V Jornadas Empresariais Portuguesas Encontros de Vidago

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "V Jornadas Empresariais Portuguesas Encontros de Vidago"

Transcrição

1 V Jornadas Empresariais Portuguesas Encontros de Vidago Internacionalização das Empresas Luís Laginha de Sousa 2 de Junho de 2006

2 Agenda Conclusões Um quadro de referência Internacionalizar inevitabilidade ou alternativa? A Bolsa e a internacionalização das empresas Exemplos Notas finais 2

3 Conclusões As empresas, para sobreviver, têm de crescer. É impossível um crescimento sustentado exclusivamente baseado no mercado doméstico, pelo que, a internacionalização, é uma inevitabilidade. A internacionalização é fundamental para preservar os centros de decisão em Portugal. A opção pelo financiamento da expansão através de endividamento, é limitadora do crescimento. O acesso ao mercado de valores mobiliários é a forma, não só de ultrapassar as limitações de financiamento, mas, também, de reforçar a competitividade das empresas. 3

4 Um quadro de referência Dimensões relevantes da Internacionalização Imperativos económicos - Unificação Imperativos políticos - Fragmentação Selecção de país/mercado Selecção de modo de entrada/operação Selecção do Marketing Mix internacional Gestão do risco (económico, político, cambial, ) Recursos humanos Controlo da actividade internacional A Internacionalização, não sendo um fim, mas sim um meio, é também m um processo que consome recursos e que não deve ser implementado como uma fuga para a frente,, sob pena de ter um efeito contrário rio ao pretendido. 4

5 Um quadro de referência Panorama empresarial internacional Cerca de 50% do comércio internacional é efectuado intraempresa (sendo a tendência crescente) Portugal é uma das economias mais abertas ao exterior (Importações representam cerca de 40% do PIB) Apesar do forte aumento do stock de I.D.P.E., continuamos com um valor acumulado bastante inferior ao I.D.E.P Mar 1996 Set 1997 Mar 1997 Set 1998 Mar 1998 Set 1999 Mar 1999 Set 2000 Mar 2000 Set 2001 Mar 2001 Set 2002 Mar 2002 Set 2003 Mar 2003 Set 2004 Mar 2004 Set 2005 Mar 2005 Set 5 Posição de investimento internacional - Passivos - Investimento directo do exterior em Portugal Posição de investimento internacional - Activos - Investimento directo de Portugal no exterior Fonte: Banco de Portugal Unidade: 10^6 Euros As empresas estrangeiras estão cada vez mais activas em Portugal sendo a sua acção particularmente sentida pelos players locais em situações de estagnação ou declínio do mercado.

6 Internacionalizar inevitabilidade ou alternativa? Back to Basics Maximizar o Lucro objectivo crucial das empresas Maximizar receitas Expandir comercialmente, encontrando, criando, desenvolvendo e servindo mercados e clientes. Minimizar custos Encontrando as melhores alternativas de fornecimento, produção e distribuição. Para sobreviver, as empresas em geral (as portuguesas não são excepção) têm de crescer e de se internacionalizar. A maximização das receitas e/ou minimização dos custos, não é compatível com uma actuação exclusivamente doméstica 6

7 Internacionalizar inevitabilidade ou alternativa? Há cada vez menos àreas de actividade que não estejam expostas à concorrência internacional (esta encontra-se até onde menos se espera) Não crescer significa, em termos empresariais, definhar: Não ter capacidade de atrair os melhores talentos Não cativar os investidores/financiadores Internacionalização não é uma alternativa mas sim, uma condição necessária (embora não suficiente) para a sobrevivência. Small is beautiful é cada vez menos verdade no mundo empresarial 7

8 A Bolsa e a internacionalização das empresas 300,00% 250,00% 200,00% 150,00% 100,00% Capitalização bolsista em % do PIB (2006) Portugal tem um dos mais baixos índices de capitalização bolsista em percentagem do PIB no âmbito da OCDE O reduzido crescimento económico encontra também explicação no baixo recurso ao mercado de valores mobiliários por parte das empresas portuguesas 50,00% 0,00% Alemanha Áustria Bélgica Dinamarca Espanha Finlândia França Grécia Fonte: FESE, Euronext, Bloomberg Holanda Irlanda Itália Luxemburgo Portugal Reino Unido Suécia Vários sectores de actividade não estão, ou estão pouco representados na Bolsa portuguesa (ex: seguros, turismo) 8

9 A Bolsa e a internacionalização das empresas Recurso a endividamento Custo do endividamente tende a ser crescente Existem limites ao endividamento Limite ao nível de endividamento é limite ao crescimento Exigência e pressão Fundamentais para a evolução empresarial Clientes, fornecedores, accionistas (mas também outros stakeholders ) Acesso à Bolsa como fonte de capital próprio prio é uma alternativa a ponderar seriamente 9

10 Exemplos empresas estrangeiras Inditex (Espanha) Capitalização bolsista em 2001 (data de admissão em Bolsa) M Capitalização bolsista actual (Junho 2006) +82% Presença a em 58 países, dos quais cerca de 30, após entrada em Bolsa M Fonte: FESE, Euronext, Bloomberg 10

11 Exemplos empresas estrangeiras Prosegur (Espanha) Capitalização bolsista em 1987 (data de admissão em Bolsa) 65 M Capitalização bolsista actual (Junho 2006) % Presença a em 11 novos países, após entrada em Bolsa M Fonte: FESE, Euronext, Bloomberg 11

