Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: Elaborado por: RodrigoBarata Estado:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual da Qualidade. Rodrigo Barata Mediação de Seguros. Revisão n. 01 Data de Publicação: 2009-04-2408 Elaborado por: RodrigoBarata Estado:"

Transcrição

1 Rodrigo Barata

2 Página 2 de 14 Indice 1. Promulgação 3 2. Politica da Qualidade 3 3. Missão da Empresa 4 4. Campo de aplicação Referências 4 5. Apresentação da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal Elementos Gerais Resenha Histórica Localização 5 6. Organização Estrutura Interna Organigrama 6 7. Sistema de Gestão da Qualidade Abordagem dos Processos Mapa de Procedimentos dos Serviços Processos dos Serviços Procedimentos de Suporte e Melhoria Gestão de Melhoria Organização da Qualidade Documentação do Sistema de Gestão da Qualidade Histórico das Versões 14

3 Página 3 de Promulgação pela Gerência O presente manual da qualidade satisfaz os requisitos da Norma NP EN ISO 9001:2008 e aplica-se a todas as actividades desenvolvidas pela empresa Rodrigo Barata, no âmbito do Sistema de Gestão da Qualidade. Este documento estabelece o compromisso da Gerência da empresa Rodrigo Barata em particular e de todos os colaboradores em geral, com o cumprimento dos requisitos e com a melhoria continua da eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade, pelo que, é o documento de referência quer para uso interno, quer nas relações da empresa Rodrigo Barata com os seus clientes, fornecedores e outros Stakeholders. A Gerência designa como seu representante para o Sistema de Gestão da Qualidade o Sócio Rodrigo Gouveia Barata que, de acordo com as disposições da Norma NP EN ISO 9001:2008, é responsável por cumprir e fazer cumprir as determinações do Sistema de Gestão da Qualidade. A Gerência designou como Responsável pela Gestão da Qualidade, Rodrigo Gouveia Barata, atribuindo-lhe responsabilidade e autoridade para assegurar o estabelecimento, implementação e manutenção dos processos necessários para o Sistema de Gestão da Qualidade, a promoção da consciencialização para com os requisitos do cliente, em toda a organização e também a responsabilidade pela relação com as entidades externas, para assuntos relacionados com o Sistema de Gestão da Qualidade da empresa Rodrigo Barata. 2. Política da Qualidade A empresa Rodrigo Barata, entende que a total satisfação do cliente é o princípio base para o sucesso do negócio e evolução da empresa. Para tal, a política da empresa assenta no fornecimento de produtos de acordo com as especificações, exigências e necessidades de cada cliente, garantindo a confiança, satisfação, flexibilidade e padrões competitivos de qualidade, preços e prazos, assegurando todo o apoio, acompanhamento e serviço pós venda, de forma a exceder as expectativas do cliente. A Gerência compromete-se a cumprir os requisitos de modo a melhorar continuamente a eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade; Detectar continuamente as necessidades do mercado; Identificar com precisão os requisitos exigidos pelo cliente, suas expectativas e adequar os produtos às suas necessidades; Focalizar os nossos esforços nas actividades que acrescentam valor percepcionado pelo cliente, por forma a aumentar o seu grau de fidelização; Avaliar continuamente os resultados junto dos clientes; Promover a formação e experiência dos seus colaboradores;

4 Página 4 de 14 Incentivar os seus colaboradores para a inovação, promovendo o empenhamento e a realização pessoal de cada um; Assegurar que todos os colaboradores compreendam e implementem a política e os objectivos da qualidade e que proponham melhorias ao Sistema de Gestão da Qualidade; Garantir os recursos e meios necessários à actividade; Desempenhar a actividade da empresa perspectivando-a numa filosofia de melhoria contínua; Manter um bom relacionamento com fornecedores que assumam compromissos de qualidade dos seus produtos e serviços; 3. Missão Alcançar e manter uma imagem de credibilidade e competência; Obter notoriedade num panorama regional como uma referência no segmento de mercado; Surpreender e conquistar a fidelidade do cliente, mantendo relacionamento duradouro, baseado nos princípios da qualidade total, buscando a realização das pessoas envolvidas no processo e garantindo o lucro Campo de Aplicação O Sistema de Gestão da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal está estabelecido de acordo com os requisitos das Normas NP EN ISO 9001:2000 e NP EN ISO 4.1 Referências As referências normativas para o desenvolvimento deste Manual: ISO 9000:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade fundamentos e vocabulário; ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade requisitos;

5 Página 5 de Apresentação da empresa 5.1 Elementos Gerais Identificação Organização: da Rodrigo Gouveia Barata Unipessoal. Classificação da Actividade Económica: 66220/ Actividades de Mediadores de Seguros/ Outros Prestadores de Serviços. Sede Social: Rua Professor Marck Athias Nº 14, Funchal Nº de Contribuinte de Pessoa Singular: Endereço: Rua Professor Marck Athias Nº 14, Funchal Telefone: Telefax: Resenha Histórica A empresa Rodrigo Barata, é uma micro empresa em nome individual criada em 2008, pelo actual, o Senhor Rodrigo Gouveia Barata. Encontra-se numa fase inicial, conquistando mercado, fidelizando clientes, e dando resposta às exigências do mercado. Sedeada no Funchal esta é uma empresa de e Prestação de Serviços. Tem como objectivos a comercialização e gestão de seguros assim como de produtos financeiros, tanto para particulares com para empresas. Atenta às necessidades e especificidades de cada cliente, propõem as mais diversas soluções de Seguros e produtos financeiros. Este projecto empresarial tem por base toda uma equipa de profissionais ligados ao sector da Banca e dos Seguros no que respeita quer ao profundo conhecimento do mercado, quer ao know-how de todos os processos inerentes á actividade. 5.3 Localização Rua Professor Doutor Marck Athias nº São Martinho Funchal

