SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA O DESENVOLVIMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE MARKETING

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA O DESENVOLVIMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE MARKETING"

Transcrição

1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA O DESENVOLVIMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE MARKETING Tânia Mara Villas Bôas Borba Graduação em Administração Professora Universitária RESUMO: Este estudo objetivou compreender os principais aspectos estratégicos integrantes do processo de gestão de sistemas de informação gerencial e o marketing aplicado ao planejamento em seus níveis e estratégias. Para tanto, recorreu-se à bibliografia referente às transformações observadas em sistemas de informação gerencial, marketing e planejamento em função da extensão de seu conceito e atuação. Examinou-se também as razões pelas quais as empresas sofrem com o paradigma organizacional, barreiras para implantação e adaptação de novos processos automatizados que podem refletir de forma não positiva num mercado cada vez mais competitivo. A implantação de um software definido como solução de gestão empresarial trabalha viabilizando todo planejamento em curto, médio e em longo prazos e as interfaces dialogadas entre a empresa e o colaborador. Abordagem feita ao longo do trabalho no dilema enfrentado pela empresa pôde mostrar a importância de existir uma estratégia coerente em todo o marketing interno a ser desenvolvido na organização. PALAVRAS-CHAVE: Gestão; Informação, Tecnologia.

2 INTRODUÇÃO O Marketing ligado ao avanço tecnológico passa por transformações que definem o perfil das organizações modernas. Há sistemas que integram às informações tornando-as mais velozes no contexto da comunicação dos negócios tradicionais e eletrônicos. As empresas planejam e buscam estratégias que possam combater com eficácia a concorrência. O Sistema de Informação Gerencial ligado ao marketing, e aos níveis do planejamento entra como ferramenta indispensável nesta luta para tornar a empresa cada vez mais competitiva diante dos desafios do mercado. Na área de Sistemas de Informação Gerencial, e a sua atuação como ferramenta indispensável para o desenvolvimento das estratégias do marketing analisou-se as questões paradigmáticas do clima organizacional numa visão de gestão de tecnologia e informação. Um software definido como solução de gestão empresarial integra setores de empresas, trabalha viabilizando com eficiência o planejamento das estratégias aplicadas para o objetivo fim da empresa. Considerando o aspecto da busca de resultados, ou seja, a eficácia, a pesquisa se justifica por entender que um estudo sistematizado, sobretudo nessas áreas investigadas pode contribuir com novas idéias, principalmente no campo interdisciplinar. Fazer ciência - desenvolver o conhecimento, mostrando a necessidade de compreender as interfaces do mercado com as áreas afins da administração, esse fato é primordial para o crescimento da gestão executiva das organizações. Fez-se uma análise processual e gradual do estudo do planejamento estratégico e os níveis que destacam aplicabilidade operacional, gerencial e estratégica, sendo que para o levantamento do problema a pesquisa delineou questões técnicas da área de sistemas de informação gerencial, mercadologia, cliente, planejamento e o clima organizacional, no contexto do tema abordado. O problema levantado implica em buscar mecanismos para quebrar barreiras na empresa, visando facilitar e viabilizar o processo de implantação de ferramentas de solução de gestão empresarial aplicada ao marketing e suas estratégias.

3 Nas obras consultadas pôde-se verificar as questões ligadas ao planejamento, mercado, informação, estratégias de marketing, sistema de gerenciamento para tomada de decisão, e as questões do paradigma organizacional. O estudo levanta hipóteses que julgam a causa de barreiras impregnadas no seio das organizações. A capacitação e o treinamento de pessoal entram como fatores de solução para a implantação de novas estratégias para o ambiente interno da empresa. A metodologia aplicada no processo de desenvovimento essa pesquisa se deu através da coleta de informações em obras da área da administração - método qualitativo. Para que a eficiência e eficácia nos processos de toda a cadeia produtiva da empresa sejam efetivas o desenvolvimento de ações voltadas para o planejamento da análise, adaptação, ativação e avaliação cliente interno para o externo 4 A s do marketing devem ser implementadas. Com a pesquisa foi possível compreender que o conhecimento se dá a partir de premissas que norteiam o crescimento do SER pesquisador. Na gestão estratégica de processos mercadológicos e informação, os pilares que fundamentam toda a construção de bases firmadas em solo fertil e seguro estão ligadas ao planejamento de estratégias especificas. Embora as percepções da autora desta pesquisa possam trazer polêmica quanto a miscigenação dos assuntos abordados, sabe-se, entretanto, que quanto mais se investe em pesquisa e estudo o crescimento se faz - a diferença faz a diferença.

