Projeto Censo dos Polos Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011"

Transcrição

1 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Realização: 1

2 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Rio de Janeiro - setembro/2011 2

3 SEBRAE/RJ Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio do Janeiro Presidente do Conselho Deliberativo Estadual Jésus Mendes Costa Diretor Superintendente Cezar Vasquez Diretor de Desenvolvimento Evandro Peçanha Alves Diretor de Produtos e Atendimento Armando Clemente Gerente da Área de Estratégias e Diretrizes Cezar Kirszenblatt Gerente da Área de Comércio Serviços e Turismo Mariangela Rossetto Champoudry Coordenadora dos Polos Comerciais e Gastronômicos Louise da Silva Dourado Nogueira Coordenadora da Equipe de Estudos e Pesquisas Norma Suely Cerqueira Mesquita Colaboradores Débora Ferreira Finamore Marta Cristina Aresta Ribeiro Patrícia Reis Pereira Roberta Mendes Gonçalves Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Prefeito Eduardo Paes Secretário Especial de Desenvolvimento Econômico Solidário Marcelo Henrique da Costa Subsecretário de Políticas Emancipatórias e Empreendedorismo Social Marco Antonio de Oliveira Moita Subsecretário de Projetos e Apoio ao Desenvolvimento Local Eugênio Soares dos Santos Diretor de Polos e Apl s José Augusto da Costa e Silva Membro do Comitê do Censo dos Polos Maria Alice Barbosa Ribeiro Banco do Brasil S. A. Superintendência Estadual de Varejo e Governo do Estado do Rio de Janeiro Tarcísio Hubner Superintendência de Desenvolvimento Sustentável e Agronegócios Marcos Antonio Pimenta de Lima 3

4 Sindicato de Hotéis Bares e Restaurantes SindRio Presidente Pedro de Lamare Diretora de Polos Rosana Santos Superintendente José Darcilio Junqueira Coordenadora de Polos Marina Gerk Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro Coordenadora de Projetos Estratégicos Vanessa Rocha Analista de Projetos Estratégicos Kenya Giacomini Analista de Economia e Pesquisas Leonardo Lima Revisão de Texto do Censo dos Polos Jefferson Lessa Associação Comercial do Rio de Janeiro Vice Presidente do Conselho de Inovação e Tecnologia Marília Oliveira Correa de Brito Diretora de Projetos Marta Arakaki Narcisa Santos Consultoria, Projetos e Cursos Ltda. Diretora Técnica Narcisa Maria Gonçalves dos Santos, DSc. Diretor Administrativo e Financeiro Roberto Calonico dos Santos, MBA. Assessoramento Técnico Aline Vidaure Senatore - Atuária Aucir Costa Couto - Estatístico Caroline Marcelino Sixel - Estatística Diego Amorim da Silva - Estatístico Lincoln Thiago Neves - Estatístico Luciana Azevedo Almeida dos Santos - Estatística Pesquisadores Diego Oliveira Figueiredo Glauber Meleiro Secundo Dias Jéssica Aiume Conceição Dias Livia Ferreira Rodrigues Mariana Coelho Cunha Araújo Mayra Lopes Tavares do Couto Thamires Lopes Tavares do Couto 4

5 Sumário Avaliação do Programa... Erro! Indicador não definido. Relatório do Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba...7 Objetivo do Censo dos Polos para o Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba...8 Parte 1. Conhecer a vocação econômica do Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba Atrativos turísticos Perspectivas da Região...10 Parte 2. Perfil dos Estabelecimentos do Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba Conhecer o Estabelecimento Direto Faixas de Faturamento Cadastro de Associados Contratação de Pessoas em Quadro de Pessoal em Conhecer o Nível de Participação Direta dos Empresários do Polo Identificar a Formação de Novas Lideranças Opinião Sobre a Duração do Mandato do Presidente do Polo Desejo de Assumir a Liderança do Polo Indicação de uma Liderança Para o Polo Identificar Oportunidades de Melhorias de Gestão e Inovação Principais Tipos de Fornecedores Nível de Formação de Gestores Capacitação Gerencial e Técnica Opinião Sobre as Ações Dos Polos Participação e Memorização das Atividades Promovidas Pelo Programa Polos do Rio Avaliação Sobre as Ações do Polo...23 Apêndice A Cadastro de Empresas do Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba... Erro! Indicador não definido. Apêndice B - Questionário... Erro! Indicador não definido. 5

6 Avaliação do Programa O Programa POLOS DO RIO, instituído pelo Decreto Nº 31473, de 7 de dezembro de 2009, tem como propósito central o fortalecimento dos aglomerados comerciais e de serviços da cidade do Rio de Janeiro, respeitadas as suas singularidades e vocações. Adotando modelo de governança público-privado, hoje referência para outros formatos de parcerias, reúne experiência e variado elenco de ferramentas de apoio empresarial das instituições que o coordenam: ACRJ, Banco do Brasil, Fecomércio-RJ, Sebrae/RJ, SindRio e Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico Solidário/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo em que reforça a vocação desses aglomerados comerciais, como importantes destinos de consumo e entretenimento da cidade, o Programa POLOS DO RIO estimula a reflexão dos empresários quanto à instalação de um bom ambiente de negócios, através da melhoria do atendimento aos clientes e consumidores, da autocapacitação e da adequada formação de suas equipes, da adoção de práticas empresariais modernas e associativas, da relação harmônica com o território e com a cidade. Os polos são uma realidade no Rio de Janeiro. São dezenas, distribuídos pelas diversas regiões da cidade. Muitos, já formalizados e com organicidade própria, integram o Programa POLOS DO RIO. Outros, em fase de organização e constituição, tendo neste processo o apoio das entidades da governança do Programa. Incluemse, ainda, os inúmeros grupos empresariais que, iniciando o exercício associativo, em futuro próximo se constituirão em polos. O polo, em síntese, é a união de empresários e empreendedores que, juntos, buscam soluções coletivas para problemas ou interesses que, individualmente, seriam difíceis ou impossíveis de serem alcançados. Essa estratégia associativa permite aos polos, dentre outros diferenciais: maior apoio das entidades de fomento empresarial, em especial das que compõem a governança do Programa; aumento do poder de negociação, tanto empresarial quanto com as instâncias de governo; melhoria das relações interempresariais, ampliando as possibilidades de parcerias; melhoria dos ambientes interno e externo; implementação de ações de responsabilidades sócio-empresarial; iniciativas que promovam o polo e aqueçam os negócios. O Censo se apresenta como uma necessidade natural de se conhecer a realidade dos polos que integram o Programa POLOS DO RIO, ao retratar o momento atual e observar a sua evolução a partir de parâmetros comparativos a serem aferidos em futuro próximo. O Censo propicia entender melhor o perfil e a vocação econômica de cada polo, conhecer as empresas que o constituem e sua rede de contatos. Oferecer às empresas associadas informações úteis para o posicionamento do seu negócio, oferecer aos polos informações que os ajudem a realizar seu planejamento estratégico e aprimorar o entendimento das necessidades de cada polo para melhor subsidiar as ações do Programa, são alguns dos objetivos do Censo. 6

