COMPRESSIBILIDADE DOS SOLOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPRESSIBILIDADE DOS SOLOS"

Transcrição

1 Inrodução Um dos aspcos d maior inrss da ngnharia goécnica drminação das dformaçõs dido a carrgamnos ricais na suprfíci do rrno cálculo d rcalqus Tipos d dformaçõs Dformaçõs rápidas obsradas m solos arnosos solos argilosos não saurados Dformaçõs lnas obsradas m solos argilosos saurados aplicação da Toria do Adnsamno Formas d anális Cálculo d rcalqus pla Toria da Elasicidad Cálculo d rcalqus pla comprssibilidad odomérica Rcalqus pla Toria da Elasicidad Ensaios d comprssão axial riaxial Aplicação d carga rical m corpo d proa cilíndrico com confinamno (nsaio d comprssão riaxial) ou sm confinamno (nsaio d comprssão axial ou comprssão simpls) Mdiçõs: dformaçõs axiais (ε a ) dformaçõs radiais (ε r ) σ ε a h h ε r r r

2 Parâmros d dformabilidad Embora o solo aprsn dformaçõs não rcupráis após cro níl d nsõs (marial não-lásico) aprsn rlação nsão-dformação não consan (marial não-linar) é frqün a hipós d comporamno lásico linar para os solos. Dfinição d módulo d lasicidad (E) coficin d Poisson (ν) E σ ε a ε ν ε É incorra a dfinição d parâmros únicos d dformabilidad para os solos p.x. E aria com o níl d nsõs d confinamno d nsão axial. Nos casos corrns admim-s alors consans para inralos d nsõs spcíficos. Ordm d granda d alors para o módulo d lasicidad: r a Argilas sauradas m soliciação não drnada CONSISTÊNCIA E (MPa) muio mol <,5 mol,5 a 5 média 5 a 0 rija 0 a 0 muio rija 0 a 40 dura > 40 Arias m soliciação drnada (nsão confinan d 00 kpa) TIPO DE AREIA COMPACIDADE FOFA COMPACTA grãos frágis, angulars 5 35 grãos duros, arrdondados Para ouros alors d nsão confinan (σ c ) pod-s aplicar a quação mpírica d Janbu na simaia d E(σ c ) E( σ σ P c n c ) Ea Pa ( ) a ond: P a : Prssão am (00kpa) E a : Módulo a P a n : gralmn 0,5

3 Cálculo dos rcalqus pla Toria da Elasicidad A Toria da Elasicidad, mprgada no cálculo d nsõs no inrior do solo dido a carrgamnos xrnos na suprfíci do rrno, ambém pod sr uiliadas no cálculo dos rcalqus. Os rcalqus na suprfíci d uma ára carrgada: ond: σ 0 nsão uniformmn disribuída na suprfíci σ0 B I ( ν ) E ν parâmros d dformabilidad E B largura (ou diâmro) do carrgamno I coficin f(forma da suprfíci carrgada da aplicação das prssõs - lmno rígido ou flxíl) ρ Valors para o coficin d forma (I): TIPO DE PLACA RÍGIDA FLEXÍVEL CENTRO BORDA circular 0,79,00 0,64 quadrada 0,86, 0,56 rangular L/B,7,5 0,75 L/B5,66,0,05 L/B0,00,54,7 Problmas no uso da Toria da Elasicidad: - Variação do E com o níl d nsão aplicado com a nsão d confinamno (profundidad); - A aplicação da Toria da Elasicidad na sua forma mais simpls é limiada a um mio uniform. Não s adqua a anális d uma camada comprssíl (dpósio d argila mol ou aria fofa) m mio a duas camadas mnos dformáis anális dos rcalqus pla comprssibilidad odomérica

4 Rcalqus pla comprssibilidad odomérica Em siuaçõs d rrno ond mos uma camada comprssíl, cuja spssura é bm mnor qu a largura do carrgamno, nr duas ouras camadas mnos dformáis aproximação a comprssão odomérica. Na prisão do rcalqu aplica-s uma simpls rlação proporcional nr rcalqu spssura da camada. Uma siuação ípica ond a anális d rcalqus é fia pla comprssibilidad odomérica uma camada d argila mol saurada nr duas camadas d aria prmál Nsa siuação xis duas condiçõs imporans: a) Exis uma imporan componn d dformação olumérica. É mprgado o rmo comprssibilidad propridad d cros corpos d mudarm d forma /ou olum quando lh são aplicadas cargas xrnas. Os solos difrnmn d ouros mariais m ngnharia, s dformam muio, as dformaçõs s dão ano m forma como m olum, as rlaçõs carga-dformação são rlaiamn mnos prcisas. Os rcalqus cosumam sr xprssos m função da ariação do índic d aios do solo: ( + 0) Hf Hs ( f ) H + 0 Hs ρ H H H ( 0 f s 0 f ) ρ H0 ( + 0) b) No caso d sraos comprssíis pouco prmáis dformaçõs difridas no mpo Toria do Adnsamno.

5 Toria do Adnsamno Inrodução O Princípio das Tnsõs Efias sablc qu as ariaçõs d olum são dido ão somn a ariaçõs nas nsõs fias. Supondo um lmno d solo saurado m-s duas fass disinas: fas sólida squlo minral fas líquida água nos poros. Aplicando uma prssão d comprssão sobr s lmno, a ariação d olum dcorrn s dá por rdução nos aios, iso qu os grãos são rlaiamn incomprssíis. A rdução dos aios implica no sablcimno d um gradin hidráulico drminan d um fluxo d dnro para fora do lmno drnagm. Sndo o fluxo gornado pla Li d Darcy rifica-s qu s fluxo srá ão mais rápido quano mais prmál for o solo. Logo, assim como a drnagm, a ariação d olum s dá com o mpo é gornada por inraçõs nr nsão oal, fia, poroprssão, prmabilidad comprssibilidad. Solos granulars (arias) a água flui facilmn dido a ala prmabilidad. O gradin grado é rapidamn dissipado. Solos finos (solos argilosos) dido a baixa prmabilidad, a água nconra dificuldad d prcolar. Logo, a água inicialmn absor a prssão aplicada gração d xcsso d poroprssão. Es xcsso d prssão nura é dissipado lnamn com a drnagm do lmno. A mdida qu dissipa o xcsso d poroprssão na água, a prssão aplicada é ransmiida aos conaos dos grãos rprsnando acréscimo d nsão fia rsponsál pla ariação olumérica do lmno fnômno d adnsamno.

6 O procsso d adnsamno - modlo mcânico d Traghi Adnsamno fnômno plo qual os rcalqus dcorrns da ariação olumérica dos solos sob carga s dão a mdida qu a água nos poros é xpulsa porano são difridos no mpo. O sudo do adnsamno nos solos é raliado para dpósios d baixa prmabilidad d modrada a lada comprssibilidad (consiuídos d argilas solos argilosos). Analogia mcânica d Traghi (sisma pisão/água/mola) σ pisão h u/γ w ρ álula h 0 u 0 /γ w mola O solo saurado é rprsnado por uma mola dnro d um pisão chio d água, cujo êmbolo aprsna um pquno orifício doado d uma álula, qu prmi fchar abrir a saída d água. Analogia: carga no pisão carrgamno rical ; cilindro confinamno do solo; água no cilindro água nos aios do solo mola squlo minral (sruura formada plos grãos). O grau d abrura da álula rprsna a prmabilidad, nquano a rigid da mola a comprssibilidad do solo. Ans da aplicação da carga m-s: 0 u 0 σ σ 0 0 Aplicada uma prssão rical (σ) no pisão, com a álula fchada a mola não s dforma, sndo a água considrada incomprssíl m rlação a mola oda a carga aplicada é ransmiida para a água grando prssão na água igual a nsão oal aplicada. A nsão ransmiida para a mola é nula no solo : o xcsso d poroprssão grado é igual ao acréscimo d nsão oal o acréscimo d nsão fia inicial dido ao carrgamno xrno é nulo. 0 + u 0 σ σ 0 0

7 Com a abrura da álula, a mdida qu a água drna do cilindro plo gradin sablcido, a nsão oal aplicada é lnamn ransfrida para a mola no solo: o xcsso d poroprssão inicial é dissipado na msma proporção qu ocorr acréscimo d nsão fia. u + σ σ A Toria do Adnsamno, dsnolida por Traghi, quaciona a forma com qu ocorr sa ransfrência d carga da poroprssão para a nsão fia auan no squlo minral do solo, com a consqün rdução d olum. Em um mpo infinio m-s a oal dissipação da prssão na água a mola rcb oda a prssão aplicada no solo: o xcsso d poroprssão grado cai a ro o acréscimo d nsão fia s iguala ao acréscimo d nsão oal. u 0 σ σ Considrando o cilindro com ára uniária, com a comprssão da mola, o pisão dsc d ρ o olum no inrior aria d V: V V w - ρ Comporamno m rmos d nsõs dformaçõs conform o modlo: nsõs σ u 0 σ u u0 + u u 0 + u() σ () u u 0 σ σ σ ESTÁGIO I ESTÁGIO II ESTÁGIO III ESTÁGIO IV mpo rpouso aplicado σ abra álula rsablcimno V 0 álula fchada V() do quilíbrio (u u 0 ) V 0 + V mpo olum

