ESTUDANDO LOGÍSTICA A PARTIR DE ARTIGOS COLEÇÃO CASOS E ESTUDOS. Ernandes Rodrigues (Organizador)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDANDO LOGÍSTICA A PARTIR DE ARTIGOS COLEÇÃO CASOS E ESTUDOS. Ernandes Rodrigues (Organizador)"

Transcrição

1

2 ESTUDANDO LOGÍSTICA A PARTIR DE ARTIGOS COLEÇÃO CASOS E ESTUDOS Ernandes Rodrigues (Organizador) Copyright 2014 by Ernandes Rodrigues 1ª Edição Volume 1 fevereiro de 2014 Capa Thyago Douglas Mendes de Almeida Revisão Departamento Editorial do NPEL Professora da Disciplina Ameliara Freire 2014 Núcleo de Pesquisas e Estudos em Logística - NPEL

3 R696e Rodrigues, Ernandes (Org) Estudando logística a partir de artigos. / Ernandes Rodrigues (org). Paulista: NPEL, p. (Coleção casos e estudos ; 1) Inclui bibliografia. 1. logística. 2. artigos científicos. 3. NPEL. I. Titulo. CDU 658.7

4 APRESENTAÇÃO Este livro é o resultado do trabalho em conjunto entre os membros do Núcleo de Pesquisas e Estudos em Logística NPEL, o qual é coordenado pelo curso de Logística da Faculdade Joaquim Nabuco, unidade Paulista, tendo como colaboradores professores, coordenadores de cursos, direção da Faculdade, e, principalmente, os alunos concluintes do curso de logística em , os quais com muito esforço e dedicação pesquisaram, escreveram e apresentaram os artigos aqui presentes como trabalhos de conclusão da disciplina de Tópicos Integradores. O NPEL foi constituído com o objetivo de trazer aos alunos do curso de Logística da Faculdade Joaquim Nabuco, unidade Paulista, oportunidade de desenvolvimento prático dos conhecimentos aprendidos durante o curso, além de contribuir com os professores e alunos na produção científica. O Núcleo foi inaugurado no dia 25 de outubro de 2013 e iniciou suas atividades em 1 de novembro do mesmo ano. Este livro foi estruturado em vinte capítulos, seguindo a ordem de apresentação dos trabalhos durante o período de 9 a 13 de dezembro de Os artigos, depois de apresentados, foram devolvidos aos alunos para a correção das considerações feitas pela Banca de Avaliação, a qual foi composta pela professora da Disciplina, profa. Ameliara Freire, o coordenador do Curso de Logística da Faculdade Joaquim Nabuco Paulista Centro, o prof. Ernandes Rodrigues e o orientador de cada equipe, quais podem ser consultados ao final do trabalho. Como o objetivo deste book é apresentar o resultado dos trabalhos no seu formato original, não foram feitas nenhum tipo correção: gramatical, de formato, de uso das normas da ABNT e da própria construção do artigo. Isto permitirá que os alunos e professores utilizem o livro como um instrumento de ensino-aprendizagem para identificar os acertos e erros mais comuns aos alunos do nível superior, sobretudo, os alunos dos cursos superiores de tecnologia em gestão, os quais possuem um tempo menor para a construção de novos conhecimentos. Outra vantagem é permitir que os futuros alunos do curso na Faculdade possam ter acesso a tudo que já foi produzido, evitando repetição de pesquisas com os

5 mesmos resultados ou permitindo atualização das informações presentes nas pesquisas já publicadas. Também é objetivo do livro permitir a construção de conhecimento e a produção científica, demanda emergente no Brasil, principalmente quando se observa o crescimento nacional e a formação de uma população espírito pesquisador. Por fim, vários professores poderão fazer sugestões de pesquisas futuras, tomando como base a escassez de conteúdo acadêmico e científico em algumas áreas e as demandas de mercado e os insights presentes neste livro. Os alunos ao construírem suas pesquisas, assinaram um termo de compromisso com a verdade e a ética, responsabilizando-se por tudo que expuseram em seus trabalhos. A Faculdade e os membros participantes do NPEL não possuem qualquer responsabilidade sobre o conteúdo escrito por seus autores. Os termos assinados e os documentos originais encontram-se registrados na Coordenação do Curso. Contudo, o livro não poderá ser comercializado, sendo distribuído gratuitamente pelas redes sociais, aplicativos móveis e meios eletrônicos, além de estar disponível para consulta na Biblioteca da Faculdade Joaquim Nabuco unidade Paulista Centro. Buscando evitar qualquer tipo de constrangimento, principalmente por haver artigos com falhas as normas cultas e científicas, os nomes dos alunos-autores estão relacionados ao final do livro, mas sem referência ao artigo científico. O mesmo acontece com os nomes dos professores orientadores, os quais apenas instruíram os alunos sobre como pesquisar, como escrever e como apresentar os resultados, ficando sob responsabilidade do aluno a produção final do artigo. Esperamos que a leitura deste livro contribua para a sua formação, identificando os acertos e erros que por ventura você também venham desenvolvendo. E, caso deseje ajudar a melhorar os artigos aqui presentes, entre em contato com o autor a partir do e faça as suas sugestões. Desejamos a você uma boa leitura.