7 Relatório do Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba O Censo dos Polos é uma realização da Governança do Programa Polos do Rio, que tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre o desenvolvimento do Programa, avaliar as ações já empreendidas e obter subsídios para a proposição de novas diretrizes. Neste documento são pesquisados os estabelecimentos pertencentes a 18 Polos Gastronômicos e/ou Multisetoriais, pertencentes ao Programa. A pesquisa teve início em 15/07/2011, com a reunião de mobilização no Polo Gastronômico de Botafogo e, em seguida, se deu o levantamento dos demais Polos. Esse relatório é referente ao Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba, composto por questionários, com um total de 16 (dezesseis) entrevistas, sendo 13 (treze) restaurantes. O início do levantamento de campo se deu no período compreendido entre 19/04/12 e 13/06/12. A pesquisa está organizada em três partes: Delimitação geográfica, vocação econômica do Polo e perfil dos estabelecimentos da região. Perfil demográfico e socioeconômico da região. Perfil dos estabelecimentos associados ao Polo Este relatório consolida os resultados do Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba. 7

8 Objetivo do Censo dos Polos para o Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba 1. Delimitação geográfica, vocação econômica do Polo e perfil dos estabelecimentos da região 2. Mapa da delimitação geográfica 3. Caracterização do espaço físico 4. Empresas por porte e seções do CNAE 5. Perfil dos estabelecimentos associados ao Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba 8

9 Parte 1. Guaratiba Conhecer a vocação econômica do Polo Multisetorial de Barra de 1.1. Atrativos turísticos Ao longo de toda a Estrada de Barra de Guaratiba, os restaurantes especializados em frutos do mar, ao alcance de todos os bolsos, são um dos roteiros turísticos mais procurados da cidade. Além da deslumbrante Restinga da Marambaia, vale conferir as ofertas do Polo de Plantas Ornamentais de Guaratiba. Delimitação: Toda a Estrada de Barra de Guaratiba (Estrada Roberto Burle Marx). 9

10 1.2. Perspectivas da Região A região delimitada é comercial, composta por 104 (cento e quatro) estabelecimentos, dos quais 90,4% são microempresas, com força de trabalho de 332 (trezentos e trinta e dois) empregados. Quadro 1 Delimitações por Divisões de Atividades Econômicas Estabelecimentos e Empregados da Área Delimitada do Polo Barra de Guaratiba DELIMITAÇÕES POR DIVISÕES % Estabelec. Estabelec. Empreg. % Empreg. Estrada Roberto Burle Marx / Estrada de Barra de Guaratiba ,0% ,0% Comércio Varejista 33 31,7% ,8% Alimentação 28 26,9% ,1% Atividades de Organizações Associativas 8 7,7% 2 0,6% Comércio por Atacado, exceto Veículos Automotores e Motocicletas 5 4,8% 9 2,7% Alojamento 4 3,8% 11 3,3% Educação 4 3,8% 2 0,6% Serviços para Edifícios e Atividades Paisagísticas 3 2,9% 11 3,3% Outras Divisões 19 18,3% 15 4,5% Fonte: MTE/RAIS Identificada Em 2010, 16 estabelecimentos participaram do Polo com ênfase em gastronomia. Considerando as atividades afins ao perfil do Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba (preponderantemente gastronomia, comércio e serviços), observa-se em seu perímetro a existência de 75 estabelecimentos, o que denota espaço para novas adesões. Os gráficos na sequência apresentam, respectivamente, como se dá a representatividade das atividades econômicas na região circunscrita ao Polo e as atividades afins, que efetivamente o compõem. 10

11 Gráfico 1 Representatividade das atividades econômicas da Região delimitada do Polo Alojamento e Alimentação 1% 1% Comércio e Reparação de Veículos 8% Atividades Administrativas e Serviços Estabelecimentos da Região 3% 2% 4% 2% 3% 5% 4% 31% Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Aquicultura Indústrias de Transformação Construção Transporte, Armazenagem e Correio Informação e Comunicação 36% Atividades Imobiliárias Administração Pública, Defesa e Seguridade Social Educação Outras Atividades 6% Estabelecimentos Participantes do Polo 13% Alojamento e Alimentação Comércio; Reparação de Veículos Atividades Administrativas e Serviços 81% Fonte: MTE/RAIS Identificada

12 Gráfico 2 Dimensão Espacial do Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba Alojamento e Alimentação Estabelecimentos Afins ao Polo Atividades Administrativas e Serviços Comércio; Reparação de Veículos Estabelecimentos Participantes do Polo Alojamento e Alimentação Atividades Administrativas e Serviços Comércio; Reparação de Veículos O gráfico 2 demonstra o potencial de crescimento do Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba, cujas empresas associadas dos segmentos de Alojamentos e Alimentação, Comércio e Reparação de Veículos, e Atividades Administrativas e de Serviços, afins ao perfil do Polo, representam 21,33% do total levantado. 12

13 Parte 2. Perfil dos Estabelecimentos do Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba Esta seção mostra o perfil do Polo, formado pelos dezesseis (16) estabelecimentos associados e pesquisados, destacando as principais métricas esperadas pela Governança do Programa Polos do Rio, conforme o projeto do Censo. Serão analisados indicadores de faturamento, postos de trabalho, modelos de gestão e inovação, formação de lideranças, entre outras. Tabela 1 Diferentes segmentos dos estabelecimentos Segmento Quantidade (%) Restaurante 13 81,4 Artesanato 1 6,2 Peixaria 1 6,2 Prestadora de Serviços 1 6,2 Total ,0 13

