Brasília, 9 de maio de 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Brasília, 9 de maio de 2013"

Transcrição

1 Brasília, 9 de maio de 2013 Discurso do Diretor de Regulação do Sistema Financeiro, Luiz Awazu Pereira da Silva, na reunião ordinária do Conselho Consultivo de Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras.

2 Senhoras e senhores, bom dia. Agradeço o convite gentilmente formulado pela OCB para participar deste importante evento anual do cooperativismo de crédito promovido pelo CECO Conselho Especializado de Crédito da OCB. Meus cumprimentos a todos os presentes, em especial ao Presidente da OCB, Senhor Marcio Lopes de Freitas, ao Coordenador do CECO, Senhor José Salviano de Menezes, ao Senhor Celso Ramos, Diretor da OCB, e ao meu colega Geraldo Magela, Secretário-Executivo do BCB. Parabenizo a todos pela iniciativa. É grande o interesse do Banco Central em participar de eventos promovidos pelo setor cooperativo de crédito, e esta reunião, sem dúvida, vai contribuir para enriquecer a visão de todos sobre a realidade do setor cooperativo, e sobre os caminhos que podem ser seguidos para seu aperfeiçoamento. É uma excelente oportunidade para a explanação dos diversos pontos de vista, para trocar ideias que possam nos ajudar a avaliar melhor os objetivos, as ações normativas e de supervisão, transmitir as nossas preocupações, e também obter subsídios, extremamente importantes, para a continuidade dos nossos debates e para o sucesso do nosso trabalho. Como é do conhecimento de todos, o Banco Central vem trabalhando há muitos anos em colaboração com o setor cooperativo de crédito, modernizando a estrutura normativa e de supervisão, procurando sempre as condições propícias ao desenvolvimento seguro do setor, que constitui parcela importante do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Em nossa avaliação, a parceria entre a autoridade normativa e o mercado tem-se mostrado profícua ao desenvolvimento de uma estrutura regulamentar adequada a um sistema hoje sofisticado e competitivo. No tocante ao setor cooperativo de crédito, a contínua colaboração entre o segmento e o Banco Central tem contribuído para o constante aperfeiçoamento da regulamentação. Esse trabalho conjunto tem possibilitado a elevação dos níveis de segurança, de confiabilidade e de qualidade das cooperativas de crédito e dos serviços prestados por elas aos seus cooperados.

3 Um dos papéis mais importantes do setor cooperativo de crédito dentro do SFN é sua contribuição para o equilíbrio da oferta e demanda de serviços financeiros, em conjunto com outras instituições. Por um lado, é criado certo nível de concorrência nos níveis de spreads e de tarifas; por outro lado, são ocupados os espaços de negócios em que outras instituições financeiras não conseguem atuar, complementando a oferta de crédito e de serviços, em decorrência das características próprias da organização em cooperativas. Apesar dos avanços tecnológicos e das possibilidades abertas pela regulamentação (por ex. correspondentes), os bancos muitas vezes, não conseguem atender às demandas de determinados segmentos do mercado. Nesse contexto, o cooperativismo se apresenta como alternativa, amparada pelo direito de associação para consecução de fins justos, garantido expressamente em nossa Constituição Federal. O cooperativismo, que é sinônimo de iniciativa privada, com recursos privados e correndo riscos por conta própria, deve ser fortalecido, para que o cidadão possa exercer o direito de empreender também no terreno dos serviços financeiros, mesmo sem dispor de um grande capital, por meio da associação com aqueles que buscam os mesmos objetivos. Exatamente por essa importância, o Banco Central tem trabalhado em favor da evolução do segmento cooperativo de crédito, com a participação dos seus representantes. O objetivo é sempre o de aprimorar a conceituação acerca da melhor organização e formatação do sistema cooperativo de crédito e, necessariamente, da base regulamentar e de supervisão capaz de alavancar o desenvolvimento do setor. Como resultado desse intercâmbio, no ano de 2012, o Conselho Monetário Nacional editou a Resolução nº 4.150, instituindo as características mínimas do fundo garantidor de créditos das cooperativas de créditos e bancos cooperativos, e a Resolução nº 4.151, criando o Balancete Combinado do Sistema Cooperativo, capaz de refletir a posição econômica e patrimonial das entidades integrantes de um mesmo sistema cooperativo, como se em conjunto representassem uma única entidade. Ambas as iniciativas foram anunciadas pelo presidente Tombini por ocasião do IV Fórum de Inclusão Financeira, em outubro de 2012, em Porto Alegre.

