A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações."

Transcrição

1 GESTÃO DE OPERAÇÕES A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações. Os Directores de Operações são os responsáveis pelo fornecimento de bens ou serviços nas empresas, tomando as decisões no âmbito das operações e dos sistemas/meios para a transformação. 1/24 AS OPERAÇÕES COMO UM SISTEMA DE PRODUÇÃO INPUTS GESTÃO DE OPERAÇÕES Energia OUTPUTS Trabalho Mat érias Primas Capital PROCESSO TRANSFORMAÇÃO (CONVERSÃO) Produtos Informação Retorno da informação para melhoria do controlo e da Tecnologia do Processo 2/24

2 ÁREAS DE DECISÃO DAS OPERAÇÕES Em função da natureza dos objectos de decisão, pode-se dividir as operações em cinco áreas de decisão: - Qualidade (o que produzir concepção e controlo das características) - Processo (como produzir instalações, equipamento) - Capacidade (quando produzir planeamento e programação) - Stocks (com o que produzir e quando - necessidades de matérias e do mercado) - Força de Trabalho (com quem produzir qualificação, desempenho, motivação) 3/24 Qualidade Qualidade do produto subentende qualidade na concepção e desenvolvimento, qualidade na produção e qualidade após venda. A decisão ao nível da qualidade prende-se com: definir normas e especificações, formar pessoal e o controlo da qualidade planeada. Trata-se de uma área das operações para a qual é decisivo o apoio de toda a organização, desde o mais alto nível da empresa. 4/24

3 Processo O processo de decisão diz respeito ao modelo físico para produzir, em particular o tipo de tecnologia, os fluxos do processo, o desenho e a implantação das instalações e todos os aspectos relacionados com a componente física da instalação. A decisão a este nível é particularmente importante, pois é no processo que o investimento é mais elevado e que as opções escolhidas devem observar a estratégia de longo prazo para o negócio que se pretende desenvolver. 5/24 Capacidade Este aspecto lida com as formas de disponibilizar a capacidade adequada, no sítio certo e na altura certa. A longo prazo, o planeamento da capacidade implica não só a dimensão das instalações, mas tamb ém a dimensão dos recursos (p.e. humanos) a afectar às operações. A curto prazo, a programação da utilização dos diversos recursos constitui de igual forma uma componente de planeamento da capacidade. 6/24

4 Stoks Trata-se da gestão do fluxo de materiais ao longo do processo produtivo. As decisões relativas aos stoks prendem-se com: o que encomendar; quanto encomendar; e quando encomendar. Os sistemas de gestão de stoks são usados para administrar a compra de matérias primas, a fabricação de produtos intermédios e de produtos finais. 7/24 Força de Trabalho A gestão dos recurso humanos é uma das componentes fundamentais das operações: por mais automatizado que seja o processo produtivo, nada é feito sem as pessoas que produzem. As decisões relativas à gestão do pessoal prendem-se com os processos de selecção, contratação, despedimento, formação, supervisão, compensação e motivação. 8/24

5 ÁREAS DE DECISÃO DAS OPERAÇÕES QUALIDADE > Gestão da Qualidade > Controlo e Melhoria GESTÃO DE PESSOAL > Gestão da Força de trabalho > Definição de funções > Desempenho e aperfeiçoamento CONCEPÇÃO DO PROCESSO > Selecção do processo > Escolha da tecnologia >Análise do fluxo do processo >Projecto das instalações CAPACIDADE > Previsões > Planeamento > Programação GESTÃO DE STOKS > Procura interna e externa > Condições de armazenamento > Capacidade de fornecedores 9/24 ESTRATÉGIA DAS OPERAÇÕES A estratégia das operações é uma estratégia funcional, que deve estar integrada e articulada com a estratégia empresarial, bem como, com as estratégias financeira e de marketing, resultando num esquema consistente para a tomada de decisões. ESTRATÉGIA EMPRESARIAL ESTRATÉGIA FINANCEIRA ESTRATÉGIA FUNCIONAL ESTRATÉGIA MARKETING 10/24

6 MODELO DE ESTRATÉGIA Estratégia Empresarial Análise Externa ESTRATÉGIA DAS OPERAÇÕES Missão Diferencia ção Competitiva Análise Interna Objectivos Políticas Resultados Decisões Tácticas 11/24 QUALIDADE A Qualidade realiza-se quando se produz a interacção entre o bem e o consumidor. Consumidor Expectativas Prazo de Entrega Q Preço Fornecedores Características Lucro Perda Prazo de Entrega Custo Objectivo: Satisfação do Cliente 12/24

