SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA O DESENVOLVIMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE MARKETING

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1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA O DESENVOLVIMENTO DAS ESTRATÉGIAS DE MARKETING Tânia Mara Villas Bôas Borba Graduação em Administração Professora Universitária RESUMO: Este estudo objetivou compreender os principais aspectos estratégicos integrantes do processo de gestão de sistemas de informação gerencial e o marketing aplicado ao planejamento em seus níveis e estratégias. Para tanto, recorreu-se à bibliografia referente às transformações observadas em sistemas de informação gerencial, marketing e planejamento em função da extensão de seu conceito e atuação. Examinou-se também as razões pelas quais as empresas sofrem com o paradigma organizacional, barreiras para implantação e adaptação de novos processos automatizados que podem refletir de forma não positiva num mercado cada vez mais competitivo. A implantação de um software definido como solução de gestão empresarial trabalha viabilizando todo planejamento em curto, médio e em longo prazos e as interfaces dialogadas entre a empresa e o colaborador. Abordagem feita ao longo do trabalho no dilema enfrentado pela empresa pôde mostrar a importância de existir uma estratégia coerente em todo o marketing interno a ser desenvolvido na organização. PALAVRAS-CHAVE: Gestão; Informação, Tecnologia.

2 INTRODUÇÃO O Marketing ligado ao avanço tecnológico passa por transformações que definem o perfil das organizações modernas. Há sistemas que integram às informações tornando-as mais velozes no contexto da comunicação dos negócios tradicionais e eletrônicos. As empresas planejam e buscam estratégias que possam combater com eficácia a concorrência. O Sistema de Informação Gerencial ligado ao marketing, e aos níveis do planejamento entra como ferramenta indispensável nesta luta para tornar a empresa cada vez mais competitiva diante dos desafios do mercado. Na área de Sistemas de Informação Gerencial, e a sua atuação como ferramenta indispensável para o desenvolvimento das estratégias do marketing analisou-se as questões paradigmáticas do clima organizacional numa visão de gestão de tecnologia e informação. Um software definido como solução de gestão empresarial integra setores de empresas, trabalha viabilizando com eficiência o planejamento das estratégias aplicadas para o objetivo fim da empresa. Considerando o aspecto da busca de resultados, ou seja, a eficácia, a pesquisa se justifica por entender que um estudo sistematizado, sobretudo nessas áreas investigadas pode contribuir com novas idéias, principalmente no campo interdisciplinar. Fazer ciência - desenvolver o conhecimento, mostrando a necessidade de compreender as interfaces do mercado com as áreas afins da administração, esse fato é primordial para o crescimento da gestão executiva das organizações. Fez-se uma análise processual e gradual do estudo do planejamento estratégico e os níveis que destacam aplicabilidade operacional, gerencial e estratégica, sendo que para o levantamento do problema a pesquisa delineou questões técnicas da área de sistemas de informação gerencial, mercadologia, cliente, planejamento e o clima organizacional, no contexto do tema abordado. O problema levantado implica em buscar mecanismos para quebrar barreiras na empresa, visando facilitar e viabilizar o processo de implantação de ferramentas de solução de gestão empresarial aplicada ao marketing e suas estratégias.

3 Nas obras consultadas pôde-se verificar as questões ligadas ao planejamento, mercado, informação, estratégias de marketing, sistema de gerenciamento para tomada de decisão, e as questões do paradigma organizacional. O estudo levanta hipóteses que julgam a causa de barreiras impregnadas no seio das organizações. A capacitação e o treinamento de pessoal entram como fatores de solução para a implantação de novas estratégias para o ambiente interno da empresa. A metodologia aplicada no processo de desenvovimento essa pesquisa se deu através da coleta de informações em obras da área da administração - método qualitativo. Para que a eficiência e eficácia nos processos de toda a cadeia produtiva da empresa sejam efetivas o desenvolvimento de ações voltadas para o planejamento da análise, adaptação, ativação e avaliação cliente interno para o externo 4 A s do marketing devem ser implementadas. Com a pesquisa foi possível compreender que o conhecimento se dá a partir de premissas que norteiam o crescimento do SER pesquisador. Na gestão estratégica de processos mercadológicos e informação, os pilares que fundamentam toda a construção de bases firmadas em solo fertil e seguro estão ligadas ao planejamento de estratégias especificas. Embora as percepções da autora desta pesquisa possam trazer polêmica quanto a miscigenação dos assuntos abordados, sabe-se, entretanto, que quanto mais se investe em pesquisa e estudo o crescimento se faz - a diferença faz a diferença.