14 2.1. Conhecer o Estabelecimento Direto O estabelecimento associado ao Polo pode ser analisado segundo características de porte por meio de faixas de faturamento e postos de trabalho. Conforme as respostas dos empresários pesquisados, a maioria dos associados pode ser classificada como pequena empresa, segundo os critérios da legislação e do SEBRAE Faixas de Faturamento Os estabelecimentos associados ao Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba apresentam faturamento anual indicativo de pequena empresa, concentrando até R$ 100 mil em 69% dos casos, com média estimada para o ano de 2010 em R$ ,16 (trezentos e trinta e quatro mil, trezentos e setenta e cinco reais e dezesseis centavos). Gráfico 3 - Faixa de faturamento anual Faixas ** Até R$ 100,00 69% De R$ 100,01 a R$ 300,00 13% De R$ 300,01 a R$ 600,00 6% De R$ 600,01 a R$ 1.000,00 0% De R$ 1.000,01 a R$ 2.400,00 13% 0% 20% 40% 60% 80% *Média = ,16 ** Em mil reais 14

15 Cadastro de Associados O cadastro completo dos estabelecimentos associados ao Polo que participaram da pesquisa se encontra no anexo Contratação de Pessoas em 2010 Em 2010, houve contratação de pessoal fixo no Polo de 1 e 10 pessoas, em 44% dos casos com média estimada em 2 empregados. Gráfico 4 - Número de contratações fixas, em 2010 Contratações Nenhuma 56% De 1 a 5 31% De 6 a 10 13% 0% 20% 40% 60% 15

16 Quadro de Pessoal em 2010 O quadro de pessoal apresenta o perfil adequado para pequenas empresas, concentrando-se em até 10, representando 75% com média estimada de 9 empregados. Gráfico 5 -Número de pessoas do quadro fixo de pessoal, em 2010 Pessoas Até 10 75% De 11 a 20 13% De 21 a 30 De 31 a 40 6% 6% 0% 20% 40% 60% 80% 2.2. Conhecer o Nível de Participação Direta dos Empresários do Polo Para caracterizar o nível de participação dos empresários associados ao Polo, foram observadas as horas dedicadas às ações do projeto em 2010: 13% participaram 1 hora por semana, totalizando 4 horas por mês. A média de participação semanal foi estimada em 2,5 horas, e a mensal, em até 10 horas. Gráfico 6 -Quantidade de horas dedicadas as ações do Polo por semana Horas Nenhuma Uma 13% 13% Não especificadas 75% 0% 20% 40% 60% 80% 16

17 2.3. Identificar a Formação de Novas Lideranças Para a identificação de novas lideranças para o Polo Multisetorial de Barra de Guaratiba, foi perguntada a opinião dos associados sobre o tempo de mandato e a possibilidade de reeleição do presidente, além de interesse e indicação de lideranças Opinião Sobre a Duração do Mandato do Presidente do Polo Na opinião dos empresários entrevistados, a duração do mandato do presidente do Polo deve ser de até quatro (4) anos, sendo favoráveis à reeleição: pode-se afirmar que o mandato adequado é de um (1) ano, com possibilidade de reeleição. Tabela 2 Duração do mandato do presidente do polo por reeleição E á favor da reeleição Tempo Sim Não Total Quantidade % Quantidade % Quantidade % Um 8 57,1 0 0,0 8 53,3 Dois 4 28, ,0 5 33,3 Três 0 0,0 0 0,0 0 0,0 Acima de Três 2 14,2 0 0,0 2 13,4 Total , , ,0 Gráfico 7 -Opinião sobre a reeleição do Presidente do Polo É a favor da reeleição 7% Não é a favor da reeleição 93% 17

18 Desejo de Assumir a Liderança do Polo Não Gráfico 8 -Gostaria de assumir a liderança do Polo? 13% Os empresários não se dispuseram a exercer a liderança do Polo: 87% informaram não desejar nenhuma posição neste sentido. Sim 87% Indicação de uma Liderança Para o Polo Entre os entrevistados, 44% se posicionaram desfavoráveis à indicação de lideranças, mostrando desinteresse em renovação associativa. Gráfico 9 -Indicação de liderança para o Polo 44% 56% Sim Não 2.4. Identificar Oportunidades de Melhorias de Gestão e Inovação A pesquisa identificou as práticas de gestão e inovação empregadas entre os associados em 2010 pela classificação dos fornecedores, nível de formação dos gestores e as ações de capacitação gerencial e técnica. 18

19 Principais Tipos de Fornecedores A caracterização da gestão de insumos se concentrou em alimentos e bebidas e higienização de ambientes (6,7% cada), com periodicidade diária, alimentos e bebidas (80%) e higiene pessoal (71,4), com periodicidade semanal. Tabela 3 Classificação dos produtos segundo periodicidade de pedidos ao fornecedor Produtos Mensal Quinzenal Semanal Diário Quando Necessário Não consome (%) (%) (%) (%) (%) (%) (%) Alimentos e bebidas - 6,7 80,0 6,7-6,7 100,0 Higiene pessoal - 21,4 71, ,1 100,0 Higienização de ambientes - 20,0 66,7 6,7-6,7 100,0 Eletroeletrônicos 25, ,7 8,3 100,0 Elétrica, hidráulica e construção 36, ,5 18,2 100,0 Papelaria e escritório 42,9 21,4 35, ,0 Uniformes em geral 18, ,5 27,3 100,0 Insumos de informática 36, ,5 18,2 100,0 Material de recreação ,3 91,7 100,0 Louças, talheres e cozinha 23, ,5 15,4 100,0 Material de artesanato 12, ,5 100,0 Total Nível de Formação de Gestores Os principais dirigentes dos estabelecimentos associados ao Polo têm pós-graduação (22% dos casos) e nível superior (14%). Apresentam-se, também, 64% com nível médio. Gráfico 10 -Grau de escolaridade do principal dirigente do estabelecimento 22% 14% 64% Nível Médio Nível Superior Pós-graduação 19

