Tema Corpo humano e saúde.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tema Corpo humano e saúde."

Transcrição

1 SLIDE 1 - Tema / Conteúdo(s) explorado(s) Data (atividades) Nº sessões Tema Corpo humano e saúde. Como nos podemos proteger dos raios ultravioletas? A atividade teve início no dia 18 de Maio de 2012 e foi concluída a 6 de Junho de Foram realizadas 15 sessões de trabalho com os alunos. Foram utilizadas as aulas de Ciências da Natureza e de Matemática

2 SLIDE 2 - Atividade(s) IBSME: descrição sucinta + aprendizagens 1ª Fase Colocação de perguntas aos alunos para resposta individual. Registo e discussão das respostas dadas. O que são raios U.V.? Que perigos têm? Como nos protegemos? São raios que provocam Faz o cancro da pele e é Usando protetor. o cancro da pele. perigoso. Com protetor solar. São as armas do Sol. Estragam a pele. Com protetor solar, São raios muito perigosos. São raios. Provocam a queda da pele. Faz mal à pele. chapéu, óculos, etc.. legenda Os alunos fazem registos

3 SLIDE 3 - Atividade(s) IBSME: descrição sucinta + aprendizagens (cont.) 2ª Fase Vamos saber mais sobre o assunto? Pesquisa no seguinte site: O que são raios ultra violetas? Que tipos de raios ultra violetas existem? Quais os perigos? Quais os benefícios? Como nos podemos proteger? No site seguinte: Verifica os tipos de pele. No site seguinte consulta o folheto informativo sobre o cancro da pele. No site seguinte: Verifica qual é o índice UV diariamente em Portugal Pesquisa em sites. Registos das pesquisa

4 SLIDE 4 - Atividade(s) IBSME: descrição sucinta + aprendizagens (cont.) 3ªFase Apresentação das contas U.V. Colocação da pergunta: Como vamos testar? Como vamos testar? Vamos testar com T-shirt brancas e escuras se as contas mudam de cor e vamos fazer esta experiência na rua. Vamos à rua e levo os óculos numa mão e com a bolinha debaixo dos óculos e depois vejo se os óculos têm proteção ou não. Vamos ver se os óculos são protetores. Pomos as pulseiras que detetam os raios ultra violetas, e pomos o protetor solar por cima da bolinha. Experimentando. Experimentando

5 SLIDE 5 - Atividade(s) IBSME: descrição sucinta + aprendizagens (cont.) 4ª Fase Realização das experiências: Tempo utilizado: 30 segundos Luz utilizada: luz do Sol Grupo: Marisol e Cristiana O que varia Cor da T-shirt Sem T-shirt Branca Cinzenta Tom das contas UV Grupo: João e Manuel O que varia Tipo de tecido Sem tecido Flanela Algodão fino Tom das contas UV As T-shirt usadas. Os tecidos testados

6 SLIDE 6 - Atividade(s) IBSME: descrição sucinta + aprendizagens (cont.) 4ª Fase Realização das experiências: Grupo: Ricardo e Rúben O que varia Protetor solar Sem protetor Fator 30 Fator 50 Tom das contas UV Experimentando o protetor solar Grupo: Neuza e Fábio O que varia Óculos Sem óculos Lentes incolores Lentes escuras Tom das contas UV Experimentando. os áculos de sol

7 SLIDE 7 - Atividade(s) IBSME: descrição sucinta + aprendizagens (cont.) 5ª Fase Aprendemos que: A espessura dos tecidos influencia o grau de proteção dos raios U.V.; As cores das T-shirt não nos protegem da mesma forma dos raios U.V.; As lentes escuras dos óculos testados protegem-nos dos raios U.V.; O fator mais alto dos protetores solares protege-nos dos raios U.V.. legenda.

8 SLIDE 8: Dificuldades (conhecimentos científicos / abordagem) As dificuldades sentidas foram de motivação e de tempo. A abordagem teve sempre como motivação a possibilidade de divulgação da atividade à restante população escolar. Esta questão foi inicialmente referida quando colocámos a pergunta: O que vamos fazer? Vamos pesquisar. Vamos divulgar. Podemos divulgar fazendo trabalhos e exposições. Vamos fazer o trabalho na rua para as outras pessoas. legenda Construindo os cartazes

9 SLIDE 9: Outros aspetos relevantes (atividade desenvolvida, aprendizagens dos alunos, etc) Os alunos apesar de não manifestarem uma motivação regular interessaram-se pela atividade e pelos seus resultados. Surpreenderam-se pelo interesse manifestado pela população escolar que quis participar na iniciativa realizada no pátio da escola. Dado que se trata de uma turma de currículo alternativo, este é um aspeto importante a ter em conta na motivação e empenho dos alunos. A divulgação

10 SLIDE 10: Sugestões Noutro timing teriamos optado por desenvolver a atividade noutras turmas de currículo geral e não apenas nesta. Esta opção teria permitido estudar o comportamento de turmas com características diferentes.

