Orientações para as Candidaturas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orientações para as Candidaturas"

Transcrição

1 Orientações para as Candidaturas Tiplgia de Intervençã 6.2 (Eix 6) Qualificaçã das Pessas cm Deficiências e Incapacidades.

2 O presente dcument cntém rientações técnicas para efeits de candidatura as apis cncedids n âmbit da Tiplgia Qualificaçã das Pessas cm Deficiências e Incapacidades, Eix 6 - n âmbit da qual IEFP, I.P fi designad Organism Intermédi. Cmplementa Regulament Específic aprvad para aquela Tiplgia, que prevalece sbre este dcument. 1) Cnceits Para efeits das acções aqui previstas cnsidera-se: 1) Pessa cm deficiências e incapacidades, aquela que apresenta limitações significativas a nível da actividade e da participaçã, num u váris dmínis de vida, decrrentes de alterações funcinais e estruturais, de carácter permanente e de cuja interacçã cm mei envlvente resultem dificuldades cntinuadas, designadamente a nível da cmunicaçã, aprendizagem, mbilidade e autnmia, cm impact na frmaçã prfissinal, trabalh e empreg, dand lugar à necessidade de mbilizaçã de serviçs para prmver ptencial de qualificaçã e inclusã scial e prfissinal, incluind a btençã, manutençã e prgressã n empreg; 2) Incapacidade, um cnceit abrangente que englba deficiências, limitações de actividade u restrições na participaçã, decrrentes da interacçã dinâmica entre a pessa e cntext (pessal/ambiental). 3) Centrs de recurss, as entidades credenciadas pel IEFP, I.P, enquant estruturas de suprte e api as centrs de empreg e de intervençã especializada n dmíni da reabilitaçã prfissinal, designadamente nas áreas da avaliaçã e rientaçã prfissinal, api à integraçã, prgressã e manutençã n empreg das pessas cm deficiências e Incapacidades. 4) Entidades frmadras certificadas cm estruturas especificamente vcacinadas para a área da deficiência - entidades ds sectres public, cperativ u privad, que tenham pr bject intervençã junt das pessas cm deficiências e incapacidade u que pssuam experiência cmprvada a nível da reabilitaçã prfissinal. 2) Infrmaçã, Avaliaçã e Orientaçã Prfissinal 1. A infrmaçã, avaliaçã e rientaçã prfissinal tem cm bjectiv apiar as pessas cm deficiências e incapacidades, inscritas e encaminhadas pels centrs de empreg, na tmada de decisões vcacinais adequadas, facultand-lhes s meis, infrmaçã e apis cnsiderads indispensáveis à definiçã e desenvlviment d seu plan pessal de empreg. 2/10

3 2. As prestações técnicas de infrmaçã visam prprcinar às pessas cm deficiências e incapacidades s elements úteis para a definiçã de pssíveis percurss prfissinais, nmeadamente n que se refere a infrmaçã sbre mercad de trabalh, as actividades prfissinais, s apis a empreg, a frmaçã prfissinal, a igualdade de prtunidades n mercad de trabalh e infrmaçã sbre s prduts e dispsitivs destinads a cmpensar e atenuar as limitações de actividade. 3. As prestações técnicas de avaliaçã prfissinal visam aferir as cmpetências pessais e prfissinais das pessas cm deficiências e incapacidades, tend em vista apiar prcess de rientaçã prfissinal, em cncrdância cm as suas características e expectativas. 4. As prestações técnicas de rientaçã prfissinal visam apiar as pessas cm deficiências e incapacidades na elevaçã d seu nível de empregabilidade e na inserçã n mercad de trabalh, nmeadamente através da identificaçã das etapas e ds meis mais adequads para efeit. 3) Frmaçã Prfissinal - Inicial e Cntínua 1. A frmaçã prfissinal visa dtar a pessa cm deficiências e incapacidades ds cnheciments e cmpetências necessárias à btençã de uma qualificaçã que lhe permita exercer uma actividade prfissinal n mercad de trabalh, manter empreg e prgredir prfissinalmente de frma sustentada. 2. A frmaçã indicada n númer anterir deve rganizar-se tend em cnsideraçã as cndições específicas das pessas cm deficiências e incapacidades e ajustar-se às características d mercad de trabalh. 3. É elegível n âmbit das presentes Tiplgias a frmaçã prfissinal inicial e cntínua: Frmaçã Prfissinal Inicial: a) As mdalidades de frmaçã especificamente destinadas às pessas cm deficiências e incapacidades devem ser rganizadas e desenvlvidas em estreita articulaçã cm mercad de trabalh, tend em cnsideraçã as exigências e prtunidades d mesm, e as características e cmpetências destas pessas. b) A frmaçã prfissinal das pessas cm deficiências e incapacidades deve, sempre que necessári, integrar uma cmpnente de reabilitaçã funcinal/actualizaçã de cmpetências, visand desenvlviment da autnmia pessal, de atitudes prfissinais, de cmunicaçã, de refrç da 3/10

4 aut-estima, da mtivaçã e de cndições de empregabilidade e da aprendizagem e/u reaprendizagem das cndições necessárias à sua plena participaçã. c) As acções de Frmaçã Prfissinal Inicial têm uma duraçã mínima de 1200 hras e máxima de 2900 hras, e devem, preferencialmente, assentar num percurs frmativ integrad que pde abranger: i. Recuperaçã e actualizaçã de cmpetências pessais e sciais, que pde crrer a lng de td prcess frmativ; ii. A aquisiçã das cmpetências necessárias a uma qualificaçã prfissinal u à cupaçã de um pst de trabalh n âmbit de acções destinadas à ppulaçã em geral u de acções específicas de frmaçã para pessas cm deficiências e incapacidades, cm a duraçã das acções de qualificaçã previstas n Catálg Nacinal de Qualificações (CNQ) u que cm rientaçã deve ter a duraçã máxima de 18 meses n cas das acções específicas; iii. Frmaçã em Pst de Trabalh, incluíd n prgrama de uma acçã de frmaçã prfissinal, que vise prmver trein de cmpetências pessais e técnicas em ambiente real de trabalh, cm supervisã pela entidade frmadra, bem cm facilitar prcess de aprximaçã ds frmands a mercad de trabalh, que cm rientaçã deve ter a duraçã máxima de 1 an. Frmaçã Prfissinal Cntínua: a) N cas ds destinatáris desempregads, devem ser candidats privilegiads da frmaçã prfissinal cntínua s que se encntrem em situaçã de desempreg inscrits ns Centrs de Empreg d IEFP, I.P. e que tenham estad em situaçã de empreg pel mens 6 meses, u que tenham a sua inscriçã feita ns Centrs de Empreg há pel mens 6 meses. Esta recmendaçã nã exclui, prém, a frequência destas acções pr parte de activs desempregads que nã cumpram estes requisits. b) A frmaçã prfissinal cntínua de activs cm deficiência, para a actualizaçã das suas cmpetências, cumprind cmprmiss da prmçã da sua empregabilidade deve cntribuir para assegurar a cada activ, anualmente, um mínim de 35 hras de frmaçã. c) A frmaçã prfissinal cntínua de activs cm deficiência pderá ser, também, desenvlvida em articulaçã cm s Centrs de Recurss lcais e/u 4/10