8 Adnsamno unidimnsional do solo - aplicação do modlo Sja uma camada d solo d comprssibilidad rlaiamn lada, d baixa prmabilidad pquna spssura m rlação à xnsão do carrgamno xrno na suprfíci (comprssão odomérica) m mio a duas camadas mnos comprssíis prmáis. NT NA q d γ camada drnan d. γ H γ q camada comprssíl d. γ + H. γ camada drnan Topo da camada comprssíl : σ i d. γ σ f d. γ + q Bas da camada comprssíl : σ i d. γ + H. γ σ f d. γ + H. γ + q Variação das nsõs índic d aios com o mpo: σ q u u q mpo σ σ q mpo i mpo f mpo

9 Considr-s agora a sguin siuação para anális: uma camada d argila (comprssíl, d baixa prmabilidad d pquna spssura m rlação a largura do carrgamno) sobr uma camada imprmál (p.x. rocha) subjacn a uma camada prmál (p.x. aria). NT h 0 q d NA γ aria d 0 γ sa γ sa H x argila x H+d 0 +d Variação nas nsõs: rocha H+d 0 H q u 0 u σ 0 σ γ.d + γ sa.d 0 + γ sa.h σ γ q u q σ w.(d 0 +H) γ.d + γ sub.d 0 + γ sub.h

10 Admiindo qu a camada comprssíl sá m quilíbrio hidrosáico m 0, m um piômro insalado num pono no inrior da camada, a água subirá a uma alura (d 0 + H) da bas da camada, coincidindo com o NA. Em 0, a nsão oal para um pono siuado a x da bas da camada: σ 0 γ. d + γ sa. d 0 + γ sa. (H - x) A poroprssão: u 0 γ w. (H + d 0 - x) A nsão fia: σ 0 σ 0 - u 0 γ. d + γ sub. d 0 + γ sub. (H - x) No mpo 0 +, m-s um incrmno d nsão σ q. A nsão oal: σ σ 0 + q O xcsso d poroprssão grado na camada é dado pla lação da alura d água no piômro qu é igual ao incrmno d prssão u 0 h 0. γ w q u u 0 + u 0 u 0 + q Como oda a carga é ransmiida para a água, a nsão fia não aria: σ σ 0 Na aria, como é muio prmál, o xcsso d poroprssão dissipa-s insananamn a nsão fia sofr imdiao acréscimo d carga (σ σ 0 + q) Com o passar do mpo ( ), como é baixa a prmabilidad da argila, o xcsso d poroprssão dissipa-s lnamn, ransmiindo a carga aplicada a squlo minral. A nsão oal maném-s: σ σ 0 + q A poroprssão: u u 0 + u ( ) A nsão fia: σ σ 0 + σ ( ) Logo as dformaçõs ambém ocorrm ao longo do mpo: ε ( ) m. σ ( ) Num mpo suficinmn longo ( ): σ σ 0 + q ; u u 0 ; σ σ 0 + q

11 Toria do Adnsamno Unidimnsional d Traghi Hipóss A oria clássica d Traghi-Frölich quaciona o fnômno d adnsamno basado nas sguins hipóss simplificadoras: a) Solo homogêno; b) Solo saurado; c) Parículas sólidas fluído inrsicial incomprssíis m rlação ao solo; d) O solo pod sr sudado a parir d lmnos infinisimais, apsar d sr consiuído d parículas sólidas aios discriados; ) Comprssão fluxo unidimnsionais; f) Fluxo gornado pla Li d Darcy; g) As propridads d comprssibilidad prmabilidad do solo maném-s conans duran o procsso; h) É álido o Princípio das Tnsõs Efias; i) O índic d aios do solo aria linarmn com o acréscimo d nsão fia duran o procsso d adnsamno; j) São considradas dformaçõs ão somn dido ao procsso d adnsamno - comprssão primária; k) As dformaçõs são considradas infinisimais m rlação a spssura da camada comprssíl, d forma qu sa é considrada consan; As hipóss d homognidad, incomprssibilidad das parículas fluído inrsicial, sudo a parir d lmnos infinisimais alidad do Princípio das Tnsõs Efias Li d Darcy, são basan aciáis mprgadas m árias ouras abordagns m Mcânica dos Solos. As hipóss d sauração fluxo comprssão unidimnsionais rsringm a oria a comprssão odomérica d solos saurados (camadas d spssura pquna m rlação a largura do carrgamno d argilas sauradas). A hipós d consância d propridads não s rifica pois, a mdida qu o solo adnsa, a prmabilidad a comprssibilidad ndm a rduir com o adnsamno. Também a linaridad nr ariação do índic d aios o acréscimo d nsão fia é uma aproximação a ralidad, uiliada para rduir a complxidad da solução mamáica do problma.

12 Equação do adnsamno A quação do adnsamno basa-s no quilíbrio nas quaçõs consiuias para cada fas do solo. Equaçõs d quilíbrio: Equilíbrio do fluído do squlo sólido Equilíbrio da fas fluída Coninuidad da massa d sólidos Coninuidad do fluxo Rlaçõs consiuias: Rlação nr índic d aios nsão fia Rlação nr índic d aios prmabilidad Rlação nr índic d aios massa spcífica Equação do fluxo d água nos solos Princípio das nsõs fias Dado um lmno d solo da camada comprssíl: σ NT NA 0 + camada drnan + d h H d u σ camada H d comprssíl d camada drnan H d é a chamada alura drnan maior disância d prcolação da água para fora da camada comprssíl. No caso d duas camadas drnans (dupla drnagm), corrspond a mad da spssura da camada.

13 Balanço d aão no lmno: Aplicando a Li d Darcy Driando m rlação a : Subsiuindo m (): Considrando a ariação olumérica do lmno: V s consan parículas sólidas incomprssíis a ariação olumérica é dido a ariação nos aios : V V Sndo o solo saurado : V V w ariação d aão + olum diminui ariação d aão - olum aumna Igualando () (): Q Qnra Qsai A Qnra A d Qsai + A d Q h K H K i K u K w γ w u h γ w u K γ () d u A K Q w γ Q V ( ) V V V V s s + + V Q w () d u A K ) ( V w γ + ) ( V V Q s + ( ) w u K γ +

14 Plo Princípio das Tnsõs Efias f (σ ) como σ f () pod-s scrr: Logo: Dfin-s coficin d comprssibilidad (a ) como: Plo Princípio das Tnsõs Efias : σ σ - u como a nsão oal é consan (σ/ 0) : Subsiuindo na quação (3): Dfin-s coficin d ariação olumérica (m ) como: Dfin-s coficin d adnsamno (C ) como: EQUAÇÃO DIFERENCIAL DO ADENSAMENTO DOS SOLOS u f (, ) C quanifica a locidad d dissipação da poroprssão ' ' σ σ w u K ' ' ) ( γ σ σ + ' a σ ( ) w u K ' a γ σ + u ' σ σ u ' σ (3) ( ) w u K u a γ + ( ) a m + w u m K u γ w m K C γ u u C

15 Coficin d comprssibilidad (a ) Como iso anriormn a rlação nr dformação rical (rcalqu) a ariação no índic d aios: H A rlação nr a ariação no índic d aios a ariação na nsão fia é dfinida como o coficin d comprssibilidad (a ): ou a f (ipo d solo, dnsidad níl d nsõs) a ρ d dσ' ( + ) H 0 Coficin d ariação olumérica (m ) A rlação nr a ariação da dformação olumérica spcífica a ariação d nsão fia é dfinida como coficin d ariação olumérica (m ): m dε dσ' Na comprssão odomérica: m d ( + 0) dσ' m ε V V a ( + ) H H ( + 0) Módulo d dformação odomérica (E od ) dσ' dε E od m

16 Solução da quação do adnsamno Ornblad (930) foi o primiro a aprsnar uma solução analíica para a Equação Difrncial do Adnsamno. Condiçõs d conorno para o prfil analisado (duas camadas drnans camada comprssíl d spssura.h d ) : 0 u 0 para odo o 0 + u σ para odo u 0.H d u 0 u 0 para odo o Solução por séris d Fourir: u ond: n H d T H 0 n π σsn Hd FATOR TEMPO π n d sn Hd n 4 d C Hd π T u n n σ π [ cos( n π) ] n π sn H d n 4 como ( - cos n.π) nd a 0 para alors pars d n nd a para alors ímpars d n, fa-s a sguin ransformação no conador: n.n + 4 σ u sn π N 0 N + π T ( N + ) π (N+ ) π T H d 4 fando: M π + ( N ) u σ M sn M M Hd M T SOLUÇÃO DA EQUAÇÃO DO ADENSAMENTO

