Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020"

Transcrição

1 Prgrama de Desenvlviment Rural d Cntinente para Medida 7 AGRICULTURA e RECURSOS NATURAIS Açã 7.2 PRODUÇÃO INTEGRADA

2 Enquadrament Regulamentar Artig 28.º Agrambiente e clima d Regulament (UE) n.º 1305/2013 d Cnselh e d Parlament Eurpeu. Racinalidade da Medida/Açã e Priridades e Dmínis d Desenvlviment Rural A adçã de mds de prduçã cm um desempenh ambiental mais elevad, nde se inclui md de prduçã integrad, cntribui psitivamente para a melhria da gestã sustentável das explrações agríclas, nmeadamente em terms ambientais e num cntext de alterações climáticas. De igual frma aprxima-se das exigências ds cnsumidres finais cm maires precupações ambientais, de segurança alimentar e de preferência pr prduts de qualidade, justificand-se assim a implementaçã de uma açã de api à adçã d md de prduçã integrada. A prduçã integrada é um sistema agrícla de prduçã de aliments e de utrs prduts alimentares de alta qualidade, através de uma gestã racinal ds recurss naturais, privilegia uma utilizaçã ds mecanisms de regulaçã natural em substituiçã de utilizaçã de fatres de prduçã, cntribuind, deste md, para uma agricultura mais sustentável. A nível nacinal sã estabelecidas nrmas através d Decret-lei nº 256/2009 sbre este md de prduçã e estã atribuídas cmpetências de crdenaçã d sistema de cntrl e certificaçã ds mds de prduçã agrícla à Direcçã Geral de Agricultura e d Desenvlviment Rural. Para a prática da prduçã integrada estabeleceu-se um cnjunt de nrmas técnicas que definem aspets relativs à prduçã. O exercíci da prduçã integrada implica, pr parte ds agricultres que aderem a md de prduçã, a adesã a um cnjunt de determinadas brigações que seguem um cnjunt de bjetivs relacinads cm a regulaçã d ecssistema, imprtância d bem-estar ds animais e preservaçã ds recurss naturais, a manutençã da estabilidade ds ecssistemas agráris, equilíbri d cicl ds nutrientes, reduzind as perdas a mínim, a preservaçã e melhria da fertilidade intrínseca d sl, fment da bidiversidade, entendiment da qualidade ds prduts agríclas cm tend pr base parâmetrs eclógics, assim cm critéris usuais de qualidade, externs e interns, a prteçã das plantas tend brigatriamente pr base s bjetivs e as rientações da prteçã integrada, Esta peraçã cntribui de md relevante para s três dmínis (bidiversidade, sl e água) da priridade 4. PDR2020 2

3 Operaçã PRODUÇÃO INTEGRADA Códig CE Pagament pr cmprmisss respeitantes a agrambiente e a clima DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO Tem cm bjetiv apiar s agricultres na adçã das práticas da Prduçã integrada. Os beneficiáris devem cumprir a regulamentaçã relativa à Prduçã Integrada, estand sujeits a cntrl pr parte de Organism de Cntrl e Certificaçã (OC). A validaçã administrativa é assegurada através d acess à infrmaçã administrativa da autridade cmpetente pela crdenaçã d sistema de cntrl e certificaçã ds mds de prduçã agrícla. Os cmprmisss a títul da presente açã sã assumids pr um períd de 5 ans, pdend este ser prlngad, pr decisã da Autridade de Gestã, até um máxim de 7 ans. TIPO DE APOIO O api anual é atribuíd pr hectare de superfície agrícla, durante períd de cmprmiss, send nível de api diferenciad em funçã de grup de culturas e mdulad pr escalões de área. Majraçã anual d nível de api para s agricultres que recrram a assistência técnica, prestada pr técnics recnhecids pela DGADR integrads em rganizações de agricultres, send valr igual a 15% d mntante glbal d api, limitad a um mínim de 250 e um máxim de Majraçã de 5% n nível de api base para s beneficiáris assciads de uma AP/ OP, que n cas especific das AP/OP de cereais será de 10%; O api cumulativ é limitad a máxim regulamentar: 900 /ha nas culturas permanentes especializadas; 600 /ha nas culturas anuais, e 450 /ha nas utras utilizações. As áreas frrageiras sã pagas se se verificar um encabeçament mínim superir a 0,2 CN de efetiv pecuári de bvins, vins e caprins d própri em pastrei pr ha de superfície frrageira. LIGAÇÕES A OUTRA LEGISLAÇÃO Decret-Lei nº 256/2009 que estabelece s princípis de aplicaçã d md de prduçã integrada. BENEFICIÁRIOS Pessas singulares u cletivas de natureza pública u privada que exerçam atividade agrícla. PDR2020 3

