Prof. Lorí Viali, Dr.
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- Gonçalo Castilhos Valverde
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1 Prof. Lorí Viali, Dr.
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3 s KKK CKK KKC KCK CCK CKC KCC CCC S X R x X(s) X(S)
4 Uma função X que associa a cada elemento de S (s S) um número real x X(s) é denominada variável aleatória.
5 O conjunto formado por todos os valores x, isto é, a imagem da variável aleatória X, é denominado de conjunto de valores de X. X(S) { x R X(s) x }
6 Conforme o conjunto de valores X(S) uma variável aleatória poderá ser discreta ou contínua.
7 Se o conjunto de valores for finito ou então infinito enumerável a variável é dita discreta.
8 Se o conjunto de valores for infinito não enumerável então a variável é dita contínua.
9
10 A função de probabilidade (fp) de uma VAD é a função que associa a cada x i X(S) o número f(x i ) P(X x i ) que satisfaz as seguintes propriedades: f(x i ) 0, para todo i f(x i ) 1
11 A coleção dos pares [x i, f(x i )] para i 1, 2, 3,... é denominada de distribuição de probabilidade da VAD X.
12 Suponha que uma moeda equilibrada é lançada três vezes. Seja X número de caras. Então a distribuição de probabilidade de X é:
13 X f KKK CKK KKC KCK CCK CKC KCC CCC S x(s) R f (x) [0;1]
14 X f KKK CKK 0 1/8 KKC KCK CCK CKC /8 3/8 1/8 KCC CCC x(s) R f (x) [0;1] S
15 Suponha que um par de dados é lançado. Então X soma do par é uma variável aleatória discreta com o seguinte conjunto de valores:
16 Como X((a, b)) a + b, o conjunto de valores de X é dado por: X(S) {2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12}
17 A função de probabilidade f(x) P(X x), associa a cada x X(S), um número no intervalo [0; 1] dado por: f(x) P(X x) P(X(s) x) P([x X(S) / X(s) x})
18 Desta forma: f(2) P(X 2) P{(1,1)} 1/36 f(3) P(X 3) P{(1,2), (2, 1)} 2/36... f(11) P(X11) P{(6, 5), (5, 6)} 2/36 f(12) P(X 12) P{(6, 6)} 1/36 A distribuição de probabilidade será:
19 A distribuição de probabilidade de X será então: x Σ f(x)
20 Através de: uma tabela uma expressão analítica (fórmula) um diagrama
21 Seja X número de caras, obtidas no lançamento de 4 moedas honestas. Então a distribuição de X é a da tabela ao lado. x Σ f(x) 1/16 4/16 6/16 4/16 1/16 1
22 Considere X soma do par, no lançamento de dois dados equilibrados, então: f : X(S) R x (x - 1)/36 se x 7 (12 - x +1)/36 se x > 7
23 0,18 0,16 0,14 0,12 0,10 0,08 0,06 0,04 0,02 0,
24 (a) Expectância, valor esperado (Expectation) µ E(X) x.f(x) x.p(x x) (b) Variância (Variance) σ f(x) (x µ ) x f(x) µ 2 E( X )-E(X) 2
25 (iii) Desvio Padrão (Standard Deviation) σ f (x)(x µ ) x f (x) µ E( X )-E(X) (iv) O Coeficiente de Variação (Variation Coeficient) γ σ/µ
26 Seja X uma VA. O momento de ordem k de X é o valor E(X k ) µ k, se esse valor convergir. Obs.: A expectância é o primeiro momento.
27 Seja X uma VA. O momento central de ordem k de X é o valor E[(X E(X)) k ] E[(X µ) k ], se esse valor convergir. Obs.: (i) A variância é o segundo momento central;
28 (ii) O primeiro momento central é sempre zero; (iii) O terceiro momento central é utilizado para determinar a assimetria de uma distribuição; (iv) O quarto momento central é utilizado na determinação da curtose de uma distribuição.