4 1. INTERFACES DO PROCESSO INTERDISCIPLINAR SISTEMAS, INFORMAÇÃO, MARKETING E PLANEJAMENTO NO CONTEXTO ORGANIZACIONAL O marketing de valor diz que a organização que está atenta ao avanço tecnológico deve concentrar-se nas atividades do marketing estratégico com o objetivo fim de fornecem valor para o cliente, e neste contexto que pode se dizer: a essência das relações de troca - entre o cliente interno e o cliente externo - está na essência do marketing certo. Para Kotler (2000, p.75), a informação necessária para os profissionais de marketing pode ser obtida por intermédio de registros internos da empresa, serviço de inteligência de marketing. É necessário que um sistema de informação gerencial seja eficiente para um processo organizado de decisões. Na visão do mercado globalizado a análise do cliente quanto aos benefícios, e quanto aos custos da compra tendem a ser mais eficientes a partir de estratégias idealizadas no planejamento. Um sistema de informação deve ser gerido e adequado de acordo com as necessidades da empresa, pois o seu objetivo é atingir o alvo o cliente. diz: Como definição sobre a palavra globalização Lacombe (2004, p. 162) A globalização tende a exigir maior preparo cultural e profissional de todos que participam do mercado de trabalho. A globalização abrange a padronização dos produtos e das demandas, processo em que a vida social das sociedades sofre influências cada vez maiores de todos os países, incluindo os aspectos políticos, econômicos, culturais, sociais, artísticos, religiosos, bem como tudo o que se refere a moda, meios de comunicação, etc. Esta última definição parece mais apropriada, pois a primeira diz respeito apenas a alguns aspectos da globalização. Pensando nisto é que as empresas buscam no marketing ações de longo prazo, todos os esforços devem fazer parte do planejamento geral, principalmente quando se leva em conta que a inteligência competitiva atua de forma sitematizada para o processo de idealização, aplicação e cumprimento da missão e visão da organização, a saber.

5 Uma empresa deve definir seu mercado-alvo, mas deve tomar cuidado, pois pode falhar em conhecer efetivamente as necessidades do cliente. Quando todos os departamentos da empresa trabalham em conjunto para atender os interesses do cliente, o resultado é o marketing integrado. Infelizmente, nem todos os colaboradores são motivados a trabalhar para o cliente externo, e muito menos treinados para conhecer um novo programa de gestão a ser adotado. O propósito final do sistema de gestão de informação do marketing está em auxiliar as organizações a atingirem suas metas. Este fato quer dizer, obviamente que a empresa que melhor satisfaz as necessidades dos consumidores ganha mais dinheiro do que o seu concorrente. As pessoas diretamente ligadas ao processo devem ser trabalhadas de modo que haja a minimização de barreiras. Elas são as responsáveis por disseminar de forma correta ou incorreta a informação técnica e aplicada nos novos moldes. A comunicação se faz através da gestão de qualidade para PESSOAS baseada em princípios éticos implantados na empresa. Os princípios são aqueles pontos e tópicos que a organização não está disposta a mudar, aconteça o que acontecer. (COSTA, 2002, p. 39). É um fato: o gerente moderno precisa de informações a fim de obter sucesso em suas atividades. Outro fato: os computadores são instrumentos perfeitos para fornecer informações, uma vez que armazenadas grande parte dos dados para gerar informações executivas. (POLLONI, 2000, p. 4) Os sistemas de gestão integram todas as informações que navegam pela empresa por intermédio de uma base de dados única. Conforme Kotler (2000, p. 74), as informações podem ser também coletadas infiltrando gente nas operações de negócios com clientes. É um processo estratégico. Considerando a teoria dos sistemas, desenvolvida por Ludwing Von Bertalanffi, sabe-se que esta teoria se aplica a sitemas que envolvem pessoas, orgãos, pensamentos, computadores. Notadamente, percebe-se que ao longo do desenvolvimento de sistemas, que as empresas vêm buscando adptar o seu processo administrativo ao avanço da informação e tecnologia, visando tornarem-se cada vez mais competitivas.