12 Exemplos empresas estrangeiras Folli Follie (Grécia) Capitalização bolsista em 1997 (data de admissão em Bolsa) 191 M Capitalização bolsista actual (Junho 2006) +250% Presença a em mais de 20 países, maioria dos quais após entrada em Bolsa 675 M Fonte: FESE, Euronext, Bloomberg 12

13 Exemplos empresas portuguesas Millennium BCP Capitalização bolsista em 1987 (data de admissão em Bolsa) 350 M Capitalização bolsista actual (Junho 2006) % Presença em 8 países, após entrada em Bolsa M Fonte: FESE, Euronext, Bloomberg 13

14 Exemplos empresas portuguesas Sonae SGPS Capitalização bolsista em 1989 (data de admissão em Bolsa) 450 M Capitalização bolsista actual (Junho 2006) +450% Presença a em vários países após s entrada em Bolsa M Fonte: FESE, Euronext, Bloomberg 14

15 Exemplos empresas portuguesas Cimpor Capitalização bolsista em 1997 (data de admissão em Bolsa) 720 M Capitalização bolsista actual (Junho 2006) +400% Presença a em 8 países, dos quais 7 após entrada em Bolsa M Fonte: FESE, Euronext, Bloomberg 15

16 Notas finais Fazer crescer as nossas empresas é um imperativo nacional se quisermos ter um papel activo no quadro do processo de globalização em curso Fazer crescer as nossas empresas é a única forma de assegurarmos oportunidades para as gerações futuras A Bolsa (à semelhança da Internacionalização) não é um fim, mas sim um meio, disponível para apoiar as empresas a materializar os seus objectivos de crescimento. A Bolsa Portuguesa (Euronext Lisbon) pelo facto de estar englobada numa bolsa pan-europeia, permite acesso aos fluxos de capitais necessários para ajudar a internacionalização das empresas Portuguesas, proporcionando-lhes, também, uma visibilidade acrescida. 16

17 V Jornadas Empresariais Portuguesas Encontros de Vidago Internacionalização das Empresas Luís Laginha de Sousa 2 de Junho de 2006

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL Índice Investimento público e privado no Ensino Superior Propinas Investimento público e privado

Leia mais

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Alguns Tópicos Essenciais Dia da Formação Financeira 31 de Outubro de 2012 Abel Sequeira Ferreira, Director Executivo Outubro, 31, 2012 Crescimento Económico

Leia mais

A atual oferta de financiamento

A atual oferta de financiamento Ciclo de Conferências CIP Crescimento Económico: Diversificar o modelo de financiamento das PME A atual oferta de financiamento Nuno Amado 28.nov.14 Centro de Congressos de Lisboa 5 Mitos sobre o financiamento

Leia mais

Quadro 1 Dimensão do controlo da EDP e da GALP por capital estrangeiro

Quadro 1 Dimensão do controlo da EDP e da GALP por capital estrangeiro RESUMO DESTE ESTUDO O sector da energia é estratégico em qualquer país, em termos de desenvolvimento e de independência nacional. Os governos, desde que tenham um mínimo de dignidade nacional e se preocupem

Leia mais

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 22/01 Economia 25/01 Comércio Internacional 26/01 Taxas de Juro 29/01 Economia 31/01 Desemprego 31/01 Investimento Banco de Portugal divulgou Boletim Estatístico Janeiro 2007 http://epp.eurostat.ec.europa.eu/pls/portal/docs/page/pgp_prd_cat_prerel/pge_cat_prerel_year_2007/pge_

Leia mais

Crédito ao sector privado não financeiro (taxas de variação homóloga)

Crédito ao sector privado não financeiro (taxas de variação homóloga) G1 Crédito ao sector privado não financeiro (taxas de variação homóloga) 35 3 25 Em percentagem 2 15 1 5 Jan-91 Jan-92 Jan-93 Jan-94 Jan-95 Jan-96 Jan-97Jan-98 Jan-99 Jan- Jan-1 Sociedades não Financeiras

Leia mais

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas 30 11 2012 As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas Teodora Cardoso 1ª Conferência da Central de Balanços Porto, 13 Dezembro 2010 O Banco de Portugal e as Estatísticas O Banco de

Leia mais

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO?

Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Ficha de informação 1 POR QUE RAZÃO NECESSITA A UE DE UM PLANO DE INVESTIMENTO? Desde a crise económica e financeira mundial, a UE sofre de um baixo nível de investimento. São necessários esforços coletivos

Leia mais

Onde estamos e para onde vamos?

Onde estamos e para onde vamos? Onde estamos e para onde vamos? Carlos da Silva Costa Governador 20º Encontro SAER A nova economia e as novas formas de financiamento Museu do Oriente, 25 de junho de 2014 Onde estamos e para onde vamos?