4 1. INTERFACES DO PROCESSO INTERDISCIPLINAR SISTEMAS, INFORMAÇÃO, MARKETING E PLANEJAMENTO NO CONTEXTO ORGANIZACIONAL O marketing de valor diz que a organização que está atenta ao avanço tecnológico deve concentrar-se nas atividades do marketing estratégico com o objetivo fim de fornecem valor para o cliente, e neste contexto que pode se dizer: a essência das relações de troca - entre o cliente interno e o cliente externo - está na essência do marketing certo. Para Kotler (2000, p.75), a informação necessária para os profissionais de marketing pode ser obtida por intermédio de registros internos da empresa, serviço de inteligência de marketing. É necessário que um sistema de informação gerencial seja eficiente para um processo organizado de decisões. Na visão do mercado globalizado a análise do cliente quanto aos benefícios, e quanto aos custos da compra tendem a ser mais eficientes a partir de estratégias idealizadas no planejamento. Um sistema de informação deve ser gerido e adequado de acordo com as necessidades da empresa, pois o seu objetivo é atingir o alvo o cliente. diz: Como definição sobre a palavra globalização Lacombe (2004, p. 162) A globalização tende a exigir maior preparo cultural e profissional de todos que participam do mercado de trabalho. A globalização abrange a padronização dos produtos e das demandas, processo em que a vida social das sociedades sofre influências cada vez maiores de todos os países, incluindo os aspectos políticos, econômicos, culturais, sociais, artísticos, religiosos, bem como tudo o que se refere a moda, meios de comunicação, etc. Esta última definição parece mais apropriada, pois a primeira diz respeito apenas a alguns aspectos da globalização. Pensando nisto é que as empresas buscam no marketing ações de longo prazo, todos os esforços devem fazer parte do planejamento geral, principalmente quando se leva em conta que a inteligência competitiva atua de forma sitematizada para o processo de idealização, aplicação e cumprimento da missão e visão da organização, a saber.

5 Uma empresa deve definir seu mercado-alvo, mas deve tomar cuidado, pois pode falhar em conhecer efetivamente as necessidades do cliente. Quando todos os departamentos da empresa trabalham em conjunto para atender os interesses do cliente, o resultado é o marketing integrado. Infelizmente, nem todos os colaboradores são motivados a trabalhar para o cliente externo, e muito menos treinados para conhecer um novo programa de gestão a ser adotado. O propósito final do sistema de gestão de informação do marketing está em auxiliar as organizações a atingirem suas metas. Este fato quer dizer, obviamente que a empresa que melhor satisfaz as necessidades dos consumidores ganha mais dinheiro do que o seu concorrente. As pessoas diretamente ligadas ao processo devem ser trabalhadas de modo que haja a minimização de barreiras. Elas são as responsáveis por disseminar de forma correta ou incorreta a informação técnica e aplicada nos novos moldes. A comunicação se faz através da gestão de qualidade para PESSOAS baseada em princípios éticos implantados na empresa. Os princípios são aqueles pontos e tópicos que a organização não está disposta a mudar, aconteça o que acontecer. (COSTA, 2002, p. 39). É um fato: o gerente moderno precisa de informações a fim de obter sucesso em suas atividades. Outro fato: os computadores são instrumentos perfeitos para fornecer informações, uma vez que armazenadas grande parte dos dados para gerar informações executivas. (POLLONI, 2000, p. 4) Os sistemas de gestão integram todas as informações que navegam pela empresa por intermédio de uma base de dados única. Conforme Kotler (2000, p. 74), as informações podem ser também coletadas infiltrando gente nas operações de negócios com clientes. É um processo estratégico. Considerando a teoria dos sistemas, desenvolvida por Ludwing Von Bertalanffi, sabe-se que esta teoria se aplica a sitemas que envolvem pessoas, orgãos, pensamentos, computadores. Notadamente, percebe-se que ao longo do desenvolvimento de sistemas, que as empresas vêm buscando adptar o seu processo administrativo ao avanço da informação e tecnologia, visando tornarem-se cada vez mais competitivas.

6 que: Baseada na obra de Venture & Lenzi (2003, p. 22) pode-se dizer A influência da teoria dos sistemas na administração produziu várias abordagens distintas. Na verdade, pode-se dizer que desde o seu começo, assim como a sociologia, as teorias organizacionais carregaram traços sistêmicos em suas abordagens, sobretudo quando se reconheceu que a organização caracterizava-se como um sitema social. O gerenciamento da informação de sistemas integrados dispõe da ciência acelerada da tecnologia, da capacitação e treinamento de pessoal. A integração da informação através dos processos promove um encontro de componentes inter-relacionados, que trabalham juntos para coletar os dados, recuperá-los, para depois processar a informação, armazenar e distribuí-la. A finalidade é a de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise, e o processo decisório do marketing das empresas adaptadas a este avanço. No modelo do sistema de informação gerencial e seu desenvolvimento: o sucesso do SIG depende do modelo da estrutura de decisão. Se a administração for encarada como um processo de transformação da decisão em ação, esse argumento fica mais claro. (POLLONI, 2000, p. 28). Nesta afirmação do autor percebe-se a importância de combater o paradígma organizacional. As barreiras tornam as ações lentas, e o processamento da informação pode ser deturpado caso não haja capacitação, treinamento e conscientização do novo modelo de gestão proposto pela empresa. O SIG do marketing oferece apoio às atividades gerenciais nas áreas de desenvolvimento do produto, distribuição, decisões de preços, eficácia promocional e previsões de venda. O sistema de integração da informação gerenciada aceita entradas de fontes como a concorrência, pesquisa de mercado e o plano estratégico. Logo, os subsistemas incluem o desenvolvimento e o relatório do produto, análise do local, promoção e publicidade, fixação de preço do produto e pesquisa de marketing.