5 especializads, s Centrs de Frmaçã e s Centrs/Entidades de reabilitaçã prfissinal. d) A frmaçã prfissinal cntínua de activs cm deficiência em situaçã de desempreg pde apiar um nv períd de recuperaçã e actualizaçã de cmpetências pessais e sciais, (que nã deve exceder 30 hras), desde que tal seja factr ptenciadr da sua integraçã prfissinal e, n ttal, este períd nã exceda um máxim de 400 hras. e) Este nv períd pressupõe a aquisiçã e actualizaçã de cmpetências sciais e técnicas n âmbit d mesm percurs frmativ u em nvas áreas frmativas, tais cm empreendedrism e as tecnlgias de infrmaçã e cmunicaçã, que favreçam a reintegraçã prfissinal u a criaçã d própri empreg. 4. Sem prejuíz da qualidade das intervenções diferenciadas, quer para desenvlviment de acções de frmaçã inicial quer para desenvlviment de acções de frmaçã cntínua, deverá privilegiar-se recurs as referenciais cnstantes d CNQ que prmvam a dupla certificaçã, ainda que cm as adequações necessárias às características e necessidades ds destinatáris das acções. 5. Os Centrs de Recurss pdem cnstituir-se cm parceirs técnics de suprte a nível pedagógic e didáctic n desenh e/u prmçã de frmações de dupla certificaçã u cmplementares à frmaçã. 4) Utilizaçã ds referenciais de frmaçã d CNQ 1. A utilizaçã ds referenciais de frmaçã d CNQ é pssível e desejável quer para a frmaçã inicial, quer para a frmaçã cntinua. 2. O CNQ, criad para ser um instrument de gestã estratégica das qualificações, de nível nã superir, cnsideradas essenciais para a cmpetitividade e mdernizaçã das empresas e para desenvlviment pessal e scial ds indivídus, deve ser prgressivamente aprpriad pelas entidades que desenvlvem acções de qualificaçã dirigidas às pessas cm deficiências e incapacidades e utilizad, cm uma ferramenta indispensável para a gestã e rganizaçã da frmaçã. 3. O CNQ está dispnível n Site cntend já um elevad númer de perfis prfissinais e respectivs referenciais de frmaçã. 4. Na planificaçã das acções e preparaçã d Plan de Frmaçã para 2009, a entidade deve analisar s referenciais dispníveis n CNQ e estudar a sua 5/10

6 aplicabilidade, ainda que essa aplicabilidade pssa passar pela intrduçã de ajustaments. 5. Os referenciais de frmaçã, cnstruíds de frma mdular, sã facilitadres da cnstruçã de percurss frmativs cm cmpsiçã e duraçã variável, que para s destinatáris destas tiplgias, é facilitadr para que pssam também, de frma flexível, adquirir prgressivamente qualificações recnhecidas. 6. Afigura-se que estes referenciais pderã ser particularmente úteis, numa fase inicial de aprximaçã a CNQ, para desenvlviment de acções de frmaçã cntinua. Acções de 5) Candidatura de As entidades que pretendem desenvlver, em 2009, acções de infrmaçã, avaliaçã e rientaçã prfissinal e/u frmaçã prfissinal devem apresentar uma candidatura para cada uma das acções. 2. Os frmuláris para as acções de infrmaçã, avaliaçã e rientaçã prfissinal e frmaçã prfissinal sã distints devend pr iss as entidades apresentar candidaturas autónmas para IAOP e FP. 3. Nã pderã ser bject de api/candidatura as acções desenvlvidas a abrig d prgrama pré-prfissinal. 4. As acções de Readaptaçã a Trabalh, na sua cmpnente de frmaçã prfissinal a desenvlver desde 1 de Janeir de 2009, deverã ser inscritas em candidatura nesta tiplgia, cm frmaçã cntínua u cm frmaçã inicial, em funçã d diagnóstic e das necessidades frmativas identificadas, uma vez que a frmaçã cntinua tem a duraçã máxima de 400 hras. 5. As acções de Readaptaçã a Trabalh decrrentes de acidentes de trabalh devem ns terms da legislaçã ser financiadas pelas entidades empregadras. 6. N cas das acções de frmaçã prfissinal, inicial e cntínua, sempre que pssível, e para que pssam ser ptenciadas as virtualidades da frmaçã desenvlvida ns terms d CNQ, devem ainda as entidades integrar s frmands de acções transitadas em acções a iniciar ns nvs mdels de funcinament, desde que dessa integraçã nã resulte prlngament d períd da frmaçã prevista para cada frmand. Os prcesss de transiçã que nã ficaram cncluíds em 2008 devem ser dads pr finalizads em /10

7 Acções iniciadas em 2005 Acções iniciadas em 2006 Acções iniciadas em P.Cnstelaçã Jan. a Dez 1 an 2 ans 3 ans 4 ans POPH 1 an 2 ans 3 ans 4 ans P.Cnstelaçã 1 an 2 ans 3 ans 4 ans Jan. a POPH Dez 1 an 2 ans 3 ans P.Cnstelaçã Jan. a Dez 1 an 2 ans 3 ans 4 ans POPH 1 an 2 ans 3 ans estas acções pdem finalizar em 2008 u 2009 estas acções pdem finalizar em 2009 u 2010 estas acções devem finalizam em 2010 Nã pdem exceder 2900 hras de frmaçã n períd de elegibilidade POPH (frmaçã após 2008) Exempls s nvs u transitads nã pdem exceder as 2900 hras 1 frmand iniciu em Agst Faz 4 ans em Agst Pde ser inserid em acçã nva POPH, mas nã pde acabar a frmaçã depis de Agst 2009 (data em que cncluiria pel Cnstelaçã) 1 frmand iniciu em Setembr Faz 4 ans em Setembr Deve ser inserid numa nva acçã que nã ultrapasse as hras e preferencialmente CNQ Set cntelaçã cnstelaçã POPH POPH POPH 2900 hras máxim e nã pde acabar nunca depis de Set Na rganizaçã e preparaçã da candidatura, as hras da cmpnente de frmaçã de reabilitaçã funcinal (incluind educaçã física) devem ser cnsideradas n âmbit da frmaçã teórica/em sala. 8. As 2900 hras regulamentadas incluem a fase de frmaçã em pst de trabalh, anterirmente designada de estági. 7/10

