CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO"

Transcrição

1 2014/2015 CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO Experimentar a Brincar (Ano 6) Realização de experiências no âmbito da Biologia Escola Secundária Cacilhas-Tejo Agrupamento de Escolas Emídio Navarro EB 2,3 D. António da Costa EB1 de Almada; EB1 /JI Cataventos EB1 n.º 3 Cova da Piedade EB1/JI da Cova da Piedade

2 INTRODUÇÃO Neste ano letivo o projeto Experimentar a Brincar iniciará o seu sexto ano de execução. Com a implementação do projeto pretendemos continuar a contribuir para a prossecução dos objetivos do Projeto Educativo da Escola Secundária Cacilhas- Tejo no domínio do Envolvimento da Comunidade. METAS DO PROJETO EXPERIMENTAR A BRINCAR Criação de bases digitais de dados científicos e pedagógicos (tarefas didáticas, instrumentos de avaliação, reflexões críticas, documentos vários) visando a capitalização e a partilha de boas práticas; Explicação científica de fenómenos naturais organização e representação de dados das experiências realizadas; Utilização da disciplina projeto Experimentar a Brincar da plataforma Moodle da Escola pelos professores envolvidos no projeto; Utilização do quadro interativo em sala de aula; Disponibilização de informação sobre as atividades do projeto. 2

3 PROJETO DE CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO 1. DESCRIÇÃO GERAL DO PROJETO O projeto que nos propomos implementar comporta duas vertentes: uma científica que parte sempre de uma situação problema à volta da qual vamos desenvolver uma investigação recorrendo ao método científico, a qual será dinamizada com professores de Biologia e Geologia em interação com os professores do 1.º ciclo e as professoras bibliotecárias e outra transversal que será desenvolvida em articulação com as respetivas professoras titulares da turma e com as Bibliotecas Escolares das escolas envolvidas. Na vertente científica, o aluno é colocado perante um trabalho prático investigativo com recurso a um protocolo onde terá de: Identificar o problema que está a investigar; Controlar a experiência através de variáveis independentes (o que vamos mudar); Controlar a variável dependente escolhida (o que vamos medir); Registar os dados (através de tabelas, quadros e gráficos); Formular hipóteses (o que pensamos que vai acontecer e porquê); Conclusão (o que aconteceu e porquê). No final da exploração de uma atividade/experiência os alunos elaborarão um relatório, o qual terá a finalidade de consolidar não só as aprendizagens adquiridas durante a atividade experimental como também o registo dos dados experimentais. Posteriormente, na sala de aula ou na biblioteca, realizarão outras atividade onde poderão aplicar ou ampliar as noções abordadas. 3

4 Durante as atividades laboratoriais os alunos realizarão atividades práticas e explorarão simulações de atividade experimentais interativas, bem como realizarão exercícios didáticos no quadro interativo. As atividades experimentais (anexo I) desenvolvem-se no âmbito do ano internacional da luz e da cor. Rochas, Minerais e Cristais Luz e Cor Extração de Pigmentos e Fotossíntese Serão realizadas na Escola Secundária Cacilhas -Tejo para todos os alunos da EB1 de Almada e um grupo da educação pré-escolar da EB1 /JI Cataventos da Paz; e na EB 2,3 D. António da Costa para os alunos do 4.º ano da EB1 n.º 3 da Cova da Piedade e da EB1/JI da Cova da Piedade. Este projeto pretende também fazer uma abordagem transversal do conhecimento, investindo em outras áreas disciplinares como a Língua Portuguesa, Matemática e Expressões. Este trabalho será promovido através das Bibliotecas Escolares das respetivas escolas. O esquema interdisciplinar de cada atividade experimental está indicado nos quadros que se seguem: 4

5 Atividade 1 Rochas, Minerais e Cristais Estudo do meio Noção e Rocha Noção de Mineral Noção de Cristal Noção de Evaporação Noção de Soluto Noção de Solvente Noção de Corante Como se formam os Cristais? Expressões Construir uma história ou banda desenhada sobre a formação de cristais, sobre minerais ou sobre rochas. Construir um texto sobre a importância dos minerais. Recursos TIC Utilização do quadro interativo Utilização de uma disciplina da plataforma Moodle Língua Portuguesa Elaborar e registar informação. Ler e conhecer textos/histórias alusivas ao tema. Ampliar o vocabulário. Matemática Registo de dados. Interpretação de dados. Medir com uma proveta o solvente. Pesar o soluto numa balança. Utilização de várias medidas de grandeza. (peso, volume)

6 Estudo do meio Decomposição da luz (Glícidos e Lípidos) Noção de radiação Noção de Refração Noção de Reflexão Noção de Fotossíntese Atividade 2 Luz e Cor Como é composta a luz? Porque é que as plantas são verdes? Porque é que as plantas precisam de luz? Expressões Representação de uma das etapas da atividade experimental. Recursos TIC Utilização do quadro interativo Utilização de uma disciplina da plataforma Moodle Língua Portuguesa Elaborar e registar informação. Ler e conhecer textos/histórias alusivas ao tema. Ampliar o vocabulário. Matemática Registo de dados. Interpretação de dados. Registo de novas grandezas de medida (comprimento de onda) 6

