Planejamento Estratégico Marke4ng



Documentos relacionados
ADM. Professor Douglas Pereira da Silva. DPS Planejamento Estratégico

ADM. Professor Douglas Pereira da Silva. DPS Gestão Negócios ADM

Material para avaliação. Professor Douglas Pereira da Silva

Material para Avaliação. Planejamento Estratégico 1º Bimestre

Estratégia em RH. Professor Douglas Pereira da Silva. DPS Estratégia em RH

Atendimento. Planejamento de Vendas. Professora Amanda Lima Tegon.

Gestão Estratégica A BATALHA DE KURSK. Aula 6 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira

Gestão Estratégica. Aula 5 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira

MATRIZ BCG Professor Flávio Toledo

AULA 6 ASSUNTO: VALORES ORGANIZACIONAIS. AMBIENTE ORGANIZACIONAL ANÁLISE SWOT

Aula 7 Questões Estratégicas; Estratégias e Ações Estratégicas; Planejamento Estratégico na Tecnologia da Informação Prof.

Gestão de Micro e Pequenas Empresas

ADMINISTRAÇÃO. Processo de planejar, organizar, dirigir e controlar recursos a fim de alcançar os objetivos da organização

ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS MICHAEL PORTER. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E EMPRESARIAL AULA 10 Prof. João Maurício G. Boaventura

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico

As Estratégias de Competição consistem nas intenções de uma empresa, divisão ou unidade estratégica de negócios (UEN) para competir nos domínios de

ANÁLISE DO AMBIENTE: METODOLOGIA DE FORMULAÇÃO

FORÇAS COMPETITIVAS DE PORTER

GUIA PRÁTICO: COMO E POR QUE APLICAR ANÁLISE SWOT NO SEU NEGÓCIO

Historicamente, há muita contradição sobre a origem da análise S. W. O. T. Alguns

ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

AMBIENTE COMPETITIVO

FEA USP. EAD376 - Economia da Estratégia. Análise de Ambiente Interno e Posicionamento para a Vantagem Competitiva

Planejamento Estratégico

Administração. Análise SWOT. Professor Rafael Ravazolo.

O Papel do Macroambiente

Ambiente das organizações

O que é planejamento estratégico?

Ambiente externo e interno. Prof. Doutora Maria José Sousa

PCP Planejamento de Controle da Produção. Aula 04 14/3/2011. Planejamento Estratégico da Produção. Planejamento Estratégico da Produção

Universidade Cruzeiro do Sul. Campus Virtual Unidade I: Unidade: Estratégias de Competição

AE06 OS NÍVEIS DE PLANEJAMENTO

Manual de Ecodesign InEDIC

Sumário resumido. As origens da competição e do pensamento estratégico. Aplicação dos fundamentos da estratégia. Gestão competitiva do conhecimento

Professor: Sergio Enabe. 2o. Semestre Estratégia

ADMINISTRAÇÃO GERAL. Gestão Estratégica. Estratégias Competitivas de Porter Parte 1. Prof.ª Karen Estefan Dutra

Gestão Estratégica. 6 - Formulação Estratégica. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira

AULA 2. Analise do ambiente. Planejamento estratégico

Análise de Portfólio. Siga-nos em PONTOS DE INTERESSE: Conceito. Matriz BCG. Matriz GE/ McKinsey

Planejamento Estratégico

Unidade: Formulação da Estratégia. Unidade I:

Material Teórico. Planejamento de Marketing. Responsável pelo Conteúdo: Profa. Ms. Isabel M. M Rodrigues

2ª Parte Competindo com a Tecnologia de Informação

FORMAS DE CONCORRÊNCIA E ESTRATÉGIAS

RAFAEL BARBOSA ADMINISTRAÇÃO GERAL E PÚBLICA

Estudo da concorrência: Análise das 5 forças de PORTER

Resumo Aula-tema 08: O Panorama Econômico e Social e Indicadores Quantitativos e Qualitativos

Introdução. Sucesso organizacional + Ambiente de Mudança. Adotar uma ESTRATÉGIA. Criar vantagem competitiva sustentada

Índice CONCEITOS E FUNDAMENTOS. Parte I. Capítulo 1 A natureza do problema estratégico 21

Posicionamento estratégico Marcos Henrique Fortes

Planeamento e Marketing Estratégico em Turismo

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORIENTADO PARA MERCADO

Gestão de Negócios (4)

IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES DE MERCADO. Planejamento e Marketing Estratégico

Análise do Ambiente Externo: Macroambiente e Modelo de Porter Ampliado. Prof. Moacir Miranda