7 ORGANIZAÇÃO PARA A QUALIDADE Especificações técnicas descritas na Norma EN ISO 9000 Gestão da Qualidade (planear, organizar, equipar, dirigir e controlar); Políticas da Qualidade; Planeamento da Qualidade (filosófica, analítica, operativa e desenvolvimento); Objectivos da Qualidade (mensuráveis, realizáveis, coordenados, participados); Organização empresarial; Qualidade e Normalização; 13/24 MODELOS DE ORGANIZAÇÃO Administração Dir. Comercial Dir. Financeira Dir. Técnica Dep. da Qualidade Fábrica Administração Dir. Comercial Dir. Financeira Dir. Qualidade Dir. Fabril Inspecção Métodos Laboratório 14/24

8 QUALIDADE E NORMALIZAÇÃO ( ÃO (ISO 9001) 1- Análise do Contracto; 2- Controlo de Concepção; 3- Controlo dos Documentos e dos Dados; 4- Aprovisionamento; 5- Identificação e Rastreabilidade; 6- Controlo dos Processos; 7- Inspecção e Ensaio; 8- Controlo do Equipamento de Inspecção, Medição e Ensaio; 9- Estado de Inspecção e Ensaio; 15/24 QUALIDADE E NORMALIZAÇÃO ( ÃO (ISO 9001) 10- Controlo de Produto Não-Conforme; 11- Acções Correctivas; 12- Manuseamento, Armazenagem, Embalagem, Preservação e Expedição; 13- Registos da Qualidade; 14- Auditorias da Qualidade; 15- Assistência Após Venda; 16- Formação; 17- Técnicas Estatísticas. 16/24

9 PLANEAMENTO DE LEVANTAMENTOS TOPOGRÁFICOS Especificação Técnica COMPONENTES: Económico-Financeira (custo, lucro) Demora de Execução (plano adequado) Recursos (disponibilidade de meios) Deve-se encontrar um compromisso entre as várias componentes do planeamento, por forma a obter-se uma solução que garanta a qualidade a baixo custo. 17/24 ASPECTOS DA ESPECIF. TÉCNICAS Definição da escala do levantamento, caso não tenha sido imposta; Estabelecimento do esqueleto do levantamento (rede de apoio); Pré-análise: formulação do modelo matemático; Plano de observações; Informação e formação da(s) equipa(s) técnica(s); Estado do equipamento (calibração); Execução e seu acompanhamento (inspecção e controlo). 18/24

10 Modelo Geométrico do Apoio Reconhecimento das redes de triangulação e de nivelamento, ou definição do sistema de referência local (1pt fixo e uma direcção); Reconhecimento e materialização dos pontos que formarão o esqueleto do levantamento; Definição do esqueleto e estabelecimento de visada (intervisibilidade); Usar critérios de optimização para definir o número mínimo (necessário e suficiente) de pontos do levantamento. 19/24 Pré-Análise Consiste no estabelecimento do modelo matemático que permite a conclusão do levantamento com a precisão exigida. Modelo Matemático: modelo funcional (geometria) modelo estocástico (equipamento) Com o modelo estocástico deve-se escolher o equipamento e o tipo de observações e metodologias a utilizar. 20/24

11 Plano de Observações Fases de observação de acordo com a diversidade e quantidade de observações; Plano de execução das fases de observação de acordo com as prioridades estabelecidas; Formação e Informação da Equipa Técnica Averiguar que todo o pessoal tem perfeito conhecimento das suas tarefas dentro do plano de execução; Completar a formação do pessoal técnico, nomeadamente, quando se utiliza equipamento novo. 21/24 Estado do Equipamento Manter o equipamento calibrado (aferição + rectificação ou afinação); Usar normas internacionais de calibração (certificados de calibração); Usar técnicas de aferição em simultâneo com observação; Execução e Acompanhamento Realizar inspecções regulares com vista ao controlo da qualidade; Tratamento das não-conformidades; Manter o cliente informado. 22/24