7 Estudo do meio Atividade 3 Extração de Pigmentos e Fotossíntese Noção de Fotossíntese Noção de Pigmento Noção de Clorofila Noção de Reflexão Noção de Fotossíntese Noção de Solvente Noção de Soluto Para que servem os pigmentos? Onde estão os pigmentos? Porque é que a clorofila é tão importante? Expressões Representação sequencial das diferentes etapas da atividade experimental com legendas. Recursos TIC Utilização do quadro interativo Utilização de uma disciplina da plataforma Moodle Língua Portuguesa Elaborar e registar informação. Ler e conhecer textos/histórias alusivas ao tema. Ampliar o vocabulário. Matemática Registo de dados. Interpretação de dados. Medição de volumes. 7

8 2. OBJETIVOS Ao trabalharmos em projeto pretendemos fomentar o espírito de cooperação e interajuda. Ao nível dos alunos o projeto tem como objetivos: Fomentar o gosto pelas Ciências Experimentais. Desenvolver o espírito científico dos alunos e o gosto pela investigação. Desenvolver a literacia científica. Desenvolver o trabalho colaborativo. Utilizar as TIC como ferramenta ao serviço da Ciência. Contribuir para que o ensino experimental se incorpore na rotina quotidiana. Contribuir para que os alunos cresçam como cidadãos participativos na sociedade atual. No que concerne aos docentes envolvidos, o projeto tem como objetivos: Desenvolver atitudes positivas perante a ciência. Criar uma oportunidade de formação contínua informal para os professores adquirirem competências que os ajudem a promover a educação científica das crianças. Possibilitar que os professores intervenientes utilizem as suas experiências passadas, crenças, conhecimento acumulado e valores pessoais como tradutores que lhes permitam percecionar e interpretar a nova informação e os novos conhecimentos. (Afonso, M.2008) O profissionalismo interativo que tem incentivado o ensino em equipa (Formosinho e Machado. 2009).

9 Tornar o ensino um verdadeiro contributo para a construção do conhecimento científico e que passa pela transformação do ato de ensinar de ato privado (docente na sala de aula e seus alunos) a ato público. (Shulman citado por Alexandra Nunes). 3. INTERVENIENTES NO PROJETO No projeto participarão dois grupos de trabalho: A. EB1 de Almada, EB1/JI Cataventos e Escola Secundária Cacilhas-Tejo; B. EB1 n.º 3 da Cova da Piedade, EB1/JI da Cova da Piedade, EB1/JI Cataventos da Paz e ES Emídio Navarro. Grupo A Escolas Professores Alunos EB1 /JI Cataventos 1Grupo Pré-Escolar EB1 de Almada Todos os professores titulares de turma e a professora bibliotecária. Todas as turmas da escola Escola Secundária Cacilhas-Tejo Professora Jocélia Albino (Biologia/Geologia) 9

10 Grupo B 4. CALENDARIZAÇÃO Horário das atividade experimentais a definir no início do ano em função dos horários e da disponibilidade dos laboratórios. Calendarização 2013/ EB1 de Almada Outubro Novembro 10

11 Janeiro Fevereiro Abril Maio Junho Horário 11

12 5. RECURSOS Equipamento Informático e material de laboratório das Escolas Secundária Cacilhas-Tejo e Básica 2,3 D. António da Costa. Plataforma Moodle Quadro Interativo Ferramentas Web2 Formulários dos relatórios das atividades experimentais Cópias, material de desgaste e materiais para a realização das experiências da EB1 de Almada, EB1 n.º 3 da Cova da Piedade e EB1/JI da Cova da Piedade. 6. AVALIAÇÃO DO PROJETO O projeto será avaliado através da elaboração de um caderno laboratorial por turma e da divulgação das atividade experimentais realizadas pelos alunos. A equipa do projeto elaborará um relatório final. 12

13 BIBLIOGRAFIA Afonso, M. (2011). A educação científica no 1ºciclo do Ensino Básico Das teorias às práticas. Porto Editora Cortesão, Luísa; Leite, Carlinda; Pacheco, José Augusto (2002). Trabalhar por projetos em Educação. Porto Editora Costa, S. (2009). Actividades Experimentais para o primeiro ciclo. Areal Editores Formosinho, João; Machado, Joaquim (2009). Equipas Educativas Para uma nova organização da escola. Porto Editora. Martins, Isabel P. e outros (2007). Educação em Ciências e Ensino Experimental. Ministério da Educação. Miranda, Guilhermina Lobato (2009), Ensino Online e Aprendizagem Multimédia, Relógio d Água. Sá, J. (2007). Das Ciências Experimentais à Literacia Uma proposta didáctica par o 1º ciclo. Porto Editora. Sá, J. (2002). Renovar as Práticas no 1º Ciclo pela via das Ciências da Natureza. Porto Editora 13

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO 2013/2014 CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO Experimentar a Brincar (Ano 5) Realização de experiências no âmbito da Biologia Escola Secundária Cacilhas-Tejo Agrupamento de Escolas Emídio Navarro EB 2,3

