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1 Questões Prova TRE-SP Questões da Prova TRE-SP Olá pessoal, tudo bem? Trago hoje as questões comentadas das provas de Analista Administrativo e Analista Judiciário do TRE-SP. Não vi nenhum recurso nas questões analisadas, infelizmente. Quer receber dicas de estudo e conteúdo gratuito de Administração em seu ? Cadastre-se na nossa lista exclusiva, no link a seguir: Prof. Rodrigo Rennó 1 de 16

2 Prova de Analista Administrativo 1. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) A motivação é um tema de suma importância na gestão organizacional e, nesse sentido, diversas teorias buscam explicá-la. Entre as teorias denominadas de conteúdo, uma das mais representativas é a Teoria das Necessidades Adquiridas, desenvolvida por David Mcclelland, segundo a qual (A) a busca de realização, representada pela luta pelo sucesso, é um fator secundário na dinâmica da motivação, denominado expectância. (B) os fatores extrínsecos que geram a motivação não são passíveis de controle, podendo, contudo, ser transformados em recompensas. (C) um dos motivos que orientam a dinâmica do comportamento é o desejo de relacionamentos interpessoais amigáveis, denominado afiliação. (D) o que determina a motivação é a correlação estabelecida entre a tarefa e a recompensa para a sua realização, denominada valência. (E) existem necessidades individuais cuja busca pela satisfação se sucede, hierarquicamente, sendo esse o cerne do processo motivacional. De acordo com McClelland, a motivação é relacionada com a satisfação de certas necessidades adquiridas dos indivíduos. Para ele, estas necessidades seriam três 1 : Necessidade de afiliação Necessidade de poder Necessidade de realização Relativas ao desejo de ter bons relacionamentos e amizades Ligadas ao controle e a influência de outras pessoas e em relação aos destinos da organização Ligada aos desejos de sucesso, de fazer bem algum trabalho, de se diferenciar dos outros 1 (Robbins, Organizational Behavior, 2004) Prof. Rodrigo Rennó 2 de 16

3 Estas necessidades seriam geradas através da própria experiência das pessoas, de sua vivência. A letra A está errada, pois as necessidades de realização não são um fator secundário. A letra B é bem confusa e está incorreta. Para começar, a teoria das necessidades adquiridas não enfatiza os fatores extrínsecos de motivação. Além disso, esses fatores podem sim ser controlados e envolvem sim a remuneração. Já a letra C está correta: a necessidade de afiliação é um dos pilares da teoria de McClelland. A letra D apresenta a valência, um elemento da teoria da expectativa, de Victor Vroom. Finalmente, a ideia de hierarquia das necessidades está associada a teoria de Maslow. O gabarito é mesmo a letra C. 2. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) Diferentes teorias foram desenvolvidas para explicar o fenômeno da liderança, algumas mais centradas nas características pessoais do líder e outras com foco na sua interação com o ambiente. Nesse contexto, o modelo proposto nos estudos de Fielder, que isolou determinados critérios situacionais, apresenta, entre outras, a seguinte conclusão: (A) o líder eficaz orienta sua atuação para dois aspectos, simultaneamente: ênfase na produção e ênfase nas pessoas. (B) o líder orientado para a tarefa tende a ter desempenho melhor em situações extremas, incluindo as muito desfavoráveis. (C) o estresse afeta, favoravelmente, a atuação do líder, aguçando a racionalidade e propiciando a motivação da equipe. (D) em situações muito favoráveis, o líder orientado para as pessoas é o mais adequado, porém enseja desmotivação e rotatividade. (E) a maturidade dos subordinados é um elemento fundamental e deve ser cotejada com o estilo de liderança adotada. De acordo com Fiedler, as características das personalidades são desenvolvidas durante diversas experiências vividas durante a vida e dificilmente são alteradas 2. Para ele, existem dois tipos de líderes: líderes orientados para tarefas e líderes orientados para pessoas. Os primeiros seriam mais focados nos resultados e nos objetivos organizacionais. Já os segundos, naturalmente, estariam mais voltados para o bem-estar de sua equipe. 2 (Krumm, 2005) Prof. Rodrigo Rennó 3 de 16