6 Página 6 de 14 6 Organização 6.1 Estrutura interna A estrutura da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal, é constituida por 5 areas, especificamente: Gerência Departamento Comercial Departamento Administrativo Departamento de Marketing Departamento Financeiro 6.2 Organigrama Empresas de Seguros Dep. Administrativ o Gerência Dep. Comercial Dep. Financeiro Dep. Marketing Figura 1 - Organigrama

7 Página 7 de Sistema de Gestão da Qualidade dos Serviços da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal. 7.1 Abordagem dos processos Os Serviços da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal adoptam a abordagem por processos, identificando e gerindo os processos praticados, bem como a sequência e interacção entre estes processos. Um processo é o conjunto das actividades necessárias para transformar um input (entrada) num output (saída), aplicando recursos, e de forma controlada por um procedimento. Procedimentos Input Output Processos Recursos Figura 2 Abordagem de processos O Mapa de Processos apresenta os processos dos Serviços da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal, a sua sequência e interacções principais, representados de acordo com o modelo de abordagem por processos adoptado pela versão do ano 2000 das Normas ISO 9000, agrupados pelas 4 cláusulas da Norma, nomeadamente: Responsabilidade da gestão: Processos relativos à forma como a Gerência se compromete com a manutenção, permanente adequação e melhoria do Sistema de Gestão da Qualidade e como evidencia esse comprometimento Gestão dos recursos: Processos relativos ao planeamento e a atribuição de recursos humanos e ao planeamento e disponibilização dos meios e condições adequados para as operações dos Serviços. Realização do produto: Processos de planeamento, gestão e promoção de serviços, respeitando as actuais actividades dos Serviços da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal. Medição, análise e melhoria: Processos relativos aos mecanismos sistemáticos de medição e monitorização tendo em vista a garantia da conformidade e a procura da melhoria contínua. Processos e Procedimentos: Os processos, ou seja actividades desenvolvidas, são descritos em procedimentos. Cada procedimento descreve o processo respectivo e todos constituem o veículo de transmissão dos métodos / responsabilidades / recursos e registos.

8 Página 8 de Mapa de Procedimentos dos Serviços da Empresa Rodrigo Gouveia Barata Unipessoal. Requisitos da Documentação Procedimento Administrativo Responsabilidade da Gestão Gestão de Recursos Realização do Produto Serviços da Empresa Rodrigo Barata Procedimento Gestão e Planeamento Sistemas de Informação e Comunicação Gestão de Meios Procedimento Gestão de Recursos Humanos Processo Aprovisionamento Processo Atendimento nas instalações da empresa Medição Análise e Melhoria Procedimento Avaliação da Satisfação de Clientes Procedimento Auditorias Internas Procedimento Tratamento de não conformidades/ sugestões de melhor Procedimento Tratamento de reclamações/ sugestões de melhoria Quadro 1 Mapa de Procedimentos

9 Página 9 de Processos dos serviços Processo _01 Responsabilidade da gestão: Processos relativos à forma como a Gerência se compromete com a manutenção, permanente adequação e melhoria do Sistema de Gestão da Qualidade e como evidencia esse comprometimento. Processo _02 Departamento Comercial: - Prospecção de Mercado; - Serviço pós venda; - Gestão de oportunidades; - Satisfação de clientes. Todos os processos relativos à prospecção de mercado, detectando novas oportunidades (gestão de oportunidades) de negócio, manter relações entre os clientes e a empresa com o serviço pré e pós venda, proporcionando assim a fidelização dos clientes e em simultâneo a sua satisfação e qualidade. Processo _03 Departamento de Marketing: - Análise de mercado; - Estratégia empresarial. Estão associados a este departamento todos os processos relacionados com a análise de mercado, que verifica novas tendências e novos produtos adequados a novas necessidades, tem ainda a função de delinear a estratégia empresarial com o intuito de manter a competitividade e resposta imediata as exigências do mercado. Processo _04 Departamento Administrativo: - Economato; - Tesouraria; - Arquivo; - Aprovisionamento; - Atendimento. Departamento responsável por todo o trabalho de Back Office e Front Office, nos quais devem prestar acolhimento e assistência ao cliente assegurando a correcta prestação de informação. Definir regras associadas ao controlo dos documentos, dados e registos com relevância para o funcionamento do serviço. Este controlo compreende a elaboração, verificação, aprovação, ratificação, distribuição e alterações dos documentos e dados, de modo a que estes sejam uniformes e se encontrem sempre disponíveis e controlados. Processo_05 Departamento Financeiro: -Contabilidade geral; -Obrigações fiscais. Processos relativos á contabilidade geral e às obrigações fiscais da empresa.

10 Página 10 de Procedimentos de Suporte e Melhoria Procedimento_01 Avaliação da satisfação dos clientes - Conferir o desempenho da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal, face aos clientes, proporcionando desta forma a melhoria dos serviços prestados. Procedimento_02 Auditorias Internas - Avaliar e determinar o grau de cumprimento dos requisitos do Sistema de Gestão da Qualidade, legais, normativos e de clientes de forma a avaliar a eficácia do sistema. Procedimento_03 Tratamento de Não Conformidades/ Sugestões de Melhoria - Estabelecer os mecanismos para registo, tratamento de não conformidades e sugestões de melhoria e o consequente desenvolvimento de acções correctivas, preventivas e de melhoria. Procedimento_04 Tratamento de Reclamações/ Sugestões de Melhoria - Assegurar o registo, tratamento e resposta a reclamações e sugestões dos utentes Procedimento_05 Gestão e Planeamento - Proceder à avaliação da eficácia, à identificação da necessidade de recursos, ao planeamento de alterações e à definição das acções conducentes à melhoria do SGQ e da actividade desenvolvida na empresa. Revisão n. 01 Data de Publicação: Elaborado por: Rodrigo Barata Estado:

11 Página 11 de 14 Manual MAN Gestão da Melhoria A Empresa Rodrigo Barata Unipessoal, fundamenta o seu SGQ no ciclo da melhoria contínua, de acordo com o seguinte conceito: Inquérito de Satisfação Clientes Requesitos Entrada Responsabilida de da Gestão Gestão de Recursos Realização do Produto Saída Satisfação Cientes Melhoria Medição Análise e Melhoria Satisfação das Necessidades *As permissas (nos extremos) estão interligadas com os departamantos (no centro) através das cores. Figura 3 Ciclo da Melhoria Contínua É responsabilidade de todos os funcionários participarem na implementação, na manutenção e na elaboração de propostas de melhoria do SGQ, realizando as várias actividades que lhe estão cometidas nesse domínio, em conformidade com o descrito nos processos, procedimentos e respectivas instruções do SGQ. Revisão n. 01 Data de Publicação: Elaborado por: Rodrigo Barata Estado:

12 Página 12 de Organização da Qualidade O Sistema de Gestão da Qualidade da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal é implementado pelo Gestor da Qualidade e Gestor de Processos/ Procedimentos. Estes gestor têm a responsabilidade pelo cumprimento do prescrito nos respectivos processos/procedimentos, bem como pela correcção de não conformidades detectadas. Processos / Procedimentos Gestor da Qualidade Concepção e Produção de Material Aprovisionamento Atendimento no escritório Avaliação da Satisfação de Clientes Tratamento de Reclamações/ Sugestões de Melhoria Gestão de Recursos Humanos Administrativo Tratamento de Não Conformidades/ Sugestões de Melhoria Auditorias Internas Gestão e Planeamento Gestores Função na Empresa Rodrigo Barata Unipessoal. Chefe da Divisão de Marketing das companhias de seguros Quadro 2 Responsáveis da Gestão da Qualidade, da empresa Rodrigo Barata Unipessoal. Revisão n. 01 Data de Publicação: Elaborado por: Rodrigo Barata Estado:

13 Página 13 de Documentação do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) O SGQ da Empresa Rodrigo Barata Unipessoal encontra-se descrito numa estrutura documental bem definida e hierarquicamente estruturada, conforme a seguinte ilustração: Manual Qualidade (Nível1 Processos e Procedimentos do SGQ (Nível 2) Instruções de Trabalho (Nível 3) Registos (Nível 4) Figura 3 Pirâmide documental do SGQ Os documentos de nível inferior não podem contradizer os que estão num patamar mais elevado, de acordo com o seguinte: _ Nível 1 Define o compromisso e responsabilidades da empresas Rodrigo Barata Unipessoal perante os seus clientes e funcionários. Documentos que reflectem a estratégia da organização e divulgam a filosofia de base do seu sistema; _ Nível 2 Documentos regulamentadores (processos e procedimentos) das diferentes metodologias de implementação da estratégia adoptada. Definem globalmente o que se faz e quem faz ; _ Nível 3 Documentos necessários para assegurar a operacionalização dos processos e procedimentos. Definem como se faz ; _ Nível 4 Registos que evidenciam o cumprimento das actividades programadas. Revisão n. 01 Data de Publicação: Elaborado por: Rodrigo Barata Estado:

14 Página 14 de Histórico das Versões Versão Data Resumo das Alterações ª Versão do Revisão n. 01 Data de Publicação: Elaborado por: Rodrigo Barata Estado:

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 MANUAL DA QUALIDADE FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1 Promulgação... 4 1.2 Âmbito e campo de aplicação do SGQ...

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MANUAL DA QUALIDADE. Código: Edição: Data: Página: MQ.DQ.01 04 22.03.2010 1 de 15 MANUAL DA QUALIDADE.

MANUAL DA QUALIDADE MANUAL DA QUALIDADE. Código: Edição: Data: Página: MQ.DQ.01 04 22.03.2010 1 de 15 MANUAL DA QUALIDADE. 1 de 15 Elaborado por: Verificado por: Aprovado por: 2 de 15 ÍNDICE Promulgação pela Gerência... 3 Politica da Qualidade... 3 Missão... 4 Objectivos da Qualidade... 4 Apresentação da Empresa... 4 Elementos

Leia mais

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos? WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE POSTOS DE TURISMO

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE POSTOS DE TURISMO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE POSTOS DE TURISMO 8 PRINCÍPIOS DA QUALIDADE Focalização no cliente Relações com fornecedores mutuamente benéficas Liderança Decisão baseada em factos Princípios da Qualidade

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO. SGQ Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal

MANUAL DE GESTÃO. SGQ Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO SGQ IDENTIFICAÇÃO Titulo: - Código: SGQ_2600204_ManualGestao Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da Campo de aplicação: Documentos de referência: NP EN ISO 9001:2008 Página

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DA QUALIDADE Março de 2013 ÍNDICE 1. Apresentação da CERCISIAGO... 3 1.1 Promulgação... 3 1.2 Identificação da Instituição... 4 1.2.1 Designação... 4 1.2.2 Constituição

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE. Centro Social Nossa Senhora do Amparo Mirandela - Mod. PGM.18/0- Página 1 de 20

MANUAL DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE. Centro Social Nossa Senhora do Amparo Mirandela - Mod. PGM.18/0- Página 1 de 20 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DA QUALIDADE ELABORADO POR: DULCE RAMOS APROVADO POR: DIREÇÃO Data: 16/04/2014 Data: 22/04/2014 Centro Social Nossa Senhora do Amparo Mirandela - Mod. PGM.18/0- Página

Leia mais

Referenciais da Qualidade

Referenciais da Qualidade 2008 Universidade da Madeira Grupo de Trabalho nº 4 Controlo da Qualidade Referenciais da Qualidade Raquel Sousa Vânia Joaquim Daniel Teixeira António Pedro Nunes 1 Índice 2 Introdução... 3 3 Referenciais

Leia mais

Certificação e Acreditação Auditorias. Normalização Processos de certificação Processos de acreditação Auditorias dos sistemas de gestão da qualidade