Leia mais

2015/2016 NO 1º CICLO

2015/2016 NO 1º CICLO 2015/2016 CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS INTRODUÇÃO NO 1º CICLO O projeto Experimentar a Brincar iniciará o seu sétimo ano de execução no ano letivo 2015/2016. Este projeto continua a ser desenvolvido pelas Bibliotecas

Leia mais

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO Experimentar a Brincar (Ano 2)

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO Experimentar a Brincar (Ano 2) 2010/2011 CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO Experimentar a Brincar (Ano 2) Realização de experiências no âmbito da Físico-Química Escola Secundária Cacilhas-Tejo Agrupamento de Escolas D. António da Costa

Leia mais

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO

CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO 2012/2013 CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS NO 1º CICLO Experimentar a Brincar (Ano 4) Realização de experiências no âmbito da Biologia Escola Secundária Cacilhas-Tejo Agrupamento de Escolas D. António da Costa EB1

Leia mais

PROJETO PEQUENOS CIENTISTAS AO LEME Sessões Experimentais

PROJETO PEQUENOS CIENTISTAS AO LEME Sessões Experimentais AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA ZONA URBANA DA FIGUEIRA DA FOZ DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E DAS CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS PROJETO PEQUENOS CIENTISTAS AO LEME Sessões Experimentais

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ AFONSO SEIXAL CÓDIGO 401481 Av. José Afonso Cavaquinhas Arrentela 2840 268 Seixal -- Tel. 212276600 Fax. 212224355 PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ABRIL DE 2014 Índice 1. Introdução

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012 Biblioteca Escolar GIL VICENTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE ESCOLA GIL VICENTE EB1 CASTELO BIBLIOTECA ESCOLAR PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - ANO LETIVO 2011/2012 As atividades constantes do presente

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 151427 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 2013/2014 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 PLANO DE ESTUDOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER 0/0 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SOPHIA DE MELLO BREYNER - Código 7 ÍNDICE - Introdução...

Leia mais

À DESCOBERTA DE UMA NOVA

À DESCOBERTA DE UMA NOVA ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS À DESCOBERTA DE UMA NOVA NOVA ILHA INTERCÂMBIO 5º C DAS VELAS/ 5ºC DE VILA FRANCA DO CAMPO Introdução Uma vez que o arquipélago dos Açores é composto por nove ilhas,

Leia mais

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR)

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Nota Introdutória Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Apoiar e promover os objetivos educativos definidos de acordo com as finalidades e currículo

Leia mais

PESSOAL DOCENTE AÇÕES DE FORMAÇÃO ACREDITADAS PELO CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA PARA O CENTRO EDUCATIS

PESSOAL DOCENTE AÇÕES DE FORMAÇÃO ACREDITADAS PELO CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA PARA O CENTRO EDUCATIS TREINO DA APTIDÃO MUSCULAR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Registo: CCPFC/ACC-61196/09 Válida até: 30-09-2012 Destinado a: Professores dos Grupos 260 e 620 AERÓBICA NA ESCOLA - METODOLOGIA BÁSICA Registo: CCPFC/ACC-61225/09

Leia mais

Introdução. a cultura científica e tecnológica.

Introdução. a cultura científica e tecnológica. Introdução A cultura científica e tecnológica é cada vez mais reconhecida como uma condição estratégica para o desenvolvimento de uma cidadania ativa, traduzindo-se numa sociedade mais qualificada e no

Leia mais

Plano Anual de Atividades

Plano Anual de Atividades Agrupamento de Escolas José Afonso Plano Anual de Atividades 2013/ 2014 A- Apoio ao desenvolvimento curricular CALENDARIZAÇÃO ATIVIDADES OBJETIVOS PÚBLICO-ALVO RESPONSÁVEIS ORÇAMENTO AVALIAÇÃO Início do

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO Indicações para Operacionalização 2012-2015 O Plano Anual de Atividades do Agrupamento é relevante para toda a Comunidade Educativa. Por ele se operacionalizam

Leia mais

O GOOGLE SITES NA APRESENTAÇÃO DO V DE GOWIN DE UMA INVESTIGAÇÃO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS NATURAIS

O GOOGLE SITES NA APRESENTAÇÃO DO V DE GOWIN DE UMA INVESTIGAÇÃO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS NATURAIS O GOOGLE SITES NA APRESENTAÇÃO DO V DE GOWIN DE UMA INVESTIGAÇÃO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS NATURAIS Berta Bemhaja, Elizabeth Ashall, Inês Tavares, Sara Barroca, Zara Baltazar Escola Secundária, com 3º ciclo,

Leia mais

2013/2014 [PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - BIBLIOTECA ESCOLAR]

2013/2014 [PLANO ANUAL DE ATIVIDADES - BIBLIOTECA ESCOLAR] Projeto / Atividade Objetivos Intervenientes Recursos/ materiais Voluntários de Leitura Construir relações/parcerias com a BMP e com as redes locais (ADA/Centro Comunitário de Portel) BE - Vamos Partilh@r

Leia mais

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia-Geologia

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia-Geologia Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia-Geologia CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS- 3ºCICLO - DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO JOÃO DO ESTORIL