Leia mais

Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal

Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal Fernando Teixeira dos Santos Presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Presidente do Comité Executivo da IOSCO 9 de Abril de 2003 Sumário I

Leia mais

Sociedade de Geografia de Lisboa

Sociedade de Geografia de Lisboa Sociedade de Geografia de Lisboa Tema A internacionalização das empresas portuguesas para os Países da Europa Central e Oriental (PECO) Autor Rui Paulo Almas Data Lisboa, 25 de Junho de 2012 1 A internacionalização

Leia mais

MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO

MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO MACRO AMBIENTE DA INOVAÇÃO Ambiente de Inovação em Saúde EVENTO BRITCHAM LUIZ ARNALDO SZUTAN Diretor do Curso de Medicina Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo SOCIEDADES CONHECIMENTO

Leia mais

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2014 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 23 6 44

Quadro 1 Número de empresas de seguros a operar em Portugal. 2014 Vida Não Vida Mistas Total. Empresas de seguros de direito português 15 23 6 44 Quadro Número de empresas de seguros a operar em Portugal 24 Vida Não Vida Mistas Total Em regime de estabelecimento 2 46 2 78 Empresas de seguros de direito português 5 23 6 44 Empresas de seguros 5 2

Leia mais

O papel da AICEP na Internacionalização das Empresas Portuguesas

O papel da AICEP na Internacionalização das Empresas Portuguesas O papel da AICEP na Internacionalização das Empresas Portuguesas Porto, 28 de Janeiro de 2014 Índice 1. Enquadramento 2. A aicep Portugal Global 3. Produtos e serviços AICEP Enquadramento Enquadramento

Leia mais

Missão Empresarial EUA Flórida. 21 a 26 de Março 2015

Missão Empresarial EUA Flórida. 21 a 26 de Março 2015 Missão Empresarial EUA Flórida 21 a 26 de Março 2015 Apoiamos empresas a ter sucesso nos mercados internacionais Sobre nós Na Market Access prestamos serviços de apoio à exportação e internacionalização.

Leia mais

Necessidade. de uma nova atitude

Necessidade. de uma nova atitude Necessidade de uma nova atitude O Conselho Europeu de Lisboa, de Março 2000, definiu um ambicioso objectivo estratégico a 10 anos, de tornar a União Europeia no espaço económico mais dinâmico e competitivo

Leia mais

Conferência IDEFF: As privatizações não se discutem?

Conferência IDEFF: As privatizações não se discutem? Conferência IDEFF: As privatizações não se discutem? III Painel Portugal após as privatizações: Que futuro? Carlos Rodrigues Presidente do Conselho de Administração Banco BiG 06 de Dezembro de 2012 Índice

Leia mais

III SINGEP II S2IS UNINOVE

III SINGEP II S2IS UNINOVE III SINGEP II S2IS UNINOVE Painel Temático: Tendências em Inovação e Projetos Maria Celeste Reis Lobo de Vasconcelos celestevasconcelos@fpl.edu.br Contexto A inovação é uma grande força para o progresso

Leia mais

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar

2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar 2 DISCIPLINA: Economia M6 Ano :11º C DATA: 10/07/2013 Cursos Profissionais: Técnico de Restauração Variante de Restaurante - Bar Nome: N.º: Classificação: Ass.Professor: GRUPO I Este grupo é constituído

Leia mais

Reforma da Segurança Social Prioridade Estratégica Nacional

Reforma da Segurança Social Prioridade Estratégica Nacional INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL Reforma da Segurança Social Prioridade Estratégica Nacional - A ligação entre os Fundos de Pensões e o 1 Os Fundos de Pensões em Portugal Início em 1987 Fundos de Pensões

Leia mais

CONFERÊNCIA LUSOFONIA ECONÓMICA PLATAFORMAS CPLP

CONFERÊNCIA LUSOFONIA ECONÓMICA PLATAFORMAS CPLP CONFERÊNCIA LUSOFONIA ECONÓMICA PLATAFORMAS CPLP 19 de Março de 2013 Centro de Congressos de Lisboa A- A evolução e o comportamento do sector exportador superaram todas as previsões e análises prospectivas

Leia mais

3º Seminário. As finanças locais, instrumento da política ambiental

3º Seminário. As finanças locais, instrumento da política ambiental 3º Seminário As finanças locais, instrumento da política ambiental Propostas da campanha nacional RFA Índice da apresentação - RFA Europeia - Exemplos e comparação com PT - RFA Nacional - Resumo seminários

Leia mais

XXXVII Congresso Nacional APAVT - Turismo: Prioridade Nacional Viseu, 01 a 04 de Dezembro de 2011. Diogo Gaspar Ferreira

XXXVII Congresso Nacional APAVT - Turismo: Prioridade Nacional Viseu, 01 a 04 de Dezembro de 2011. Diogo Gaspar Ferreira XXXVII Congresso Nacional APAVT - Turismo: Prioridade Nacional Viseu, 01 a 04 de Dezembro de 2011 Diogo Gaspar Ferreira 1. PONTOS FRACOS E FORTES DO TURISMO RESIDENCIAL PORTUGUÊS 2. PLANO ESTRATÉGICO A

Leia mais

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011. Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011. Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011 Evolução 2005-2011 Actualizado em Setembro de 2011 Unid. Fonte 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Notas 2011 População a Milhares Hab. INE 10.563 10.586 10.604 10.623 10.638 10.636 10.643 2º Trimestre

Leia mais

Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água

Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água Política agrícola e protecção e gestão eficiente da água Francisco Cordovil Director do GPP Conselho Nacional da Água Ponto 4 da ordem de trabalhos Lisboa 3 de Dezembro de 2010 Política agrícola e protecção

Leia mais

A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis:

A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis: A crise na Zona Euro - Implicações para Cabo Verde e respostas possíveis: Uma Mesa-Redonda Sector Público-Privado 7/10/2011 Centro de Políticas e Estratégias, Palácio do Governo, Praia. A crise na Zona