29 Se X é um VAD então o k-ésimo momento de X é dado por: k µ i 1 x e o k-ésimo momento central de X é k i f ( x ) i obtido por: µ ( xi µ ) f ( x ) k i 1 k i
30 Considerando que o momento de ordem k de X é E(X k ) µ k, pode-se expressar a expectância e as demais medidas em função desse resultado. Tem-se, então:
31 (a) Expectância, valor esperado µ 1 E(X) (b) Variância σ 2 V(X) E(X 2 ) E(X) 2 µ 2 µ 2 1 (c) Assimetria γ 1 [µ 3 3µ 1 µ 2 + 2µ 13 ]/σ 3
32 (v) Curtose γ 2 E[(X - µ) 4 ]/σ 4 3 [µ 4 4µ 1 µ 3 + 6µ 12 µ 2 3µ 14 ]/σ 4-3
33 Calcular o valor esperado, a variabilidade da variável X número de caras no lançamento de quatro moedas honestas.
34 x f(x) x.f(x) x 2 f(x) x 3 f(x) x 4 f(x) 0 1/ /16 4/16 4/16 4/16 4/16 2 6/16 12/16 24/16 48/16 96/16 3 4/16 12/16 36/16 108/16 324/16 4 1/16 4/16 16/16 64/16 256/16 Σ ,5
35 µ 1 2; µ 2 5; µ 3 14 e µ 4 42,5 Assim: (i) E(X) µ 1 2 caras (ii) σ 2 µ 2 µ cara (iii) γ 1 [µ 3 3µ 1 µ 2 + 2µ 13 ]/σ
36 (iv) Curtose γ 2 [µ 4 4µ 1 µ 3 + 6µ 12 µ 2 3µ 14 ]/σ , , ,5 3-0,50
37 Moda m o 2 caras Mediana m e 2 caras
38 Da expectância ou valor esperado (i) Linearidade E(aX +b) ae(x) + b (ii) Lei da espectativa total, ou lei da espectativas iteradas ou lei da torre E[E(X/Y)] E(X)
39 (iii) Não multiplicativa E(XY) E(X)E(Y), em geral (iv) E(X ± Y) E(X) ± E(Y)
40 Da variância (i) V(a) 0 (ii) V(aX + b) a 2 V(X) (iii) V(X ± Y) V(X) + V(Y) se X e Y forem independentes.
41 Três dados honestos são lançados. Seja X produto dos resultados. Determine a distribuição de X e calcule os momentos até a quarta ordem.
42 A partir dos momentos, determinar: (i) A expectância (ii) A variância (iii) A assimetria (iv) A curtose
43 Seja X uma variável aleatória (discreta ou contínua). A função de distribuição (acumulada) ou simplesmente função de repartição é definida por: F(x) P(X x).
44 Propriedades da FD (a) 0 F(x) 1; (b) F(x 1 ) F(x 1 ) se x 1 < x 2 (c) lim F(x) 0 x (d) lim F(x) 1 x +
45 Determinação de probabilidades a partir da FD (i) P(a < X b) F(b) F(a); (ii) P(X > a) 1 F(a) e (iii) P(X < b) F(b)
46 VAD e FD Seja X é uma variável aleatória discreta (VAD) então a FD é a função em escada dada por: F(x) P(X x ) xi x i
47 Seja X número de caras no lançamento de uma moeda. Então a FD de X é: 0 se x < 0 F(x) P(X x) p se 0 x < 1 1 se x 1
48 A Função de Distribuição 1 q 1 p p 0 1
49 Observação: Seja X é uma variável aleatória discreta (VAD) com FD F(x), então: P(X xi) f( xi) F( xi) F( xi 1)
50 Uma fonte de informação gera símbolos ao acaso a partir de um alfabeto de quatro letras { a, b, c, d } com probabilidades f(a) ½, f(b) ¼ e f(c) f(d) 1/8. Um esquema codifica esses símbolos em binário da seguinte forma: a 0, b 10, c 110, d 111. Seja X a VA que representa o tamanho do código, isto é, o número de dígitos binários (bits).