11 Fibonacci: A Ciência no Ensino Básico e Pré-escolar SLIDE 11 - Nome do(a) formando(a) Escola e localidade Nivel de Ensino Ano de escolaridade Nº alunos Maria Cristina Rodrigues Câncio Macieira Zélia Maria de Oliveira Feijão Escola EB 2,3 de Soeiro Pereira Gomes Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes 2º ciclo 6º D PCA turma com currículo alternativo 12 alunos

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO 2014/2015 CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO Experimentar a Brincar (Ano 6) Realização de experiências no âmbito da Biologia Escola Secundária Cacilhas-Tejo Agrupamento de Escolas Emídio Navarro EB 2,3

Leia mais

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Avaliação do impacto das atividades desenvolvidas nos resultados escolares de 2014/2015 Plano estratégico para 2015/2016 (Conforme

Leia mais

Actividades com os Pais no Computador (APC)

Actividades com os Pais no Computador (APC) Grupo de Multimédia, Ensino e Fronteiras da Química Centro de Investigação em Química da Universidade do Porto CIQ (U.P.) Actividades com os no Computador (APC) Título: A diminuição da camada de ozono

Leia mais

Sessão 2: 12/03/2012

Sessão 2: 12/03/2012 SLIDE 1 - Conhecer os morcegos Nº sessões: 9 sessões (7 de 90 minutos e 2 de 45 minutos) Como imaginam/desenham um morcego? O que sabem e gostavam de saber sobre estes quirópteros? Que fariam para proteger

Leia mais

CONSTRUIR UM BARCO VELOZ

CONSTRUIR UM BARCO VELOZ CONSTRUIR UM BARCO VELOZ Propostas de atividades de Ciência e Matemática Público-alvo: alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico (3º e 4º anos) Autores: Claus Auning & Ida Guldager, University College South

Leia mais

2. FEIRAS E EXPOSIÇÕES

2. FEIRAS E EXPOSIÇÕES 2. FEIRAS E EXPOSIÇÕES ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I- BEJA ATIVIDADES (memória descritiva sucinta) ARTICULAÇÃO ENTRE AS DISCIPLINAS E/OU ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES RESPONSÁVEIS /

Leia mais

AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO

AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO Os processos e as tecnologias podem unir aspectos importantes para melhores desempenhos organizacionais, mas são as pessoas, através dos seus desempenhos e comportamentos,

Leia mais

UNIVERSIDADE POPULAR DO PORTO

UNIVERSIDADE POPULAR DO PORTO ACÇÃO DE FORMAÇÃO MEMÓRIAS DO TRABALHO A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA E DA HISTÓRIA ORAL RELATÓRIO FINAL Enquadramento A acção de formação Memórias do trabalho a preservação da memória e da história oral realizou-se

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE ABRANTES Área Disciplinar de Biologia e Geologia ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS ALUNOS (1º PERÍODO 2013/2014)

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE ABRANTES Área Disciplinar de Biologia e Geologia ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS ALUNOS (1º PERÍODO 2013/2014) AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE ABRANTES Área Disciplinar de Biologia e Geologia ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS ALUNOS (1º PERÍODO 2013/2014) (Anexo à ata nº 4, da reunião de 07-03-2014) A. LEITURA GLOBAL DOS

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes. Projeto de Ciências Experimentais

Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes. Projeto de Ciências Experimentais Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e S. João dos Montes Projeto de Ciências Experimentais Mexer com a Ciência Ano Letivo 2015/2016 Índice Introdução. Atitudes e Valores. 3 4 Objetivos.. 5 Sugestão

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14 Agrupamento de Escolas da Moita Plano de Melhoria P r o v i s ó r i o P p P r o Ano letivo 2013-14 Moita, 22 de abril de 2015 A COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO o Célia Romão o Hélder Fernandes o Ana Bela Rodrigues

Leia mais

A radiação solar que provoca queimadura solar e é cancerígena é a radiação ultravioleta;

A radiação solar que provoca queimadura solar e é cancerígena é a radiação ultravioleta; REGULAMENTO CONCURSO ENQUADRAMENTO O Sol é indispensável à vida. A sua luminosidade gera alegria de viver. Os raios solares ajudam-nos a fabricar a vitamina D, indispensável ao desenvolvimento ósseo. Mas

Leia mais

Plano de Transição 2012

Plano de Transição 2012 Plano de Transição 2012 A transição entre ciclos de ensino é hoje reconhecida por todos como um dos pontos críticos dos sistemas educativos, não só em virtude de envolver a transição de alunos de uma escola

Leia mais

Protector Solar? Claro que sim, vou de férias!

Protector Solar? Claro que sim, vou de férias! Protector Solar? Claro que sim, vou de férias! João BURT COSTA 4 de Junho de 2015 Auditório da Casa das Histórias da Paula Rego Principais destinos de férias Principais destinos de férias Principais destinos

Leia mais

Normas para elaboração de trabalhos escolares

Normas para elaboração de trabalhos escolares Normas para elaboração de trabalhos escolares Ensino Fundamental 8 os e 9 os anos Ensino Médio fevereiro/2012 O que é um trabalho escolar? É uma atividade relacionada a um tema ou assunto sobre o conteúdo

Leia mais

Ação 1 Foral andante o que eu escrevo, o que tu lês

Ação 1 Foral andante o que eu escrevo, o que tu lês Ação 1 Foral andante o que eu escrevo, o que tu lês Criar ambientes de partilha; Proporcionar momentos de incentivo à leitura e ao relevo das ilustrações; Facilitar e promover a criatividade e imaginação;

Leia mais

Estudo de funções parte 2

Estudo de funções parte 2 Módulo 2 Unidade 3 Estudo de funções parte 2 Para início de conversa... Taxa de desemprego no Brasil cai a 5,8% em maio A taxa de desempregados no Brasil caiu para 5,8% em maio, depois de registrar 6%

Leia mais

Esta tarefa pretende desenvolver nos alunos algumas competências ao nível dos temas indicados, da comunicação matemática e do trabalho de grupo.