12 ASPECTOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Factores para execução de um orçamento: Definição de recursos humanos e de equipamento afectos ao projecto; De acordo com o planeamento, quantificar o tempo de execução; Estabelecer valores de custo diário por unidade de recurso (honorários, ajudas de custo, amortização de equipamento); De acordo com o planeamento, definir os custo das sub-contratações; Definir as obrigações legais (seguros, impostos e segurança social); 23/24 ASPECTOS ECONÓMICO-FINANCEIROS Cálculo do orçamento: OT = ( c + c + c + c + c + c + c + n% ) IVA + h ac d eq dc c l lucro c h - Honorários c ac - Ajudas de custo c d - Deslocação c eq - Equipamento c dc - Despesas correntes c c - Sub-contratações c l - Despesas Legais c h d = n c = n dias km mht + pha 30 ( P a) c = n ac dias % c v c m = 360 eq + t ce 4*360 + qh tg Sub /24

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Gestão da Produção Planeamento

Gestão da Produção Planeamento Planeamento José Cruz Filipe IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 2006 1 Tópicos O ciclo geral de planeamento O planeamento agregado O Director da Produção (PDP ou MPS) O Materials Requirement Planning (MRP)

Leia mais

Gestão por Processos ISO 9001: 2000

Gestão por Processos ISO 9001: 2000 Gestão por Processos 1 2 Existem três tipos de empresas: - as que fazem as coisas acontecer; - as que vêem as coisas acontecer; - as que não fazem ideia do que está a acontecer (Kotler) 3 Para o Sucesso

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

Controlo da Qualidade Aula 05

Controlo da Qualidade Aula 05 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da qualidade:. evolução do conceito. gestão pela qualidade total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9001:2000 Evolução do conceito 2 gestão pela qualidade

Leia mais

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO

DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO PERFIL PROFISSIONAL DIRECTOR(A) DE RESTAURAÇÃO ÁREA DE ACTIVIDADE - HOTELARIA, RESTAURAÇÃO E TURISMO OBJECTIVO GLOBAL - Planear, dirigir e controlar as actividades de produção e de serviço de alimentos

Leia mais

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE?

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? 1 O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? A globalização dos mercados torna cada vez mais evidente as questões da qualidade. De facto a maioria dos nossos parceiros económicos não admite a não qualidade.

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

A Distribuição Moderna no Sec. XXI 28 Março 2011. Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria

A Distribuição Moderna no Sec. XXI 28 Março 2011. Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria PROGRAMA Qualidade Produto Marca Própria - Distribuição Princípios da Qualidade/ ISO 9001 Certificação/Processo de Certificação

Leia mais

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial Ficha Técnica PRONACI Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial João Augusto de Sousa Bastos PRONACI - Programa Nacional de Formação de Chefias Intermédias AEP

Leia mais

PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS

PROGRAMA QUALIDADE PARA ÁFRICA OCIDENTAL SUPORTE A COMPETITIVIDADE E HARMONIZAÇÃO DOS ACORDOS OTC E SPS QUEM SOMOS? Tecnicil Indústria: Empresa de produção e engarrafamento de águas e produtos refrigerantes Sede: Cidade da Praia Fabrica: Trindade Praia Delegações: Assomada, S.Vicente, Sal e Boavista Número

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE - AUTOMÓVEL OBJECTIVO GLOBAL - Planear, organizar, acompanhar e efectuar

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE INTRODUÇÃO Página: / Revisão:0 MANUAL DE FUNÇÕES NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE XZ Consultores Direção INTRODUÇÃO Página: / Revisão:0 ÍNDICE CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1 Mapa de Controlo das Alterações

Leia mais

CONTABILIDADE ANALÍTICA

CONTABILIDADE ANALÍTICA CONTABILIDADE ANALÍTICA Apresentação e Capítulo I I A ou ou Interna como Instrumento de de Gestão Apresentação Objectivos da disciplina Programa Metodologia / Método de Estudo Avaliação Bibliografia -2-

Leia mais

A ISO 50001. Fórum SPQ Expo 27 de Setembro de 2013

A ISO 50001. Fórum SPQ Expo 27 de Setembro de 2013 Fórum SPQ Expo 27 de Setembro de 2013 Agenda Introdução aos Sistemas de Gestão de Energia Princípios da ISO 50001 Relação entre a ISO 50001 e outras normas como a ISO 14001 ou a ISO 9001 2 O problema económico