Certificação e Acreditação Auditorias. Normalização Processos de certificação Processos de acreditação Auditorias dos sistemas de gestão da qualidade Certificação e Acreditação Auditorias Sumário da Aula JN2 Normalização Processos de certificação Processos de acreditação Auditorias dos sistemas de gestão da qualidade 1 Normalização Norma Internacional

Leia mais

Identificação da empresa

Identificação da empresa Identificação da empresa ANA Aeroportos de Portugal, S.A. Missão, Visão e Valores Missão da ANA A ANA - Aeroportos de Portugal, SA tem como missão gerir de forma eficiente as infraestruturas aeroportuárias

Leia mais

A Distribuição Moderna no Sec. XXI 28 Março 2011. Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria

A Distribuição Moderna no Sec. XXI 28 Março 2011. Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria Certificação da Qualidade Aplicada ao Sistema de Gestão da Marca Própria PROGRAMA Qualidade Produto Marca Própria - Distribuição Princípios da Qualidade/ ISO 9001 Certificação/Processo de Certificação

Leia mais

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação ÍNDICE 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA 3.1 História 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 4.1 Processos 4.2 Requisitos da Documentação 4.3 Controlo dos

Leia mais

Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais:

Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais: 1. A EMPRESA retende-se com o presente capítulo efectuar a apresentação da Tomás de Oliveira, do seu compromisso em relação à qualidade e da organização que disponibiliza para alcançar esse objectivo.

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SEGUNDO OS REQUISITOS DA NORMA ISO 9001:2008

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SEGUNDO OS REQUISITOS DA NORMA ISO 9001:2008 SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SEGUNDO OS REQUISITOS DA NORMA ISO 9001:2008 Fernando Teixeira de Abreu, engº Consultor Sénior Iberogestão Jornada da Qualidade para a Administração Pública - UCRE Cabo

Leia mais

Testemunho Empresa Certificada

Testemunho Empresa Certificada Testemunho Empresa Certificada GERTAL - COMPANHIA GERAL DE RESTAURANTES E ALIMENTAÇÃO, S.A. 1 A NOSSA VISÃO Assegurar permanentemente as soluções de alimentação que levem os nossos Clientes a optarem pela

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO ESTRATÉGICA, QUALIDADE E CADEIA DE CUSTÓDIA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO ESTRATÉGICA, QUALIDADE E CADEIA DE CUSTÓDIA MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO ESTRATÉGICA, QUALIDADE E CADEIA DE CUSTÓDIA ÍNDICE 1 - PROMULGAÇÃO... 4 2- GESTÃO DO MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO ESTRATÉGICA, QUALIDADE E CADEIA DE CUSTÓDIA... 5 2.1 Objectivo...

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Escola de Condução Colinas do Cruzeiro

Escola de Condução Colinas do Cruzeiro Escola de Condução Colinas do Cruzeiro MANUAL DA QUALIDADE Índice 1. Índice 1. Índice 2 2. Promulgação do Manual da Qualidade 3 3. Apresentação da Empresa 4 3.1 Identificação da Empresa 4 3.2 Descrição

Leia mais

Benefícios da Certificação para a Administração Pública

Benefícios da Certificação para a Administração Pública Benefícios da Certificação para a Administração Pública Hélder Estradas, 7 de Maio de 2008 Agenda 1 - Resumo Histórico da Certificação em Portugal; 2 - Vantagens da Certificação; 3 - Processo de Certificação.

Leia mais

Material para os Discentes da Universidade da Madeira. NP EN ISO 9000, 9001 e 9004. Elaborado em 2005 por. Herlander Mata-Lima

Material para os Discentes da Universidade da Madeira. NP EN ISO 9000, 9001 e 9004. Elaborado em 2005 por. Herlander Mata-Lima Material para os Discentes da Universidade da Madeira NP EN ISO 9000, 9001 e 9004 Elaborado em 2005 por Herlander Mata-Lima 1 NORMAS ISO 9000 As normas ISO 9000 servem de base para as organizações, independentemente

Leia mais

Curso de Auditorias da Qualidade Internas Metodologias e Práticas NP EN ISO 19011:2003

Curso de Auditorias da Qualidade Internas Metodologias e Práticas NP EN ISO 19011:2003 Curso de Metodologias e Práticas NP EN ISO 19011:2003 Objectivos: Os formandos no fim do curso devem: Dispor de conhecimentos técnicos e metodológicos sobre o modo de desenvolvimento de uma Auditoria da

Leia mais

FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010

FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010 FREGUESIA DE BOAVISTA DOS PINHEIROS Regulamento n.º 02/2010 Para os efeitos estipulados no artigo 14.º do Decreto -Lei n.º 305/2009 de 23 de Outubro, torna público que, a Assembleia de Freguesia em reunião

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Página: 2 Edição: 01 Revisão: 0 ÍNDICE

MANUAL DA QUALIDADE. Página: 2 Edição: 01 Revisão: 0 ÍNDICE Manual da Qualidade Página: 2 ÍNDICE CAP 1 Manual de Gestão da Qualidade 1.1 Objetivo do manual 1.2 Âmbito do Sistema de Gestão da Qualidade 1.2.1 Exclusões 1.3 Terminologia e abreviaturas usadas no manual

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Manual de Gestão da Qualidade

Manual de Gestão da Qualidade Manual de Gestão da Qualidade A Índice A Índice... 2 B Manual da Qualidade... 3 C A nossa Organização... 4 1 Identificação... 4 2 O que somos e o que fazemos... 4 3 Como nos organizamos internamente -

Leia mais

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º.