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO JOÃO DO ESTORIL AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO JOÃO DO ESTORIL Escola Secundária de DEPARTAMENTO: 1º CICLO - ATIVIDADES COMUNS ao longo do ano ATIVIDADES 15 Minutos de Leitura Crescer a Ler Levar a Ler CMC 15 de Leitura

Leia mais

Projeto de leitura com o envolvimento dos pais

Projeto de leitura com o envolvimento dos pais Projeto de leitura com o envolvimento dos pais aler+ em família A importância da leitura em família Sendo a biblioteca/ escola e a família dois espaços naturais para a promoção da leitura, o seu contributo

Leia mais

Candidatura Agrupamento de Escolas da Madalena

Candidatura Agrupamento de Escolas da Madalena Candidatura Projecto Renovarte Estrutura do projecto Descrição Actividades desenvolvidas Actividades a desenvolver Testemunhos Conclusões 2 Projecto Fundação Ilídio Pinho EB2,3 Madalena candidatura 2010-2011

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES 2014-2015 BIBLIOTECAS ESCOLARES

PLANO DE ATIVIDADES 2014-2015 BIBLIOTECAS ESCOLARES 20142015 BIBLIOTECAS ESCOLARES 20142015 Domínio A Currículo, literacias e aprendizagem Intervenientes Público alvo Datas previstas Orçamento Desenvolver atividades curriculares com os docentes de Português

Leia mais

Oficina de Formação. O vídeo como dispositivo pedagógico e possibilidades de utilização didática: produção e edição de conteúdos audiovisuais

Oficina de Formação. O vídeo como dispositivo pedagógico e possibilidades de utilização didática: produção e edição de conteúdos audiovisuais Oficina de Formação O vídeo como dispositivo pedagógico e possibilidades de utilização didática: produção e edição de conteúdos audiovisuais (Data de início: 09/05/2015 - Data de fim: 27/06/2015) I - Autoavaliação

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES 2014-2015. Bibliotecas escolares do Agrupamento de escolas Mosteiro e Cávado

PLANO DE ATIVIDADES 2014-2015. Bibliotecas escolares do Agrupamento de escolas Mosteiro e Cávado 20142015 Bibliotecas escolares do Agrupamento de escolas Mosteiro e Cávado 20142015 Domínio A Currículo, literacias e aprendizagem Intervenientes Público alvo Datas Desenvolver atividades curriculares

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2014/2017

PLANO DE ACÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2014/2017 PLANO DE ACÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2014/2017 1 O plano de ação que se apresenta teve por base as autoavaliações efetuadas durante os anos 2009-10; 2010-11;

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009/2010. Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal GRUPO DE TRABALHO

PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009/2010. Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal GRUPO DE TRABALHO GRUPO DE TRABALHO Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009/2010 O Plano de Acção da Rede de Bibliotecas de Carregal do Sal é um instrumento de trabalho ao nível da organização e

Leia mais

Proposta para o Plano de Atividades - Biblioteca Escolar 14/15

Proposta para o Plano de Atividades - Biblioteca Escolar 14/15 Professor: Ana Maria Galveia Taveira Proposta para o Plano de Atividades - Biblioteca Escolar 14/15 O Plano Anual de Atividades da Biblioteca Escolar divide-se em quatro grandes áreas de funcionamento/intervenção,

Leia mais

Clube Web 2.0. Biblioteca Escolar. PROPONENTES: - Maria José Domingues - Marta Medeiros MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

Clube Web 2.0. Biblioteca Escolar. PROPONENTES: - Maria José Domingues - Marta Medeiros MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. ANTÓNIO GRANJO Biblioteca Escolar Clube Web 2.0 PROPONENTES: - Maria José Domingues - Marta Medeiros Ano letivo 2012-2013 Introdução Hoje é tido

Leia mais

Plano de Formação [2012/2013] Agrupamento de Escolas Elias Garcia

Plano de Formação [2012/2013] Agrupamento de Escolas Elias Garcia Plano de Formação [2012/2013] Agrupamento de Escolas Elias Garcia Introdução A formação profissional dos atores escolares deve obedecer a uma lógica contextual, adaptativa, organizacional e orientada para

Leia mais

AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO 2014/2015 AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular,

Leia mais

Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas)

Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas) Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas) A Biblioteca Escolar 2.0 FORMADORA Maria Raquel Medeiros Oliveira Ramos FORMANDA Regina Graziela Serrano dos Santos Chaves da Costa Azevedo Período de Realização

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 150253 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS BRAGA OESTE Sede: 343640 Escola dos 2.º e 3.º Ciclos de Cabreiros DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Ano lectivo 2015-2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO No primeiro

Leia mais

GRUPO DE RECRUTAMENTO 620 (ED. FÍSICA)

GRUPO DE RECRUTAMENTO 620 (ED. FÍSICA) GRUPO DE RECRUTAMENTO 620 (ED. FÍSICA) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (10º, 11º e 12º anos) ENSINO SECUNDÁRIO ATITUDES E VALORES Assiduidade e Pontualidade 3% Fichas de registo de observação Responsabilidade e