20 Capacitação Gerencial e Técnica A análise das necessidades de capacitação gerencial e técnica foram observadas com vistas a novas ações a serem oferecidas aos associados e podem ser observadas nas tabelas a seguir. Tabela 4 Necessidade de Capacitação Gerencial Capacitação Gerencial Quantidade (%) Gestão Empresarial 11 68,8 Gestão de Custos 10 62,5 Gestão de Estoque 8 50,0 Atendimento ao Cliente 7 43,8 Marketing 7 43,8 Gestão Financeira 5 31,3 Segurança Alimentar 5 31,3 Vendas 5 31,3 Noções Básicas de Inglês 4 25,0 Informática 3 18,8 Liderança 3 18,8 Contábil 2 12,5 Noções Básicas de Espanhol 2 12,5 Relações Interpessoais e Negociação 2 12,5 Nenhuma 1 6,3 Nota 1: Pergunta admite mais de uma resposta. Nota 2: Os percentuais foram calculados sobre o número total de respondentes desta questão (16). Sobressai a necessidade de capacitação gerencial nos quesitos gestão empresarial (68,8%), seguida de gestão de custos (62,5%). Tabela 5 Necessidade de Capacitação para Técnico de Gastronomia Técnico de Gastronomia Quantidade (%) Auxiliar de Cozinha 10 66,7 Manipulação de Alimentos 8 53,3 Atendimento ao Cliente 6 40,0 Barman 6 40,0 Garçom 6 40,0 Idiomas 3 20,0 Gastronomia 2 13,3 Nota 1: Pergunta admite mais de uma resposta. Nota 2: Os percentuais foram calculados sobre o número total de respondentes desta questão (15). Na necessidade de capacitação técnica em gastronomia, a prioridade é para auxiliar de cozinha (66,7%), seguida de manipulação de alimentos (53,3%). 20

21 Tabela 6 Necessidade de Capacitação para Técnico de Comércio Técnico de Comércio Quantidade (%) Atendimento ao Cliente 9 64,3 Técnicas de Vendas 8 5,6 Caixa 5 3,5 Sommelier 1 0,7 Nota 1: Pergunta admite mais de uma resposta. Nota 2: Os percentuais foram calculados sobre o número total de respondentes desta questão (14). Para a capacitação técnica em comércio, foram notadas as necessidades em atendimento ao cliente (64,3%) cada uma. 21

22 2.5. Opinião Sobre as Ações Dos Polos As ações desenvolvidas pelo Programa Polos do Rio em 2010 foram distribuídas em cursos, eventos e um prêmio Participação e Memorização das Atividades Promovidas Pelo Programa Polos do Rio Os entrevistados participaram e memorizaram as atividades em 27,3% das indicações. Tabela 7 Participação em atividades Promovidas pelo Polo Participação Quantidade (%) Todas 3 27,3 Atendimento ao cliente 2 18,2 Divulgação de cardápio 2 18,2 Manipulação de alimentos 2 18,2 Café da manhã 1 9,1 Cursos em geral 1 9,1 Festas 1 9,1 Jardim do rio 1 9,1 Reuniões 1 9,1 Tô no Polo 1 9,1 Nota 1: Pergunta admite mais de uma resposta. Nota 2: Os percentuais foram calculados sobre o número total de respondentes desta questão (11). 22

23 Avaliação Sobre as Ações do Polo Os associados puderam avaliar as ações do Polo pelas atividades e pela gestão. No quesito atividades, foram observadas participações nas decisões (100%), satisfação (93,7%), distribuição de jornais/informes (87,5%), baixa qualificação (25%) e liderança (12,5%). Tabela 8 Sobre as atividades do Polo Atividades do Polo O Polo distribui jornais/informes para a região? O Sr(a) Participou das decisões relacionadas ao desenvolvimento deste Polo? O Sr(a) se sentiu satisfeito com as ações do Polo para fortalecer o seu negócio? O Sr(a) gostaria de assumir uma posição de liderança no Polo? O Sr(a) se sente qualificado para assumir uma posição de liderança no Polo? Sim Não Não Respondeu Total Quantidade (%) Quantidade (%) Quantidade (%) Quantidade (%) 14 87,5 0 0,0 2 12, , ,0 2 14,3 0 0, , ,7 0 0,0 1 6, ,0 2 12, ,5 0 0, ,0 4 25, ,0 0 0, ,0 Na avaliação da gestão do Polo, destacou-se que há uma associação constituída, com captação de recursos de R$ 3 mil. Tabela 9 Avaliações sobre as ações dos Polos Avaliação sobre a capacidade de autogestão do Polo Resposta Existência de associação constituída Sim Número de reuniões realizadas durante o ano, fora a plenária. 40 Número de funcionários do Polo 1 Avaliação da capacidade de financiamento das próprias atividades Resposta Faixa de recursos captados durante o período R$ 3.000,00 Número de convênios ou parcerias 0 Serviços contratados 0 Avaliar o esforço de divulgação das ações junto aos empresários Resposta Existência de jornais ou informes Sim Existência de mídia espontânea Sim Investimento em publicidade com recursos próprios. R$ 2.000,00 Investimento em publicidade com recursos dos parceiros. R$ 1.000,00 Conhecer o nível de participação direta dos empresários nos Polos Resposta Empresários participantes nas reuniões plenárias 8 Número de anos da presidência em poder 1 Identificar Polos que necessitam de realinhamento estratégico Resposta Número de ações planejadas no período 1 Número de ações implementadas, das ações planejadas no período. 1 Houve mudança drástica no contexto da região Não 23

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Realização: 1 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Rio de Janeiro - setembro/2011

Leia mais

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Realização: 1 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Rio de Janeiro - setembro/2011

Leia mais

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Realização: 1 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Rio de Janeiro - setembro/2011

Leia mais

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Realização: 1 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Rio de Janeiro - setembro/2011

Leia mais

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Realização: 1 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Rio de Janeiro - setembro/2011

Leia mais

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Realização: 1 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Rio de Janeiro - setembro/2011

Leia mais

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Realização: 1 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Rio de Janeiro - setembro/2011

Leia mais

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Realização: 1 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Rio de Janeiro - setembro/2011

Leia mais

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011

Projeto Censo dos Polos 2011. Relatório de Pesquisa. Realização: Rio de Janeiro Setembro/2011 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Realização: 1 Projeto Censo dos Polos 2011 Relatório de Pesquisa Rio de Janeiro Setembro/2011 Rio de Janeiro - setembro/2011

Leia mais

UGE Unidade de Gestão Estratégica Área de Estudos e Pesquisas

UGE Unidade de Gestão Estratégica Área de Estudos e Pesquisas Pesquisa Setorial Segmento de Bares e Restaurantes Sebrae em Goiás Conselho Deliberativo Marcelo Baiocchi Carneiro Presidente Diretoria Executiva Diretoria Executiva Manoel Xavier Ferreira Filho Manoel

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria

Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria Santa Maria, 15 de Outubro de 2012 Pauta: 1) Contexto da Economia Criativa no Brasil de acordo com o Plano da Secretaria da Economia Criativa

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA DE EUNÁPOLIS

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA DE EUNÁPOLIS PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA DE EUNÁPOLIS Eunápolis, Julho/2013 1. CONTEXTUALIZAÇÃO Eunápolis possui a terceira maior população do Extremo Sul da Bahia estimada em 102 mil habitantes, sendo

