VARIÁVEL ALEATÓRIA e DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL
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- Vagner Caminha Galindo
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1 VARIÁVEL ALEATÓRIA e DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL 1
2 Variável Aleatória Uma função X que associa a cada elemento w do espaço amostral W um valor x R é denominada uma variável aleatória. Experimento: jogar 1 dado duas vezes e observar o resultado (P = par e I= impar) PP IP PI II X: número de vezes que saiu par em lances do dado X = 0 II X = 1 IP ou PI X = PP W 0 1
3 Variável Aleatória Uma variável aleatória pode ser classificada em: Variável aleatória discreta Variável aleatória contínua 3
4 Variável Aleatória Variável aleatória discreta Uma v.a. é discreta quando o conjunto de valores possíveis que ela assume for finito ou infinito enumerável. 4
5 Exemplo: Observa-se o sexo (característica) das crianças em famílias com três filhos (M: masculino e F: feminino). Espaço amostral: W = {(MMM), (MMF), (MFM), (FMM), (MFF), (FMF), (FFM),(FFF)} w 1 w w 3 w 4 w 5 w 6 w 7 w 8 Defina X: nº de crianças do sexo masculino (M). W MMM MMF MFM FMM MFF FMF FFM FFF X Então X assume valores no conjunto {0, 1,, 3}, logo é uma variável aleatória discreta. 5
6 Exemplo: No mesmo experimento... Espaço amostral: W = {(MMM), (MMF), (MFM), (FMM), (MFF), (FMF), (FFM),(FFF)} w 1 w w 3 w 4 w 5 w 6 w 7 w 8 Podemos definir agora Y: nº de crianças do sexo feminino (F). W MMM MMF MFM FMM MFF FMF FFM FFF Y Então Y também assume valores no conjunto {0, 1,, 3}, porém, para outros valores de W. 6
7 Variável Aleatória Variável aleatória contínua Uma v.a. é contínua quando o conjunto de valores possíveis que ela assume for não enumerável. 7
8 Exemplo: Observa-se o tempo de vida, em horas, de lâmpadas produzidas por uma fábrica. Defina T: tempo de vida, em horas, da lâmpada escolhida, ao acaso, da fábrica. Então, T é uma variável aleatória contínua que assume qualquer valor real não negativo. 8
9 VARIÁVEL ALEATÓRIA DISCRETA Caracterização Função de probabilidade: É a função que atribui a cada valor x i da v. a. discreta X sua probabilidade de ocorrência e pode ser representada pela tabela: x x 1 x... x n P(X=x) P(X=x 1 ) P(X=x )... P(X=x n ) Uma função de probabilidade deve satisfazer: 0 P( X x ) 1 e P( X x ) i n i1 i 1 9
10 Exemplo 1: O Departamento de Estatística é formado por 35 professores, sendo 1 homens e 14 mulheres. Uma comissão de 3 professores será constituída sorteando, ao acaso, três membros do departamento. Qual é a probabilidade da comissão ser formada por pelo menos duas mulheres? Vamos definir a v.a. X: nº de mulheres na comissão. Quais são os possíveis valores que X pode assumir? 10
11 Espaço amostral Probabilidade X (HHH) , (HHM) , (HMH) , (MHH) , (HMM) , (MHM) , (MMH) , (MMM) , x P(X = x) 0,03 0,450 0,91 0,056 Assim, P(X ) = P(X=) + P(X=3) = 0,91 + 0,056 = 0,
12 Exemplo : Um dado é lançado duas vezes, de forma independente. Qual é a probabilidade da soma dos pontos nos dois lançamentos ser menor do que 6? W = {(1,1), (1,), (1,3), (1,4), (1,5), (1,6), (,1), (,), (,3), (,4), (,5), (,6), (3,1), (3,), (3,3), (3,4), (3,5), (3,6), (4,1), (4,), (4,3), (4,4), (4,5), (4,6), (5,1), (5,), (5,3), (5,4), (5,5), (5,6), (6,1), (6,), (6,3), (6,4), (6,5), (6,6)}. Qual é a probabilidade de cada ponto w i de W? Admitindo que o dado é perfeitamente homogêneo e sendo os lançamentos independentes, P(w i ) = 1/36, qualquer w i W. 1