Esta tarefa pretende desenvolver nos alunos algumas competências ao nível dos temas indicados, da comunicação matemática e do trabalho de grupo. TAREFA: Projecto: Instrumentos de Medida Actividade desenvolvida pela Escola Básica 2,3 de Nery Capucho. ENQUADRAMENTO CURRICULAR: Alunos do 3º ciclo Área Temática: Números e Operações. Unidades de Medida.

Leia mais

Ação de Formação. Aquisição da escrita e da leitura: a consciência fonológica. Turma A: Maio: 4, 11 e 25 Junho: 8

Ação de Formação. Aquisição da escrita e da leitura: a consciência fonológica. Turma A: Maio: 4, 11 e 25 Junho: 8 Ação de Formação Aquisição da escrita e da leitura: a consciência fonológica Turma A: Maio: 4, 11 e 25 Junho: 8 Turma B: Setembro: 7 Setembro: 13 Setembro: 14 Setembro: 21 Formador: Dr. António Manuel

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET Escola E.B. 2/3 João Villaret Tão importante quanto o que se ensina e se aprende é como se ensina e como se aprende. (César Coll) O Agrupamento de Escolas João Villaret

Leia mais

Tema: Ecossistemas Marinhos. Conteúdo explorado: Diversidade nos animais Classificação dos seres vivos. Data: de 24 de Abril a 22 de Maio de 2012

Tema: Ecossistemas Marinhos. Conteúdo explorado: Diversidade nos animais Classificação dos seres vivos. Data: de 24 de Abril a 22 de Maio de 2012 SLIDE 1 - Tema / Conteúdo(s) explorado(s) Data (atividades) Nº sessões Tema: Ecossistemas Marinhos Conteúdo explorado: Diversidade nos animais Classificação dos seres vivos Data: de 24 de Abril a 22 de

Leia mais

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS DAS CIÊNCIAS E AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NUM PROJETO INTERDISCIPLINAR DE INVESTIGAÇÃO-AÇÃO CTS

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS DAS CIÊNCIAS E AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NUM PROJETO INTERDISCIPLINAR DE INVESTIGAÇÃO-AÇÃO CTS ATIVIDADES EXPERIMENTAIS DAS CIÊNCIAS E AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NUM PROJETO INTERDISCIPLINAR DE INVESTIGAÇÃO-AÇÃO CTS Ana Paula Santos; António Fernandes; Berta Bemhaja; Cristina Fernandes;

Leia mais

OBJECTIVOS DO PROJECTO

OBJECTIVOS DO PROJECTO INTRODUÇÃO Este projecto destina-se às crianças dos três aos seis anos de idade. A Lei Quadro da Educação Pré-escolar estabelece como princípio geral que a educação pré-escolar é a primeira etapa da educação

Leia mais

Atividade 1.- A água (Maria Manuel da Silva Nascimento e

Atividade 1.- A água (Maria Manuel da Silva Nascimento e Atividade 1.- A água (Maria Manuel da Silva Nascimento e aluna Patricia) Adaptação da SEQUÊNCIA DIDÁCTCA 2 do livro "Tratamento da Informação para o Ensino Fundamental e Médio" de Irene Mauricio Cazorla

Leia mais

Concurso de Fotografia REGULAMENTO

Concurso de Fotografia REGULAMENTO Concurso de Fotografia A CIÊNCIA E A ARTE REGULAMENTO Introdução A proximidade entre arte e ciência pode ser traçada de muitas formas diferentes no decorrer da história. O escultor, pintor, engenheiro

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação Critérios de Avaliação Ano letivo 2013/2014 Critérios de Avaliação 2013/2014 Introdução As principais orientações normativas relativas à avaliação na educação pré-escolar estão consagradas no Despacho

Leia mais

Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas)

Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas) Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas) A Biblioteca Escolar 2.0 FORMADORA Maria Raquel Medeiros Oliveira Ramos FORMANDA Regina Graziela Serrano dos Santos Chaves da Costa Azevedo Período de Realização

Leia mais

Exposição de trabalhos sobre O Auto da Índia Exposição de trabalhos sobre Fernando Pessoa

Exposição de trabalhos sobre O Auto da Índia Exposição de trabalhos sobre Fernando Pessoa PROGRAMA DE ANIMAÇÃO NOS STANDS ESCOLA SECUNDÁRIA 2,3 PROF. REYNALDO DOS SANTOS Exposição de material informático Exposição de diversos materiais alusivos ao projecto Os Loucos Anos 20 Workshop Manutenção