Leia mais

AMCHAM e a Internacionalização de empresas

AMCHAM e a Internacionalização de empresas Defensores da livre iniciativa Representatividade multisetorial e nacional Amplo e diferenciado conteúdo Estabelecer a competitividade de longo prazo Fortalecimento dos canais de influência AMCHAM e a

Leia mais

Perspectiva de um Emitente Soberano República de Portugal

Perspectiva de um Emitente Soberano República de Portugal Perspectiva de um Emitente Soberano República de Portugal 31 de Janeiro de 2011 Alberto Soares IDENTIDADE FUNDAMENTAL DA MACROECONOMIA ECONOMIA ABERTA Poupança Interna + Poupança Externa Captada = Investimento

Leia mais

A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO

A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO A QUALIDADE E A CERTIFICAÇÃO Em 1977 foi criada no Ministério da Indústria e Energia, a Direcção Geral da Qualidade, actualmente denominada por IPQ, cujo objectivo era o desenvolvimento e divulgação dos

Leia mais

S. R. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS e da ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

S. R. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS e da ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RELATÓRIO SOBRE A CONCESSÃO DE GARANTIAS PESSOAIS PELO ESTADO PARA O REFORÇO DA ESTABILIDADE FINANCEIRA E DA DISPONIBILIZAÇÃO DE LIQUIDEZ NOS MERCADOS FINANCEIROS O presente Relatório é elaborado nos termos

Leia mais

Raul Marques. Poupança: Onde colocar o meu dinheiro

Raul Marques. Poupança: Onde colocar o meu dinheiro Raul Marques 27 de Novembro de 2010 Sociedade de consumo Evolução do consumo privado (%PIB) Portugal vs Alemanha Fonte: Banco de Portugal, Eurostat 27 de Novembro de 2010 2. Aumento do endividamento das

Leia mais

Conferência CIP. Crescimento Económico: Diversificar o Modelo de Financiamento das PME

Conferência CIP. Crescimento Económico: Diversificar o Modelo de Financiamento das PME ! Crescimento e compe22vidade para as empresas portuguesas está normalmente ligado à conquista de mercados externos! Mercado domés2co é pequeno! Poder de compra diminuiu INTERNACIONALIZAR PARA CRESCER

Leia mais

SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta

SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta SAG GEST Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA Sociedade Aberta Estrada de Alfragide, nº 67, Amadora Capital Social: 169.764.398 Euros sob o número único de matrícula e de pessoa colectiva 503 219 886 COMUNICADO

Leia mais

CAPI CANISM TAL DE O DE C RISCO APIT AL DE RISCO

CAPI CANISM TAL DE O DE C RISCO APIT AL DE RISCO MECANISMO CAPITAL DE CAPITAL DE RISCO DE RISCO António Carvalho A Portugal Ventures InovCapital AICEP Capital Global Turismo Capital Clarificação de objectivos estratégicos e concentração de meios para

Leia mais

5º Seminário. Propostas da campanha nacional. A Política Ambiental no Sector Energético Português. 3 de Julho de 2008

5º Seminário. Propostas da campanha nacional. A Política Ambiental no Sector Energético Português. 3 de Julho de 2008 5º Seminário A Política Ambiental no Sector Energético Português 3 de Julho de 2008 Propostas da campanha nacional Índice da apresentação - O que é a RFA - RFA Europeia - Exemplos e comparação com PT -

Leia mais

ALTERNATIVAS PARA A APOSENTADORIA. Visão geral de previdência

ALTERNATIVAS PARA A APOSENTADORIA. Visão geral de previdência ALTERNATIVAS PARA A APOSENTADORIA Visão geral de previdência Agenda 4Conceitos assistência, previdência, seguro 4Regimes e grandes números 4Sustentabilidade 4Previdência privada 4Saúde-Previdência 2 CONCEITOS

Leia mais

Análise Multidimensional da Evolução do Sistema de Saúde Português

Análise Multidimensional da Evolução do Sistema de Saúde Português Análise Multidimensional da Evolução do Sistema de Saúde Português Objectivos: Construir participativamente e partilhar amplamente uma visão dos determinantes da evolução do sistema de saúde português,

Leia mais

A AICEP e os Apoios à Internacionalização

A AICEP e os Apoios à Internacionalização A AICEP e os Apoios à Internacionalização Guimarães, 12 de junho de 2015 Índice 1. Enquadramento / Desafios 2. A aicep Portugal Global 3. Produtos e serviços AICEP 4. O Processo de Internacionalização

Leia mais

Iniciar um negócio em Franchising

Iniciar um negócio em Franchising Iniciar um negócio em Franchising Franchising, o que é? Terminologia Vantagens e Desvantagens do Franchisado Vantagens e Desvantagens do Franchisador Dicas para potenciais Franchisados Serviços de apoio

Leia mais

gabinete de estratégia e estudos

gabinete de estratégia e estudos Gabinete de Estratégia e Estudos Síntese Estatística gabinete de estratégia e estudos INVESTIMENTO DIRECTO Exterior em Portugal e Portugal no Exterior Agosto de 26 Índice Tratamento e análise dos dados

Leia mais

Porto, 6 de Maio de 2010

Porto, 6 de Maio de 2010 A Responsabilidade Social na Internacionalização Porto, 6 de Maio de 2010 Indíce 1. AICEP Modelo de Negócio e Objectivos 2. International Business Intelligence Unit 3. Empresas e Responsabilidade Social