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

ISO 9000-3 3 e ISO 9001

ISO 9000-3 3 e ISO 9001 QUALIDADE DO PROCESSO ISO 9000-3 3 e ISO 9001 Baseado no material do prof. Mario Lúcio Cortes http://www.ic.unicamp.br/~cortes/mc726/ 1 Normas da Série ISO 9000 Introdução ISO 9000 (NBR ISO 9000, versão

Leia mais

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Sistemas de Gestão

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Sistemas de Gestão Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação Sistemas de Gestão 27 de Outubro de 2007 Dora Gonçalo Directora de Certificação e de Auditores www.apcer.pt Agenda Desafios e Organizações

Leia mais

Introdução. Confiabilidade. Conformidade. Segurança. Optimização e Disponibilidade

Introdução. Confiabilidade. Conformidade. Segurança. Optimização e Disponibilidade Introdução Desenvolvido segundo um modelo de bases de dados relacionais, podem ser realizadas personalizações à medida de cada empresa, em conformidade com o Sistema de Informação existente e diversas

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade

Manual de Gestão da Qualidade Manual de Gestão da Qualidade A Índice A Índice... 2 B Manual da Qualidade... 3 C A nossa Organização... 4 1 Identificação... 4 2 O que somos e o que fazemos... 4 3 Como nos organizamos internamente -

Leia mais

IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova

IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova Guião do estudo económico e financeiro IDN - Incubadora de Idanha - Guião de candidatura Pág. 1 I CARACTERIZAÇÃO DO PROMOTOR 1.1 - Identificação sumária da empresa 1.2 -

Leia mais

Benefícios da Certificação para a Administração Pública

Benefícios da Certificação para a Administração Pública Benefícios da Certificação para a Administração Pública Hélder Estradas, 7 de Maio de 2008 Agenda 1 - Resumo Histórico da Certificação em Portugal; 2 - Vantagens da Certificação; 3 - Processo de Certificação.

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL. Modelo da Série NBR ISO 9000

GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL. Modelo da Série NBR ISO 9000 GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL Modelo da Série NBR ISO 9000 Modelo da Série NBR ISO 9000 A Garantia da Qualidade requer uma ação coordenada de todo sistema produtivo da empresa, do fornecedor de insumos de

Leia mais

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Norma ISO 9000 Norma ISO 9001 Norma ISO 9004 FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO REQUISITOS LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA MELHORIA DE DESEMPENHO 1. CAMPO

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS PROCESSOS DE CANDIDATURA A FINANCIAMENTO DO BANCO DE DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade e Auditorias (Mestrado em Engenharia Alimentar) Gestão da Qualidade (Mestrado em Biocombustívies) ESAC/João Noronha Novembro

Leia mais

NUM LABORATÓRIO DE CITOMETRIA DE FLUXO. Maria João Acosta 2009

NUM LABORATÓRIO DE CITOMETRIA DE FLUXO. Maria João Acosta 2009 NUM LABORATÓRIO DE CITOMETRIA DE FLUXO Maria João Acosta 2009 O que é um SGQ? É uma estrutura organizacional, com políticas, recursos, processos e procedimentos definidos que visam alcançar um determinado

Leia mais

DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E INDÚSTRIA

DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E INDÚSTRIA COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E INDÚSTRIA Bens de consumo Produtos farmacêuticos Bruxelas, 14 de Fevereiro de 2008 EudraLex Normas que Regulam os Medicamentos na União Europeia Volume 4

Leia mais

Índice. QLD_MN_ManualQualidade_03_Pt; Data: 17/01/2011

Índice. QLD_MN_ManualQualidade_03_Pt; Data: 17/01/2011 Manual da Qualidade 1 Índice Índice Apresentação da Empresa.. Politica da Qualidade Organograma. Âmbito da Certificação Exclusões Estrutura do SGQ. Processos.. Interligação Processos 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Leia mais

Governo societário de Sistemas de Informação

Governo societário de Sistemas de Informação Governo societário de Sistemas de Proposta de princípios e recomendações para o governo societário de Sistemas de «Governo do Sistema de : O conjunto de práticas relativas à tomada de decisões políticas

Leia mais

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1 GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Iniciar o projecto estabelecer objectivos definir alvos estabelecer a estratégia conceber a estrutura de base do trabalho

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Organismos Intermédios Eixo Prioritário VI - Assistência Técnica Convite para

Leia mais

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM por Engº João Barata (jbarata@ctcv.pt), CTCV Inovação Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro 1. - INTRODUÇÃO Os sub-sistemas de gestão, qualquer que seja o seu

