Recuperação Final FILOSOFIA 7º ano do EF

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1 COLÉGIO MILITAR DOM PEDRO II SEÇÃO TÉCNICA DE ENSINO Recuperação Final FILOSOFIA 7º ano do EF Aluno: Série: 7º ano Turma: Data: 14 de dezembro de 2016 LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1. Esta prova é um documento oficial do CMDPII. 2. Leia atentamente todas as questões antes de respondê-las. Confira a prova, folha por folha, com o fiscal de sala. Caso note algum defeito, solicite outra prova. 3. Esta prova contém 20 (vinte) questões de múltipla escolha, com quatro opções (a, b, c, d), valendo 0,5 ponto cada acerto. Assinale apenas UMA ALTERNATIVA como resposta. 4. A folha de resposta deve ser preenchido apenas com caneta esferográfica de tinta azul ou preta. 5. Material individual necessário: lápis, borracha e caneta azul ou preta. É expressamente proibido o empréstimo de materiais durante a prova. 6. Não use corretivo. O uso de corretivo no gabarito significa rasura. Questões rasuradas serão anuladas. 7. Não é permitido se comunicar ou levantar sem autorização do fiscal durante a prova. 8. A prova será recolhida e receberá nota ZERO no caso de: o aluno usar cadernos, livros ou anotações em qualquer meio para auxiliá-lo a responder a prova ou ter consigo quaisquer desses materiais (essas situações podem ser confirmadas pelo fiscal no momento ou posteriormente pelo sistema de monitoramento); o aluno PORTAR qualquer aparelho eletrônico durante o horário de prova (esse aparelho deve ficar desligado dentro da mochila escolar do aluno); o aluno usar termos ofensivos, palavras de baixo calão, desenhos, escritas e marcações não solicitadas; o aluno for flagrado trocando informações de qualquer tipo com outro aluno durante a aplicação da prova (essa situação pode ser confirmada pelo fiscal ou posteriormente pelo sistema de monitoramento); 9. Será permitida a saída do aluno com a prova 2 (duas) horas após o horário do início. 10. Leia cuidadosamente os comandos e redobre sua atenção ao marcar as respostas. 11. O interessado terá 24 horas após a divulgação do gabarito provisório para entrar com recurso somente via site do CMDP II. Boa Prova! Página 1

2 TUDO É RELATIVO Filósofos costumam discordar com frequência, mas até pessoas normais têm dificuldade de chegar a um acordo. Pense em todas as nações em guerra, os conflitos nos tribunais e as crianças discutindo do que brincar. É igual nas questões morais, como era de esperar. Há tremendas diferenças morais no mundo. Em várias culturas, é moralmente certo decidir os casamentos para os filhos, acabar com as diferenças políticas para harmonizar o grupo e que as mulheres sejam dependentes dos homens; no Ocidente, isso tudo está errado. Em algumas culturas, existe ainda a obrigação moral de circuncidar filhas (cortar um pedaço da genitália feminina na infância), ao passo que o rótulo de mutilação genital feminina repetido pelos ocidentais, diz muito bem o que estes pensam da prática sobre isso. Ao mesmo tempo, muitos aspectos da cultura ocidental são vistos como moralmente errados em outras partes, seja o materialismo e o consumo exagerado, a ênfase no individualismo, seja a falta de vergonha ao se vestir, e por aí vai. O que devemos fazer com essas diferenças? Existe alguma forma de determinar, em face de tantos desacordos morais, quem está certo e quem está errado? Até onde o filósofo em mim pode ver, a moral não existe no mundo da mesma forma que os fatos científicos ou matemáticos existem. Estes últimos existem de maneira independente dos seres humanos e são, assim, coisas que precisamos descobrir; consequentemente, todas as culturas concordam com elas. A moral, ao contrário, não é algo descoberto, mas algo inventado por diferentes grupos em diferentes momentos e lugares. E como com qualquer invenção, depende inteiramente do inventor decidir o que entra e o que fica de fora. Culturas diferentes podem estabelecer as regras morais que quiserem, e cada cultura é o único juiz do que é certo e errado dentro daquela cultura. Por esse motivo, ninguém está na posição de julgar a moral de outra cultura. Quem pode dizer quem está certo e quem está errado quando as culturas discordam sobre a moral? Todo mundo e ninguém, pois todo mundo pode opinar sobre a moral da própria cultura, mas ninguém pode opinar sobre a do outro. PESSIN, Andrew: Filosofia em 60 segundos, Leya, São Paulo SP, 2012, com adaptações. QUESTÃO 1 Vimos no início do 1º bimestre que a filosofia socrática foi marcada por uma divergência entre duas linhas de pensamento: uma relativista e outra não. Tendo por base o texto acima, marque a única alternativa CORRETA sobre a filosofia do período clássico grego. a) A reflexão acima defende uma postura relativista de mundo, uma vez que considera que valores como certo e errado são variáveis, de acordo com a cultura de cada região, povo ou época, não sendo possível definir valores que possam ser aceitos por todos. b) Sócrates concordaria com o autor, pois acreditava que existia uma Verdade por trás disso que chamamos de certo e errado. Nossas opiniões sobre o que é certo ou errado, justo ou Página 2