8 6) Vlumes mínims de frmaçã em cnfrmidade cm CNQ 1. Cnsiderand que é desejável que, prgressivamente, a actividade frmativa dirigida a pessas cm deficiências e incapacidades se aprxime e integre n Sistema Nacinal de Qualificações, sugerem-se cm patamares mínims de vlume de frmaçã, referenciada a CNQ, para períd de : pel mens 25% de vlume de frmaçã referenciada a CNQ; 2009 pel mens 35% de vlume de frmaçã referenciada a CNQ; 2010 pel mens 45% de vlume de frmaçã referenciada a CNQ; 2011 pel mens 55% de vlume de frmaçã referenciada a CNQ; 2012 pel mens 65% de vlume de frmaçã referenciada a CNQ; 2013 pel mens 75% de vlume de frmaçã referenciada a CNQ. 2. Em sede de análise e decisã de candidaturas, será valrizada a utilizaçã ds referenciais de frmaçã dispníveis n CNQ, u das unidades de frmaçã mdelares que integrand s respectivs referenciais sejam adequads às necessidades frmativas destes públics. 7) Dcumentaçã 1. A frmalizaçã das candidaturas anuais as apis é efectuada cm preenchiment ds frmuláris n SIIFSE e respectiva submissã electrónica. 2. Relativamente à dcumentaçã anexa e de acrd cm dispst n n.º 3 d artig 11º d Decret - Regulamentar nº 84-A/2007, de 10 de Dezembr, as entidades devem cingir-se a uplad d ficheir, cntend infrmaçã, via SIIFSE, para fundamentar a candidatura, que deve, cntud, ser bastante para permitir a sua apreciaçã em terms de evidência e pertinência das acções a que se candidata, tend pr referência s critéris que cnstam da respectiva grelha de avaliaçã. 3. O Term de Respnsabilidade emitid pel SIIFSE devidamente assinad deve ser remetid as Serviçs Reginais d IEFP, de acrd cm a regiã de abrangência d prject. 4. N cas das acções de frmaçã prfissinal, inicial e cntínua, a entidade frmadra deverá remeter a Departament de Frmaçã Prfissinal, n praz de 30 dias a cntar da submissã da candidatura, s referenciais de frmaçã que utiliza e que nã sejam s cnstantes d CNQ, para que pssam ser bject de um trabalh cnjunt visand a sua 8/10

9 adaptaçã e cnfrmidade àquele instrument de gestã das qualificações bem cm a sua ptencial submissã a Catálg. 8) Custs máxims nas acções 1. A natureza e s limites máxims de custs cnsiderads elegíveis para efeits de cfinanciament n âmbit desta Tiplgia sã s que cnstam d Despach Nrmativ nº 4- A/2008, de 24 de Janeir, cm as especificidades previstas n Regulament Específic desta Tiplgia. 2. O valr máxim d indicadr cust pr hra e pr frmand é equivalente a definid para a Frmaçã para a Inclusã - 3,85 (artig 23º d Despach Nrmativ nº 4-A/2008, de 24 de Janeir). 3. Relativamente às Blsas de prfissinalizaçã, deverá ser tid em cnsideraçã seguinte: a. Aplicaçã d regime geral definid n n.º 4, d Art. 8.º, d Despach Nrmativ n.º 4-A/2008, de 24 de Janeir, tend cm referência s escalões d abn de família; b. Em situações excepcinais, atribuiçã de blsa de prfissinalizaçã n valr de 50% d IAS, a aplicar nas situações em que s frmands nã aufiram abn de família e cujs rendiments de referência d agregad familiar nã sejam superires a 1 x IAS x 14 meses (5.703,74 / an) - 2º escalã de rendiments d agregad familiar para atribuiçã d abn de família. O rendiment de referência resulta da sma d ttal de rendiments de cada element d agregad familiar a dividir pel númer de crianças e jvens cm direit a abn de família, nesse mesm agregad, acrescid de 1, traduzindse na seguinte fórmula de cálcul: R = RI NF + 1 em que: R = Rendiment RI = Rendiment Ilíquid NF = Nº de filhs cm direit a abn de família (acrescid de + 1) Para este efeit sã cnsiderads rendiments anuais ilíquids d agregad familiar auferids em territóri nacinal u n estrangeir, s prvenientes de: - Trabalh dependente; - Actividades empresariais e prfissinais; - Capitais; 9/10

10 - Rendiments prediais; - Increments patrimniais; - Pensões; - Prestações sciais cmpensatórias da perda u inexistência de rendiments de trabalh (pr exempl: dença, desempreg, maternidade e rendiment scial de inserçã) 9) Legislaçã aplicável: Nã fica prém excluída a necessidade de cnsulta atenta ds diplmas legais que suprtam a aplicaçã nacinal d QREN, da plítica de empreg, d Sistema Nacinal de Qualificações, bem cm da plítica de reabilitaçã prfissinal cm particular destaque para: O Decret-Lei nº 312/2007, de 17 de Setembr, que define mdel de gvernaçã d QREN; O Decret - Regulamentar nº 84-A/2007, de 10 de Dezembr, que define regime geral de aplicaçã d FSE; O Despach Nrmativ nº 4-A/2008, de 24 de Janeir, que fixa a natureza e s limites máxims ds custs elegíveis; O Regulament Específic da Tiplgia 6.2 Qualificaçã das Pessas cm Deficiências e Incapacidades aprvad pel Despach n.º 18360/2008, de 20 de Junh, publicad n Diári da República, 2ª Série, n.º 131, de 9 de Julh de 2008; A Lei n.º 38/2004, de 18 de Agst, que define as bases gerais d regime jurídic da prevençã habilitaçã reabilitaçã e participaçã da pessa cm deficiência; O Decret-Lei n.º 132/99, de 12 de Abril, que define quadr da plítica de empreg; O Decret-Lei n.º 396/2007, de 31 de Dezembr, que institui Sistema Nacinal de Qualificações; O Decret-lei n.º 247/89, de 5 de Agst, que define regime da cncessã de api técnic e financeir as prgramas de reabilitaçã prfissinal. 10/10

