Lista de Exercícios - V.A.s Discretas
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- Victor Capistrano
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1 Lista de Exercícios - V.A.s Discretas Renato Assunção - DCC, UFMG 207 Esta lista de exercícios visa ao aprendizado de algumas das características das principais distribuições de probabilidade discretas. Vamos aprender um poucos sobre as seguintes distribuições: binomial, Poisson, geométrica, Pareto-Zipf. O R possui um conjunto de funções para trabalhar com as principais distribuições de probabilidade. Todas operam com uma sintaxe similar. O primeiro caracter do nome da função identifica o que você quer fazer com ela: gerar números aleatórios, calcular uma probabilidade, uma probabilidade acumulada ou um quantil. Os caracteres seguinte identificam a distribuição. Por exemplo, se quisermos trabalhar com a distribuição binomial com n = 0 repetiçẽoes e probabilidade de sucesso θ = 0.5 podemos usar: rbinom(3, 20, 0.5): gera um conjunto de 3 inteiros aleatórios, cada um deles seguindo uma binomial Bin(n = 20, theta = 0.5). dbinom(3, 20, 0.5): se X Bin(20, 05), este comando calcula a função de probabilidade P(X = 3) = p(3) para as v.a s discretas. Podemos passar vetores como argumento. Por exemplo, dbinom(c(0,, 2), 20, 0.5) retorna o vetor (P(X = 0), P(X = ), P(X = 2)). pbinom(3, 20, 0.5): Calcula a função de probabilidade acumulada F no ponto 3. Isto é, calcula F(3) = P(X 3) onde X Bin(20, 05). pbinom(0.20, 20, 0.5): Calcula o quantil x associado com a de probabilidade acumulada Isto é, calcula o valor de x tal que F(x) = P(X x) = Como X é uma v.a. discreta que acumula probabilidades aos saltos, a probabilidade acumulada até x pode ser apenas aproximadamente igual a Para uma Poisson, são as seguintes: rpois, dpois, ppois e qpois. As funções correspondentes para uma gaussiana são rnorm, dnorm, pnorm, qnorm. Se quisermos trabalhar com uma gaussiana N(µ, σ 2 ), com valor esperado µ = 0 e sigma = 2: rnorm(00, 0, 2): gera um conjunto de 00 valores aleatórios independentes de uma v.a. X N(0, 2 2 ). dnorm(.25, 0, 2): retorna o valor da densidade f(x) de N(0, 2) no ponto x =.25. Isto é, retorna f(.25). O comando dnorm(c(.25, 3.5), 0, 2) retona um vetor com os valores (f(.25), f(3.5)). pnorm(.25, 0, 2): Calcula a função de probabilidade acumulada no ponto.25. Isto é, calcula F(.25) = P(X.25) onde X N(0, 2 2 ). pnorm(0.20, 0, 2): Calcula o quantil x tal que F(x) = P(X x) = Como X é uma v.a. contínua que acumula probabilidades continuamente, a probabilidade acumulada até x é exatamente igual a 0.20.
2 Para a exponencial, temos rexp, dexp, pexp e qexp. Para conhecer todas as distribuições disponíveis no R, digite?distributions ou, equivalentemente, help(distributions).. Seja X Bin(0, 0.4). Para obter e plotar (veja Figura??) os valores da função de probabilidade P(X = k) e da função de probabilidade acumulada F(x) uso os seguintes comandos: Figura : Função de probabilidade P(X = k) (esquerda) e da função de probabilidade acumulada F(x) (direita) de uma v.a.binomial Bin(n = 0, θ = 0.40). x <- 0:0 px <- dbinom(x, 0, 0.40) par(mfrow=c(,2)) # janela grafica com uma linha de 2 plots plot(x, px, type = "h") # para usar linhas verticais at\ {e os pontos (x,px) Fx <- pbinom(x, 0, 0.35) plot(x, Fx, type = "s") # o argumento "s" Sua vez agora. Obtenha o gráfico das probabilidades P(X = k) e da função de probabilidade acumulada F(x) para uma v.a. X Bin(n = 20, θ = 0.5). Em seguida, responda às questões abaixo. Qual o valor k em que P(X = k) é máxima? Quanto é esta probabilidade máxima? VISUALMENTE, obtenha uma faixa de valores (a, b) na qual a probabilidade de X (a, b) seja próxima de. Procure grosseiramente obter a faixa mais estreita possível. O valor (teórico) de E(X) no caso de uma binomial é nθ. Como é o comportamento da função P(X = k) no entorno deste valor E(X)? Ela tem valores P(X = k) relativamente altos? Confirme esta impressão calculando P(a X b) usando a função dnorm ou pnorm do R. Por exemplo, se eu quiser P(5 X 8), uso sum(dnorm(5:8, 20, 0.5) ou então pbinom(8, 20, 0.5) - pbinom(5-0.0, 20, 0.5). Porque eu subtraio 0.0 de 5 na chamada da segunda função? Use qbinom para obter o inteiro k tal que F(k) = P(X k) Verifique o valor da probabilidade acumulada exata F(k) obtida com o inteiro acima usando pbinom. Gere 000 valores aleatórios independentes de X Bin(n = 20, θ = 0.5). Estes valores cairam, em sua maioria, na faixa que você escolheu mais acima? Qual a porcentagem de valores que caiu na faixa que você escolheu? Compare os valores das probabilidades P(X = k) para k = 0,... 6 e as frequências relativas destes inteiros nos 00 valores simulados.são parecidos? 2
