INTERNET NA EDUCAÇÃO: RUMO À MUDANÇA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA

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1 1 INTERNET NA EDUCAÇÃO: RUMO À MUDANÇA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA Ana Paula Domingos Baladeli (Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Pr) Anair Altoé (Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Pr) As tecnologias da informação e comunicação TIC são cada vez mais pesquisadas como ferramentas pedagógicas. No ensino e na aprendizagem de Língua Inglesa, a Internet apresenta-se como uma ferramenta interativa e uma fonte alternativa de pesquisa de conteúdos para a aprendizagem do idioma. No entanto, para que seja utilizada em favor da aprendizagem torna-se necessário que o professor conheça as situações de aprendizagem que esta tecnologia favorece. Diante disso, este trabalho apresenta algumas considerações para a formação do professor para o uso crítico e reflexivo da Internet na construção de conhecimento em inglês. A análise crítica aqui apresentada é resultado de pesquisa realizada com professores de inglês durante os meses de Agosto e Setembro de 2008 em um curso de extensão. Aliando teoria e prática, foram realizadas atividades de leitura, pesquisa, análise de conteúdos da Internet na aprendizagem de LI. Os dados apontam a necessidade de criação de espaços para formação constante do professor para que conheçam a tecnologia e por meio da articulação entre teoria e prática vislumbrem mudanças em sua atuação docente. Palavras-chave: Formação do professor, Língua Inglesa, Internet.

2 2 INTERNET NA EDUCAÇÃO: RUMO À MUDANÇA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA A ampliação do uso das tecnologias da informação e comunicação TIC na educação tem provocado o repensar sobre as práticas pedagógicas vigentes. Isso porque, ao inserir ferramentas como o computador e a Internet na educação presencial, professores e aprendizes têm se deparado com diferentes possibilidades de ensino e aprendizagem. Conforme pesquisas de (VALENTE, 1993; ALTOÉ, 2001; BRITO, PURIFICAÇÃO, 2008) os desafios para o uso crítico e reflexivo de tecnologias crescem na mesma proporção em que tais ferramentas evoluem e são inseridas no contexto educacional. Sendo assim, este trabalho apresenta uma análise reflexiva de uma experiência formativa para o uso pedagógico da Internet realizada com 17 professores de inglês que atuam em escolas públicas na cidade de Cascavel. A referida experiência realizou-se no contexto de um curso de extensão bimodal (presencial e a distância) que permitiu aos professores colaboradores da pesquisa o estudo, a pesquisa, a análise e a reflexão de conteúdos disponíveis na Internet para a construção de conhecimento em Língua Inglesa. Ao longo do curso foram abordadas teorias pedagógicas e foi proposto o uso crítico e reflexivo da Internet conforme os pressupostos da abordagem construcionista de educação (VALENTE, 1993, 2002; ALTOÉ, 2001). Embora atualmente o uso de tecnologias na educação esteja em evidência, vale destacar que nem todo o professor dispõe de conhecimento (operacional e metodológico) para a criação de situações inovadoras de aprendizagem com o uso dessas ferramentas (BRAGA, 2004; BRITO; PURIFICAÇÃO, 2008). Dado que aponta a necessidade de formação adequada do professor para atuação crítica que lhe permita utilizar efetivamente o computador e a Internet como ferramentas de aprendizagem. Caso contrário, essas tecnologias tendem a serem utilizadas como recursos mediadores de práticas pedagógicas tradicionais, o que segundo Valente (1993) representa a mudança nos meios para o mesmo fim. Em contrapartida, a mudança de atitude do professor e do aprendiz diante de tecnologias representaria o início de um uso diferenciado dessas ferramentas na educação. De acordo com Paiva (2001) a inserção da Internet como ferramenta de aprendizagem de Língua Inglesa modifica-se a concepção de professor e de aprendiz.