17 Porcnagm d adnsamno (U ) Corrspond a porcnagm d dissipação do xcsso d poroprssão m um drminado mpo num pono siuado a uma profundidad. U(%) σ u u 00% 00% σ σ Subsiuindo na solução da quação do adnsamno: U (%) M M M sn Hd M T SOLUÇÃO EM FUNÇÃO DA PORCENTAGEM DE ADENSAMENTO Rprsnação gráfica: σ ()/ u 0 u()/ u 0

18 Porcnagm média d adnsamno (U) Para um mpo, a porcnagm média d adnsamno (ou grau médio d adnsamno) ao longo da camada comprssíl srá a média dos alors: u() σ ára hachurada U ára oal /H d U H H d d u d u d Hd 0 0 U Hd Hd σd σd Hd 0 0 U σ M M H 0 d M (sn ) Hd H σ M T d U M M M T PORCENTAGEM MÉDIA DO ADENSAMENTO NA CAMADA PARA UM TEMPO Rprsnação gráfica: Equaçõs mpíricas aproximadas: π T U 4 para U < 60% T 0,933log( U) 0,085 para U > 60%

19 Considraçõs sobr as hipóss mprgadas na Toria do Adnsamno - alidad consqüências a) Dformação unidircional Tra com o anagns: - Enol apnas um parâmro d dformabilidad (E od, m ou a ), não nolndo o coficin d Poisson do solo, o qu simplifica os cálculos; - Implica qu m 0 + u σ Na ralidad o sado d dformação não é sriamn uniaxial, logo m 0 + u σ oc 0,7 a 0,9. σ O fnômno d adnsamno s aplica a 70 a 90% da carga rical aplicada. b) Sauração incomprssibilidad da água D uma manira gral, não s m o solo comprssíl oalmn saurado. Exis a prsnça d ar rido, drminan d dformação olumérica do fluído inrsicial. Com isso dsnolm-s insanânos acréscimos d nsão fia, m consqüência, xcssos d poroprssão infriors. A parcla do rcalqu oal plo adnsamno é rduida. c) Homognidad consância nas caracrísicas dos solos Além da raridad m camadas ralmn homogênas, os parâmros d comprssibilidad a prmabilidad do solo nd a ariar com a comprssão: K m (ou a ). Como K a ariação m C é mnor. C m γw Para alors pqunos d carrgamno como a comprssibilidad rdu numa proporção maior qu a prmabilidad, o C nd a crscr. A ariação d C não impd a aplicação da oria a casos corrns. Problmas d adnsamno qu nolam grands dformaçõs (como p.x. adnsamno d dpósios d rsíduos lançados hidraulicamn) são rsolidos por méodos numéricos, ond a ariação dos parâmros d comprssibilidad prmabilidad são considrados. d) Li d Darcy Prmi abordar d manira simpls aciál o fluxo d água as consqüns ariaçõs oluméricas com o mpo. ) Rlação linar nr nsõs dformaçõs oluméricas Hipós qu pod lar a rros imporans. Uma rlação linar nr a dformação olumérica o logarimo da nsão fia aplicada é mais ralísica. Implica qu a dissipação d poroprssão o consqün acréscimo d nsão fia s dá numa axa difrn qu aqula das dformaçõs oluméricas associadas.

20 Condiçõs d campo qu influnciam o adnsamno Duas das hipóss discuidas não são saisfias dido a condiçõs rais d campo basan comuns: a) Dformação fluxo não unidircionais A hipós d comprssão odomérica s adqua na práica a carrgamnos d grand xnsão m ára. Enrano, m muios ouros casos (como fundaçõs, arros rodoiários, c...) m-s carrgamnos d limiadas dimnsõs imporans dformaçõs larais dcorrns. Por ouro lado, a oria não considra fluxo laral, qu ocorr dsd carrgamnos d largura finia maior rapid na dissipação das poroprssõs consqunmn dos rcalqus. O afasamno das condiçõs unidircionais é ano maior quano mais spssa for a camada quano mnor a largura da ára carrgada uso d orias d adnsamno bi ou ridimnsionais. b) Prsnça d lns arnosas Em dpósios sdimnars são basan comuns camadas arnosas argilosas inrcaladas. A prsnça d camadas arnosas (msmo d pquna spssura) m mio a dpósios d argila mol aclram m muio os rcalqus mpo d rcalqu f (H d ). Finas lns arnosas funcionam como camadas drnans, dsd qu nham coninuidad para o xrior da ára carrgada

21 Ensaio d adnsamno Nomnclaura rlacionada aos objios do nsaio O nsaio d comprssão odomérica (ou comprssão confinada) dsina-s a mdir as propridads d comprssibilidad dos solos m comprssão odomérica dformaçõs larais impdidas. Quando associada a aaliação da comprssibilidad, m-s a quanificação da locidad do procsso d adnsamno nsaio d adnsamno. Solos prmáis /ou não saurados aaliação da comprssibilidad Solos pouco prmáis saurados além da comprssibilidad jusifica-s a aaliação do adnsamno O nsaio Consis na comprssão do solo conido m um anl qu impd qualqur dformação laral simula o comporamno do solo quando s é comprimido pla ação d uma carga d grand ára (m rlação a spssura da camada), como por um arro d grand xnsão. Pla simplicidad os parâmros obidos são ambém mprgados m siuaçõs d carrgamno xrno d ára limiada (p.x. sapaas), admiindo-s qu as dformaçõs são somn ricais.

22 Procdimnos Normaiação: NBR 00/90 - Solo: Ensaio d adnsamno unidimnsional Uma amosra d solo (indformada ou amolgada) é moldada num anl rígido (φ d 50 a 0mm alura d 9 a 3mm). O anl é ajusado a uma célula d comprssão odomérica. A célula é colocada m uma prnsa ond rcb cargas axiais d forma incrmnal cada incrmno cosuma sr o dobro do incrmno do ságio anrior alors comuns: 6.5,,5, 5, 50, 00, 00, 400, kpa. Cada ságio d carga é aplicado após cssadas as dformaçõs do anrior argilas sauradas ságios d 4 horas (m média). Em nsaios d adnsamno são fias liuras das dformaçõs ao longo do mpo m cada ságio d carga. As dformaçõs são gralmn rlacionadas a ariação no índic d aios. Rprsnação dos rsulados A parir dos dados d rcalqu do final d cada ságio d carga curas rcalqus (ariação no índic d aios) x carga Para cada ságio d carga curas rcalqu x mpo Variação do índic d aios com a nsão fia Num dado momno i do nsaio m-s conhcido o índic d aios por: ond: H i - alura do CP m i Hi H0 i H s - alura d sólidos Hs Hs + 0 Rsulados: σ x a σ'

23 log σ x C r C c C d log σ' C r índic d rcomprssão C c índic d comprssão C d índic d dscarga Corrlaçõs C c x wl Traghi Pck: C c 0,009.(wl -0%) Biarri: C c 0,0.(wl - 0%) Dias (RG): C c 0,0.(wl - 4%) Tnsão d pré-adnsamno Como os solos aprsnam um comporamno não-lásico aprsnam uma mmória d carga. A nsão d pré-adnsamno é dfinida como a nsão corrspondn ao maior carrgamno qu um solo s submido na sua ida gológica. Idnificada na cura log σ x : A nsão corrspondn a mudança d comporamno nsão d pré adnsamno (σ m ) máxima nsão fia sofrida plo solo

24 S a nsão d pré-adnsamno corrspond a nsão fia do solo no campo σ m σ 0 SOLO NORMALMENTE ADENSADO S a nsão d pré-adnsamno é maior qu a nsão fia do solo no campo σ m > σ 0 SOLO PRÉ-ADENSADO (ou sobr-adnsado) Em casos sporádicos a nsão d pré-adnsamno rificada é infrior a nsão fia do solo σ m < σ 0 SOLO SUB-ADENSADO (ou m procsso d adnsamno) Causas do pré-adnsamno xisência d pré- carrgamno (gológico ou anrópico); ariação na prssão nura por rbaixamno do NA; scamno suprficial do solo com gração d sucção; rocas químicas, cimnação nsõs rsiduais da rocha d origm; ariação sruural do solo dido ao crp. Raão d pré-adnsamno (ou sobr-adnsamno) - OCR Raão nr a nsão d pré-adnsamno a nsão fia no campo. OCR solo normalmn adnsado - NA σ' m OCR OCR > solo pré-adnsado - PA σ ' 0 OCR < solo m adnsamno Drminação da nsão d pré-adnsamno a parir da cura log σ x Méodo d Casagrand Passos: a) Enconrar o pono d máxima curaura (mnor raio); b) Traçar por s pono uma angn à cura uma horional; c) Traçar a bissri nr a angn a horional; d) O nconro da bissri com o prolongamno da ra irgm σ m

25 Méodo d Pachco Sila Passos: a) Prolonga-s a ra irgm aé o nconro com uma horional raçada do índic d aios inicial; b) Do pono d inrsção baixa-s uma rical aé a cura; c) Ds úlimo pono raça-s uma horional aé o prolongamno da ra irgm. Obs: O méodo d Casagrand, mbora mais difundido inrnacionalmn, xig uma cura com rchos d rcomprssão comprssão irgm mais bm dfinidos sofr maior influência do oprador. Efio do amolgamno do solo Amolgamno prurbação mcânica do solo grando parcial ou oal dsruição d sua sruura naural. O solo orna-s mais dformál o fio do pré-adnsamno mascarado. A cura log σ x é modificada: - O alor d σ m orna-s mais indfinido; - Embora o C c obido para o solo amolgado possa sr maior qu para o sado indformado, para um msmo alor d carrgamno o solo amolgado aprsna mnor índic d aios. S procssos consruios amolgarm o solo é rcomndada a obnção d parâmros dsd amosras amolgadas, sob o risco d srm subsimados os rcalqus.