Leia mais

UMA APRECIAÇÃO GERAL AOS INVESTIMENTOS PORTUGUESES NO BRASIL

UMA APRECIAÇÃO GERAL AOS INVESTIMENTOS PORTUGUESES NO BRASIL OS INVESTIMENTO PORTUGUESES NO BRASIL 11 UMA APRECIAÇÃO GERAL AOS INVESTIMENTOS PORTUGUESES NO BRASIL JOAQUIM RAMOS SILVA 1 Realizado em Setembro de 2005, o questionário do ICEP Portugal Delegação em São

Leia mais

Madeira: Global Solutions for Wise Investments

Madeira: Global Solutions for Wise Investments Madeira: Global Solutions for Wise Investments Madeira: Global Solutions for Wise Investments Centro Internacional de Negócios da Madeira Um Instrumento de Política de Desenvolvimento e Sustentabilidade

Leia mais

A ADMINISTRAÇÃO FISCAL E AS EMPRESAS

A ADMINISTRAÇÃO FISCAL E AS EMPRESAS A ADMINISTRAÇÃO FISCAL E AS EMPRESAS Mitos e Realidades Porto, Novembro de 2003 ÍNDICE 1. MITOS 1.1. INJUSTIÇA DO SISTEMA FISCAL 1.2. EVASÃO 1.3. INEFICIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO FISCAL 1.4. INCOMPATIBILIDADE

Leia mais

A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA E A COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES LUSÓFONOS

A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA E A COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES LUSÓFONOS PORTUGAL A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA PORTUGUESA E A COOPERAÇÃO COM OS PAÍSES LUSÓFONOS Maria Celeste Hagatong Comissão Executiva do Banco BPI Lisboa, 3 de Junho

Leia mais

A influência do factor fiscal na escolha da forma jurídica de uma PME

A influência do factor fiscal na escolha da forma jurídica de uma PME II Congresso de Direito Fiscal - A Fiscalidade da Empresa A influência do factor fiscal na escolha da forma jurídica de uma PME Cidália Maria da Mota Lopes 11 de Outubro de 2011 1 OBJECTIVOS DO ESTUDO

Leia mais

Observatório Pedagógico. Objectivos: Políticas Redistributivas e Desigualdade em Portugal. Carlos Farinha Rodrigues DESIGUALDADE ECONÓMICA EM PORTUGAL

Observatório Pedagógico. Objectivos: Políticas Redistributivas e Desigualdade em Portugal. Carlos Farinha Rodrigues DESIGUALDADE ECONÓMICA EM PORTUGAL Observatório Pedagógico Políticas Redistributivas e Desigualdade em Portugal Carlos Farinha Rodrigues ISEG / Universidade Técnica de Lisboa Objectivos: 21 22 23 24 25 26 29 21 22 23 24 25 26 29 "shares"

Leia mais

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR

'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 'DWD 7HPD $FRQWHFLPHQWR 27/09 Turismo 27/09 Taxas de Juro 21/09 Energia 19/09 Taxas de Juro 15/09 Economia 12/09 Economia INE divulgou Viagens turísticas de residentes 2.º Trimestre de 2006 http://www.ine.pt/prodserv/destaque/2006/d060927/d060927.pdf

Leia mais

O Papel da Engenharia no Crescimento

O Papel da Engenharia no Crescimento O Papel da Engenharia no Crescimento Visão e Objectivos Projecto Engenharia 2020 - Tecnologia e Inovação Iniciativa António Manzoni e Vilar Filipe 11 de Abril de 2013 Projecto Engenharia 2020 Plataforma

Leia mais

Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação

Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação 1 Incentivos financeiros à internacionalização Em 2010 os incentivos financeiros à internacionalização, não considerando

Leia mais

28-06-2011. Onde? Como? O quê? Fórum Exportações AÇORES. - Caracterização e Potencial das Exportações Regionais - 1. Internacionalização

28-06-2011. Onde? Como? O quê? Fórum Exportações AÇORES. - Caracterização e Potencial das Exportações Regionais - 1. Internacionalização Fórum Exportações AÇORES Caracterização e Potencial das Exportações Regionais Gualter Couto, PhD Ponta Delgada, 27 de Junho de 2011 1. Internacionalização Internacionalização: Processo Estrutura Organizacional

Leia mais

tem Soares dos Santos mais dinheiro na bolsa que China e Angola juntos - P3O

tem Soares dos Santos mais dinheiro na bolsa que China e Angola juntos - P3O tem Soares dos Santos mais dinheiro na bolsa que China e Angola juntos - P3O Soares dos Santos tem mais dinheiro na bolsa que China e Angola juntos A subida das acções da Jerónimo Martins levou a família

Leia mais

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS EM POUCAS PALAVRAS OS PRIMEIROS PASSOS DATA/LOCAL DE ASSINATURA E ENTRADA EM VIGOR PRINCIPAIS MENSAGENS QUIZ 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS OS PRIMEIROS PASSOS No século XX depois das Guerras No século XX, depois

Leia mais

Internacionalização da Economia Portuguesa e a Transformação da Indústria Portuguesa. Coimbra, 19 de Novembro de 2010