6 Sumário 1. TRANSPORTADORA RODOVIÁRIA DE CARGAS BENEFÍCIOS DA AUTOMAÇÃO EM UMA EMPRESA DE OPERADORES LOGÍSTICOS NO SEGMENTO DE TRANSPORTE DE PNEUS ANÁLISE DAS RODOVIAS ESTADUAIS E FEDERAIS NO ESTADO DE PERNAMBUCO: Um Estudo de caso sobre as Rodovias de Pernambuco IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO ADMINISTRATIVO E PRODUTIVO MOBILIDADE DE VEÍCULOS NA OPERAÇÃO DE CARGA E DESCARGA DE PRODUTOS NO CENTRO DE ABASTECIMENTO E LOGÍSTICA DE PERNAMBUCO (CEASA/PE) O ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE GESTÃO E ESTRATÉGIA ANÁLISE DE GESTÃO DE ESTOQUE: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DE PRODUTOS DE LIMPEZA DE AUTARQUIA PRIVADA SITUADA NA REGIÃO METROPOLITANA DE PAULISTA TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE CARGAS EFICIÊNCIA NO PROCESSO DE COMPRAS EM PEQUENAS EMPRESAS ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DO TRANSPORTE TERCEIRIZADO DE CARGA RODOVIÁRIO EM UMA EMPRESA DE EMBALAGEM SITUADA EM ABREU E LIMA ARMAZENAGEM E MOVIMENTAÇÃO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA ESPECIAL INDIVISÍVEL: Pás De Geradores De Energia Eólica O PAPEL DO LÍDER COACH NA LOGÍSTICA COMO VANTAGEM COMPETITIVA LOGÍSTICA REVERSA: A Reciclagem De Garrafas Pets E Suas Possibilidades Sustentáveis Mobilidade Urbana: Transporte Público em Recife e RM (Região Metropolitana) LOGÍSTICA REVERSA- LATAS DE ALUMÍNIO A IMPORTÂNCIA DA TECNOLÓGICA DA INFORMAÇÃO NA ARMAZENAGEM DE MATERIAIS PERMANENTE PERDAS E DANOS DE CARGAS NO MODAL RODOVIÁRIO BRASILEIRO INFORMATIZAÇÃO: FATOR ESSENCIAL ANÁLISE DOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE LOGÍSTICA E A SATISFAÇÃO NO DESEMPENHO DE SUAS ATIVIDADES

7 1. TRANSPORTADORA RODOVIÁRIA DE CARGAS RESUMO. O modal rodoviário é ainda o principal meio de transporte, este é um fato que ocorre desde a década de 50, com expansão das indústrias dos mais diversos seguimentos (Rodrigues, 2005, p 147). A importância desse tipo de transporte vem desde que o homem teve necessidade de transportar seus bens, e se tornou mais forte com a criação das primeiras formas de organização de transportes feitas pelo homem, chamadas rodovias (Paulo Roberto Ambrósio Rodrigues) fazendo que o transporte (seja ele qual for) seja o principal componente da logística. Com advento da Revolução industrial, e com o crescimento econômico houve a necessidade de expandir suas mercadorias e diversificar essas trocas, aumentando assim a necessidade do homem de construir e aperfeiçoar veículos de diferentes velocidades e capacidades de carga para melhor atender suas necessidades. No decorrer desde analisar iremos citar sua importância nos dias atuais, suas problemáticas como vantagens e desvantagens do transporte rodoviário. Palavra Chave: Transporte, Logística, prazo de entrega e Distribuição. ABSTRACT. The road system is still the main means of transportation; this is a fact that has occurred since the 50s, with the expansion of industries from various segments (Roberts, 2005, p 147). The importance of this type of transport is since man had need to transport their goods, and became stronger with the creation of the first forms of transport arrangements made by man, called " highways " ( Paulo Roberto Rodriguez Ambrósio ) making the transportation ( whatever it is ) is the major component of logistics. With the advent of the Industrial Revolution, and economic growth was necessary to expand and diversify their merchandise these exchanges, thereby increasing the need for man to build and perfect vehicles of different speeds and load capacities to better meet your needs. In the course since we will analyze cite its importance today, their problems as advantages and disadvantages of road transport. Keyword: Transport, Logistics, delivery and Distribution. INTRODUÇÃO Segundo Ballou (2001, p.29). Para logística acrescenta o conceito de ferramentas utilizadas pelo departamento de marketing de uma empresa (produto, local, tempo e condições) citando que a missão da logística é dispor a mercadoria ou o serviço certo, no lugar certo, no tempo certo e nas condições desejadas ao mesmo tempo em que o fornece a maior contribuição possível de valores ás empresas. Através desse trabalho vamos mostrar a importância do transporte rodoviário, os benefícios que esse meio pode trazer as empresas e ao consumidor [ 7 ]

8 final. Vendo também as possibilidades de integração entre as sociedades, que produzem bens diferentes, permitindo a trocar e a expansão dos mercados. Conhecer as principais funções das transportadoras, que facilitam o acesso a produtos que não estariam disponíveis. A matriz de transporte do nosso país tem como foco o modal rodoviário e as grandes corporações que se utilizam de operadores de transportes rodoviários para esvaziamento de todo tipo de cargas, é uma relação entre cliente e fornecedor que não tem acessível no lugar onde moram os produtos que necessitam e se os têm, os custos dificultam uma negociação em nível regional. Segundo jornal Gazeta do povo apud portal Partner Consulting: [...] O forte ritmo da economia nos últimos meses está provocando novos gargalos na logística de transporte brasileira. Com a demanda aquecida por causa do consumo interno as empresas já sentem dificuldade para escoar sua produção. Por falta de caminhões, as transportadoras estão tendo que recusar clientes e o preço do frete já subiu, em média, 12% [...] PROBLEMÁTICA Esta na falta de informação para os processos de rotina do transporte rodoviário, realizar treinamento junto aos colaboradores, atender a necessidades do cliente dentro do prazo acordado, entre eles um dos principais problemas dentro do transporte são extravios de mercadorias, avarias de cargas, as péssimas condições de nossas estradas, a falta de informação da transportadora com o fornecedor ou destinatário. A possibilidade de avarias aumenta com a quantidade de movimentação, fragilidade da mercadoria, o tempo de transito afeta diretamente no prazo da entrega. Assim o transporte rodoviário deve buscar eficiência e qualidade. A maioria das transportadoras é gerenciada por seus parentes em cargos de gerente regional mais que não tem nenhuma experiência em transporte o que dificulta a implantação de tecnologia e processos mais eficientes o processos para padronização de operação necessitam de investimento, treinamento e um período para adaptação, ou seja, mão de obra qualificada consolidação e carregamento para fins de transferência de cargas fracionadas. Pesquisa feita com mais de 06 colaboradores de uma transportadora de cargas fracionadas JUSTIFICATIVA [ 8 ]