6 que: Baseada na obra de Venture & Lenzi (2003, p. 22) pode-se dizer A influência da teoria dos sistemas na administração produziu várias abordagens distintas. Na verdade, pode-se dizer que desde o seu começo, assim como a sociologia, as teorias organizacionais carregaram traços sistêmicos em suas abordagens, sobretudo quando se reconheceu que a organização caracterizava-se como um sitema social. O gerenciamento da informação de sistemas integrados dispõe da ciência acelerada da tecnologia, da capacitação e treinamento de pessoal. A integração da informação através dos processos promove um encontro de componentes inter-relacionados, que trabalham juntos para coletar os dados, recuperá-los, para depois processar a informação, armazenar e distribuí-la. A finalidade é a de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise, e o processo decisório do marketing das empresas adaptadas a este avanço. No modelo do sistema de informação gerencial e seu desenvolvimento: o sucesso do SIG depende do modelo da estrutura de decisão. Se a administração for encarada como um processo de transformação da decisão em ação, esse argumento fica mais claro. (POLLONI, 2000, p. 28). Nesta afirmação do autor percebe-se a importância de combater o paradígma organizacional. As barreiras tornam as ações lentas, e o processamento da informação pode ser deturpado caso não haja capacitação, treinamento e conscientização do novo modelo de gestão proposto pela empresa. O SIG do marketing oferece apoio às atividades gerenciais nas áreas de desenvolvimento do produto, distribuição, decisões de preços, eficácia promocional e previsões de venda. O sistema de integração da informação gerenciada aceita entradas de fontes como a concorrência, pesquisa de mercado e o plano estratégico. Logo, os subsistemas incluem o desenvolvimento e o relatório do produto, análise do local, promoção e publicidade, fixação de preço do produto e pesquisa de marketing.

7 Afinal o que faz a sua empresa? Peter Drucker sempre foi um arguto observador da natureza humana. Suas deduções quase sempre partem do óbvio, mas encantam pela singularidade, (CHIAVENATO & MATOS, p.37). No contexto da obra Visão e Ação Estratégica, não ficam lacunas quanto ao entendimento do marketing e a aplicação das estratégias de mercado para o crescimento da empresa. O Sistema de Informação Gerencial utilizado como ferramenta indispesável para o desenvolvimento das estratégias atua baseado nos níveis do planejamento, sendo eles: operacional, gerencial ou tático, e estratégico. O gerenciamento estratégico baseado no nível operacional está ligado às atividades do dia-a-dia do colaborador dentro dos departamentos da empresa, onde a comunicação se efetiva e se define buscando a sintonia entre as atividades meio da organização. Já o planejamento em nível gerencial visa atuar com ações táticas de curto e médio prazos nos processos contigenciais. O planejamento estratégico é de longo prazo, sendo este trabalhado e ajustado ao nascimento de cada nova necessidade de mudança estratégica para o mercado consumidor. A estrutura de uma organização reflete as alterações na sua estratégia (FISCHMANN & ALMEIDA, p. 54). O clima organizacional deve apresentar uma estrutura equilibrada, baseada em políticas que possam gerar parcerias internas e externas, análise das fraquezas e pontos fortes. Para que o impacto do seu exército possa ser semelhante a uma pedra de moinho chocando-se com um ovo, utilize a ciência dos pontos fracos e fortes. (SUN TZU apud CLAVELL,1983, p. 39). Veja na tabela abaixo o Sistema de Informação Gerencial de Marketing para tomada de decisão do marketing estratégico :

8 Tabela I: SIGM Sistema de Informação Gerencial de Marketing Operacional Pesquisa Clima Organizacional Integração Cliente Interno Tático/Gerencial Análise Processamento Interface Cadeia Contingencial da Informação Produtiva Estratégico Decisão Mercado de Consumo Necessidades Identificadas Rentabilidade Resultado Satisfatório Esperado Ampliado Lucro Na guerra contra a concorrência e avanço da competitividade, a gestão eficaz deve estar atenta ao planejamento em todos os niveis da batalha, pois o desenvolvimento das ações idealizadas requerem um executivo moderno para atuar com precisão e sabedoria. Quando nos empenhamos para vencer a guerra, se a vitória custa a chegar, as armas dos soldados tornam-se pesadas e o entusiasmo deles enfraquece. (SUN TZU apud CLAVELL,1983, p. 21). Assim, a empresa que trabalha desatenta ao avanço tecnológico, à informação, e ao planejamento de marketing embrenha suas ações no clima organizacional de forma ineficiente podendo perder a batalha! O resultado da pesquisa pôde mostrar que as barreiras existentes no processo de implantação de melhoria na empresa devem ser trabalhadas com base na capacitação e treinamento de pessoal. Cavei um poço, nada fiz, cavei um poço e encontrei água, eficiente fui, cavei um poço e encontrei água potável - fui eficaz. A eficiência demanda cumprimento das terefas, a eficácia é um fato gerador de lucratividade.