Internacionalização da Economia Portuguesa e a Transformação da Indústria Portuguesa. Coimbra, 19 de Novembro de 2010 Internacionalização da Economia Portuguesa e a Transformação da Indústria Portuguesa Coimbra, 19 de Novembro de 2010 Enquadramento Enquadramento A importância da Internacionalização na vertente das exportações

Leia mais

Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã. 26 de novembro de 2014

Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã. 26 de novembro de 2014 Conferência Alemanha Europeia / Europa Alemã 26 de novembro de 2014 1. Empresas Alemãs em Portugal 2. Investimento Direto Alemão em Portugal 3. Exportação / Importação 1. Empresas Alemãs em Portugal Perspetiva

Leia mais

Introdução à Responsabilidade Social das Pequenas e Médias Empresas

Introdução à Responsabilidade Social das Pequenas e Médias Empresas Introdução à Responsabilidade Social das Pequenas e Médias Empresas Este guia foi produzido como parte da Campanha de Consciencialização Pan-Europeia sobre RSE, uma iniciativa da Comissão Europeia, Directoria

Leia mais

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico.

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico. Síntese APRESENTAÇÃO O Relatório da Competitividade é elaborado anualmente, com o objectivo de monitorizar a evolução de um conjunto de indicadores ( Carteira de Indicadores ) em Portugal e a sua comparação

Leia mais

Náutica. Desenvolvimento Económico e Cultura Marítima. Lisboa, 8 de Fevereiro de 2012

Náutica. Desenvolvimento Económico e Cultura Marítima. Lisboa, 8 de Fevereiro de 2012 Náutica Desenvolvimento Económico e Cultura Marítima Lisboa, 8 de Fevereiro de 2012 Aicep Portugal Global é uma agência pública de natureza empresarial, cuja missão é: Atrair investimento estrangeiro para

Leia mais

3. EDUCAÇÃO. O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º).

3. EDUCAÇÃO. O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º). 3. EDUCAÇÃO Quadro legal O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º). A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86, de 14 de

Leia mais

Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011

Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011 Seminário sobre Energia Elétrica Luanda, 8 e 9 de Setembro de 2011 A política energética europeia para a promoção da competitividade, sustentabilidade e segurança de abastecimento Jorge de Sousa Professor

Leia mais

Seminário. 12 novembro 2013. Iniciativa conjunta INE LNEC

Seminário. 12 novembro 2013. Iniciativa conjunta INE LNEC Seminário 12 novembro 2013 Iniciativa conjunta INE LNEC Casa própria ou arrendamento perfil da ocupação residencial emportugal Bárbara Veloso INE 12 novembro 2013 Iniciativa conjunta INE LNEC Sumário Aumentaram

Leia mais

Sessão de esclarecimento sobre o euro. impacto nos negócios, na contabilidade e na fiscalidade 1998.Novembro.28. etapas

Sessão de esclarecimento sobre o euro. impacto nos negócios, na contabilidade e na fiscalidade 1998.Novembro.28. etapas Sessão de esclarecimento sobre o euro impacto nos negócios, na contabilidade e na fiscalidade 1998.Novembro.28 Consultores de Gestão etapas 1.Jan.1999 entra em vigor o EURO (moeda escritural) não obrigação

Leia mais

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 PORTUGAL Economic Outlook Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 Portugal: Adaptação a um novo ambiente económico global A economia portuguesa enfrenta o impacto de um ambiente externo difícil,

Leia mais

Observatório do Ambiente - SIIGMA

Observatório do Ambiente - SIIGMA Observatório do Ambiente - SIIGMA Elsa Nunes, Marcos António Nogueira Cidadania / Ambiente / Inovação Cidadania Território Conhecimento Ambiente Território Sociedade Economia Território Cidadania Cidadania

Leia mais

INE divulgou Síntese Económica de Conjuntura 4.º Trimestre 2005

INE divulgou Síntese Económica de Conjuntura 4.º Trimestre 2005 Data Tema Acontecimento 21/02 Economia 01/03 Preços 01/03 Economia 01/03 Emprego 02/03 Indústria 03/03 Economia INE divulgou Síntese Económica de Conjuntura 4.º Trimestre 2005 http://www.ine.pt/prodserv/destaque/2006/d060221-2/d060221-2.pdf

Leia mais

Millennium bcp 2 Julho 2011

Millennium bcp 2 Julho 2011 Preçário de Títulos Na contratação de serviços de investimento em valores mobiliários, os investidores devem analisar atentamente o preçário para calcular os encargos totais previsíveis do investimento

Leia mais

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero

Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil. Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Desenvolvimento de educação técnica e científica para a operação de centros de PD&I no Brasil Carlos Arruda, Erika Barcellos, Cleonir Tumelero Empresas Participantes do CRI Multinacionais Instituições

Leia mais

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego Vítor Gaspar Lisboa, 23 de maio de 2013 Início de uma nova fase do processo de ajustamento 1ª fase: Prioridade na consolidação

Leia mais

Desafios da Internacionalização O papel da AICEP. APAT 10 de Outubro, 2015

Desafios da Internacionalização O papel da AICEP. APAT 10 de Outubro, 2015 Desafios da Internacionalização O papel da AICEP APAT 10 de Outubro, 2015 Internacionalização - Desafios Diversificar Mercados Alargar a Base Exportadora 38º PORTUGAL TEM MELHORADO A SUA COMPETITIVIDADE

Leia mais

O financiamento das empresas portuguesas

O financiamento das empresas portuguesas O financiamento das empresas portuguesas 1. Um dos efeitos colaterais da crise financeira ainda em curso foi o aumento da relevância do financiamento das empresas pelo mercado em detrimento do crédito

Leia mais

Classificação e Tipologias de Inovação. A Inovação como um Processo Empresarial.