4 A teoria engloba três aspectos principais: o relacionamento entre o líder e seus empregados, o poder de autoridade que este líder detém e a estrutura da tarefa/atividade. Os fatores combinados formam oito dimensões, desde a mais desfavorável a mais favorável para o líder. O conceito principal da teoria é que o gestor deve analisar qual é o perfil do líder para que possa posteriormente inseri-lo dentro do contexto que mais se adapte ao seu comportamento 3. Figura 1 - Teoria da Contingência de Fiedler. Fonte: (Rennó, 2013) A conclusão do trabalho foi interessante. O autor percebeu que a liderança orientada para tarefas era mais eficaz na maioria das situações (ver gráfico acima). Tanto em situações altamente favoráveis quanto nas altamente desfavoráveis, o líder focado na tarefa se saía melhor. Somente em situações intermediárias era que a liderança orientada para pessoas era a mais adequada. Portanto, a letra B está correta e é mesmo o gabarito da banca. 3. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) O grau de maturidade na gestão de processos que uma organização pode atingir, depende, em grande medida, do conhecimento das equipes envolvidas e da minimização de riscos e de efeitos indesejados. Na visão da Society for Design and Process Science SDPS, consideram-se processos encenados aqueles (A) correspondentes ao nível mais precário de gestão de riscos, demandando mapeamento e modelagem para adequação. 3 (Sobral & Peci, 2008) Prof. Rodrigo Rennó 4 de 16

5 (B) que servem como paradigma para o desenho dos processos da própria organização, fornecendo premissas para modelagem. (C) que traduzem o grau ótimo de gestão de riscos, obtido a partir do envolvimento da equipe em dinâmicas de grupo. (D) realizados conforme os modelos desenhados, simulados e emulados, correspondente ao Nível 4 de maturidade. (E) correspondentes ao nível 5, otimizado, proposto pela visão do CBOK Business Process Maturity. Abaixo, podemos ver cada um dos níveis de maturidade na visão da SDPS 4 : Nível 1 Processos modelados Nível 2 Processos simulados Nível 3 Processos emulados Nível 4 Processos encenados Nível 5 Processos interoperados Níveis de Maturidade da SDPS Os processos são identificados a partir de seus valores, de seus impactos / motivações / características, de seus papéis (valor adicionado, insumo, referência, infraestrutura), das sincronias envolvidas (critérios, condições / ações, atividades) e de seus efeitos colaterais. Os processos são simulados a partir da introdução de dados estimados (quantidades, filas, tempos de espera, tempos de transformação, distribuições estatísticas, valores máximo / mínimo / médio, etc) que nos permitem a criação e a análise de cenários distintos, reduzindo os riscos da implantação e induzindo, quando necessário, mudanças nos modelos de processos. Os processos são emulados a partir da coexistência de dados da realidade junto aos dados estimados, permitindo um maior refinamento dos cenários e dos possíveis impactos e, novamente, minimizando a possibilidade de efeitos indesejáveis. Os processos são realizados conforme os modelos desenhados, simulados e emulados, e a observação das novas condições exigidas pela realidade induz a permanentes adequações dos requisitos de processo. Os processos são executados e geridos além das fronteiras organizacionais, promovendo cadeias de valor entre instituições como, por exemplo, no caso da execução de políticas públicas. 4 (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, 2011) Prof. Rodrigo Rennó 5 de 16

6 A letra A está errada, pois o nível de maturidade mais precário é o nível 1 (processos modelados). Os processos encenados não são servem de paradigma para o desenho de processos. Assim, a letra B está incorreta. A letra C está incorreta, pois o nível mais avançado de maturidade seria o nível 5 (processos interoperados). Já a letra D está correta: o nível 4 seria mesmo o de processos encenados. Finalmente, o nível de processos encenados não corresponde ao nível de processos interoperados. O gabarito é mesmo a letra D. 4. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) A literatura aponta um claro discrimen entre as atividades rotineiras de uma organização e aquelas que são caracterizadas como projetos. Esse conceito restou sintetizado em uma das principais publicações do Project Management Institute PMI, o PMBOK, que define projeto como um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. Um dos conceitos apresentados pelo PMBOK, relacionado às áreas de conhecimento para o gerenciamento de projetos, é a Estrutura Analítica do Projeto EAP, que pode ser entendida como (A) o fluxograma de todos os processos envolvidos na realização do projeto, com identificação da estimativa de tempo para cada tarefa. (B) a alocação do projeto dentro das prioridades da organização e sua consequente hierarquização. (C) o mapeamento dos pontos críticos do projeto, denominados bottlenecks (gargalos). (D) a descrição detalhada do projeto e do produto ou serviço resultante, correspondente ao seu escopo. (E) a subdivisão das entregas e do trabalho a ser executado pela equipe envolvida no projeto, até sua menor divisão, denominada pacotes de trabalho. A questão cobra o entendimento do conceito de EAP, ou uma Estrutura Analítica do Projeto (em inglês, work breakdown structure WBS). Abaixo criei uma EAP bem simples para que vocês possam entender o conceito: Prof. Rodrigo Rennó 6 de 16