4 Com relação ao Fundo Garantidor de Crédito do Cooperativismo importante instrumento que visa salvaguardar os recursos depositados pelos cooperados e ao mesmo tempo incrementar a confiança no segmento do cooperativismo de crédito cabe ressaltar que o segmento do cooperativismo de crédito e o Banco Central têm mantido reuniões frequentes com vistas à elaboração do seu regulamento e a sua efetiva implantação. Notem que o Banco Central procura aplicar ao setor cooperativo de crédito as mesmas normas operacionais e prudenciais aplicáveis à demais instituições do SFN, procedendo às adaptações condizentes com a natureza, o porte e a complexidade operacional das cooperativas, mas sempre com base nos mesmos fundamentos e princípios que nortearam a edição das normas gerais. Exemplo recente dessa diretriz são as normas referentes à aplicação de regime prudencial simplificado, no âmbito de Basiléia III, editadas em dezembro último. Mas não podemos desconsiderar que as cooperativas de crédito estão sujeitas à mesma conjuntura que afeta todos os demais agentes econômicos do País, especialmente as instituições financeiras. Por exemplo, a internacionalização da economia afeta todos os agentes econômicos, sem exceção, e especialmente o segmento financeiro. Portanto, se faz necessário aperfeiçoar constantemente o controle sobre os fatores de risco que podem ser determinantes na descontinuidade de instituições financeiras e adotar as medidas de ajuste necessárias. Como importantes fatores de alteração do cenário econômico-financeiro, que exigem maior capacidade de controle por parte do regulador e das instituições financeiras, destacam-se: as novas margens operacionais; o aumento da concorrência pela disputa de clientes em segmentos sociais de menor renda; o aumento da volatilidade dos mercados, em parte causada pela crescente complexidade da cadeia de transmissão de riscos, e a maior exposição a riscos daí derivados; além disso, esses fatores acarretam a necessidade de elevação dos níveis de controle e de capitalização. O setor cooperativista de crédito, mesmo negociando apenas com associados-clientes, está sujeito às mesmas condições econômicas que as demais instituições financeiras, e deve buscar suas próprias soluções nesse cenário.

5 Por fim, registra-se que a regulamentação do sistema financeiro, em qualquer âmbito, encontra-se de forma inevitável em constante processo de avaliação, em virtude do dinamismo e da velocidade das transformações do mercado. Nosso objetivo é o de se manter uma base regulamentar adaptada às necessidades, viabilizando a elevação dos padrões técnicos, do volume de serviços prestados e do número de clientes atendidos, sem desconsiderar, contudo, os parâmetros de segurança, de profissionalismo e de transparência, que são exigidos, no fundo, pela própria sociedade. É importante insistir que o futuro da regulamentação está necessariamente vinculado à evolução do setor e de sua governança, especialmente nos aspectos referentes à supervisão, auditoria, capacitação técnica dos administradores e associados e à elevação dos níveis patrimoniais. Essa qualidade constituirá, sem dúvida, a melhor ferramenta para abrir novos caminhos, sob qualquer perspectiva. Nesse contexto, destaca-se o papel a ser desempenhado pelas cooperativas centrais na organização do setor cooperativo de crédito, visto como primordial, cabendo-lhes não só tarefas de cunho diretamente financeiro, mas principalmente aquelas relacionadas com sua função de controle operacional dos sistemas associados, da qual depende a elevação dos padrões de qualidade do sistema. Muito obrigado! Desejo sucesso ao evento e saúdo mais uma vez a OCB, seu presidente, coordenador, e todos os presentes.

Discurso do diretor Luiz A Pereira da Silva no SICOOB - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil

Discurso do diretor Luiz A Pereira da Silva no SICOOB - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil Brasília, 23 de novembro de 2011 Discurso do diretor Luiz A Pereira da Silva no SICOOB - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil 1. Senhoras e senhores, boa tarde. 2. Inicialmente, eu gostaria de

Leia mais

Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC).

Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC). São Paulo, 21 de março de 2013. Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC). Senhoras e senhores É com grande satisfação que

Leia mais

São Paulo, 25 de abril de 2013.

São Paulo, 25 de abril de 2013. São Paulo, 25 de abril de 2013. Discurso do diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania, Luiz Edson Feltrim, na SME Banking Conference 2013 1 Dirijo saudação especial a Sra. Ghada Teima, IFC Manager

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

São Paulo, 09 de agosto de 2013.

São Paulo, 09 de agosto de 2013. São Paulo, 09 de agosto de 2013. Discurso do Presidente Alexandre Tombini no VIII Seminário Anual sobre Riscos, Estabilidade Financeira e Economia Bancária. Senhoras e senhores: É com grande satisfação

Leia mais

Fortaleza, 4 de novembro de 2013.

Fortaleza, 4 de novembro de 2013. Fortaleza, 4 de novembro de 2013. Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil, no V Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira Senhoras e senhores, boa tarde a todos.

Leia mais

Brasília, 9 de maio de 2012

Brasília, 9 de maio de 2012 Brasília, 9 de maio de 2012 Discurso do presidente Alexandre Tombini em evento no Sebrae para lançamento do Plano de Ação para Fortalecimento do Ambiente Institucional para a Adequada Inclusão Financeira

Leia mais

Regulação do Sistema Financeiro Nacional

Regulação do Sistema Financeiro Nacional Regulação do Sistema Financeiro Nacional Sergio Odilon dos Anjos Chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro Brasília 18 de julho de 2011 1 Regulação do Sistema Financeiro Banco Central do Brasil

Leia mais

Regulamentação das cooperativas de crédito no Brasil. Departamento de Normas do Sistema Financeiro

Regulamentação das cooperativas de crédito no Brasil. Departamento de Normas do Sistema Financeiro Regulamentação das cooperativas de crédito no Brasil Departamento de Normas do Sistema Financeiro Agenda Evolução normativa resumo Lei Complementar nº 130, de 2009 Resolução nº 3.859, de 2010 Aprimoramentos

Leia mais

Brasília (DF), 5 de agosto de 2015.

Brasília (DF), 5 de agosto de 2015. Brasília (DF), 5 de agosto de 2015. Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil na abertura do evento Novo Ciclo do Cooperativismo de Crédito no Brasil. Página 1 de 11

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS O ICBC do Brasil Banco Múltiplo S/A considera de suma importância o processo de gerenciamento de riscos, pois utiliza-o para agregar valor aos seus negócios, proporcionar

Leia mais

Sugestões do FGC para uma Orientação Internacional de Seguro Depósito

Sugestões do FGC para uma Orientação Internacional de Seguro Depósito Sugestões do FGC para uma Orientação Internacional de Seguro Depósito (Abril, 2002) Ana Carla Abraão Costa Economista Os sistemas de seguro depósito, a par dos problemas de perigo moral e seleção adversa

Leia mais

São Paulo, 7 de maio de 2013.

São Paulo, 7 de maio de 2013. São Paulo, 7 de maio de 2013. Discurso do diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania do Banco Central do Brasil, Luiz Edson Feltrim, no Fórum de Educação Financeira promovido por Visa e Financial

Leia mais

www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP

www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP Como desenvolver uma abordagem eficaz de gerenciamento de capital e um processo interno de avaliação da adequação de capital (ICAAP) A crise financeira de

Leia mais

São Paulo, 15 de abril de 2013. Discurso do presidente Alexandre Tombini, durante o International Financial Reporting Standards (IFRS).

São Paulo, 15 de abril de 2013. Discurso do presidente Alexandre Tombini, durante o International Financial Reporting Standards (IFRS). São Paulo, 15 de abril de 2013. Discurso do presidente Alexandre Tombini, durante o International Financial Reporting Standards (IFRS). 1 Boa tarde a todos! Em primeiro lugar, gostaria de agradecer, em

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) CAPÍTULO I - DO NEPEC E SEUS OBJETIVOS Artigo 1º - O presente Regulamento disciplina as atribuições,

Leia mais

Contribuições do GT Capoeira, Profissionalização e Internacionalização

Contribuições do GT Capoeira, Profissionalização e Internacionalização Contribuições do GT Capoeira, Profissionalização e Internacionalização Este documento apresenta os resultados dos debates desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho Capoeira, Profissionalização e Internacionalização,