7 Afinal o que faz a sua empresa? Peter Drucker sempre foi um arguto observador da natureza humana. Suas deduções quase sempre partem do óbvio, mas encantam pela singularidade, (CHIAVENATO & MATOS, p.37). No contexto da obra Visão e Ação Estratégica, não ficam lacunas quanto ao entendimento do marketing e a aplicação das estratégias de mercado para o crescimento da empresa. O Sistema de Informação Gerencial utilizado como ferramenta indispesável para o desenvolvimento das estratégias atua baseado nos níveis do planejamento, sendo eles: operacional, gerencial ou tático, e estratégico. O gerenciamento estratégico baseado no nível operacional está ligado às atividades do dia-a-dia do colaborador dentro dos departamentos da empresa, onde a comunicação se efetiva e se define buscando a sintonia entre as atividades meio da organização. Já o planejamento em nível gerencial visa atuar com ações táticas de curto e médio prazos nos processos contigenciais. O planejamento estratégico é de longo prazo, sendo este trabalhado e ajustado ao nascimento de cada nova necessidade de mudança estratégica para o mercado consumidor. A estrutura de uma organização reflete as alterações na sua estratégia (FISCHMANN & ALMEIDA, p. 54). O clima organizacional deve apresentar uma estrutura equilibrada, baseada em políticas que possam gerar parcerias internas e externas, análise das fraquezas e pontos fortes. Para que o impacto do seu exército possa ser semelhante a uma pedra de moinho chocando-se com um ovo, utilize a ciência dos pontos fracos e fortes. (SUN TZU apud CLAVELL,1983, p. 39). Veja na tabela abaixo o Sistema de Informação Gerencial de Marketing para tomada de decisão do marketing estratégico :

8 Tabela I: SIGM Sistema de Informação Gerencial de Marketing Operacional Pesquisa Clima Organizacional Integração Cliente Interno Tático/Gerencial Análise Processamento Interface Cadeia Contingencial da Informação Produtiva Estratégico Decisão Mercado de Consumo Necessidades Identificadas Rentabilidade Resultado Satisfatório Esperado Ampliado Lucro Na guerra contra a concorrência e avanço da competitividade, a gestão eficaz deve estar atenta ao planejamento em todos os niveis da batalha, pois o desenvolvimento das ações idealizadas requerem um executivo moderno para atuar com precisão e sabedoria. Quando nos empenhamos para vencer a guerra, se a vitória custa a chegar, as armas dos soldados tornam-se pesadas e o entusiasmo deles enfraquece. (SUN TZU apud CLAVELL,1983, p. 21). Assim, a empresa que trabalha desatenta ao avanço tecnológico, à informação, e ao planejamento de marketing embrenha suas ações no clima organizacional de forma ineficiente podendo perder a batalha! O resultado da pesquisa pôde mostrar que as barreiras existentes no processo de implantação de melhoria na empresa devem ser trabalhadas com base na capacitação e treinamento de pessoal. Cavei um poço, nada fiz, cavei um poço e encontrei água, eficiente fui, cavei um poço e encontrei água potável - fui eficaz. A eficiência demanda cumprimento das terefas, a eficácia é um fato gerador de lucratividade.

9 As organizações têm que ser eficazes. Sejam elas pequenas ou grandes. Agora, é inegável que a eficácia leva ao crescimento (TACHIZAWA & RESENDE, 2002, p.2). Os objetivos definem o posicionamento futuro da empresa, dos seus produtos ou unidade estratégica de negócios. Para Tachizava & Rezende (2002, p. 95), o desenvolvimento tecnológico tem levado, paradoxamente, a uma ampliação da integração vertical em alguns segmentos. O desevolvimento verticalizado permite à organização uma visão ampliada dos seus processos.

10 2. CONSIDERAÇÕES FINAIS Este Artigo foi desenvolvido baseado em estudos voltados para as áreas de Administração Mercadológica, Sistemas de Informação Gerencial, Planejamento Estratégico e as barreiras existentes no clima organizacional. O estudo permeou obras e autores consagrados que puderam contribuir esmeradamente com a pesquisadora para o enriquecimento do tema levantado. A intenção deste primeiro levantamento se centrou na pesquisa bibliográfica, e embora o resultado da pesquisa apresente apenas as teorias e embasadas acerca do assunto estudado, o artigo desenvolvido ressalta a importãncia de que o mercado está ligado ao avanço da tecnologia que fomenta as ações estratégicas do marketing nas organizações para a tomada de decisão. Notadamnete a demanda acerca de estudos na área de administração leva a gestão executiva a inserir nos processos de recrutamento e seleção a busca constante por administradores com perfis compostos - mix de serviço agregado, generalidade de conhecimento e de multiplas funções. O capital intelectual aplicado a criatividade em busca de novas oportunidades. Percebe-se, por fim, que o estudo da Ciência da Administração permitiu na contextualização dos fatos pesquisados: dividir, coadunar, ensinar e aprender, enfim.

11 3. BIBLIOGRAFIA CHIAVENATO, Idalberto, MATOS, Francisco Gomes de. Visão e ação estratégica. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, p. COSTA, Eliezer Arantes. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva, p. FISCHMANN, Adalberto A., ALMEIDA, Martinho Isnard R. de. Planejamento estratégico na prática. 2 ed. São Paulo: Atlas, p. LACOMBE, Francisco. Dicionário de administação. São Paulo: Saraiva, p. SUN TZU apud CLAVEL, James. A arte da guerra título original THE ART OF WAR by Sun Tzu. 4 ed. Copyright Rio de Janeiro: Record, p. POLLONI, Enrico G. F. Administrando sistemas de informação estudo de viabilidade. São Paulo: Futura, p. TACHIZAVA, Takeshi, REZENDE, Wilson. Estratégia empresarial: tendências e desafio um enfoque na realidade brasileira. São Paulo: Makron Books p. VENTURE, James luiz, LENZI, Fernando César. Desenvolvimento gerencial da teoria acadêmica para a prática empresarial. Rio do Sul: Nova Era, p.

