Redes Complexas Aula 7
|
|
|
- Margarida Malheiro de Abreu
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Redes Complexas Aula 7 Aula retrasada Lei de potência Distribuição Zeta Propriedades Distribuição Zipf Exemplo Wikipedia Aula de hoje Distribuição de Pareto Medindo lei de potência Estimando expoente Exemplos reais
2 Distribuição de Lei de Potência X é uma v.a. discreta ou contínua Distribuição de lei de potência função de probabilidade f X x ~c x a c > 0, a > 1, constantes Cauda pesada: valores muito longe da média podem ocorrer Livre de escala: razão entre probabilidades não depende da escala
3 Distribuição de Pareto Lei de potência para va. contínuas Zeta e Zipf usadas para va. discretas Originalmente utilizada para caracterizar a distribuição da riqueza entre indivíduos num país (por Vilfredo Pareto, na Itália do século 19) atualmente usada para modelar diversos fenômenos Função densidade de probabilidade a f X x = a x 0 x a 1 Parâmetros a > 0 e x 0 > 0 Definida para valores x > x 0
4 80-20 Rule Princípio de Pareto: 80 % dos recursos estão concentrado em 20% da população Fração da população versus fração de riqueza acumulada Curvas de Lorenz Usada também para calcular coeficiente de Gini (índice de desigualdade na distribuição de renda) Brasil: um dos piores do mundo!
5 Medindo Lei de Potência Muitos fenômenos parecem seguir lei de potência Dados empíricos, obtidos na prática ex. renda, graus, praias, terremotos, estrelas,... Como identificar lei de potência? Plotar distribuição empírica Muito cuidado!
6 Dados Reais Amostras geradas numericamente 10 6 amostras Gerador pseudo-aleatório, método da transformada inversa Distribuição de Pareto com parâmetros a = 2.5, x 0 = 1 Como apresentar resultados?
7 Histograma Definir intervalos de tamanho fixo ex. b = 0.1 i-ésimo intervalo [x 0 +(i-1)*b, x 0 +i*b) Contar número de amostras em cada intervalo Dividir pelo total de amostras frequência relativa
8 Resultados Valores muito grande ocorrem! Restringindo o eixo x
9 Resultados em Log-Log Intervalos com apenas uma amostra (10-6 ) Relação linear começa aparecer Ruído? Por que? Ignorar? Outra idéia para visualizar?
10 Histograma Logarítmico Problema: intervalos contém poucos pontos quando x é grande intervalo relativamente pequeno (fixo) Idéia: Definir intervalos de tamanho variável Intervalos com crescimento exponencial b tamanho do primeiro intervalo 2b tamanho do segundo, 4b do terceiro,... i-ésimo intervalo [x 0 +2 i-1 *b, x 0 +2 i *b) Intervalos espaçados uniformemente em escala log Calcular frequência relativa em cada intervalo
11 Resultados Problema? Intervalo maiores tem mais chance de ter pontos Idéia: normalizar pelo tamanho do intervalo Dividir número de amostras no i-ésimo intervalo pelo seu tamanho, 2 i Frequência relativa por unidade de valor e não mais no intervalo
12 Intervalo Normalizado Valores muito pequenos! Metodo muito usado pelos físicos Como estimar expoente?
13 Problemas com Histograma Determinar tamanho do intervalo inicial e potência, no caso logarítmico Valor do intervalo pode influenciar Número de amostras por intervalo diminui mesmo no caso logarítmico Agrega informação em intervalos! trabalha com média Perde informação das amostras Outra idéia?