4 CONDIÇÕES DE ACESSO Área Gegráfica de aplicaçã da açã: Cntinente Área mínima de 0,5 hectares candidata à prduçã integrada. Ter submetid a área candidata 1 a md de prduçã integrada a cntrl efetuad pr um rganism de cntrl e certificaçã (OC) recnhecid para efeit. N cas de culturas permanentes regadas ter realizad análise de terras que inclua ter de matéria rgânica para a área a submeter a cmprmiss. COMPROMISSOS Estã assciads s seguintes cmprmisss: Os beneficiáris devem respeitar as cndições de baseline 2 e sã cmpensads pels cmprmisss que vã para além dessas mesmas cndições. Manter as cndições de acess em cada an d cmprmiss; Manter, durante períd de retençã, a explraçã cm um nível de encabeçament de bvins, vins e caprins d própri e de utrem, em pastrei, expresss em Cabeças Nrmais (CN) pr hectare (ha), igual u inferir a: 3 CN / ha superfície agrícla, n cas de explrações cm dimensã igual u inferir a 2 hectares de superfície agrícla; 2 CN / ha superfície agrícla, n cas de explrações em zna de mntanha cm dimensã superir a 2 hectares de superfície agrícla; 2 CN / ha superfície frrageira, n cas de explrações nas restantes znas desfavrecidas e nas znas nã desfavrecidas e cm dimensã superir a 2 hectares de superfície agrícla. Respeitar, n cas das culturas permanentes, as seguintes densidades mínimas pr parcela: Pmóideas, citrins e prunóideas, excet cerejeira 200 árvres pr ha; Pequens fruts, excet sabugueir plantas pr ha; Actinídeas 400 plantas pr ha; Outrs fruts frescs e sabugueir - 80 árvres pr ha; Fruts secs e lival 60 árvres pr ha; 1 A superfície agrícla a submeter à prduçã integrada será gerreferenciada n isip 2 Baseline cnstituída pels requisits brigatóris relativs à cndicinalidade, às atividades estabelecidas para efeits d artig 4.º (c) (ii) d Regulament (UE) n.º 1307/2013, bem cm s requisits mínims de utilizaçã de adubs e prduts fitfarmacêutics, bem cm utrs requisits brigatóris estabelecids em legislaçã nacinal e identificads n PDR. PDR2020 4

5 Vinha cepas pr ha, excet ns cass de áreas cupadas cm vinha cnduzida em pérgula u de áreas situadas na Regiã Demarcada ds Vinhs Verdes, em que a densidade mínima é de cepas pr ha. Manter a superfície agrícla sb cmprmiss em Prduçã Integrada de acrd cm respetiv nrmativ; N cas de iníci de atividade em Prduçã Integrada cncluir açã de frmaçã específica hmlgada pela autridade cmpetente n praz máxim de um an após iníci d cmprmiss; Cmprmiss pcinal de ter assistência técnica cntratualizada cm rganizações de agricultres cm técnics recnhecids a abrig da legislaçã aplicável; Deter regist das atividades efetuadas nas parcelas e espécies pecuárias abrangidas pela Prduçã Integrada, de acrd cm cnteúd nrmalizad; Cnservar s cmprvativs ds prduts fitfarmacêutics e fertilizantes adquirids, bem cm s bletins de análises de terra, água e material vegetal, anexand-s a regist das atividades. Enrelvament da entrelinha de culturas permanentes regadas Realizar análise de terras nas áreas de culturas permanentes, que inclua ter de matéria rgânica, n quint an d cmprmiss; Manter revestiment vegetal natural u semead das entrelinhas; Na sementeira utilizar sempre técnicas de mbilizaçã mínima na entrelinha; Cntrlar desenvlviment vegetativ da entrelinha através de crtes, sem enterrament; Nas parcelas cm IQFP superir a 2, as eventuais mbilizações para efeits de instalaçã de culturas permanentes deverã ser realizadas segund as curvas de nível; CRITÉRIOS DE SELEÇÃO Serã tids em cnsideraçã, nmeadamente, s seguintes princípis na definiçã ds critéris de seleçã: cbertura da explraçã, Prgrama de Açã Nacinal de Cmbate à Desertificaçã, sinergia cm acnselhament agrícla, jvens agricultres, rganizaçã da prduçã. PDR2020 5

6 NÍVEIS E TAXAS DE APOIO Culturas permanentes Arrz Pastagem permanente Grups de Culturas Fruts Frescs de Regadi Fruts Frescs de Sequeir Olival e Fruts Secs Vinha Culturas temprárias de Primavera-Verã de regadi (1) Outras Culturas temprárias (2) Hrticultura (3) MONTANTES E LIMITES DE APOIO PRODUÇÃO INTEGRADA Mntantes de Api ( /ha) Escalões de Área para efeit de mdulaçã d Api (ha) (4) 1º escalã 2º escalã 3ª escalã 4ª escalã 526 <=5 <=10 <=25 > <=5 <=10 <=25 >25 Regadi 234 <=10 <=20 <=50 >50 Sequeir 164 <=20 <=40 <=100 > <=5 <=10 <=25 > <=30 <=60 <=120 > <=50 <=100 <=200 > <=70 <=140 <=320 > <=5 <=10 <=25 >25 95 <=20 <=40 <=100 >100 (1) Culturas de Primavera-Verã feitas em regadi, cm exceçã d arrz e das culturas que se inserem na classificaçã Hrticultura. (2) Inclui: as culturas de Outn-Invern; as culturas de Primavera-Verã efetuadas em sequeir e tdas as culturas frrageiras. (3) Para além das culturas hrtíclas e hrt-industriais realizadas a ar livre e em estufa, inclui ainda as culturas armáticas, cndimentares e medicinais. (4) Até a 1º escalã recebe 100%, até a 2º recebe 80%, até a 3º recebe 50% e n 4º recebe 20%; PDR2020 6

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Prgrama de Desenvlviment Rural d Cntinente para 2014-2020 Medida 7 AGRICULTURA e RECURSOS NATURAIS Açã 7.1 AGRICULTURA BIOLÓGICA Enquadrament Regulamentar Artig 29º - Agricultura bilógica d Regulament