12 AVALIAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR UM PRÊMIO OU UM ACERTO DE CONTAS!!! Mauro Kosis Graduado em Ciências Contábeis Professor Universitário Rosa Almeida Freitas Albuquerque Graduada em Administração Professora Universitária Resumo A avaliação é um momento especial do processo de ensino e aprendizagem. É através da avaliação que o professor constata que desempenhou adequadamente a sua função que é a de ensinar e a do aluno aprender. Destarte, esse estudo tem como objetivo investigar a avaliação praticada pelos docentes dos cursos das Faculdades Integradas Matogrossenses de Ciências Sociais e Humanas do Instituto Cuiabano de Educação-ICE, no que se refere a prática de avaliação no ensino e aprendizado do aluno. O instrumento de pesquisa, questionário com perguntas abertas e fechadas, foi aplicado em um grupo de 17 docentes dos cursos de administração, ciências contábeis, seqüências, pedagogia e letras. Palavras-chave: Avaliação, ensino-aprendizagem, competência do professor. Introdução O assunto avaliação sempre foi e será um tema de inquietação para o professor e o aluno. Assim, é função do professor, através de objetivos claros sobre a importância desse instrumento, esclarecer previamente aos alunos de que a avaliação é um momento privilegiado, do aluno e do professor auferir se houve ou não o aprendizado dos conteúdos ministrados em sala de aula. Fundamentação Teórica É interessante nesse momento que se discute a valorização da avaliação, fazer um breve relato da historicidade da universidade no Brasil, segundo Pimenta e Anastasiou (2002, p. 144), que assinala a possibilidade de

13 identificar a influência de alguns modelos que se fazem presentes ainda hoje na universidade. O modelo jesuítico é a primeira instituição escolar implantada no Brasil. A base deste modelo estava na unidade e hierarquia da organização dos estudos, na divisão e na graduação das classes e programas em extensão e dificuldade, não se permitindo passar a uma etapa mais avançada sem que a anterior estivesse totalmente dominada. O conhecimento, tomado como algo posto, indiscutível, pronto e acabado, devia ser assim repassado, e a memorização era concebida como operação essencial e recurso básico de ensino e aprendizagem. A ação docente era a de transmitir esse conteúdo indiscutível a ser memorizado, num modelo de exposição (aula expositiva quase uma palestra) que era acompanhado de exercícios a serem resolvidos pelos alunos e tinha o recurso da avaliação como controle rígido e preestabelecido. Como resultado, o aluno passivo e obediente, que memoriza o conteúdo para avaliação, numa estrutura rígida de funcionamento do processo de ensino-aprendizagem. Conforme as mesmas autoras, na evolução do ensino passa-se a considerar os modelos universitários francês e alemão. O modelo francês iniciou no Brasil no tempo das faculdades isoladas (1808). Em sala de aula, esse modelo não altera as características próprias do modelo jesuítico. A forma pela qual se efetiva a relação entre professor versus aluno e, assim, o conhecimento se mantém. O professor é transmissor do conhecimento e, no estudo das obras clássicas, ocorre a aceitação passiva das atividades propostas. A importância da memorização do conteúdo pelo aluno como sua obrigação primordial, a força da avaliação como elemento essencial classificatório são características do ensino na universidade. Já no modelo alemão, a universidade surge num processo de edificação nacional. Essa universidade, voltada para a resolução dos problemas nacionais mediante a ciência, busca unir os professores entre si e aos alunos pela pesquisa, em dois espaços de atuação: os institutos, visando à formação profissional, e os centros de pesquisa, que seriam regidos por situações essencialmente opostas ao modelo francês. Numa proposta em que o professor não existe para o aluno, mas ambos para a ciência estabelecem-se uma forma de relação em parceria na direção

14 da construção do conhecimento em que não prevalece tanto a figura do professor transmissor como uma metodologia tradicional autoritária, centrada no saber do docente a ser transmitido. Um novo papel é solicitado ao aluno na direção da construção do conhecimento, que se entende estar em movimento e transformação. Esses elementos do modelo alemão, que dão destaque à produção do conhecimento e ao processo de pesquisa são assimilados ao sistema de ensino superior norte-americano e chegam ao Brasil, em âmbito nacional, no texto da Lei 5.540/68, conduzindo às reformas educacionais do período da ditadura militar. Separa-se aí a pesquisa do ensino, deixando à graduação a responsabilidade de formação dos quadros profissionais o que reforça o caráter profissionalizante do modelo napoleônico e destinado à pósgraduação a responsabilidade da pesquisa. Reforce-se, ainda, que no período da ditadura militar há uma estagnação do citado processo crítico no que concerne à formação na graduação, tendo os professores universitários oportunidades de aperfeiçoar-se na pesquisa de suas áreas específicas, mas sem oportunidades sistemáticas de reflexão sobre sua atuação como docentes. Trata-se de todo um ambiente adequado a uma pedagogia calcada na transmissão de saberes, num papel docente centralizador, numa relação de reprodução do conhecimento tido como verdadeiro e na não-problematização e crítica da realizada social, cultural, econômica e científica. As diretrizes contidas na Lei 5.540/68, referentes ao ensino superior, em vigor durante todo o período da ditadura militar, vigoram até 1996, quando foi votada, em 20 de dezembro, a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de número 9.394/96. Nela, a docência no ensino superior será preparada (e não formada) preferencialmente nos programas de pósgraduação stricto sensu. Pimenta e Anastasiou (2002), ainda enfatizam que desconsiderando as pesquisas sobre a importância da formação inicial e continuada para a docência na educação superior, tanto em nível nacional quanto internacional, a formação docente para o ensino superior ainda fica a cargo de iniciativas individuais e institucionais esparsas, que não se referem a um projeto nacional ou da categoria docente. E que talvez em decorrência desses e outros fatores, ainda predomina na organização universitária currículos organizados por