9 Pretende-se mostra a importância do transporte rodoviário para observar os benefícios que o transporte rodoviário oferecer para quem optar por esse sistema. Além de transporta as cargas, hoje as transportadoras fazem não só o transporte da carga mais também a logística, diante de todo fato e informações de modais e nossos conhecimento dentro dos modais percebesse que o modal rodoviário é um dos mais utilizado no transporte de cargas, pois pela velocidade de carregamento e o percurso em tempo hábil dependendo do local de destino pode ser entregue até no mesmo dia. Para os demais modais exige uma series de situações, como horário de embarques, tempo de carregamento, local de entrega de difícil acesso, capacidade de modal não suporta a quantidade de cargas, além de várias documentações exigidas para os embarques. OBJETIVO Objetivo Geral Sugerir melhorias nos processos operacionais, no que tange ao fluxo de volumes dentro de uma transportadora de grande porte. O objetivo demonstrar que o investimento em treinamento, profissões atuando com experiência em seus setores, bons gestores, melhoria no processo operacional, investimento em tecnologia, melhoria no nível de serviço e planejamento para a conquista de novos clientes e permanecia deles sustenta o bom nível da transportadora nessa grande concorrência de transportadora no mercado hoje. METODOLOGIA Apresente pesquisar envolve métodos qualitativos. Houve também a utilização de estudo de caso de uma empresa do ramo de transporte rodoviário de cargas fracionadas no intuito de demonstra os conceitos apresentados, Para esse estudo utilizamos métodos de levantamento bibliográficos, o estudo iniciou-se com a pesquisar de dados que mostrassem a importância, e os problemas do transporte rodoviário. TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS [ 9 ]

10 Transporte Rodoviário é aquele que se realiza em estradas de rodagem, com utilização de veículos como caminhões e carretas. O transporte rodoviário pode ser em território nacional ou internacional, inclusive utilizando estradas. Com base em dados da empresa brasileira de planejamento de transporte GEIPOT ( , apud Ferreira e Malliagros, 1999) tem-se que no período , o setor de transporte rodoviário de mercadorias evoluiu de 49,6% para 69,8% na participação de carga transportada. Atingindo a maior parcela de participação em 1972 com 72,33% das mercadorias em tráfego interurbano. A LOGÍSTICA Para Pereira (2005 apud Freitas, 2003), a logística é a chave da prosperidade das empresas, para ele o mercado atual exige uma maior eficiência por partes das empresas em suas respectivas logísticas, para que assim elas busquem ultrapassar os limites locais. As logísticas podem caracterizar como estratégia, pois o termo é de origem militar e significa a arte de transportar, abastecer e alojar tropas. Com o passar do tempo, o significado foi se tornando mais amplo, passando a abranger outras áreas como a gerência de estoques, armazenagem e movimentação. O transporte é uma das principais funções. Além de representar a maior parcela dos custos logísticos na maioria das organizações, tem papel fundamental no desempenho de diversas dimensões do serviço ao cliente. Do ponto de vista de custos, representa em média cerca de 60% das despesas logísticas, o que em alguns casos pode significar duas vezes o lucro de uma companhia (Fleury, 200). O transporte corresponde a cerca de 6% do PIB nacional (lima, 2005 apud Wanke & Fleury, 2006). Nova definição para conceito de logística Logística é o processo de planejar, implementar e controlar com eficiência e a custos mínimos, o fluxo e a estocagem de matérias-primas, matérias em processo produtos acabados e informações relacionadas, do ponto de origem ate o ponto do consumidor, com o objetivo de se assegurar aos requisitos (CLM apud SEVERO FILHO, 2006). TRANSPORTE RODOVIÁRIO: SITUAÇÃO DO BRASIL Segundo dados da Confederação Nacional de Transportes, 2008, o transporte rodoviário detém a maior participação na matriz do transporte de cargas no Brasil, com 61,1% [ 10 ]

11 o que corresponde a 485,6 bilhões de TKU 2. Dados estes que não elucidam a eficiência total do modal rodoviário no Brasil, pois devido à falta de infraestrutura adequada, nem sempre é utilizado o modal mais adequado ao tipo de carga transportado. Diante da falta de disponibilidade de outros modais, o embarcador acaba utilizando o modal rodoviário, que apesar dos baixos valores de frete praticados, não teria como competir com uma ferrovia ou hidrovia, principalmente nas longas distâncias. Logo os custos logísticos do país poderiam ser menores caso houvesse maior participação dos demais modais, isto é, maior equilíbrio entre os modais de transporte. No entanto, pode se afirmar que o Brasil é um país extremamente dependente do modal rodoviário. Mesmo com a possível tendência ao aumento da participação dos outros modais. A infraestrutura rodoviária se apresenta intimamente relacionada com o processo de exportação. Esta infraestrutura representa o elo entre as áreas de produção e de escoamento, além de se constituir no ponto fundamental para o tráfego dos bens de produção, envolvidos no processo de fabricação de produtos. NAZÁRIO et. AL (2000 apud OLIVEIRA; SILVA, 2007). Segundo Hara (2005, p. 40). No entanto, cerca de 30% de toda a extensão da malha viária brasileira está muito danificada pela falta de manutenção e apenas quilômetros estão pavimentados. Além disso, parte relevante das ligações interurbanas no país, mesmo em algumas regiões de grande demanda, ainda se dão por estradas de terra ou com estado de conservação precário, especialmente nas regiões Norte e Nordeste do país, o que resulta em prejuízos para o transporte de cargas bem como acidentes e mortes. (DNIT). Departamento de infraestrutura de Transportes. CARACTERÍSTICA DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO O transporte rodoviário é um dos mais simples e eficientes dentre seus pares. Sua única exigência é existirem rodovia (Rodrigues, 2003, p. 51). s. Oficialmente o transporte rodoviário são classificados por sua capacidade de carga, quantidade e distância entre eixos de acordo com Rodrigues (2003). Porém para facilitar vamos classificá-los pelas finalidades a que se destinam. Tipos de Veículos [ 11 ]