51 (a) Qual é o conjunto de valores de X? (b) Assumindo que a geração dos símbolos são independentes, encontre: P(X 1), P(X 2), P(X 3) e P(X > 3). (c) Determine a FD de X. (d) Represente a FD graficamente.
52
53 Bernoulli Binomial Hipergeométrica Poisson
54
55 Experimento Qualquer um que corresponda a apenas dois resultados. Estes resultados são anotados por 0 ou fracasso e 1 ou sucesso. A probabilidade de ocorrência de sucesso é representada por p e a de insucesso por q 1 p.
56 Conjunto de Valores X(S) { 0, 1} A Função de Probabilidade (fp) f (x) P(X x) 1 p p se se x 0 x 1
57 A Função de Probabilidade (fp) 1,0 0,8 0,6 0,4 0,2 0,0 0 1
58 A Função de Distribuição (FD) F(x) P(X x) 0 q 1 se x < 0 se 0 x <1 se x 1
59 Função de Distribuição 1 p q 1 p 0 1
60 Características Expectância ou Valor Esperado E(X) x.f (x) 0.q + 1.p p Variância V ( X ) E ( X 2 ) - E(X) 2 (0 2.q p ) p 2 p p 2 p (1 p ) pq
61 Suponha que um circuito é testado e que ele seja rejeitado com probabilidade 0,10. Seja X o número de circuitos rejeitados em um teste. Determine a distribuição de X.
62 Como se trata de um único teste, a variável X é Bernoulli com p 10%, assim a distribuição é: f (x) P(X x) 0,9 0,1 se se x 0 x 1
63
64 Experimento Como existem apenas duas situações: A ocorre e A não ocorre, pode-se determinar a probabilidade de A não ocorrer como sendo q 1 p. A VAD definida por X número de vezes que A ocorreu nas n repetições de E é denominada BINOMIAL.
65 Conjunto de Valores X(S) {0, 1, 2, 3,..., n} A Função de Probabilidade (fp) f (x) P(X x) n x p x q n x
66 A Função de Probabilidade (fp) 0,18 0,16 0,14 0,12 0,10 0,08 0,06 0,04 0,02 0,
67 A Função de Distribuição (FD) > n se x 1 n x se 0 q p k n se x < 0 0 x) P(X F(x) x 0 k n-k k
68 Função de Distribuição 1,00 0,90 0,80 0,70 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0,
69 Características Expectância ou Valor Esperado E(X) x.f (x) Variância n x n x x. p q x np V(X) E(X ) E(X 2 ) - E(X) n 2 x n x x. p q x n(n -1) p np
70 V(X) E(X 2 ) - E(X) 2 n(n 1) p 2 + np (np) 2 n p 2 + np np(1 p) npq Assim: E (X) np σ X npq
71 Suponha que um circuito é testado e que ele seja rejeitado com probabilidade 0,10. Seja X o número de circuitos rejeitados em 10 testes. Determine a distribuição de X.
72 Como se tratam de 10 testes a variável X é Binomial com p 10%, assim a distribuição é: f (x) P(X x) 10 x (0,1) x.(0,9) 10 x para x 0,1, 2,...,10
73 Uma fábrica recebe um lote de 100 peças das quais cinco são defeituosas. Suponhamos que a fábrica aceite todas as 100 peças se não houver nenhuma defeituosa em uma amostra aleatória de 10 peças selecionadas para inspeção. Determinar a probabilidade de o lote ser aceito.
74 Tem-se: n 10 e p 5/100 0,05 f(0) P(X 0) ,05 0 0, ,87%
75 Então: Tem-se: n 10 e p 5/100 5% f(0) P(X 0) 10.(0,5) 0 0.(0,95) 10 59,87%
76
77 Experimento: A distribuição Binomial é deduzida com base em n repetições de um experimento de maneira independente (isto é, p constante), ou retiradas com reposição de uma população finita.