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação Critérios de Avaliação 1.º Ciclo do Ensino Básico CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO Critérios de Avaliação, 1º Ciclo - Ano Letivo 2014-15 Página 1 de 10 1. Domínios de avaliação: AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N.º

Leia mais

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE DEPARTAMENTO DA QUALIDADE PLANO DE MELHORIA ESA 2013-2016 Objetivos gerais do Plano de Melhoria 1. Promover o sucesso educativo e melhorar a sua qualidade 2. Melhorar os processos e resultados pedagógicos

Leia mais

A Ponte entre a Escola e a Ciência Azul

A Ponte entre a Escola e a Ciência Azul Projeto educativo A Ponte entre a Escola e a Ciência Azul A Ponte Entre a Escola e a Ciência Azul é um projeto educativo cujo principal objetivo é a integração ativa de estudantes do ensino secundário

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 0/0 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 ÍNDICE - Introdução...

Leia mais

Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico 2009-2010. Tarefa: As roupas do Tomás

Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico 2009-2010. Tarefa: As roupas do Tomás Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico 2009-2010 Tarefa: As roupas do Tomás ESE/IPS 8 de Julho de 2010 Enquadramento Curricular: Tema: Números

Leia mais

Prática 3 Impressão em Papel Salgado 29 de Setembro de 2007 Cadeira Processos de Impressão com Prata

Prática 3 Impressão em Papel Salgado 29 de Setembro de 2007 Cadeira Processos de Impressão com Prata Prática 3 Impressão em Papel Salgado 29 de Setembro de 2007 Cadeira Processos de Impressão com Prata Licenciatura em Fotografia, 2º ano, 2008-2009 Departamento de Fotografia Luis Pavão Escola Superior

Leia mais

Agrupamento de Escolas Martim de Freitas. Ano letivo 2012/2013. Critérios de Avaliação do 1º CEB

Agrupamento de Escolas Martim de Freitas. Ano letivo 2012/2013. Critérios de Avaliação do 1º CEB Agrupamento de Escolas Martim de Freitas Ano letivo 2012/2013 Critérios de Avaliação do 1º CEB 1- Introdução Tal como o disposto no nº 1 do art. 23º do Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de julho, a avaliação

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 2015/16. (Pré-escolar ao 12º ano de escolaridade)

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 2015/16. (Pré-escolar ao 12º ano de escolaridade) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 2015/16 (Pré-escolar ao 12º ano de escolaridade) Os alunos com Necessidades Educativas Especiais, de caráter permanente, a beneficiar de Medidas

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 150253 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS BRAGA OESTE Sede: 343640 Escola dos 2.º e 3.º Ciclos de Cabreiros DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Ano lectivo 2015-2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO No primeiro

Leia mais

A árvore das árvores

A árvore das árvores A árvore das árvores Resumo O documentário apresenta os múltiplos usos do carvalho para as sociedades, desde tempos remotos até os dias de hoje; além de retratar lendas e histórias sobre essas árvores

Leia mais

Proposta de inserção da Cronobiologia na educação infantil

Proposta de inserção da Cronobiologia na educação infantil Proposta de inserção da Cronobiologia na educação infantil 1. Apresentação 2.Inserção da Cronobiologia na pré-escola 3.Inserção da Cronobiologia no fundamental ciclo I 4.Referências. 1. Apresentação Este

Leia mais

Plano Anual de Atividades

Plano Anual de Atividades Agrupamento de Escolas José Afonso Plano Anual de Atividades 2013/ 2014 A- Apoio ao desenvolvimento curricular CALENDARIZAÇÃO ATIVIDADES OBJETIVOS PÚBLICO-ALVO RESPONSÁVEIS ORÇAMENTO AVALIAÇÃO Início do

Leia mais

Classifique as tarefas seguintes segundo a tipologia de CHARLES E LESTER e segundo a

Classifique as tarefas seguintes segundo a tipologia de CHARLES E LESTER e segundo a SITUAÇÕES PROBLEMÁTICAS Classifique as tarefas seguintes segundo a tipologia de CHARLES E LESTER e segundo a tipologia de PONTE. Um palhaço muda de laço e de chapéu todos os dias em que actua no circo.

Leia mais

Docentes responsáveis 1 Actividades 1. Workshops. 9. 19 Balanço final do projecto. 22

Docentes responsáveis 1 Actividades 1. Workshops. 9. 19 Balanço final do projecto. 22 Índice: Docentes responsáveis 1 Actividades 1 Grupo1: Actividades desenvolvidas durante as observações nocturnas... 1 Grupo 2: Construção de um espaço na Mediateca reservado à Astronomia, chamado de Cosmoteca

Leia mais

Grupo Disciplinar. de Filosofia. Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina. Ano letivo de 2012/2013

Grupo Disciplinar. de Filosofia. Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina. Ano letivo de 2012/2013 Grupo Disciplinar de Filosofia Relatório de análise dos resultados da Avaliação Interna e Externa à disciplina de Filosofia Ano letivo de 2012/2013 A Coordenadora de Grupo Disciplinar: Maria João Pires

