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3 Federação das Indústrias do Estado do Ceará FIEC DIRETORIA Presidente Roberto Proença de Macêdo 1º Vice-Presidente Ivan Rodrigues Bezerra Vice-Presidente Carlos Prado, Jorge Alberto Vieira Studart Gomes e Roberto Sérgio Oliveira Ferreira Diretor Administrativo Carlos Roberto Carvalho Fujita Diretor Administrativo Adjunto José Ricardo Montenegro Cavalcante Diretor Financeiro José Carlos Braide Nogueira da Gama Diretor Financeiro Adjunto Edgar Gadelha Pereira Filho Diretores Antônio Lúcio Carneiro, Fernando Antônio Ibiapina Cunha, Francisco José Lima Matos, Frederico Ricardo Costa Fernandes, Geraldo Bastos Osterno Júnior, Hélio Perdigão Vasconcelos, Hercílio Helton e Silva, Ivan José Bezerra de Menezes, José Agostinho Carneiro de Alcântara, José Alberto Costa Bessa Júnior, José Dias de Vasconcelos Filho, Lauro Martins de Oliveira Filho, Marcos Augusto Nogueira de Albuquerque, Marcus Venícius Rocha Silva, Ricard Pereira Silveira e Roseane Oliveira de Medeiros CONSELHO FISCAL Titulares Francisco Hosanan Pinto de Castro, Marcos Silva Montenegro e Vanildo Lima Marcelo Suplentes Fernando Antônio de Assis Esteves, José Fernando Castelo Branco Ponte e Verônica Maria Rocha Perdigão Delegados da CNI Titulares Fernando Cirino Gurgel e Jorge Parente Frota Júnior Suplentes Roberto Proença de Macêdo e Carlos Roberto Carvalho Fujita Superintendente geral do Sistema FIEC Paulo Studart Filho. Serviço Social da Indústria SESI CONSELHO REGIONAL Presidente Roberto Proença de Macêdo Delegados das Atividades Industriais Efetivos Cláudio Sidrim Targino, Marcos Silva Montenegro, Ricardo Pereira Sales, Carlos Roberto Carvalho Fujita Suplentes Abdias Veras Neto, José Agostinho Carneiro de Alcântara, Luiz Francisco Juaçaba Esteves, Paula Andréa Cavalcante da Frota Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego Efetivo Francisco José Pontes Ibiapina Suplente Francisco Welligton da Silva Representantes do Governo do Estado do Ceará Efetivo Denilson Albano Portácio Suplente Paulo Venício Braga de Paula Representantes da Categoria Econômica da Pesca no Estado do Ceará Efetivo Francisco Oziná Lima Costa Suplente Eduardo Camarço Filho Representantes dos Trabalhadores da Indústria no Estado do Ceará Suplente Raimundo Lopes Júnior Superintendente Regional Francisco das Chagas Magalhães. Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial SENAI CONSELHO REGIONAL Presidente Roberto Proença de Macêdo Delegados das Atividades Industriais Efetivos Marcus Venícius Rocha Silva, Aluísio da Silva Ramalho, Ricard Pereira Silveira, Edgar Gadelha Pereira Filho Suplentes Marcos Antônio Ferreira Soares, Paulo Alexandre de Sousa, Francisco Lélio Matias Pereira, Marcos Augusto Nogueira de Albuquerque Representantes do Ministério da Educação Suplente Samuel Brasileiro Filho Representantes da Categoria Econômica da Pesca do Estado do Ceará Efetivo Elisa Maria Gradvohl Bezerra Suplente Eduardo Camarço Filho Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego Efetivo Francisco Enio Oliveira Alencar Suplente Francisco José Pontes Ibiapina Representantes dos Trabalhadores da Indústria do Estado do Ceará Efetivo Carlos Alberto Lindolfo de Lima Suplente Francisco Alexandre Rodrigues Barreto Diretor do Departamento Regional Fernando Ribeiro de Melo Nunes. Instituto Euvaldo Lodi IEL Diretor-presidente Roberto Proença de Macêdo Superintendente Vera Ilka Meireles Sales Instituto de Desenvolvimento Industrial INDI Presidente Roberto Proença de Macêdo Diretor Corporativo Carlos Matos Instituto FIEC de Responsabilidade Social FIRESO Presidente Roberto Proença de Macêdo Vice-presidente Wânia Cysne de Medeiros Dummar Coordenação e edição Luiz Carlos Cabral de Morais Redação Camila Gadelha Gevan Oliveira Luiz Henrique Campos Ana Paola Vasconcelos Campelo Marise Pontes e Ana Paula Dantas Fotografia José Sobrinho e Giovanni Santos Diagramação Claudemir Luis Gazzoni Capa Paulo Rodrigo Soares Lopes (Gerência de Marketing/Sistema FIEC) Coordenação gráfica Alterativos Hipermídia Endereço e Redação Av. Barão de Studart, Térreo - Fortaleza-CE - CEP Telefones (85) e Fax (85) Revista da FIEC é uma publicação mensal editada pela Gerência de Comunicações (Gecom) do Sistema FIEC Gerente da Gecom Luiz Carlos Cabral de Morais Tiragem exemplares Impressão Marcograf Publicidade (85) / / / e Endereço eletrônico Revista da FIEC. Ano 7, n 88 (setembro 2014) - Fortaleza : Federação das Indústrias do Estado do Ceará, v. ; 20,5 cm. Mensal. ISSN X 1. Indústria. 2. Periódico. I. Federação das Indústrias do Estado do Ceará. Gerência de Comunicação. CDU: 67(051)