7 Figura 2 - EAP simples de uma festa Uma EAP é, de acordo com o PMBOK 5, Uma decomposição hierárquica orientada à entrega do trabalho a ser executado pela equipe do projeto para atingir os objetivos do projeto e criar as entregas necessárias. Ela organiza e define o escopo total do projeto A EAP seria mesmo a subdivisão das entregas e do trabalho a ser executado pela equipe envolvida no projeto, até sua menor divisão, denominada pacotes de trabalho. Esta divisão dos pacotes de entregas deve ser feita de maneira hierárquica e de modo a não criar pedaços muito pequenos. Isto pode acabar dificultando a vida do gerente de projetos, fazendo-o perder tempo. O gabarito é mesmo a letra E. 5. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) Uma determinada entidade integrante da Administração pública pretende aplicar conceitos de gestão por competências, para recrutamento, avaliação, movimentação e remuneração de seus integrantes. Nesse 5 (Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK)) Prof. Rodrigo Rennó 7 de 16

8 contexto, uma das principais etapas a serem percorridas consiste no denominado mapeamento de competências, que corresponde (A) à identificação das competências técnicas e comportamentais necessárias para o desempenho de cada cargo ou função da organização. (B) à prospecção dos melhores profissionais disponíveis no mercado e ao recrutamento e seleção para atuar na organização. (C) ao desenho de cargos e funções de acordo com os desafios e oportunidades identificadas com base nos cenários apresentados. (D) à identificação da missão e da visão da organização, bem como de suas forças e fraquezas. (E) à identificação dos melhores profissionais disponíveis na organização e à alocação dos mesmos em postos estratégicos. O mapeamento de competências é a etapa que identificará quais são as competências que já existem na organização. Além disso, ela irá subsidiar as diversas ações de captação e desenvolvimento de competências, bem como as etapas de avaliação. Este mapeamento deverá identificar as lacunas (ou gaps ) de competências na organização, ou seja, o que estaria faltando. Comparando as competências necessárias com as existentes, teríamos de reduzir ou eliminar esta diferença 6. Como podemos ver, a única alternativa correta é a letra ª 6. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) As organizações podem ser estruturadas de diferentes formas e cada tipo de estrutura se mostra mais adequado para determinada finalidade. Uma dessas modalidades é a denominada estrutura divisional, implantada inicialmente por Alfred Sloan na General Motors. Outra, é conhecida como estrutura matricial, que passou a ser implementada a partir do final do século XX. Uma das principais diferenças entre elas é que (A) a divisional apura lucro ou prejuízo por centros de resultados e a matricial dentro do sistema contábil para o conjunto da empresa. 6 (Brandão & Bahry, Gestão por competências: métodos e técnicas para mapeamento de competências, 2005) Prof. Rodrigo Rennó 8 de 16

9 (B) ambas possuem unidades com autonomia, denominadas centros de resultados, porém apenas a matricial possui órgãos com duração limitada, ligados a determinados projetos. (C) a divisional é departamentalizada pelo critério funcional no primeiro nível, enquanto a matricial é dividida por produto. (D) ambas são orientadas por projeto, sendo a divisional organizada de forma verticalizada e a matricial em cadeias horizontais. (E) a matricial é mais estável, com órgãos divididos por áreas de especialização, enquanto a divisional é mais flexível e pode ser ajustada de acordo com a produção. Na estrutura divisional, a empresa desmembra sua estrutura em divisões, agregando os recursos e pessoas de acordo com os produtos, clientes e/ou mercados que são considerados importantes. A vantagem deste modelo é que cada divisão funciona de maneira quase autônoma, independente, facilitando sua gestão. Cada divisão passa a ter seus próprios setores de pessoal, de marketing, e logística. Com isso, estas divisões podem escolher estratégias distintas para atingir seus objetivos. Naturalmente, estas divisões não ficam totalmente livres do controle da cúpula da empresa, mas encontram muita mais flexibilidade para gerir seus negócios. Já a estrutura matricial é um modelo híbrido, que conjuga duas estruturas em uma só. Normalmente, é um somatório de uma estrutura funcional com outra estrutura horizontal, temporária, focada em projetos. As empresas que atuam com esta estrutura buscam associar as vantagens das duas estruturas, juntando os especialistas funcionais nos projetos mais estratégicos, sempre que necessário. Assim, a letra A é absurda. As diferenças entre as estruturas não são relacionadas com a sua apuração contábil. Já a letra B está correta: a estrutura matricial tem uma estrutura temporária, ligada a projetos. A letra C está incorreta porque a matricial não é dividida por produtos. A letra D está também equivocada porque a estrutura divisional não é orientada por projetos. Finalmente, a estrutura matricial não é a mais estável e sim mais dinâmica. O gabarito é mesmo a letra B. 7. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) Uma das atividades próprias do administrador é a que diz respeito ao controle, no bojo da qual se insere: Prof. Rodrigo Rennó 9 de 16