Leia mais

Fibonacci: A Ciência no Ensino Básico e Pré-escolar

Fibonacci: A Ciência no Ensino Básico e Pré-escolar Fibonacci: A Ciência no Ensino Básico e Pré-escolar Liliana Marques Jardim-de-Infância dos Serviços de Acção Social da Universidade de Lisboa; Lisboa Pré-escolar 22 crianças de 3/4 anos -Jardim-de-infância

Leia mais

O projeto Key for Schools PORTUGAL

O projeto Key for Schools PORTUGAL Escola Secundária Manuel de Arriaga Ano Letivo 2013/2014 O projeto Key for Schools PORTUGAL O Key for Schools PORTUGAL é um projeto que tem como principal objetivo a aplicação, nos estabelecimentos de

Leia mais

SOLAR OVEN. Eco-Cook in Mouraria. Introdução à Engenharia Mecânica Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica

SOLAR OVEN. Eco-Cook in Mouraria. Introdução à Engenharia Mecânica Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica SOLAR OVEN Eco-Cook in Mouraria Introdução à Engenharia Mecânica Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Aluno: Diogo Lucas nº 78044 Aluno: João Ornelas nº 79681 Lisboa, 25 de Novembro de 2013 Introdução

Leia mais

aplicação de Apreciação Intercalar

aplicação de Apreciação Intercalar aplicação de Apreciação Intercalar manual do utilizador v2.2 novembro 2015 Vasco Carrilho Título: Autor: aplicação de Apreciação Intercalar manual do utilizador v2.2 Vasco Carrilho Edição: Agrupamento

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR 2012/2013 Julho de 2013 www.mosteiroecavado.net eb23@mosteiroecavado.net Página 1 de 10 INTRODUÇÃO Durante o ano letivo 2012/2013,

Leia mais

Docentes em queda acelerada

Docentes em queda acelerada OS NÚMEROS DA EDUCAÇÃO Número de Docentes no Sistema de Ensino. Olhando para o relatório A Educação em Números 2015, da Direção Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência (DGEEC). De 2000/2001 a 2013/2014

Leia mais

OS CUIDADOS COM A ÁGUA NA ESCOLA FUNDAMENTAL PROFESSOR ADAILTON COELHO COSTA

OS CUIDADOS COM A ÁGUA NA ESCOLA FUNDAMENTAL PROFESSOR ADAILTON COELHO COSTA OS CUIDADOS COM A ÁGUA NA ESCOLA FUNDAMENTAL PROFESSOR ADAILTON COELHO COSTA Dantas 1, Mayara; Gomes 1, Márcia; Silva 1, Juliene; Silva 1, Jaciele; 1 Discente do Curso de Bacharelado em Ecologia; 2 Professora

Leia mais

Modelo de Projetos Internacionais Conhecer para preservar: animais em extinção Faixa etária: 11 a 14 anos (Ensino Fundamental II) Duração: 2 meses

Modelo de Projetos Internacionais Conhecer para preservar: animais em extinção Faixa etária: 11 a 14 anos (Ensino Fundamental II) Duração: 2 meses Modelo de Projetos Internacionais Conhecer para preservar: animais em extinção Faixa etária: 11 a 14 anos (Ensino Fundamental II) Duração: 2 meses Resumo O objetivo da atividade é que os estudantes aprendam

Leia mais

MANUAL DE FOTOGRAFIA

MANUAL DE FOTOGRAFIA MANUAL DE FOTOGRAFIA 1. A máquina fotográfica. Breve história As primeiras fotografias tiradas, datam de 1826, mas só em 1870, é que foi possível obter um sistema que permitisse a comercialização de chapas

Leia mais

PROJETO PEQUENOS CIENTISTAS AO LEME Sessões Experimentais

PROJETO PEQUENOS CIENTISTAS AO LEME Sessões Experimentais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA ZONA URBANA DA FIGUEIRA DA FOZ DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E DAS CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS PROJETO PEQUENOS CIENTISTAS AO LEME Sessões Experimentais

Leia mais

Livro de Resumos. XV encontro nacional de educação em ciências Tendências atuais em educação em ciências. 2, 3, 4 e 5 de março Faro, Portugal

Livro de Resumos. XV encontro nacional de educação em ciências Tendências atuais em educação em ciências. 2, 3, 4 e 5 de março Faro, Portugal Livro de Resumos XV encontro nacional de educação em ciências Tendências atuais em educação em ciências 2, 3, 4 e 5 de março Faro, Portugal FICHA TÉCNICA Título: XV Encontro Nacional de Educação em Ciências

Leia mais

Preparação para a Prova Final de Matemática 2.º Ciclo do Ensino Básico Olá, Matemática! 6.º Ano

Preparação para a Prova Final de Matemática 2.º Ciclo do Ensino Básico Olá, Matemática! 6.º Ano Organização e tratamento de dados Representação e interpretação de dados Formulação de questões Natureza dos dados Tabelas de frequências absolutas e relativas Gráficos de barras, circulares, de linha

Leia mais

Perguntas frequentes. 20142015 Rede de Bibliotecas Escolares Plano Nacional de Leitura Direção Geral da Saúde