4 Publicação do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Ceará SETEMBRO 2014 N o GESTÃO 08 consistentes FIEC unida Após oito anos, o presidente da FIEC, Roberto Proença de Macêdo, encerra seu mandato com a instituição plenamente reunificada e a realização de ações em prol da indústria do estado do Ceará Estrutura operacional 22 PROFISSIONALIZAÇÃO Modernização das estruturas e prestação do melhor serviço por meio de novas formas de gestão Associativismo 16 MAIS REPRESENTATIVIDADE Entre 2007 e julho de 2014, houve aumento de para das empresas associadas Gestão de pessoas 28 ATRAÇÃO DE TALENTOS Programas para incentivar o crescimento profissional em diferentes carreiras

5 Negócios 32 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Gerência de Negócios atua em diversas frentes para assegurar sustentabilidade do Sistema FIEC Inovação 40 INCENTIVO À PRODUTIVIDADE Por meio do SENAI, IEL e INDI, a inovação é uma das prioridades da gestão Roberto Macêdo Incremento industrial 52 EM PARCERIA Sistema FIEC trabalha parcerias com instituições de diversos tipos para fortalecer o setor Ampliando ações 60 ATUAÇÃO NO INTERIOR Base de atuação aumenta para atender os mais importantes polos econômicos cearenses SESI 70 EXCELÊNCIA EM GESTÃO Mudanças marcaram os últimos oito anos da instituição, transformando o modelo de negócio INDI 98 APOIO À COMPETITIVIDADE Por meio de ações de inteligência, inovação e integração, o instituto busca dinamizar a indústria CIN 114 COMÉRCIO EXTERIOR Estímulo à internacionalização por meio de mudança de atitude dos empresários Museu da Indústria 122 MEMÓRIA E MODERNIDADE Equipamento une épocas e apresenta-se como referência na disseminação da história do setor SENAI 84 INOVAÇÃO E TECNOLOGIA Antenado às necessidades da nova indústria, entidade moderniza e amplia estrutura FIRESO 106 FOCO NO SOCIAL Ações socialmente responsáveis na indústria por meio de parcerias e redes de colaboração FIEC 128 POSSE Nova diretoria, eleita por aclamação com participação de todos os delegados dos sindicatos, toma posse IEL 92 QUALIFICAÇÃO Educação, gestão da tecnologia e desenvolvimento de empresários marcam atuação