Leia mais

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico APLOG Centro do Conhecimento Logístico Avaliação de Investimentos Logísticos e Outsourcing Logístico Guilherme Loureiro Cadeia de Abastecimento- Integração dos processos de gestão Operador Logístico vs

Leia mais

CONSULTORIA. Sistema de Gestão ISO 9001 - Lean Esquadrias

CONSULTORIA. Sistema de Gestão ISO 9001 - Lean Esquadrias CONSULTORIA Sistema de Gestão ISO 9001 - Lean Esquadrias PADRÃO DE QUALIDADE DESCRIÇÃO ISO 9001 Esse Modelo de Produto de Consultoria tem por objetivo definir e melhorar todos os processos da empresa,

Leia mais

Edital de abertura de concurso. Curso de Especialização Tecnológica (Nível IV) Gestão da Qualidade e Ambiente

Edital de abertura de concurso. Curso de Especialização Tecnológica (Nível IV) Gestão da Qualidade e Ambiente 1. Perfil Profissional Edital de abertura de concurso Curso de Especialização Tecnológica (Nível IV) Gestão da Qualidade e Ambiente O/A Técnico/a Especialista em Gestão da Qualidade e do Ambiente é o/a

Leia mais

O ciclo de estratégia, planeamento, orçamento e controlo

O ciclo de estratégia, planeamento, orçamento e controlo O ciclo de estratégia, planeamento, orçamento e controlo João Carvalho das Neves Professor catedrático, Finanças e Controlo, ISEG Professor convidado, Accounting & Control, HEC Paris Email: Página Web:

Leia mais

NP EN ISO 9001:1995 GUIA INTERPRETATIVO (GINT9.1)

NP EN ISO 9001:1995 GUIA INTERPRETATIVO (GINT9.1) Sede Edifício Península Praça do Bom Sucesso 127-131 Esc. 210 4150-146 PORTO Portugal Tel 351. 22 607 99 80 Fax 351. 22 607 99 89 E-mail: info@apcer.pt www.apcer.pt Delegação Edifício Rosa Praça das Indústrias

Leia mais

Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade

Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade COMO ORGANIZAR O SGQ SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade A Gestão da Qualidade foca o produto / a realização do serviço;

Leia mais

A importância da Formação Profissional no meu percurso

A importância da Formação Profissional no meu percurso A importância da Formação Profissional no meu percurso José Peças (Diplomado da ESTER Associação para a Formação no Sector das Rochas Ornamentais e Industriais) Identificação José Peças Residência no Alentejo,

Leia mais

Programas de Incentivos e a Certificação. IX FORUM APCER Centro de Congressos de Lisboa, 15 de Março

Programas de Incentivos e a Certificação. IX FORUM APCER Centro de Congressos de Lisboa, 15 de Março e a Certificação IX FORUM APCER Centro de Congressos de Lisboa, 15 de Março QUALIDADE - motor do sucesso de qualquer empresa. Factor de distinçã ção o e escolha de produtos e serviços QUALIDADE e INOVAÇÃ

Leia mais

Certificação nas Escolas de Hotelaria e Turismo

Certificação nas Escolas de Hotelaria e Turismo Tradicional Sonolenta Provocadora Certificação nas Escolas de Hotelaria e Turismo Dúvidas e Certezas A necessidade de implementar sistemas formais de certificação é tão premente nas Escolas de Hotelaria

Leia mais

O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal.

O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal. VISÃO & MISSÃO VISÃO O reconhecimento como uma referência na área de consultadoria em engenharia em Portugal. MISSÃO Actuar junto de empresas industriais, de serviços, estabelecimentos de ensino, empresas

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Lei nº 10/96 De 18 de Outubro A actividade petrolífera vem assumindo nos últimos tempos importância fundamental no contexto da economia nacional, constituindo por isso,

Leia mais

Vital para a Competitividade da sua Organização

Vital para a Competitividade da sua Organização ISO 27001 Segurança da Informação Vital para a Competitividade da sua Organização Quem Somos? Apresentação do Grupo DECSIS Perfil da Empresa Com origem na DECSIS, Sistemas de Informação, Lda., fundada

Leia mais

Gestão da Qualidade. Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ. 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1

Gestão da Qualidade. Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ. 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 Gestão da Qualidade Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 Indicador de Desempenho definição Um Indicador de Desempenho é uma