Leia mais

MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ

MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ 2009 Índice Introdução...3 O que é Base Tecnológica?...3 O que é o Programa de Incubação?...3 Para quem é o Programa de Incubação?...4 Para que serve o

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

Projeto PODEMOS MAIS E MELHOR

Projeto PODEMOS MAIS E MELHOR Projeto PODEMOS MAIS E MELHOR Mostra Local de: Londrina Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: "PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO

Leia mais

MARIANA IMPLEMENTA LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA

MARIANA IMPLEMENTA LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA INFORMATIVO DEZEMBRO DE 2013 Acesse também: www.mariana.gov.br MARIANA IMPLEMENTA LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA Promover a criação de um ambiente favorável para valorizar a micro e pequena empresa,

Leia mais

Claudio Cesar Chaiben Emanuela dos Reis Porto Patrícia Granemann

Claudio Cesar Chaiben Emanuela dos Reis Porto Patrícia Granemann Claudio Cesar Chaiben Emanuela dos Reis Porto Patrícia Granemann SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas; É uma entidade privada que promove a competitividade e o desenvolvimento

Leia mais

UGE Unidade de Gestão Estratégica Área de Estudos e Pesquisas

UGE Unidade de Gestão Estratégica Área de Estudos e Pesquisas Pesquisa Setorial Supermercados Sebrae em em Goiás Conselho Deliberativo Marcelo Baiocchi Carneiro Presidente Diretoria Executiva Diretoria Executiva Manoel Xavier Ferreira Filho Diretor Manoel Superintendente

Leia mais

AGENDA. Impacto na Região Linhas Estratégicas

AGENDA. Impacto na Região Linhas Estratégicas AGENDA Como Surgiu Situação Atual Variáveis Importantes Governança Conquistas Impacto na Região Linhas Estratégicas Rodrigo Fernandes Coordenador Executivo da COMTEC Como Surgiu A T.I. surgiu para prover

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Associativo AÇÃO ASSOCIATIVA

Programa de Desenvolvimento Associativo AÇÃO ASSOCIATIVA Programa de Desenvolvimento Associativo AÇÃO ASSOCIATIVA Objetivos 1 2 Atuação Integrada das Entidades Ampliar a Representatividade dos Sindicatos 3 Aumentar a Sustentabilidade do Sindicato 4 Estimular

Leia mais

Associativismo a modernização do sindicalismo nacional

Associativismo a modernização do sindicalismo nacional A união faz a força O dito popular encaixa-se como uma luva quando o assunto é associativismo o assunto em pauta no meio sindical. As principais confederações patronais do País estão investindo nessa bandeira

Leia mais

Publicado em 14/05/2014

Publicado em 14/05/2014 SEBRAE/MA Edital de Credenciamento 01/2012 Comunicado de Credenciamento 001/2014 Credenciamento para Prestação de Serviços de Instrutoria e Consultoria DIVULGAÇÃO DO RESULTADO DA ETAPA 2 HABILITAÇÃO: RESULTADO

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT Rede de Disseminação, Informação e Capacitação

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT Rede de Disseminação, Informação e Capacitação PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria da Micro e Pequena Empresa Fórum Permanente de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT Rede

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL Sorocaba 3 o trimestre de 2014 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado de São Paulo,

Leia mais

SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS PEQUENOS negócios no BRASIL 99% 70% 40% 25% 1% do total de empresas brasileiras da criação de empregos formais da massa salarial do PIB das exportações

Leia mais

TURISMO DE NEGÓCIOS EM VOLTA REDONDA, RJ: ESTUDO COMPARATIVO DE GESTÃO HOTELEIRA

TURISMO DE NEGÓCIOS EM VOLTA REDONDA, RJ: ESTUDO COMPARATIVO DE GESTÃO HOTELEIRA TURISMO DE NEGÓCIOS EM VOLTA REDONDA, RJ: ESTUDO COMPARATIVO DE GESTÃO HOTELEIRA Alexandro Ferreira Reis Carlos Eduardo Brasil Campos Rossana Souza Almeida, Esp. (Orientadora) Este estudo tem como objetivo

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

O Programa de Inovação na Indústria Capixaba INOVAFINDES, é uma iniciativa de articulação e mobilização entre as instituições que compõem o Sistema

O Programa de Inovação na Indústria Capixaba INOVAFINDES, é uma iniciativa de articulação e mobilização entre as instituições que compõem o Sistema O Programa de Inovação na Indústria Capixaba INOVAFINDES, é uma iniciativa de articulação e mobilização entre as instituições que compõem o Sistema Findes com as que fazem parte do Sistema Estadual de

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL Campinas 2 o trimestre de 2015 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado de São Paulo,

Leia mais

Vencedores do 4º Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor CATEGORIA: TURISMO DE EXCELÊNCIA

Vencedores do 4º Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor CATEGORIA: TURISMO DE EXCELÊNCIA Vencedores do 4º Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor Vencedores Estaduais na categoria Promoção do turismo de excelência CATEGORIA: TURISMO DE EXCELÊNCIA Município de Nova Friburgo RJ Vencedores do 4º

Leia mais

Conceitos. Empreendedor M E T O D O L O G I A. Atividade Empreendedora. Empreendedorismo. * Fonte: OCDE

Conceitos. Empreendedor M E T O D O L O G I A. Atividade Empreendedora. Empreendedorismo. * Fonte: OCDE METODOLOGIA M E T O D O L O G I A Conceitos Empreendedor Atividade Empreendedora Empreendedorismo * Fonte: OCDE M E T O D O L O G I A Conceitos Empreendedor Indivíduo que tenciona gerar valor através da

Leia mais

DIVULGAÇÃO DO RESULTADO DA ETAPA 3 CERTIFICAÇÃO DA CAPACIDADE TÉCNICA: RESULTADO PRELIMINAR DA AVALIAÇÃO DE CONHECIMETOS TÉCNICOS

DIVULGAÇÃO DO RESULTADO DA ETAPA 3 CERTIFICAÇÃO DA CAPACIDADE TÉCNICA: RESULTADO PRELIMINAR DA AVALIAÇÃO DE CONHECIMETOS TÉCNICOS SEBRAE/MA Edital de Credenciamento 01/2012 Comunicado de Credenciamento 001/2014 Credenciamento para Prestação de Serviços de Instrutoria e Consultoria DIVULGAÇÃO DO RESULTADO DA ETAPA 3 CERTIFICAÇÃO DA