14 CCDF Empírica CCDF (Complementary Cumulative Distribution Function) P[X >= x] = 1 P[X < x] = 1 F X (x) Empírica fração das amostras que são maiores que um valor Considerar todas as amostras Não há intervalos! Ordenar amostras em ordem crescente Fração das amostras que são maiores que o primeiro valor, que o segundo valor, etc. Visualizar em log-log
15 Resultado Todos os pontos estão representados Relação linear indiscutível! Ruído? Porque? Método de visualização mais adequado Relação direta com exponente p(x)
16 Relação entre CCDF e PDF Lembrando a f X x = a x 0 x a 1 F(y) : CCDF F y = y f X x dx F X y = x 0 y a CCDF também segue lei de potência Exponente é uma unidade menor (em valor absoluto) Ex: expoente CCDF = 2.1, exponete PDF = 3.1
17 Estimando o Expoente Regressão linear no gráfico log-log usando todos os pontos? Usar inclinação da reta como expoente Inclinação? s= y x 4 = = Correto! Pois a = 2.5 Forma mais comum, mas menos adequada Estimador pode ser muito ruim
18 Estimando o Expoente Forma mais adequada, via MLE Maximum Likelihood Estimation Idéia: obter a para o qual as amostras geradas seja mais provável L x 1,,x n a n L x 1,, x n a = i=1 Prob. de de gerar as n amostras dado um expoente a Likelihood function n f X x i = i=1 a x 0 a x i a 1 Trabalhar com a log likelihood funcion l x 1,, x n a =log L x 1,, x n a
19 Estimador MLE Obter o valor máximo da função l(x a) derivar com relação a a, igualar a zero e resolver Precisamos determinar também x 0 menor valor dentre as amostras maximiza l Estimadores x 0 =min i x i â=n[ n i=1 ln x i x 0 ] 1 Estimador é uma v.a.
20 Erro do Estimador Erro do estimador é seu desvio padrão Podemos calcular E[X] e E[X 2 ] para estimador = a 1 n Decresce com sqrt(n), como esperado Desvio padrão do estimador
21 Determinando o Início Na prática, distribuição não segue lei de potência sobre todas as escalas mistura de distribuições, no início Lei de potência para valores grandes, a partir de certo x 0 não vale para x pequeno Ignorar valores pequenos, onde distribuição desvia de lei de potência Problema: determinar x 0 onde começa a lei de potência?
22 Exemplos Reais Alguns casos, distribuição é mistura de funções Cauda segue lei de potência Power law tail x 0 pode ser relativamente grande
23 A Arte de Determinar x 0 x 0 muito pequeno x 0 ruídos perto de zero influenciam estimativa do expoente muito grande perda de informação, ruído no final da cauda Expoente depende de x 0 influência direta nos resultados Usar o bom senso! Verificar variação do erro é uma boa idéia
24 Nem tudo é Lei de Potência Algumas va. assumem valores grandes longe da média Distribuição não segue lei de potência nem na cauda! Cuidado ao tirar conclusões! muitos casos são inconclusivos
25 Distribuição Log-Normal X va contínua, x > 0 X tem distribuição log-normal se logaritmo de X tem distribuição Normal se Y = log (X) tem distribuição Normal Ou seja, X = exp(y) onde Y tem distribuição Normal Dois parâmetros média ( ) e variância ( ) da Normal Y Densidade
26 Distribuição Log-Normal Cauda pesada Assume valores muito longe da média com probabilidade não desprezível Parece com lei de potência decaimento sustentado em log-log, mas não é lei de potência Decaimento não é linear para valores arbitrariamente grandes de x Por que? Motivo para muita discussão!
Sexta Lista: Geração de Números Pseudo-Aleatórios e Método de Monte Carlo
Sexta Lista: Geração de Números Pseudo-Aleatórios e Método de Monte Carlo Antônio Carlos Roque da Silva Filho e Cristiano R. F. Granzotti 26 de junho de 2017 Os exercícios desta lista devem ser resolvidos
Capítulo 3: Elementos de Estatística e Probabilidades aplicados à Hidrologia