12 O transporte de carga é exercido predominante com veículos rodoviários denominados caminhões e carretas, sendo que ambos podem ter características especiais e tomarem outras denominações (Keedi, 2003 p 101). De acordo com Rodrigues (2003), os veículos utilizados no transporte rodoviário são classificados por sua capacidade de carga, quantidade e distância entre eixos. Caminhão plataforma: Transporte de contêineres e cargas de grande volume ou peso unitário; Caminhão baú: Sua carroceria possui uma estrutura semelhante à dos contêineres, que protegem das intempéries toda a carga transportada. Caminhão caçamba: Transporte de cargas a granel, este veículo descarrega suas mercadorias por gravidade, pela basculação da caçamba. Caminhão aberto: Transporte de mercadorias não perecíveis e pequenos volumes. Em caso de chuva são cobertos com lonas encerados. Caminhão refrigerado: Transporte de gêneros perecíveis. Semelhante ao caminhão baú possui mecanismos próprios para a refrigeração e manutenção da temperatura no compartimento de carga. Caminhão tanque: Sua carroceria é um reservatório dividido em tanques, destinado ao transporte de derivados de petróleo e outros líquidos a granel. Caminhão graneleiro ou silo: Possui carroceria adequada para transporte de granéis sólidos. Descarregam por gravidade, através de portinholas que se abrem. Caminhões especiais: Podem ser: Rebaixados e reforçados: Para o transporte de carga pesada: (carreta heavy); Possuir guindaste sobre a carroceria (munk); Cegonhas, projetadas para o transporte de automóveis; Semirreboques: Carrocerias, de diversos tipos e tamanhos, sem propulsão própria, para acoplamento a caminhões-trator ou cavalo mecânico, formando os conjuntos articulados, conhecidos como carretas. [ 12 ]

13 Conforme Keedi (2003), suas capacidades de transporte dependem de sua força de tração, tamanho, bem como quantidade de eixos. O peso do veículo em si é denominado de tara enquanto sua capacidade de carga é a sua lotação, no inglês payload, sendo que somados representam o peso bruto total do veículo. Vantagens e Desvantagens do Transporte Rodoviário quadro 1 Vantagens Maior disponibilidade de vias de acesso Desvantagens Maior custo operacional e menor capacidade de carga Possibilita o serviço porta a porta Nas épocas de festas, provoca congestionamento nas estradas Embarques e partidas mais rápidos Desgasta prematuramente a infra-estrutura da malha rodoviária Favorece os embarques de pequenos lotes Facilidade de substituir o veiculo em caso de quebra ou acidente Maior rapidez de entrega Quadro 1: vantagens e desvantagens decorrentes da utilização do modal rodoviário para transportes de cargas Fonte: Paulo Ambrósio Rodrigues (2011, p.54) Órgão Regulador Cabe à ANTT (Agencia Nacional de Transportes Terrestres), atribuição especifica e pertinentes ao transporte rodoviário de cargas, promover estudos e levantamentos relativos à frota de caminhões, empresas constituídas e operadores autônomos, bem como organizar e manter um registro nacional de transportadores rodoviários de carga (RNTRC). [ 13 ]

14 Atribuições Gerais da ANTT Promover pesquisas e estudos específicos de tráfego e de demanda de serviços de transporte. Promover estudos aplicados às definições de tarifas, preços e fretes, em confronto com os custos e os benefícios econômicos transferidos aos usuários pelos investimentos realizados. Propor ao Ministério dos Transportes os planos de outorgas, instruídos por estudos específicos de viabilidade técnica e econômica, para exploração da infraestrutura e a prestação de serviços de transporte terrestre. Elaborar e editar normas e regulamentos relativos à exploração de vias e terminais, garantindo isonomia no seu acesso e uso, bem como à prestação de serviços de transporte, mantendo os itinerários outorgados e fomentando a competição. Fiscalizar a prestação dos serviços e a manutenção dos bens arrendados, cumprindo e fazendo cumprir as cláusulas e condições avençadas nas outorgas e aplicando penalidades pelo seu descumprimento. Representar o Brasil junto aos organismos internacionais e em convenções, acordos e tratados na sua área de competência, observados as diretrizes do Ministro de Estado dos Transportes e as atribuições específicas dos demais órgãos federais; PROBLEMATIZAÇÃO Custos Operacionais A noção de custos de operacionais faz referência ao dinheiro que desembolsa uma empresa ou organização para o desenvolvimento das suas atividades. Os custos operacionais correspondem aos salários do pessoal, ao arrendamento, à compra de provisões, entre outros. Por outras palavras, os custos operacionais são as despesas destinadas a manter um ativo na sua condição existente ou a modificá-lo para que volte a estar em condições apropriadas de trabalho. Custo fixo é gasto que se opera sempre dentro das mesmas medidas, independentemente do volume da produção. [ 14 ]

15 O custo do transporte, segundo Bowersox (2001 apud Pires, 2003), é o pagamento pela movimentação entre dois pontos geográficos e as despesas relacionadas com o gerenciamento e a manutenção de estoque em transito. O mesmo autor salienta que os sistemas logísticos devem ser para utilizar o tipo de transporte que minimize o custo total do sistema. Perdas e Avarias De acordo com a pesquisa realizada por gestores de uma transportadora de cargas, um dos maiores fluxo de perdas e avarias dentro da transportadora e falta de treinamento junto aos funcionários de como manusear uma carga, forma de arrumação, carregamento da carga correta dentro do veículo capacidade de peso que suporta a carga, boa arrumação, as estradas que não dão condições de viajar. Um transportador comum tem a responsabilidade de movimentar o frete com expedição razoável e sem perdas ou danos. O conhecimento de embarque define especificamente os limites da responsabilidade do transportador. As perdas devido ao atraso ou às falhas não-razoáveis em satisfazer as garantias programadas são recuperadas na extensão da perda de valor como um resultado direto do atraso. Prazo de entrega E o cumprimento de um acordo pré-estabelecido entre fornecedor e consumidor, estipulando data da entrega e horários. O não cumprimento desse acordo pode trazer prejuízos para ambos, o consumidor sem seu material e o fornecedor com estoque cheio. Uma melhor adequação do veículo para cada produto, uma vistoria nos produtos, para saber a qualidade dos produtos antes de chegar ao consumidor, a boa arrumação da carga no veículo, um investimentos junto aos colaboradores de prevenção de perdas no momento do carregamento ou descarregamento. Possíveis Soluções Soluções que poderiam neutralizar ou minimizar esses problemas em relação aos: [ 15 ]