10 (A) medir e corrigir o desempenho de subordinados para assegurar que os objetivos e metas da organização sejam atingidos. (B) fixação de critérios de avaliação do desempenho individual de cada colaborador em função dos resultados almejados. (C) o denominado ajuste espontâneo, que corresponde ao alinhamento da ação às circunstâncias ambientais. (D) estabelecimento de metas de curto, médio e longo prazo e a verificação do correspondente cumprimento. (E) apenas medidas de natureza estritamente financeira, em especial contenção de gastos e revisão de estratégias voltadas para a busca da eficiência. O controle é o processo administrativo que busca avaliar se os objetivos estão ou não sendo atingidos pela empresa. Através do monitoramento dos resultados e sua comparação com os resultados esperados ou planejados, podemos propor ações corretivas ou aprender com o que funcionou. O processo de controle, de acordo com Maximiano, pode ser definido assim 7 : O processo de controle consiste em fazer a comparação e em tomar a decisão de confirmar ou modificar os objetivos e os recursos empregados em sua realização. Sem um sistema eficaz de controle, o gestor não tem condições de tomar as decisões necessárias. A letra A está mesmo correta. O processo de controle envolve a medição dos resultados e a eventual proposta de medidas corretivas. A letra B está incorreta, pois essa fixação de critérios costuma ocorrer no planejamento, não no processo de controle. No caso da letra C, o controle não é somente espontâneo, mas é principalmente planejado. A letra D está também equivocada, pois estabelecer metas está relacionado ao processo de planejamento. Finalmente, o processo de controle não atua somente em medidas de natureza financeira, mas também de materiais, pessoal, qualidade, dentre diversas outras. Portanto, o gabarito é mesmo a letra A. 7 (Maximiniano, 1995) Prof. Rodrigo Rennó 10 de 16

11 8. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) Um dos aspectos comumente apontados como diferenciação entre os conceitos de clima e cultura organizacional consiste em que (A) cultura possui apenas elementos intrínsecos, e clima aspectos extrínsecos, denominados artefatos observáveis. (B) cultura é mais profunda, representando os pressupostos básicos do clima organizacional. (C) clima possui natureza descritiva, representando o ser, e cultura prescritiva, representando o dever-ser. (D) clima comporta mensuração, por meio de pesquisas, e cultura alteração, com base em ritos de degradação. (E) clima possui natureza avaliativa, podendo ser classificado como favorável ou não, enquanto a cultura é descritiva, objeto de constatação. A letra A está errada. Os aspectos observáveis fazem parte da cultura organizacional, não do clima. A letra B começa certinha, mas depois a banca jogou a casca de banana, pois é o clima quem reflete a cultura, não o contrário. Os pressupostos básicos são uma parte da cultura, não do clima. Já a letra C está incorreta. Robbins afirma que 8 : A expressão cultura organizacional é descritiva na medida em que não é valorativa, a fim de diferenciá-la da satisfação no emprego. Em outras palavras, cultura refere-se a como as coisas funcionam e não a o que os empregados sentem em relação a ela (satisfação no emprego) e à empresa. Portanto, o autor afirma que a Cultura seria descritiva, ao ponto que o clima organizacional seria valorativo (o que as pessoas sentem em relação a cultura). Assim, a letra C está errada. Já a letra E está correta. A cultura é mais difícil de ser mudada. Já o clima é a percepção do momento que os funcionários têm de como a organização funciona. Dessa forma, pode ser alterada mais facilmente e podemos medir se o clima está favorável ou não. Finalmente, a letra D está incorreta porque tanto a cultura, quanto o clima podem ser alterados. O gabarito é mesmo a letra E. 8 (Robbins, 2004) Prof. Rodrigo Rennó 11 de 16

12 9. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) A partir de divergências de percepções e ideias, os componentes de uma organização podem se colocar em posições antagônicas, caracterizando uma situação conflitiva. O conflito, conquanto inevitável, deve ser gerenciado, havendo diferentes abordagens para a gestão de conflitos, entre elas a que procura minimizar as diferenças entre os grupos, identificando objetivos comuns, ou, ainda, promovendo o reagrupamento de indivíduos. Trata-se da abordagem (A) interativa. (B) de processo. (C) estrutural. (D) mista. (E) distributiva. Temos três principais abordagens para lidarmos com os conflitos: a abordagem estrutural, a abordagem de processo e a abordagem mista. Abaixo, podemos ver as principais características destas abordagens: Figura 3 - Abordagem de Resolução de Conflitos Prof. Rodrigo Rennó 12 de 16