Departamento de Engenharia Civil Prof. Dr. Doalcey Antunes Ramos Capítulo 3: Elementos de Estatística e Probabilidades aplicados à Hidrologia 3.1 - Objetivos Séries de variáveis hidrológicas como precipitações,
Avaliação e Desempenho Aula 5
Avaliação e Desempenho Aula 5 Aula passada Revisão de probabilidade Eventos e probabilidade Independência Prob. condicional Aula de hoje Variáveis aleatórias discretas e contínuas PMF, CDF e função densidade
Teoria das Filas aplicadas a Sistemas Computacionais. Aula 08
Teoria das Filas aplicadas a Sistemas Computacionais Aula 08 Universidade Federal do Espírito Santo - Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM Teoria das Filas
Capítulo 2. Distribuições de Probabilidade Estimativas de parâmetros e tempos-atéfalha. Flávio Fogliatto
Capítulo 2 Distribuições de Probabilidade Estimativas de parâmetros e tempos-atéfalha Flávio Fogliatto 1 Ajustes de distribuições Em estudos de confiabilidade, dados são amostrados a partir de uma população
Momentos: Esperança e Variância. Introdução
Momentos: Esperança e Variância. Introdução Em uma relação determinística pode-se ter a seguinte relação: " + " = 0 Assim, m =, é a declividade e a e b são parâmetros. Sabendo os valores dos parâmetros
Variáveis Aleatórias Contínuas e Distribuição de Probabilidad
Variáveis Aleatórias Contínuas e Distribuição de Probabilidades - parte II 26 de Novembro de 2013 Distribuição Contínua Uniforme Média e Variância Objetivos Ao final deste capítulo você deve ser capaz
Noções de Simulação. Ciências Contábeis - FEA - Noturno. 2 o Semestre MAE0219 (IME-USP) Noções de Simulação 2 o Semestre / 23
Noções de Simulação Ciências Contábeis - FEA - Noturno 2 o Semestre 2013 MAE0219 (IME-USP) Noções de Simulação 2 o Semestre 2013 1 / 23 Objetivos da Aula Sumário 1 Objetivos da Aula 2 Motivação 3 Geração
VERIFICAÇÃO DOS RECURSOS NECESSÁRIOS. Capítulo 1 VARIÁVEIS E AMOSTRAS 1
PREFÁCIO VERIFICAÇÃO DOS RECURSOS NECESSÁRIOS xiii DO EXCEL... xv Capítulo 1 VARIÁVEIS E AMOSTRAS 1 VARIÁ VEIS 4 NÚMERO DE VARIÁVEIS 5 CLASSIFICAÇÃO DAS VARIÁVEIS 6 ESCALA DE MEDIÇÃO DAS VARIÁVEIS 7 POPULAÇÃO
Universidade Federal do Paraná (UFPR) Bacharelado em Informática Biomédica. Regressão. David Menotti.
Universidade Federal do Paraná (UFPR) Bacharelado em Informática Biomédica Regressão David Menotti www.inf.ufpr.br/menotti/ci171-182 Hoje Regressão Linear ( e Múltipla ) Não-Linear ( Exponencial / Logística
Estatística e Modelos Probabilísticos - COE241
Estatística e Modelos Probabilísticos - COE241 Aula passada Introdução à simulação Geração de números aleatórios Lei dos Grandes Números Aula de hoje Geração de variáveis aleatórias: Transformada Inversa
Seja (X,Y) uma v.a. bidimensional contínua ou discreta. Define-se valor esperado condicionado de X para um dado Y igual a y da seguinte forma:
46 VALOR ESPERADO CONDICIONADO Seja (X,Y) uma v.a. bidimensional contínua ou discreta. Define-se valor esperado condicionado de X para um dado Y igual a y da seguinte forma: Variável contínua E + ( X Y
Introdução a Redes Complexas
Introdução a Redes Complexas Jornadas de Atualização em Informática (JAI) CSBC 2011 Encontro 2/3 Daniel R. Figueiredo LAND PESC/COPPE/UFRJ Do que trata Redes Complexas? Entender como as coisas se conectam
Distribuições de Probabilidade
Distribuições de Probabilidade 7 6 5 4 3 2 1 0 Normal 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Exemplos: Temperatura do ar 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 Assimetrica Positiva 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Exemplos: Precipitação
IND 1115 Inferência Estatística Aula 6
Conteúdo IND 5 Inferência Estatística Aula 6 Setembro de 004 A distribuição Lognormal A distribuição Beta e sua relação com a Uniforme(0,) Mônica Barros mbarros.com mbarros.com A distribuição Lognormal