Perguntas frequentes. 20142015 Rede de Bibliotecas Escolares Plano Nacional de Leitura Direção Geral da Saúde Perguntas frequentes 20142015 Rede de Bibliotecas Escolares Plano Nacional de Leitura Direção Geral da Saúde lista de perguntas Projeto SOBE Trabalhar no projeto Saúde Oral, Bibliotecas Escolares (SOBE)

Leia mais

Relatório da atividade de Halloween 31 de outubro

Relatório da atividade de Halloween 31 de outubro SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E CULTURA DIREÇÃO REGIONAL DA EDUCAÇÃO ESCOLA BÁSICA INTEGRADA CANTO DA MAIA PONTA DELGADA Relatório da atividade de Halloween 31 de outubro Para a realização desta

Leia mais

DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E NOVAS TECNOLOGIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISICAS E NATURAIS

DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E NOVAS TECNOLOGIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISICAS E NATURAIS Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E NOVAS TECNOLOGIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISICAS E NATURAIS Ano Letivo: 2014/2015

Leia mais

Autómatos: Brinquedos com movimento em contexto de aula. Guia passo a passo para o professor

Autómatos: Brinquedos com movimento em contexto de aula. Guia passo a passo para o professor Autómatos: Brinquedos com movimento em contexto de aula Guia passo a passo para o professor 1. Introdução Este documento destina-se a todos os professores que pretendam implementar, na escola, uma oficina

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012 Biblioteca Escolar GIL VICENTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE ESCOLA GIL VICENTE EB1 CASTELO BIBLIOTECA ESCOLAR PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012 As atividades constantes do presente

Leia mais

CENTRO DE FORMAÇÃO DE ENTRE HOMEM E CÁVADO AMARES TERRAS DE BOURO

CENTRO DE FORMAÇÃO DE ENTRE HOMEM E CÁVADO AMARES TERRAS DE BOURO CENTRO DE FORMAÇÃO DE ENTRE HOMEM E CÁVADO AMARES TERRAS DE BOURO OFICINA DE FORMAÇÃO: TRABALHO PRÁTICO NA PERSPECTIVA DOS NOVOS PROGRAMAS DE FÍSICA, MATEMÁTICA E BIOLOGIA. UMA ABORDAGEM À EXPERIMENTAÇÃO

Leia mais

SENTE FAZ PARTILHA IMAGINA. Kit do Professor

SENTE FAZ PARTILHA IMAGINA. Kit do Professor Kit do Professor A Associação High Play pretende proporcionar a crianças e jovens um Projecto Educativo preenchido de experiências positivas que permitam o desenvolvimento de competências transversais

Leia mais

Escola Secundária Ferreira de Castro, Oliveira de Azeméis 5 e 6 de abril de 2013 v.diegues70@gmail.com

Escola Secundária Ferreira de Castro, Oliveira de Azeméis 5 e 6 de abril de 2013 v.diegues70@gmail.com Escola Secundária Ferreira de Castro, Oliveira de Azeméis 5 e 6 de abril de 2013 v.diegues70@gmail.com sumário 1- Projeto -Como surgiu o projeto WR -Quais os objetivos do estudo -Principais conclusões

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 JULHO 2015 1. Enquadramento. O presente Plano Estratégico para o ano 2015-2016, dá cumprimento ao disposto no artigo 15.º do Despacho Normativo n.º6/2014, de 26 de maio. Apresentam-se

Leia mais

Perguntas frequentes. 20152016 Rede de Bibliotecas Escolares Plano Nacional de Leitura Direção Geral da Saúde

Perguntas frequentes. 20152016 Rede de Bibliotecas Escolares Plano Nacional de Leitura Direção Geral da Saúde Perguntas frequentes 20152016 Rede de Bibliotecas Escolares Plano Nacional de Leitura Direção Geral da Saúde lista de perguntas Projeto SOBE Trabalhar no projeto Saúde Oral, Bibliotecas Escolares (SOBE)

Leia mais

Escola EB 2,3 de António Feijó

Escola EB 2,3 de António Feijó AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ANTÓNIO FEÍJO Escola EB 2,3 de António Feijó 8.º ANO PLANIFICAÇÃO SEMESTRAL Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015 INFORMAÇÃO Domínio Conteúdos Objetivos

Leia mais

BOAS FÉRIAS, LÊ, JOGA E DIVERTE-TE!

BOAS FÉRIAS, LÊ, JOGA E DIVERTE-TE! JUNHO 2014 BOAS FÉRIAS, LÊ, JOGA E DIVERTE-TE! Caros leitores e leitoras, A presente edição é a última do Jornal Caça Notícias do Agrupamento de Escolas Roque Gameiro, mas não se preocupem, continuarão

Leia mais

Plano Anual Actividades. Associação de Pais e Encarregados de Educação EBI Rainha D.Leonor Lencastre

Plano Anual Actividades. Associação de Pais e Encarregados de Educação EBI Rainha D.Leonor Lencastre Plano Anual Actividades Associação de Pais e Encarregados de Educação EBI Rainha D.Leonor Lencastre 2014/2015 INDICE Nota Introdutória 3 1. Áreas de ação 4 2. Representatividade 4 3. Divulgação/Informação