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7 Mensagem da Presidência Roberto Proença de Macêdo Oito lições desses oito anos Nos oito anos em que presidi a FIEC pude obter alguns resultados com a concretização de aspirações, baseadas em conceitos que me acompanham ao longo da vida empresarial. Nesta que é a minha última Mensagem da Presidência, compartilho a alegria de ver que foi possível realizar algumas destas aspirações juntamente com meus colegas de diretoria. 1 ASPIRAÇÃO DE UMA FIEC UNIDA Esta foi a razão de ser da minha aceitação do convite para concorrer à eleição a Presidente da nossa entidade, motivo esse que esteve presente em todos os meus pensamentos e atos, inclusive no momento de viabilizar a minha sucessão. 2 ASPIRAÇÃO DE PROTAGONISMO EMPRESARIAL A acomodação, a lamentação e o conformismo diante de dificuldades foram coisas que sempre me incomodaram. Descobri na FIEC o poder que ela tem como instrumento para o empresário exercer a liderança, com proatividade transformadora em favor da competitividade sustentável da indústria. 3 ASPIRAÇÃO DE AUMENTO DA REPRESENTATIVIDADE EMPRESARIAL O distanciamento de muitos dos meus colegas industriais dos órgãos do nosso Sistema FIEC foi algo que muito me preocupou ao assumir o primeiro mandato. É uma grande satisfação constatar que a FIEC se tornou mais atraente para muitos empresários quando lhes proporcionou participação direta na escolha de seus representantes, por meio de uma mudança no nosso sistema eleitoral, que é única no Brasil. 4 ASPIRAÇÃO DE SERVIR À INDÚSTRIA Nunca aceitei as anomalias existentes em várias entidades de representação em nosso país, decorrentes de sua apropriação para fins particulares em detrimento dos interesses coletivos. Fico muito feliz de ter tido companheiros de diretoria e dirigentes de sindicatos que me apoiaram na ruptura de muitas dessas práticas indesejáveis. 5 ASPIRAÇÃO DE UMA GESTÃO COLEGIADA O forte viés presidencialista das nossas representações classistas jamais me pareceu eficiente. Na FIEC, comprovei que o funcionamento coletivo de uma diretoria coesa torna mais leve o gerenciamento e atende aos requisitos de eficácia. 6 ASPIRAÇÃO DE UMA ECONOMIA DESCONCENTRADA A concentração econômica em Fortaleza e sua região metropolitana é uma distorção que se choca com minha compreensão de desenvolvimento. No esforço de buscar uma situação mais equilibrada e sustentável, dão-me contentamento algumas contribuições que a FIEC pôde fazer no processo de regionalização da indústria no Ceará. 7 ASPIRAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO MERITOCRÁTICA A configuração paraestatal é um entrave antigo nas organizações classistas. Este formato me incomoda pelos excessos burocráticos, influência política, lentidão e custos elevados. Avançamos na eliminação desses obstáculos com a elaboração de um diagnóstico completo e com a realização de uma reforma estrutural. 8 ASPIRAÇÃO PARA INOVAR O tradicionalismo, a repetição e a imitação me impacientam. Uma sociedade que não inova é mera seguidora. Por acreditar nos talentos e na garra dos empresários cearenses, nos lançamos, juntamente com universidades e governos, em vários projetos instigadores da criação de uma cultura de inovação em nosso estado. Considero-me afortunado por termos conseguido dar passos importantes e firmes nessa direção. Sinto-me recompensado pelo que foi conquistado, mas como sei que tudo isso resulta de um esforço conjunto de muitas pessoas da nossa e de outras instituições, sou igualmente agradecido a todos que juntaram as suas esperanças e energias nessa construção. A você, leitor da Revista da FIEC, despeço-me com o meu abraço e o meu muito obrigado. Setembro de 2014 REVISTADAFIEC 7

8 Gestão Roberto Macêdo, em discurso de posse no 1º mandato: "Inspirado em Luiz Esteves, reafirmo a nossa promessa de buscar a reunificação do Sistema FIEC o mais rapidamente possível" Compromisso com a união 8 REVISTADAFIEC Setembro de 2014

9 Luiz Esteves Neto, ex-presidente da FIEC O presidente da FIEC encerra oito anos de mandato com a instituição plenamente reunificada e a realização de ações consistentes em prol da indústria cearense Com 100% dos votos dos 39 delegados representantes dos sindicatos filiados à Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), o empresário Jorge Alberto Vieira Studart Gomes (Beto Studart) foi eleito no dia 14 de março deste ano o novo presidente da entidade. O mandato, que começará em 22 de setembro, será de cinco anos, sem direito à reeleição, conforme determina o estatuto aprovado em julho do ano passado. Na oportunidade, o presidente da FIEC, Roberto Proença de Macêdo, sugeriu que a chapa conduzida por Beto Studart fosse denominada União. A sugestão não só foi aceita, como traduziu simbolicamente aquele momento histórico que estava sendo vivenciado na entidade representativa do setor industrial cearense. Para a maioria dos representantes sindicais presentes naquele dia no pleito, ocorrido no 5º andar da Casa da Indústria, o sentido do termo não significava apenas a necessidade de fortalecimento do setor industrial. Como bem ressaltou o ex-presidente da FIEC, Fernando Cirino Gurgel, pode parecer retórica, mas somos pessoas muito ocupadas para ficarmos desperdiçando energia com desavenças internas. Fernando Cirino, de certa forma, estava sintetizando um período no qual a Federação enfrentou, a partir de disputas internas, momentos de dificuldades que não acrescentaram nada de positivo ao segmento industrial cearense. Mas, para compreender esse cenário, é preciso voltar no tempo e entender a importância das duas gestões de Roberto Macêdo nesse processo. Gestão iniciada em 18 de setembro de 2006 para suceder a de Jorge Parente Frota Júnior, após intensa disputa eleitoral travada entre as principais lideranças que sempre tiveram papel de destaque na FIEC. O resultado do pleito, com três candidaturas postas, apontou que, dos 38 votos dos sindicatos, Roberto Macêdo obteve 19, Hermano Franck 13 e Orlando Siqueira 1. Setembro de 2014 REVISTADAFIEC 9