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Prgrama de Desenvlviment Rural d Cntinente para 2014-2020 Medida 7 AGRICULTURA e RECURSOS NATURAIS Açã 7.3 PAGAMENTOS REDE NATURA Enquadrament Regulamentar Artigs d Regulament (UE) n.º 1305/2013, d Cnselh

Leia mais

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013 PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020 DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versã: 1 Data: 28/10/2013 M5. ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AÇÃO 5.1. CRIAÇÃO DE AGRUPAMENTOS E ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Prgrama de Desenvlviment Rural d Cntinente para 2014-2020 Medida 7 AGRICULTURA e RECURSOS NATURAIS Açã 7.8 RECURSOS GENÉTICOS Enquadrament Regulamentar Artigs d Regulament (UE) n.º 1305/2013, d Cnselh

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Prgrama de Desenvlviment Rural d Cntinente para 2014-2020 Medida 7 AGRICULTURA e RECURSOS NATURAIS Açã 7.7 PASTOREIO EXTENSIVO Enquadrament Regulamentar Artig 28º - Medidas Agrambiente e Clima d Regulament

Leia mais

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 PDR2020 (Jovens agricultores) Página 1 de 7. Bracing Consulting, Lda.

RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO. BRACING PT2020 PDR2020 (Jovens agricultores) Página 1 de 7. Bracing Consulting, Lda. RECURSOS FINANCEIROS EXTRA PARA O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO BRACING PT2020 PDR2020 (Jvens agricultres) Página 1 de 7 Bracing Cnsulting, Lda. Rua d Tâmega, S/N. 4200 502 Prt Prtugal +351 917 000 020 inf@bracing

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Prgrama de Desenvlviment Rural d Cntinente para 2014-2020 Medida 7 AGRICULTURA e RECURSOS NATURAIS Açã 7.4 CONSERVAÇÃO DO SOLO Enquadrament Regulamentar Artig 28º - Agrambiente e Clima d Regulament (UE)

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: EQUIPAMENTOS PARA A COESÃO LOCAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 Ns terms d regulament específic Equipaments para a Cesã Lcal,

Leia mais

INFORMAÇÃO GAI. Apoios às empresas pela contratação de trabalhadores

INFORMAÇÃO GAI. Apoios às empresas pela contratação de trabalhadores INFORMAÇÃO GAI Apis às empresas pela cntrataçã de trabalhadres N âmbit das plíticas de empreg, Gvern tem vind a criar algumas medidas de api às empresas pela cntrataçã de trabalhadres, n entant tem-se

Leia mais

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.

Leia mais

SEMINÁRIO PARTICIPATIVO DE REUTILIZAÇÃO DAS ÁGUAS RESIDUAIS TRATADAS

SEMINÁRIO PARTICIPATIVO DE REUTILIZAÇÃO DAS ÁGUAS RESIDUAIS TRATADAS PROJETO DE REFORÇO DAS CAPACIDADES E COMPETÊNCIAS RELATIVAS A GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NAS ILHAS Crdenadr: Parceirs: SEMINÁRIO PARTICIPATIVO DE REUTILIZAÇÃO DAS ÁGUAS RESIDUAIS TRATADAS Intercâmbi

Leia mais

Workshop Nova Legislação que regula a aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos (PF)

Workshop Nova Legislação que regula a aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos (PF) Wrkshp Nva Legislaçã que regula a aplicaçã de Prduts Fitfarmacêutics (PF) Quinta d Vallad, Vilarinh ds Freires Branca Teixeira 23 de mai de 2013 Nva Legislaçã Lei nº26/2013 de 11 de abril Regula as actividades

Leia mais

O projeto Key for Schools PORTUGAL

O projeto Key for Schools PORTUGAL O prjet Key fr Schls PORTUGAL O teste Key fr Schls O teste Key fr Schls é cncebid para aplicaçã em cntext esclar e está de acrd cm Quadr Eurpeu Cmum de Referência para as Línguas O teste Key fr Schls permite

Leia mais

Projecto de Dinamização dos Sistemas de Produção Pecuários nos Sectores de Pitche e Gabu BALAL GAINAKO (contrato DCI-NSAPVD 2010 / 257 105)

Projecto de Dinamização dos Sistemas de Produção Pecuários nos Sectores de Pitche e Gabu BALAL GAINAKO (contrato DCI-NSAPVD 2010 / 257 105) Prject de Dinamizaçã ds Sistemas de Prduçã Pecuáris ns Sectres de Pitche e Gabu BALAL GAINAKO (cntrat DCI-NSAPVD 2010 / 257 105) Terms de referência para a selecçã de um Perit para a realizaçã d Estud:

Leia mais

GUIA DE APOIO AO PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE

GUIA DE APOIO AO PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE GUIA DE APOIO AO PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE Reprte de Ameaça Iminente de Dan Ambiental e de Ocrrência de Dan Ambiental n Âmbit d Regime da Respnsabilidade Ambiental Agência Prtuguesa d Ambiente Julh

Leia mais

Objeto de Avaliação Caraterísticas e Estrutura Critérios Gerais de Classificação. Tipologia / nº itens. A prova está organizada em cinco grupos:

Objeto de Avaliação Caraterísticas e Estrutura Critérios Gerais de Classificação. Tipologia / nº itens. A prova está organizada em cinco grupos: ESCOLA SECUNDÁRIA PADRE BENJAMIM SALGADO An Letiv 2011/2012 INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Disciplina: Bilgia - Códig 302 Nível de Ensin: Secundári Frmaçã: Específica Mdalidade: Prva Escrita