15 justaposição de disciplinas e a figura do professor transmissor de conteúdos curriculares, que, a despeito de serem tomados como verdadeiros e inquestionáveis, muitas vezes são fragmentados, desarticulados, não significativos para o aluno, para o momento histórico, para os problemas que a realidade apresenta. Destarte depois dessas reflexões o importante é entender que o ensino na universidade, constitui-se num processo de busca, de construção cientifica e de critica ao conhecimento produzido, ou seja, ao seu papel na construção da sociedade que segundo Pimenta e Anastasiou (2002, p. 164) são: Propiciar o domínio de um conjunto de conhecimentos, métodos e técnicas científicas, que assegurem o domínio científico e profissional do campo específico e devem ser ensinados criticamente (isto é, em seus nexos com a produção social e histórica da sociedade). Para isso, desenvolvimento das habilidades de pesquisa é fundamental; Conduzir a uma progressiva autonomia do aluno na busca de conhecimento. e considerar o processo de ensinar/aprender como atividade integrada à investigação e desenvolver a capacidade de reflexão. Substituir a simples transmissão de conteúdos por um processo de investigação e conhecimento e valorizar a avaliação diagnóstica e compreensiva da atividade mais do que a avaliação como controle; Conhecer o universo cultural e de conhecimento dos alunos e desenvolver, com base nele, processos de ensino e aprendizagem interativos e participantes. Essas atribuições de ensinar exigem que o professor atue como um profissional reflexivo, crítico e competente no âmbito de sua disciplina, alem é claro, de estar capacitado a exercer a docência e realizar atividades de investigação. Moretto (2003, pág. 29) contribui com o tema quando apresenta as características de um professor competente. Para o autor o professor competente é aquele que: Conhece o conteúdo especifico de sua disciplina: identifica os seus assuntos relevantes, tendo em vista o contexto do aluno e também

16 estabelece relações significativas entre sua disciplina e outras da mesma área do saber. Tem habilidade no ensinar: escolher estratégias adequadas para os alunos. Identifica valores culturais ligados ao ensinar. Utiliza a linguagem pertinente. Administra as emoções: ser capaz de administrar o mundo de emoções, sem precisar apelar para a punição, a disciplina férrea ou para o autoritarismo é um dos recursos que o professor precisa ter disponíveis para enfrentar essa situação complexa de ensinar. Ainda segundo Moretto (2003, p, 31), uma outra situação complexa na vida do professor é avaliar a aprendizagem. Um professor é competente quando dispõe dos recursos necessários para abordá-la. É importante neste momento apresentar os vários pontos de vista dos autores sobre a avaliação de aprendizagem. Segundo Luckesi (2002, p. 33), a avaliação pode ser caracterizada como uma forma de ajuizamento da qualidade do objeto avaliado, fator que implica uma tomada de posição a respeito do mesmo, para aceitá-lo ou para transformá-lo. A avaliação é um julgamento de valor sobre manifestações relevantes da realidade tendo em vista uma tomada de decisão. A atual pratica da avaliação escolar estipulou como função ato de avaliar a classificação e não o diagnóstico como deveria ser constitutivamente. Ou seja, o julgamento de valor, que teria a função de possibilitar uma nova tomada de decisão sobre o objeto avaliado, passa a ter a função estática de classificar um objeto ou um ser humano histórico num padrão definitivamente determinado. Já Moretto (2003, p. 93) apresenta a avaliação da aprendizagem numa outra perspectiva, como angustiante para muitos professores por não saber como transformá-la num processo que não seja mera cobrança de conteúdos aprendidos de cor, de forma mecânica e sem muito significado para o aluno. Angustiante por ter que usar um instrumento tão valioso no processo educativo, como recurso de repressão, como meio de garantir que uma aula seja levada com certo grau de interesse. Sentenças como anotem, pois vai cair na prova, prestem atenção nesse assunto porque na semana que vem tem prova, e

17 outras que se equivalem, são indicadores da maneira repressiva que tem sido utilizado a avaliação da aprendizagem. O autor ainda enfatiza que se para o professor esse processo gera ansiedade, pode-se imaginar o que representa para os alunos. hora do acerto de contas, a hora da verdade, A hora de dizer ao professor o que ele quer que eu saiba, a hora da tortura, são algumas dentre as muitas representações em voga entre os alunos. Diante desse quadro, é importante salientar que a avaliação é parte integrante do ensino e da aprendizagem. E que o ensinar um dia já foi concebido como transmitir conhecimentos prontos e acabados, conjuntos de verdades a serem recebidas pelo aluno, gravados e devolvidos na hora da prova. Para transpor essa prerrogativa, Moretto (2003, p, 95) propõe a perspectiva construtivista sócio-interacionista. Nesta proposta nasce uma nova relação entre o professor, o aluno e o conhecimento. Parte do principio que o aluno não é um simples acumulador de informações, ou seja, um mero receptor-repetidor. Ele é o construtor do próprio conhecimento. Essa construção se dá a partir da mediação do professor, numa ação do aluno que estabelece a relação entre suas concepções prévias e o objeto de conhecimento proposto pela escola. Assim, fica claro que a construção do conhecimento é um processo interior do sujeito da aprendizagem, estimulado por condições exteriores criadas pelo professor. Por isso dizemos que cabe a este o papel de catalisador do processo da aprendizagem. Catalisador/mediar/facilitar são palavras que indicam o novo papel do docente no processo de interação com o aluno. Assim, o professor competente no avaliar a aprendizagem: sabe que a prova é um momento privilegiado de estudo e não um acerto de contas: o conhecimento dos diferentes instrumentos para avaliação e da melhor forma de utilizá-los é um dos recursos de que o professor competente deve dispor; elabora bem as questões das provas: elaborar bem é saber contextualizar de acordo com os objetivos estabelecidos, perguntar de forma clara e precisa, questionar apenas conteúdos relevantes e não colocar pegas para derrubar o aluno;