9 As organizações têm que ser eficazes. Sejam elas pequenas ou grandes. Agora, é inegável que a eficácia leva ao crescimento (TACHIZAWA & RESENDE, 2002, p.2). Os objetivos definem o posicionamento futuro da empresa, dos seus produtos ou unidade estratégica de negócios. Para Tachizava & Rezende (2002, p. 95), o desenvolvimento tecnológico tem levado, paradoxamente, a uma ampliação da integração vertical em alguns segmentos. O desevolvimento verticalizado permite à organização uma visão ampliada dos seus processos.

10 2. CONSIDERAÇÕES FINAIS Este Artigo foi desenvolvido baseado em estudos voltados para as áreas de Administração Mercadológica, Sistemas de Informação Gerencial, Planejamento Estratégico e as barreiras existentes no clima organizacional. O estudo permeou obras e autores consagrados que puderam contribuir esmeradamente com a pesquisadora para o enriquecimento do tema levantado. A intenção deste primeiro levantamento se centrou na pesquisa bibliográfica, e embora o resultado da pesquisa apresente apenas as teorias e embasadas acerca do assunto estudado, o artigo desenvolvido ressalta a importãncia de que o mercado está ligado ao avanço da tecnologia que fomenta as ações estratégicas do marketing nas organizações para a tomada de decisão. Notadamnete a demanda acerca de estudos na área de administração leva a gestão executiva a inserir nos processos de recrutamento e seleção a busca constante por administradores com perfis compostos - mix de serviço agregado, generalidade de conhecimento e de multiplas funções. O capital intelectual aplicado a criatividade em busca de novas oportunidades. Percebe-se, por fim, que o estudo da Ciência da Administração permitiu na contextualização dos fatos pesquisados: dividir, coadunar, ensinar e aprender, enfim.

11 3. BIBLIOGRAFIA CHIAVENATO, Idalberto, MATOS, Francisco Gomes de. Visão e ação estratégica. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, p. COSTA, Eliezer Arantes. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva, p. FISCHMANN, Adalberto A., ALMEIDA, Martinho Isnard R. de. Planejamento estratégico na prática. 2 ed. São Paulo: Atlas, p. LACOMBE, Francisco. Dicionário de administação. São Paulo: Saraiva, p. SUN TZU apud CLAVEL, James. A arte da guerra título original THE ART OF WAR by Sun Tzu. 4 ed. Copyright Rio de Janeiro: Record, p. POLLONI, Enrico G. F. Administrando sistemas de informação estudo de viabilidade. São Paulo: Futura, p. TACHIZAVA, Takeshi, REZENDE, Wilson. Estratégia empresarial: tendências e desafio um enfoque na realidade brasileira. São Paulo: Makron Books p. VENTURE, James luiz, LENZI, Fernando César. Desenvolvimento gerencial da teoria acadêmica para a prática empresarial. Rio do Sul: Nova Era, p.

12 AVALIAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR UM PRÊMIO OU UM ACERTO DE CONTAS!!! Mauro Kosis Graduado em Ciências Contábeis Professor Universitário Rosa Almeida Freitas Albuquerque Graduada em Administração Professora Universitária Resumo A avaliação é um momento especial do processo de ensino e aprendizagem. É através da avaliação que o professor constata que desempenhou adequadamente a sua função que é a de ensinar e a do aluno aprender. Destarte, esse estudo tem como objetivo investigar a avaliação praticada pelos docentes dos cursos das Faculdades Integradas Matogrossenses de Ciências Sociais e Humanas do Instituto Cuiabano de Educação-ICE, no que se refere a prática de avaliação no ensino e aprendizado do aluno. O instrumento de pesquisa, questionário com perguntas abertas e fechadas, foi aplicado em um grupo de 17 docentes dos cursos de administração, ciências contábeis, seqüências, pedagogia e letras. Palavras-chave: Avaliação, ensino-aprendizagem, competência do professor. Introdução O assunto avaliação sempre foi e será um tema de inquietação para o professor e o aluno. Assim, é função do professor, através de objetivos claros sobre a importância desse instrumento, esclarecer previamente aos alunos de que a avaliação é um momento privilegiado, do aluno e do professor auferir se houve ou não o aprendizado dos conteúdos ministrados em sala de aula. Fundamentação Teórica É interessante nesse momento que se discute a valorização da avaliação, fazer um breve relato da historicidade da universidade no Brasil, segundo Pimenta e Anastasiou (2002, p. 144), que assinala a possibilidade de