16 Custos Operacionais Em nossa opinião reduzir custos desnecessários, utilizar tecnologia avançada para organizar produtos, para que a empresa saiba o que tem, e o que precisa assim ira eliminando custo desnecessários com produtos, dividindo o custo do transporte de outros gastos. Prazo de entrega O cumprimento desde item traz mais credibilidade para a empresa, fazendo que sua marca cresça no mercado, trazendo confiança do consumidor ao ligar o produto a transportadora, hoje a utilização de índices em transporte está sendo muito utilizado dando como meta principal o DPE (data prevista de entrega). CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente trabalho buscou evidenciar as principais características do modal rodoviário com o objetivo de mostra sua importância para logística em nosso dia-a-dia. Foram feitas algumas revisões literárias baseadas na logística especificamente voltada para o transporte de cargas fracionadas no modal rodoviário e a prestação deste serviço, considerado foco central desta pesquisa. Foram feitos diversos levantamentos e pesquisas, para observar os métodos utilizados pela empresa e o impacto que provocam clico como um todo. Os impactos encontrados é a falta de informação, a falta de planejamento, falta de estrutura do galpão, falta de equipamentos para toda a operação, falta de treinamento e integração entre os colaboradores. Os dados obtidos que depois de realizar treinamento operacional, instrumentos de trabalho de acordo com a necessidade da operação, investimento em tecnologia como site de acompanhamento e rastreamento da mercadoria, treinamento com redução de perdas e risco de cargas. REFERÊNCIAS [ 16 ]

17 ANTT. Agencia Nacional de Transporte Terrestre. Disponível em: <htpp: //www.antt.gov.br>. Acesso em: 17 dez BALLOU. Logística. In: BALLOU, Ronald H. (Ed.). Gerenciamento da Cadeia de Suplimentos. Porto Alegre: Atlas, p. 29. CONSULTING, Partner. Sobra Produção e Falta Transporte. [mensagem pessoal] Mensagem recebida por: <Jornal Gazeta>. em: 17 dez HARA. Logística. In: HARA, Celso Minoru. Livro. São Paulo: Alínea, p. 40. INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO NA TRANSFERÊNCIA DE PRODUTOS. Bahia Ba: KEENDI, Samir. Transporte, Unitização e seguro internacionais Disponível em: Acesso em: 14 dez MELLIAGROS, Ferreira e. Evolução do setor de infra-estrtura no Brasil. [mensagem pessoal] Mensagem recebida por: <epge.fgv.br/portal/pesquisa/producao>. em: 10 dez RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrósio. Sistema de Transporte no Brasil Disponível em: Acesso em: 17 dez RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrósio. Sistema de Transporte no Brasil Disponível em: Acesso em: 16 dez RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrósio. Sistema de Transporte no Brasil Disponível em: Acesso em: 16 dez SEVERO FILHO, Profº João. Nosso portal de logística, jun, Disponível em: <http://www.portaldelogistica.adm.br/>. Acesso em: 14 dez [ 17 ]

18 2. BENEFÍCIOS DA AUTOMAÇÃO EM UMA EMPRESA DE OPERADORES LOGÍSTICOS NO SEGMENTO DE TRANSPORTE DE PNEUS. RESUMO. O atual cenário, no qual o mercado de operadores logísticos está inserido, e as necessidades de manter-se competitivos estão levando as empresas a adotarem práticas que auxiliem o desenvolvimento das suas atividades, buscando com isso vantagem competitiva. Mediante a estes fatores, a automação logística será uma alternativa para se otimizar o tempo gasto com o carregamento e descarregamento, como também diminuir os custos agregados devido a encargos com mão de obra, que por sua vez será reduzido com a ação de automatizar o setor de carga e descarga de uma empresa de operadores logísticos especializadas no transporte de pneus. Para que esse objetivo seja alcançado com êxito, a automação de processos tem que ser realizada de maneira criteriosa e eficaz. Com a disseminação da tecnologia da informação nas operações logísticas houve maior facilidade nos processos e a confiabilidade para desenvolver meios que favoreçam as operações e agreguem valor a elas. O presente trabalho buscou trazer temas ligados a automação e assuntos agrupados que colaborem com o entendimento da abordagem de conceitos, definições da logística, como também operadores logísticos e suas variações além de abordar a locomoção de pneus. Para apurar os dados foi realizado um estudo de caso com base na observação do setor de carga e descarga numa empresa de operadores logísticos no segmento de transporte de pneus localizada em Jaboatão Dos Guararapes Pernambuco. Palavras-chave: Logística, Automação, Operador Logístico. ABSTRACT: The current scenario in which the market for logistics operators are inserted, and needs to remain competitive are driving companies to adopt practices that help the development of their activities, seeking competitive advantage with it. Through these factors, logistics automation will be an alternative to optimize the time spent loading and unloading, as well as reduce the aggregate costs due to charges for labor, which in turn will be reduced with the action to automate the sector loading and unloading of a company specialized in transport logistics operators tires. For this objective to be achieved successfully, process automation has to be done judiciously and effectively. With the spread of information technology in logistics operations was greater ease and reliability in processes to develop means for supporting operations and add value to them. The present study sought to bring topics related to automation and grouped subjects to collaborate with the understanding of the concepts approach, definitions of logistics, as well as logistics operators and its variants in addition to addressing the mobility tires. To determine the data a case study was conducted based on the observation of the loading and unloading sector a company logistics operators in the transport segment of tires located in Jaboatão Dos Guararapes - Pernambuco. Keywords: Logistics, Automation, Logistics Operator. [ 18 ]