18 administra valores culturais ligados à avaliação: ao longo dos anos, diversos mitos foram sendo construídos em torno do conceito de avaliação. Quem não cola não sai da escola, por exemplo, levou muitos alunos a julgarem natural o colar nas provas. Cabe ao professor gerenciar mais essa situação complexa, isto é, elaborar um prova; utiliza uma linguagem clara e precisa para o comando das questões: cria um ambiente favorável ao controle das emoções: todo o professor sabe que o momento de avaliação é aquele em que as emoções do aluno entram em ebulição. Nele se misturam sentimentos de ansiedade, medo, angustia alegria, tensão, estresse. Cabe ao professor criar condições para que o aluno se sinta tranqüilo e sem estresse no momento da avaliação (não importa se escrita ou oral). Outro aspecto não menos importante é a definição dos objetivos de ensino. Temos em nós, que ainda muitos docentes entram em sala de aula sem o mínimo de planejamento. Não esclarecem para o aluno o que pretendem com os conteúdos e nem indicam qualquer direção. Para tanto, a definição com clareza dos objetivos de ensino é um dos fatores para o sucesso de ensinar. Entrar em aula com alguns (poucos) objetivos perfeitamente determinados é uma das condições para o sucesso de ensinar. Não só o professor precisa saber dos objetivos, mas seus alunos também. É angustiante participar (ou apenas ouvir) de uma aula e no final dizer a si mesmo: Ouvi tudo, anotei o que o professor falou, mas o que será mesmo que ele queria com a aula de hoje? Assim, aprender é construir significados e ensinar é oportunizar esta construção. Nessa sentença, Moretto (2003, p. 58) enfoca que podemos perceber os papéis dos dois atores principais no processo da construção do conhecimento em contexto escolar. Ao aluno cabe a atividade de apropriar-se dos conhecimentos socialmente construídos e dar-lhes significados dentro do contexto em que ele, sujeito, está inserido e também de sua estrutura conceitual. Ao professor não cabe o papel de transmitir algo já pronto, mas elaborar atividades que facilitem ao aprendiz estabelecer relações significativas no universo simbólico proposto. Não duvidamos de que o aluno possa aprender certos conhecimentos sem lhe dar um significado (e nossa experiência mostra que na escola ele os

19 aprende). A pergunta que muitos alunos fazem aos professores com certa freqüência é testemunha disso: professor, o que eu vou fazer com isso? Para que eu estou aprendendo isso?. Realmente é uma quebra de paradigma a questão da avaliação enquanto produtora do conhecimento. Segundo Tosi (2003, p. 189), hoje, tanto em virtude das inúmeras avaliações nacionais para todos os níveis de ensino, quanto pelas novas exigências/internacionais os caminhos criados pelo professor têm que ser mais bem elaborado para atingir objetivos mais dinâmicos do que aqueles apresentados pela Escola Tradicional. Metodologia Para o alcance dos objetivos do presente estudo - investigar a avaliação praticada pelos docentes dos cursos das Faculdades ICE, foram realizadas pesquisa bibliográfica em livros que tratam sobre o assunto e a pesquisa de campo. Para a pesquisa de campo utilizou-se o questionário com oito questões abertas e treze fechadas, que foram enviadas por aos 56 docentes da instituição. Desses 56, 17 retornaram, perfazendo um total de 30%. Participaram da pesquisas os docentes dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Seqüenciais, Pedagogia e Letras. Análise dos dados A pesquisa está embasada em dados a partir do questionário formulado com perguntas abertas e fechadas aplicado em 56 docentes. Desse total, retornou 17 questionários, o que perfaz um total de 30% de participantes da pesquisa. Inicialmente procurou-se identificar os participantes da pesquisa, onde foi constatado que 7 professores são do sexo masculino e 10 do sexo feminino. A faixa etária dos participantes apresenta-se distribuída da seguinte forma: 9 entrevistados, entre 31 a 40 anos; 5, de 41 a 50 anos e 3 na faixa etária acima de 50 anos. Com relação ao tempo de docência no ensino superior, 2 entrevistados declararam ter até 2 anos de magistério, 4 de 2 a 5 anos; 5 de 5