Leia mais

PLANO DE MELHORIA Julho 2014

PLANO DE MELHORIA Julho 2014 PLANO DE MELHORIA Julho 2014 Índice Nota Introdutória... 2 1. Resultados da avaliação externa... 3 2. Áreas e ações de melhoria... 4 3. Acompanhamento e divulgação... 7 AET Plano de melhoria 2014/2015

Leia mais

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia e Geologia

Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia e Geologia Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS Grupo de Recrutamento de Biologia e Geologia CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS- 3ºCICLO - DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NATURAIS

Leia mais

CENTRO DE FORMAÇÃO AGOSTINHO DA SILVA

CENTRO DE FORMAÇÃO AGOSTINHO DA SILVA AÇÕES DE FORMAÇÃO PARA REQUISIÇÃO que podem ser consideradas como trabalho a nível de estabelecimento, conforme a alínea d), do nº 3, do Artº 82º do ECD (DL 41/2012). 1. Ações com acreditação pelo CCPFC

Leia mais

Departamento: Ciências 2

Departamento: Ciências 2 Setembro Outubro Novembro Dezembro Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS 2 Ano Letivo: 2013/14 PLANIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES A CONSTAR DO PLANO ANUAL DE ATIVIDADES Departamento:

Leia mais

Plano de Transição 2012

Plano de Transição 2012 Plano de Transição 2012 A transição entre ciclos de ensino é hoje reconhecida por todos como um dos pontos críticos dos sistemas educativos, não só em virtude de envolver a transição de alunos de uma escola

Leia mais

DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E NOVAS TECNOLOGIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISICAS E NATURAIS

DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E NOVAS TECNOLOGIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISICAS E NATURAIS Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E NOVAS TECNOLOGIAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISICAS E NATURAIS Ano Letivo: 2014/2015

Leia mais

Atividades de Enriquecimento Extracurricular

Atividades de Enriquecimento Extracurricular Atividades de Enriquecimento Extracurricular Ano letivo 2013-2014 www.escola31janeiro.pt Ao longo do ano letivo a Escola 31 de Janeiro oferece várias atividades extracurriculares, com vista ao aprofundamento

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...

Leia mais

PLANO TIC. O Coordenador TIC Egídia Fernandes Ferraz Gameiro [1] 2 0 0 9-2 0 1 0

PLANO TIC. O Coordenador TIC Egídia Fernandes Ferraz Gameiro [1] 2 0 0 9-2 0 1 0 PLANO TIC 2 0 0 9-2 0 1 0 O Coordenador TIC Egídia Fernandes Ferraz Gameiro [1] EB1/PE Santa Cruz http://escolas.madeira-edu.pt/eb1pescruz eb1pescruz@madeira-edu.pt IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR TIC Egídia

Leia mais

O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas,

O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas, O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas, pois este é um dos meios de socialização e da aquisição das primeiras competências

Leia mais

Auto-avaliação do Agrupamento - Principais resultados

Auto-avaliação do Agrupamento - Principais resultados Auto-avaliação do Agrupamento - Principais resultados Equipa de autoavaliação Julieta Martins Adília Rodrigues (coords.) Conselho Geral, 17setembro 2013 Agrupamento Vertical de Escolas Ordem de Santiago

Leia mais

AERT - ESCOLA EB 2,3 DE RIO TINTO. Ano Letivo de 2015/2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA -3ºCICLO

AERT - ESCOLA EB 2,3 DE RIO TINTO. Ano Letivo de 2015/2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA -3ºCICLO AERT - ESCOLA EB 2,3 DE RIO TINTO Ano Letivo de 2015/2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE HISTÓRIA -3ºCICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Os critérios definidos pelas docentes da disciplina de História

Leia mais

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos

Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Análise dos resultados da informação relativa à aprendizagem dos alunos Avaliação do impacto das atividades desenvolvidas nos resultados escolares de 2014/2015 Plano estratégico para 2015/2016 (Conforme

Leia mais

AEC ALE TIC. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE TIC. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO 2014/2015 AEC ALE TIC Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular, ALE (atividades lúdico-expressivas)

Leia mais

Anexo 1. Informação dos grupos disciplinares: Situação actual (1º Período) relativamente ao ano lectivo anterior Medidas/estratégias de melhoria

Anexo 1. Informação dos grupos disciplinares: Situação actual (1º Período) relativamente ao ano lectivo anterior Medidas/estratégias de melhoria Aneo 1 Informação dos grupos disciplinares: Situação actual (1º Período) relativamente ao ano lectivo anterior Medidas/estratégias de melhoria Quadro 1 Área a avaliar: Resultados do 1º Período Sucesso

Leia mais

DOMÍNIO/SUBDOMÍNIOS/ METAS Subdomínio: Conhecimento e utilização

DOMÍNIO/SUBDOMÍNIOS/ METAS Subdomínio: Conhecimento e utilização Comunicação e Colaboração Planificação da Disciplina de Planificação Semestral DOMÍNIO/SUBDOMÍNIOS/ METAS Subdomínio: Conhecimento e utilização OBJETIVOS Explorar sumariamente diferentes ferramentas e

Leia mais

PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ

PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ TEMA PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES Educação para a Paz Aplicadores:

Leia mais

Plano Nacional de Leitura

Plano Nacional de Leitura Agrupamento de Escolas das Taipas Plano Nacional de Leitura 1. Estrutura organizacional Coordenador: Carlos Monteiro Grupo de Recrutamento: 300 Departamento: Línguas Composição do grupo de trabalho: docentes

Leia mais

Experimente Experimente em espacoprofessor.pt

Experimente Experimente em espacoprofessor.pt Física e Física Química e Química A A Física 0.º Física ano 0.º ano Manual Manual Caderno Caderno Atividades de Atividades Guia do Guia Professor do Professor Programa Programa de Física de e Física Química

Leia mais

Plano de ação da biblioteca escolar

Plano de ação da biblioteca escolar AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA GAFANHA DA ENCARNÇÃO Plano de ação da biblioteca escolar 2013-2017 O plano de ação constitui-se como um documento orientador de linhas de ação estratégicas, a desenvolver num

Leia mais

Laboratórios escolares Contribuição para a melhoria do ensino experimental das ciências

Laboratórios escolares Contribuição para a melhoria do ensino experimental das ciências Laboratórios escolares Contribuição para a melhoria do ensino experimental das ciências Documento para a Parque Escolar E.P.E A Ciência Viva reuniu um grupo de trabalho para contribuir para a definição

Leia mais

RELATÓRIO FINAL. Plano de Ação da EB1/JI do Bairro do Areias. Relatório Final de Autoavaliação do Plano de Ação de Estabelecimento da EB1 do Areias

RELATÓRIO FINAL. Plano de Ação da EB1/JI do Bairro do Areias. Relatório Final de Autoavaliação do Plano de Ação de Estabelecimento da EB1 do Areias RELATÓRIO FINAL Plano de Ação da EB1/JI do Bairro do Areias Relatório Final de Autoavaliação do Plano de Ação de Estabelecimento da EB1 do Areias Introdução Pontos Conteúdos Explicação dos objetivos do

Leia mais

Processo de melhoria. Informação escolar. Processo de avaliação. Relatório de execução do plano de melhoria 2013-2014

Processo de melhoria. Informação escolar. Processo de avaliação. Relatório de execução do plano de melhoria 2013-2014 Processo de melhoria Relatório de execução do plano de melhoria 2013-2014 Recomendações do conselho pedagógico Não houve recomendações emanadas do Conselho Pedagógico. Data de apresentação à direção/ conselho

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016 I INTRODUÇÃO De acordo com a legislação em vigor, a avaliação é um elemento integrante e regulador de todo o processo de ensino aprendizagem. A avaliação visa promover

Leia mais

Plano Tecnológico da Educação: um meio para a melhoria do desempenho escolar dos alunos

Plano Tecnológico da Educação: um meio para a melhoria do desempenho escolar dos alunos Plano Tecnológico da Educação Plano Tecnológico da Educação: um meio para a melhoria do desempenho escolar dos alunos 23 de Jun de 2008 O Plano Tecnológico da Educação constitui-se como um poderoso meio

Leia mais

SINTRA E-CONTEÚDOS ECRÃS QUE MOTIVAM

SINTRA E-CONTEÚDOS ECRÃS QUE MOTIVAM SINTRA E-CONTEÚDOS ECRÃS QUE MOTIVAM Isabel Mendinhos EB23 Professor Galopim de Carvalho cregalopimcarvalho@gmail.com Resumo Sintra e-conteúdos é um projeto conjunto das bibliotecas escolares dos Agrupamentos

Leia mais

DGEstE Direção de Serviços da Região Centro

DGEstE Direção de Serviços da Região Centro DGEstE Direção de Serviços da Região Centro Bibliotecas Escolares - Plano Anual de Atividades (PAA) Ano letivo 2014/2015 Este PAA encontra-se estruturado em 4 domínios (seguindo as orientações da RBE)

Leia mais

CRIE > Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis

CRIE > Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis CRIE > Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis Resumo do projecto Com a candidatura a este projecto, e envolvendo todos os departamentos, alunos e encarregados de educação, a nossa escola

Leia mais

FUNDAMENTOS DE UMA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA

FUNDAMENTOS DE UMA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA O sistema educativo deve garantir a coordenação, a consistência e a coerência do ensino para o desenvolvimento da educação científica Critérios de qualidade O conhecimento dos alunos e das suas aptidões

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO MAIS SUCESSO ANO LETIVO DE 2013/2014

PROJETO PEDAGÓGICO MAIS SUCESSO ANO LETIVO DE 2013/2014 Agrupamento de Escolas da Moita 171311 Sede Escola Secundária da Moita PROJETO PEDAGÓGICO MAIS SUCESSO ANO LETIVO DE 2013/2014 1-Introdução Atendendo ao estipulado no despacho normativo n.º7/2013 de 11

Leia mais

Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA

Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA 1º PERÍODO TEMAS / CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS O ALUNO DEVERÁ SER CAPAZ DE: BLOCOS (90 min) ALGUMAS SUGESTÕES DE EXPERIÊNCIAS

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA MOITA PLANO DE AÇÃO PARA AS TIC Equipa PTE "A exclusão digital não é ficar sem computador ou telefone celular. É continuarmos incapazes de pensar, de criar e de organizar novas