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL EDITAL CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS (CTeSP) 2015 CONDIÇÕES DE ACESSO 1. Pdem candidatar-se a acess de um Curs Técnic Superir Prfissinal (CTeSP) da ESTGL tds s que estiverem

Leia mais

AVISO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

AVISO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA NO USO DE RECURSOS (PO SEUR) EIXO PRIORITÁRIO 3 PROTEGER O AMBIENTE E PROMOVER A EFICIÊNCIA DOS RECURSOS

Leia mais

REQUISITOS PRINCIPAIS: Regulamentação final sobre controles preventivos de alimentos para consumo humano Visão rápida

REQUISITOS PRINCIPAIS: Regulamentação final sobre controles preventivos de alimentos para consumo humano Visão rápida O FDA ferece esta traduçã cm um serviç para um grande públic internacinal. Esperams que vcê a ache útil. Embra a agência tenha tentad bter uma traduçã mais fiel pssível à versã em inglês, recnhecems que

Leia mais

Plano Nacional para os Recursos Genéticos Animais

Plano Nacional para os Recursos Genéticos Animais 2013 SECRETARIA DE ESTADO DA ALIMENTAÇÃO E INVESTIGAÇÃO AGROALIMENTAR Índice I. INTRODUÇÃO... 4 II. DISPOSIÇÕES GERAIS... 6 II.1. Objetivs... 6 II.2. Âmbit da aplicaçã... 6 III. ESTRUTURA DO PLANO NACIONAL

Leia mais

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL Objetivs: Gestã Empresarial Desenvlver cmpetências para atuar n gerenciament de prjets, prestand cnsultria

Leia mais

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA Fund Lcal n Cncelh de Paredes de Cura PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO Entre: O Municípi de Paredes de Cura, pessa clectiva nº 506

Leia mais

GESTÃO DE LABORATÓRIOS

GESTÃO DE LABORATÓRIOS Seminári Luanda, 26,27,28,29 e 30 de Mai de 2014 - Htel **** Guia Prática GESTÃO DE LABORATÓRIOS Finanças Assegure uma gestã eficaz de tdas as áreas 40 hras de Frmaçã Especializada Cnceits ecnómic-financeirs

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 7 1. OBJETIVO Este prcediment estabelece prcess para cncessã, manutençã, exclusã e extensã da certificaçã de sistema de segurança cnfrme ABNT NBR 15540. 2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES - ABNT NBR 15540:2013:

Leia mais

CURSO DE TRIPULANTE DE AMBULÂNCIA DE SOCORRO

CURSO DE TRIPULANTE DE AMBULÂNCIA DE SOCORRO EA.TAS.6.1.13 HELPCARE CURSO DE TRIPULANTE DE AMBULÂNCIA DE SOCORRO Prpsta Curs de Tripulante de Ambulância de Scrr Fundamentaçã O scrr e transprte de vítimas de dença súbita e/u trauma é executad pr váris

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2014 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3. Limites de expsiçã à

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região Ministéri da Justiça Departament da Plícia Federal Academia Nacinal de Plícia Secretaria Nacinal de Segurança Pública Departament de Pesquisa, Análise da Infrmaçã e Desenvlviment Humanan Orientações para

Leia mais

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

Gestão ambiental de zonas de amortecimento de unidades de conservação em áreas urbanas

Gestão ambiental de zonas de amortecimento de unidades de conservação em áreas urbanas Gestã ambiental de znas de amrteciment de unidades de cnservaçã em áreas urbanas Marta Feppel Ribeir Instituiçã: Universidade d Estad d Ri de Janeir IVIG/COPPE/Universidade Federal d Ri de Janeir Email:

Leia mais

Dia de Campo sobre Olival Tradicional

Dia de Campo sobre Olival Tradicional Dia de Campo sobre Olival Tradicional Vila Verde de Ficalho, 23 de setembro de 2014 José Francisco Ferragolo da Veiga jfveiga@drapal.min-agricultura.pt DRAP Alentejo Direção Regional de Agricultura e Pescas

Leia mais

PROGRAMAS/PROJECTOS. Indicador de Avaliaçã o. Programa /Projecto Objectivo Resultado

PROGRAMAS/PROJECTOS. Indicador de Avaliaçã o. Programa /Projecto Objectivo Resultado PROGRAMAS/PROJECTOS Prgrama /Prject Objectiv Resultad Indicadr de 1. Prgrama - Inserçã de Jvens na Vida Activa em particular s Candidats a Primeir Empreg Prmçã da inserçã de jvens n mercad de trabalh e

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes: DOC. CA/N/15/08 PROGRAMA OPERACIONAL ALENTEJO EIXO 2 DESENVOLVIMENTO URBANO E EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL INSTRUMENTO: MOBILIDADE TERRITORIAL O presente dcument suprta a apreciaçã d

Leia mais

2. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias. Síntese dos termos e condições gerais da Linha de Crédito PME Crescimento. Condições genéricas:

2. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias. Síntese dos termos e condições gerais da Linha de Crédito PME Crescimento. Condições genéricas: 2. Cndições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Síntese ds terms e cndições gerais da Linha de Crédit PME Cresciment ( presente dcument identifica as principais características da Linha de Crédit PME

Leia mais

Introdução: marco normativo internacional e nacional

Introdução: marco normativo internacional e nacional Cidade d Panamá, 21 de abril de 2014 A Assciaçã para a Prevençã da Trtura vem pr mei desta, em respsta a fíci n. 122/2014/CAO-DH enviad pel Centr de Api Operacinal das Prmtrias de Justiça de Defesa ds

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2015 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 2.1. Organgrama... 4 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3.