INFORMAÇÃO GAI. Apoios às empresas pela contratação de trabalhadores

INFORMAÇÃO GAI. Apoios às empresas pela contratação de trabalhadores INFORMAÇÃO GAI Apis às empresas pela cntrataçã de trabalhadres N âmbit das plíticas de empreg, Gvern tem vind a criar algumas medidas de api às empresas pela cntrataçã de trabalhadres, n entant tem-se

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: EQUIPAMENTOS PARA A COESÃO LOCAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 Ns terms d regulament específic Equipaments para a Cesã Lcal,

Leia mais

PROGRAMAS/PROJECTOS. Indicador de Avaliaçã o. Programa /Projecto Objectivo Resultado

PROGRAMAS/PROJECTOS. Indicador de Avaliaçã o. Programa /Projecto Objectivo Resultado PROGRAMAS/PROJECTOS Prgrama /Prject Objectiv Resultad Indicadr de 1. Prgrama - Inserçã de Jvens na Vida Activa em particular s Candidats a Primeir Empreg Prmçã da inserçã de jvens n mercad de trabalh e

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal.

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal. SIUPI SISTEMA DE INCENTIVOS À UTILIZAÇÃO DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL FICHA DE MEDIDA Apia prjects que visem estimular investiment em factres dinâmics de cmpetitividade, assciads à invaçã tecnlógica, a design

Leia mais

O projeto Key for Schools PORTUGAL

O projeto Key for Schools PORTUGAL O prjet Key fr Schls PORTUGAL O teste Key fr Schls O teste Key fr Schls é cncebid para aplicaçã em cntext esclar e está de acrd cm Quadr Eurpeu Cmum de Referência para as Línguas O teste Key fr Schls permite

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL EDITAL CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS (CTeSP) 2015 CONDIÇÕES DE ACESSO 1. Pdem candidatar-se a acess de um Curs Técnic Superir Prfissinal (CTeSP) da ESTGL tds s que estiverem

Leia mais

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos Estági II Semestral 6 Invaçã e Desenvlviment de Prduts Turístics Desenvlviment e Operacinalizaçã de Prjects Turístics Inglês Técnic IV Legislaçã e Ética d Turism Opçã Semestral 4 6/6 Sistemas de Infrmaçã

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

Plano de Formação 2012

Plano de Formação 2012 1 INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, IP DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALGARVE Plan de Frmaçã 2012 Centr de Empreg e Frmaçã Prfissinal de Prtimã 2 APRENDIZAGEM nível IV SAÍDA PROFISSIONAL INICIO FINAL

Leia mais

MODALIDADE DE FORMAÇÃO

MODALIDADE DE FORMAÇÃO CURSO 7855 PLANO DE NEGÓCIO - CRIAÇÃO DE PEQUENOS E MÉDIOS NEGÓCIOS Iníci ------ Duraçã 50h Hrári(s) ------ OBJECTIVOS GERAIS - Identificar s principais métds e técnicas de gestã d temp e d trabalh. -

Leia mais

CURSO DE TRIPULANTE DE AMBULÂNCIA DE SOCORRO

CURSO DE TRIPULANTE DE AMBULÂNCIA DE SOCORRO EA.TAS.6.1.13 HELPCARE CURSO DE TRIPULANTE DE AMBULÂNCIA DE SOCORRO Prpsta Curs de Tripulante de Ambulância de Scrr Fundamentaçã O scrr e transprte de vítimas de dença súbita e/u trauma é executad pr váris

Leia mais

Cursos Profissionais de Nível Secundário (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março)

Cursos Profissionais de Nível Secundário (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) REFERENCIAL DE FORMAÇÃO Curss Prfissinais de Nível Secundári (Decret-Lei n.º 74/2004, de 26 de Març) Família Prfissinal: 07 - Infrmática 1. QUALIFICAÇÕES / SAÍDAS PROFISSIONAIS As qualificações de nível

Leia mais

2. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias. Síntese dos termos e condições gerais da Linha de Crédito PME Crescimento. Condições genéricas:

2. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias. Síntese dos termos e condições gerais da Linha de Crédito PME Crescimento. Condições genéricas: 2. Cndições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Síntese ds terms e cndições gerais da Linha de Crédit PME Cresciment ( presente dcument identifica as principais características da Linha de Crédit PME

Leia mais

SI à Qualificação e Internacionalização de PME Projectos Individuais e de Cooperação Aviso nº 7/SI/2011

SI à Qualificação e Internacionalização de PME Projectos Individuais e de Cooperação Aviso nº 7/SI/2011 Objectiv Tiplgia SI à Qualificaçã e Internacinalizaçã de PME Prjects Individuais e de Cperaçã Avis nº 7/SI/2011 Prmçã da cmpetitividade das empresas através d aument da prdutividade, da flexibilidade e

Leia mais

Guia de Apoio. Orientações para Candidaturas Ano 2014 Regiões de Convergência, Algarve e Lisboa. Tipologias de Intervenção 6.2/8.6.2/9.6.

Guia de Apoio. Orientações para Candidaturas Ano 2014 Regiões de Convergência, Algarve e Lisboa. Tipologias de Intervenção 6.2/8.6.2/9.6. Guia de Apoio Orientações para Candidaturas Ano 2014 Regiões de Convergência, Algarve e Lisboa Tipologias de Intervenção 6.2/8.6.2/9.6.2 Qualificação das Pessoas com Deficiência e Incapacidade Setembro

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da Comissão de Acompanhamento, sendo composto por duas partes: DOC. CA/N/15/08 PROGRAMA OPERACIONAL ALENTEJO EIXO 2 DESENVOLVIMENTO URBANO E EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL INSTRUMENTO: MOBILIDADE TERRITORIAL O presente dcument suprta a apreciaçã d

Leia mais

Manual de Qualidade da Atividade Formativa

Manual de Qualidade da Atividade Formativa Manual de Qualidade da Atividade Frmativa Direçã Pedagógica e Frmaçã Març/2014 Versã - 1 Març 2014 Página 1 ÍNDICE 1. ENQUADRAMENTO DO DOCUMENTO E CARATERIZAÇÃO DA ENTIDADE... 3 1.1. ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS

Leia mais

WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL

WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL ÍNDICE I. Apresentaçã e bjectivs d wrkshp II. III. Resultads ds inquérits Ambiente cmpetitiv Negóci Suprte Prcesss

Leia mais

INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR

INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR A pertinência e valr demnstrad das valências d Cartã de Saúde Cfre, em razã d flux de adesões e pedids de esclareciment, trnam essencial dar evidência e respsta a algumas situações