10 Pode parecer retórica, mas somos pessoas muito ocupadas para ficarmos desperdiçando energia com desavenças internas Fernando Cirino Gurgel, expresidente da FIEC, após o pleito que elegeu Beto Studart Outros cinco votos foram colocados em urna separada, devido a pedidos de impugnação solicitados pelas chapas. Como a diferença do primeiro para o segundo colocado ultrapassou a quantidade de votos impugnados, o presidente da Comissão Apuradora, Meton César de Vasconcelos, lacrou a urna, que obteve os votos em separado, e não os computou. O episódio, por si só, é representativo do nível de acirramento que demarcou a eleição. Roberto Macêdo tinha exata noção disso, tanto que, logo após o anúncio de sua vitória, na tarde do dia 14 de agosto, afirmou que o pleito foi bastante disputado: Tenso em alguns momentos, mas que, agora, deverá buscar a harmonia entre as chapas que participaram da eleição. Vamos buscar isso o mais breve possível. Era o primeiro indicativo da tentativa de reconciliação, mesmo com feridas ainda expostas pela disputa eleitoral. O desejo expresso no calor da disputa, todavia, não escondia no íntimo da chapa vencedora que a luta não seria fácil, e o reforço do desejo pela reunificação deveria servir quase que como um mantra dali em diante. Assim, Roberto Macêdo fez em seu discurso de posse uma homenagem especial a Luiz Esteves Neto, ex-presidente da FIEC, citando- -o como símbolo da união do empresariado industrial do Ceará. Esteves já se encontrava bastante debilitado, mas fez questão de comparecer à posse do presidente. Inspirados em você, reafirmamos neste momento a nossa promessa de buscar a reunificação da nossa FIEC o mais rapidamente possível, disse Roberto Macêdo ao assumir pela primeira vez os destinos da Federação. Ainda no discurso de posse, ele declarou nunca ter tido a ambição de ser presidente da FIEC: Aceitei candidatar-me à presidência da nossa Federação atendendo a um chamado da maioria dos representantes do empresariado industrial do Ceará. Este chamado significa um desafio, entendido como missão, para a reunificação da nossa entidade e para o avanço do seu processo de modernização. Assumo esse honroso cargo para o cumprimento dessa missão e, reafirmo, é por isso que estou aqui!. O presidente da FIEC, Roberto Macêdo, sugeriu que a chapa conduzida por Beto Studart fosse denominada União, sugestão acatada por unanimidade 10 REVISTADAFIEC Setembro de 2014

11 Diálogo com a governança sindical De 2007 a 2013, os 39 sindicatos associados à FIEC passaram de para empresas filiadas. Parte deste resultado se deve às ações do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), desenvolvido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e replicado pelas federações estaduais de indústria. (Veja matéria na página 16.) No Ceará, o trabalho, coordenado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL/CE), é considerado como modelo para as demais federações. Prova disso são os convites recebidos para que as estratégias adotadas aqui sejam divulgadas em outras federações. Nos últimos cinco anos, sete estados receberam a presença de lideranças dos sindicatos cearenses expondo suas experiências, que também foram relatadas durante o último Encontro Nacional da Indústria (ENAI), ocorrido em dezembro de 2013, em Brasília. O resultado consolida o que Roberto Macêdo chamou de decálogo da governança sindical, inserido na Mensagem da Presidência da edição da Revista da FIEC de fevereiro de Ele afirmava ali que o sindicato precisava ser representativo, profissionalizado, ético, gestor de demanda, alavancador, modernizador, motivador, inovador, Decálogo da governança sindical Encontro Nacional da Indústria (ENAI), ocorrido em dezembro de 2013, em Brasília integrador e responsável. Ao fazer uso de atributos desse tipo, escreveu Roberto Macêdo, entendo que fortaleceremos as entidades que constituem a base do sistema representativo do empresariado industrial do Ceará e, com isso, contribuiremos para o aumento da competitividade das empresas cearenses. 1. REPRESENTATIVO. O sindicato deve ter uma representação mínima que expresse significativamente, em termos quantitativos e qualitativos, a dimensão do seu setor. 2. PROFISSIONALIZADO. O sindicato não tem dono. É administrado por uma diretoria que atua respeitando a sua natureza pública e aplicando as melhores práticas de gestão empresarial. 3. ÉTICO. O sindicato somente deve praticar ações que sejam reconhecidas pela sociedade, com base em valores norteadores do bem-comum. 4. GESTOR DE DEMANDA. O sindicato deve gerir a demanda das empresas do seu setor para o bom uso de toda a estrutura do Sistema FIEC, em benefício dos seus associados. 5. ALAVANCADOR. O sindicato deve induzir e facilitar a montagem de sistemas consorciados capazes de congregar pequenas empresas para atender demandas que extrapolem suas capacidades individuais. 6. MODERNIZADOR. O sindicato deve incentivar e prover os meios para a gestão profissionalizada das empresas, aplicando as melhores e mais atuais práticas administrativas. 7. MOTIVADOR. O sindicato deve estimular e facilitar a capacitação continuada de pessoas em todos os seus níveis, de forma a atender as necessidades sempre crescentes da Nova Indústria. 8. INOVADOR. O sindicato deve difundir e apoiar programas voltados para inovações tecnológicas e de produtos e processos, bem como contribuir para o acesso às fontes de recursos existentes para a realização de pesquisas e desenvolvimento. 9. INTEGRADOR. O sindicato deve integrar as ações do seu setor nas cadeias produtivas afins, visando à obtenção de vantagens competitivas (fiscais, tributárias, volumétricas, etc.) para a inserção competente das empresas na economia nacional e global. 10. RESPONSÁVEL. O sindicato deve ser o guardião da prática da responsabilidade social e ambiental dos seus associados, contribuindo para o fortalecimento da imagem institucional do empresariado industrial. Setembro de 2014 REVISTADAFIEC 11