26 Cálculo dos rcalqus oais por comprssão odomérica No cálculo do rcalqu oal por comprssão confinada ( H) os parâmros uiliados são dfinidos m função do níl d nsõs aplicado m rlação a nsão d pré-adnsamno. Cc Solo normalmn adnsado A ariação d nsõs ricais aplicadas s dá na ona d comprssão irgm. Ex: σ 0 σ m P σ f C σ' 0 Cc ( logσ' 0 logσ' f) Cc log Cc logσ' σ' f σ' log σ' f 0 V V s Logo: V Vs H Hs H H + H H + 0 σ' f Cc log 0 σ' m H H + 0 Rcalqu para solo NA Solo pré-adnsado A ariação d nsõs ricais aplicadas s dá na ona d rcomprssão ou m par na ona d rcomprssão m par na comprssão irgm. Exs: σ 0 A σ f B ou σ 0 A σ f C H H + σ' f Cr log 0 σ' 0 ou Rcalqu para solo PA H H + σ' (Cr log σ' σ' log ' m + Cc 0 0 σ f m )

27 Eolução dos rcalqus com o mpo Obnção d C a parir das curas rcalqu x mpo do nsaio d adnsamno T Hd O Coficin d Adnsamno (C ) é dado por: Para sua quanificação a parir das curas mpo x rcalqu d nsaios são ncssários ajuss dido: - Comprssão insanâna pla prsnça d bolhas d ar na amosra dsajuss no conao pdra porosa - amosra; - Ocorrência d comprssão scundária, qu drmina a coninuidad das dformaçõs msmo após r ncrrado o procsso d adnsamno. Méodo d Casagrand (log ) C Passos: a) Início do adnsamno primário: Como o rcho inicial é parabólico para um mpo da fas inicial soma-s a ordnada uma disância corrspondn ao rcalqu nr 4.; b) Final do adnsamno primário: inrscção d uma angn ao rcho inrmdiário com a assínoa do rcho final da cura (adns.scundário); c) No pono médio nr o início o final do adnsamno primário U 50% d) Calcula-s C T(U 50%) Hd 0,97 Hd C 50 50

28 Méodo d Taylor ( ) Passos: a) Início do adnsamno primário: Como o rcho inicial é parabólico prolonga-s o rcho inicial rilíno aé inrcpar as ordnadas o pono d inrscção corrspond ao início do adnsamno. A difrnça m rlação a alura inicial da amosra corrspond a comprssão insanâna; b) Dfinição do mpo para 90% do adnsamno primário: Traça-s uma ra com abcissas,5 x maiors qu aqula ajusada ao rcho rilíno inicial. A inrscção dsa ra com a cura dfin U 90% c) Calcula-s C T(U 90%) Hd 0,848Hd C OBS: Os dois procssos dm dar rsulados próximos. Enrano: - Solos qu não êm bm dfinido um rcho rilíno inicial ploando-s rcalqus x orna difícil a aplicação do méodo d Taylor; - Solos com acnuado adnsamno scundário ornam difícil a aplicação do méodo d Casagrand plo forma assumida da cura rcalqu x log. O alor d C aria d sr calculado para cada ságio d carga na práica o C usado na prisão do mpo dos rcalqus d sr aqul compaíl com o níl d nsõs do problma m qusão.

29 Cálculo do rcalqu com o mpo ρ( ) U H Esimaia d C a parir d rroanáliss Obsra-s qu, m gral, os rcalqus rais ocorrm mais rápidos qu os prisos pla oria. Possíis causas: - Fluxo laral; - Prsnça d lns drnans; - Pré-adnsamno por adnsamno scundário anrior; - Mudança na condição d pré-adnsamno indfinição do C a adoar. Valors mais ralísicos d C podm sr obidos a parir da mdição d rcalqus ao longo do mpo m arros xprimnais no próprio rrno rroanális com o uso dos msmos méodos d Casagrand Taylor. Esimaia da prmabilidad a parir dos dados d adnsamno Pod-s simar a prmabilidad do solo a parir da drnagm no procsso d adnsamno. Da dfinição d C : O alor d K obido dsd C m implica m odas as hipóss assumidas no quacionamno do procsso d adnsamno. Tnd a difrir m muio dos rsulados obidos a parir d nsaios d prmabilidad m laboraório in siu. K C m γ w Adnsamno scundário Dados d laboraório campo mosram qu msmo após ncrrado o procsso d adnsamno (chamado d primário) após r sido dissipado odo o xcsso d poroprssão grado plo carrgamno o solo manm-s dformando sob nsão fia consan, conrariando o Princípio das Tnsõs Efias. Adnsamno scundário dformaçõs lnas qu dsnolm-s no solo a nsão fia consan, msmo após ncrrados os rcalqus prisos pla Toria do Adnsamno. Curas rcalqu x mpo não s manêm horionais para mpos > (U 00%)

30 O adnsamno scundário inicia simulanamn ao primários prossgu indfiniiamn a uma locidad muio lna. Causas do adnsamno scundário Principal causa dsliamno dos conaos nr parículas d argila. O adnsamno primário m solos argilosos rsula na ransfrência d carga para as parículas araés do conao parícula-parícula, fio araés dos films d água adsorida sob nsão consan s conao pla camada d água adsorida s dforma ou msmo d dsfa. modificaçõs nas spssuras das camadas d água adsorida Ouro fio sobr a spssura da camada d água adsorida possíl mobiliação d cáions prsn nr camadas dos argilominrais. Coficin d adnsamno scundário (C α ) Duas dfiniçõs: ε a) f(dformação): Cαε b) f(índic d aios): log Cα log C αε Cα + 0

31 Os alors d C α ndm a dcrscr com o pré-adnsamno do solo são lados para solos muio plásicos solos orgânicos. Valors ípicos: C αε ou C α Argilas PA < 0,0 Argilas NA 0,005 a 0,0 Argilas muio plásicas > 0,03 ou orgânicas Efio do adnsamno scundário na comprssibilidad O adnsamno scundário consiui uma rdução do índic d aios sob nsão fia consan s C α não aria com o níl d nsõs, nas curas log σ x para cada mpo d adnsamno scundário m-s rchos parallos da cura no snido da rdução dos aios sob msma carga. p.x: d A para B ao longo d.000 anos. Ao sr rcarrgado, o adnsamno scundário corrspond a um préadnsamno fica rgisrado na mmória d carga do solo um irual acréscimo d σ qu graria a dformação por adnsamno scundário psudo nsão d pré-adnsamno ou nlhcimno. Es fao la a crr qu argilas anigas (dposiadas a milhars d anos) não possam sr normalmn adnsadas. Rlaçõs mpíricas mosram qu argilas nlhcidas ndm a r OCR crscn com o IP o adnsamno scundário m fio crscn com a plasicidad.