Leia mais

Apresentação ao mercado do cronograma do processo de adopção plena das IAS/IFRS no sector financeiro

Apresentação ao mercado do cronograma do processo de adopção plena das IAS/IFRS no sector financeiro Apresentaçã a mercad d crngrama d prcess de adpçã plena das IAS/IFRS n sectr financeir DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO PRUDENCIAL DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 12 de Junh de 2014 Departament de Supervisã Prudencial

Leia mais

Direitos e Obrigações no âmbito dos Acidentes Profissionais e Doenças Profissionais

Direitos e Obrigações no âmbito dos Acidentes Profissionais e Doenças Profissionais Cmunicaçã Direits e Obrigações n âmbit ds Acidentes Prfissinais e Denças Prfissinais Direits e Obrigações n âmbit ds Acidentes Prfissinais e Denças Prfissinais (Lei nº 98/2009 de 4 de Setembr) 1- QUEM

Leia mais

INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal

INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal INDICE DE PREÇOS TURISTICO Desenvlvid n quadr d Prgrama Cmum de Estatística CPLP cm api técnic d INE de Prtugal Estrutura da Apresentaçã INTRODUÇÃO. METODOLOGIA. FORMA DE CÁLCULO. PROCESSO DE TRATAMENTO.

Leia mais

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR LISTA CANDIDATA ÀS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE GEÓGRAFOS BIÉNIO 2006-2008 POR UMA GEOGRAFIA MELHOR Assembleia Geral Presidente Jsé Albert Ri Fernandes (FL, Universidade

Leia mais

Instruções auxiliares de preenchimento

Instruções auxiliares de preenchimento Instruções auxiliares de preenchiment Preenchiment n-line: Utilize Adbe Acrbat Reader, versã 7.0.5 u superir, qual pde ser btid em http://www.adbe.cm; Seleccine a pçã Preenchiment e envi n-line ; Recmenda-se

Leia mais

PROGRAMA FORMAR / 2009 Modalidade Apoio Formativo Plurianual

PROGRAMA FORMAR / 2009 Modalidade Apoio Formativo Plurianual PROGRAMA FORMAR / 2009 Mdalidade Api Frmativ Plurianual INSCRIÇÕES - GUIA DE PROCEDIMENTOS De acrd cm a Prtaria nº 1229/2006, de 15 de Nvembr, Institut Prtuguês da Juventude (IPJ) cntinua a prmver a frmaçã

Leia mais

1ª EDIÇÃO. Regulamento

1ª EDIÇÃO. Regulamento 1ª EDIÇÃO Regulament 1. OBJETIVO O Prêmi BRASILIDADE é uma iniciativa d Serviç de Api às Micr e Pequenas Empresas n Estad d Ri de Janeir SEBRAE/RJ, idealizad pr Izabella Figueired Braunschweiger e cm a

Leia mais

REGULAMENTO 1- OBJETIVO

REGULAMENTO 1- OBJETIVO REGULAMENTO 1- OBJETIVO O Prgrama Nv Temp é um iniciativa da Cargill Agricla SA, que visa ferecer as seus funcináris e das empresas patrcinadras ds plans de previdência sb a gestã da CargillPrev Sciedade

Leia mais

Alteração à Linha de Crédito para apoio às Empresas de Produção, Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas, Pecuários e Florestais

Alteração à Linha de Crédito para apoio às Empresas de Produção, Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas, Pecuários e Florestais Inf - Estruturas Infrmaçã Mensal d Sectr Linha de Crédit PME 2009 Alteraçã à Linha de Crédit para api às Empresas de Prduçã, Transfrmaçã e Cmercializaçã de Prduts Agríclas, Pecuáris e Flrestais A Linha

Leia mais

- COMO PROCURAR EMPREGO -

- COMO PROCURAR EMPREGO - GUIA PRÁTICO - COMO PROCURAR EMPREGO - e 1 de 7 Técnicas de Prcura de Empreg...3 1. Aut Avaliaçã...3 2. Meis de Divulgaçã de Ofertas de Empreg...3 3. Carta de Apresentaçã...4 4. Curriculum Vitae...4 4.1.1.

Leia mais

Apresentação Higiene, Segurança e Medicina no Trabalho

Apresentação Higiene, Segurança e Medicina no Trabalho Apresentaçã Higiene, Segurança e Medicina n Trabalh 2009 easymed Rua Jrge Barradas, nº 34 Lj 4/5 Tel: +351 21 301 01 00 1400-319 LISBOA Fax: +351 21 301 11 16 PORTUGAL http://www.easymed.pt A Easymed A

Leia mais

Gabinete de Serviço Social

Gabinete de Serviço Social Gabinete de Serviç Scial Plan de Actividades 2009/10 Frmar hmens e mulheres para s utrs Despertar interesse pel vluntariad Experimentar a slidariedade Educaçã acessível a tds Precupaçã particular pels

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios.

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios. Prêmi Data Pint de Criatividade e Invaçã - 2011 N an em que cmpleta 15 ans de atuaçã n mercad de treinament em infrmática, a Data Pint ferece à cmunidade a prtunidade de participar d Prêmi Data Pint de

Leia mais

EDITAL BOLSA SOCIOECONÔMICA. Seleção de Bolsistas para o Programa de Bolsa Socioeconômica para o período de 2014

EDITAL BOLSA SOCIOECONÔMICA. Seleção de Bolsistas para o Programa de Bolsa Socioeconômica para o período de 2014 EDITAL BOLSA SOCIOECONÔMICA Seleçã de Blsistas para Prgrama de Blsa Sciecnômica para períd de 2014 O Reitr d Centr Universitári Tled Unitled, ns terms d Regulament aprvad pel CONSEPE, cm vistas à seleçã

Leia mais

Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde

Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde Curs Prfissinal de Técnic Auxiliar de Saúde Planificaçã Anual de Higiene, Segurança e Cuidads Gerais An Letiv 2014/2015 Códig Módul Cnteúds - - Apresentaçã 17/09/14 - - Avaliaçã Diagnóstica Inicial 6572

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSOS ESPECIAIS DE ACESSO E INGRESSO MINISTRADOS NO IPP NO ENSINO SUPERIOR NOS CURSOS

REGULAMENTO CONCURSOS ESPECIAIS DE ACESSO E INGRESSO MINISTRADOS NO IPP NO ENSINO SUPERIOR NOS CURSOS REGULAMENTO CONCURSOS ESPECIAIS DE ACESSO E INGRESSO NO ENSINO SUPERIOR NOS CURSOS MINISTRADOS NO IPP JULHO 2010 ÍNDICE CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Object... 3 Âmbit bjectiv... 3 Âmbit subjectiv...