Leia mais

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES Introdução A questão dos recursos humanos na área de Tecnologia da Informação é assunto de preocupação permanente no Colégio de

Leia mais

experiência Uma excelente alternativa em serviços de auditoria

experiência Uma excelente alternativa em serviços de auditoria experiência Uma excelente alternativa em serviços de auditoria A Íntegra é uma empresa de auditoria e consultoria, com 25 anos de experiência no mercado brasileiro. Cada serviço prestado nos diferentes

Leia mais

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 152 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 17 a 21 de junho de 2013 Tema 7.3 da Agenda Provisória CE152/INF/3 (Port.) 26 de

Leia mais

Discurso do Presidente do Banco Central do Brasil, Ministro Alexandre Tombini, na cerimônia de lançamento do Programa Otimiza BC.

Discurso do Presidente do Banco Central do Brasil, Ministro Alexandre Tombini, na cerimônia de lançamento do Programa Otimiza BC. Brasília, 19 de fevereiro de 2013. Discurso do Presidente do Banco Central do Brasil, Ministro Alexandre Tombini, na cerimônia de lançamento do Programa Otimiza BC. Senhoras e senhores É com grande satisfação

Leia mais

Discurso do Diretor Aldo Luiz Mendes no Seminário sobre Modernização do Sistema Câmbio

Discurso do Diretor Aldo Luiz Mendes no Seminário sobre Modernização do Sistema Câmbio São Paulo, 28 de outubro de 2011 Discurso do Diretor Aldo Luiz Mendes no Seminário sobre Modernização do Sistema Câmbio Bom dia a todos. É com grande prazer que, pela segunda vez, participo de evento para

Leia mais

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR Departamento de Supervisão Indireta e Gestão da Informação Desig Diretoria de Fiscalização Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR Visão Geral O que é o SCR Experiência em outros países

Leia mais

ANEXO: OUTROS FATOS RELEVANTES

ANEXO: OUTROS FATOS RELEVANTES ANEXO: OUTROS FATOS RELEVANTES Em atendimento à Decisão Normativa TCU no. 96 de 04/03/2009, especificamente quanto ao conteúdo expresso em seu Anexo II, letra A, item 16, cabe registrar as seguintes atividades:

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Escola Nacional de Administração Pública Diretoria de Formação Profissional Coordenação-Geral de Formação

Escola Nacional de Administração Pública Diretoria de Formação Profissional Coordenação-Geral de Formação Programa de Aperfeiçoamento para Carreiras 2013 Curso: Redes de Políticas Públicas O Desafio da Governança Turma: 01 Professores: Paulo Carlos Du Pin Calmon Arthur Trindade Maranhão Costa ROTEIRO PARA

Leia mais

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA

PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA PARCERIA BRASILEIRA PELA ÁGUA Considerando a importância de efetivar a gestão integrada de recursos hídricos conforme as diretrizes gerais de ação estabelecidas na Lei 9.433, de 8.01.1997, a qual institui

Leia mais

CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Elias S. Assayag eassayag@internext.com.br Universidade do Amazonas, Departamento de Hidráulica e Saneamento da Faculdade

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015. - Risco de Mercado -

Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015. - Risco de Mercado - Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015 - Risco de Mercado - Sumário: 1. Introdução:... 3 2. Objetivo:... 3 3. Diretrizes de Gestão:... 3 4. Atribuições e Responsabilidades:... 4 Conselho de Administração:...

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA Em 22 e 23 de outubro de 2015, organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano SEDU, por meio da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba COMEC,

Leia mais

Aldo Luiz Mendes Diretor de Política Monetária

Aldo Luiz Mendes Diretor de Política Monetária Aldo Luiz Mendes Diretor de Política Monetária Banco Central do Brasil Conferência ICMA no Brasil Hotel Tívoli São Paulo 8.5.2014 1 A regulação europeia e os mercados financeiros no Brasil 2 Compromissos

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Banco Cooperativo Sicredi S.A. Versão: Julho/2015 Página 1 de 1 1 INTRODUÇÃO O Sicredi é um sistema de crédito cooperativo que valoriza a

Leia mais

AFINAL, O QUE É ESSA TAL OUVIDORIA?