Manda o Governo, pelos Ministros de Estado e das Finanças e das Obras Públicas Transportes e Comunicações, o seguinte: Artigo 1.º. Legislação Portaria n.º 542/2007, de 30 de Abril Publicado no D.R., n.º 83, I Série, de 30 de Abril de 2007 SUMÁRIO: Aprova os Estatutos do Instituto da Construção e do Imobiliário, I.P.. TEXTO: O Decreto-Lei

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA 2 INFORMAÇÕES GERAIS O QUE É O CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA O Código de Ética e de Conduta (Código) é o instrumento no qual se inscrevem os valores que pautam a actuação do

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Pág. 1 de 15. Actuar. Verifica r. Data: 09/05/2011 Edição: 01 Revisão: 00 Entrada em vigor:

MANUAL DA QUALIDADE. Pág. 1 de 15. Actuar. Verifica r. Data: 09/05/2011 Edição: 01 Revisão: 00 Entrada em vigor: MANUAL DA QUALIDADE Pág. 1 de 15 Planear Realizar Actuar Verifica r Rubrica: Rubrica: MANUAL DA QUALIDADE Pág. 2 de 15 INDICE: CAP. 1 - MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE 1.1. - Objectivo 1.2. - Âmbito e exclusões

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade IDENTIFICAÇÃO Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09 Código: CMSeixalSGQ_2600204_ManualGestaoV09 Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da CMSeixal Campo de aplicação:

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

ESTRUTURA COMUM DE AVALIAÇÃO CAF 2006 DGAEP 2007

ESTRUTURA COMUM DE AVALIAÇÃO CAF 2006 DGAEP 2007 ESTRUTURA COMUM DE AVALIAÇÃO CAF 2006 DGAEP 2007 Conteúdo da apresentação Enquadramento da CAF Características gerais da CAF Estrutura da CAF Processo de aplicação da CAF (10 Passos) Enquadramento da CAF

Leia mais

GT2 / CS11 Fases de elaboração do Plano e Manual da Qualidade numa IES

GT2 / CS11 Fases de elaboração do Plano e Manual da Qualidade numa IES GT2 / CS11 Fases de elaboração do Plano e Manual da Qualidade numa IES Data: 20 de fevereiro 2013 Hora: 14h30 Local: IPQ Fases de elaboração do Plano e Manual da Qualidade numa IES duas instituições: ISEG

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Validação do documento: Elaborado por: Aprovado por: 1/15. Manual de Qualidade

MANUAL DA QUALIDADE. Validação do documento: Elaborado por: Aprovado por: 1/15. Manual de Qualidade Validação do documento: Designação Manual de Qualidade Referência Edição 01 Data 20-10-2010 1ªRevisão 01.11.2013 2ª Revisão- 08.10.2015 Elaborado por: Data: Aprovado por: Data: MANUAL DA QUALIDADE 1/15

Leia mais

ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º (Denominação e Natureza) A Agência para a Promoção de Investimento e Exportações

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

Capítulo Descrição Página

Capítulo Descrição Página MANUAL DA QUALIIDADE ÍNDICE Capítulo Descrição Página 1 Apresentação da ILC Instrumentos de Laboratório e Científicos, Lda Dados sobre a ILC, sua história, sua organização e modo de funcionamento 2 Política

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA. APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA. APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. CÓDIGO DE ÉTICA APFF Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. Índice 1. Preâmbulo 2. Disposições Gerais 2.1. Âmbito de aplicação 2.2. Objectos do 2.3. Dimensões éticas da empresa 2.4. Cumprimento

Leia mais

3º Fórum da Responsabilidade Social das Organizações e Sustentabilidade. Vitor Casimiro da Costa 2008 vefcc@iol.pt

3º Fórum da Responsabilidade Social das Organizações e Sustentabilidade. Vitor Casimiro da Costa 2008 vefcc@iol.pt 3º Fórum da Responsabilidade Social das Organizações e Sustentabilidade Acesso ao mercado ISO 9000 Requisitos sectoriais DS 3027 / ISO 22000 TS 16949 Requisitos da sociedade ISO 14000 OHSAS 18000 SA 8000

Leia mais

Certificação de Sistemas de Gestão. ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010

Certificação de Sistemas de Gestão. ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010 Certificação de Sistemas de Gestão ACIB Associação Comercial e Industrial de Barcelos Barcelos, 29 de Novembro de 2010 Sumário 1. Certificação de Sistemas de Gestão Qualidade (ISO 9001:2008); 2. Certificação

Leia mais

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES

CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES 3D CONTABILIDADE, TOMADA DE DECISÃO E AMBIENTE: CONTRIBUTOS PARA REFORÇO DO DESEMPENHO ECONÓMICO DAS ORGANIZAÇÕES Maria da Conceição da Costa Marques, Ph.D Doutora em Gestão, especialidade em Contabilidade

Leia mais

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO Nota de Abertura Em 2007/2008 teve lugar a 2.ª edição do Concurso Nacional

Leia mais

Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde

Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde Encontro Certificação de Sistemas de Informação para a Saúde Roteiro da Certificação Fernando Mota José Luís Graça Organigrama funcional UONCSTI UONCSTI - Missão Apoiar o cumprimento da missão da ACSS,

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO: - AMBIENTE TRABALHO

SISTEMAS DE GESTÃO: - AMBIENTE TRABALHO SISTEMAS DE GESTÃO: - AMBIENTE - SEGURANÇA A E SAÚDE NO TRABALHO Mestrado de Ambiente, Saúde e Segurança (III Edição) Implementação do SGA e do SGSST ao nível das grandes empresas da R.A.A. Mestranda Cristina

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TURISMO E TRANSPORTES LABORATÓRIO REGIONAL DE ENGENHARIA CIVIL MANUAL DA QUALIDADE

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TURISMO E TRANSPORTES LABORATÓRIO REGIONAL DE ENGENHARIA CIVIL MANUAL DA QUALIDADE REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DO TURISMO E TRANSPORTES LABORATÓRIO REGIONAL DE ENGENHARIA CIVIL MANUAL DA QUALIDADE Ponta Delgada, Dezembro de 2013 Modelo LREC PG 05 01 Promulgação Elaborado