20 a 10 anos e 6 acima de 10 anos de atuação. No que se refere ao tempo de docência na instituição, constatou-se que, dos respondentes, os que dizem possui até 2 anos são 6; de 2 a 5 anos 6 participantes; de 5 a 10 anos 1 participante e acima de 10 anos 4 participantes trabalham na mesma instituição. Para uma melhor compreensão da pesquisa, apresentaremos os resultados das perguntas fechadas e logo após abordaremos as questões abertas. Dos dados coletados, 88% dos participantes responderam que tiveram oportunidade de estudar a questão da avaliação no processo de ensino e aprendizagem e 12% não tiveram esta oportunidade; 75% afirmaram que utilizaram ou utilizam da orientação pedagógica para elaborar suas avaliações através de leituras, ASIN, Enade, palestras, seminários, as diretrizes curriculares nacionais e principalmente quando da execução do planejamento pedagógico da instituição e também por possuírem formação em metodologia e didática do ensino superior; 25% não fazem uso dessa orientação. Noventa e nove por cento dos participantes não tem dificuldade para elaborar as questões de prova e 1% dos docentes declaram que tem alguma dificuldade na elaboração. E essas dificuldades surgem diante da proposta interdisciplinar em que se faz necessário que as avaliações sejam na sua grande maioria discursiva; o elevado número de discente nos obriga a elaborar vários tipos de avaliações e o tempo para correção é escasso. Cinqüenta e três por cento dos participantes afirmaram consultarem os colegas do semestre para elaborar suas questões/prova e 47% afirmaram que não fazem uso dessa prática; 65% dos participantes utilizam algum instrumento diagnostical precedente ao processo avaliativo em sua disciplina como, por exemplo, realizam em sala um diagnóstico preliminar, verificando o grau de conhecimento e o grau de entendimento da turma, bem como, a necessidade de fazer com que o aluno aprenda interpretar e tomar decisões, reunindo a teoria com a prática, por meio de estudos de caso, simulados com questões de formação geral e conhecimentos específicos da disciplina, exercícios em dupla ao final de cada capítulo da matéria, atividades em grupos e provas individualizadas para mensurar o comprometimento e o aprendizado dos alunos e 35% não o fazem.

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA O DESENVOLVIMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE MARKETING

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA O DESENVOLVIMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE MARKETING SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA O DESENVOLVIMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE MARKETING Tânia Mara Villas Bôas Borba Graduação em Administração Professora Universitária INTRODUÇÃO

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO BACHETI, Luciane Serrate Pacheco, FERNANDES, Márcia Alessandra de Souza, SILVA, Maria Izabel

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE SAÚDE CÓDIGO: SAU532 DISCIPLINA: GESTÃO EMPRESARIAL EM ORGANIZAÇÕES NA ÁREA DA SAÚDE CARGA HORÁRIA: 45h EMENTA: Abordagens contemporâneas

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

Andragogia, uma estratégia em T&D.

Andragogia, uma estratégia em T&D. Andragogia, uma estratégia em T&D. Por PAULA FRANCO Ensinar exige o reconhecimento de ser condicionado Gosto de gente porque, inacabado, sei que sou um ser condicionado, mas, consciente do inacabamento,

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA

CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA CONCEPÇÕES DE AVALIAÇÃO SUBJACENTES AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA Andrelino Costa FERREIRA (UEPB/SEE-PB) Priscila Raposo ANANIAS (CESED/SEE- PB) Profª Drª Francisca Pereira

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

Resumo Aula-tema 08: Ideário ético. Desafios, questionamentos e propostas.

Resumo Aula-tema 08: Ideário ético. Desafios, questionamentos e propostas. Resumo Aula-tema 08: Ideário ético. Desafios, questionamentos e propostas. O ideário ético é um conjunto essencial de valores que deve ser conscientizado por todos na Organização para que se consiga implantar

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

Enquete. O líder e a liderança

Enquete. O líder e a liderança Enquete O líder e a liderança Muitas vezes, o sucesso ou fracasso das empresas e dos setores são creditados ao desempenho da liderança. Em alguns casos chega-se a demitir o líder, mesmo aquele muito querido,

Leia mais

O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS

O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS Michelle Mike Nose 1, Daisy Aparecida do Nascimento Rebelatto 2 Universidade de São Paulo 1 Escola de Engenharia de São Carlos Av. Trabalhador São Carlense, 400

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO O Programa de Pesquisa da Rede Doctum de Ensino parte de três princípios básicos e extremamente importantes para o processo de Pesquisa: 1. O princípio de INDISSOCIABILIDADE

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE

O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO CONTINUADA DOCENTE Lilian Kemmer Chimentão Resumo O presente estudo tem como objetivo a compreensão do significado e da importância da formação continuada docente para o exercício

Leia mais

Diretrizes Acadêmicas para os Cursos de Graduação

Diretrizes Acadêmicas para os Cursos de Graduação Diretrizes Acadêmicas para os Cursos de Graduação Diretrizes Acadêmicas para os Cursos de Graduação Os cursos oferecidos pela instituição de Ensino Superior IES devem ter seus projetos pedagógicos construídos

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

Pós graduação EAD Área de Educação

Pós graduação EAD Área de Educação Pós graduação EAD Área de Educação Investimento: a partir de R$ 109,00 mensais. Tempo de realização da pós graduação: 15 meses Investimento: R$109,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF). Ou

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS Patrícia de Oliveira 1 Angélica Patrícia de Souza 2 Roginéia de Araújo Paula 3 RESUMO Buscou-se apresentar neste artigo, os principais pontos das estratégias empresarias e quais

Leia mais

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI Resumo Rosangela de Sousa Cardoso Stabenow1 - UEL Cassiana Magalhães2 - UEL Grupo de Trabalho - Didática:

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica por Camila Hatsumi Minamide* Vivemos em um ambiente com transformações constantes: a humanidade sofre diariamente mudanças nos aspectos

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE *

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * DILMEIRE SANT ANNA RAMOS VOSGERAU ** m 2003, com a publicação do livro Educação online, o professor Marco Silva conseguiu, com muita pertinência, recolher

Leia mais

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN Autor: Anne Charlyenne Saraiva Campos; Co-autor: Emerson Carpegiane de Souza Martins

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas tem por objetivo o fornecimento de instrumental que possibilite

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D

AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D AVALIAÇÃO DO PLANO DE T&D Ariadne Cedraz 1 Léa Monteiro Rocha 2 Luciana Cristina Andrade Costa Franco 3 A quarta e última etapa do processo refere-se à avaliação que tem por objetivo averiguar se os resultados

Leia mais

Perfil e Competências do Coach

Perfil e Competências do Coach Perfil e Competências do Coach CÉLULA DE TRABALHO Adriana Levy Isabel Cristina de Aquino Folli José Pascoal Muniz - Líder da Célula Marcia Madureira Ricardino Wilson Gonzales Gambirazi 1. Formação Acadêmica

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Plano de Desenvolvimento Relação Ergonomia e Moda e Educação Corporativa Ilca Maria Moya de Oliveira Segundo Dutra (2004), a preparação para o futuro exige investimentos simultâneos: um na modernização

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES MARCELA NEIVA SOUSA 1 SAMARA MARIA VIANA DA SILVA 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar

Leia mais

Gestão Estratégica de Marketing

Gestão Estratégica de Marketing Gestão Estratégica de Marketing A Evolução do seu Marketing Slide 1 O Marketing como Vantagem Competitiva Atualmente, uma das principais dificuldades das empresas é construir vantagens competitivas sustentáveis;

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos

Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos 11) Analisando a relação entre desenvolvimento e aprendizagem na perspectiva de Vygotsky, é correto afirmar que: a) Desenvolvimento e aprendizagem

Leia mais

O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE

O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE O ENSINO DE FRAÇÕES SEGUNDO A OPINIÃO DOCENTE Nazaré do Socorro Moraes da Silva Universidade do Estado do Para/UEPA Secretaria Executiva de Educação/SEDUC nazaresocorro@hotmail.com Elise Cristina Pinheiro

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

MBA Gestão de Negócios e Pessoas

MBA Gestão de Negócios e Pessoas PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Nome do Curso MBA Gestão de Negócios e Pessoas Área de Conhecimento Ciências Sociais Aplicadas Nome do Coordenador do Curso e Breve Currículo: Prof.

Leia mais

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO 503 IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO Christina Garcia(1); Franciane Formighieri(2); Taciana Tonial(3) & Neimar Follmann(4)(1) Acadêmica do 4º Ano do Curso de

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

MBA GESTÃO DE PESSOAS

MBA GESTÃO DE PESSOAS MBA GESTÃO DE PESSOAS 1- OBJETIVOS Capacitar profissionais de Administração e áreas afins, que atuam ou pretendem atuar em empresas de qualquer porte, desempenhando funções de coordenação de pessoas ou

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula Gestão de Pessoas Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Percepção x trabalho em equipe GESTÃO DE PESSOAS A Gestão de Pessoas é responsável

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO A RELAÇÃO ENTRE A GESTÃO ADOTADA NA ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Maribel Manfrim Rohden PUCPR Ana Maria Eyng PUCPR Este trabalho apresenta a reflexão desenvolvida num projeto de

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II EDITAL Nº 001/2011/CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO

Leia mais

GABARITO OFICIAL(preliminar)

GABARITO OFICIAL(preliminar) QUESTÃO RESPOSTA COMENTÁRIO E(OU) REMISSÃO LEGAL 051 A 052 A 053 A RECURSO Recrutar faz parte do processo de AGREGAR OU SUPRIR PESSOAS e é o ato de atrair candidatos para uma vaga (provisão). Treinar faz

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico Vanessa Lopes da Silva 1 Leandro Marcon Frigo 2 Resumo A partir do problema dicotômico vivenciado pelo Ensino Técnico Integrado,

Leia mais

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

2- PÚBLICO ALVO. Página 1 de 8 CURSO PRÁTICO FORMAÇÃO DE CONSULTORES EMPRESARIAIS. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi 1- Objetivo Geral Capacitar profissionais para o exercício da consultoria empresarial com qualidade, possibilitando assim um melhor atendimento as demandas das empresas paraenses por estes serviços. Disseminar

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

Aperf r e f iço ç a o m a ent n o t o Ge G re r nci c al a para Supermercados

Aperf r e f iço ç a o m a ent n o t o Ge G re r nci c al a para Supermercados Aperfeiçoamento Gerencial para Supermercados Liderança Liderança é a habilidade de influenciar pessoas, por meio da comunicação, canalizando seus esforços para a consecução de um determinado objetivo.

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA RESUMO 1 A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA Daniel de Souza Ferreira 1 RESUMO Ferreira, Daniel de Souza. A Impostância do Feedback

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02 Sumário Pág. I) OBJETIVO 02 II) ESTRUTURA DO CURSO 1) Público alvo 02 2) Metodologia 02 3) Monografia / Trabalho final 02 4) Avaliação da aprendizagem 03 5) Dias e horários de aula 03 6) Distribuição de

Leia mais