Leia mais

Lista de verificação do conteúdo do Plano de Emergência Interno

Lista de verificação do conteúdo do Plano de Emergência Interno Intrduçã Lista de verificaçã d cnteúd d Plan de Emergência Intern (artig 18.º d Decret-Lei n.º 254/2007, de 12 de julh) O Decret-Lei n.º 254/2007, de 12 de julh, estabelece regime de prevençã de acidentes

Leia mais

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco Orientações e Recmendações Orientações relativas à infrmaçã periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de ntaçã de risc 23/06/15 ESMA/2015/609 Índice 1 Âmbit de aplicaçã... 3 2 Definições... 3 3 Objetiv

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

Proposta de texto NR 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

Proposta de texto NR 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Prpsta de text NR 01 PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO SUMÁRIO 1. OBJETIVO E APLICAÇÃO... 3 2. DEFINIÇÕES BÁSICAS... 4 3. PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO... 5 3.8. ORGANIZAÇÃO PARA

Leia mais

CAE Rev_3: 74900 e 71120 LICENCIAMENTO DE EMPRESAS PARA O EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E RENOVAÇÃO DE CADASTRO PREDIAL

CAE Rev_3: 74900 e 71120 LICENCIAMENTO DE EMPRESAS PARA O EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E RENOVAÇÃO DE CADASTRO PREDIAL O cnteúd infrmativ dispnibilizad pela presente ficha nã substitui a cnsulta ds diplmas legais referenciads e da entidade licenciadra. FUNCHAL CAE Rev_3: 74900 e 71120 LICENCIAMENTO DE EMPRESAS PARA O EXERCÍCIO

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal.

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal. SIUPI SISTEMA DE INCENTIVOS À UTILIZAÇÃO DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL FICHA DE MEDIDA Apia prjects que visem estimular investiment em factres dinâmics de cmpetitividade, assciads à invaçã tecnlógica, a design

Leia mais

A Cooperação para a Saúde no Espaço da CPLP

A Cooperação para a Saúde no Espaço da CPLP A Cperaçã para a Saúde n Espaç da CPLP Ainda antes da I Reuniã de Ministrs da Saúde da CPLP, realizada em Abril de 2008, em Cab Verde, fram adptads s seguintes instruments que, n quadr da saúde, pretenderam

Leia mais

Cm Criar Seu Própri Empreg em Apenas 5 Passs 1 1º Pass: A IDEIA 2º Pass: O CONTACTO COM VÁRIAS INSTITUIÇÕES E ENTIDADES 3º Pass: PLANO DE NEGÓCIOS 4º Pass: CRIAÇÃO DA EMPRESA E INÍCIO DE ACTIVIDADE 5º

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006 1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO E IEES I EDUCAÇÃO DE SAÚDE INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES Excelência na Frmaçã através da Experiência e Aplicaçã MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO 1.CARGA HORÁRIA 32 Hras 2.DATA E LOCAL

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS AUXILIAR DE SECRETARIA Organizar e manter atualizad serviç de escrituraçã esclar. Redigir fícis, expsições de mtivs, atas, declarações, certidões de cntagem

Leia mais

Alteração à Linha de Crédito para apoio às Empresas de Produção, Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas, Pecuários e Florestais

Alteração à Linha de Crédito para apoio às Empresas de Produção, Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas, Pecuários e Florestais Inf - Estruturas Infrmaçã Mensal d Sectr Linha de Crédit PME 2009 Alteraçã à Linha de Crédit para api às Empresas de Prduçã, Transfrmaçã e Cmercializaçã de Prduts Agríclas, Pecuáris e Flrestais A Linha

Leia mais

WORKSHOP 1 Critérios ambientais e sociais na contratação: Como fazer?

WORKSHOP 1 Critérios ambientais e sociais na contratação: Como fazer? WORKSHOP 1 Critéris ambientais e sciais na cntrataçã: Cm fazer? Paula Trindade Investigadra LNEG Crdenadra Building SPP Helena Esteván EcInstitut Tratad da Uniã Eurpeia Princípis: Livre mviment de bens

Leia mais

ÍNDICE. 1. Introdução... 3. 2. Objectivos... 3. 3. Metodologia... 4. 3.1 Estudo de Painel... 4. 3.2. Definição e selecção da amostra...