13 Defina X: soma dos pontos nos dois lançamentos do dado. Função de probabilidade de X: x P(X=x) 1/36 /36 3/36 4/36 5/36 6/36 5/36 4/36 3/36 /36 1/36 Então, P(X < 6) = P(X=5) + P(X=4) + P(X=3) + P(X=) = 4/36 + 3/36 + /36 + 1/36 = 10/36 = 0,78 13
14 Podemos estar interessados em outras variáveis aleatórias definidas para o mesmo espaço amostral. Y: valor máximo obtido dentre os dois lançamentos. y P(Y = y) 1/36 3/36 5/36 7/36 9/36 11/36 Z: diferença entre os pontos do º e do 1º lançamento. z P(Z = z) 1/36 /36 3/36 4/36 5/36 6/36 5/36 4/36 3/36 /36 1/36 15
15 P(X=x) MÉDIA E VARIÂNCIA Qual é o valor médio da soma dos pontos (X) no lançamento de dois dados? W = {(1,1), (1,), (1,3), (1,4), (1,5), (1,6), x P(X = x) 1/36 3 /36 4 3/36 5 4/36 6 5/36 7 6/36 8 5/36 9 4/ / /36 1 1/36 (,1), (,), (,3), (,4), (,5), (,6), (3,1), (3,), (3,3), (3,4), (3,5), (3,6), (4,1), (4,), (4,3), (4,4), (4,5), (4,6), (5,1), (5,), (5,3), (5,4), (5,5), (5,6), (6,1), (6,), (6,3), (6,4), (6,5), (6,6)} 6/36 5/36 4/36 3/36 /36 1\ x pontos igualmente prováveis 16
16 MÉDIA E VARIÂNCIA Valor Esperado (média): Dada a v.a. X, assumindo os valores x 1, x,..., x n, chamamos de valor médio, ou valor esperado, ou esperança matemática de X o valor E( X ) x P( X Notação: = E(X) x )... x P( X 1 1 n n i i i1 No exemplo, para média de X (soma de pontos), temos: E(X) = (1/36) + 3 (/36) (/36) + 1 (1/36) = 5/36 = 7, ou seja, em média, a soma dos pontos no lançamento dos dois dados é igual a 7. x ) n x P( X x ) 17
17 Variância: É o valor esperado da v.a. (X E(X)), ou seja, se X assume os valores x 1, x,..., x n, então Notação: Var( X ) [ xi σ n i1 Var(X). - E( X )] P( X x i ) Da relação acima, segue que Var( X ) E( X ) [ E( X )]. Desvio Padrão: É definido como a raiz quadrada positiva da variância, isto é, Notação: DP( X ) σ DP(X). Var( X ). 18
18 No exemplo, x P(X=x) 1/36 /36 3/36 4/36 5/36 6/36 5/36 4/36 3/36 /36 1/36 Var(X) (- 7) , 83. (3-7) (11-7) Alternativamente, poderíamos calcular E(X 1 ) , e, portanto, Var(X) = 54,83 7 = 5, (1-7)
19 Propriedades: 1) Se X = a, em que a é uma constante, então E(X) = a e Var(X) = 0. ) Se Y = ax + b, em que a e b são constantes, então e E(Y) = E(aX + b) = ae(x) + b Var(Y) = Var(aX + b) = a Var(X). 0
20 - MODELOS PROBABILÍSTICOS DISCRETOS - Modelo de Bernoulli ou Binário Na prática, existem muitos experimentos que admitem apenas dois resultados. Exemplos: uma peça é classificada como boa ou defeituosa; o resultado de um exame médico para detecção de uma doença é positivo ou negativo; um paciente submetido a um tratamento, durante um período de tempo fixo, cura-se ou não da doença; um entrevistado concorda ou não com a afirmação feita; no lançamento de um dado ocorre ou não a face 5. 1
21 Situações com alternativas dicotômicas podem ser representadas, genericamente, por respostas do tipo sucesso-fracasso. Esses experimentos recebem o nome de Ensaios de Bernoulli e originam uma v.a. com distribuição de Bernoulli. Variável aleatória de Bernoulli: É uma v.a. que assume apenas dois valores: 1 se ocorrer sucesso, 0 se ocorrer fracasso. Geralmente, a probabilidade de sucesso é representada por p, 0 < p < 1.