Leia mais

8274 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 282 6 de Dezembro de 2003

8274 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 282 6 de Dezembro de 2003 8274 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIEB N. o 282 6 de Dezembro de 2003 Portaria n. o 13/2003 de 6 de Dezembro Considerando que o DecretoLei n. o 205/96, de 25 de Outubro, vem alterar a disciplina jurídica da

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA PROFISSONAL da INDICE Página 1 Objectivos do Código de Ética..3 2 Missão e valores.3 3 Âmbito de aplicação 3 4 Publicação e actualizações..3 5 - Normas de conduta 3 5.1 - Lealdade

Leia mais

Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis

Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis Rua da Cruz Vermelha Cidacos - Apartado 1002 3720-126 Oliveira de Azeméis Revisão Data Alterações na Revisão Elaborado Aprovado 0 07-06-2010 Edição original GQA CDIR Pág. 1 de 6 Índice Capítulo Assunto

Leia mais

Procedimento de Gestão PG 01 Gestão do SGQ

Procedimento de Gestão PG 01 Gestão do SGQ Índice 1.0. Objectivo. 2 2.0. Campo de aplicação... 2 3.0. Referências e definições....... 2 4.0. Responsabilidades... 3 5.0. Procedimento... 4 5.1. Política da Qualidade 4 5.2. Processos de gestão do

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação Câmara Municipal do Funchal Divisão de Atendimento e Informação INDICE Promulgação Âmbito Exclusões Hierarquia da documentação do Sistema de Gestão da Qualidade Política da Qualidade Missão e Visão Apresentação

Leia mais

2011/07/07 MQ-01/02 01/02-2011/07/07

2011/07/07 MQ-01/02 01/02-2011/07/07 MQ-01/02 01/02-2011/07/07 2011/07/07 NOTA: No caso de imprimir este documento, o mesmo passa automaticamente a Cópia Não Controlada ; a sua utilização implica a confirmação prévia de que corresponde à

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO Pág. 2 de 16 Se está a receber este documento, isto já significa que é alguém especial para a UEM Unidade de Estruturas Metálicas SA. Convidamo-lo

Leia mais

Programas de Acção. Page 34

Programas de Acção. Page 34 Page 34 Programas de Acção P.1 Aplicação do novo quadro regulamentar às comunicações electrónicas Transposição do novo quadro regulamentar. Acompanhamento da implementação das novas estruturas organizacionais

Leia mais

Certificação das Entidades de Acção Social. Soluções e Desafios. rita.porto@apcer.pt Lisboa, 11 de Dezembro. Orador: www.apcer.pt.

Certificação das Entidades de Acção Social. Soluções e Desafios. rita.porto@apcer.pt Lisboa, 11 de Dezembro. Orador: www.apcer.pt. Certificação das Entidades de Acção Social Soluções e Desafios rita.porto@apcer.pt Lisboa, 11 de Dezembro www.apcer.pt AGENDA 0. Apresentação da actividade da APCER 1. Actuais exigências e necessidades

Leia mais

Ministério das Obras Públicas

Ministério das Obras Públicas Ministério das Obras Públicas ESTATUTO ORGÂNICO DO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS CAPÍTULO I Natureza e Atribuições Artigo 1.º (Natureza) O Ministério das Obras Públicas é o órgão da administração pública

Leia mais

NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE INTRODUÇÃO Página: / Revisão:0 MANUAL DE FUNÇÕES NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE XZ Consultores Direção INTRODUÇÃO Página: / Revisão:0 ÍNDICE CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1 Mapa de Controlo das Alterações

Leia mais

Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade

Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade COMO ORGANIZAR O SGQ SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade A Gestão da Qualidade foca o produto / a realização do serviço;

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

1.º MÉRITO DO PROJECTO

1.º MÉRITO DO PROJECTO SISTEMA DE APOIO A ENTIDADES DO SISTEMA CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO NACIONAL CRITÉRIOS DE SELECÇÃO O Regulamento do Sistema de Apoio a Entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional definiu as regras

Leia mais

36070 Diário da República, 2.ª série N.º 245 18 de dezembro de 2013

36070 Diário da República, 2.ª série N.º 245 18 de dezembro de 2013 36070 Diário da República, 2.ª série N.º 245 18 de dezembro de 2013 c) Definição dos serviços a prestar e dos níveis indicativos a assegurar; d) Definição de requisitos e recursos, nomeadamente espaço

Leia mais

Certificação pela ISO 9001:2000

Certificação pela ISO 9001:2000 Agenda A motivação inicial para o Projecto da Qualidade Os benefícios da implementação de um Sistema de Gestão de Qualidade A extensão do Sistema com a inclusão de mais Processos Francisco Nunes Dias 04-11-2008

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º /2011. Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras

RESOLUÇÃO N.º /2011. Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras RESOLUÇÃO N.º /2011 Cumprir ou justificar no universo das empresas públicas não financeiras A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO: - AMBIENTE - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Mestrado de Ambiente, Saúde e Segurança (III Edição)

SISTEMAS DE GESTÃO: - AMBIENTE - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. Mestrado de Ambiente, Saúde e Segurança (III Edição) SISTEMAS DE GESTÃO: - AMBIENTE - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Mestrado de Ambiente, Saúde e Segurança (III Edição) Implementação do SGA e do SGSST ao nível das grandes empresas da R.A.A. Mestranda Cristina

Leia mais

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE?

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? 1 O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? A globalização dos mercados torna cada vez mais evidente as questões da qualidade. De facto a maioria dos nossos parceiros económicos não admite a não qualidade.

Leia mais

Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001:2008

Gestão da Qualidade NP EN ISO 9001:2008 Gestão da Qualidade A norma NP EN ISO 9001:2008 O que é a norma? É um conjunto de requisitos que uma organização tem de respeitar para implementar e manter eficazmente um Sistema de Gestão da Qualidade.