Leia mais

AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO 2015/2016 AEC ALE LIGAÇÃO DA ESCOLA COM O MEIO Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular,

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14 Agrupamento de Escolas da Moita Plano de Melhoria P r o v i s ó r i o P p P r o Ano letivo 2013-14 Moita, 22 de abril de 2015 A COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO o Célia Romão o Hélder Fernandes o Ana Bela Rodrigues

Leia mais

ESCOLA EB 2.3/S Dr. Isidoro de Sousa PLANO DE ACTIVIDADES BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS EDUCATIVOS ANO LECTIVO 2006 / 2007

ESCOLA EB 2.3/S Dr. Isidoro de Sousa PLANO DE ACTIVIDADES BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS EDUCATIVOS ANO LECTIVO 2006 / 2007 ESCOLA EB 2.3/S Dr. Isidoro de Sousa BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS EDUCATIVOS PLANO DE ACTIVIDADES ANO LECTIVO 2006 / 2007 Escola EB 2,3/S Dr. Isidoro de Sousa BE/CRE Pl de Actividades Ano Lectivo

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

Exmo. Presidente do município da Murtosa, Joaquim Santos Baptista; - na sua pessoa uma saudação aos eleitos presentes e a esta hospitaleira terra!

Exmo. Presidente do município da Murtosa, Joaquim Santos Baptista; - na sua pessoa uma saudação aos eleitos presentes e a esta hospitaleira terra! Exmo. Presidente do município da Murtosa, Joaquim Santos Baptista; - na sua pessoa uma saudação aos eleitos presentes e a esta hospitaleira terra! 1 Exmo. Diretor-Geral da Educação, em representação do

Leia mais

Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento

Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento orientações [setembro de 2011] Rede Bibliotecas Escolares Sumário Nota introdutória... 2 Orientações Diretor... 3 Professor bibliotecário...

Leia mais

Avaliação do Projecto Curricular

Avaliação do Projecto Curricular Documento de Reflexão Avaliação do Projecto Curricular 2º Trimestre Ano Lectivo 2006/2007 Actividade Docente desenvolvida Actividade não lectiva Com base na proposta pedagógica apresentada no Projecto

Leia mais

Escola EB 2,3 de António Feijó

Escola EB 2,3 de António Feijó AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ANTÓNIO FEÍJO Escola EB 2,3 de António Feijó 8.º ANO PLANIFICAÇÃO SEMESTRAL Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015 INFORMAÇÃO Domínio Conteúdos Objetivos

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2013/2015

PLANO DE AÇÃO 2013/2015 PLANO DE AÇÃO 2013/2015 INTRODUÇÃO: Os planos de formação previstos na alínea b) do n.º 2 do artigo 20.º e na alínea d) do artigo 33.º, ambos do Decreto -Lei n.º 75/2008, de 22 de Abril, devem conter,

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE AÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJETO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS

APRESENTAÇÃO DE AÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJETO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE AÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJETO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

Apresentação. Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Oliveira de Azeméis Novembro 2007

Apresentação. Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Oliveira de Azeméis Novembro 2007 Apresentação Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares Oliveira de Azeméis Novembro 2007 Apresentação SABE 12-11-2007 2 Apresentação O conceito de Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) que se

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2014-2015

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2014-2015 PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2014-2015 1 PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2014-2015 INTRODUÇÃO... 3 OBJETIVOS ESSENCIAIS do PAA... 3 PROPOSTAS DE ATIVIDADES DOS CLUBES E EQUIPAS... 6 PROPOSTAS DE ATIVIDADES DOS

Leia mais

Escola Secundária da Baixa da Banheira Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CLUBE DA CIÊNCIA ANO LECTIVO 2010/2011

Escola Secundária da Baixa da Banheira Departamento de Matemática e Ciências Experimentais CLUBE DA CIÊNCIA ANO LECTIVO 2010/2011 CLUBE DA CIÊNCIA ANO LECTIVO 2010/2011 Clube da Ciência, Ano Lectivo 2010/2011 1 . Tempo de aplicação do projecto Os trabalhos a desenvolver no âmbito do Clube da Ciência serão realizados ao longo do ano

Leia mais

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA BOA ÁGUA EBI DA BOA ÁGUA DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES OFERTA COMPLEMENTAR Disciplina @rtes - 2º Ciclo i@rtes - 3º Ciclo 1 ÍNDICE Introdução. 03 Objetivos...04 Distribuição.....05

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ENSINO EXPERIMENTAL E EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PERSPETIVA INTEGRADA DE TRABALHAR NO AMBIENTE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ENSINO EXPERIMENTAL E EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PERSPETIVA INTEGRADA DE TRABALHAR NO AMBIENTE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ENSINO EXPERIMENTAL E EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PERSPETIVA INTEGRADA DE TRABALHAR NO AMBIENTE 1. Descrição Educação Ambiental, Ensino Experimental e Educação Especial: Uma perspetiva integrada

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR 2012/2013 Julho de 2013 www.mosteiroecavado.net eb23@mosteiroecavado.net Página 1 de 10 INTRODUÇÃO Durante o ano letivo 2012/2013,