22 X ~ Bernoulli (p) indica uma v.a. com distribuição de Bernoulli com parâmetro p, isto é, X = 1, se ocorrer sucesso 0, se ocorrer fracasso e sua função de probabilidade pode ser representada pela tabela X 1 0 P(X=x) p 1 - p Segue que E(X) = p, Var(X) = p(1 p). Repetições independentes de um ensaio de Bernoulli, com a mesma probabilidade de ocorrência de sucesso, dão origem ao modelo de probabilidade binomial. 3
23 Exemplo: Um dado equilibrado é lançado 3 vezes. Qual é a probabilidade de se obter a face 5 duas vezes? Denotamos, Modelo Binomial S: sucesso, ocorrer face 5; F: fracasso, não ocorrer face 5. É fácil ver que p = P(sucesso) = 1/6 e q = 1 p = P(fracasso) = 5/6 W = {SSS, SSF, SFS, FSS, SFF, FSF, FFS, FFF} 4
24 Estamos interessados no número total de sucessos que, no caso, é o número de vezes que a face 5 é observada nos 3 lançamentos do dado. p S W Prob X (SSS) p 3 3 p S q F (SSF) p q p S q F p q p S F S (SFS) p q (SFF) pq 1 (FSS) p q q p S q F (FSF) pq 1 F q F p q S F (FFS) pq 1 (FFF) q 3 0 5
25 A função de probabilidade de X é dada por: Probabilidades binomiais para n = 3 e P(S) = p n o. de sucessos probabilidades p = 1/6 0 q 3 15/16=0, pq 75/16=0,347 3p q 15/16=0, p 3 1/16=0,0046 Podemos escrever essa função como P(X k) 3 k p k q 3 - k, k 0, 1,, 3. No exemplo, para n = 3 e p = 1/6, P (X ) 0,
26 Distribuição binomial: A v.a. X correspondente ao número de sucessos em n ensaios de Bernoulli independentes e com mesma probabilidade p de sucesso tem distribuição binomial com parâmetros n e p. Sua função de probabilidade é dada por P (X k) n k k p (1- p) n - k, k 0, 1,..., n. Notação: X ~ B(n; p). 7
27 Resultado: Se X ~ B(n; p), então média: = E(X) = np variância: = Var(X) = np(1-p) 8
28 Exemplo utilizando o R: Considere uma prova com 1 questões, cada uma com 4 alternativas. Suponha que o aluno escolha as respostas ao acaso. Qual é a probabilidade de que ele acerte pelo menos 6 questões? X: nº de questões que o aluno acertará X pode assumir valores no conjunto {0, 1,, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 ou 1}. X ~ B(1; 0,5) P 1 x 1x X x 0,5 1 0,5 x Uso do MINITAB para os cálculos! 9
29 No R, probabilidades > dbinom(0:1,1,0.5) [1] e e e e e-01 [6] e e e e e-04 [11] e e e-08 > cbind(0:1,dbinom(0:1,1,0.5)) [,1] [,] [1,] e-0 [,] e-01 [3,].393e-01 [4,] e-01 [5,] e-01 [6,] e-01 [7,] e-0 [8,] e-0 [9,] e-03 [10,] e-04 [11,] e-05 [1,] e-06 [13,] e-08 > barplot(dbinom(0:1,1,0.5),names.arg=0:1,main="distribuição B(1,0.5)") 30
30 31
31 A média é E(X) = np = 1 0,5 = 3, ou seja, em média, o aluno que responder ao acaso todas as questões acertará 3. 3
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