78 Se a experiência consistir na seleção de objetos, sem reposição, de uma população finita, de tamanho N, onde r apresentam uma característica N r não apresentam esta característica, então existirá dependência entre as repetições.
79 Neste caso a variável aleatória X número de objetos com a característica r em uma amostra de tamanho n, terá uma distribuição denominada de Hipergeométrica.
80 Conjunto de Valores x : máx{0, n N+r},..., mín{r, n} A Função de Probabilidade (fp) f (x) P(X x) r x N n N n r x
81 A Função de Probabilidade (fp) H(20; 15; 50) 0,3 0,2 0,2 0,1 0,1 0,
82 A Função de Distribuição (FD) n} mín{r, k r} N - n máx{0, j onde k x se 1 k x j se n N x n r N x r j x se 0 x ) P (X F (x ) k j x + > <
83 Função de Distribuição H(20; 15; 50) 1,00 0,90 0,80 0,70 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0,
84 Características Expectância ou Valor Esperado E (X) np Desvio Padrão σ X npq N N n 1 Onde p r N
85 Uma fábrica recebe um lote de 100 peças das quais cinco são defeituosas. Suponhamos que a fábrica aceite todas as 100 peças se não houver nenhuma defeituosa em uma amostra aleatória de 10 peças selecionadas para inspeção. Determinar a probabilidade de o lote ser aceito.
86 Pela Hipergeométrica: N 100, r 5, n f (0) P(X 0) ,38%
87 Pela Binomial: n 10 e p 5/100 5% 10 f(0) P(X 0).(0,05) 0 59,87% 0.(0,95) 10
88
89 Experimento Na Binomial a variável que interessa é o número de sucessos em um intervalo discreto (n repetições de um experimento). Muitas vezes, entretanto, o interesse é o número de sucessos em um intervalo contínuo, como o tempo, área, superfície, etc.
90 Para determinar a f(x) de uma distribuição deste tipo, será suposto que: (i) Eventos definidos em intervalos não sobrepostos são independentes; (ii) Em intervalos de mesmo tamanho as probabilidades de um mesmo número de sucessos são iguais;
91 (iii) Em intervalos muito pequenos a probabilidade de mais de um sucesso é desprezível; (iv) Em intervalos muito pequenos a probabilidade de um sucesso é proporcional ao tamanho do intervalo.
92 Definição: Se uma variável satisfaz estas quatro propriedades ela é dita VAD de POISSON. Se X é uma VAD de POISSON, então a função de probabilidade de X é dada por:
93 A Função de Probabilidade (fp) e λ. λ x f (x) P(X x) x! para x 0, 1, 2,... λ é denominada de taxa de sucessos
94 A Função de Probabilidade (fp) - P(10) 0,15 0,12 0,09 0,06 0,03 0,
95 A Função de Distribuição (FD) F(x) P(X x) 0 x k 0 e -λ. λ k! k se x < 0 se x 0
96 Função de Distribuição - P(10) 1,00 0,90 0,80 0,70 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0,
97 Características: Expectância ou Valor Esperado E(X) λ Desvio Padrão σ X λ
98 O número de consultas a uma base de dados computacional é uma VAD de Poisson com λ 6 em um intervalo de dez segundos. Qual é a probabilidade de que num intervalo de 5 segundos nenhum acesso se verifique?
99 A taxa de consultas é de seis em dez segundos em cinco segundos teremos uma taxa de λ 3 consultas. Então: f (0) P( X 0) e -3. 0! 3 0 e -3 4,98%
100 Considerando o exemplo dado na Hipergeométrica, que foi resolvido, também, pela Binomial, é possível ainda utilizar a Poisson. Para isto devese fazer λ np.
101 Então: λ 10.0,05 0,5. f (0) P ( X e -0,5 0) e 60,65 % -0,5. 0,5 0! 0
102 Binomial: 59,85% Hipergeométrica: 58,38% Poisson: 60,65% Como pode ser visto, nesse caso, é possível utilizar três modelos para resolver um único problema.
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