Leia mais

ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012 TIC@CIDADANIA. Proposta de planos anuais. 1.º Ciclo do Ensino Básico

ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012 TIC@CIDADANIA. Proposta de planos anuais. 1.º Ciclo do Ensino Básico ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012 TIC@CIDADANIA Proposta de planos anuais 1.º Ciclo do Ensino Básico Introdução O objetivo principal deste projeto é promover e estimular

Leia mais

Projecto de Empreendedorismo nas Escolas. ano lectivo 2011/2012

Projecto de Empreendedorismo nas Escolas. ano lectivo 2011/2012 Projecto de Empreendedorismo nas Escolas ano lectivo 2011/2012 As Fases do Projecto ANO LECTIVO 2011/2012 Fase a fase Formação de Professores Disseminação do projecto Ateliers de Criatividade 4 acções

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2014/2015 3º Período

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2014/2015 3º Período PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2014/2015 3º Período ATIVIDADE OBJETIVO INTERDISCIPLI- NA-RIDADE LIGAÇÃO AO PROJETO EDUCATIVO DINAMIZADORES E ACOMPANHANTES PÚBLICO-ALVO (Referir turma) CALENDARIZAÇÃ O CUSTOS

Leia mais

Colaborar com as várias estruturas da escola nas tarefas inerentes ao cargo.

Colaborar com as várias estruturas da escola nas tarefas inerentes ao cargo. Atualizar e divulgar a composição da equipa. Divulgar as atividades. Atualizar e divulgar diversos materiais. ano lectivo Informação/divulgação dos serviços especializados na página da escola /EE Representar

Leia mais

Ação de Formação. Aquisição da escrita e da leitura: a consciência fonológica. Turma A: Maio: 4, 11 e 25 Junho: 8

Ação de Formação. Aquisição da escrita e da leitura: a consciência fonológica. Turma A: Maio: 4, 11 e 25 Junho: 8 Ação de Formação Aquisição da escrita e da leitura: a consciência fonológica Turma A: Maio: 4, 11 e 25 Junho: 8 Turma B: Setembro: 7 Setembro: 13 Setembro: 14 Setembro: 21 Formador: Dr. António Manuel

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123. Plano de Melhoria Página 1

DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123. Plano de Melhoria Página 1 DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GARDUNHA E XISTO 161123 Plano de Melhoria Página 1 Introdução... 3 Identificação das áreas de melhoria... 3 Visão geral do Plano de Melhoria...

Leia mais

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade)

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade) Escola Secundária da Ramada Plano Plurianual de Atividades Pro Qualitate (Pela Qualidade) 2014 A Escola está ao serviço de um Projeto de aprendizagem (Nóvoa, 2006). ii ÍNDICE GERAL Pág. Introdução 1 Dimensões

Leia mais

A Ponte entre a Escola e a Ciência Azul

A Ponte entre a Escola e a Ciência Azul Projeto educativo A Ponte entre a Escola e a Ciência Azul A Ponte Entre a Escola e a Ciência Azul é um projeto educativo cujo principal objetivo é a integração ativa de estudantes do ensino secundário

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

Oficina do aluno empreendedor

Oficina do aluno empreendedor Agrupamento de Escolas das Taipas Oficina do aluno empreendedor 1. Estrutura organizacional Coordenador: José Alberto Castro Grupo de Recrutamento: EVT (240) Departamento: Expressões Composição do grupo

Leia mais

PROJETO CLUBE EUROPEU

PROJETO CLUBE EUROPEU ESCOLAS BÁSICA DE EIXO PROJETO CLUBE EUROPEU Título: CLUBE EUROPEU Responsáveis: Maria de Lurdes Silva Maria Isaura Teixeira Páginas: 5 Ano letivo: 2014-2015 Escola Básica de Eixo Impresso a 12.11.14 Conteúdo

Leia mais

OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores

OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores Laboratório Multidisciplinar de Ensino de Ciências e Matemática (LabMEC), vinculado ao Instituto de Ciências Exatas:

Leia mais

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2011/2012. Designação Didática da Informática IV

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2011/2012. Designação Didática da Informática IV FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 2011/2012 Designação Didática da Informática IV Docente(s) (Indicar também qual o docente responsável pela U.C.) João Filipe Matos João Manuel Piedade Descrição geral (Horas

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PEDRO JACQUES MAGALHÃES 1º CICLO. Critérios de Avaliação. 2º Ano

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PEDRO JACQUES MAGALHÃES 1º CICLO. Critérios de Avaliação. 2º Ano AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PEDRO JACQUES MAGALHÃES 1º CICLO Critérios de Avaliação 2º Ano Atitudes e Valores Conhecimentos e Capacidades Disciplina: PORTUGUÊS Domínio Parâmetros de Avaliação Instrumentos de

Leia mais

Curso de Formação Complementar. Apresentação

Curso de Formação Complementar. Apresentação Curso de Formação Complementar I Apresentação O curso de Formação Complementar destina-se a jovens titulares de cursos de Tipo 2, Tipo 3 ou outros cursos de qualificação inicial de nível 2, que pretendam

Leia mais