12 12 REVISTADAFIEC Setembro de 2014

13 Circunstâncias impuseram reeleição Ocompromisso assumido com a reunificação da FIEC pela gestão Roberto Macêdo passou a ser uma busca permanente, mas o cenário vivenciado pela indústria cearense exigia mais do que discurso. O Brasil passava por transformações importantes, com emprego em alta, mais renda circulando e, em consequência, novas perspectivas em termos de competitividade para as empresas. A diretoria da FIEC sabia que lidar com esse quadro exigiria mais do que a retórica da reunificação, mas principalmente compromisso com as mudanças. Nesse sentido, além da profissionalização do Sistema FIEC, era preciso fortalecer os sindicatos filiados, base de toda a representatividade que compõe a Federação. A senha estava criada. Como disse certa vez Roberto Macêdo: Com a aproximação, reduziremos os preconceitos, aumentaremos a confiança mútua, aprenderemos mais, sairemos do isolamento, superaremos o individualismo e teremos mais união. Assim, fortaleceremos a nossa Federação, os nossos sindicatos e aumentaremos nossa força competitiva. A missão, porém, não seria fácil. Se a pretensão de Roberto Macêdo era cumprir apenas um mandato, tendo como pressuposto primordial reunificar a Federação, esse desejo foi atropelado pelas circunstâncias que levaram aquela gestão a pleitear a reeleição em A eleição, no entanto, já trazia a marca de um novo momento iniciado em Setembro de 2014 REVISTADAFIEC 13

14 O clima tranquilo no ambiente da eleição mostrava que a FIEC estava no caminho certo. A simbologia desse momento pôde ser demonstrada pelo empresário Jaime Aquino, que na época com 87 anos disse estar presente ao pleito por acreditar no processo democrático A principal novidade foi a participação direta dos empresários filiados aos 39 sindicatos ligados à Federação na escolha do presidente da entidade. Duas chapas disputaram o comando da maior entidade de classe do estado: a chapa 1 (FIEC 60 Anos) teve à frente Roberto Macêdo, que buscava a reeleição. A chapa 2 (Participação para Inovar) foi liderada por Orlando Carneiro de Siqueira, titular da OCS Minerais e Empreendimentos. Com 37 votos a favor e um contra, Roberto Macêdo foi reconduzido ao cargo no dia 19 de agosto. O clima tranquilo da reeleição era a prova de que a FIEC estava no caminho certo. A simbologia desse momento pôde ser demonstrada pelo empresário Jaime Aquino, primeiro a votar naquele dia. Aos 87 anos na época, Aquino, que é o maior produtor de caju do mundo, destacou que estava presente ao pleito por acreditar no processo democrático, ressaltando que a eleição trouxe uma revitalização à entidade da indústria. Se entre os dois postulantes o clima era de fraternidade, entre os eleitores não poderia ser diferente. Durante todo o processo de votação, militantes das duas chapas faziam questão de demonstrar esse clima por meio de conversas e debates que enalteciam o fortalecimento da FIEC. A participação dos sindicatos durante o processo eleitoral registrou ainda um fato marcante, que foi a permanência de vários presidentes acompanhando o pleito do começo ao fim. Além dos presidentes de sindicatos, participaram da festa democrática, ressaltando a importância da disputa como prova da força da FIEC, os ex-presidentes da entidade Jorge Parente Frota Júnior e Fernando Cirino Gurgel. Reeleito, Roberto Macêdo percebeu com clareza que a natureza participativa das eleições da FIEC, com 703 empresários votantes, conferiu maior legitimidade e responsabilidade ao grupo que iria conduzir a Federação no próximo período. Por isso, dentre as várias ações que pensou para o novo mandato, priorizou algumas que entendia como os pilares conceituais para a gestão , e que também foram publicados na Mensagem da Presidência da Revista da FIEC de setembro de Foram eles: 14 REVISTADAFIEC Setembro de 2014