3 2. Este problema é similar ao anterior, usando agora a distribuição de Poisson. Obtenha o gráfico das probabilidades P(X = k) e da função de probabilidade acumulada F(x) para uma v.a. X Poisson(λ) usando dois valores: λ = 0.73 e λ = 0. O valor k em que P(X = k) é máximo é próximo de E(X) = λ? Obtenha um intervalo de valores (a, b), o mais curto possível gosseiramente, para o qual P(X (a, b)). Usando ppois do R, calcule P(a X b). Gere 200 valores aleatórios independentes de X Poisson(λ) com os dois valores acima para λ. Compare os valores das probabilidades P(X = k) para k = 0,... 6 e as frequências relativas destes inteiros nos 00 valores simulados. São parecidos? 3. Este problema é similar ao anterior, usando agora a distribuição discreta de Pareto, também chamada de distribuição de Zipf. Ver slaw. A distribuição de Pareto (discreta ou contínua) não está disponível em R a não ser em alguns pacotes especializados. Entretanto, não é necessário usar estes pacotes já que ela é facilmente simulada ou calculada. Veremos técnicas de simulação Monte Carlo em breve, então apenas aceite por enquanto o algoritmo abaixo. A distribuição discreta de Pareto possui suporte igual a {, 2,..., N onde N pode ser infinito. Além de N, ela possui um outro parâmetro, α > 0. A função massa de probabilidade é dada por P(X = k) = C k +α onde C é uma constante escolhida para que as probabilidades somem. Observe que C é dada por k= N C = k +α k= Se N for um número finito, não existe uma expressão analítica para esta soma e ela deve ser calculada somando-se os valores. Se N for infinito, a expressão acima é chamada de função ζ (pronuncia-se zeta ) de Riemann: ζ( + α) = k +α = x α Γ( + α) 0 e x dx () (ver Para alguns valores específicos de α, a função zeta ζ( + α) tem valores conhecidos exatamente. Por exemplo, para α = é possível mostrar que ζ(2) = k 2 = = π k= Exceto nestes casos particulares, no caso de N =, a constante C = /ζ(+α) deve ser aproximada numericamente somando-se um número grande de termos da série ou calculando numericamente a integral em (??). Por exemplo, para α = /2, temos ζ( + /2) 2.62, e para α = 2, temos ζ( + 2).202. Tendo um valor para a constante C, podemos plotar os valores de P(X = k) e também da função de probabilidade acumulada F(k) já que F(k) = P(X k) = k P(X = i) = C i= k i= i +α. 3
4 Usando os valores α = /2,, 2, obtenha em R o gráfico das probabilidades P(X = k) e da função de probabilidade acumulada F(x) para uma v.a. X Zipf(α) com N =. Em R, não chame a constante de integração de c pois este é o nome da função de concatenação de vetores e, como um defeito do R, ele não avisa que você está sobrepondo uma função-base crucial. Faça a escala horizontal variar nos inteiros de a 20. Obtenha F(x) usando o comando cumsum que retorna o vetor de somas acumuladas de um vetor. Pelo gráfico, as probabilidades parecem cair rápido, talvez exponencialmente. Mas isto não é verdade. O comportamento dessa queda quando k aumenta é a principal razão propriedade que faz com que a distribuição power-law de Pareto (ou Zipf) seja tão importante na prática da análise de dados. Para entender como as probabilidades diminuem em direçâo a zero a medida que k cresce, obtenha a raz ao entre valores sucessivos de P(X = k). Isto é, mostre que P(X = k + ) P(X = k) = ( k ) +α k + Perceba agora que, quando k cresce, k/(k + ) é sempre menor que mas cada vez mais próximo de e portanto P(X = k + ) P(X = k) se k for bem grande. As duas probabilidades serão pequenas mas quase idênticas. Isto é, a medida que k cresce, as probabilidades decaem muito lentamente, quase nadaquando kfor bem grande. Quando α > 0 crescer, o que você esperar acontecer ao gerar inteiros Zipf com estes α grandes em relação à geração com α apenas ligeiramente maior que. Fa aa um gráfico dos pontos (log(k), log(p(x = k). O resultado é o que você esperava? Usando abline(log(c), -( + alpha)), sobreponha uma reta com intercepto log(c) e inclinaç ao ( + α). Chega de análise teórica, vamos simular por MOnte Carlo alguns valores Zipf agora. A função R abaixo faz isto para você: rzipf = function(nsim =, alpha =, Cte = /.645) { res = numeric(nsim) for(i in :nsim){ x = - k = F = p = Cte U = runif() while( x == -){ if(u < F) x = k else{ p = p * (k/(k+))^(+alpha) F = F + p k = k+ res[i] = x res Por default, a função assume α = e fornece também a constante C. Para gerar nsim = 400 valores com estes argumentos default, basta digitar rzipf(400). Para gerar 400 valores de 4
5 uma Zipf com α = /2 e com a constante C = /2.62 determinada por este valor de α, basta digitar rzipf(400, /2, /2.62). Agora, a tarefa: gere 400 valores de Zipf com α = /2,, 2 (as constantes estão no texto acima). Verifique que apesar da maioria dos valores ficar num intervalo limitado, valores extremamente grandes (relativamente aos demais) são gerados com facilidade. Repita a geração algumas vezes para observar este efeito. Reporte na lista apenas uma dessas repetições. 5
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