13 identificar a influência de alguns modelos que se fazem presentes ainda hoje na universidade. O modelo jesuítico é a primeira instituição escolar implantada no Brasil. A base deste modelo estava na unidade e hierarquia da organização dos estudos, na divisão e na graduação das classes e programas em extensão e dificuldade, não se permitindo passar a uma etapa mais avançada sem que a anterior estivesse totalmente dominada. O conhecimento, tomado como algo posto, indiscutível, pronto e acabado, devia ser assim repassado, e a memorização era concebida como operação essencial e recurso básico de ensino e aprendizagem. A ação docente era a de transmitir esse conteúdo indiscutível a ser memorizado, num modelo de exposição (aula expositiva quase uma palestra) que era acompanhado de exercícios a serem resolvidos pelos alunos e tinha o recurso da avaliação como controle rígido e preestabelecido. Como resultado, o aluno passivo e obediente, que memoriza o conteúdo para avaliação, numa estrutura rígida de funcionamento do processo de ensino-aprendizagem. Conforme as mesmas autoras, na evolução do ensino passa-se a considerar os modelos universitários francês e alemão. O modelo francês iniciou no Brasil no tempo das faculdades isoladas (1808). Em sala de aula, esse modelo não altera as características próprias do modelo jesuítico. A forma pela qual se efetiva a relação entre professor versus aluno e, assim, o conhecimento se mantém. O professor é transmissor do conhecimento e, no estudo das obras clássicas, ocorre a aceitação passiva das atividades propostas. A importância da memorização do conteúdo pelo aluno como sua obrigação primordial, a força da avaliação como elemento essencial classificatório são características do ensino na universidade. Já no modelo alemão, a universidade surge num processo de edificação nacional. Essa universidade, voltada para a resolução dos problemas nacionais mediante a ciência, busca unir os professores entre si e aos alunos pela pesquisa, em dois espaços de atuação: os institutos, visando à formação profissional, e os centros de pesquisa, que seriam regidos por situações essencialmente opostas ao modelo francês. Numa proposta em que o professor não existe para o aluno, mas ambos para a ciência estabelecem-se uma forma de relação em parceria na direção

14 da construção do conhecimento em que não prevalece tanto a figura do professor transmissor como uma metodologia tradicional autoritária, centrada no saber do docente a ser transmitido. Um novo papel é solicitado ao aluno na direção da construção do conhecimento, que se entende estar em movimento e transformação. Esses elementos do modelo alemão, que dão destaque à produção do conhecimento e ao processo de pesquisa são assimilados ao sistema de ensino superior norte-americano e chegam ao Brasil, em âmbito nacional, no texto da Lei 5.540/68, conduzindo às reformas educacionais do período da ditadura militar. Separa-se aí a pesquisa do ensino, deixando à graduação a responsabilidade de formação dos quadros profissionais o que reforça o caráter profissionalizante do modelo napoleônico e destinado à pósgraduação a responsabilidade da pesquisa. Reforce-se, ainda, que no período da ditadura militar há uma estagnação do citado processo crítico no que concerne à formação na graduação, tendo os professores universitários oportunidades de aperfeiçoar-se na pesquisa de suas áreas específicas, mas sem oportunidades sistemáticas de reflexão sobre sua atuação como docentes. Trata-se de todo um ambiente adequado a uma pedagogia calcada na transmissão de saberes, num papel docente centralizador, numa relação de reprodução do conhecimento tido como verdadeiro e na não-problematização e crítica da realizada social, cultural, econômica e científica. As diretrizes contidas na Lei 5.540/68, referentes ao ensino superior, em vigor durante todo o período da ditadura militar, vigoram até 1996, quando foi votada, em 20 de dezembro, a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de número 9.394/96. Nela, a docência no ensino superior será preparada (e não formada) preferencialmente nos programas de pósgraduação stricto sensu. Pimenta e Anastasiou (2002), ainda enfatizam que desconsiderando as pesquisas sobre a importância da formação inicial e continuada para a docência na educação superior, tanto em nível nacional quanto internacional, a formação docente para o ensino superior ainda fica a cargo de iniciativas individuais e institucionais esparsas, que não se referem a um projeto nacional ou da categoria docente. E que talvez em decorrência desses e outros fatores, ainda predomina na organização universitária currículos organizados por