3 3 O aluno bem sucedido não é mais o que armazena informações, mas aquele que se torna um bom usuário da informação. O bom professor não é mais o que tudo sabe, mas aquele que sabe promover ambientes que promovem a autonomia do aprendiz e que os desafia a aprender com o(s) outro(s) através de oportunidades de interação e de colaboração (PAIVA, 2001, p. 114). Diante disso, torna-se necessária a compreensão de que o uso de tecnologias na educação requer habilidades para seleção e reflexão sobre as práticas pedagógicas e, ainda a adaptação da metodologia e dos objetivos a fim de que efetivamente contribuam para a construção de conhecimento. No contexto de ensino de Língua Inglesa, a possibilidade de inserção do computador, do software educativo e da Internet provoca o debate sobre o desenvolvimento de uma metodologia de ensino adequada para a aprendizagem mediada por tecnologias (WARSCHAUER; HEALY, 1998). Logo, espera-se que a formação do professor de línguas promova o conhecimento das potencialidades do uso da Internet no ensino e na aprendizagem e possibilite o desenvolvimento de metodologias e procedimentos adequados para a construção do conhecimento do aprendiz. No ensino e na aprendizagem de Língua Inglesa, a Internet pode representar uma ferramenta dinâmica para acesso a informação, dados e conteúdos educativos que indubitavelmente ampliam o contato do aprendiz com o idioma (WARSCHAUER, 2000; PAIVA, 2001). Conforme Araújo (2009) as atividades disponíveis nos diferentes sites educacionais ampliam as possibilidades de aprendizagem de uma língua estrangeira. As atividades na web não somente ajudam os aprendizes a desenvolverem suas habilidades linguísticas, isto é, letramento na segunda língua, por meio do estudo de textos autênticos como também a explorar as culturas da língua-alvo via interação com uma diversidade de pessoas e lugares disponíveis na Internet ou via interação com falantes nativos através de , chats, blogs (ARAÚJO, 2009, p ). Entretanto, o professor precisa conhecer os conteúdos e/ou os sites educacionais para adaptá-los à sua prática pedagógica (WARSCHAUER; HEALY, 1998). Conforme as orientações para o ensino de língua estrangeira moderna presente nas Diretrizes Curriculares Nacionais, a sala de aula precisa ser um espaço em que o aluno

4 4. seja capaz de usar a língua em situações de comunicação oral e escrita;. vivencie, na aula de língua estrangeira, formas de participação que lhe possibilite estabelecer relações entre ações individuais e coletivas;. compreenda que os significados são sociais e historicamente construídos e, portanto, passíveis de transformação na prática social;. tenha maior consciência sobre o papel das línguas na sociedade;. reconheça e compreenda a diversidade linguística e cultural, bem como seus benefícios para o desenvolvimento cultural do país (PARANÁ, 2008, p. 48). O referido documento ainda ressalta o papel do professor no desenvolvimento de práticas que favoreçam o multiletramento e a formação crítica do aprendiz (PARANÁ, 2008). Nesse sentido, o uso da Internet pode favorecer na pesquisa de textos autênticos e demais materiais para o desenvolvimento linguístico e discursivo do aprendiz de inglês como língua estrangeira. No entanto, para tornar-se uma ferramenta de aprendizagem faz-se necessário que os conteúdos disponibilizados nos diferentes sites educacionais sejam selecionados e analisados previamente pelo professor. Até porque, cabe a ele o papel de avaliar os conteúdos e o nível de conhecimento no idioma requerido dos aprendizes para a realização das atividades e/ou dos jogos disponíveis nos sites educacionais. Pesquisadoras como Braga (1999) e Araújo (2009) alertam para o caráter mecanicista que norteia a elaboração de sites educacionais para a aprendizagem de língua estrangeira, visto que tendem a reproduzir uma concepção rígida de ensino de língua. Ademais, segundo as pesquisadoras, esses sites costumam destacar jogos e atividades lúdicas em detrimento de atividades significativas e desafiadoras que motivem os aprendizes a interagirem autonomamente. Em função do volume de informações disponíveis na Internet, o aprendiz pode perder-se durante a navegação em um site educacional, daí a necessidade de o professor conhecer as fontes de pesquisa que indica aos aprendizes. Cabe ainda ao professor desenvolver materiais didáticos e atividades contextualizadas que permitam ao aluno conhecer o uso do idioma nos diferentes espaços comunicacionais disponíveis na Internet (WARSCHAUER, 2000; PAIVA, 2001). Além disso, a atividade de pesquisa tende a ser bem sucedida quando o professor orienta os alunos na seleção e análise de fontes de informação, quer seja em materiais impressos ou em fontes digitais; ambas as situações requerem o conhecimento prévio do professor sobre os conteúdos e as fontes de pesquisa (BRITO; PURIFICAÇÃO, 2008).