ÍNDICE. 1. Introdução... 3. 2. Objectivos... 3. 3. Metodologia... 4. 3.1 Estudo de Painel... 4. 3.2. Definição e selecção da amostra... BARÓMETRO * * * * Observatóri de Luta Cntra a Pbreza na Cidade de Lisba REAPN Rede Eurpeia Anti-Pbreza / Prtugal Núcle Distrital de Lisba Rua Seir Pereira Gmes, n.º 7 Apartament 311 1600-196 Lisba Tel:

Leia mais

A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS O Prgrama Ciência sem Frnteiras, lançad n dia 26 de julh de 2011, é um prgrama d Gvern Federal que busca prmver a cnslidaçã, a expansã e a internacinalizaçã

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

REGULAMENTO 1- OBJETIVO

REGULAMENTO 1- OBJETIVO REGULAMENTO 1- OBJETIVO O Prgrama Nv Temp é um iniciativa da Cargill Agricla SA, que visa ferecer as seus funcináris e das empresas patrcinadras ds plans de previdência sb a gestã da CargillPrev Sciedade

Leia mais

w w w. i n i c i a t i v a v e r d e. o r g. b r

w w w. i n i c i a t i v a v e r d e. o r g. b r w w w. i n i c i a t i v a v e r d e. r g. b r EFEITO ESTUFA DESMATAMENTO Históric de desmatament em Sã Paul DESMATAMENTO Cbertura atual CONSEQUECIAS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS Reduçã na bidiversidade http://www.baixaki.cm.br/imagens/wpapers/bxk22741_abelha-_-rubi-marra-1-800.jpg

Leia mais

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico ANA, Aerprts de Prtugal, S.A. Plan de Acções de Gestã e Reduçã de Ruíd para Aerprt de Lisba Resum Nã-Técnic Janeir 2014 Aerprt de lisba Plan de Ações de Gestã e Reduçã de Ruíd 2013-2018 Cnteúd CONTEÚDO...

Leia mais

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR LISTA CANDIDATA ÀS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE GEÓGRAFOS BIÉNIO 2006-2008 POR UMA GEOGRAFIA MELHOR Assembleia Geral Presidente Jsé Albert Ri Fernandes (FL, Universidade

Leia mais

1ª EDIÇÃO. Regulamento

1ª EDIÇÃO. Regulamento 1ª EDIÇÃO Regulament 1. OBJETIVO O Prêmi BRASILIDADE é uma iniciativa d Serviç de Api às Micr e Pequenas Empresas n Estad d Ri de Janeir SEBRAE/RJ, idealizad pr Izabella Figueired Braunschweiger e cm a

Leia mais

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO 1. PREÂMBULO... 1 2. NATUREZA E OBJECTIVOS... 1 3. MODO DE FUNCIONAMENTO... 2 3.1 REGIME DE ECLUSIVIDADE... 2 3.2 OCORRÊNCIAS... 2 3.3

Leia mais

Direitos e Obrigações no âmbito dos Acidentes Profissionais e Doenças Profissionais

Direitos e Obrigações no âmbito dos Acidentes Profissionais e Doenças Profissionais Cmunicaçã Direits e Obrigações n âmbit ds Acidentes Prfissinais e Denças Prfissinais Direits e Obrigações n âmbit ds Acidentes Prfissinais e Denças Prfissinais (Lei nº 98/2009 de 4 de Setembr) 1- QUEM

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versã 0.0 25/10/2010 Sumári 1 Objetivs... 3 2 Cnceits... 3 3 Referências... 3 4 Princípis... 3 5 Diretrizes d Prcess... 4 6 Respnsabilidades... 5 7

Leia mais

Passo 1: Definição do tipo de crédito

Passo 1: Definição do tipo de crédito Manual Cm avaliar risc de crédit de um cliente Índice Intrduçã O que é risc de crédit? Pass 1: Definiçã d tip de crédit Pass 2: Cm elabrar uma ficha de crédit Pass 3: Métds para avaliar risc de crédit

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps Realizads pela Direçã-Geral das Artes Avaliaçã da Utilidade ds Wrkshps Títul: Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps realizads pela

Leia mais

Emenda às Regras Gerais 2012

Emenda às Regras Gerais 2012 Emenda às Regras Gerais 2012 Intrduçã Tds s dcuments estatutáris requerem revisã e atualizaçã casinal. A última emenda às Regras Gerais das Olimpíadas Especiais ( Special Olympics ) fi feita em 2004, cm

Leia mais

Aliança Estratégica com a Delta Dezembro, 2011. Uma Consistente História de Investimento

Aliança Estratégica com a Delta Dezembro, 2011. Uma Consistente História de Investimento Aliança Estratégica cm a Delta Dezembr, 2011 Uma Cnsistente História de Investiment 1 Agenda Resum da Operaçã 1 Benefícis da Operaçã 2 2 Disclaimer O material a seguir é uma apresentaçã cnfidencial cntend

Leia mais

RESOLUÇÃO COMPLEMENTAR N o 01/2007 De 8 de novembro de 2007 Reedita as Normas para Reconhecimento de Títulos de Pós-Graduação, revogando a

RESOLUÇÃO COMPLEMENTAR N o 01/2007 De 8 de novembro de 2007 Reedita as Normas para Reconhecimento de Títulos de Pós-Graduação, revogando a RESOLUÇÃO COMPLEMENTAR N 01/2007 De 8 de nvembr de 2007 Reedita as Nrmas para Recnheciment de Títuls de Pós-Graduaçã, revgand a Resluçã Cmplementar n 02/93, de 25 de junh de 1993. O CONSELHO DE ENSINO,

Leia mais

Esta Cartilha vai ajudar você a entender melhor o Fundo Paraná de Previdência Multipatrocinada e o Plano de Benefícios JMalucelli.

Esta Cartilha vai ajudar você a entender melhor o Fundo Paraná de Previdência Multipatrocinada e o Plano de Benefícios JMalucelli. ÍNDICE CARTILHA EXPLICATIVA... 3 FUNDO PARANÁ... 4 PATRIMÔNIO... 5 SEGURANÇA... 5 BENEFÍCIO FISCAL... 6 ASFUNPAR... 7 PLANO JMALUCELLI... 8 PARTICIPANTES... 8 Participante Ativ... 8 Participante Assistid...