1

Estratégia Empresarial Análise Estratégica

Planejamento e Postura Estratégica

Unidade II FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDA. Prof. Me. Livaldo Dos Santos

Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais no Estado do Rio de Janeiro. A IMPORTÂNCIA DAS MARCAS COLETIVAS NOS ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS -APLs

Estratégia em RH Material para Avaliação

TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL. Gestão da Qualidade Aula 03 Prof. Ms. Claudemir Claudino Alves

Transformando a informação em inteligência. O sistema de IC GILDA MASSARI COELHO INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA

Gestão Estratégica Prof. Charles Pantoja Esteves

ANÁLISE ESTRATÉGICA. Análise SWOT

Administração e Planejamento Estratégico: Uma introdução

ESTRATÉGICAS ORGANIZACIONAIS

Índice de mortalidade de médias e pequenas empresas. Brasil: 70% USA: 50% Pesquisa Small Business Administrator: 98% falta ou falha de planejamento.

PLANEJAMENTO X EXECUÇÃO

Desenvolvimento de Negócios. Planejamento Estratégico Legal: da concepção à operacionalização Competências necessárias para o Gestor Legal

Estratégia Empresarial & Balanced Scorecard. Prof. Wilson Richa

Capítulo 2. Planejamento Estratégico e Processos de Marketing

Gestão Estratégica. Aula 3 Diagnóstico Estratégico Externo. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira.

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA NA GESTÃO DA CADEIA LOGÍSTICA

GIO- Gestão das Informações Organizacionais

Três Níveis de Planejamento (Estratégico)

Planejamento Estratégico

Questão 1: O planejamento pode ser em três níveis organizacionais. Qual nível interpreta as orientações maiores e as utiliza nos níveis funcionais?

Programa Sebrae Mais EMPRESAS DE PEQUENO PORTE - EPP. Oficina do MEG PARA EMPRESAS DE PEQUENO PORTE - EPP. Competências Gerais. Formato.

Transcrição:

Planejamento Estratégico Marke4ng Professor Douglas Pereira da Silva 1

Bacharel em Administração com ênfase em Marke7ng. Pós Graduado em Gestão Estratégica de Negócios. Pós - Graduado em Gestão Pública Pós - Graduando em Metodologia de Ensino a Distancia Pós - Graduado em Gestão de Pessoas Pós - Graduado em Gestão Social Professor de Graduação e Pós graduação. Projetos sociais (faculdade da Maior Idade) Projetos Prefeitura Taboão da Serra ((JOPEC). Conselheiro da Secretaria do Meio Ambiente Itapecerica da Serra Conselheiro da Secretaria do Comércio Itapecerica da Serra Empresário no ramo de Consultoria e Educação Corpora7va 2

5 forças de Porter 3

5 Forças de Porter 4

5

Modelo Diamante de Porter 6

Condições de fatores de produção De acordo com Porter, as condições dos fatores de produção representam os elementos essenciais (capital necessário, conhecimentos técnicos e ciennficos, mão- de- obra qualificada) que determinam o diferencial compe44vo das empresas. Condições de demanda Existe uma pressão por parte dos clientes, cada vez mais exigentes e sofis4cados, cujas necessidades antecipam a procura externa, levando à melhora connnua das vantagens compe44vas, com inovações em sua cadeia produ4va, e refle4ndo diretamente no aumento da qualidade dos produtos. As firmas progridem e alcançam a diferenciação dos produtos e serviços ao sair da trivial imitação dos mesmos. Indústrias correlatas e de suporte Uma das economias externas mais significa4vas encontradas nas concentrações produ4vas é a presença de indústrias correlatas e de suporte, pois possibilita o aumento do número de clientes que podem atender e isso proporciona condições para a negociação de menores preços. Estrutura e rivalidade entre as empresas Para Porter (1998), se no ambiente em que a organização está inserido não houver uma forte concorrência entre as empresas, este aglomerado está predisposto à falência, pois a compe4ção e a cooperação são fatores de vital importância, já que podem ambas coexis4r devido às diferentes dimensões e agentes nos quais ocorrem. Porter (1999) afirma que a rivalidade domés4ca merece mais atenção que a rivalidade externa, pois ela incide diretamente sobre os níveis de inovação. 7