15 justaposição de disciplinas e a figura do professor transmissor de conteúdos curriculares, que, a despeito de serem tomados como verdadeiros e inquestionáveis, muitas vezes são fragmentados, desarticulados, não significativos para o aluno, para o momento histórico, para os problemas que a realidade apresenta. Destarte depois dessas reflexões o importante é entender que o ensino na universidade, constitui-se num processo de busca, de construção cientifica e de critica ao conhecimento produzido, ou seja, ao seu papel na construção da sociedade que segundo Pimenta e Anastasiou (2002, p. 164) são: Propiciar o domínio de um conjunto de conhecimentos, métodos e técnicas científicas, que assegurem o domínio científico e profissional do campo específico e devem ser ensinados criticamente (isto é, em seus nexos com a produção social e histórica da sociedade). Para isso, desenvolvimento das habilidades de pesquisa é fundamental; Conduzir a uma progressiva autonomia do aluno na busca de conhecimento. e considerar o processo de ensinar/aprender como atividade integrada à investigação e desenvolver a capacidade de reflexão. Substituir a simples transmissão de conteúdos por um processo de investigação e conhecimento e valorizar a avaliação diagnóstica e compreensiva da atividade mais do que a avaliação como controle; Conhecer o universo cultural e de conhecimento dos alunos e desenvolver, com base nele, processos de ensino e aprendizagem interativos e participantes. Essas atribuições de ensinar exigem que o professor atue como um profissional reflexivo, crítico e competente no âmbito de sua disciplina, alem é claro, de estar capacitado a exercer a docência e realizar atividades de investigação. Moretto (2003, pág. 29) contribui com o tema quando apresenta as características de um professor competente. Para o autor o professor competente é aquele que: Conhece o conteúdo especifico de sua disciplina: identifica os seus assuntos relevantes, tendo em vista o contexto do aluno e também

16 estabelece relações significativas entre sua disciplina e outras da mesma área do saber. Tem habilidade no ensinar: escolher estratégias adequadas para os alunos. Identifica valores culturais ligados ao ensinar. Utiliza a linguagem pertinente. Administra as emoções: ser capaz de administrar o mundo de emoções, sem precisar apelar para a punição, a disciplina férrea ou para o autoritarismo é um dos recursos que o professor precisa ter disponíveis para enfrentar essa situação complexa de ensinar. Ainda segundo Moretto (2003, p, 31), uma outra situação complexa na vida do professor é avaliar a aprendizagem. Um professor é competente quando dispõe dos recursos necessários para abordá-la. É importante neste momento apresentar os vários pontos de vista dos autores sobre a avaliação de aprendizagem. Segundo Luckesi (2002, p. 33), a avaliação pode ser caracterizada como uma forma de ajuizamento da qualidade do objeto avaliado, fator que implica uma tomada de posição a respeito do mesmo, para aceitá-lo ou para transformá-lo. A avaliação é um julgamento de valor sobre manifestações relevantes da realidade tendo em vista uma tomada de decisão. A atual pratica da avaliação escolar estipulou como função ato de avaliar a classificação e não o diagnóstico como deveria ser constitutivamente. Ou seja, o julgamento de valor, que teria a função de possibilitar uma nova tomada de decisão sobre o objeto avaliado, passa a ter a função estática de classificar um objeto ou um ser humano histórico num padrão definitivamente determinado. Já Moretto (2003, p. 93) apresenta a avaliação da aprendizagem numa outra perspectiva, como angustiante para muitos professores por não saber como transformá-la num processo que não seja mera cobrança de conteúdos aprendidos de cor, de forma mecânica e sem muito significado para o aluno. Angustiante por ter que usar um instrumento tão valioso no processo educativo, como recurso de repressão, como meio de garantir que uma aula seja levada com certo grau de interesse. Sentenças como anotem, pois vai cair na prova, prestem atenção nesse assunto porque na semana que vem tem prova, e