AFINAL, O QUE É ESSA TAL OUVIDORIA? AFINAL, O QUE É ESSA TAL OUVIDORIA? Hélio José Ferreira e Hilma Araújo dos Santos * O título provocativo dessa matéria reflete uma situação peculiar pela qual vem passando as ouvidorias no Brasil, que

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil, no IV Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira

Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil, no IV Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira Porto Alegre, 29 de outubro de 2012 Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil, no IV Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira Página 1 de 11 Senhoras e senhores,

Leia mais

ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação

ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação ABNT NBR 16001:2004 Os Desafios e Oportunidades da Inovação A Dinâmica da Terra é uma empresa onde o maior patrimônio é representado pelo seu capital intelectual. Campo de atuação: Elaboração de estudos,

Leia mais

WP Council 242/13 Add. 1

WP Council 242/13 Add. 1 WP Council 242/13 Add. 1 1 julho 2014 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 113. a sessão 22 26 setembro 2014 Londres, Reino Unido Atividades de rotina Programa de Atividades da Organização

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA. drivanmelo@yahoo.com.br

FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA. drivanmelo@yahoo.com.br FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA drivanmelo@yahoo.com.br ADMINISTRAÇÃO AD Prefixo latino = Junto de AD MINISTRAÇÃO MINISTER Radical = Obediência, Subordinação Significa aquele que realiza uma função

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

Certificado de Operações Estruturadas (COE)

Certificado de Operações Estruturadas (COE) Certificado de Operações Estruturadas (COE) Sergio Odilon dos Anjos Departamento de Regulação do Sistema Financeiro São Paulo, 15 de maio 2014 Agenda 1. Linha do tempo e status atual 2. Base legal 3. Contexto

Leia mais

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS Vanice Ferreira 12 de junho de 2012 GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais DE QUE PROCESSOS ESTAMOS FALANDO? GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais

Leia mais

PESQUISA AGROPECUÁRIA. Gian Terres Jessica Freitas Luana de Lemos Sandra Vargas

PESQUISA AGROPECUÁRIA. Gian Terres Jessica Freitas Luana de Lemos Sandra Vargas PESQUISA AGROPECUÁRIA Gian Terres Jessica Freitas Luana de Lemos Sandra Vargas Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foi

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA

OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA OS LUCROS E PREJUÍZOS NAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS INSERIDAS NO SISTEMA COOPERATIVISTA Por: Vera Cristiane Costa Prezoto Introdução Diante do atual cenário de competitividade, as organizações buscam instrumentos

Leia mais

Brasília, 06 de maio de 2013.

Brasília, 06 de maio de 2013. Brasília, 06 de maio de 2013. Discurso do Ministro Alexandre Tombini, Presidente do Banco Central do Brasil, no Seminário Internacional sobre Regimes de Resolução no Sistema Financeiro Brasileiro Senhoras

Leia mais

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando:

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando: Resolução Nº. 024/2010/CONSEPE/ Regulamento de Estágio Supervisionado O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, credenciada pela Portaria MEC

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) PROJETO DE LEI Nº, DE 2008 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Regulamenta o inciso XVI do art. 22 da Constituição Federal que trata da organização do sistema nacional de emprego, para a adoção de políticas

Leia mais

Governança Clínica. As práticas passaram a ser amplamente utilizadas em cuidados de saúde à partir de 1.995.

Governança Clínica. As práticas passaram a ser amplamente utilizadas em cuidados de saúde à partir de 1.995. Governança Clínica As práticas passaram a ser amplamente utilizadas em cuidados de saúde à partir de 1.995. O Modelo de Gestão Atual foi desenvolvido a 100 anos. Repensar o Modelo de Gestão nos serviços

Leia mais

Curso de aperfeiçoamento 'Atualização do Sistema Financeiro: temas do mercado financeiro e do mercado de capitais Inclusão bancária: desafios

Curso de aperfeiçoamento 'Atualização do Sistema Financeiro: temas do mercado financeiro e do mercado de capitais Inclusão bancária: desafios 17 de agosto de 2011 São Paulo - SP Curso de aperfeiçoamento 'Atualização do Sistema Financeiro: temas do mercado financeiro e do mercado de capitais Inclusão bancária: desafios Banco Central Missão Assegurar