Leia mais

NORMALIZAÇÃO NOS SISTEMAS DE ARQUIVO: A NORMA NP 4438

NORMALIZAÇÃO NOS SISTEMAS DE ARQUIVO: A NORMA NP 4438 NORMALIZAÇÃO NOS SISTEMAS DE ARQUIVO: A NORMA NP 4438 Seminário sobre QUALIDADE E EXCELÊNCIA NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO PORTO, 2005-11-03 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO GERAL DA NP 4438 2. UM EXEMPLO DE APLICAÇÃO:

Leia mais

CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES

CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES Processos de Gestão ADC/DEI/FCTUC/2000/01 CAP. 2 Introdução à Gestão das Organizações 1 CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES 2.1. Conceito de Gestão Vivemos numa sociedade de organizações (dos

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NP EN ISO 9001:2008 CAPITULO I ESTRUTURA DO MANUAL DA QUALIDADE E REGISTO DE REVISÕES CAPÍTULO I ESTRUTURA DO MANUAL DA QUALIDADE E REGISTO DE REVISÕES ÍNDICE 1. ESTRUTURA

Leia mais

das Auditorias na Hélder Estradas helder.estradas@apcer.pt 11 de Outubro de 2010 www.apcer.pt

das Auditorias na Hélder Estradas helder.estradas@apcer.pt 11 de Outubro de 2010 www.apcer.pt O Papel das Auditorias na Gestão Empresarial Hélder Estradas helder.estradas@apcer.pt 11 de Outubro de 2010 Auditoria Processo sistemático, independente e documentado, realizado com o propósito p de obter

Leia mais

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A.

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. Empresa especializada na concepção, instalação e manutenção de equipamentos para a indústria hoteleira, restauração e similares. Primeira empresa do sector a nível

Leia mais

Bureau Veritas Certification. Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco

Bureau Veritas Certification. Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco Bureau Veritas Certification Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco A introdução da gestão do risco na ISO

Leia mais

ção o de Sistemas de Qualidade no Sector da Cartografia com base nas Normas ISO 9000:2000 Implementaçã

ção o de Sistemas de Qualidade no Sector da Cartografia com base nas Normas ISO 9000:2000 Implementaçã Implementaçã ção o de Sistemas de Qualidade no Sector da Cartografia com base nas Normas ISO 9000:2000 Carlos Antunes Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (http://correio.cc.fc.ul.pt pt/~ /~mcarlos)

Leia mais

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt

ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração. www.apcer.pt ERS 3002 - Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração www.apcer.pt AGENDA Apresentação APCER Desenvolvimento ERS3002 Conteúdo da ERS3002 Metodologias de auditorias Associação constituída em Abril 1996

Leia mais

das Auditorias na Hélder Estradas helder.estradas@apcer.pt 18 de Outubro de 2010 www.apcer.pt

das Auditorias na Hélder Estradas helder.estradas@apcer.pt 18 de Outubro de 2010 www.apcer.pt O Papel das Auditorias na Gestão Empresarial Hélder Estradas helder.estradas@apcer.pt 18 de Outubro de 2010 Auditoria Processo sistemático, independente e documentado, realizado com o propósito p de obter

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Helena Ferreira (helena.ferreira@apcer.pt) Gestora de Desenvolvimento da APCER I. APRESENTAÇÃO DA APCER www.apcer.pt 1. Quem Somos Início de actividade

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

Capítulo I Introdução à gestão da manutenção Capítulo II Terminologia, definições e conceitos

Capítulo I Introdução à gestão da manutenção Capítulo II Terminologia, definições e conceitos Prefácio XIII Nota do Autor XV Capítulo I Introdução à gestão da manutenção 1 1.1. A manutenção 2 1.2. A gestão 4 1.3. Gestão da manutenção 5 1.4. Custos de manutenção 7 1.5. Software de gestão da manutenção

Leia mais

ISO 9000 para produção de SOFTWARE

ISO 9000 para produção de SOFTWARE ISO 9000 para produção de SOFTWARE A expressão ISO 9000 designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações em geral, qualquer que seja o seu tipo ou

Leia mais

NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS

NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS 04-06-2008 Índice A. NOVO PERÍODO DE PROGRAMAÇÃO 2007-2013. B. ACÇÃO INTEGRADA DO IDE-RAM NO PERÍODO 2007-2013. C. APOIOS À ACTIVIDADE

Leia mais

PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS

PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS 3 A importância de uma Manutenção planeada e estruturada As organizações fazem,

Leia mais

CURSO DE GESTÃO DE VENDAS (15 horas)

CURSO DE GESTÃO DE VENDAS (15 horas) CURSO DE GESTÃO DE VENDAS Inedem- Apotec Outono 2007 25 e 26 de Setembro 9h00 às 18h30 Dirigido a gestores da área financeira com necessidade de ferramentas informáticas de elevada eficácia na avaliação

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA. Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Órgãos de Gestão

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA. Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Órgãos de Gestão EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência

Leia mais

Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos.

Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos. Contabilidade Contabilidade Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos. É uma ciência de natureza económica, cujo objecto é a realidade

Leia mais

A realidade empresarial e os desafios do sector gráfico. Da certificação à GQT

A realidade empresarial e os desafios do sector gráfico. Da certificação à GQT A realidade empresarial e os desafios do sector gráfico Da certificação à GQT APCER 03/06/2009 Isabel Monteiro IPT - Design e Tecnologia das Artes Gráficas DE q UALIDADE A Q UALIDADE Inspecção Controlo

Leia mais

Correspondência entre OHSAS 18001, ISO 14001:1996, ISO 9001:1994 e ISO 9001:2000

Correspondência entre OHSAS 18001, ISO 14001:1996, ISO 9001:1994 e ISO 9001:2000 Anexo A (informativo) Correspondência entre, ISO 14001:1996, ISO 9001:1994 e ISO 9001:2000 Tabela A.1 - Correspondência entre, ISO 14001:1996 e ISO 9001:1994 Seção Seção ISO 14001:1996 Seção ISO 9001:1994

Leia mais

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA,

Leia mais

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para:

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: PARTE 2 Sistema de Gestão da Qualidade SGQ Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: Possibilitar a melhoria de produtos/serviços Garantir a satisfação

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

Cursos Sistemas Vapor 2015

Cursos Sistemas Vapor 2015 Cursos Sistemas Vapor 2015 Acção de formação para: Directores de produção Desenhadores de instalações Gerentes de fábrica Engenheiros de processo Engenheiros de projecto Instaladores Gestores de energia

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 07/SI/2010 1 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

Moçambique. Agenda EVENTOS 2013 NEW!! INSCREVA-SE EM. Também in Company. inscrip@iirportugal.com. VISITE www.iirportugal.com

Moçambique. Agenda EVENTOS 2013 NEW!! INSCREVA-SE EM. Também in Company. inscrip@iirportugal.com. VISITE www.iirportugal.com Moçambique Agenda EVENTOS 2013 NEW!! Também in Company INSCREVA-SE EM inscrip@iirportugal.com VISITE www.iirportugal.com INOVAÇÃO Estimado cliente, Temos o prazer de lhe apresentar em exclusiva o novo

Leia mais

INTRODUÇÃO. Análise Financeira. Gestão Financeira

INTRODUÇÃO. Análise Financeira. Gestão Financeira INTRODUÇÃO 1 Análise Financeira Dar a conhecer a situação económico-financeira e monetária A partir de documentos de informação contabilística Situação financeira Equilíbrio Financeiro, Solvabilidade,

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2012 Índice Condições de Elegibilidade do Promotor... 3 Condições

Leia mais

GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL

GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL UNIVERSIDADE DO MINHO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO E SISTEMAS GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA PRODUÇÃO LOGÍSTICA AUTOMAÇÃO E ROBÓTICA Sílvio Carmo Silva (Prof.

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO Pág. 2 de 16 Se está a receber este documento, isto já significa que é alguém especial para a UEM Unidade de Estruturas Metálicas SA. Convidamo-lo

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado:

Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado: Rodrigo Barata Página 2 de 14 Indice 1. Promulgação 3 2. Politica da Qualidade 3 3. Missão da Empresa 4 4. Campo de aplicação 4 4.1 Referências 4 5. Apresentação da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal 5

Leia mais

TUTORIAL SOBRE A ISO 9000

TUTORIAL SOBRE A ISO 9000 TUTORIAL SOBRE A ISO 9000 A International Organization for Standardization Organização Internacional de Normalização é uma entidade não governamental criada na Suíça em 1947, com sede em Genebra e que