15 Pilares conceituais para a gestão REPRESENTATIVIDADE POLÍTICO-SOCIAL. Fortalecimento da representação empresarial, com intensificação do associativismo e ações compartilhadas com a sociedade e com as diversas áreas dos diferentes níveis governamentais. Essa foi uma das principais formulações identificadas no nosso Planejamento Estratégico. 2. FORTALECIMENTO DAS CADEIAS PRODUTIVAS. A complementaridade entre as indústrias de transformação se apresenta como uma grande oportunidade de atração de novos investimentos, melhorando a competitividade das indústrias locais e contribuindo para o desenvolvimento do setor industrial e do estado. 3. CONSOLIDAÇÃO DA CULTURA DA INOVAÇÃO. O Movimento Empresarial pela Inovação (MEI) deve assumir a mesma dimensão e importância que teve o Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade (PBQP), quando colocou a indústria brasileira no nível de competitividade mundial. 4. CONSOLIDAÇÃO DA CULTURA DA EXPORTAÇÃO. Para estarmos exportando em 2014 mais de dois bilhões de dólares, independentemente da siderúrgica, temos de adotar um novo comportamento no meio empresarial para a atuação no mercado internacional. 5. MARKETING CORPORATIVO. É fundamental que implantemos um sistema de marketing e comunicação interna e externa para mostrar aos empresários e à sociedade o diferencial e a excelência dos nossos serviços oferecidos pelo SENAI, SESI, IEL e CIN. Para isso, temos de nos adequar para atender às demandas de qualificação de mão de obra e de gestão, necessárias para o novo patamar de desenvolvimento industrial do Ceará. 6. MARKETING INSTITUCIONAL. A força, a importância e o poder de influência da Federação das Indústrias do Estado do Ceará têm de ser percebidos e respeitados pela sociedade e por todas as áreas dos diferentes níveis governamentais. Precisamos desenvolver uma metodologia de marketing e o envolvimento de todos os associados da nossa Federação para, pela força do conjunto, consolidar uma imagem que traduza o respeito pelo que somos. 7. ATUAÇÃO NOS POLOS INDUSTRIAIS. Melhoria da mão de obra e gestão da indústria regional, apoiando a expansão industrial, por meio da estruturação e ampliação das Diretorias Regionais. 8. MELHORIA DA ATUAÇÃO NO PLANO TEMÁTICO. Aumentar a contribuição ao desenvolvimento estadual, regional e nacional, por meio de uma maior integração com a CNI mediante a participação efetiva nos Conselhos Temáticos comuns, dando aos presidentes dos nossos Conselhos Temáticos o status de Diretor. 9. VISÃO CONJUNTURAL E DE LONGO PRAZO. O Conselho Estratégico deverá atuar como orientador da gestão numa visão de longo prazo, levando em consideração as questões conjunturais do Ceará, do Brasil e do mundo. 10. IDENTIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE NOVAS LIDERANÇAS. Temos de alinhar os estatutos dos nossos sindicatos com o espírito democrático adotado pela FIEC. O fortalecimento dos sindicatos e da Federação passa pela renovação permanente de suas lideranças. Devemos também voltar a contribuir, por meio do CIC, para a renovação das lideranças públicas. A nova diretoria, portanto, passou a defender a mudança comportamental dos industriais cearenses, com mais energia, ousadia e agressividade no processo produtivo e postura inovadora e empreendedora para obter competitividade no mercado externo. Luta que ainda está longe de ser vencida, mas que teve na gestão que se encerra mais do que uma cobrança, e sim um estímulo em prol do avanço da indústria cearense. O leitor, ao folhear as páginas desta edição especial da Revista da FIEC, com certeza perceberá isso. Setembro de 2014 REVISTADAFIEC 15

16 Associativismo Gestão fortalece sindicatos O número de empresas associadas aos 39 sindicatos aumentou de para 2 146, fortalecendo as entidades que constituem a base do sistema representativo do empresariado industrial do Ceará 16 REVISTADAFIEC Setembro de 2014