Leia mais

Área de Projecto PROJECTO

Área de Projecto PROJECTO Área de Projecto PROJECTO Agrupamento de Escolas de Oliveira de Frades Identificação do Tema/Título: Vamos abordar a moda nas suas várias vertentes: doenças (anorexia, bulimia e anemia); os seus impactos

Leia mais

PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA

PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA Sílvia Faim EB 2,3 Monte de Caparica Em Portugal, ao longo dos anos, tem vindo a crescer e a disseminar-se o número de jovens provenientes dos mais variados lugares do mundo,

Leia mais

INFORMAÇÃO -PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO BÁSICO

INFORMAÇÃO -PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO BÁSICO Ciências Naturais Código 10 1. INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características da prova de equivalência à frequência do ensino básico, a realizar em 2015 pelos alunos que se encontram

Leia mais

TÉCNICA DE MARFRAN PARA CÁLCULO DE CONSTANTES

TÉCNICA DE MARFRAN PARA CÁLCULO DE CONSTANTES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CAMPUS DA SAÚDE PROF. JOÃO CARDOSO NASCIMENTO JÚNIOR HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - UNIDADE DE IMAGENS E MÉTODOS GRÁFICOS TÉCNICA DE MARFRAN PARA CÁLCULO DE CONSTANTES PROJETO

Leia mais

Projecto Ciências Experimentais 2

Projecto Ciências Experimentais 2 Todas as crianças possuem um conjunto de experiências e saberes que foram acumulando ao longo da sua vida, no contacto com o meio que as rodeia. Cabe à escola valorizar, reforçar, ampliar e iniciar a sistematização

Leia mais

Não sei em que mês nasci!

Não sei em que mês nasci! Não sei em que mês nasci! Cristina Martins, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança Paula Maria Barros, Escola Superior do Instituto Politécnico de Educação de Bragança Introdução

Leia mais

Objectivos Proporcionar experiências musicais ricas e diversificadas e simultaneamente alargar possibilidades de comunicação entre Pais e bebés.

Objectivos Proporcionar experiências musicais ricas e diversificadas e simultaneamente alargar possibilidades de comunicação entre Pais e bebés. O estudo do desenvolvimento musical da criança é um campo de trabalho privilegiado pela CMT, tendo em conta o perfil curricular de alguns dos seus elementos, com ligações ao meio universitário. Um pouco

Leia mais

2-6 anos Oo CATCGAM_20141558_CP.indd 1 5/9/14 10:48 AM

2-6 anos Oo CATCGAM_20141558_CP.indd 1 5/9/14 10:48 AM 2-6 Oo É através da ação e das interações com os outros que a criança explora o mundo que a rodeia e vai construindo as suas aprendizagens. Torna-se, por isso, importante criar e estimular diferentes experiências

Leia mais

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia e Geologia

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia e Geologia Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia e Geologia CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS- 3ºCICLO - DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS

Leia mais

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Grupo de Biologia e Geologia. Escola Secundária de Valongo. As Professoras:

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Grupo de Biologia e Geologia. Escola Secundária de Valongo. As Professoras: Escola Secundária de Valongo Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Grupo de Biologia e Geologia As Professoras: Cláudia Rocha Fátima Garcia Tema Organizador: Viver Melhor na Terra 1º PERÍODO

Leia mais

DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS.

DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS. AÇÃO Nº 1 DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS. BREVE DESCRIÇÃO DA AÇÃO: conceber, discutir e aplicar planificações, metodologias, práticas

Leia mais

EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR O QUE SABEMOS

EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR O QUE SABEMOS EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR O QUE SABEMOS O QUE SABEMOS UMA METODOLOGIA DE PROJETO PARA A EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR O QUE É O TRABALHO DE PROJETO? Os projetos da coleção «O Que Sabemos» enquadram-se numa metodologia

Leia mais

Pacote de Actividades para Educadores: Guia de Observação www.globeatnight.org

Pacote de Actividades para Educadores: Guia de Observação www.globeatnight.org Pacote de Actividades para Educadores: Guia de Observação Encoraje os seus alunos a participar numa campanha mundial de ciência, que consiste em observar e registar a magnitude das estrelas visíveis e

Leia mais

Regimento das Actividades de Enriquecimento Curricular 2014-2015

Regimento das Actividades de Enriquecimento Curricular 2014-2015 Regimento das Actividades de Enriquecimento Curricular 2014-2015 Índice Introdução 3 Artigo 1.º - Enquadramento 3 Artigo 2.º - Período de funcionamento/instalações 4 Artigo 3.º - Normas de inscrição/funcionamento

Leia mais

Copos e trava-línguas: materiais sonoros para a composição na aula de música

Copos e trava-línguas: materiais sonoros para a composição na aula de música Copos e trava-línguas: materiais sonoros para a composição na aula de música Andréia Veber Rede Pública Estadual de Ensino de Santa Catarina andreiaveber@uol.com.br Viviane Beineke Universidade do Estado

Leia mais

RELATÓRIO FINAL. Plano de Ação da EB1/JI do Bairro do Areias. Relatório Final de Autoavaliação do Plano de Ação de Estabelecimento da EB1 do Areias