Leia mais

CAE Rev_3: 47990 VENDAS AUTOMÁTICAS (VENDING)

CAE Rev_3: 47990 VENDAS AUTOMÁTICAS (VENDING) O cnteúd infrmativ dispnibilizad pela presente ficha nã substitui FUNCHAL CAE Rev_3: 47990 VENDAS AUTOMÁTICAS (VENDING) ÂMBITO A atividade de venda autmática deve bedecer à legislaçã aplicável à venda

Leia mais

PROGRAMA REGIONAL DE PROVAS PARA BENJAMINS B 2011/2012

PROGRAMA REGIONAL DE PROVAS PARA BENJAMINS B 2011/2012 COMPETIÇÕES PARA O ESCALÃO DE BENJAMINS B (10-11 ANOS) A respnsabilidade de rganizaçã das actividades para este escalã etári pderá caber as clubes, esclas u à AARAM. As prvas aqui designadas devem ser

Leia mais

MODALIDADE DE FORMAÇÃO

MODALIDADE DE FORMAÇÃO CURSO 7855 PLANO DE NEGÓCIO - CRIAÇÃO DE PEQUENOS E MÉDIOS NEGÓCIOS Iníci ------ Duraçã 50h Hrári(s) ------ OBJECTIVOS GERAIS - Identificar s principais métds e técnicas de gestã d temp e d trabalh. -

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS1 Avaliaçã e Gerenciament de Riscs e Impacts Sciais e Ambientais 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS1 Identificar, avaliar e gerir s

Leia mais

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES Critéris de Avaliaçã Direçã Reginal de Educaçã d Nrte Agrupament de Esclas AMADEO DE SOUZA-CARDOSO Telões - Amarante EDUCAÇÃO MUSICAL 2ºCICLO An Letiv 2014/2015 Dmíni Cgnitiv

Leia mais

Prospeto Informativo Montepio Consumer Brands - Maio 2015 Produto Financeiro Complexo

Prospeto Informativo Montepio Consumer Brands - Maio 2015 Produto Financeiro Complexo Prspet Infrmativ Mntepi Cnsumer Brands - Mai 2015 Prdut Financeir Cmplex Designaçã Mntepi Cnsumer Brands - Mai 2015 Classificaçã Prdut Financeir Cmplex Depósit Indexad O depósit Mntepi Cnsumer Brands -

Leia mais

Apresentação ao mercado do cronograma do processo de adopção plena das IAS/IFRS no sector financeiro

Apresentação ao mercado do cronograma do processo de adopção plena das IAS/IFRS no sector financeiro Apresentaçã a mercad d crngrama d prcess de adpçã plena das IAS/IFRS n sectr financeir DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO PRUDENCIAL DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 12 de Junh de 2014 Departament de Supervisã Prudencial

Leia mais

Da Declaração à Ação dos Vários Interessados Diretos Primeira reunião do fórum

Da Declaração à Ação dos Vários Interessados Diretos Primeira reunião do fórum Da Declaraçã à Açã ds Váris Interessads Direts Primeira reuniã d fórum Centr de Cnvenções Brasil 21 Brasília, DF, 8 e 9 de mai de 2012 AGENDA ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ESCRITÓRIO REGIONAL DA ORGANIZAÇÃO

Leia mais

FAÇA DA OBRIGATORIEDADE, UMA OPORTUNIDADE.

FAÇA DA OBRIGATORIEDADE, UMA OPORTUNIDADE. Alterações fiscais de 2013 Nva fase de cer ficaçã de s ware, brigatriedade de cmunicaçã de faturas e dcuments de transprte, e alterações n Códig d IVA entram em vigr em 2013. O nv an vai trazer grandes

Leia mais

PRINCIPAIS REQUISITOS: Regra final sobre Programas de Verificação do Fornecedor Estrangeiro Em resumo

PRINCIPAIS REQUISITOS: Regra final sobre Programas de Verificação do Fornecedor Estrangeiro Em resumo O FDA ferece esta traduçã cm um serviç para um grande públic internacinal. Esperams que vcê a ache útil. Embra a agência tenha tentad bter uma traduçã mais fiel pssível à versã em inglês, recnhecems que

Leia mais

Guias para a atuação das Entidades Acreditadas

Guias para a atuação das Entidades Acreditadas Dmíni d Ambiente Guias para a atuaçã das Entidades Acreditadas Guia PAG EA.G.03.01.00 - janeir 2013 Ficha técnica Títul Guias para a atuaçã das Entidades Acreditadas (EA) n Dmíni d Ambiente 3. Guia PAG

Leia mais

tendências de crescimento econômico com as taxas demográficas, sua composição etária e os contingentes de população economicamente ativa esperados.

tendências de crescimento econômico com as taxas demográficas, sua composição etária e os contingentes de população economicamente ativa esperados. RESERVA LEGAL E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Biólg Jacksn Müller jack.nh@terra.cm.br A percepçã de que na atualidade trna-se necessári rever mdel de desenvlviment praticad cnstitui-se na prpsta principal

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS Prjets n Bima Amazônia A Critéris Orientadres B C D E F Cndicinantes Mínims para Prjets Mdalidades de Aplicaçã ds Recurss Restriçã de Us ds Recurss Critéris

