,8 BOI - CARCAÇA CASADA 6,93 6,93 6,75 6,75 6,75 6,33 6,33-8,66 VACA - CARCAÇA CASADA 6,15 6,15 6,38 6,38 6,38 6,63 6,63 7,72 Fonte: UNITEC/FAMASUL. 1

11 - Carne no Varejo PREÇO DOS PRINCIPAIS CORTES DE CARNE BOVINA NO VAREJO NO ANO DE 211 (R$/Kg) Cortes Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Var. Maio a Jun (%) Var. (%) Acum. ano Acém Agulha 9,52 9,65 1,47 9,72 9,28 9,18-1,13-3,62 Alcatra 17,98 16,16 16,9 15,92 15,47 15,75 1,78-12,43 Contra - Filé 19,19 17,58 15,76 15,58 15,69 15,7-3,98-21,49 Costela Ripa 7,3 7,52 7,4 7,38 6,83 7,81 14,29 6,93 Coxão Mole 14,65 14,78 14,9 14,47 13,98 14,3 2,27-2,4 Cupim 13,32 13,44 12,54-6,68-5,84 Fígado 8,24 6,96 7,14 6,66 7,27 7,48 2,87-9,24 Filé Mignon 31,22 23,1 2,46 22,13 21,15 21,3,69-31,79 Lagarto 13,96 12,63 11,82 12,17 12,48 11,99-3,94-14,12 Músculo 9,2 8,95 9,61 9,27 9,27 8,85-4,48-1,84 Paleta 9,86 1,28 1,47 1,2 9,22 9,91 7,48,51 Patinho 13,6 12,82 13,1 13,8 13,47 13,24-1,7-2,64 Peito 1,4 1,55 1,46 9,99 9,64 9,56 -,81-8,6 Picanha 28,55 25,52 2,61 22,44 21,28 21,28,2-25,45 Fonte: Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (NEPES) Universidade Anhanguera/Uniderp; Elaboração: UNITEC/FAMASUL. PREÇO DE VISCERAS DE BOI NO VAREJO NO ANO DE 211 (R$/Kg) Cortes Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Var. Maio a Jun (%) Var. (%) Acum. ano Bucho 5,26 5,59 6,62 7,48 6,91 7,22 4,41 37,17 Lingua 5,64 6,4 5,13 6,6 5,98 6,36 6,35 12,77 Rins 2,53 2,59 2,57 2,87 2,94 2,86-2,67 13,1 Mocotó 4,31 4,23 4,4 4,33 3,94 4,67 18,49 8,45 Rabada 11,83 12,12 12,63 12,5 12,34 11,11-9,94-6,6 Fonte: Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (NEPES) Universidade Anhanguera/Uniderp; Elaboração: UNITEC/FAMASUL 11

12 - Exportações EXPORTAÇÃO SUL-MATO-GROSSENSE DE CARNE BOVINA IN-NATURA US$ FOB 211 US$ FOB JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ FONTE:MDIC/ALICEWeb 12

13 SUINOCULTURA Cotações: O preço médio para o quilo vivo do suíno apresentou pequena redução durante o mês de junho, sendo cotado no inicio do mês a R$ 2,/Kg e finalizando o período sendo comercializado a R$ 1,95/Kg. Os preços para carcaça suína permaneceram estáveis por todo mês. Carne Varejo: No varejo os principais cortes suínos apresentaram redução em seus preços neste mês de junho. A bisteca suína teve retração de 8,8% e o pernil suíno queda de 5,3%. Exportações: Após forte queda das exportações do estado em maio para a carne suína in natura, em junho os embarques acentuaram esta tendência ficando abaixo dos valores observados para o mesmo período do ano passado. Neste mês de junho foram embarcados 967 mil kg de carne suína que geraram receita na ordem de US$ 2,9 milhões. Tais números indicam para uma redução de 12,7% em peso líquido exportado e 5,12% em receita obtida, em relação a junho de Cotações Suíno (R$/kg peso vivo) Preço médio para Suínos em Mato Grosso do Sul - Junho 211 (R$) Dias 2/jun 7/jun 9/jun 14/jun 16/jun 21/jun 28/jun 3/jun Var. no mês (%) Valor Mínimo 1,9 1,9 1,9 1,9 1,9 1,9 1,9 1,9, Valor Máximo 2,1 2,1 2,1 2,1 2,1 2, 2, 2, -4,76 Preço Médio 2, 2, 2, 2, 2, 1,95 1,95 1,95-2,5 Suíno Carcaça (R$/Kg) Dias 2/jun 7/jun 9/jun 14/jun 16/jun 21/jun 28/jun 3/jun Var. no mês (%) Valor Mínimo 4,5 4,5 4,5 4,5 4,5 4,5 4,5 4,5, Valor Máximo 5,5 5,5 5,5 5,5 5,5 5,5 5,5 5,5, Preço Médio 5, 5, 5, 5, 5, 5, 5, 5,, Fonte: CEASA/MS; Elaboração: UNITEC/FAMASUL. PREÇO DOS PRINCIPAIS CORTES DE CARNE SUÍNA NO VAREJO EM MS (R$/Kg) Cortes Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Var. (%) Maio/Jun Var. (%) Acum. ano Bísteca (kg) 8,55 7,91 8,83 8,38 7,95 7,25-8,81-15,2 Costeleta (kg) 9,39 8,65 9,46 8,59 7,79 8,2 2,95-14,59 Pernil (kg) 8, 8,41 8,62 8,89 7,47 7,8-5,22-11,5 Fonte: Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (NEPES) Universidade Anhanguera/Uniderp; Elaboração: UNITEC/FAMASUL. 13