19 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Para que as atividades de carga e descarga sejam executadas com a eficiência esperada, a tecnologia tem um papel indispensável, pois se processada corretamente no que remete às reais necessidades do processo envolvido, refletindo assim na qualidade das atividades desenvolvidas, influenciadas pela certeza das decisões tomadas, como afirma Nogueira (2009), a informação com rapidez e precisão é crucial para o bom desempenho dos processos logísticos, sendo que a mesma deve ser a base sólida, onde os gestores analisam e estruturam suas decisões. Desta forma, sabe-se que é a partir da visão sistêmica fornecida pela informação que são desenvolvidas ferramentas para aperfeiçoar o tempo gasto de modo a otimizar as realizações das atividades desempenhadas. Elaborar um planejamento onde possa executar as operações com o menor custo financeiro, e com melhor forma de utilizar o tempo, é um dos papéis primordiais da logística, a agilidade nos processos logísticos está se tornando cada vez mais importante, como observam Bowersox e Closs (2008, p. 49) ao dizer que: Em termos de projeto e gerenciamento de sistemas logísticos cada empresa deve atingir simultaneamente pelo menos seis objetivos operacionais diferentes, os quais são determinantes básicos do desempenho logístico, incluem: resposta rápida, variância mínima, estoque mínimo, consolidação de movimentação, qualidade e apoio ao ciclo de vida. Mediante estas necessidades as empresas estão em busca de processos automatizados que acelerem o seu trabalho de escoamento de mercadorias utilizando estratégias as quais possam agregar valores de tempo às operações desenvolvidas, como também afirmam Bowersox e Closs (2008, p. 50) que, a consolidação da movimentação abrange a adoção de programas inovadores que possibilitem o agrupamento de cargas pequenas e consequentemente uma movimentação consolidada. Adequar-se a padrões também é uma das vantagens da automação, pois métodos podem ser adotados para unificar o modo o qual se desenvolvem as operações que por sua vez serão realizadas de maneira mais qualitativa como afirma a Confederação Nacional de Transporte na revista techoje onde se encontrou o texto: [ 19 ]

20 a implantação de ferramentas de automação é vital para manter o padrão de qualidade dos serviços prestados pelo setor. A eficiência dos sistemas logísticos depende da tecnologia da informação, e é por meio de atividades automatizadas que a programação e a execução do fluxo de mercadorias e as informações na cadeia de suprimentos podem ocorrer de forma rápida e confiável, gerando reflexos positivos diretos na rentabilidade. As empresas acabam por otimizar o uso de seus recursos, já que a automação direciona a um processo de racionalização em busca de eficiência. (AUTOMAÇÃO E LOGÍSTICA, 2013). Partindo desses pressupostos, quais os benefícios que a automação pode trazer a uma empresa no mercado de operadores logísticos no segmento de transporte de pneus? Este artigo buscou apresentar os benefícios da automação em uma empresa de operadores logísticos no segmento do transporte de pneus. A partir dos conceitos e definições que caracterizam as peculiaridades da automação, dos componentes que a integra com o sistema dos operadores logísticos, a identificação dos custos associados à sua implantação no processo, os fatores que levaram à sua utilização e as dificuldades encontradas na sua implantação. Sendo estes tópicos de suporte para se chegar as análises dos resultados. A partir de uma pesquisa de caráter qualitativo descritivo, baseando-se no método de estudo de caso, houve a observação no setor de carga e descarga de uma empresa no segmento de transporte de pneus. Pesquisa essa que facilitou para a verificação de questões que dizem respeito à análise dos impactos provocados pela implantação da automação nas atividades logísticas, referentes à cultura e aos critérios de desempenho, além de identificar a sua amplitude de uso. OPERADOR LOGÍSTICO Logística: uma construção histórica Desde o seu surgimento o conceito da logística vem se adequando as atuais necessidades mediante o cenário por ela ocupado. De acordo com o Council of Logistics Management (Neto; Júnior 2002, p. 40), logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matériasprimas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes. Ballou (2006, p. 27) argumenta que a novidade no conceito de logística deriva do conceito da gestão coordenada de atividades inter-relacionadas e do conceito de que a logística [ 20 ]

SISTEMAS DE TRANSPORTES

SISTEMAS DE TRANSPORTES ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS, PRODUÇÃO E LOGÍSTICA SISTEMAS DE TRANSPORTES TRANSPORTES Transportes, para a maioria das firmas, é a atividade logística mais importante, simplesmente porque ela absorve, em

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade IV GERENCIAMENTO DE TRANSPORTE Prof. Altair da Silva Transporte em area urbana Perceba o volume de caminhões que circulam nas áreas urbanas em nosso país. Quais são os resultados para as empresas

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Preços de Frete Rodoviário no Brasil

Preços de Frete Rodoviário no Brasil Preços de Frete Rodoviário no Brasil Maria Fernanda Hijjar O Brasil é um país fortemente voltado para o uso do modal rodoviário, conseqüência das baixas restrições para operação e dos longos anos de priorização

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

Professora Danielle Valente Duarte

Professora Danielle Valente Duarte Professora Danielle Valente Duarte TRANSPORTE significa o movimento do produto de um local a outro, partindo do início da cadeia de suprimentos chegando até o cliente Chopra e Meindl, 2006 O Transporte

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

2. Revisão bibliográfica

2. Revisão bibliográfica 17 2. Revisão bibliográfica 2.1. Logística de transportes A Logística recebeu diversas denominações ao longo dos anos: distribuição física, distribuição, engenharia de distribuição, logística empresarial,

Leia mais

Processos Técnicos - Aulas 4 e 5

Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Trabalho / PEM Tema: Frameworks Públicos Grupo: equipe do TCC Entrega: versão digital, 1ª semana de Abril (de 31/03 a 04/04), no e-mail do professor (rodrigues.yuri@yahoo.com.br)

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Setores químico e petroquímico: as características dos produtos determinam a logística correta -

Setores químico e petroquímico: as características dos produtos determinam a logística correta - Setores químico e petroquímico: as características dos produtos determinam a logística correta - Setores onde um erro pode acarretar sérios danos ao meio ambiente, às pessoas e as próprias instalações

Leia mais

Scania Serviços. Serviços Scania.