32 Rcalqus duran o príodo consruio Siuação mais comum m obras d ngnharia o carrgamno não é insanâno como admiido pla Toria do Adnsamno. Os príodos consruios m obras ciis sndm-s, m gral, d alguns dias aé um ano ou mais. Solução: - Uso d uma solução xaa ao problma considrando σ/ 0 ou - Aproximação a solução da Toria Clássica d Adnsamno. Aproximação d Traghi Gilboy Traghi Gilboy concbram um procsso aproximado para quanificação dos rcalqus na siuação d carrgamno crscn duran o príodo consruio. Hipóss: a) O acréscimo do carrgamno s dá aproximadamn linar com o mpo; b) Ao final do príodo consruio o rcalqu sria igual aqul s o carrgamno oal foss aplicado insananamn a parir da mad do mpo d consrução; c) Os rcalqus são assumidos proporcionais aos carrgamnos. Aproximação: Aé o final do mpo d consrução ( c ) o rcalqu num mpo (sndo < c ) é igual aqul para o mpo /, considrando a proporção da carga oal aplicada no mpo. Procdimno gráfico para obnção do rcalqu num mpo < c raçar uma rical a parir d / aé a cura rcalqu x mpo órica (obida considrando o carrgamno oal aplicado m 0) daí uma horional aé uma rical raçada d c. Ds pono é raçada uma linha diagonal aé a origm ( 0). O pono d inrscção dsa diagonal com oura rical, raçada do mpo, dfin o rcalqu. A parir do mpo final d consrução as ordnadas (rcalqus) para alors d > c corrspondm aqulas obidas na cura órica para um mpo - c /

33 Rcalqus dido a rbaixamno do lnçol fráico O rbaixamno do lnçol fráico sja saonal ou prmann, d carár naural ou arificial, prooca ariação na nsão nura porano nas nsõs fias: Com o rbaixamno u f < u 0, como σ 0 σ - u 0 σ f σ - u f logo σ f > σ 0 Ocorr rcalqu, no caso d solo NA, dado por : H H + C σ' log σ f c 0 ' 0

34 Aplicação d drnos ricais para aclrar os rcalqus Busca-s aclrar os rcalqus para qu boa par dss ocorram ans qu lmnos mais snsíis das obras sjam consruídos. Drnos ricais prfuraçõs na camada argilosa comprssíl prnchidas com aria ou fibras sinéicas funcionam como lmnos drnans drminans d adicional fluxo radial dnro das camadas. São projados para formam m plana uma malha quadrada ou riangular. Taps drnans condum a água colada plos drnos para o xrior. Os rcalqus são aclrados pla rdução nas disâncias d drnagm. O fao da prmabilidad horional sr gralmn maior ambém conribui para maior locidad nos rcalqus com o fluxo radial. malha riangular D D D,05. D malha quadrada D D D,3. D Para dimnsionamno dos drnos ricais é ncssário considrar o adnsamno radial Toria do Adnsamno para Fluxo Radial qu pod sr formulada a parir d uma gnraliação da oria unidimnsional u x u + y u Ch + C u

35 Solução do problma d adnsamno com fluxo radial A Equação do Adnsamno Tridimnsional pod sr dcomposa m duas componns: a) Adnsamno rical u u C b) Adnsamno no plano xy - adnsamno radial (m coordnadas polars) u u u Cr + r r r A componn radial é rsolida, análogo a componn rical, m-s a solução xprssa m função da porcnagm média d adnsamno radial: U r f (T r ) ond T r faor mpo para o adnsamno radial O adnsamno ridimnsional adnsamno rical + adnsamno radial U) ( U ) ( U ) ( r ond: U porcnagm média d adnsamno ridimnsional U porcnagm média d adnsamno rical U r porcnagm média d adnsamno radial T U Adnsamno radial r Cr R R f (T r, r r ond: R smi-spaçamno nr os drnos (D/) r raio do drno ) ond: R raio quialn (D /)

36 Tipos d drnos TIPO DE DRENO DIÂMETRO MATERIAL INSTALAÇÃO conncional φ 5 a 40cm aria prfuração sandwick φ 8 a 0cm aria nsacada prfuração craação goêxil rangulars: cidos fibras craação x 0 / x 30cm sinéicas Considraçõs sobr o mprgo d drnos ricais Val dsacar qu, oricamn, o mprgo d drnos d aria não inrfr no alor dos rcalqus oais são uiliados na ancipação dos msmos. A ficiência dos drnos ricais f (projo procsso consruio): - Sua consrução (prfuração ou craação) d proocar a mnor prurbação possíl o amolgamno da argila no norno dos drnos aumna os rcalqus, orna a argila mais imprmál prooca o chamado smar (slamno do drno com a argila); - O marial do drno d sr dimnsionado por rgras dos filros proção conra rosão inrna baixa rsisência hidráulica; - D sr garanida a coninuidad rical do drno.

37 Emprgo d sobrcarga (pré-carrgamno) Técnica muio mprgada com dois objios: - Rduir os rcalqus oais por pré-adnsamno do solo - Aclrar os rcalqus Aplicação d um préio carrgamno quialn ou suprior ao priso para pré-adnsar o solo ou r num mpo mnor o rcalqu oal simado. Aclração dos rcalqus (sobrcarga m arros) O mprgo d uma sobrcarga duran um inralo d mpo fa com qu o rcalqu oal corrspondn a siuação sm sobrcarga sja aingido num mpo mnor a parir daí é rirada a sobrcarga. Rdução do rcalqu oal por pré-carrgamno do rrno Consis m pré-carrgar o rrno d fundação d forma qu o fuuro carrgamno aplicado (p.x. por uma fundação dira) sja fio no rcho d rcomprssão, ond a comprssibilidad é mnor. Ë imporan considrar nos projos, o possíl fio do adnsamno scundário a sr proocado plo pré-carrgamno.

J, o termo de tendência é positivo, ( J - J

J, o termo de tendência é positivo, ( J - J 6. Anxo 6.. Dinâmica da Economia A axa d juros (axa SEL LBO) sgu um modlo. Ou sja, o procsso da axa d juros (nuro ao risco) é dscrio por: dj ( J J ) d J ond: J : axa d juros (SEL ou LBO) no insan : vlocidad

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MAT 013 - Matemática I Prof.: Leopoldina Cachoeira Menezes

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MAT 013 - Matemática I Prof.: Leopoldina Cachoeira Menezes UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE MATEMÁTICA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MAT - Mamáica I Prof.: Lopoldina Cachoira Mnzs Prof.: Mauricio Sobral Brandão ª Lisa d Ercícios Par I: Funçõs Econômicas

Leia mais

MÁQUINAS DE FLUXO CADERNO DE LABORATÓRIO

MÁQUINAS DE FLUXO CADERNO DE LABORATÓRIO DEARTAMENTO DE TURBOMÁQUINAS ágina /75 MÁQUINAS DE FLUXO CADERNO DE LABORATÓRIO 3 DEARTAMENTO DE TURBOMÁQUINAS ágina /75 HOMENAGEM Esa é uma dição rcopilada plo rof. João Robro Barbosa d uma publicação

Leia mais

Sinais e Sistemas Lineares

Sinais e Sistemas Lineares ES 43 Sinais Sismas Sinais Sismas Linars Prof. Aluizio Fauso Ribiro Araújo Dpo. of Sismas d Compuação Cnro d Informáica - UFPE Capíulo Sinais Sismas Eng. da Compuação Conúdo Sinais Tamanho d um Sinal Opraçõs

Leia mais

MACROECONOMIA. Capítulo 1 - Introdução aos Modelos Macroeconômicos 1. Ciclo e Crescimento Econômico 2. Inflação e Nível de Atividade Econômica

MACROECONOMIA. Capítulo 1 - Introdução aos Modelos Macroeconômicos 1. Ciclo e Crescimento Econômico 2. Inflação e Nível de Atividade Econômica MACROECONOMIA Capíulo 1 - Inrodução aos Modlos Macroconômicos 1. Ciclo Crscimno Econômico 2. Inflação Nívl d Aividad Econômica Frnando d Holanda Barbosa Capíulo 2 - As Curvas IS LM: A Dmanda Agrgada 1.

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS

AVALIAÇÃO DE EMPRESAS EPGE - FGV Graduação m Economia Finanças AVALIAÇÃO DE EMPRESAS Prof. Andri G. Simonassi Prof. Edson D. L. Gonçalvs 2 TÓPICOS SELECIONADOS EM AVALIAÇÃO DE EMPRESAS E PROJETOS ANDREI G. SIMONASSI EDSON D.

Leia mais

A DERIVADA DE UM INTEGRAL

A DERIVADA DE UM INTEGRAL A DERIVADA DE UM INTEGRAL HÉLIO BERNARDO LOPES Rsumo. O cálculo o valor a rivaa um ingral ocorr com cra frquência na via profissional físicos, químicos, ngnhiros, conomisas ou biólogos. É frqun, conuo,

Leia mais

CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES

CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES ARGA E DESARGA DE APAITORES O assuno dscudo ns argo, a carga a dscarga d capacors, aparcu dos anos conscuvos m vsbulars do Insuo Mlar d Engnhara ( 3). Ns sudo, srão mosradas as dduçõs das uaçõs d carga

Leia mais

3.0 Resistência ao Cisalhamento dos Solos

3.0 Resistência ao Cisalhamento dos Solos 3.0 Resistência ao Cisalhamento dos Solos 3.1 INTRODUÇÃO Vários materiais sólidos empregados em construção normalmente resistem bem as tensões de compressão, porém têm uma capacidade bastante limitada

Leia mais

4. Análise de Sistemas de Controle por Espaço de Estados

4. Análise de Sistemas de Controle por Espaço de Estados Sisma para vrificação Lógica do Corolo Dzmro 3 4. ális d Sismas d Corol por Espaço d Esados No capiulo arior, vimos qu a formulação d um Prolma Básico d Corolo Ópimo Liar, ra cosidrado um sisma diâmico

Leia mais

CAPÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS

CAPÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS APÍTULO 06 ESTUDOS DE FILAS EM INTERSEÇÕES NÃO SEMAFORIZADAS As filas m intrsçõs não smaforizadas ocorrm dvido aos movimntos não prioritários. O tmpo ncssário para ralização da manobra dpnd d inúmros fators,

Leia mais

Análise Matemática III

Análise Matemática III João Paulo Pais d Almida Ilda Marisa d Sá Ris Ana Esr da Viga Rodrigus Víor Luis Prira d Sousa Anális Mamáica III Dparamno d Mamáica Escola Suprior d Tcnologia d Gsão Insiuo Poliécnico d Bragança Smbro

Leia mais

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom.