14 - Exportações EXPORTAÇÃO CARNE SUÍNA IN-NATURA US$ FOB 211 US$ FOB JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ FONTE: MDIC/ALICEWeb 14

15 AVICULTURA Cotações: O preço médio para as aves abatidas em junho registraram leve redução de,83%. Sendo, no início do mês comercializada ao preço médio de R$ 3,6/Kg e encerrando o período com cotação de R$ 3,57/Kg. Carne Varejo: No varejo, destaque para o coração de frango que apresentou redução significativa entre as principais marcas neste mês de junho, indicando para uma retração de 14,9% em sua maior queda. Exportações: As exportações do estado em junho para a carne de frango foram de aproximadamente 1,68 mil toneladas, equivalentes a US$ 29,61 milhões em receita obtida. Houve um incremento de 14,2% em peso liquido exportado em relação a junho do ano passado, todavia, dada a valorização do produto no mercado internacional, a elevação em receita foi bastante superior, cerca de 62,6% acima da receita verificada em igual período do ano anterior. - Cotações Aves Abatidas (R$/Kg) Preço Médio para Aves abatidas em Mato Grosso do Sul - Junho 211 (R$/Kg) Dias 2/jun 7/jun 9/jun 14/jun 16/jun 21/jun 28/jun 3/jun Variação no Mês (%) Valor Mínimo 2,95 2,79 2,79 2,99 2,99 2,95 2,95 2,95, Valor Máximo 4,25 4,25 4,25 4,65 4,65 4,65 4,19 4,19-1,41 Preço Médio 3,6 3,52 3,52 3,82 3,82 3,8 3,57 3,57 -,83 Fonte: CEASA/MS; Elaboração: UNITEC/FAMASUL. PREÇO DOS PRINCIPAIS CORTES DE CARNE DE FRANGO NO VAREJO EM MS (R$/Kg) Cortes Jan Fev Mar Abr Mai Jun Var. (%) Mai a Jun Var. (%) Acum. ano Frango/galinha abatidos Copacol (1kg) 4,5 4,61 4,44 4,59 4,48 - -,52 Frango/galinha abatidos Copacol Asas (1kg) 8,35 8,18 8,95 8,69 7,57 7,63,73-8,68 Frango/galinha abatidos Copacol Coxas (1kg) 6,97 6,74 7,19 6,77 7,1 7,2,1,67 Frango/galinha abatidos Copacol Coxas/Sobre Coxas (1kg) 6,69 6,7 6,81 6,86 6,94 6,56-5,43-1,9 Frango/galinha abatidos Copacol Coxinha Da Asa (1kg) 8,77 8,7 8,66 8,56 8,44 8,73 3,4 -,49 Frango/galinha abatidos Copacol Peito S/ Osso (1kg) 1,8 9,62 9,73 9,53 9,35 9,51 1,69-5,67 Frango/galinha abatidos Copacol Peito (1kg) 7,85 7,59 7,7 7,55 7,9 7,7-2,51-1,89 Frango/galinha abatidos Ouro (1kg) 4,55 4,55 4,55 4, Coração Coração de Frango Congelado Perdigão (1kg) 17,99 14,3 12,45-12,97 - Coração de Frango Congelado Copacol (1kg) 14,49 16,1 16,25 14,69 16,4 15,33-4,4 5,83 Coração de Frango Congelado Sadia (1kg) 21,9 19,64 19,73 18,6 2,6 17,54-14,85-16,83 Fonte: Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (NEPES) Universidade Anhanguera/Uniderp; Elaboração: UNITEC/FAMASUL. 15

16 - Exportações EXPORTAÇÃO SUL-MATO-GROSSENSE DE CARNE DE FRANGO US$ FOB 211 US$ FOB JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ FONTE: MDIC/ALICEWeb 16