Leia mais

O Banco Central e a Educação Financeira

O Banco Central e a Educação Financeira O Banco Central e a Educação Financeira Fabio de Almeida Lopes Araujo Banco Central do Brasil Departamento de Educação Financeira 17 Junho 2015 Painel ABBC Sustentabilidade socioambiental no sistema financeiro

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

153 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

153 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 153 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA, 4 de outubro de 2013 Tema 5.2 da Agenda Provisória CE153/5 (Port.) 30 de setembro

Leia mais

b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob;

b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob; 1. Esta Política institucional de gestão de pessoas: Política institucional de gestão de pessoas a) é elaborada por proposta da área de Gestão de Pessoas da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob

Leia mais

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007.

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Escola de Governo e Gestão Pública de Ananindeua, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui, e eu

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas;

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas; CIRCULAR Nº 3.477 Dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), de que trata a Resolução nº 3.490, de 29 de agosto de 2007, e à adequação

Leia mais

Gestão Democrática da Educação

Gestão Democrática da Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino Coordenação Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA. ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015

Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA. ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015 30/06/2015 Boletim Administrativo Eletrônico de Pessoal Nº: 5745 terça feira, 05 de maio de 2015 COMISSÃO DIRETORA ATO DA COMISSÃO DIRETORA N O 5, de 2015 Revisa e altera os objetivos estratégicos do plano

Leia mais

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO CONTEÚDO 1 APRESENTAÇÃO 2 PÁGINA 4 3 4 PÁGINA 9 PÁGINA 5 PÁGINA 3 APRESENTAÇÃO 1 O cenário de inovação e incertezas do século 21 posiciona o trabalho

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Pilar 3

Gerenciamento de Riscos Pilar 3 Gerenciamento de Riscos Pilar 3 2º Trimestre de 2014 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO DE LIQUIDEZ

Leia mais

COOPERATIVAS DE TRABALHO

COOPERATIVAS DE TRABALHO I ENCONTRO DE COOPERATIVAS DE TRABALHO Painel: O desenvolvimento das cooperativas de trabalho e a legislação - Lições para as Américas Palestra: A experiência recente no processo de implantação da nova

Leia mais

Secretaria de Política Nacional de Transportes. Departamento de Informações em Transportes

Secretaria de Política Nacional de Transportes. Departamento de Informações em Transportes APRESENTAÇÃO E LOTAÇÃO Secretaria de Política Nacional de Departamento de Informações em Coordenação Geral de Sistemas de Informações Georreferenciadas 1 PEGEO ST Plano Estratégico de Geoinformação do

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

Curso Wikis Corporativos: ambientes estratégicos de colaboração e comunicação para empresas 2.0

Curso Wikis Corporativos: ambientes estratégicos de colaboração e comunicação para empresas 2.0 Curso Wikis Corporativos: ambientes estratégicos de colaboração e comunicação para empresas 2.0 Esta cada vez mais comum na web ambientes wikis. É um dos fatores principais no que vem sendo denominado

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. Aprova as Diretrizes Gerais do Sistema Brasileiro de Tecnologia - SIBRATEC.

Leia mais

EDITAL PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO JOVEM DA UFPE

EDITAL PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO JOVEM DA UFPE EDITAL PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO JOVEM DA UFPE A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) torna pública, através da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo (DINE) da Pró-Reitoria para Assuntos de

Leia mais

DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA

DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA Lei 5764/71 de 16/12/1971 COOPERATIVA DE 3º GRAU CONFEDERAÇÃO COOPERATIVA DE 2º GRAU FEDERAÇÃO OU CENTRAL COOPERATIVA DE 1º GRAU

Leia mais

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR!

VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! Eleições 2014 Faculdade de Odontologia UFRJ VAMOS JUNTOS POR UMA ODONTOLOGIA MELHOR! PLANO DE TRABALHO EQUIPE - CHAPA 1: Diretor - Maria Cynésia Medeiros de Barros Substituto Eventual do Diretor - Ednilson

Leia mais

Os seguros na crise financeira

Os seguros na crise financeira Os seguros na crise financeira Intervenção do Presidente do ISP, Professor Doutor José Figueiredo Almaça, na Conferência Os seguros em Portugal, organizada pelo Jornal de Negócios Lisboa, 13 maio 2014

Leia mais

Perspectivas do Mercado de Crédito Marcus Manduca, sócio da PwC

Perspectivas do Mercado de Crédito Marcus Manduca, sócio da PwC Perspectivas do Mercado de Crédito Marcus Manduca, sócio da PwC Perspectivas do Mercado de Crédito Cenário econômico Cenário econômico Contexto Macro-econômico e Regulamentação Redução de spreads Incremento

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Melhoria do desempenho & Gestão de RH TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Administração do Tempo Ampliar a compreensão da importância

Leia mais

A conquista do sucesso depende do bom atendimento!

A conquista do sucesso depende do bom atendimento! Um excelente atendimento faz toda a diferença numa empresa porque é um dos fatores fundamentais para se destacar em qualquer tipo de negocio. Por isto os profissionais de Atendimento e de Vendas precisam

Leia mais

Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros

Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros Diretoria de Assuntos Internacionais Gerência-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros Geraldo Magela Siqueira Rio de Janeiro 16 / 17 de março de 2010 Contextualização As novas condições

Leia mais

A moeda possui três funções básicas: Reserva de Valor, Meio de troca e Meio de Pagamento.

A moeda possui três funções básicas: Reserva de Valor, Meio de troca e Meio de Pagamento. 29- A lógica da composição do mercado financeiro tem como fundamento: a) facilitar a transferência de riscos entre agentes. b) aumentar a poupança destinada a investimentos de longo prazo. c) mediar as

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 2.3 E 11.1)

SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 2.3 E 11.1) SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 2.3 E 11.1) CA 9.03.2015 Versão Definitiva Consulta escrita Maio.2015 Página 1 de 13 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTOS

Leia mais

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA 1- INTRODUÇÃO O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, por meio do Decreto nº 5.212, de 22 de setembro de 2004, teve o seu Estatuto Social alterado

Leia mais

O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas

O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas O IFRS e as cooperativas de crédito no Brasil - Efetividade das ações das auditorias internas e externas JOÃO PAULO VIANA MAGALHÃES Departamento de Supervisão de Cooperativas de Crédito e Instituições

Leia mais

Brasília, 18.11.2010

Brasília, 18.11.2010 Brasília, 18.11.2010 1 COREMEC (2006) Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização. Grupo de Trabalho: setor privado (membros auxiliares

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

Regulação do Sistema Financeiro Nacional

Regulação do Sistema Financeiro Nacional Regulação do Sistema Financeiro Nacional Sergio Odilon dos Anjos 8º Congresso Febraban de Direito Bancário São Paulo 19 de maio de 2011 1 Regulação do Sistema Financeiro Banco Central do Brasil Missão:

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação;

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação; DECRETO Nº 7.642, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 * Programa Ciência sem Fronteiras. * Institui o Programa Ciência sem Fronteiras. A Presidenta da República, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84,

Leia mais

EDITAL PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO JOVEM DA UFPE

EDITAL PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO JOVEM DA UFPE EDITAL PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO JOVEM DA UFPE A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) torna pública, através da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo (DINE) da Pró-Reitoria para Assuntos de

Leia mais

unidades consumidoras com o mesmo CGC, independentemente de sua localização, desde que integrante do SIN

unidades consumidoras com o mesmo CGC, independentemente de sua localização, desde que integrante do SIN Campinas/SP, 08 de abril de 2004 Ao senhor José Mario Miranda Abdo M.D. Diretor Geral da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL Ref.: Aviso de Audiência Pública nº 011/2004 Senhor Diretor Geral,

Leia mais

Supervisão de Cooperativas de Crédito Brasil

Supervisão de Cooperativas de Crédito Brasil Supervisão de Cooperativas de Crédito Brasil RODRIGO PEREIRA BRAZ Departamento de Supervisão de Cooperativas de Crédito e Instituições Não Bancárias Banco Central do Brasil 06 de junho de 2013 Agenda Estrutura

Leia mais

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 Destaques da Proposta de Programa de Capacitação dos Servidores Técnico- Administrativos em Educação aprovados durante a 435ª Reunião do Conselho Diretor PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 ALTERAÇÕES GERAIS

Leia mais