2 Mbps (2.048 kbps) Telepac/Sapo, Clixgest/Novis e TV Cabo; 512 kbps Cabovisão e OniTelecom. 128 kbps Telepac/Sapo, TV Cabo, Cabovisão e OniTelecom. 4 CONCLUSÕES Os Indicadors d Rndimnto avaliados nst studo, têm como objctivo a mdição d parâmtros numa situação d acsso a uma qualqur ára na Intrnt. A anális dsts indicadors, nomadamnt Vlocidads d Download

Leia mais

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo

6. Moeda, Preços e Taxa de Câmbio no Longo Prazo 6. Moda, Prços Taxa d Câmbio no Longo Prazo 6. Moda, Prços Taxa d Câmbio no Longo Prazo 6.1. Introdução 6.3. Taxas d Câmbio ominais Rais 6.4. O Princípio da Paridad dos Podrs d Compra Burda & Wyplosz,

Leia mais

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado.

PSICROMETRIA 1. É a quantificação do vapor d água no ar de um ambiente, aberto ou fechado. PSICROMETRIA 1 1. O QUE É? É a quantificação do vapor d água no ar d um ambint, abrto ou fchado. 2. PARA QUE SERVE? A importância da quantificação da umidad atmosférica pod sr prcbida quando s qur, dntr

Leia mais

Capítulo 6 Decaimento Radioativo

Capítulo 6 Decaimento Radioativo Física das Radiaçõs Dosimria Capíulo 6 Dcaimno Radioaivo Dra. Luciana Tourinho Campos Programa acional d Formação m Radiorapia Inrodução Inrodução Consan d dcaimno Vida-média mia-vida Rlaçõs nr núclo pai

Leia mais

Sistemas e Sinais (LEIC) Resposta em Frequência

Sistemas e Sinais (LEIC) Resposta em Frequência Sismas Siais (LEIC Rsposa m Frquêcia Carlos Cardira Diaposiivos para acompahamo da bibliografia d bas (Srucur ad Irpraio of Sigals ad Sysms, Edward A. L ad Pravi Varaiya Sumário Dfiiçõs Sismas sm mmória

Leia mais

Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T.

Desse modo, podemos dizer que as forças que atuam sobre a partícula que forma o pêndulo simples são P 1, P 2 e T. Pêndulo Simpls Um corpo suspnso por um fio, afastado da posição d quilíbrio sobr a linha vrtical qu passa plo ponto d suspnsão, abandonado, oscila. O corpo o fio formam o objto qu chamamos d pêndulo. Vamos

Leia mais

Experiência n 2 1. Levantamento da Curva Característica da Bomba Centrífuga Radial HERO

Experiência n 2 1. Levantamento da Curva Característica da Bomba Centrífuga Radial HERO 8 Expriência n 1 Lvantamnto da Curva Caractrística da Bomba Cntrífuga Radial HERO 1. Objtivo: A prsnt xpriência tm por objtivo a familiarização do aluno com o lvantamnto d uma CCB (Curva Caractrística

Leia mais

DE EXERCÍCIOS DE VARIÁVEIS COMPLEXAS

DE EXERCÍCIOS DE VARIÁVEIS COMPLEXAS Cálculo Avançado A - Variávis Complas LISTA DE EXERCÍCIOS DE VARIÁVEIS COMPLEXAS ) Encontr todas as singularidads das funçõs abaio, aprsntando-as m forma algébrica: a) f ( ) sc() b) j 5 + j f () 5 + 7

Leia mais

Capítulo 3. Análise de Sinais Dep. Armas e Electronica, Escola Naval V1.1 - Victor Lobo 2004. Page 1. Domínio da frequência

Capítulo 3. Análise de Sinais Dep. Armas e Electronica, Escola Naval V1.1 - Victor Lobo 2004. Page 1. Domínio da frequência Dp. Armas Elcronica, Escola Naval V. - Vicor Lobo 004 Capíulo 3 Transformadas ourir ourir Discra Bibliografia Domínio da frquência Qualqur sinal () po sr composo numa soma xponnciais complxas Uma xponncial

Leia mais

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO UNIVERSIDADE ÉCNICA DE LISBOA INSIUO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESÃO Msrado m: Ciências Acuariais AVALIAÇÃO DE OPÇÕES E GARANIAS EMBUIDAS EM SEGUROS LIGADOS A FUNDOS DE INVESIMENO Sofia Gandiaga Frdrico Orinação:

Leia mais

CAPÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATICAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS

CAPÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATICAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS APÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATIAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS A- TORÇÃO PROBLEMAS ESTATIAMENTE INDETERMINADOS Vimos aé aqui que para calcularmos as ensões em

Leia mais

Curso: Engenharia Industrial Elétrica. Análise de variáveis Complexas MAT 216 Turma: 01

Curso: Engenharia Industrial Elétrica. Análise de variáveis Complexas MAT 216 Turma: 01 urso: Egharia Idustrial Elétrica Aális d variávis omplas MAT 6 Profssora: Edmary S B Araújo Turma: Lista d Provas Rspodu Jsus: Em vrdad, m vrdad t digo: qum ão ascr da água do Espírito ão pod trar o rio

Leia mais

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES

NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES NOTA SOBRE INDETERMINAÇÕES HÉLIO BERNARDO LOPES Rsumo. Em domínios divrsos da Matmática, como por igual nas suas aplicaçõs, surgm com alguma frquência indtrminaçõs, d tipos divrsos, no cálculo d its, sja

Leia mais

03/04/2014. Força central. 3 O problema das forças centrais TÓPICOS FUNDAMENTAIS DE FÍSICA. Redução a problema de um corpo. A importância do problema

03/04/2014. Força central. 3 O problema das forças centrais TÓPICOS FUNDAMENTAIS DE FÍSICA. Redução a problema de um corpo. A importância do problema Força cntral 3 O problma das forças cntrais TÓPICOS FUNDAMENTAIS DE FÍSICA Uma força cntralé uma força (atrativa ou rpulsiva) cuja magnitud dpnd somnt da distância rdo objto à origm é dirigida ao longo

Leia mais

Análise no Domínio do Tempo de Sistemas Contínuos

Análise no Domínio do Tempo de Sistemas Contínuos ES 43 Sinais Sismas Anális no omínio do Tmpo d Sismas Conínuos Prof. Aluizio Fauso Ribiro Araújo po. of Sismas d Compuação Cnro d Informáia - UFPE Capíulo Sinais Sismas Eng. da Compuação Conúdo Inrodução

Leia mais

Lei nº 7998/90. Pós MP nº 665/14 Vigência 60 dias após a data da publicação Art. 2ºB Revogado Art. 2ºB Revogado Art. 2ºB Revogado

Lei nº 7998/90. Pós MP nº 665/14 Vigência 60 dias após a data da publicação Art. 2ºB Revogado Art. 2ºB Revogado Art. 2ºB Revogado Ants da MP nº 665/14 Art. 2o-B. Em carátr xcpcional plo prazo d sis mss, os trabalhadors qu stjam m situação d dsmprgo involuntário plo príodo comprndido ntr doz dzoito mss, inintrruptos, qu já tnham sido

Leia mais

CAP. 3 - EXTENSÔMETROS - "STRAIN GAGES" Exemplo: extensômetro Huggenberger

CAP. 3 - EXTENSÔMETROS - STRAIN GAGES Exemplo: extensômetro Huggenberger CAP. 3 - EXTENSÔMETOS - "STAIN GAGES" 3. - Extensômetros Mecânicos Exemplo: extensômetro Huggenberger Baseia-se na multiplicação do deslocamento através de mecanismos de alavancas. Da figura: l' = (w /

Leia mais

ANO LECTIVO 2001/2002

ANO LECTIVO 2001/2002 ANO LECTIVO 00/00 ª Fas, ª Chamada 00 Doss rapêuicas iguais d um cro anibióico são adminisradas, pla primira vz, a duas pssoa: a Ana o Carlos Admia qu, duran as doz primiras horas após a omada simulâna

Leia mais

ITA - 2004 3º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

ITA - 2004 3º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR ITA - 2004 3º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Matemática Questão 01 Considere as seguintes afirmações sobre o conjunto U = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9} I. U e n(u) = 10 III. 5 U e {5}

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 1/23 2.2.1 Fones de aenuação e disorção de sinal 2.2.1 Fones de aenuação e disorção do sinal (coninuação) 2/23 Imperfeições do canal

Leia mais

TEXTURA E GRANULOMETRIA DOS SOLOS

TEXTURA E GRANULOMETRIA DOS SOLOS TEXTURA forma e tamanho das partículas GRANULOMETRIA medida dos tamanhos das partículas COMPORTAMENTO MECÂNICO TEXTURA PROPRIEDADES HIDRÁULICAS CLASSIFICAÇÃO TEXTURAL Quanto ao tamanho dos grãos solos

Leia mais

Dinâmica Longitudinal do Veículo

Dinâmica Longitudinal do Veículo Dinâmica Longitudinal do Vículo 1. Introdução A dinâmica longitudinal do vículo aborda a aclração frnagm do vículo, movndo-s m linha rta. Srão aqui usados os sistmas d coordnadas indicados na figura 1.