5 5 Articulando teoria e prática Os pressupostos teóricos do construcionismo divulgados em pesquisas de Jean Piaget apontam que o ato de aprender consiste em um processo de construção do conhecimento. Na teoria piagetiana, inteligência significa adaptação e sua função é organizar o universo (PIAGET, 1972). Assim, as estruturas que compõem a inteligência são alteradas toda vez que ocorre a adaptação do sujeito a situações novas. Nesse processo, o sujeito age sobre o objeto de conhecimento a fim de resolver um dado problema. Para o construtivismo, a cada situação nova o sujeito busca em suas estruturas mentais informações que já sabe realizando associações com o problema encontrado. No processo de associação entre o que já se conhece sobre o objeto de conhecimento e o que falta conhecer, o sujeito desenvolve novos esquemas de ação, o que possibilita a construção do conhecimento (VALENTE, 1993, ALTOÉ, 2001; COLL, 2004). Adequando os princípios do construtivismo ao uso de tecnologias na aprendizagem, Papert (1988, 2008) desenvolve a filosofia LOGO. Esta que consiste em uma linguagem de programação para ser usada não como um recurso de transmissão de informação e, sim como uma ferramenta para ser programada pela criança. Ao utilizar a linguagem LOGO a criança insere-se em uma experiência exploratória na qual a aprendizagem ocorre por meio da ação (PAPERT, 1988, 2008; VALENTE, 1993; ALTOÉ, 2001). Essa interpretação pessoal do construtivismo realizada por Papert é denominada de construcionismo. Conforme Papert, o construcionismo é construído sobre a suposição de que as crianças farão melhor descobrindo ( pescando ) por si mesmas o conhecimento específico de que precisam (PAPERT, 2008, p, 135). Nessa abordagem, o aluno aprende por meio do fazer, uma vez que participa ativamente programando o computador. A cultura LOGO enriquece e facilita a interação entre todos os participantes e oferece oportunidades para relações de ensino mais articuladas, efetivas e honestas (PAPERT, 1988, p. 215). Ao programar o computador com a linguagem LOGO, o aprendiz constrói conhecimento a partir da sua própria ação e de seu interesse, condições que o motiva a continuar agindo e explorando o objeto de conhecimento (VALENTE, 1993). Na abordagem de educação que acreditamos, o uso do computador corrobora no processo de construção do conhecimento do aprendiz quando este age sobre a ferramenta e não o contrário. Para tanto, o aprendiz precisa compreender que o

6 6 computador é uma ferramenta que possibilita a aprendizagem na medida em que é programada e comandada por ele (PAPERT, 1988, 2008; VALENTE, 1993; ALTOÉ, 2001). A internet na aprendizagem de língua inglesa O uso da Internet na educação pode representar o maior potencial de utilização das tecnologias da informação e comunicação, até porque, a Internet oferece uma infinidade de informações em diferentes sites, ampliando o acesso do aprendiz a conteúdos variados. No entanto, essa superexposição do aprendiz a informações e conteúdos demanda habilidade para seleção e análise crítica, habilidades que podem ser desenvolvidas quando o professor insere essa tecnologia em sua prática pedagógica de forma contextualizada e problematizadora (VALENTE 2002; BRITO; PURIFICAÇÃO, 2008). A Internet, uma das mais abrangentes e interativas tecnologias da informação e comunicação, possibilita a leitura de textos autênticos de diferentes gêneros, o que amplia o acesso do aprendiz aos discursos e linguagens em que a língua se manifesta (WARSCHAUER, 2000; PAIVA, 2001). Concordamos com Braga (2004, 2007) quando enfatiza que com a Internet surgem novas práticas de linguagens para escrita e leitura, o que requer do professor uma atitude menos rígida e propícia ao desenvolvimento da autonomia do aprendiz. Nesse sentido, um dos desafios encontrados é a integração da Internet na educação com base em uma abordagem de educação que permita ao aprendiz utilizá-las como ferramentas que potencializam a aprendizagem. [...] A Internet pode contribuir tanto para a instrução quanto para a construção de conhecimento. A ênfase está no aspecto pedagógico do seu uso e não na Internet em si (VALENTE, 2002, p.134). De acordo com Valente (2002) a Internet pode ser inserida na educação como ferramenta de aprendizagem tanto para a realização de pesquisas quanto para a produção de páginas pessoais dos aprendizes. Ao realizar uma pesquisa na Internet, o aprendiz engaja-se na busca por informações nas variadas mídias disponíveis (texto, vídeo, áudio, imagem), tarefa nem sempre fácil para aquele que está aprendendo uma língua estrangeira. A criação de novos espaços para comunicação e interação humana atrelado ao surgimento de gêneros digitais fazem com que a Internet imprima um caráter inovador às atividades de escrita e de leitura (MARCUSCHI, 2005).