Leia mais

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Sistemas de Gestão

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Sistemas de Gestão Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação Sistemas de Gestão 27 de Outubro de 2007 Dora Gonçalo Directora de Certificação e de Auditores www.apcer.pt Agenda Desafios e Organizações

Leia mais

ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade

ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade Publicação Nº 4-13 Janeiro 2010 ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade PONTOS DE INTERESSE: Estrutura Metodologia de Implementação São notórias as crescentes exigências do mercado no que toca a questões de

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Helena Ferreira (helena.ferreira@apcer.pt) Gestora de Desenvolvimento da APCER I. APRESENTAÇÃO DA APCER www.apcer.pt 1. Quem Somos Início de actividade

Leia mais

Edição A. Código de Conduta

Edição A. Código de Conduta Edição A Código de Conduta -- A 2011.09.26 1 de 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 PRINCÍPIOS E NORMAS GERAIS... 2 a) Trabalho Infantil... 2 b) Trabalho forçado... 2 c) Segurança e bem-estar no local de trabalho...

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Integrado MSGI-01

Manual do Sistema de Gestão Integrado MSGI-01 Manual de Acolhimento LogicPulse Technologies, Lda. Índice PROMULGAÇÃO... 3 1. INTRODUÇÃO... 4 2. OBJETIVOS DO MANUAL... 4 3. APRESENTAÇÃO DA LOGICPULSE TECHNOLOGIES... 5 4. ORGANOGRAMA ORGANIZACIONAL...

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA Entidade Auditada: BIBLIOTECA MUNICIPAL SANTA MARIA DA FEIRA Tipo de Auditoria: Auditoria Interna Data da Auditoria: 09.12.2014 Duração: 1 dia Locais Auditados: Av. Dr. Belchior Cardoso da Costa / 4520-606

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO. Acção de Formação do Grupo de Trabalho. Sensibilização Sensibilização Geral para a Qualidade. Qualidade.

IMPLEMENTAÇÃO. Acção de Formação do Grupo de Trabalho. Sensibilização Sensibilização Geral para a Qualidade. Qualidade. 1. ENQUADRAMENTO As organizações têm vindo a aderir de uma forma crescente ao Processo de Certificação como uma Ferramenta imprescindível à Melhoria da Gestão. Esta evolução foi acelerada pela própria

Leia mais

Apresentação do Manual de Gestão de IDI

Apresentação do Manual de Gestão de IDI Seminário Final do Projeto IDI&DNP Coimbra 31 de março Miguel Carnide - SPI Conteúdos. 1. O CONCEITO DE IDI (INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO) 2. OVERVIEW DO MANUAL 3. A NORMA NP 4457:2007 4. A

Leia mais

Ferramentas de Gestão ao serviço do Turismo Qualidade e Segurança Alimentar. Orador: André Ramos

Ferramentas de Gestão ao serviço do Turismo Qualidade e Segurança Alimentar. Orador: André Ramos Ferramentas de Gestão ao serviço do Turismo Qualidade e Segurança Alimentar I. Produtos ISO22000:2005 Sistemas de Gestão Segurança Alimentar ERS3002 Qualidade e Segurança Alimentar na Restauração ERS3002

Leia mais

PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA

PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA PQAS 12 - E AUDITORIAS INTERNAS Cópia: Aprovação: Data: 11-04-2011 Página 2 de 8 ÍNDICE 1. OBJECTIVOS...2 2. ÂMBITO...2 3. SIGLAS, DEFINIÇÕES

Leia mais

PROJETO CONJUNTO Nº 000065 PROGRAMA OPERACIONAL COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO

PROJETO CONJUNTO Nº 000065 PROGRAMA OPERACIONAL COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO PROJETO CONJUNTO Nº 000065 PROGRAMA OPERACIONAL COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO ÍNDICE Parte 1: Metodologia projeto QI Enquadramento Ciclo da Inovação Descrição do projeto Objetivos do projeto -

Leia mais

MQ-06-TM. Estrutura e Âmbito do SGQ

MQ-06-TM. Estrutura e Âmbito do SGQ Objetivo e Âmbito da Atividade O Manual da Qualidade define os princípios e os meios adotados para assegurar a qualidade adequada aos serviços fornecidos pelo Programa de Telemedicina da ARSA. O âmbito

Leia mais

Laboratórios da DRAPC MANUAL DA QUALIDADE EDIÇÃO Nº DATA DESCRIÇÃO DA ALTERAÇÃO CAP. - PAG. Elaborado por: Aprovado por: Data:

Laboratórios da DRAPC MANUAL DA QUALIDADE EDIÇÃO Nº DATA DESCRIÇÃO DA ALTERAÇÃO CAP. - PAG. Elaborado por: Aprovado por: Data: MANUAL DA QUALIDADE EDIÇÃO Nº DATA DESCRIÇÃO DA ALTERAÇÃO CAP. - PAG. Elaborado por: Aprovado por: Data: ÍNDICE Pág. Cap. I ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DO MANUAL DA QUALIDADE 1. Promulgação 2 2. Gestão do

Leia mais

Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A.

Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Novembro de 2011 CÓDIGO DE CONDUTA DE PROMOTORES O objectivo deste documento é o de fixar um código de conduta e um

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

Apresentação Institucional

Apresentação Institucional Apresentação Institucional 18.05.2015 Visão & Missão A nossa Visão Ser uma constante referência na implementação das melhores práticas de Corporate Governance nos nossos clientes, contribuindo assim para

Leia mais

Gestão por Processos ISO 9001: 2000

Gestão por Processos ISO 9001: 2000 Gestão por Processos 1 2 Existem três tipos de empresas: - as que fazem as coisas acontecer; - as que vêem as coisas acontecer; - as que não fazem ideia do que está a acontecer (Kotler) 3 Para o Sucesso

Leia mais

Índice. QLD_MN_ManualQualidade_03_Pt; Data: 17/01/2011

Índice. QLD_MN_ManualQualidade_03_Pt; Data: 17/01/2011 Manual da Qualidade 1 Índice Índice Apresentação da Empresa.. Politica da Qualidade Organograma. Âmbito da Certificação Exclusões Estrutura do SGQ. Processos.. Interligação Processos 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Leia mais

Isabel Beja. Gestão Estratégica

Isabel Beja. Gestão Estratégica Isabel Beja Gestão Estratégica Financiamento: Entidade Coordenadora Local Entidade Promotora Objectivos Objectivo Geral A importância de uma correta definição de missão, visão e dos valores da instituição;

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NP EN ISO 9001:2008 CAPITULO I ESTRUTURA DO MANUAL DA QUALIDADE E REGISTO DE REVISÕES CAPÍTULO I ESTRUTURA DO MANUAL DA QUALIDADE E REGISTO DE REVISÕES ÍNDICE 1. ESTRUTURA

Leia mais

manual de gestão da qualidade Código: MGQ.01 π Revisão: 0

manual de gestão da qualidade Código: MGQ.01 π Revisão: 0 manual de gestão da qualidade Código: MGQ.01 π Revisão: 0 ÍNDICE 4 CAPÍTULO 1 estrutura 4 1. Objetivo e campo de aplicação 5 2. Organização 5 3. Preparação e aprovação 5 4. Revisão, atualização e edição

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas Indice 1. Enquadramento... 3 2. Objectivos... 4 3. Âmbito do Plano... 4 4. Missão da Entidade... 4 5. Áreas avaliadas, Principais Riscos e

Leia mais

Projecto ADAPT. Manual da Qualidade e Regulamento Interno - Tipo para Serviço de Apoio Domiciliário. Apoio Domiciliário na Amadora em Parceria

Projecto ADAPT. Manual da Qualidade e Regulamento Interno - Tipo para Serviço de Apoio Domiciliário. Apoio Domiciliário na Amadora em Parceria Projecto ADAPT Apoio Domiciliário na Amadora em Parceria Manual da Qualidade e Regulamento Interno - Tipo para Serviço de Apoio Domiciliário União Europeia Fundo Social Europeu OManual da Qualidade e

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860

Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860 Índice Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860 PROJECTO DE DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 860 Dezembro de 2008 Relatório Sobre o Sistema de Controlo Interno das Instituições de Crédito e Sociedades

Leia mais

Código de Ética e Conduta do IAPMEI

Código de Ética e Conduta do IAPMEI Código de Ética e Conduta do IAPMEI Âmbito e Objectivo do Documento Públicas (Lei n.º 58/2008, de 9 de Setembro) e da Carta Ética da Administração Pública. O Código de Ética e Normas de Conduta aplica-se

Leia mais

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO. In company. Mar 2014

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO. In company. Mar 2014 CATÁLOGO DE FORMAÇÃO In company Mar 2014 1 O nosso Objetivo A nossa Abordagem Os nossos Clientes O nosso objectivo é contribuir de forma envolvente e eficiente para a melhoria da Competitividade Empresarial,

Leia mais

X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro

X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro X CONGRESSO DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS 1.ª Sessão Supervisão do sistema financeiro Permitam-me uma primeira palavra para agradecer à Ordem dos Revisores Oficiais de Contas pelo amável convite que

Leia mais

para a Qualidade Certificação ISO 9001 na Área da Saúde Helder Lopes Julho de 2010 www.iqa.pt

para a Qualidade Certificação ISO 9001 na Área da Saúde Helder Lopes Julho de 2010 www.iqa.pt Sensibilização para a Qualidade Certificação ISO 9001 na Área da Saúde Helder Lopes Julho de 2010 www.iqa.pt Sumário Principais temas da apresentação 1 Dados estatísticos da certificação em Portugal e

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA COMMON ASSESSMENT FRAMEWORK (CAF) NOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES

A UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA COMMON ASSESSMENT FRAMEWORK (CAF) NOS MUNICÍPIOS PORTUGUESES Jornadas da Qualidade A Qualidade na Administração Pública Lagos, 14 Outubro 2011 GESTÃO DA QUALIDADE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA A UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA COMMON ASSESSMENT FRAMEWORK (CAF) NOS MUNICÍPIOS

Leia mais

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Qualidade e Certificação

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Qualidade e Certificação Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação Qualidade e Certificação 27 de Outubro de 2007 Gabriela Lopes Direcção de Certificação e de Auditores www.apcer.pt Agenda O que é a certificação?

Leia mais

QUALIDADE E CERTIFICAÇÃO

QUALIDADE E CERTIFICAÇÃO QUALIDADE E CERTIFICAÇÃO O QUE É A QUALIDADE? É o grau de satisfação de requisitos (necessidade ou expectativa expressa, geralmente implícita ou obrigatória), dado por um conjunto de características (elemento

Leia mais

Observações. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor Data de adoção

Observações. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor Data de adoção NP 4239:1994 Bases para a quantificação dos custos da qualidade CT 80 1995-01-01 NP 4397:2008 Sistemas de gestão da segurança e saúde do trabalho. Requisitos CT 42 2008-12-31 NP 4410:2004 Sistemas de gestão

Leia mais

Ajudamos a (sua) empresa a crescer.

Ajudamos a (sua) empresa a crescer. CONSULTORIA Ajudamos a (sua) empresa a crescer. O QUE FAZEMOS SISTEMAS DE GESTÃO GESTÃO DA PRODUÇÃO E DAS PRODUÇÕES PRODUTIVIDADE E INOVAÇÃO INTERNACIONALIZAÇÃO PROJECOS DE INVESTIMENTO E INCENTIVOS

Leia mais

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO FICHA TÉCNICA INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE, AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Direcção do Projecto

Leia mais

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho

Política de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho Política de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho 31 de Agosto de 2009 Índice INTRODUÇÃO-----------------------------------------------------------------------------------------------------------2

Leia mais