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

SEBRAE/RJ Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio do Janeiro

SEBRAE/RJ Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio do Janeiro SEBRAE/RJ Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Rio do Janeiro Rua Santa Luzia, 685 6º, 7º e 9º andares Centro Rio de Janeiro RJ CEP: 20030-041 Presidente do Conselho Deliberativo

Leia mais

RESULTADO PRELIMINAR - ETAPA 3 CERTIFICAÇÃO DA CAPACIDADE TÉCNICA (AULA PRÁTICA) INTRUTORIA

RESULTADO PRELIMINAR - ETAPA 3 CERTIFICAÇÃO DA CAPACIDADE TÉCNICA (AULA PRÁTICA) INTRUTORIA SEBRAE/MA Edital de Credenciamento 01/2012 Comunicado de Credenciamento 001/2014 Credenciamento para Prestação de Serviços de Instrutoria e RESULTADO PRELIMINAR - ETAPA 3 CERTIFICAÇÃO DA CAPACIDADE TÉCNICA

Leia mais

FIPECAFI e IBRI divulgam resultado da 5ª Pesquisa sobre o Perfil e a Área de Relações com Investidores

FIPECAFI e IBRI divulgam resultado da 5ª Pesquisa sobre o Perfil e a Área de Relações com Investidores FIPECAFI e IBRI divulgam resultado da 5ª Pesquisa sobre o Perfil e a Área de Relações com Investidores Os resultados da 5ª Pesquisa sobre o perfil e a área de Relações com Investidores no Brasil divulgado

Leia mais

1 Disseminar a cultura de empreender e inovar, fortalecendo as ações do Comitê de Empreendedorismo e Inovação (CEI)

1 Disseminar a cultura de empreender e inovar, fortalecendo as ações do Comitê de Empreendedorismo e Inovação (CEI) Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos Visão: "Que em 2020 Santa Maria e região sejam referência pela capacidade de empreender,

Leia mais

LAJES PINTADAS 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS

LAJES PINTADAS 1 DADOS GERAIS 2 PERFIL DOS EMPREENDIMENTOS 1 DADOS GERAIS - Data de emancipação: 31/12/1958 - Distância da capital: 128 km - Área: 130 Km 2 - Localização Mesorregião: Agreste Potiguar Microrregião: Borborema Potiguar - População: 4.217 (IBGE/2007)

Leia mais

Janelas de Oportunidades Locacionais: o PAPL alagoano. Francisco Rosário FEAC/UFAL Keuller Hissa FEAC/UFAL

Janelas de Oportunidades Locacionais: o PAPL alagoano. Francisco Rosário FEAC/UFAL Keuller Hissa FEAC/UFAL Janelas de Oportunidades Locacionais: o PAPL alagoano Francisco Rosário FEAC/UFAL Keuller Hissa FEAC/UFAL Agenda 1. Por que Janelas de Oportunidades Locacionais? O contexto do debate. 2. A política de

Leia mais

Vis o Geral. Edição o de de bolso

Vis o Geral. Edição o de de bolso Atendimento Gestão de Estoques ao Clinte Vis o Geral Edição o de de bolso 01 SEBRAE SP Conselho Deliberativo Presidente Alencar Burti (ACSP) ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI Associação Nacional

Leia mais

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio CBA Comércio Internacional Comércio Internacional A intensidade das relações comerciais e produtivas das empresas no atual contexto econômico tem exigido das empresas um melhor entendimento da complexidade

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL São Paulo 2 o trimestre de 2015 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado de São

Leia mais

Unidade de Gestão Estratégica. Perfil Socioeconômico. Regional Centro

Unidade de Gestão Estratégica. Perfil Socioeconômico. Regional Centro Unidade de Gestão Estratégica Perfil Socioeconômico Regional Centro Sebrae em Conselho Deliberativo Pedro Alves de Oliveira Presidente Diretoria Executiva Igor Montenegro Diretor Superintendente Wanderson

Leia mais

Comitê de Articulação Federativa Regimento Interno

Comitê de Articulação Federativa Regimento Interno PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Comitê de Articulação Federativa Regimento Interno DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º O Comitê de Articulação

Leia mais

O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE

O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE Contratantes: O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE Tópicos da apresentação: Turismo Sustentável sob a Ótica da PSLN. Tópicos: I Informações gerais sobre a PSLN; II Diagnóstico

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

LISTAGEM DE EMPRESAS HABILITADAS NO SGC

LISTAGEM DE EMPRESAS HABILITADAS NO SGC Razão Social Representante Legal Prof. Indicado / Autônomo Área Subárea Especialidade Natureza A BENTO SERRA AUGUSTO BENTO SERRA JORGE MANUEL RODRIGUES CUNHA Desenvolvimento Territorial Monitoramento e

Leia mais

com parceiros na produção de informações e conhecimento, compartilhamento de trabalhos com vistas a alavancar os resultados e abolir duplicidades.

com parceiros na produção de informações e conhecimento, compartilhamento de trabalhos com vistas a alavancar os resultados e abolir duplicidades. TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO Contratação de consultoria especializada para desenvolvimento dos serviços técnicos necessários à elaboração da metodologia para a estruturação da Rede de Parceiros para o

Leia mais

INCUBADORA RINETEC. Regulamento da Chamada para ingresso de idéias inovadoras na incubadora RINETEC. Edital 001 2014

INCUBADORA RINETEC. Regulamento da Chamada para ingresso de idéias inovadoras na incubadora RINETEC. Edital 001 2014 INCUBADORA RINETEC Regulamento da Chamada para ingresso de idéias inovadoras na incubadora RINETEC Edital 001 2014 1. APRESENTAÇÃO 1.1 Este edital estabelece formas, condições e critérios para que a Associação

Leia mais

Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista de Belo Horizonte. Polo de Moda

Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista de Belo Horizonte. Polo de Moda Pesquisa de Opinião do Comércio Varejista de Belo Horizonte 2013 Apresentação Belo Horizonte também é conhecida por abrigar, entre suas montanhas, tradicionais polos da moda. Os bairros de Lourdes, Prado,

Leia mais

Grupo da Qualidade. Grupos de Trabalho

Grupo da Qualidade. Grupos de Trabalho Grupos de Trabalho Grupo da Qualidade A finalidade do Grupo da Qualidade é promover ações para discussão e melhoria do sistema de gestão da qualidade das empresas associadas ao Sindipeças. Coordenador:

Leia mais

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012 EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012 PROCEDIMENTOS DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PROJETOS EMPRESARIAIS INOVADORES PARA INGRESSO E PARTICIPAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ IESJ. A INCUBADORA