7 7 O uso planejado da Internet no ensino de línguas estrangeiras possibilita ao aprendiz o acesso a materiais autênticos produzidos na língua que estuda, além da possibilidade de interação com falantes nativos (PAIVA, 2001; ARAÚJO, 2009). A Internet possibilita a interação do aprendiz na e pela língua estrangeira em diferentes situações reais de uso que nem sempre são possíveis em práticas tradicionais em sala de aula. Essa tecnologia ainda permite que os dados, informações e conteúdos sejam armazenados, editados e divulgados para um grande número de usuários. Além do que nas páginas da Internet o aprendiz de língua estrangeira encontra espaços para divulgar suas próprias produções, o que faz dessa tecnologia uma ferramenta interativa e colaborativa favorável à aprendizagem de uma língua. O professor de inglês e o uso da internet O uso dos conteúdos disponíveis em diferentes sites educacionais contribui na elaboração de materiais didáticos norteado por temas, conteúdos e atividades de interesse do aprendiz o que motiva o desenvolvimento da autonomia. Além disso, aliado à variedade de mídias das quais tem acesso (texto, áudio e vídeo) muitos sites disponibilizam pesquisas, planos de aula, sugestões de atividade, aulas on-line para aprendizes e professores de inglês. Assim, a Internet consiste em uma ferramenta alternativa para o aperfeiçoamento profissional do professor e a construção do conhecimento do aprendiz. Metodologia O caminho para tornar a Internet uma ferramenta pedagógica, incontestavelmente, passa pela formação adequada do professor, que como agente facilitador entre a tecnologia e a área de conhecimento em que atua, precisa conhecer as limitações e as contribuições que o uso da tecnologia oferece (ALTOÉ, 2001). Nesse sentido, os pressupostos teóricos apresentados por (VALENTE, 1993) no ciclo reflexivo; descrição-execução-reflexão-depuração-descrição, nos auxiliam no desenvolvimento de uma prática pedagógica reflexiva em que o professor de inglês utiliza a Internet como fonte de informação e de conteúdos para a elaboração de seus próprios materiais didáticos. Sendo assim, as etapas do ciclo reflexivo nortearam as análises das atividades realizadas por um grupo de 17 professores de inglês durante um curso de extensão realizado em um laboratório de informática de uma escola pública na cidade de Cascavel/PR.

8 8 O curso foi implementado em dois momentos, o presencial por meio de oficinas, e a distância por meio da ferramenta e-grupo. Nos encontros presenciais os professores colaboradores da pesquisa realizaram a leitura dialogada de textos sobre abordagens pedagógicas, informática na educação e o uso da Internet no ensino e na aprendizagem de línguas. Essa atividade teve o propósito de ampliar o conhecimento dos professores acerca das pesquisas sobre o tema. A fundamentação teórica permitiu aos professores identificar os diferentes usos do computador e da Internet na aprendizagem de inglês disponíveis em sites educacionais. Durante a atividade prática de pesquisa foram sugeridos sites pedagógicos para navegação e análise de conteúdos para a aprendizagem de inglês. A atividade de análise foi realizada com base na identificação dos seguintes tópicos; idioma, autoria, públicoalvo, conteúdo, atividades, organização, acessibilidade e limitações do site para um aprendiz de inglês. Ao término dessa análise foi solicitada aos professores a explanação de sua impressão pessoal sobre o site e a viabilidade de uso dos conteúdos nele disponíveis na aprendizagem de Língua Inglesa na escola em que atuam. Em todos os 5 (cinco) encontros presenciais, referentes ao primeiro momento do curso foram realizadas atividades de leitura e debate com base nas teorias estudadas sobre o uso da informática na educação. No momento seguinte, a atividade prática de pesquisa, navegação e análise de conteúdos da Internet para a aprendizagem de Língua Inglesa foi encaminhada. Procedimentos O curso foi realizado em 40h, sendo 20h para realização dos encontros presenciais e 20h para as atividades a distância. Para estas últimas foi criado um e-grupo denominado para interação e informação dos professores sujeitos da pesquisa. Durante os encontros presenciais os professores foram cadastrados na ferramenta colaborativa e-grupo, e por meio do interagiam com todos os demais associados da ferramenta. No e-grupo estavam disponíveis textos, artigos, links para periódicos e eventos, fotos dos encontros presenciais, orientações para as atividades. O e-grupo ainda possibilitou a criação de enquetes (pesquisas de opinião) que puderam ser respondidas anonimamente pelos professores. O objetivo da criação das enquetes foi coletar dados dos professores referentes ao uso que fazem da Internet. Para cada enquete foram sugeridas opções de resposta, conforme os exemplos a seguir.. Você faz uso do computador e da Internet para:

9 9 Comunicação entretenimento trabalho não utilizo.. Qual o seu sentimento em relação ao tema informática aplicada à educação? Interesse indiferença curiosidade desconfiança. Fonte: Durante os encontros presenciais um grupo de professores que mesmo com dificuldades na navegação na Internet e no e-grupo apresentou maior receptividade e aceitação da proposta do curso mesmo. No entanto, houve um pequeno grupo que manifestou o interesse em conhecer atividades prontas para o ensino de inglês com a Internet, objetivo este distinto ao curso que pretendia via formação do professor subsidiar uma atitude crítica diante das tecnologias. Ao término do curso foi solicitada aos professores a elaboração de um Plano de ação para o ensino e a aprendizagem de inglês com o uso da Internet. Para tanto a orientação dada foi a de que o material e/ou atividades deveriam ter a Internet como fonte de informação. Deveriam ainda possibilitar o desenvolvimento de uma das habilidades (ler, escrever, falar, ouvir) necessárias à aprendizagem de uma língua estrangeira. O Plano de ação, como foi chamado, pode ser elaborado em duplas ou grupos e posteriormente enviado para o e-grupo. Os seguintes tópicos foram sugeridos a fim de nortear a elaboração dos professores; objetivos, metodologia, tema ou gênero textual utilizado, turma ou série, sugestão de sites para a pesquisa dos alunos, tipos de atividades gramática, tradução, interpretação, recursos necessários para aplicação do Plano de Ação. Devido a pouca carga horária, não houve a necessidade de que o Plano de Ação fosse aplicado. A avaliação do mesmo se deu pelo cumprimento dos tópicos acima relacionados e na adequação da metodologia conforme os pressupostos de uma educação construcionista. Sendo assim, a análise dos Planos de Ação indicou a constituição de dois grupos chamados de Instrucionistas e Construcionistas. No primeiro grupo os Planos de Ação apresentavam-se como adaptação de planos de aula para o ensino convencional de inglês em sala de aula contendo propostas de atividades que poderiam ser realizadas sem o uso da Internet. Nesse caso, observa-se o uso da tecnologia como um acessório que pouco interfere nas práticas realizadas. O segundo grupo, porém, apresentou atividades contextualizadas de pesquisa a partir de um tema norteador aliado ao uso de vídeos para a realização de atividades de interpretação e leitura de imagens.

10 10 Discussão dos resultados A abordagem construcionista nos subsidia na tentativa de fazer das tecnologias da informação e comunicação ferramentas que potencializam a aprendizagem de uma língua estrangeira, superando a perspectiva tradicional de transmissão de conteúdos e de ênfase na memorização. Práticas desafiadoras que contemplam a pesquisa e o uso de materiais autênticos como textos, áudio e vídeo possibilitam a aproximação do aprendiz com a língua que aprende em um contexto real de uso. Nossa análise sobre a experiência formativa com professores de inglês revelou que a concepção tradicional de ensino de língua com base na decodificação de textos e na memorização de vocabulário. Concordamos com as pesquisadoras quando defendem a necessidade de mudança de atitude dos professores para engajar-se no desafio de utilizar a Internet na sala de aula (BRITO, PURIFICAÇÃO, 2005). Essa mudança de atitude requer do professor o enfrentamento de seu papel na transformação da educação diante de um contexto em que a Internet é cada vez mais utilizada (ALTOÉ, 2001; BRITO; PURIFICAÇÃO, 2005, 2008). Embora, grande parte dos professores colaboradores que participaram do curso de extensão apresentasse um conhecimento inicial do manuseio do computador e dos pressupostos teóricos da abordagem construcionista de educação, acreditamos que de alguma maneira tenhamos provocado a análise crítica e reflexiva dos professores para a mudança de atitude para o uso de tecnologias na educação. De modo geral, os 17 professores colaboradores da pesquisa manifestaram interesse e disposição para conhecer mais sobre o uso das tecnologias na educação e apresentaram-se cientes de que o espaço formativo de 40h criado no curso de extensão representou o começo de uma longa jornada em seu desenvolvimento profissional. Essa experiência como formador de professor para o uso crítico e reflexivo da Internet nos possibilitou concluir que o conhecimento operacional e o conhecimento pedagógico de tecnologias são construídos em momentos em que o professor vivencia a teoria na prática. Na análise dos dados ao longo do curso de extensão as etapas do ciclo reflexivo descrição-execução-reflexão-depuração-descrição nos possibilitaram identificar dois grupos de professores denominados de Executores e Depuradores. O primeiro foi composto por professores que realizaram todas as atividades, porém ainda pautados na concepção instrucionista de informática na educação. Este grupo apresentou maior