Scania Serviços. Serviços Scania. Serviços Scania Scania Serviços. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar Tudo bem do o que seu o Scania, você precisa em um para só lugar. cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. SERVIÇOS

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

A mudança na aquisição de soluções de tecnologia da informação. O que significa para a TI e a linha de negócios (LOB)

A mudança na aquisição de soluções de tecnologia da informação. O que significa para a TI e a linha de negócios (LOB) A mudança na aquisição de soluções de tecnologia da informação Maio de 2014 O novo comprador de tecnologia e a mentalidade de aquisição Existe hoje um novo comprador de tecnologia da informação Esse comprador

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento

A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento Gisela Gonzaga Rodrigues (PUC-Rio) giselagonzaga@yahoo.com.br Nélio Domingues Pizzolato (PUC-Rio) ndp@ind.puc-rio.br Resumo Este

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

LOGÍSTICA: história e conceitos RESUMO

LOGÍSTICA: história e conceitos RESUMO 1 LOGÍSTICA: história e conceitos Newilson Ferreira Coelho FAFIJAN Marilda da Silva Bueno FAFIJAN RESUMO Através de uma pesquisa bibliográfica, este estudo apresenta a logística, sua história e conceitos

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

Serviços Scania. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar.

Serviços Scania. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. Serviços Scania Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. SERVIÇOS SCANIA Serviços Scania. Máxima disponibilidade do seu veículo para o melhor desempenho

Leia mais

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos 2012 Apresentação Luiz José de Souza Neto Union Modal Logística Integrada Rua Teixeira de Freitas, 72, cj. 23 Santos / SP - Tel.: 13 30613387 luiz@unionmodal.com.br A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA.

Leia mais

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com TMS e Roteirizadores Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Definição TMS (Transportation Management System) é um produto para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Este

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Apresentação

1. Introdução. 1.1 Apresentação 1. Introdução 1.1 Apresentação Empresas que têm o objetivo de melhorar sua posição competitiva diante do mercado e, por consequência tornar-se cada vez mais rentável, necessitam ter uma preocupação contínua

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132

Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 131 RESUMOS EXPANDIDOS...132 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 5 a 8 de outubro, 2009 132

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

Disciplina: Suprimentos e Logística II 2014-02 Professor: Roberto Cézar Datrino Atividade 3: Transportes e Armazenagem

Disciplina: Suprimentos e Logística II 2014-02 Professor: Roberto Cézar Datrino Atividade 3: Transportes e Armazenagem Disciplina: Suprimentos e Logística II 2014-02 Professor: Roberto Cézar Datrino Atividade 3: Transportes e Armazenagem Caros alunos, Essa terceira atividade da nossa disciplina de Suprimentos e Logística

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UM PLANEJAMENTO INDISPENSÁVEL

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UM PLANEJAMENTO INDISPENSÁVEL ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UM PLANEJAMENTO INDISPENSÁVEL DUMAS, Ana Carolina¹ Guirado CALDAMONE,Camila¹ Guerino FRANCO, Nathália¹ Ribeiro; Acadêmicos do curso de Administração da Faculdade de Ciências

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais

Fundamentos do Transporte

Fundamentos do Transporte Prof.: Deibson Agnel Livro: Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos/Logística Empresarial Autor: Ronald Ballou Cap. 06 1 A importância de um sistema de transporte eficaz A movimentação de cargas absorve

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING 1 ÍNDICE 03 04 06 07 09 Introdução Menos custos e mais controle Operação customizada à necessidade da empresa Atendimento: o grande diferencial Conclusão Quando

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ Daiane Maria De Genaro Chiroli 1

Leia mais

GESTÃO DE OPERAÇÕES E LOGÍSTICA I AULA 05: LOGÍSTICA INTEGRADA E OUTRAS QUESTÕES TÓPICO 05: MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAS O manuseio de materiais representa atividade de maior custo logístico, além de consumir

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

Quais estratégias de crédito e cobranças são necessárias para controlar e reduzir a inadimplência dos clientes, na Agroveterinária Santa Fé?

Quais estratégias de crédito e cobranças são necessárias para controlar e reduzir a inadimplência dos clientes, na Agroveterinária Santa Fé? 1 INTRODUÇÃO As empresas, inevitavelmente, podem passar por períodos repletos de riscos e oportunidades. Com a complexidade da economia, expansão e competitividade dos negócios, tem-se uma maior necessidade

Leia mais

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com

Estoque e Logística. Henrique Montserrat Fernandez www.henriquemf.com Estoque é capital investido, com liquidez duvidosa e altos custos de manutenção. Por isso, quanto menor for o investimento em estoque, melhor. Para as empresas, o ideal seria efetuar as aquisições de estoques

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

Logística Reversa - Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais

Logística Reversa - Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais Logística Reversa - Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais Leonardo Lacerda Introdução Usualmente pensamos em logística como o gerenciamento do fluxo de materiais do seu ponto

Leia mais

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Manuseio de Materiais / Gestão de Informações Primárias Apoio 1 2 Manuseio de Materiais Refere-se aos deslocamentos de materiais

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO

WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO VILAS BOAS, M. A. A. 1 ; GOMES, E. Y. 2 1- Graduando em Sistemas de Informação na FAP - Faculdade de Apucarana 2- Docente do Curso

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA

SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA SERVIÇO DE ANÁLISE DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES APLICABILIDADE PARA CALL-CENTERS VISÃO DA EMPRESA Muitas organizações terceirizam o transporte das chamadas em seus call-centers, dependendo inteiramente

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos

Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos Peter Wanke Introdução Este texto é o primeiro de dois artigos dedicados à análise da gestão de estoques, a partir de uma perspectiva

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção Logística: - II Guerra Mundial; - Por muito tempo as indústrias consideraram o setor de logística de forma reativa e não proativa (considera

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA.

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. Caro participante, Agradecemos a sua presença no III Megacity Logistics Workshop. Você é parte importante para o aprimoramento

Leia mais

Custos Logísticos. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo.