Matriz BCG 8

Ponto de interrogação (também conhecido como em ques4onamento ou criança- problemá4ca ): Neste quadrante, estão posicionados os produtos pertencentes a um mercado com altas taxas de crescimento. Exige grandes inves4mentos e possui baixo retorno, com possibilidade de se tornar um abacaxi em pouco tempo. Porém, por estar em um mercado com alto crescimento, pode também se tornar uma estrela, desde que seja bem tratado pela empresa. Estrela: Neste quadrante, estão posicionados os produtos com alta par4cipação de mercado, com altas taxas de crescimento. São líderes de mercado, exigindo grandes inves4mentos. Caso o crescimento do mercado seja reduzido, pode facilmente se tornar uma vaca leiteira. Vaca leiteira: Neste quadrante, estão posicionados os produtos com taxa de crescimento moderada em mercados já estabelecidos. Não demandam grandes inves4mentos, uma vez que o crescimento do mercado é baixo. Algumas empresas tem estes produtos como sua base, por terem os lucros e a geração de caixa são altos. É comum ver estrelas se transformando em vacas leiteiras. Abacaxi (também conhecido como animal de es4mação, cão ou vira- lata ): Neste quadrante estão posicionados os produtos com baixa par4cipação em um mercado maduro, sem crescimento aparente. Estes produtos devem ser evitados ao máximo pela empresa, sendo possível até um descarte de tais produtos do poriólio da empresa, do ponto de vista financeiro (evitando os altos custos de recuperação) e estratégico. 9

ANÁLISE DO AMBIENTE Macroambiente Setorial Econômico Modelo de Social Porter Polí4co Atra4vidade Tecnológico Ciclo de vida Concorrência Negócio Ambiente X Organização ANÁLISE DE ORGANIZAÇÃO Cadeia de valor Estratégias genéricas Competências Pontos fortes Pontos fracos Análise Ameaças e oportunidades Pontos fortes Pontos fracos Obje4vos gerais Missão e Visão Estratégias gerais Formulação Marke4ng Produção/ operações Recursos humanos Finanças I N T E G R A Ç Ã O IMPLEME A P R E N D I Z A G E M Implantação 10

Consideração importante Na prá4ca, as partes são muito mais interpenetradas. A empresa não precisa terminar a análise para começar a formular suas estratégias, ou ter suas estratégias completamente formuladas antes de começar a implantar. Muitas vezes, o execu4vo, ao analisar, já tem alguns insights sobre as estratégias a serem formuladas, que convém serem registradas antes que se percam no esquecimento. Ainda no meio do processo de formulação, pode- se perceber algum fator, uma oportunidade ou ameaça que mereça estudo mais aprofundado. Nesse momento, vale a pena dar um passo atrás e recolher mais informações para a análise. E mesmo quando a empresa já está adiantada na implantação, algum movimento de um concorrente ou alguma expecta4va que não se confirme pode demandar uma volta à análise e uma reformulação da estratégia. De onde se vê que esse modelo é perfeito demais para ser real. Entretanto, representa um 4po ideal, um parâmetro para melhor compreender a realidade da administração estratégica. 11

Drucker e Ansoff, autores conceituados no meio acadêmico e empresarial, ao levarem o conceito para a área empresarial, alertam para um aspecto da estratégica: a ideia de mapear as futuras direções da organização a par4r dos recursos que possui. No entanto, não basta um propósito ou uma boa disposição para concre4zar uma situação futura desejada. É necessário elaborar planos, em reagir, reorganizar e alocar seus próprios recursos contra um movimento estratégico de um rival que pode atrapalhar todo o relacionamento compe44vo. E é por isso que a compe4ção estratégica comprime o tempo. A compe4ção natural não tem nenhuma dessas caracterís4cas. A estratégia é planejada e ponderada, comprimindo o tempo e causando mudanças radicais. A compe4ção natural e evolu4va. A estratégica é revolucionária. 12

Níveis de Análise do Ambiente AMBIENTE GERAL Internacional A ORGANIZAÇÃO Fornecedor Econômico Social Social Aspectos Organizacionais Aspectos de Marke4ng Aspectos Financeiros Aspectos Pessoais Aspectos de Produção Concorrência Tecnológico Cliente Legal 13

O desenvolvimento de uma estratégia compe77va é, em essência, o desenvolvimento de uma fórmula ampla para o modo como uma empresa compe7rá, quais deveriam ser as suas metas e quais e polí7cas necessárias para levar- se a cabo essas metas. Linha de Produtos Mercados- alvo Finanças e Controle Pesquisa e Desenvolviment o Definição do modo como a empresa compe4rá METAS Obje4vo para o crescimento da rentabilidade parcela de mercado, resposta social etc. Marke4ng Vendas Distribuição Compras Mão- de- obra Fabricação 14

Analise SWOT 15

Analise SWOT 16