Leia mais

Propriedades Mecânicas. Prof. Hamilton M. Viana

Propriedades Mecânicas. Prof. Hamilton M. Viana Propriedades Mecânicas Prof. Hamilton M. Viana Propriedades Mecânicas Propriedades Mecânicas Definem a resposta do material à aplicação de forças (solicitação mecânica). Força (tensão) Deformação Principais

Leia mais

FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 12.º Ano Versão 1/3

FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 12.º Ano Versão 1/3 FICHA d AVALIAÇÃO d MATEMÁTICA A.º Ano Vrsão / Nom: N.º Trma: Aprsn o s raciocínio d orma clara, indicando odos os cálclos q ivr d ar odas as jsiicaçõs ncssárias. Qando, para m rslado, não é pdida ma aproimação,

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS - ABPE 2013 MÓDULO 4 4.4 - PROCEDIMENTOS E DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÃO AÉREA

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS - ABPE 2013 MÓDULO 4 4.4 - PROCEDIMENTOS E DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÃO AÉREA MÓDULO 4 4.4 - PROCEDIMENTOS E DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÃO AÉREA Nas instalações aéreas devem ser considerados os seguintes aspectos: Resistência à raios UV e intempéries; O tipo de suportação da tubulação;

Leia mais

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem

PSI-2432: Projeto e Implementação de Filtros Digitais Projeto Proposto: Conversor de taxas de amostragem PSI-2432: Projto Implmntação d Filtros Digitais Projto Proposto: Convrsor d taxas d amostragm Migul Arjona Ramírz 3 d novmbro d 2005 Est projto consist m implmntar no MATLAB um sistma para troca d taxa

Leia mais

Adaptado de O Prisma e o Pêndulo as dez mais belas experiências científicas, p. 52, Crease, R. (2006)

Adaptado de O Prisma e o Pêndulo as dez mais belas experiências científicas, p. 52, Crease, R. (2006) PROVA MODELO GRUPO I Arisóeles inha examinado corpos em moimeno e inha concluído, pelo modo como os corpos caem denro de água, que a elocidade de um corpo em queda é uniforme, proporcional ao seu peso,

Leia mais

ESTUDO DA ESTABILIDADE DO GERADOR EÓLICO ASSÍNCRONO ATRAVÉS DA TENSÃO INTERNA

ESTUDO DA ESTABILIDADE DO GERADOR EÓLICO ASSÍNCRONO ATRAVÉS DA TENSÃO INTERNA ESTUDO DA ESTABILIDADE DO GERADOR EÓLICO ASSÍNCRONO ATRAÉS DA TENSÃO INTERNA JOÃO L. B. ZAMPERIN, LAURENCE D.COLARA Campus III, Dparamno d Engnharia Elérica UNESP Univrsidad Esadual Paulisa Campus d Ilha

Leia mais

SISTEMA DE PONTO FLUTUANTE

SISTEMA DE PONTO FLUTUANTE Lógica Matmática Computacional - Sistma d Ponto Flutuant SISTEM DE PONTO FLUTUNTE s máquinas utilizam a sguint normalização para rprsntação dos númros: 1d dn * B ± 0d L ond 0 di (B 1), para i = 1,,, n,

Leia mais

RAIOS E FRENTES DE ONDA

RAIOS E FRENTES DE ONDA RAIOS E FRENTES DE ONDA 17. 1, ONDAS SONORAS ONDAS SONORAS SÃO ONDAS DE PRESSÃO 1 ONDAS SONORAS s Onda sonora harmônica progressiva Deslocamento das partículas do ar: s (x,t) s( x, t) = s cos( kx ωt) m

Leia mais

Augusto Massashi Horiguti. Doutor em Ciências pelo IFUSP Professor do CEFET-SP. Palavras-chave: Período; pêndulo simples; ângulos pequenos.

Augusto Massashi Horiguti. Doutor em Ciências pelo IFUSP Professor do CEFET-SP. Palavras-chave: Período; pêndulo simples; ângulos pequenos. DETERMNAÇÃO DA EQUAÇÃO GERAL DO PERÍODO DO PÊNDULO SMPLES Doutor m Ciências plo FUSP Profssor do CEFET-SP Est trabalho aprsnta uma rvisão do problma do pêndulo simpls com a dmonstração da quação do príodo

Leia mais

Uniforme Exponencial Normal Gama Weibull Lognormal. t (Student) χ 2 (Qui-quadrado) F (Snedekor)

Uniforme Exponencial Normal Gama Weibull Lognormal. t (Student) χ 2 (Qui-quadrado) F (Snedekor) Prof. Lorí Vili, Dr. [email protected] [email protected] hp://www.pucrs.br/fm/vili/ hp://www.m.ufrgs.br/~vili/ Uniform Exponncil Norml Gm Wibull Lognorml (Sudn) χ (Qui-qudrdo) F (Sndkor) Um VAC X é uniform no

Leia mais

MATEMÁTICA 3. Resposta: 29

MATEMÁTICA 3. Resposta: 29 MATEMÁTICA 3 17. Uma ponte deve ser construída sobre um rio, unindo os pontos A e, como ilustrado na figura abaixo. Para calcular o comprimento A, escolhe-se um ponto C, na mesma margem em que está, e

Leia mais

Terceira Lista de Exercícios

Terceira Lista de Exercícios Universidade Católica de Petrópolis Disciplina: Resitência dos Materiais I Prof.: Paulo César Ferreira Terceira Lista de Exercícios 1. Calcular o diâmetro de uma barra de aço sujeita a ação de uma carga

Leia mais

Capítulo 5: Aplicações da Derivada

Capítulo 5: Aplicações da Derivada Instituto de Ciências Exatas - Departamento de Matemática Cálculo I Profª Maria Julieta Ventura Carvalho de Araujo Capítulo 5: Aplicações da Derivada 5- Acréscimos e Diferenciais - Acréscimos Seja y f

Leia mais

Eletrônica Analógica

Eletrônica Analógica UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO E TELECOMUNICAÇÕES Eletrônica Analógica Transistores de Efeito de Campo Professor Dr. Lamartine Vilar de Souza [email protected] www.lvsouza.ufpa.br

Leia mais

7.0 PERMEABILIDADE DOS SOLOS

7.0 PERMEABILIDADE DOS SOLOS 7.0 PERMEABILIDADE DOS SOLOS 7.1 Introdução A permeabilidade é a propriedade que o solo apresenta de permitir o escoamento da água através s dele. O movimento de água através s de um solo é influenciado

Leia mais

Velocidade Média Velocidade Instantânea Unidade de Grandeza Aceleração vetorial Aceleração tangencial Unidade de aceleração Aceleração centrípeta

Velocidade Média Velocidade Instantânea Unidade de Grandeza Aceleração vetorial Aceleração tangencial Unidade de aceleração Aceleração centrípeta Velocidade Média Velocidade Instantânea Unidade de Grandeza Aceleração vetorial Aceleração tangencial Unidade de aceleração Aceleração centrípeta Classificação dos movimentos Introdução Velocidade Média

Leia mais

LISTA 1 CS2. Cada aluno deve resolver 3 exercícios de acordo com o seu númeo FESP

LISTA 1 CS2. Cada aluno deve resolver 3 exercícios de acordo com o seu númeo FESP LISTA 1 CS2 Cada aluno deve resolver 3 exercícios de acordo com o seu númeo FESP Final 1 exercícios 3, 5, 15, 23 Final 2 exercícios 4, 6, 17, 25 Final 3- exercícios 2, 7, 18, 27 Final 4 exercícios 1 (pares),

Leia mais

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 07. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano

MESTRADO EM MACROECONOMIA e FINANÇAS Disciplina de Computação. Aula 07. Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano MESTRADO EM MACROECONOMIA FINANÇAS Disiplina d Compuação Aula 7 Prof. Dr. Maro Anonio Lonl Caano Guia d Esudo para Aula 7 Vors Linarmn Indpndns - Vrifiação d vors LI - Cálulo do Wronsiano Equaçõs Difrniais

Leia mais

INVESTIGAÇÕES GEOTÉCNICAS PARA O

INVESTIGAÇÕES GEOTÉCNICAS PARA O INVESTIGAÇÕES GEOTÉCNICAS PARA O PROJETO DE FUNDAÇÕES O SOLO, NUM PROBLEMA DE FUNDAÇÕES DEVE SER ACEITO TAL COMO SE APRESENTA Para um projeto de fundações bem elaborado, deve-se conhecer: -os tipos de

Leia mais

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA

= + 3. h t t. h t t. h t t. h t t MATEMÁTICA MAEMÁICA 01 Um ourives possui uma esfera de ouro maciça que vai ser fundida para ser dividida em 8 (oio) esferas menores e de igual amanho. Seu objeivo é acondicionar cada esfera obida em uma caixa cúbica.