17 outras que se equivalem, são indicadores da maneira repressiva que tem sido utilizado a avaliação da aprendizagem. O autor ainda enfatiza que se para o professor esse processo gera ansiedade, pode-se imaginar o que representa para os alunos. hora do acerto de contas, a hora da verdade, A hora de dizer ao professor o que ele quer que eu saiba, a hora da tortura, são algumas dentre as muitas representações em voga entre os alunos. Diante desse quadro, é importante salientar que a avaliação é parte integrante do ensino e da aprendizagem. E que o ensinar um dia já foi concebido como transmitir conhecimentos prontos e acabados, conjuntos de verdades a serem recebidas pelo aluno, gravados e devolvidos na hora da prova. Para transpor essa prerrogativa, Moretto (2003, p, 95) propõe a perspectiva construtivista sócio-interacionista. Nesta proposta nasce uma nova relação entre o professor, o aluno e o conhecimento. Parte do principio que o aluno não é um simples acumulador de informações, ou seja, um mero receptor-repetidor. Ele é o construtor do próprio conhecimento. Essa construção se dá a partir da mediação do professor, numa ação do aluno que estabelece a relação entre suas concepções prévias e o objeto de conhecimento proposto pela escola. Assim, fica claro que a construção do conhecimento é um processo interior do sujeito da aprendizagem, estimulado por condições exteriores criadas pelo professor. Por isso dizemos que cabe a este o papel de catalisador do processo da aprendizagem. Catalisador/mediar/facilitar são palavras que indicam o novo papel do docente no processo de interação com o aluno. Assim, o professor competente no avaliar a aprendizagem: sabe que a prova é um momento privilegiado de estudo e não um acerto de contas: o conhecimento dos diferentes instrumentos para avaliação e da melhor forma de utilizá-los é um dos recursos de que o professor competente deve dispor; elabora bem as questões das provas: elaborar bem é saber contextualizar de acordo com os objetivos estabelecidos, perguntar de forma clara e precisa, questionar apenas conteúdos relevantes e não colocar pegas para derrubar o aluno;

18 administra valores culturais ligados à avaliação: ao longo dos anos, diversos mitos foram sendo construídos em torno do conceito de avaliação. Quem não cola não sai da escola, por exemplo, levou muitos alunos a julgarem natural o colar nas provas. Cabe ao professor gerenciar mais essa situação complexa, isto é, elaborar um prova; utiliza uma linguagem clara e precisa para o comando das questões: cria um ambiente favorável ao controle das emoções: todo o professor sabe que o momento de avaliação é aquele em que as emoções do aluno entram em ebulição. Nele se misturam sentimentos de ansiedade, medo, angustia alegria, tensão, estresse. Cabe ao professor criar condições para que o aluno se sinta tranqüilo e sem estresse no momento da avaliação (não importa se escrita ou oral). Outro aspecto não menos importante é a definição dos objetivos de ensino. Temos em nós, que ainda muitos docentes entram em sala de aula sem o mínimo de planejamento. Não esclarecem para o aluno o que pretendem com os conteúdos e nem indicam qualquer direção. Para tanto, a definição com clareza dos objetivos de ensino é um dos fatores para o sucesso de ensinar. Entrar em aula com alguns (poucos) objetivos perfeitamente determinados é uma das condições para o sucesso de ensinar. Não só o professor precisa saber dos objetivos, mas seus alunos também. É angustiante participar (ou apenas ouvir) de uma aula e no final dizer a si mesmo: Ouvi tudo, anotei o que o professor falou, mas o que será mesmo que ele queria com a aula de hoje? Assim, aprender é construir significados e ensinar é oportunizar esta construção. Nessa sentença, Moretto (2003, p. 58) enfoca que podemos perceber os papéis dos dois atores principais no processo da construção do conhecimento em contexto escolar. Ao aluno cabe a atividade de apropriar-se dos conhecimentos socialmente construídos e dar-lhes significados dentro do contexto em que ele, sujeito, está inserido e também de sua estrutura conceitual. Ao professor não cabe o papel de transmitir algo já pronto, mas elaborar atividades que facilitem ao aprendiz estabelecer relações significativas no universo simbólico proposto. Não duvidamos de que o aluno possa aprender certos conhecimentos sem lhe dar um significado (e nossa experiência mostra que na escola ele os