Leia mais

Controles financeiros Edição de bolso

Controles financeiros Edição de bolso 03 Controles financeiros Edição de bolso A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE-SP nas seguintes áreas: Organização Empresarial Finanças Marketing

Leia mais

Plano BrasilMaior 2011/2014

Plano BrasilMaior 2011/2014 Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Agenda de Ações para a Competitividade dos Pequenos Negócios Dimensões do Plano Brasil Maior -Quadro Síntese Dimensão Estruturante:

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA

TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA Função no Projeto: Contratação de consultoria especializada para desenvolver e implementar estratégias de impacto e sustentabilidade da Campanha Coração Azul no

Leia mais

Carta de São Paulo 1º FEIRATUR Feira Nacional de Turismo Rural

Carta de São Paulo 1º FEIRATUR Feira Nacional de Turismo Rural Carta de São Paulo 1º FEIRATUR Feira Nacional de Turismo Rural No período compreendido entre os dias 16 e 19 do mês de setembro de 2004, realizou-se a Primeira Feira Nacional do Turismo Rural - 1º FEIRATUR,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO N 12.653

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO N 12.653 Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO N 12.653 Estabelece a forma de organização e regulamenta o funcionamento das unidades administrativas da Secretaria de Trabalho e Geração

Leia mais

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES Organizador Patrocínio Apoio PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 O Turismo é uma das maiores fontes de

Leia mais

Melhor Prática vencedora: Serviços e Equipamentos Turísticos (Capital) Capacitação para profissionais do setor: Manual para Atendimento ao turista

Melhor Prática vencedora: Serviços e Equipamentos Turísticos (Capital) Capacitação para profissionais do setor: Manual para Atendimento ao turista 1 Melhor Prática vencedora: Serviços e Equipamentos Turísticos (Capital) Capacitação para profissionais do setor: Manual para Atendimento ao turista DESTINO: Vitória/ES INSTITUIÇÃO PROMOTORA: Secretaria

Leia mais

Convênio... 3. Apresentação... 3 ISCTE / INDEG... 3. Coordenador... 5. Docentes... 5. Valores... 6

Convênio... 3. Apresentação... 3 ISCTE / INDEG... 3. Coordenador... 5. Docentes... 5. Valores... 6 MBA Executivo Internacional MBA EXECUTIVO MÓDULO INTERNACIONAL 06 a 13 de Outubro de 2012 Coordenação Acadêmica: Prof. Dr. Marcus Vinícius Rodrigues Convênio..................... 3 Apresentação....................

Leia mais

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Economia Solidária A Santa Maria que Queremos

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Economia Solidária A Santa Maria que Queremos Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de A Santa Maria que Queremos Visão: Que Santa Maria e região sejam referências no fortalecimento de um novo modelo de organização e sustentabilidade da

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJUBÁ Av. Jerson Dias, 500 - Estiva CEP 37500-000 - Itajubá Minas Gerais

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJUBÁ Av. Jerson Dias, 500 - Estiva CEP 37500-000 - Itajubá Minas Gerais Lei nº 2677 BENEDITO PEREIRA DOS SANTOS, Prefeito do Município de Itajubá, Estado de Minas Gerais, usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015 SELEÇÃO PARA ENSINO PROFISSIONAL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO, EM REGIME INTEGRAL COM DURAÇÃO DE 3 ANOS, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015 INFORMAÇÕES

Leia mais

Cooperação e Governança em Arranjos Produtivos Locais

Cooperação e Governança em Arranjos Produtivos Locais Cooperação e Governança em Arranjos Produtivos Locais 1ª Conferência Brasileira sobre Arranjos Produtivos Locais Carlos Roberto Rocha Cavalcante Superintendente 2004 Histórico de Atuação do IEL 1969 -

Leia mais

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação;

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação; DECRETO Nº 7.642, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 * Programa Ciência sem Fronteiras. * Institui o Programa Ciência sem Fronteiras. A Presidenta da República, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84,

Leia mais

A estratégia do PGQP frente aos novos desafios. 40ª Reunião da Qualidade 09-10-2006 Eduardo Guaragna

A estratégia do PGQP frente aos novos desafios. 40ª Reunião da Qualidade 09-10-2006 Eduardo Guaragna A estratégia do PGQP frente aos novos desafios 40ª Reunião da Qualidade 09-10-2006 Eduardo Guaragna PROCESSO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO MACROFLUXO ENTRADAS PARA O PROCESSO - Análise de cenários e conteúdos

Leia mais

Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte

Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Atração de Investimentos, Promoção Comercial e Projeção Internacional Eduardo Bernis Secretaria Municipal de Desenvolvimento Belo Horizonte

Leia mais

Apresentação Institucional IEL/SC

Apresentação Institucional IEL/SC Apresentação Institucional IEL/SC Natalino Uggioni Joaçaba, 12 de Maio de 2014 IEL NO BRASIL O Sistema Indústria Presente nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, o Sistema Indústria é composto

Leia mais

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012

Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios. Curitiba, 20 de novembro de 2012 Plano Brasil Maior e as Micro e Pequenas Empresas Agenda de Ações para Competitividade dos Pequenos Negócios Curitiba, 20 de novembro de 2012 PBM: Dimensões Dimensão Estruturante: diretrizes setoriais

Leia mais

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos Visão: "Que em 2020 Santa Maria e região sejam referência pela capacidade de empreender,

Leia mais

APL DE TURISMO E ARTESANATO DE BONITO SERRA DA BODOQUENA

APL DE TURISMO E ARTESANATO DE BONITO SERRA DA BODOQUENA APL DE TURISMO E ARTESANATO DE BONITO SERRA DA BODOQUENA CONTEXTUALIZAÇÃO Contempla os municípios de Bodoquena, Bonito e Jardim; O Turismo e a Pecuária são as principais eixos de desenvolvimento; Possui

Leia mais

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos Disseminar a cultura empreendedora e inovadora em Santa Maria Ações de disseminação da Cultura Empreendedora Ações de trabalho conjunto entre Universidades e Comunidade Divulgação do trabalho pelo CEI

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES E PROJETOS EXECUTADOS EM 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES E PROJETOS EXECUTADOS EM 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES E PROJETOS EXECUTADOS EM 2004 A Fundação Aprender, no ano de 2004, procurou cumprir as etapas previstas no Planejamento 2003, levando a efeito iniciativas no sentido de ampliar