Leia mais

Catálogo M2404. PowerTrap. Série GP Série GT. Bomba Mecânica e Purgador Bomba

Catálogo M2404. PowerTrap. Série GP Série GT. Bomba Mecânica e Purgador Bomba Catálogo M404 PowrTrap Mcânica Séri GP Séri GT Rcupração ficaz do Mlhora a ficiência da planta Aumnto da produtividad qualidad dos produtos são, alguns dos bnfícios da drnagm rcupração do, além d rduzir

Leia mais

Curso de linguagem matemática Professor Renato Tião. 3. Sendo. 4. Considere as seguintes matrizes:

Curso de linguagem matemática Professor Renato Tião. 3. Sendo. 4. Considere as seguintes matrizes: Curso d linguagm mamáica Profssor Rnao Tião 1 PUCRS. No projo Sobrmsa Musical, o Insiuo d Culura da PUCRS raliza aprsnaçõs smanais grauias para a comunidad univrsiária. O númro d músicos qu auaram na aprsnação

Leia mais

2) A área da parte mostarda dos 100 padrões é 6. 9. 2. 3) A área total bordada com a cor mostarda é (5400 + 3700) cm 2 = 9100 cm 2

2) A área da parte mostarda dos 100 padrões é 6. 9. 2. 3) A área total bordada com a cor mostarda é (5400 + 3700) cm 2 = 9100 cm 2 MATEMÁTICA 1 Um tapete deve ser bordado sobre uma tela de m por m, com as cores marrom, mostarda, verde e laranja, da seguinte forma: o padrão quadrado de 18 cm por 18 cm, mostrado abaio, será repetido

Leia mais

4 Verificação dos modelos constitutivos

4 Verificação dos modelos constitutivos 69 4 Verificação dos modelos constitutivos Neste capitulo são apresentadas algumas simulações numéricas de ensaios triaxiais convencionais (CTC) com a finalidade de verificar as implementações computacionais

Leia mais

Apreçamento de Opções de IDI Usando o Modelo CIR

Apreçamento de Opções de IDI Usando o Modelo CIR Aprçamno d Opçõs d IDI Usando o Modlo CIR José Saniago Fajardo Barbachan José Rnao Haas Ornlas Ibmc Banco Cnral do Brasil RESUMO A opção d IDI da BM&F possui caracrísicas pculiars qu orna o su aprçamno

Leia mais

Em cada ciclo, o sistema retorna ao estado inicial: U = 0. Então, quantidade de energia W, cedida, por trabalho, à vizinhança, pode ser escrita:

Em cada ciclo, o sistema retorna ao estado inicial: U = 0. Então, quantidade de energia W, cedida, por trabalho, à vizinhança, pode ser escrita: Máquinas Térmicas Para qu um dado sistma raliz um procsso cíclico no qual rtira crta quantidad d nrgia, por calor, d um rsrvatório térmico cd, por trabalho, outra quantidad d nrgia à vizinhança, são ncssários

Leia mais

Campo magnético variável

Campo magnético variável Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL. Questão nº 1. Padrão de Resposta Esperado: a) Solução ideal

ENGENHARIA CIVIL. Questão nº 1. Padrão de Resposta Esperado: a) Solução ideal Questão nº 1 a) Solução ideal Aceita-se que a armadura longitudinal seja colocada pelo lado de fora das armaduras. Caso o graduando apresente o detalhe das armaduras, a resposta será: Solução para as hipóteses

Leia mais

Física. Questão 1. Questão 2. Avaliação: Aluno: Data: Ano: Turma: Professor:

Física. Questão 1. Questão 2. Avaliação: Aluno: Data: Ano: Turma: Professor: Avaliação: Aluno: Data: Ano: Turma: Professor: Física Questão 1 (Unirio 2000) Um aluno pegou um fina placa metálica e nela recortou um disco de raio r. Em seguida, fez um anel também de raio r com um fio

Leia mais

Soluções Químicas são misturas homogêneas de duas ou mais substâncias, onde o solvente aparece em maior quantidade e o soluto em menor quantidade. O estado de agregação do solvente é que determina o estado

Leia mais

Condensadores e Bobinas

Condensadores e Bobinas ondensadores e Bobinas Arnaldo Baisa TE_4 Dielécrico é não conduor Placas ou armaduras conduoras ondensadores TE_4 R Área A Analogia Hidráulica V S + - Elecrão Elecrões que se repelem d Bomba Hidráulica

Leia mais

CAPÍTULO 4 Exercícios Propostos

CAPÍTULO 4 Exercícios Propostos 53. Calcular o valor dos juros pagos por um fiaciamto d capital d giro d $1.500 por cico dias cotratado à taxa d 3% a.m., capitalizada diariamt. Dados: P = $1.500, j = 3% a.m.. k =, m = 5 dias, J =? k

Leia mais

4. Tangentes e normais; orientabilidade

4. Tangentes e normais; orientabilidade 4. TANGENTES E NORMAIS; ORIENTABILIDADE 91 4. Tangentes e normais; orientabilidade Uma maneira natural de estudar uma superfície S consiste em considerar curvas γ cujas imagens estão contidas em S. Se

Leia mais

Módulo 07 Capítulo 06 - Viscosímetro de Cannon-Fensk

Módulo 07 Capítulo 06 - Viscosímetro de Cannon-Fensk Módulo 07 Capíulo 06 - Viscosímero de Cannon-Fensk Inrodução: o mundo cienífico, medições são necessárias, o que sempre é difícil, impreciso, principalmene quando esa é muio grande ou muio pequena. Exemplos;

Leia mais

Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W

Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W José Waldomiro Jiménez Rojas, Anderson Fonini. Programa de Pós Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

EC1 - LAB - CIRCÚITOS INTEGRADORES E DIFERENCIADORES

EC1 - LAB - CIRCÚITOS INTEGRADORES E DIFERENCIADORES - - EC - LB - CIRCÚIO INEGRDORE E DIFERENCIDORE Prof: MIMO RGENO CONIDERÇÕE EÓRIC INICII: Imaginmos um circuito composto por uma séri R-C, alimntado por uma tnsão do tipo:. H(t), ainda considrmos qu no

Leia mais

Problemas de Valor Inicial para Equações Diferenciais Ordinárias

Problemas de Valor Inicial para Equações Diferenciais Ordinárias Problemas de Valor Inicial para Equações Diferenciais Ordinárias Carlos Balsa [email protected] Departamento de Matemática Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Bragança Matemática Aplicada - Mestrados

Leia mais

SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas)

SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) 3. INTERAÇÃO DOS RAIOS X COM A MATÉRIA 3.1. Atenuação e Absorção ATENUAÇÃO:

Leia mais

QUESTAO ENVOLVENDO RACIOCINIO DIRETO OBSERVE QUE APENAS AS PLACAS I-III e V deve-se verificar a informação ALTERNATIVA D

QUESTAO ENVOLVENDO RACIOCINIO DIRETO OBSERVE QUE APENAS AS PLACAS I-III e V deve-se verificar a informação ALTERNATIVA D 11. Em um posto de fiscalização da PRF, cinco veículos foram abordados por estarem com alguns caracteres das placas de identificação cobertos por uma tinta que não permitia o reconhecimento, como ilustradas

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2006/2 UNIFAL 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45

PROCESSO SELETIVO 2006/2 UNIFAL 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 OCEO EEIVO 006/ UNIF O DI GIO 1 13 FÍIC QUEÕE DE 31 45 31. Uma parícula é sola com elocidade inicial nula a uma alura de 500 cm em relação ao solo. No mesmo insane de empo uma oura parícula é lançada do

Leia mais

Régua graduada. metro e trena

Régua graduada. metro e trena A U A UL LA Régua graduada, metro e trena Um problema Silva verificou, contrariado, que os instrumentos de medição, há pouco adquiridos pela empresa, não estavam sendo bem cuidados pelos funcionários.

Leia mais

DETECÇÃO DO EXOPLANETA HD 189733B PELO MÉTODO DE TRÂNSITO

DETECÇÃO DO EXOPLANETA HD 189733B PELO MÉTODO DE TRÂNSITO DETECÇÃO DO EXOPLANETA HD 1897B PELO MÉTODO DE TRÂNSITO Autores: Suzanne Faye (Lycée Chaptal, Paris, France) e Michel Faye (Licée Louis Le Grand, Paris, France) Traduzido e adaptado por: Cássio Murilo

Leia mais