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE. Técnicos de Instalação e Manutenção de Edifícios e Sistemas. (TIMs)

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE. Técnicos de Instalação e Manutenção de Edifícios e Sistemas. (TIMs) MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTO DE Técnics de Instalaçã e Manutençã de Edifícis e Sistemas (TIMs) NO SISTEMA INFORMÁTICO DO SISTEMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA NOS EDIFÍCIOS (SCE) 17/07/2014

Leia mais

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA Fund Lcal n Cncelh de Paredes de Cura PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO Entre: O Municípi de Paredes de Cura, pessa clectiva nº 506

Leia mais

www.highskills.pt geral@highskills.pt

www.highskills.pt geral@highskills.pt www.highskills.pt geral@highskills.pt Índice Designaçã d Curs... 2 Duraçã Ttal d Curs de Frmaçã... 2 Destinatáris... 2 Objetiv Geral... 2 Objetivs Específics... 2 Estrutura mdular e respectiva carga hrária...

Leia mais

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play Prgrama Agra Nós Vluntariad Jvem Namrar cm Fair Play INTRODUÇÃO A vilência na intimidade nã se circunscreve às relações cnjugais, estand presente quer nas relações de namr, quer nas relações juvenis casinais.

Leia mais

GESTÃO DE LABORATÓRIOS

GESTÃO DE LABORATÓRIOS Seminári Luanda, 26,27,28,29 e 30 de Mai de 2014 - Htel **** Guia Prática GESTÃO DE LABORATÓRIOS Finanças Assegure uma gestã eficaz de tdas as áreas 40 hras de Frmaçã Especializada Cnceits ecnómic-financeirs

Leia mais

Situação Atual da EFTP no Afeganistão

Situação Atual da EFTP no Afeganistão Data: 8 de mai de 2015 Situaçã Atual da EFTP n Afeganistã Dr. Enayatullah Mayel Diretr Executiv d Prgrama Prgrama Nacinal de Desenvlviment de Cmpetências Ministéri d Trabalh, Assunts Sciais, Mártires e

Leia mais

3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO 4. EFEITOS A PRODUZIR: MUDANÇA DE PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS OU MATERIAIS DIDÁCTICOS

3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO 4. EFEITOS A PRODUZIR: MUDANÇA DE PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS OU MATERIAIS DIDÁCTICOS CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS An 2-B Frmulári de preenchiment brigatóri,

Leia mais

REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS

REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS Julh 2007 INTRODUÇÃO As amplas, prfundas e rápidas transfrmações pr que passa a nssa sciedade prvcaram, frçsamente,

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

BASES PROGRAMA GESTORES DA INOVAÇÄO EM CABO VERDE

BASES PROGRAMA GESTORES DA INOVAÇÄO EM CABO VERDE BASES PROGRAMA GESTORES DA INOVAÇÄO EM CABO VERDE Prject Rede de Unidades de Prmçä da Invaçä para desenvlviment da terceira missä das Universidades e a cperaçä institucinal através da Invaçän Aberta, prgrama

Leia mais

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013 PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020 DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versã: 1 Data: 28/10/2013 M5. ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AÇÃO 5.1. CRIAÇÃO DE AGRUPAMENTOS E ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

Regulamento do programa de bolsas de estudos

Regulamento do programa de bolsas de estudos Regulament d prgrama de blsas de estuds Unidades Ri de Janeir e Sã Paul Data de publicaçã: 13/05/2015 Regulament válid até 30/08/2015 1 1. Sbre prgrama Através de um prcess seletiv, prgrama de blsas de

Leia mais

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CAMINHO PARA ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk Resultad d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 INTRODUÇÃO Prject educativ dcument que cnsagra a rientaçã educativa da escla, elabrad e aprvad pels órgãs de administraçã e gestã, n qual se explicitam s princípis,

Leia mais

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps Realizads pela Direçã-Geral das Artes Avaliaçã da Utilidade ds Wrkshps Títul: Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps realizads pela

Leia mais

Cm Criar Seu Própri Empreg em Apenas 5 Passs 1 1º Pass: A IDEIA 2º Pass: O CONTACTO COM VÁRIAS INSTITUIÇÕES E ENTIDADES 3º Pass: PLANO DE NEGÓCIOS 4º Pass: CRIAÇÃO DA EMPRESA E INÍCIO DE ACTIVIDADE 5º

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira DIRETRIZES PARA ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DE GESTÃO 1 Sumári I. O Estági em Gestã...3 II. O Estági curricular...4 III. Acmpanhament e avaliaçã...5 IV. Mdels de Plan de Atividades e de Relatóri...5

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE ESTÁGIO

ORIENTAÇÕES SOBRE ESTÁGIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Missã d Institut Federal de Educaçã, Ciência e Tecnlgia

Leia mais

Programa Estágios Profissionais

Programa Estágios Profissionais Prgrama Estágis Prfissinais Cnsiste num estági cm a duraçã de 9 meses, pdend prlngar-se, cm autrizaçã d IEFP, excepcinalmente, até 12 meses, quand fr cmplementad pr um estági a realizar em territóri nacinal

Leia mais

Lista de verificação do conteúdo do Plano de Emergência Interno

Lista de verificação do conteúdo do Plano de Emergência Interno Intrduçã Lista de verificaçã d cnteúd d Plan de Emergência Intern (artig 18.º d Decret-Lei n.º 254/2007, de 12 de julh) O Decret-Lei n.º 254/2007, de 12 de julh, estabelece regime de prevençã de acidentes

Leia mais

EDITAL Nº 025 / 2015 SELEÇÃO DE SUPERVISOR DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID

EDITAL Nº 025 / 2015 SELEÇÃO DE SUPERVISOR DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas - UNIFAL-MG Pró-Reitria de Graduaçã Rua Gabriel Mnteir da Silva, 700 - Alfenas/MG - CEP 37130-000 Fne: (35) 3299-1329 Fax: (35) 3299-1078 grad@unifal-mg.edu.br

Leia mais

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO 1. PREÂMBULO... 1 2. NATUREZA E OBJECTIVOS... 1 3. MODO DE FUNCIONAMENTO... 2 3.1 REGIME DE ECLUSIVIDADE... 2 3.2 OCORRÊNCIAS... 2 3.3

Leia mais

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil

Leia mais

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 2 de 10 O Prjet Aliança O Prjet Aliança é uma idéia que evluiu a partir de trabalhs realizads cm pessas da cmunidade d Bairr da Serra (bairr rural