Classificação e Tipologias de Inovação. A Inovação como um Processo Empresarial. Classificação e Tipologias de Inovação. A Inovação como um Processo Empresarial. 1 Conteúdo Conceitos e definições segundo a NP 4456:2007 A inovação no mundo e em Portugal 2 Objectivos Situar a problemática

Leia mais

Despesas em Propaganda no Brasil e sua Interligação com a Economia Internacional. Fábio Pesavento ESPM/SUL André M. Marques UFPB

Despesas em Propaganda no Brasil e sua Interligação com a Economia Internacional. Fábio Pesavento ESPM/SUL André M. Marques UFPB Despesas em Propaganda no Brasil e sua Interligação com a Economia Internacional Fábio Pesavento ESPM/SUL André M. Marques UFPB O NÚCLEO DE ECONOMIA EMPRESARIAL ESPM-SUL PESQUISA E APOIO 1. Despesas em

Leia mais

Inovação no Brasil nos próximos dez anos

Inovação no Brasil nos próximos dez anos Inovação no Brasil nos próximos dez anos XX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas XVIII Workshop ANPROTEC Rodrigo Teixeira 22 de setembro de 2010 30/9/2010 1 1 Inovação e

Leia mais

Comunicado de Resultados

Comunicado de Resultados Comunicado de Resultados Resultados Consolidados 30 de Junho de 2007 Sonae Distribuição S.G.P.S., SA Em destaque A Sonae Distribuição apresentou ao longo do primeiro semestre de 2007 um crescimento de

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL MARKETING INTERNACIONAL Produtos Ecologicamente Corretos Introdução: Mercado Global O Mercado Global está cada dia mais atraente ás empresas como um todo. A dinâmica do comércio e as novas práticas decorrentes

Leia mais

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão

O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 1 2 O que pode a União Europeia fazer pelas pessoas? O Fundo Social Europeu é uma resposta a esta questão 3 A origem do Fundo Social Europeu O Fundo Social Europeu foi criado em 1957 pelo Tratado de Roma,

Leia mais

Financiamento, Investimento e Competitividade

Financiamento, Investimento e Competitividade Financiamento, Investimento e Competitividade João Leão Departamento de Economia ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa Conferência Fundação Gulbenkian "Afirmar o Futuro Políticas Públicas para Portugal

Leia mais

Índice de Risco de 2011 PORTUGAL

Índice de Risco de 2011 PORTUGAL Índice de Risco de PORTUGAL Índice de Pagamentos Índice de Risco Explicação dos valores do Índice de Risco 190 180 170 160 150 140 130 120 110 100 2004 2005 2006 2007 2008 100 Nenhuns riscos de pagamento,

Leia mais

Alentejo no horizonte 2020 Desafios e Oportunidades

Alentejo no horizonte 2020 Desafios e Oportunidades Alentejo no horizonte 2020 Desafios e Oportunidades Vendas Novas - 02 de julho de 2013 aicep Portugal Global é uma agência pública de natureza empresarial, cuja missão é: Atrair investimento estrangeiro

Leia mais

ENSINO SUPERIOR E DESENVOLVIMENTO

ENSINO SUPERIOR E DESENVOLVIMENTO ENSINO SUPERIOR E DESENVOLVIMENTO Joaquim Mourato (Presidente do CCISP e do IP de Portalegre) XX Congresso Nacional da Ordem dos Engenheiros Centro de Congressos da Alfândega do Porto 18.10.2014 SUMÁRIO

Leia mais

O preço das Renováveis

O preço das Renováveis O preço das Renováveis Comissão de Especialização em Engenharia da OE Ciclo de encontros sobre o preço da energia Lisboa, 17 de Fevereiro de 2011 Pedro Neves Ferreira Director de Planeamento Energético

Leia mais

As nossas acções Sonaecom

As nossas acções Sonaecom 3.0 As nossas acções Em 2009, as acções da Sonaecom registaram o segundo melhor desempenho do PSI-20, valorizando cerca de 92,2 %, o que constitui uma prova clara da nossa resiliência e um voto de confiança

Leia mais

BLOCOS ECONÔMICOS. O Comércio multilateral e os blocos regionais

BLOCOS ECONÔMICOS. O Comércio multilateral e os blocos regionais BLOCOS ECONÔMICOS O Comércio multilateral e os blocos regionais A formação de Blocos Econômicos se tornou essencial para o fortalecimento e expansão econômica no mundo globalizado. Quais os principais

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Instituto Português de Corporate Governance Auditório Victoria 27 de novembro 2013 Ana de Sá Leal economista Abordagem 1. Responsabilidade Social 2. Dimensão 3. Criar Valor 4. Outro

Leia mais

UNCTAD NOTA À IMPRENSA. RESTRIÇÃO O conteúdo deste Relatório não poderá ser divulgado antes das 17 horas do GMT de 18 de setembro de 2001