19 aprende). A pergunta que muitos alunos fazem aos professores com certa freqüência é testemunha disso: professor, o que eu vou fazer com isso? Para que eu estou aprendendo isso?. Realmente é uma quebra de paradigma a questão da avaliação enquanto produtora do conhecimento. Segundo Tosi (2003, p. 189), hoje, tanto em virtude das inúmeras avaliações nacionais para todos os níveis de ensino, quanto pelas novas exigências/internacionais os caminhos criados pelo professor têm que ser mais bem elaborado para atingir objetivos mais dinâmicos do que aqueles apresentados pela Escola Tradicional. Metodologia Para o alcance dos objetivos do presente estudo - investigar a avaliação praticada pelos docentes dos cursos das Faculdades ICE, foram realizadas pesquisa bibliográfica em livros que tratam sobre o assunto e a pesquisa de campo. Para a pesquisa de campo utilizou-se o questionário com oito questões abertas e treze fechadas, que foram enviadas por aos 56 docentes da instituição. Desses 56, 17 retornaram, perfazendo um total de 30%. Participaram da pesquisas os docentes dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Seqüenciais, Pedagogia e Letras. Análise dos dados A pesquisa está embasada em dados a partir do questionário formulado com perguntas abertas e fechadas aplicado em 56 docentes. Desse total, retornou 17 questionários, o que perfaz um total de 30% de participantes da pesquisa. Inicialmente procurou-se identificar os participantes da pesquisa, onde foi constatado que 7 professores são do sexo masculino e 10 do sexo feminino. A faixa etária dos participantes apresenta-se distribuída da seguinte forma: 9 entrevistados, entre 31 a 40 anos; 5, de 41 a 50 anos e 3 na faixa etária acima de 50 anos. Com relação ao tempo de docência no ensino superior, 2 entrevistados declararam ter até 2 anos de magistério, 4 de 2 a 5 anos; 5 de 5

20 a 10 anos e 6 acima de 10 anos de atuação. No que se refere ao tempo de docência na instituição, constatou-se que, dos respondentes, os que dizem possui até 2 anos são 6; de 2 a 5 anos 6 participantes; de 5 a 10 anos 1 participante e acima de 10 anos 4 participantes trabalham na mesma instituição. Para uma melhor compreensão da pesquisa, apresentaremos os resultados das perguntas fechadas e logo após abordaremos as questões abertas. Dos dados coletados, 88% dos participantes responderam que tiveram oportunidade de estudar a questão da avaliação no processo de ensino e aprendizagem e 12% não tiveram esta oportunidade; 75% afirmaram que utilizaram ou utilizam da orientação pedagógica para elaborar suas avaliações através de leituras, ASIN, Enade, palestras, seminários, as diretrizes curriculares nacionais e principalmente quando da execução do planejamento pedagógico da instituição e também por possuírem formação em metodologia e didática do ensino superior; 25% não fazem uso dessa orientação. Noventa e nove por cento dos participantes não tem dificuldade para elaborar as questões de prova e 1% dos docentes declaram que tem alguma dificuldade na elaboração. E essas dificuldades surgem diante da proposta interdisciplinar em que se faz necessário que as avaliações sejam na sua grande maioria discursiva; o elevado número de discente nos obriga a elaborar vários tipos de avaliações e o tempo para correção é escasso. Cinqüenta e três por cento dos participantes afirmaram consultarem os colegas do semestre para elaborar suas questões/prova e 47% afirmaram que não fazem uso dessa prática; 65% dos participantes utilizam algum instrumento diagnostical precedente ao processo avaliativo em sua disciplina como, por exemplo, realizam em sala um diagnóstico preliminar, verificando o grau de conhecimento e o grau de entendimento da turma, bem como, a necessidade de fazer com que o aluno aprenda interpretar e tomar decisões, reunindo a teoria com a prática, por meio de estudos de caso, simulados com questões de formação geral e conhecimentos específicos da disciplina, exercícios em dupla ao final de cada capítulo da matéria, atividades em grupos e provas individualizadas para mensurar o comprometimento e o aprendizado dos alunos e 35% não o fazem.

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