RELATÓRIO FINAL. Plano de Ação da EB1/JI do Bairro do Areias. Relatório Final de Autoavaliação do Plano de Ação de Estabelecimento da EB1 do Areias RELATÓRIO FINAL Plano de Ação da EB1/JI do Bairro do Areias Relatório Final de Autoavaliação do Plano de Ação de Estabelecimento da EB1 do Areias Introdução Pontos Conteúdos Explicação dos objetivos do

Leia mais

Explorando a geometria com as crianças das séries iniciais do ensino fundamental

Explorando a geometria com as crianças das séries iniciais do ensino fundamental Explorando a geometria com as crianças das séries iniciais do ensino fundamental Luciane de Fatima Bertini Universidade Federal de São Carlos Brasil lubertini@terra.com.br ) Nacir Aparecida Bertini Prefeitura

Leia mais

Aprendizagens em parceria Partilha de experiências. Isabel Alarcão Professora Catedrática Aposentada Universidade de Aveiro

Aprendizagens em parceria Partilha de experiências. Isabel Alarcão Professora Catedrática Aposentada Universidade de Aveiro Aprendizagens em parceria Partilha de experiências Isabel Alarcão Professora Catedrática Aposentada Universidade de Aveiro Agrupamento de Escolas de Vendas Novas 28.11.2015 Uma vivência minha 1968 Jovem

Leia mais

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Liderança 1.1 1.2 1.3 1.4 1. As decisões tomadas pelo Conselho Pedagógico, pela Direção e pelo Conselho Geral são disponibilizadas atempadamente. 2. Os vários

Leia mais

Mariângela Assumpção de Castro Chang Kuo Rodrigues

Mariângela Assumpção de Castro Chang Kuo Rodrigues Mariângela Assumpção de Castro Chang Kuo Rodrigues 1 APRESENTAÇÃO A ideia deste caderno de atividades surgiu de um trabalho de pesquisa realizado para dissertação do Mestrado Profissional em Educação Matemática,

Leia mais

ENCONTRO INTER TEIP S

ENCONTRO INTER TEIP S ENCONTRO INTER TEIPS ENCONTRO INTER TEIP S DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA EM PORTUGUÊS APRENDER PARA CONTAR/ CONTAR PARA APRENDER 18 de fevereiro de 2015 Ângela Maria Fonseca Viegas Leonardo Afonso Susana Ribeiro

Leia mais

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA ATIVIDADES INVESTIGATIVAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA GT 01 - Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais Maria Gorete Nascimento Brum - UNIFRA- mgnb@ibest.com.br

Leia mais

PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR. Anabela Martins. Bragança, de 20 setembro de 2014

PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR. Anabela Martins. Bragança, de 20 setembro de 2014 PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR Anabela Martins Bragança, de 20 setembro de 2014 PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR Sumário Nota prévia Objetivos da Saúde Escolar Literacia em saúde Eixo estratégicos Exemplos de Boas

Leia mais

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia-Geologia

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia-Geologia Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia-Geologia CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS- 3ºCICLO - DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS

Leia mais

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um 1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA

Leia mais

Sequência de Tarefas

Sequência de Tarefas Escola Superior de Educação de Coimbra Sequência de Tarefas Tópico: Organização e tratamento de dados Objectivos: Recolher dados a partir da criatividade e organização mental do aluno; Classificar dados

Leia mais

24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano

24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano 24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano Mariana Tavares Colégio Camões, Rio Tinto João Pedro da Ponte Departamento de Educação e Centro de Investigação em Educação Faculdade de Ciências

Leia mais

EBI de Angra do Heroísmo

EBI de Angra do Heroísmo EBI de Angra do Heroísmo ENQUADRAMENTO GERAL Estratégia intervenção Ministério Educação promover o empreendedorismo no ambiente escolar Consonância com linhas orientadoras da Comissão Europeia Projectos

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA: UMA METODOLOGIA PARA VALIDAÇÃO DOS ÍNDICES DE OBESIDADE

MODELAGEM MATEMÁTICA: UMA METODOLOGIA PARA VALIDAÇÃO DOS ÍNDICES DE OBESIDADE ISSN 2177-9139 MODELAGEM MATEMÁTICA: UMA METODOLOGIA PARA VALIDAÇÃO DOS ÍNDICES DE OBESIDADE Rosana de Souza Machado - rogabibe@hotmail.com Eleni Bisognin - eleni@unifra.com Thais Scotti do Canto-Dorow

Leia mais

Tema 1, Nº 1 Junho 2001

Tema 1, Nº 1 Junho 2001 Tema 1, Nº 1 Junho 2001 Margarida Gaspar de Matos e Susana Fonseca Carvalhosa Equipa do Aventura Social e Saúde Estudo realizado no âmbito do protocolo entre a Faculdade de Motricidade Humana e o Gabinete

Leia mais

GUIÃO DO PROFESSOR. João e o pé de feijão. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor

GUIÃO DO PROFESSOR. João e o pé de feijão. Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor GUIÃO DO PROFESSOR João e o pé de feijão Exploração de conteúdos Preparação da visita Caderno do professor Era uma vez João e o Pé de Feijão Enquadramento Curricular Preparação da visita 1ºCiclo Estudo

Leia mais