Custos Logísticos. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo. É todo custo gerado por operações logística em uma empresa, visando atender as necessidades dos clientes de qualidade custo e principalmente prazo. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo.

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa

1 INTRODUÇÃO. 1.1 Motivação e Justificativa 1 INTRODUÇÃO 1.1 Motivação e Justificativa A locomoção é um dos direitos básicos do cidadão. Cabe, portanto, ao poder público normalmente uma prefeitura e/ou um estado prover transporte de qualidade para

Leia mais

DEFINIÇÕES COUNCIL SCM

DEFINIÇÕES COUNCIL SCM ADM DE MATERIAIS DEFINIÇÕES COUNCIL SCM Logística empresarial é a parte do Supply Chain Management que planeja, implementa e controla o eficiente e efetivo fluxo direto e reverso, a estocagem de bens,

Leia mais

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas.

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. Logística e Distribuição Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Histórico O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. A história mostra que

Leia mais

Distribuição e transporte

Distribuição e transporte Distribuição e transporte Gestão da distribuição Prof. Marco Arbex Introdução Toda produção visa a um ponto final, que é entregar os seus produtos ao consumidor; Se o produto não está disponível na prateleira,

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng.

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng. 01. O QUE SIGNIFICA A SIGLA ISO? É a federação mundial dos organismos de normalização, fundada em 1947 e contanto atualmente com 156 países membros. A ABNT é representante oficial da ISO no Brasil e participou

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE BASEADA NA NORMA NBR ISO 9001:2000 EM EMPRESAS SITUADAS EM PÓLOS OFFSHORE.

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE BASEADA NA NORMA NBR ISO 9001:2000 EM EMPRESAS SITUADAS EM PÓLOS OFFSHORE. GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE BASEADA NA NORMA NBR ISO 9001:2000 EM EMPRESAS SITUADAS EM PÓLOS OFFSHORE. Ivan Santos de Lima Engenheiro Naval pela Universidade Federal do Rio

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

LOGÍSTICA MADE DIFFERENT LOGÍSTICA

LOGÍSTICA MADE DIFFERENT LOGÍSTICA LOGÍSTICA MADE DIFFERENT LOGÍSTICA ENTREGA ESPECIAL Na economia globalizada 24/7 de hoje, a logística e a gestão de armazéns eficientes são essenciais para o sucesso operacional. O BEUMER Group possui

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich Gestão em Logística Fundação de Estudos Sociais do Paraná Luiz Alexandre Friedrich Nosso contrato... Fornecedor : Luizão Cliente : Alunos de Adm. da FESP - Fornecer subsídios de teoria e prática de Gestão

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Organização do Trabalho na Produção Projeto do Trabalho -Objetivo: criar um ambiente produtivo e eficiente, onde cada um saiba o que

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI GEDAÍAS RODRIGUES VIANA 1 FRANCISCO DE TARSO RIBEIRO CASELLI 2 FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA MOTA 3

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES defesacivilgomes@yahoo.com.br PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 3 Disponibilidade em Data Center O Data Center é atualmente o centro nervoso

Leia mais

Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas.

Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas. Logística para aprender Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas. Divulgação Maria Gabriela Frata Rodrigues Liboni Analista de Importação. Especialista em

Leia mais

SI- Sistemas de Informação. Professora: Mariana A. Fuini

SI- Sistemas de Informação. Professora: Mariana A. Fuini SI- Sistemas de Informação Professora: Mariana A. Fuini INTRODUÇÃO A informação é tudo na administração de uma organização. Mas para uma boa informação é necessário existir um conjunto de características

Leia mais

Sistemas de Gestão da Qualidade. Introdução. Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade. Tema Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Gestão da Qualidade. Introdução. Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade. Tema Sistemas de Gestão da Qualidade Tema Sistemas de Gestão da Qualidade Projeto Curso Disciplina Tema Professor Pós-graduação Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade Sistemas de Gestão da Qualidade Elton Ivan Schneider Introdução

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR

Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR Curso de Especialização em GESTÃO E LOGÍSTICA HOSPITALAR ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração e Saúde. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão e Logística Hospitalar.

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2010. Qualificação: TÉCNICO EM LOGÍSTICA. Professora: FLÁVIA ANDRÉIA CANEDO DE LIMA

Plano de Trabalho Docente 2010. Qualificação: TÉCNICO EM LOGÍSTICA. Professora: FLÁVIA ANDRÉIA CANEDO DE LIMA Plano de Trabalho Docente 2010 ETEC RODRIGUES DE ABREU Ensino Técnico Código: 135 Município: BAURU/SP Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO EM LOGÍSTICA Qualificação: TÉCNICO

Leia mais

Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência

Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência Sendo uma organização que representa os interesses de fabricantes e fornecdores de produtos e sistemas para

Leia mais

Parte de nossa história em algumas palavras...

Parte de nossa história em algumas palavras... Parte de nossa história em algumas palavras... José Renato Paiva, trazendo todo o seu conhecimento e experiência em logística de transporte terrestre, adquiridos desde sua adolescência e somados em mais

Leia mais

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites 5 Conclusão Trade Marketing é um termo conhecido por grande parte dos profissionais das áreas comercial e de marketing, principalmente entre as indústrias de bens de consumo. Muitas empresas já incluíram

Leia mais

Processos Técnicos - Aulas 1 a 3

Processos Técnicos - Aulas 1 a 3 Gerenciamento de Serviços de TI Processos Técnicos - Aulas 1 a 3 A Informática, ou Tecnologia da Informação, antigamente era vista como apenas mais um departamento, como um apoio à empresa. Hoje, qualquer

Leia mais

cada fator e seus componentes.

cada fator e seus componentes. 5 CONCLUSÃO Conforme mencionado nas seções anteriores, o objetivo deste trabalho foi o de identificar quais são os fatores críticos de sucesso na gestão de um hospital privado e propor um modelo de gestão

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1 Governança de TI ITIL v.2&3 parte 1 Prof. Luís Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR ITIL 1 1 ITIL Gerenciamento de Serviços 2 2 Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços 3 3 Gerenciamento de Serviços

Leia mais