Leia mais

A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS O Prgrama Ciência sem Frnteiras, lançad n dia 26 de julh de 2011, é um prgrama d Gvern Federal que busca prmver a cnslidaçã, a expansã e a internacinalizaçã

Leia mais

A Estratégia do Tribunal de Justiça do Rio Grande Do Sul

A Estratégia do Tribunal de Justiça do Rio Grande Do Sul A Estratégia d Tribunal de Justiça d Ri Grande D Sul PODER JUDICIÁRIO Missã: De acrd cm fundament d Estad, Pder Judiciári tem a Missã de, perante a sciedade, prestar a tutela jurisdicinal, a tds e a cada

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2013

PLANO DE ACTIVIDADES 2013 PLANO DE ACTIVIDADES 2013 Índice 1. Missã, Visã e Valres 2. Desafi Estratégic 3. Prjects e Actividades 4. Cnslidaçā Interna 4.1. Aspects Gerais da Organizaçā e Funcinament da AJU 4.2. Recurss Humans 4.3.

Leia mais

ERASMUS MUNDUS 2009-2013

ERASMUS MUNDUS 2009-2013 COMISSÃO EUROPEIA ERASMUS MUNDUS 2009-2013 Guia d Prgrama destinad as futurs candidats e beneficiáris O presente Guia d Prgrama deve ser lid em cnjunt cm s crrespndentes Cnvites anuais à apresentaçã de

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013 Inserir data e Hra 08/10/2012 N.º PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2012 / 2013 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO: Técnic De Turism 2010/2013 DISCIPLINA: Operações Técnicas em Empresas Turísticas An: 3º N.º TOTAL

Leia mais

Os valores solicitados para transporte e seguro saúde deverão ser comprovados por um orçamento integral fornecido por uma agência de viagem.

Os valores solicitados para transporte e seguro saúde deverão ser comprovados por um orçamento integral fornecido por uma agência de viagem. Aluns de Pós-Graduaçã de Instituições Estrangeiras Visa apiar visitas de n máxim 30 dias, de dutrands de instituições estrangeiras, qualificads, e prcedentes de Centrs de Excelência para estudarem, pesquisarem

Leia mais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais 53 3 Frmulaçã da Metdlgia 3.1. Cnsiderações Iniciais O presente capítul tem cm finalidade prpr e descrever um mdel de referencia para gerenciament de prjets de sftware que pssa ser mensurável e repetível,

Leia mais

ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS FGV DIREITO RIO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO CONTINUADA

ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS FGV DIREITO RIO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO CONTINUADA ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS EDITAL DO PROCESSO SELETIVO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2º semestre / 2012 O Prgrama de Educaçã Cntinuada da trna públic, para cnheciment

Leia mais

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi O país d futur parece estar chegand para muits brasileirs que investiram em qualidade e prdutividade prfissinal, empresarial e pessal ns últims ans. O gigante adrmecid parece estar despertand. Dads d Centr

Leia mais

Processos de Apoio do Grupo Consultivo 5.5 Suporte Informático Direito de Acesso à Rede

Processos de Apoio do Grupo Consultivo 5.5 Suporte Informático Direito de Acesso à Rede Prcesss de Api d Grup Cnsultiv 5.5 Suprte Infrmátic Direit de Acess à Rede Suprte Infrmátic - Dcuments 5.5 Âmbit e Objectiv Frmuláris aplicáveis Obrigatóris Obrigatóris, se aplicável Frmulári de Mapa de

Leia mais

Introdução... 03 1. Objetivos Estratégicos... 06 2. Projetos de Desenvolvimento... 06 3. Orçamento... 13

Introdução... 03 1. Objetivos Estratégicos... 06 2. Projetos de Desenvolvimento... 06 3. Orçamento... 13 Plan de Atividades 2014 1 Intrduçã... 03 1. Objetivs Estratégics... 06 2. Prjets de senvlviment... 06 3. Orçament... 13 2 Intrduçã O an de 2014 reserva para a ADRAVE um nv mment de psicinament estratégic

Leia mais

Integração do POPH no SIIFSE

Integração do POPH no SIIFSE Integraçã d POPH n SIIFSE Manual d Utilizadr Frmulári de Candidatura às Acções Frmativas - 02 de Outubr de 2008-3ª Versã ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 4 1.1 ENQUADRAMENTO E OBJECTIVOS...4 2 PRINCIPAIS PRESSUPOSTOS...

Leia mais

www.highskills.pt geral@highskills.pt

www.highskills.pt geral@highskills.pt www.highskills.pt geral@highskills.pt Índice Designaçã d Curs... 2 Duraçã Ttal d Curs de Frmaçã... 2 Destinatáris... 2 Objetiv Geral... 2 Objetivs Específics... 2 Estrutura mdular e respectiva carga hrária...

Leia mais

CRONOGRAMA DELPHI para turmas Aproximadamente 84 horas - aulas de 2 horas

CRONOGRAMA DELPHI para turmas Aproximadamente 84 horas - aulas de 2 horas CRONOGRAMA DELPHI para turmas Aprximadamente 84 hras - aulas de 2 hras Primeira Parte Lógica de Prgramaçã 5 aulas 10 hras AULA 1 OBJETIVO 1. Cnceits básics: Algritm, Tips de Variáveis, Tips e Expressões

Leia mais

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação Os nvs uss da tecnlgia da infrmaçã nas empresas Sistemas de Infrmaçã Prf. Marcel da Silveira Siedler siedler@gmail.cm SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Planejament

Leia mais

Atividades a desenvolver. 1º Período - 12 de setembro a 17 de setembro

Atividades a desenvolver. 1º Período - 12 de setembro a 17 de setembro Agrupament de Esclas da Caparica Planificaçã das Atividades d Cnselh Pedagógic e Estruturas de Gestã Intermédia Dcument Orientadr - 2013/2014 1 O Cnselh Pedagógic é órgã de crdenaçã e supervisã pedagógica

Leia mais

WORKSHOP 1 Critérios ambientais e sociais na contratação: Como fazer?