Leia mais

Acção 3.1.2. Criação e Desenvolvimento de Microempresas

Acção 3.1.2. Criação e Desenvolvimento de Microempresas A Eurpa investe nas Znas Rurais Acçã 3.1.2. Criaçã e Desenvlviment de Micrempresas Âmbit Criaçã e desenvlviment de micrempresas cuj ram de actividade pderá ser alv de delimitaçã n âmbit ds Plans de Desenvlviment

Leia mais

PROENÇA FINICIA. Crédito Local. no Concelho de Proença-a-Nova PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO

PROENÇA FINICIA. Crédito Local. no Concelho de Proença-a-Nova PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO PROENÇA FINICIA Crédit Lcal n Cncelh de Prença-a-Nva PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO Entre: A Câmara Municipal de Prença-a-Nva, pessa clectiva nº 505 377 802, adiante designada pr CÂMARA; A Caixa

Leia mais

Apresentação Higiene, Segurança e Medicina no Trabalho

Apresentação Higiene, Segurança e Medicina no Trabalho Apresentaçã Higiene, Segurança e Medicina n Trabalh 2009 easymed Rua Jrge Barradas, nº 34 Lj 4/5 Tel: +351 21 301 01 00 1400-319 LISBOA Fax: +351 21 301 11 16 PORTUGAL http://www.easymed.pt A Easymed A

Leia mais

INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR

INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR A pertinência e valr demnstrad das valências d Cartã de Saúde Cfre, em razã d flux de adesões e pedids de esclareciment, trnam essencial dar evidência e respsta a algumas situações

Leia mais

Formação integrada em Contabilidade, Finanças e Fiscalidade

Formação integrada em Contabilidade, Finanças e Fiscalidade Frmaçã integrada em Cntabilidade, Finanças e Fiscalidade Objetivs Gerais Este Curs pretende dtar e cnslidar ns participantes s cnheciments avançads para desempenh das suas atividades prfissinais ns dmínis

Leia mais

Orientações para as Candidaturas

Orientações para as Candidaturas Orientações para as Candidaturas Tiplgia de Intervençã 6.2 (Eix 6) Qualificaçã das Pessas cm Deficiências e Incapacidades. O presente dcument cntém rientações técnicas para efeits de candidatura as apis

Leia mais

FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2014

FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2014 FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2014 Març 2015 FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT MORADA Estrada de Benfica, nº 372 - Lisba Tel./Fax. 217780073 Email funda_champagnat@maristascmpstela.rg Índice I. Intrduçã.1

Leia mais

NORMATIVA ADMINISTRATIVA

NORMATIVA ADMINISTRATIVA Assunt: DIRETRIZES PARA COMPRA E APROVEITAMENTO DE Data de Emissã: Data de Revisã: De: 18/12/2013 Assunts Estratégics Tdas as áreas d 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Estabelecer regras e parâmetrs que

Leia mais

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo:

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo: Gestã d Escp 1. Planejament da Gestã d Escp: i. Autrizaçã d prjet ii. Definiçã d escp (preliminar) iii. Ativs em cnheciments rganizacinais iv. Fatres ambientais e rganizacinais v. Plan d prjet i. Plan

Leia mais

UHE SANTO ANTONIO. MARGEM ESQUERDA Análise crítica: Guilherme Todt S D- RT- 0063-13 00

UHE SANTO ANTONIO. MARGEM ESQUERDA Análise crítica: Guilherme Todt S D- RT- 0063-13 00 UHE SANTO ANTONIO Titul: Dcument N. Rev. RELATÓRIO DE DESMOBILIZAÇÃO DO 3 MODULO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTE (ETE)- S D- RT- 0063-13 00 Elabraçã: Tarcis Camil MARGEM ESQUERDA Análise crítica:

Leia mais

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play Prgrama Agra Nós Vluntariad Jvem Namrar cm Fair Play INTRODUÇÃO A vilência na intimidade nã se circunscreve às relações cnjugais, estand presente quer nas relações de namr, quer nas relações juvenis casinais.

Leia mais

Apresentação. Higiene, Segurança e Medicina no Trabalho

Apresentação. Higiene, Segurança e Medicina no Trabalho Apresentaçã Higiene, Segurança e Medicina n Trabalh 2011 Autrizações: ACT nº 697 07 1 01 11 DGS nº 065/2011 easymed Av. Clumban Brdal Pinheir, nº61c, 1º - Esc. 13 Tel: +351 21 301 01 00 1070-061 LISBOA

Leia mais

ERASMUS MUNDUS 2009-2013

ERASMUS MUNDUS 2009-2013 COMISSÃO EUROPEIA ERASMUS MUNDUS 2009-2013 Guia d Prgrama destinad as futurs candidats e beneficiáris O presente Guia d Prgrama deve ser lid em cnjunt cm s crrespndentes Cnvites anuais à apresentaçã de

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSOS ESPECIAIS DE ACESSO E INGRESSO MINISTRADOS NO IPP NO ENSINO SUPERIOR NOS CURSOS

REGULAMENTO CONCURSOS ESPECIAIS DE ACESSO E INGRESSO MINISTRADOS NO IPP NO ENSINO SUPERIOR NOS CURSOS REGULAMENTO CONCURSOS ESPECIAIS DE ACESSO E INGRESSO NO ENSINO SUPERIOR NOS CURSOS MINISTRADOS NO IPP JULHO 2010 ÍNDICE CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Object... 3 Âmbit bjectiv... 3 Âmbit subjectiv...

Leia mais