11 11 dificuldade na compreensão do uso da tecnologia como uma ferramenta potencializadora da aprendizagem. O segundo grupo denominado Depuradores, alcançou um nível mais elevado de reflexão sobre as ações que realizaram com a Internet. Além disso, a elaboração do Plano de Ação para o ensino e aprendizagem de inglês contemplou atividades mais interativas e problematizadoras, o que reflete a compreensão sobre o papel do professor e do aluno em situações de aprendizagem em que a tecnologia é utilizada. Os pressupostos da abordagem construcionista podem favorecer na mudança de atitude do professor passando pela compreensão de seu papel como agente facilitador que cria situações inovadoras de aprendizagem. O construcionismo ainda nos fundamenta no redimensionamento na formação do professor de inglês que precisa considerar a concepção de ensino e de aprendizagem de uma língua estrangeira com o uso de tecnologias. Dado inconteste, a Internet como fonte de informação e canal de comunicação amplia o acesso tanto do professor quanto do aprendiz a um volume grande de materiais em Língua Inglesa. O que, para um professor com atitude crítica e reflexiva, representa a possibilidade de vislumbrar práticas pedagógicas desafiadoras e motivadoras para o aprendiz. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALTOÉ, Anair. A gênese da informática na educação em um curso de pedagogia: ação e mudança da prática pedagógica. (Tese de Doutorado em Educação: Currículo) São Paulo: PUC, ARAÚJO, Antonia D. Computadores e ensino de línguas estrangeiras: uma análise de sites instrucionais. Linguagem em (Dis)curso, Palhoça, SC, v. 9, n.3, p , set./dez BRAGA, Denise B. Aprendendo a ler na rede: a construção de material didático para aprendizagem autônoma de leitura em inglês. VI Congresso Internacional de Educação a Distância. Rio de Janeiro, Disponível em: acesso em 16/02/2010. BRAGA, Denise B. Linguagem pedagógica e materiais para aprendizagem independente de leitura na web. In: COLLINS, H; FERREIRA, A. Relatos de experiência de ensino e aprendizagem de línguas na internet. Campinas, SP. Mercado de Letras, 2004.

12 12 BRAGA, Denise B. Práticas letradas digitais: considerações sobre possibilidades de ensino e de reflexão social crítica. In: ARAÚJO, J.C. (org). Internet & ensino: novos gêneros, outros desafios. Rio de Janeiro: Lucerna, BRITO, Gláucia da S.; PURIFICAÇÃO, Ivonélia da. Educação e novas tecnologias. 2 ed. Curitiba: Ibpex, BRITO, Gláucia da S.; PURIFICAÇÃO, Ivonélia da. Pescópia no ciberespaço: uma questão de atitude. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 5, n. 15, maio/ ago. p COLL, Cesar. Construtivismo e educação: a concepção construtivista do ensino e da aprendizagem In: COLL, C., MARCHESI, A., PALACIOS, J., Desenvolvimento psicológico e educação. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, MARCUSCHI, Luiz A. Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital. In: MARCUSCHI, L.A.; XAVIER, A. C. (org). Hipertexto e gêneros digitais. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, PAIVA, Vera L. M. O. A WWW e o ensino de inglês. Revista de Linguística Aplicada. v. 1, n 1, p , PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Tradução Sandra Costa. Edição Revisada. Porto Alegre: Artmed, PAPERT, Seymour. Logo: computadores e educação. 3 ed. São Paulo: Editora Brasiliense, PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica: Língua Estrangeira Moderna - DCE. Curitiba, PIAGET, Jean. Epistemologia Genética. Petrópolis: Vozes, VALENTE, José A. (org). Computadores e conhecimento: repensando a educação. Campinas, SP: Unicamp, VALENTE, José A. Uso da Internet em sala de aula. Educar, Curitiba, Editora da UFPR. n. 19, p , WARSCHAUER, Mike. On-line learning in second language classrooms. In: WARSCHAUER, M., KERN, R. Network-based language teaching. Cambridge University Press, WARSCHAUER, Mike; HEALY, D. Computers and language learning: an overview. Language teaching, 31, p , 1998.

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