17 Ao assumir a presidência da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) em setembro de 2006, um dos objetivos do presidente Roberto Proença de Macêdo era fortalecer as entidades que constituem a base do sistema representativo do empresariado industrial do Ceará, contribuindo, assim, para o aumento da competitividade das empresas do estado. Missão cumprida: entre 2007 e julho de 2014, o número de empresas associadas aos 39 sindicatos aumentou de para Alguns sindicatos, dentre eles os ligados aos setores da construção civil, metalmecânico, alimentos, químico, cerâmico e panificação, puxaram a lista dos que mais agregaram empresas aos seus sindicatos, fortalecendo-os, e, por consequência, fortalecendo a representatividade da própria FIEC. A ideia de investir nesse fortalecimento, além de ser uma ação estratégica implementada por Roberto Macêdo baseada no decálogo da governança sindical que publicou na Revista da FIEC, foi potencializada pelo Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) levado a efeito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e replicado pelas federações de indústria, cujo objetivo é fortalecer as ações dos sindicatos ligados ao Sistema Indústria. De acordo com a gestora do PDA na FIEC, Lúcia Abreu, somente somando esforços, atuando de forma unida, por meio dos sindicatos, a indústria será capaz de conquistar melhorias no ambiente de negócios, multiplicando seus resultados. Ela explica que o sucesso do PDA no Ceará deve-se muito ao fato de a diretoria da FIEC ter dado absoluta prioridade às atividades propostas. Foi a partir de uma demanda construída por todas as federações de indústria que nasceu o PDA. O programa teve origem na percepção da CNI e das federações sobre a necessidade de modernizar os sindicatos para fortalecer sua atuação em defesa de interesses da indústria. Também foi inspirado em atividades do movimento sindical que vinham sendo realizadas nas federações do Rio de Janeiro e Minas Gerais. O programa amplia a representatividade e a sustentabilidade dos sindicatos, a fim de que reúnam e liderem as indústrias representadas na defesa de interesses do segmento. Atualmente, atua em duas frentes: Associa Indústria e Avança Sindicato. (Veja quadros nas páginas 19 a 21.) Quando um sindicato se fortalece, fortalece o setor e, consequentemente, fortalece também a representatividade das federações de indústria. É um tema muito estratégico para elas. Se o sindicato moderniza sua ges- Quando um sindicato se fortalece, fortalece o setor e, consequentemente, fortalece também a representatividade das federações de indústria Lúcia Abreu, gestora do PDA na FIEC Setembro de 2014 REVISTADAFIEC 17

18 Os resultados foram rápidos, mediante o crescimento de associados e de novas receitas Ricard Pereira, presidente do Simec tão, faz planejamento estratégico, o setor de uma forma geral começa a vislumbrar o que pode fazer para melhorar. E o PDA tem uma série de cursos, capacitações e outros serviços para dar sustentabilidade a essa construção, diz Lúcia Abreu. Referência nacional Por conta da prioridade dada ao tema na FIEC, o programa no Ceará acabou se tornando referência nacional. Líderes sindicais, como o vice-presidente da FIEC e o ex-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon), Roberto Sérgio Ferreira, e o presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Materiais Elétricos do Estado do Ceará (Simec), Ricard Pereira, rodaram o Brasil apresentando suas experiências bem sucedidas, a empresários e gestores sindicais. Mostraram como conseguiram atrair e fidelizar associados, organizar os desafios do setor e tratar as questões comuns às empresas de uma forma geral. O Simec foi às federações do Rio Grande do Sul, Roraima, Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Paraíba, Santa Catarina e ao Encontro Nacional da Indústria (ENAI), em Brasília. O Sinduscon à federação de Pernambuco e também ao ENAI. O Sindicato das Indústrias de Cerâmicas e Premoldados do Ceará (Sindcerâmica) apresentou-se na federação de Brasília. Em Tocantins e Santa Catarina, foi a vez do Sindicato das Indústrias Químicas, Farmacêuticas e da Destilação de Petróleo do Estado do Ceará (Sindquímica). No Rio de Janeiro, o Sindicato da Indústria Gráfica do Estado do Ceará (Sindgráfica), e, na Paraíba, o Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Ceará (Sindpan) divulgaram suas estratégias. Em entrevista ao Portal da Indústria, editado pela CNI, sobre a experiência de associativismo colocada em prática na FIEC, Roberto Macêdo disse estar muito orgulhoso com o desempenho dos sindicatos 'campeões': Com esses resultados, sentimo-nos com o dever cumprido em grande parte da nossa missão; missão essa realizada com o esforço coletivo da nossa diretoria e dos nossos sindicatos, intimamente integrados com as Casas que compõem o Sistema FIEC. Simec e Sindcerâmica A experiência de sucesso do Simec, que conseguiu em quase seis anos aumentar em mais de 300% o número de associados, começou por meio do PDA. Conforme Ricard Pereira, ao aproximar-se do programa passou a ter acesso a uma variedade de cursos de formação e capacitação, os quais auxiliaram seu trabalho não apenas como associado ao sindicato, mas, sobretudo, como empresário. Um ponto fundamental para o sindicato alcançar tal resultado foi a realização do planejamento estratégico, que teve assessoria do programa. Nós conhecemos a situação onde estávamos, onde queríamos chegar, os pontos fortes e os desafios a serem enfrentados nos dois anos seguintes. A partir da escolha de alguns vetores estratégicos, os associados organizaram as metas para o setor. Um deles foi a comunicação. Focamos na comunicação interna com os associados, na externa para a sociedade em geral e na transversal com os outros sindicatos, conta Ricard Pereira. Ele acrescenta: Os resultados foram rápidos, mediante o crescimento de associados e de novas receitas, além do surgimento de projetos que deram retorno financeiro à entidade, que saiu de um patamar para outro mais alto. Começamos com 51 associados, rapidamente chegamos a cem no período de um ano e agora temos cerca de 200. Para o presidente do Simec, o relacionamento intersindical foi a grande marca da gestão do presidente Roberto Macêdo: Por meio desse incentivo, nós estabelecemos relações 18 REVISTADAFIEC Setembro de 2014