17 CONTRIBUIÇÃO DEVIDA AO SENAR PERGUNTAS E RESPOSTAS O SENAR-Serviço Nacional de Aprendizagem Rural foi criado em dezembro/1991 com a finalidade de promover, em todo território nacional, o ensino da Formação Profissional Rural e a Promoção Social para a classe dos produtores. Desde então vem cumprindo seu papel institucional e contribuindo para o desenvolvimento do setor produtivo brasileiro. No Estado de Mato Grosso do Sul, somente nos últimos 3 anos o SENAR já realizou mais de 57 eventos e capacitou cerca de 97 mil pessoas da comunidade rural, sempre em parceria com os Sindicatos Rurais e de forma gratuita. Ao todo, na regional de MS são oferecidos cerca de 84 cursos em diversos segmentos do agronegócio (Agricultura, Pecuária, Agroindústria, Agrossilvopastoril e etc), sem contar as atividades de Promoção Social (Associativismo, Artesanato, Processamento Caseiro e etc) e os Projetos Especiais (Programa Jovem Agricultor Aprendiz, Programa Empreendedor Rural, Gestão Ambiental, Negócio Certo Rural, Campo Futuro e outros). Para o desenvolvimento das suas atividades, o SENAR conta com uma contribuição prevista em lei e cobrada nas operações de comercialização da produção rural. E com o objetivo de esclarecer as principais dúvidas sobre essa contribuição, elaboramos um informativo que, para melhor compreensão, será tratado na forma de perguntas e respostas. 1) A contribuição ao SENAR é uma contribuição obrigatória? SIM, de acordo com a legislação federal vigente, toda vez que o produtor rural vender a sua produção está sujeito a contribuição do SENAR. 2) É de quanto é essa contribuição? De,2% para o produtor pessoa física; e De,25% para o produtor pessoa jurídica. 3) Quem é o responsável pelo recolhimento da contribuição do SENAR? Para definirmos o responsável pelo recolhimento, antes precisamos saber quem está envolvido na comercialização. Funciona assim: a) Na comercialização entre dois produtores, ambos pessoas físicas, a responsabilidade pelo recolhimento é de quem está vendendo, observados os termos da lei; b) Por outro lado, quando a comercialização é realizada entre um produtor pessoa física e uma empresa, é ela (a empresa) quem deverá efetuar o recolhimento no lugar do produtor. Exemplo de empresas: Laticínio, Usina, Frigorífico, Cooperativa, Prefeitura, ou qualquer pessoa jurídica, inclusive as Agropecuárias (produtor rural pessoa jurídica); c) Em se tratando de produtor pessoa jurídica, a responsabilidade pelo recolhimento é sempre dele mesmo, não importando para quem a produção seja vendida. 17

18 4) Como é realizado o recolhimento? O recolhimento é feito através de guia GPS (Guia da Previdência Social), observados os códigos de pagamento exclusivos da pessoa física (2712) e da pessoa jurídica (2615), bem como o preenchimento dos valores no campo específico da guia (Campo 9). Com esses códigos é possível realizar o recolhimento APENAS da contribuição do SENAR. 5) Qual é o prazo para o recolhimento? Até o dia 2 do mês subseqüente ao da comercialização. Ou seja, havendo comercialização da produção durante o mês de julho, por exemplo, tem-se até o dia 2 de agosto de prazo para o recolhimento da respectiva contribuição. 6) E quem faz a cobrança da contribuição devida ao SENAR? Antigamente a cobrança era feita pelo INSS e atualmente é feita pela Receita Federal. 7) A contribuição do SENAR é a mesma Contribuição Sindical da CNA? Não, a contribuição sindical é cobrada anualmente pela CNA e é destinada ao financiamento do Sistema Sindical, donde a FAMASUL faz parte. A contribuição ao SENAR é cobrada pela Receita Federal e possui como finalidade o custeio dos cursos profissionalizantes rurais. 8) Qual a relação da Contribuição do SENAR com o Funrural? NENHUMA, elas apenas tem a possibilidade de serem realizadas numa mesma guia, mas como já vimos, a contribuição do SENAR pode ser recolhida em separado do FUNRURAL. Basta, para tanto, observar na guia os códigos de recolhimento exclusivos (2712 para produtor pessoa física e 2715 para pessoa jurídica) e o preenchimento correto do campo 9. 9) O que pode acontecer ao produtor, ou a empresa compradora da produção rural, que deixar de pagar a contribuição ao SENAR? O produtor ou empresa que deixar de recolher as contribuições ao SENAR fica sujeito as várias sanções impostas pela Receita Federal, tais como: _ Pagamentos de juros e multas que podem chegar a mais de 1% do débito original; _ Ser processado pelo governo através de execução fiscal; _ Ser inscrito no CADIN-Cadastro de débitos do governo federal; _ Ficar impedido de pleitear, nos bancos, financiamento subsidiado para safra ou reformas na propriedade; Nota: é importante frisar que é a Receita Federal a entidade fiscalizadora e executora das contribuições ao SENAR. 18

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