WORKSHOP 1 Critérios ambientais e sociais na contratação: Como fazer? WORKSHOP 1 Critéris ambientais e sciais na cntrataçã: Cm fazer? Paula Trindade Investigadra LNEG Crdenadra Building SPP Helena Esteván EcInstitut Tratad da Uniã Eurpeia Princípis: Livre mviment de bens

Leia mais

Apresentação. Higiene, Segurança e Medicina no Trabalho

Apresentação. Higiene, Segurança e Medicina no Trabalho Apresentaçã Higiene, Segurança e Medicina n Trabalh 2011 Autrizações: ACT nº 697 07 1 01 11 DGS nº 065/2011 easymed Av. Clumban Brdal Pinheir, nº61c, 1º - Esc. 13 Tel: +351 21 301 01 00 1070-061 LISBOA

Leia mais

Em qualquer situação, deve ser incluída toda a informação que seja relevante para a análise e resolução da questão/problema.

Em qualquer situação, deve ser incluída toda a informação que seja relevante para a análise e resolução da questão/problema. Mdel de Cmunicaçã Prescriçã Eletrónica de Medicaments Revisã 2 Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e clientes da Prescriçã Eletrónica de Medicaments

Leia mais

SI Inovação Projectos de Empreendedorismo Qualificado Aviso nº 6/SI/2011

SI Inovação Projectos de Empreendedorismo Qualificado Aviso nº 6/SI/2011 Objectiv Tiplgia SI Invaçã Prjects de Empreendedrism Qualificad Avis nº 6/SI/2011 Prmver a invaçã n tecid empresarial através d estímul a empreendedrism qualificad. Api à criaçã de empresas nvas u nascentes

Leia mais

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo:

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo: Gestã d Escp 1. Planejament da Gestã d Escp: i. Autrizaçã d prjet ii. Definiçã d escp (preliminar) iii. Ativs em cnheciments rganizacinais iv. Fatres ambientais e rganizacinais v. Plan d prjet i. Plan

Leia mais

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco Orientações e Recmendações Orientações relativas à infrmaçã periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de ntaçã de risc 23/06/15 ESMA/2015/609 Índice 1 Âmbit de aplicaçã... 3 2 Definições... 3 3 Objetiv

Leia mais

CAE Rev_3: 74900 e 71120 LICENCIAMENTO DE EMPRESAS PARA O EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E RENOVAÇÃO DE CADASTRO PREDIAL

CAE Rev_3: 74900 e 71120 LICENCIAMENTO DE EMPRESAS PARA O EXERCÍCIO DE ACTIVIDADES DE PRODUÇÃO E RENOVAÇÃO DE CADASTRO PREDIAL O cnteúd infrmativ dispnibilizad pela presente ficha nã substitui a cnsulta ds diplmas legais referenciads e da entidade licenciadra. FUNCHAL CAE Rev_3: 74900 e 71120 LICENCIAMENTO DE EMPRESAS PARA O EXERCÍCIO

Leia mais

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi Benefícis ds serviçs de transprte de táxis cmpartilhads Shared-transprt / Shared-taxi Reuniã de Especialistas sbre Transprte Urban Sustentável: Mdernizand e Trnand Eclógicas as Frtas de Táxis nas Cidades

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Faculdade de Tecnlgia SENAI Flrianóplis e Faculdade de Tecnlgia SENAI Jaraguá d Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Pós-Graduaçã Lat Sensu em Gestã da Segurança da Infrmaçã em Redes de Cmputadres A Faculdade

Leia mais

Integração do Rumos no SIIFSE

Integração do Rumos no SIIFSE Integraçã d Rums n SIIFSE Manual de Utilizadr Pedid de Alteraçã d Frmulári F01-12 de Agst de 2008-1ª Versã ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 1.1 ENQUADRAMENTO E OBJECTIVOS...3 1.2 VISÃO GLOBAL DOS REQUISITOS FUNCIONAIS...3

Leia mais

Projecto de Dinamização dos Sistemas de Produção Pecuários nos Sectores de Pitche e Gabu BALAL GAINAKO (contrato DCI-NSAPVD 2010 / 257 105)

Projecto de Dinamização dos Sistemas de Produção Pecuários nos Sectores de Pitche e Gabu BALAL GAINAKO (contrato DCI-NSAPVD 2010 / 257 105) Prject de Dinamizaçã ds Sistemas de Prduçã Pecuáris ns Sectres de Pitche e Gabu BALAL GAINAKO (cntrat DCI-NSAPVD 2010 / 257 105) Terms de referência para a selecçã de um Perit para a realizaçã d Estud:

Leia mais

Formação integrada em Contabilidade, Finanças e Fiscalidade

Formação integrada em Contabilidade, Finanças e Fiscalidade Frmaçã integrada em Cntabilidade, Finanças e Fiscalidade Objetivs Gerais Este Curs pretende dtar e cnslidar ns participantes s cnheciments avançads para desempenh das suas atividades prfissinais ns dmínis

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso At endi m ent acl i ent e Apr es ent aç ãdc ur s Apresentaçã d Curs O curs Atendiment a Cliente fi elabrad cm bjetiv de criar cndições para que vcê desenvlva cmpetências para: Identificar s aspects que

Leia mais

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de Faculdade de Ciências Sciais Aplicadas de Bel Hriznte Institut Superir de Educaçã Curs de Pedaggia ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA O ENCONTROCAS é um event semestral

Leia mais

ÍNDICE 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA FORMAÇÃO F3M... 4 1.1 Visão... 4 1.2 Missão... 4 1.3 Valores... 4 1.4 Público-Alvo... 4 1.5 Linhas de actuação

ÍNDICE 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA FORMAÇÃO F3M... 4 1.1 Visão... 4 1.2 Missão... 4 1.3 Valores... 4 1.4 Público-Alvo... 4 1.5 Linhas de actuação 2 ÍNDICE 1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA DA FORMAÇÃO F3M... 4 1.1 Visã... 4 1.2 Missã... 4 1.3 Valres... 4 1.4 Públic-Alv... 4 1.5 Linhas de actuaçã estratégica... 4 1.6 Áreas de Frmaçã... 5 1.7 Mdalidades de

Leia mais

Workshop organizado pela Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) Com o Patrocínio da Organização Internacional do Trabalho (OIT)

Workshop organizado pela Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) Com o Patrocínio da Organização Internacional do Trabalho (OIT) Wrkshp rganizad pela Cmunidade de Desenvlviment da África Austral (SADC) Cm Patrcíni da Organizaçã Internacinal d Trabalh (OIT) Janesburg, 18-21 de Agst de 2015 Questinári a preencher pels participantes

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2014

PLANO DE ACTIVIDADES 2014 PLANO DE ACTIVIDADES 2014 Índice 1. Missã, Visã e Valres 2. Enquadrament 3. Prjects e Actividades 4. Cnslidaçā Interna 4.1. Aspects Gerais da Organizaçā e Funcinament da AJU 4.2. Recurss Humans 4.3. Frmaçā

Leia mais