19 com sindicatos de outros setores, como o químico, de energia e da construção civil. Vimos que tínhamos pontos comuns e começamos até a fazer reuniões e eventos em parceria. Isso foi muito bom porque crescemos juntos. Este foi, conta Ricard, um modelo idealizado e implementado pelo presidente da FIEC, o qual gerou uma atuação mais consistente da instituição, fazendo surgir, inclusive, negócios. O Sindcerâmica também aumentou bastante o número de associados. Hoje, são cerca de 150 associados, mas há 14 anos eram em torno de 20. Explica o presidente Fernando Ibiapina: O crescimento é fruto de um trabalho contínuo, envolvendo a realização do planejamento estratégico com o PDA, que contou com boa participação dos empresários, criação do laboratório de cerâmica, realização de reuniões mensais e mobilização dos associados. Uma das experiências implementadas foi a descentralização das reuniões. Resolvemos fazer as reuniões com os associados nas próprias empresas. Foi um sucesso de adesão. A partir daí, iniciou-se uma cultura de compartilhamento de desafios. Os empresários apresentam problemas, discutem desafios e todos contribuem com alternativas e experiências para a melhoria do setor. Fernando Ibiapina afirma que o resultado é muito positivo. Ele dá alguns exemplos: as empresas associadas conseguiram com o governo do estado a redução da carga tributária em 50% e, com o Ibama, a utilização da poda O caminho é este e não tem volta: fortalecer o sindicato e, por meio dos sindicatos, fortalecer ainda mais a nossa Federação Fernando Ibiapina, presidente do Sindcerâmica do cajueiro, algo que antes era uma demanda muito burocrática; ainda junto ao governo estadual, a carga tributária referente à compra de materiais e equipamentos vindos de outros estados foi reduzida; e, no Sistema FIEC, vários empresários do setor foram treinados e capacitados. Para ele, o trabalho do PDA é muito interessante porque leva um mundo de informações aos sindicatos e aos seus gestores: Não tenho dúvida de que o apoio que a FIEC deu ao PDA possibilitou alcançar todo esse sucesso. No Sindcerâmica, saímos de 20 associados para 150. O caminho é este e não tem volta: fortalecer o sindicato e, por meio dos sindicatos, fortalecer ainda mais a nossa Federação. Números do PDA >> 571 participantes em 30 cursos >> 506 participantes em 21 palestras >> 23 sindicatos atendidos no planejamento estratégico >> publicações em 56 boletins sindicais de 22 sindicatos >> 31 sindicatos atendidos em pesquisa sindical >> 28 sindicatos pesquisados e 275 empresários entrevistados em pesquisa de satisfação do associado. Fonte: PDA/CE, 2007 a 2014 Apresentação PDA reunião de diretoria, dezembro de 2010 Setembro de 2014 REVISTADAFIEC 19

20 Ações do PDA PROJETO ASSOCIA INDÚSTRIA Parceria entre a CNI e o Sebrae, visa à expansão das iniciativas do PDA destinadas a empresas industriais, possibilitando sua oferta a municípios do interior do país e também a empresas de setores selecionados. Presidente da FIEC com presidentes dos sindicatos associados, em maio de 2012 OBJETIVOS >> Estimular a ação empresarial coletiva, por meio do Sistema de Representação da Indústria Atividades: Diálogo sobre a competitividade: Como construir uma indústria forte? Dia do empresário da indústria >> Sensibilizar quanto ao impacto do ambiente de negócios sobre a competitividade da indústria Atividades: Curso Como evitar problemas trabalhistas? Curso Como reduzir sua tarifa de energia elétrica? Curso Como pagar menos tributos? Curso Como atender a fiscalização do trabalho? Curso Como prevenir problemas ambientais? >> Disseminar informações práticas sobre assuntos de interesse Atividades: Intercâmbio de lideranças setoriais Evento mostra as ações do PDA realizadas de 2007 a 2013 Diálogo sobre Competitividade, realizado em julho de 2014 PROJETO AVANÇA SINDICATO Reúne ações para dois diferentes públicos do sindicato: o primeiro formado por seus presidentes e dirigentes, responsáveis pelas decisões e pela atuação em nível estratégico, e o segundo pelos executivos, a quem compete a gestão cotidiana do sindicato e o relacionamento constante com as empresas representadas. OBJETIVOS: >> Orientar e prover ferramentas para estruturação, planejamento e gestão dos sindicatos Atividades: Planejamento estratégico Sistema de inteligência de negócios da indústria Pesquisa sindical 2014 >> Desenvolver nos líderes e executivos de sindicatos competências necessárias para a gestão sindical Atividades: Para líderes sindicais: 20 REVISTADAFIEC Setembro de 2014

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