HIDROLOGIA AULA 14 HIDROLOGIA ESTATÍSTICA. 5 semestre - Engenharia Civil. Profª. Priscila Pini
HIDROLOGIA AULA 14 5 semestre - Engenharia Civil HIDROLOGIA ESTATÍSTICA Profª. Priscila Pini [email protected] INTRODUÇÃO Chuva e vazão Grande variabilidade no tempo! Estatística em Hidrologia:
Teoria das Filas aplicadas a Sistemas Computacionais. Aula 09
Teoria das Filas aplicadas a Sistemas Computacionais Aula 09 Universidade Federal do Espírito Santo - Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM Teoria das Filas
AULA 02 Distribuição de Probabilidade Normal
1 AULA 02 Distribuição de Probabilidade Normal Ernesto F. L. Amaral 20 de agosto de 2012 Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Fonte: Triola, Mario
AULA 02 Distribuição de probabilidade normal
1 AULA 02 Distribuição de probabilidade normal Ernesto F. L. Amaral 02 de outubro de 2013 Centro de Pesquisas Quantitativas em Ciências Sociais (CPEQS) Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH)
Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade
Mestrado e Doutorado em Controladoria e Contabilidade Análise Multivariada Aplicada à Contabilidade Prof. Dr. Marcelo Botelho da Costa Moraes www.marcelobotelho.com [email protected] Turma: 2º / 2016 1 Agenda
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva Medidas de grandezas físicas Valor numérico e sua incerteza, unidades apropriadas Exemplos: - Velocidade (10,02 0,04) m/s - Tempo (2,003 0,001) µs - Temperatura (273,3
Estatística e Modelos Probabilísticos - COE241
Estatística e Modelos Probabilísticos - COE241 Aula passada Análise da dados através de gráficos Introdução a Simulação Aula de hoje Introdução à simulação Geração de números aleatórios Lei dos Grandes
Aula 14. Aula de hoje. Aula passada
Aula 14 Aula passada Autovalores, autovetores, decomposição Convergência para estacionaridade Tempo de mistura Spectral gap Tempo de mistura de passeios aleatórios Aula de hoje Caminho amostral Teorema
MOQ-13 PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA. Professor: Rodrigo A. Scarpel
MOQ-13 PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA Professor: Rodrigo A. Scarpel [email protected] www.mec.ita.br/~rodrigo Programa do curso: Semanas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 e 16 Introdução à probabilidade (eventos,
Técnicas Computacionais em Probabilidade e Estatística I. Aula I
Técnicas Computacionais em Probabilidade e Estatística I Aula I Chang Chiann MAE 5704- IME/USP 1º Sem/2008 1 Análise de Um conjunto de dados objetivo: tratamento de um conjunto de dados. uma amostra de
TRANSFORMAÇÕES. 1 Tornar comparáveis descritores medidos em diferentes unidades
TRANSFORMAÇÕES Razões para transformar os dados antes das análises: 1 Tornar comparáveis descritores medidos em diferentes unidades Isso é feito através da padronização (Standardization), que significa
Aula de hoje. administração. São Paulo: Ática, 2007, Cap. 3. ! Tópicos. ! Referências. ! Distribuição de probabilidades! Variáveis aleatórias
Aula de hoje! Tópicos! Distribuição de probabilidades! Variáveis aleatórias! Variáveis discretas! Variáveis contínuas! Distribuição binomial! Distribuição normal! Referências! Barrow, M. Estatística para
1 x. = π 2. pois. Probabilidade: um curso introdutório - Mônica Barros - Capítulo 7 - Soluções
Soluções - Capítulo 7 Lista semestre 000.0:, 3, 5 a, 5, 6, 7,, 4, 5 Problema Ache a mediana das densidades Qui-quadrado com e graus de liberdade. A densidade Qui-quadrado com n graus de liberdade é dada
SUMÁRIOS DE VARIÁVEIS ALEATÓRIAS CONTINUAS
4 SUMÁRIOS DE VARIÁVEIS ALEATÓRIAS CONTINUAS Em muitos problemas de probabilidade que requerem o uso de variáveis aleatórias, uma completa especificação da função de densidade de probabilidade ou não está