13 A abordagem estrutural busca alterar o cenário ou o aspecto que está causando o conflito. A ideia por trás desta abordagem seria a de que: se retirássemos este fator acabaríamos com as condições que predispõem os atores ao conflito. Aqui, o gestor está atuando antes que o conflito ocorra. Isto é recomendável quando o conflito ocorre por recursos escassos, por interdependência e por diferenciação na equipe (pessoas muito diferentes trabalhando juntas). A abordagem estrutural muda, portanto, a estrutura do conflito. Quando o gestor muda o modo como os trabalhadores serão premiados em uma instituição, está atuando desta forma. O mesmo acontece quando o gestor troca um funcionário de local, para outro em que ele tem mais afinidade com os colegas (problema de diferenciação). Como o funcionário não está mais presente na equipe, não aparecem mais os conflitos entre ele e seus antigos colegas. Assim, as principais estratégias de atuação desta abordagem envolvem o redesenho das recompensas do grupo, a criação de objetivos grupais e organizacionais (ao invés de objetivos individuais) e a rotação de pessoas na equipe 9. Como a banca falou de uma abordagem que procura minimizar as diferenças entre os grupos, identificando objetivos comuns, ou, ainda, promovendo o reagrupamento de indivíduos, estamos mesmo falando da abordagem estrutural. O gabarito é a letra C. 9 (Chiavenato, Gestão de Pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizações, 2004) Prof. Rodrigo Rennó 13 de 16

14 Prova de Analista Jud 10. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) Motivação corresponde a um estado psicológico caracterizado por um elevado grau de disposição de realizar uma tarefa ou perseguir uma meta. Constitui um dos fatores fundamentais para o bom desempenho organizacional e é objeto de diversas teorias que buscam explicar quais os fatores determinantes ou como ela se processa. Uma dessas teorias é a da expectativa (ou expectância), desenvolvida por Victor Vroom, segundo a qual, (A) as pessoas são mais influenciadas pela expectativa de recompensas (reforço positivo), do que por recompensas objetivas. (B) o comportamento humano é sempre orientado para resultados, sendo o conceito de valência correspondente ao valor atribuído ao resultado. (C) a expectativa de punição constitui fator indutor do comportamento do indivíduo, podendo ser usada como ferramenta motivacional. (D) a motivação independe de fatores externos ou de resultados objetivos, sendo uma característica eminentemente pessoal. (E) o indivíduo prioriza, inconscientemente, a realização pessoal, ainda que em detrimento de necessidades básicas. A teoria da expectância (ou expectativa) de Vroom diz que a motivação é um produto das expectativas das pessoas em relação a suas habilidades de atingir os resultados e o valor que elas dão às recompensas. Para Vroom, a motivação seria o resultado da soma dos seguintes fatores ou elementos: valência, expectativa e instrumentalidade. Podemos ver melhor esses elementos abaixo: A letra A não faz sentido, pois a teoria não faz menção à uma preferência das expectativas em relação às recompensas. Já a letra B Prof. Rodrigo Rennó 14 de 16

15 está certa: o conceito de valência está associado ao valor que damos as recompensas oferecidas. A letra C nos apresenta conceitos da teoria do reforço, não da teoria da expectativa. Já a letra D parece estar ligada a teoria bifatorial de Herzberg. Finalmente, a letra E descreve (incorretamente) a hierarquia das necessidades de Maslow. Na verdade, os indivíduos irão priorizar o atendimento das necessidades básicas. O gabarito é mesmo a letra B. 11. (FCC TRE-SP ANALISTA 2017) Segundo o Gespública (2011), a gestão de processos é um mecanismo utilizado para identificar, representar, minimizar riscos e implementar processos de negócios, dentro e entre organizações. O modelo preconizado pela Society for Design and Process Science SDPS, considera, como etapas do ciclo do processo: (A) mapeamento, desenho, execução e monitoramento. (B) desenho, implementação, monitoramento e otimização. (C) identificação, conceituação, execução e refinamento. (D) modelagem, simulação, emulação e encenação. (E) mapeamento, modelagem, implementação e monitoramento. Segundo a SDPS, o ciclo de gerenciamento de processos consiste das etapas de Modelagem; Simulação; Emulação; e Encenação. Desta forma, podemos ver que o gabarito é a letra D. Prof. Rodrigo Rennó 15 de 16

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