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL ESPECIALIZADO

TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL ESPECIALIZADO TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTOR INDIVIDUAL ESPECIALIZADO 1. IDENTIFICAÇÃO DO TERMO DE REFERÊNCIA 1.1 UGP Nº 002/ 2012. 2. IDENTIFICAÇÃO DO CONTRATANTE 2.1 Contratante A Secretaria de Desenvolvimento

Leia mais

Projeto 6 Capacitação para a Inovação

Projeto 6 Capacitação para a Inovação Projeto de Inovação Tecnológica - (PIT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Projeto 6 Capacitação para a Inovação Vicente Mattos SINDUSCON-BA Equipe Técnica Coordenador Geral: Vicente Mário

Leia mais

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio CBA Comércio Internacional Comércio Internacional A intensidade das relações comerciais e produtivas das empresas no atual contexto econômico tem exigido das empresas um melhor entendimento da complexidade

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 5306, DE 04 DE MAIO DE 2010. CEZAR AUGUSTO SCHIRMER, Prefeito Municipal do Município de Santa Maria, Estado do Rio Grande do Sul.

LEI MUNICIPAL Nº 5306, DE 04 DE MAIO DE 2010. CEZAR AUGUSTO SCHIRMER, Prefeito Municipal do Município de Santa Maria, Estado do Rio Grande do Sul. LEI MUNICIPAL Nº 5306, DE 04 DE MAIO DE 2010 Estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no Município de Santa Maria e dá outras providências. CEZAR AUGUSTO SCHIRMER,

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 2014/2020 FARROUPILHA - RS

PLANO DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 2014/2020 FARROUPILHA - RS PLANO DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 2014/2020 FARROUPILHA - RS 22 de Outubro de 2014 AGENDA Relembrar o conceito de Plano Municipal de Turismo Etapas percorridas no desenvolvimento do PMT de Farroupilha

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de Tecnologia e Inovação

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de Tecnologia e Inovação PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria da Micro e Pequena Empresa Fórum Permanente de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte MEMÓRIA: Reunião Preparatória do Comitê Temático de Inovação e Crédito GT de

Leia mais

de negócios na Amazônia (Versão 24/10/2011)

de negócios na Amazônia (Versão 24/10/2011) Seminário 4 Produção Orgânica: Organização produtiva versus Perspectiva de negócios na Amazônia (Versão 24/10/2011) Objetivo: Oferecer conhecimentos e informações para fortalecer as relações comerciais

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 3. Gestão empresarial 3.1 Gestão empresarial Objetivo: prover

Leia mais

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO OBJETIVO Incrementar a economia digital do Estado de Alagoas e seus benefícios para a economia local, através de ações para qualificação, aumento de competitividade e integração das empresas e organizações

Leia mais

Carta da Indústria 2014 (PDF 389) (http://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_18/2013/06/06/481/cartadaindstria_2.pdf)

Carta da Indústria 2014 (PDF 389) (http://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_18/2013/06/06/481/cartadaindstria_2.pdf) www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/cni/iniciativas/eventos/enai/2013/06/1,2374/memoria-enai.html Memória Enai O Encontro Nacional da Indústria ENAI é realizado anualmente pela CNI desde

Leia mais

Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada

Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada 1 O Projeto Litoral Sustentável 1ª Fase (2011/2012): Diagnósticos municipais (13 municípios) Diagnóstico regional (Já integralmente

Leia mais

Unidades curriculares disponíveis para Programa IPL60+ 1º Semestre 15-16. Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar

Unidades curriculares disponíveis para Programa IPL60+ 1º Semestre 15-16. Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar Unidades curriculares disponíveis para Programa IPL60+ Semestre 15-16 Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar Animação Turística Inglês para Animação I Língua Estrangeira I (Espanhol I / Alemão

Leia mais

MBA Executivo Internacional

MBA Executivo Internacional MBA Executivo Internacional Informações* Dias e horários das aulas: Quinzenalmente. Sextas e sábados. Das 08h30 às 17h30. Carga horária: 612 Horas *As informações podem sofrer alterações sem aviso prévio.

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para realizar ações e organizar atividades

Leia mais

2- A relação abaixo é referente somente ao resultado dos profissionais indicados aprovados no Processo de Credenciamento.

2- A relação abaixo é referente somente ao resultado dos profissionais indicados aprovados no Processo de Credenciamento. SEBRAE NA Edital de Credenciamento 02/2010 Errata 01 Comunicado 04 RESULTADO DO PROCESSO DE CREDENCIAMENTO Publicado em 01/11/2012 INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 1- Observe a continuidade das informações quando

Leia mais

TERESINA - PERFIL DOS BAIRROS - REGIONAL SDU CENTRO NORTE BAIRRO JACINTA ANDRADE

TERESINA - PERFIL DOS BAIRROS - REGIONAL SDU CENTRO NORTE BAIRRO JACINTA ANDRADE TERESINA - PERFIL DOS BAIRROS - REGIONAL SDU CENTRO NORTE BAIRRO JACINTA ANDRADE Teresina (PI), Março/2015 JACINTA ANDRADE 0 Março/2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA Firmino

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 042, DE 11 DE MAIO DE 2011 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 297ª Reunião Ordinária, realizada em 11 de maio de 2011, e considerando

Leia mais

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ

APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ APL DE TURISMO NO LITORAL DO PIAUÍ (A) Teresina; (B) Cajueiro da Praia; (C) Luis Correia; (D) Parnaíba; (E) Ilha Grande Rota das Emoções: Jericoacoara (CE) - Delta (PI) - Lençóis Maranhenses (MA) Figura

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

CET. Gestão Administrativa de Recursos Humanos Secretariado de Direção e Comunicação Empresarial Técnicas de Turismo Ambiental Gestão Comercial

CET. Gestão Administrativa de Recursos Humanos Secretariado de Direção e Comunicação Empresarial Técnicas de Turismo Ambiental Gestão Comercial CET Cursos de Especialização Tecnológica Gestão Administrativa de Recursos Humanos Secretariado de Direção e Comunicação Empresarial Técnicas de Turismo Ambiental Gestão Comercial GESTÃO ADMINISTRATIVA

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

A ESTRELA QUE QUEREMOS. Planejamento Estratégico de Estrela

A ESTRELA QUE QUEREMOS. Planejamento Estratégico de Estrela Planejamento Estratégico de Estrela 2015 2035 O planejamento não é uma tentativa de predizer o que vai acontecer. O planejamento é um instrumento para raciocinar agora, sobre que trabalhos e ações serão

Leia mais