1.1 Exemplo da diferença da média da população para a média amostral.
1 Estatística e Probabilidades Inferência Estatística consiste na generalização das informações a respeito de uma amostra, para a sua população. A Probabilidade considera modelos para estimar informações
Distribuição Normal. Prof. Eduardo Bezerra. (CEFET/RJ) - BCC - Inferência Estatística. 25 de agosto de 2017
padrão - padronização Distribuição Normal Prof. Eduardo Bezerra (CEFET/RJ) - BCC - Inferência Estatística 25 de agosto de 2017 Eduardo Bezerra (CEFET/RJ) Distribuição Normal Março/2017 1 / 32 Roteiro Distribuições
Cálculo das Probabilidades e Estatística I
Cálculo das Probabilidades e Estatística I Prof a. Juliana Freitas Pires Departamento de Estatística Universidade Federal da Paraíba - UFPB [email protected] Distribuição Normal Motivação: Distribuição
Estatística e Modelos Probabilísticos - COE241
Estatística e Modelos Probabilísticos - COE241 Aula passada Somas aleatórias Aula de hoje Introdução à simulação Geração de números aleatórios Lei dos Grandes Números Simulação de Sistemas Discretos É
Probabilidade e Modelos Probabilísticos
Probabilidade e Modelos Probabilísticos 2ª Parte: modelos probabilísticos para variáveis aleatórias contínuas, modelo uniforme, modelo exponencial, modelo normal 1 Distribuição de Probabilidades A distribuição
Análise de Dados em Astronomia. 4. Simulações de Monte Carlo
1 / 22 Análise de Dados em Astronomia 4. Simulações de Monte Carlo Laerte Sodré Jr. AGA0505, 1o. semestre 2019 2 / 22 introdução aula de hoje: o método de Monte Carlo 1 introdução 2 variáveis aleatórias
ESTATÍSTICA. x(s) W Domínio. Contradomínio
Variáveis Aleatórias Variáveis Aleatórias são funções matemáticas que associam números reais aos resultados de um Espaço Amostral. Uma variável quantitativa geralmente agrega mais informação que uma qualitativa.
TESTE DE KOLMOGOROV-SMIRNOV. Professor Ewaldo Santana Universidade Estadual do Maranhão - UEMA
TESTE DE KOLMOGOROV-SMIRNOV Professor Ewaldo Santana Universidade Estadual do Maranhão - UEMA Conteúdo 2 Ewaldo Santana Introdução 3 Ewaldo Santana Introdução Testes estatísticos paramétricos, tais como
Distribuições de Probabilidade. Variáveis aleatórias contínuas
Distribuições de Probabilidade Variáveis aleatórias contínuas 1 Variáveis contínuas Uma variável aleatória contínua toma um nº infinito não numerável de valores (intervalos de números reais), os quais
CÁLCULO NUMÉRICO. Profa. Dra. Yara de Souza Tadano
CÁLCULO NUMÉRICO Profa. Dra. Yara de Souza Tadano [email protected] Aula 4 Ajuste de Curvas AJUSTE DE CURVAS Cálculo Numérico 3/55 Introdução Em geral, experimentos geram uma gama de dados que devem
Distribuições de Probabilidade Contínuas 1/19
all Distribuições de Probabilidade Contínuas Professores Eduardo Zambon e Magnos Martinello UFES Universidade Federal do Espírito Santo DI Departamento de Informática CEUNES Centro Universitário Norte
AULAS 6 e 7. ESPERANÇA, MOMENTOS E DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADES de VARIÁVEIS DISCRETAS 05/05/2017
AULAS 6 e 7 ESPERANÇA, MOMENTOS E DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADES de VARIÁVEIS DISCRETAS 05/05/2017 Em aulas passadas vimos as funções de probabilidade de variáveis discretas e contínuas agora vamos ver
Capítulo 4 - Derivadas
Capítulo 4 - Derivadas 1. Problemas Relacionados com Derivadas Problema I: Coeficiente Angular de Reta tangente. Problema II: Taxas de variação. Problema I) Coeficiente Angular de Reta tangente I.1) Inclinação
Matemática Aplicada à Economia LES 201. Aulas 19 e 20 Funções exponenciais e logarítmicas. Luiz Fernando Satolo
Matemática Aplicada à Economia LES 201 Aulas 19 e 20 Funções exponenciais e logarítmicas Luiz Fernando Satolo Funções Exponenciais e Logaritmicas Chiang, cap. 10 Funções exponenciais e logarítmicas várias
Vetor de Variáveis Aleatórias
Vetor de Variáveis Aleatórias Luis Henrique Assumpção Lolis 25 de junho de 2013 Luis Henrique Assumpção Lolis Vetor de Variáveis Aleatórias 1 Conteúdo 1 Vetor de Variáveis Aleatórias 2 Função de Várias
Cálculo das Probabilidades I
Cálculo das Probabilidades I Departamento de Estatística Universidade Federal da Paraíba Prof. Tarciana Liberal (UFPB) Aula Função Geradora de Momentos 10/13 1 / 19 Calculamos algumas características da
Distribuições Contínuas de Probabilidade
Distribuições Contínuas de Probabilidade Uma variável aleatória contínua é uma função definida sobre o espaço amostral, que associa valores em um intervalo de números reais. Exemplos: Espessura de um item
Cap. 4- Interpolação Numérica Definições. Censos de BH. Qual o número de habitantes na cidade de Belo Horizonte em 1975?