UNCTAD NOTA À IMPRENSA. RESTRIÇÃO O conteúdo deste Relatório não poderá ser divulgado antes das 17 horas do GMT de 18 de setembro de 2001 TRADUÇAO NÃO OFICIAL UNCTAD NOTA À IMPRENSA RESTRIÇÃO O conteúdo deste Relatório não poderá ser divulgado antes das 17 horas do GMT de 18 de setembro de 2001 (13 horas de Nova York, 19 horas de Genebra,

Leia mais

A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*)

A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*) A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*) Covilhã, 18 de Maio de 2007 (*) Manuel Delgado 1 AGENDA I Breve Caracterização dos Recursos Humanos da Saúde II As Despesas com Pessoal

Leia mais

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO Portugal situa-se no extremo sudoeste da Europa e é constituído por: Portugal Continental ou Peninsular (Faixa Ocidental da Península Ibérica) Parte do território

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

Banda larga: o fosso entre os países da Europa com melhores e piores desempenhos está a diminuir

Banda larga: o fosso entre os países da Europa com melhores e piores desempenhos está a diminuir IP/08/1831 Bruxelas, 28 de Novembro de 2008 Banda larga: o fosso entre os países da Europa com melhores e piores desempenhos está a diminuir De acordo com um relatório publicado hoje pela Comissão Europeia,

Leia mais

Mónica Montenegro António Jorge Costa

Mónica Montenegro António Jorge Costa Mónica Montenegro António Jorge Costa INTRODUÇÃO... 4 REFERÊNCIAS... 5 1. ENQUADRAMENTO... 8 1.1 O sector do comércio em Portugal... 8 2. QUALIDADE, COMPETITIVIDADE E MELHORES PRÁTICAS NO COMÉRCIO... 15

Leia mais

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA Empresas INOVAÇÃO PRODUTOS DIMENSÃO MERCADO PRODUÇÃO MARKETING GESTÃO LIDERANÇA FINANCIAMENTO RH COMPETÊNCIAS Empreendedorismo VISÃO ESTRUTURADA

Leia mais

Bolsa Buzz. Sumário. Editorial. Actividade TRIMESTRAL FEVEREIRO 2010 O FOLHETO DOS INVESTIDORES INDIVIDUAIS. 1 EDITORIAL Novo Índice Ibérico

Bolsa Buzz. Sumário. Editorial. Actividade TRIMESTRAL FEVEREIRO 2010 O FOLHETO DOS INVESTIDORES INDIVIDUAIS. 1 EDITORIAL Novo Índice Ibérico Bolsa Buzz 08 O FOLHETO DOS INVESTIDORES INDIVIDUAIS TRIMESTRAL FEVEREIRO 2010 O essencial do mercado português Sumário 1 EDITORIAL Novo Índice Ibérico 2 TRADING FOCUS Mercado Europeu de ETFs continua

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

NewVision Enquadramento do projecto de Qualificação e Internacionalização de PME

NewVision Enquadramento do projecto de Qualificação e Internacionalização de PME NewVision Enquadramento do projecto de Qualificação e Internacionalização de PME 15.06.2010 Institucional \ Breve Introdução A NEWVISION é uma empresa Portuguesa de base tecnológica, que tem como objectivo

Leia mais

Benchmarking e Boas Práticas no sector das Novas Tecnologias Jorge Carrola Rodrigues

Benchmarking e Boas Práticas no sector das Novas Tecnologias Jorge Carrola Rodrigues Benchmarking e Boas Práticas no sector das Novas Tecnologias Jorge Carrola Rodrigues Director, Lisconsult Consultoria Empresarial SA Consultor Nacional de Benchmarking (IAPMEI/UKBI-DTI) Coimbra, 8 de Abril

Leia mais

E R A S M U S + ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Apresentação

E R A S M U S + ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Apresentação ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Apresentação ERASMUS+ - Ensino Superior O Erasmus+ é o novo programa da UE dedicado à educação, formação, juventude e desporto. O programa tem início

Leia mais

SEPA - Single Euro Payments Area

SEPA - Single Euro Payments Area SEPA - Single Euro Payments Area Área Única de Pagamentos em euros APOIO PRINCIPAL: APOIO PRINCIPAL: Contexto O que é? Um espaço em que consumidores, empresas e outros agentes económicos poderão efectuar

Leia mais

RENTABILIDADE E RISCO NOS MERCADOS FINANCEIROS. Série Estudos nº10

RENTABILIDADE E RISCO NOS MERCADOS FINANCEIROS. Série Estudos nº10 RENTABILIDADE E RISCO NOS MERCADOS FINANCEIROS Luís Portugal Série Estudos nº10 2 de Março de 2010 Actuarial - Consultadoria 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. EVOLUÇÃO DOS ÍNDICES... 3 3. RENTABILIDADE E

Leia mais

WWW.PORTAL-ENERGIA.COM

WWW.PORTAL-ENERGIA.COM estatísticas rápidas Setembro/Outubro Nº 55/56 1/22 Índice A.Resumo B. As energias renováveis na produção de electricidade 1. Energia e potência por fonte de energia 2. Energia e potência por distrito

Leia mais

ASSISTIR AS PME NAS ESTRATÉGIAS DE CRESCIMENTO

ASSISTIR AS PME NAS ESTRATÉGIAS DE CRESCIMENTO ASSISTIR AS PME NAS ESTRATÉGIAS DE CRESCIMENTO O papel da Assistência Empresarial do IAPMEI António Cebola Sines, 11 de Dezembro de 2009 MISSÃO DO IAPMEI Promover a inovação e executar políticas de estímulo

Leia mais