Leia mais

TRANSIÇÃO DA ISO 9001:2000 PARA ISO 9001:2008 DOCUMENTO SUMÁRIO DE ALTERAÇÕES ALTERAÇÕES QUE PODEM AFECTAR O SISTEMA

TRANSIÇÃO DA ISO 9001:2000 PARA ISO 9001:2008 DOCUMENTO SUMÁRIO DE ALTERAÇÕES ALTERAÇÕES QUE PODEM AFECTAR O SISTEMA TRANSIÇÃO DA ISO 9001:2000 PARA ISO 9001:2008 DOCUMENTO SUMÁRIO DE ALTERAÇÕES A nova norma ISO 9001, na versão de 2008, não incorpora novos requisitos, mas apenas alterações para esclarecer os requisitos

Leia mais

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental

Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental Política da Nestlé sobre Sustentabilidade Ambiental A Nestlé, na qualidade de Companhia líder em Nutrição, Saúde e Bem-Estar, assume o seu objectivo

Leia mais

A norma ISO/TS 22003: Acreditação de Organismos de Certificação de Sistemas de Gestão de Segurança a Alimentar

A norma ISO/TS 22003: Acreditação de Organismos de Certificação de Sistemas de Gestão de Segurança a Alimentar A norma ISO/TS 22003: Acreditação de Organismos de Certificação de Sistemas de Gestão de Segurança a Alimentar Leopoldo Cortez Andreia Geraldo Alberto Mosqueira Resumo Introdução A Acreditação e o IPAC

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves Sistema Integrado de Gestão Evento IDC PME 24.set.2008 Carlos Neves Agradecimentos Carlos Neves - 24.Set.08 2 Sumário 1. Oportunidades e desafios para as PME 2. Os projectos SI/TI e a Mudança 3. Perspectivas

Leia mais

CHECK-LIST - NP EN ISO 9001

CHECK-LIST - NP EN ISO 9001 4 Sistemas de gestão da qualidade 4.1 Requisitos gerais A organização deve estabelecer, documentar, implementar e manter um sistema de gestão da qualidade e melhorar continuamente a sua eficácia de acordo

Leia mais

17/08/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

17/08/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves 17//2010 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenharia de Produção PPGEP/UFSCar

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Inovar para Ganhar Paulo Nordeste Portugal tem apresentado nos últimos anos casos de sucesso em inovação; como novos produtos, serviços e modelos de

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 A avaliação de desempenho é uma apreciação sistemática do desempenho dos trabalhadores nos respectivos cargos e áreas de actuação e do seu potencial de desenvolvimento (Chiavenato).

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS EMPRESAS DE BETÃO PRONTO

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS EMPRESAS DE BETÃO PRONTO ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS EMPRESAS DE BETÃO PRONTO CATÁLOGO DE SERVIÇOS... um parceiro fiável. INTRODUÇÃO 2 A APEB Associação Portuguesa das Empresas de Betão Pronto, é uma associação empresarial sem fins

Leia mais

Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15

Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15 Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15 Competência* Conteúdos*1 *3 a que se candidata + E a que se candidata + E a que se candidata + E a que se candidata + E Tipo de Competência*2

Leia mais

Advisory(Assessoria de Gestão)

Advisory(Assessoria de Gestão) Advisory(Assessoria de Gestão) Explorar a floresta aproveitando a incerteza, sem se perder entre as árvores As empresas que estão claramente focadas na criação de valor demonstram que sabem o que fazem,

Leia mais

A Construção Sustentável e o Futuro

A Construção Sustentável e o Futuro A Construção Sustentável e o Futuro Victor Ferreira ENERGIA 2020, Lisboa 08/02/2010 Visão e Missão O Cluster Habitat? Matérias primas Transformação Materiais e produtos Construção Equipamentos Outros fornecedores

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Rev.: 02. Data: 05-07-2013. Mod.41/00. pág. 1

MANUAL DA QUALIDADE. Rev.: 02. Data: 05-07-2013. Mod.41/00. pág. 1 MANUAL DA QUALIDADE Rev.: 02 Data: 05-07-2013 pág. 1 Designação Social: Dupliconta Sociedade de Contabilidade, Consultadoria e Gestão Lda. Morada: Caminho do Pilar, Conjunto Habitacional do Pilar, Lote

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho).

3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho). GESTÃO DE STOCKS STOCKS Almofada do planeamento e programação FORNECEDOR FABRICO CLIENTE stock MP stock TC stock PA Objectivos da criação de stocks 1. Aumentar a segurança, criando defesas contra as variações

Leia mais