Cap. 4- Interpolação Numérica 4.1. Definições Censos de BH População em BH (Habitantes,5,,, 1,5, 1,, 5, 194 196 198 Ano Ano 195 196 197 198 1991 1996 1 No. habitantes 5.74 68.98 1.5. 1.78.855..161.91.71.8.56.75.444
Funções Geradoras de Variáveis Aleatórias. Simulação Discreta de Sistemas - Prof. Paulo Freitas - UFSC/CTC/INE
Funções Geradoras de Variáveis Aleatórias 1 Funções Geradoras de Variáveis Aleatórias Nos programas de simulação existe um GNA e inúmeras outras funções matemáticas descritas como Funções Geradoras de
Disciplina: Processamento Estatístico de Sinais (ENGA83) - Aula 02 / Processos Aleatórios
Disciplina: Processamento Estatístico de Sinais (ENGA83) - Aula 02 / Processos Aleatórios Prof. Eduardo Simas ([email protected]) Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica/PPGEE Universidade
Modelagem e Avaliação de Desempenho. Pós Graduação em Engenharia Elétrica - PPGEE Prof. Carlos Marcelo Pedroso 2014
Modelagem e Avaliação de Desempenho Pós Graduação em Engenharia Elétrica - PPGEE Prof. Carlos Marcelo Pedroso 2014 Análise de desempenho São disponíveis duas abordagens para realizar a análise de desempenho:
Simulação Monte Carlo
Simulação Monte Carlo Nome do Prof. Fernando Saba Arbache Email do prof. [email protected] Definição Análise de risco faz parte da tomada de decisão Surgem constantemente incertezas, ambiguidades e
Fernando Nogueira Simulação 1
Simulação a Eventos Discretos Fernando Nogueira Simulação Introdução Simulação não é uma técnica de otimização: estima-se medidas de performance de um sistema modelado. Modelos Contínuos X Modelos Discretos
AULA 8. DISTRIBUIÇÕES DE VARIÁVEIS CONTÍNUAS Uniforme, Exponencial e Normal 19/05/2017
AULA 8 DISTRIBUIÇÕES DE VARIÁVEIS CONTÍNUAS Uniforme, Exponencial e Normal 19/05/2017 As funções de distribuição (acumulada) e de densidade para v.a. contínuas = =. Se a densidade f(x)for continua no seu
Modelos de Regressão Linear Simples - Análise de Resíduos
1 Modelos de Regressão Linear Simples - Análise de Resíduos Erica Castilho Rodrigues 27 de Setembro de 2016 2 3 O modelo de regressão linear é dado por 3 O modelo de regressão linear é dado por Y i = β
3. Estimação pontual USP-ICMC-SME. USP-ICMC-SME () 3. Estimação pontual / 25
3. Estimação pontual USP-ICMC-SME 2013 USP-ICMC-SME () 3. Estimação pontual 2013 1 / 25 Roteiro Formulação do problema. O problema envolve um fenômeno aleatório. Interesse em alguma característica da população.
Modelos de Regressão Linear Simples - Análise de Resíduos
Modelos de Regressão Linear Simples - Análise de Resíduos Erica Castilho Rodrigues 1 de Setembro de 2014 3 O modelo de regressão linear é dado por Y i = β 0 + β 1 x i + ɛ i onde ɛ i iid N(0,σ 2 ). O erro
Estatística Aplicada II. } Revisão: Probabilidade } Propriedades da Média Amostral
Estatística Aplicada II } Revisão: Probabilidade } Propriedades da Média Amostral 1 Aula de hoje } Tópicos } Revisão: } Distribuição de probabilidade } Variáveis aleatórias } Distribuição normal } Propriedades
Inferência. 1 Estimativa pontual de uma média 2 Estimativa intervalar de uma média. Renata Souza
Inferência 1 Estimativa pontual de uma média 2 Estimativa intervalar de uma média Renata Souza Aspectos Gerais A estatística descritiva tem por objetivo resumir ou descrever características importantes
Probabilidade e Estatística
Probabilidade e Estatística Aula 6 Distribuições Contínuas (Parte 02) Leitura obrigatória: Devore, Capítulo 4 Chap 6-1 Distribuições de Probabilidade Distribuições de Probabilidade Distribuições de Probabilidade