3 injusto, belo e feio discordam entre si. Isso significa que não existe uma verdade que possa ser aceita universalmente por todos. c) Pode-se dizer que a postura relativista do autor é a mesma que tinha Sócrates. d) No nosso dia-a-dia nos vemos muitas vezes em discussões que não levam a nada porque boa parte de nossas opiniões são baseadas em valores como os que foram apresentados no texto: culturais e relativos. Para chegarmos a um conhecimento verdadeiro é preciso, primeiro, reconhecermos nossa ignorância para, depois, buscarmos um conhecimento que vá além da opinião usando um método chamado maiêutica, segundo os sofistas. QUESTÃO 2 Sobre o pensamento de Diógenes de Sínope, marque a única alternativa CORRETA: a) Nascido na cidade grega de Sínope, Diógenes é um filósofo da corrente filosófica conhecida como hedonismo. Segundo ele, o homem deveria viver conforme a sua natureza e esta não é muito diferente da dos ricos. O prazer, segundo ele, é o início e o fim da vida feliz. b) Como defensor da simplicidade e da busca pela verdade, Diógenes considerava o conhecimento das questões mais essenciais do ser humano, principalmente a metafísica, a astronomia, a matemática e a física, como ingredientes indispensáveis para uma vida feliz. c) Diógenes defendia que uma vida feliz é uma vida em que satisfazemos todos os nossos prazeres e, para isso, ter muitas coisas nos torna mais felizes do que viver com o mínimo. d) Diógenes defendia que a vida feliz seria aquela onde dependemos do mínimo para viver, pois vivendo do modo mais simples possível, seríamos mais livres, uma vez que dependeríamos de menos coisas para viver. QUESTÃO 3 Conforme o conteúdo estudado neste bimestre sobre os filósofos Sócrates, Platão, Epicuro e Diógenes, julgue as alternativas que se seguem marcando a única CORRETA. a) Segundo Platão, diferentemente de seu mestre Sócrates, existe apenas o mundo material (sensível), sendo o mundo das ideias um conceito falso criado por seu mestre. b) Epicuro ficou conhecido como o principal filósofo cínico por defender que é melhor nada ter para nada perder do que ter muitas coisas e depender disso para ser feliz. c) Enquanto Epicuro afirmava que a vida feliz seria aquela distante das comodidades e dos desejos criados pelo convívio em sociedade, sem fama, sem luxo e sem fortuna, por exemplo, Diógenes afirmava o contrário. d) Diógenes vivia num barril e tinha como admirador ninguém menos que Alexandre, o Grande. Defendia que o homem precisava apenas satisfazer suas necessidades básicas, como comer, beber e abrigar-se, sendo todo o resto, supérfluo. Página 3

4 QUESTÃO 4 Tendo por base o que estudamos sobre Platão no primeiro bimestre, julgue os itens que se seguem marcando o único CORRETO sobre o filósofo. a) Tendo como mestre Sócrates, Platão refere-se à sua filosofia como a primeira navegação da filosofia, uma vez que os filósofos pré-socráticos (anteriores a Sócrates) deram ênfase apenas às questões ligadas à essência não material das coisas. b) A alegoria da caverna representa o mundo sensível (material) como o lado de fora da caverna, onde se encontra a verdade, e o inteligível (das ideias) como as sombras no fundo da caverna. c) Defendia que existiam dois mundos: sensível (material), onde se encontra a verdade; e inteligível (das ideias), que não passa de uma cópia do mundo sensível. d) Para Platão, a maioria das pessoas, como os prisioneiros na Alegoria da Caverna, está convencida de que as coisas são de fato aquilo que elas parecem ser. QUESTÃO 5 Marque a única alternativa CORRETA sobre o filósofo Sócrates. a) Criou a alegoria da caverna para explicar a diferença entre o mundo material e o mundo das ideias. b) Defendia em seus livros que devemos ser tolerantes com todos, pois se não existe uma verdade absoluta, tudo é relativo. Todos podem ter razão, desde que saibam defender suas ideias a partir de uma boa retórica. c) Inspirou o filósofo Platão e defendia que é bom quem tem conhecimento do que é o Bem. d) Defendia o pensamento dos sofistas que afirmavam ser a verdade e os valores humanos relativos, ou seja, variáveis. QUESTÃO 6 A partir do que estudamos em filosofia sobre a relação entre filosofia e fé, analise as assertivas abaixo e marque a única INCORRETA. a) A idade média ficou marcada pela falta de liberdade religiosa que se expandiu a partir da Europa com o desenvolvimento da Igreja e a perseguição aos não-cristãos. b) As ideias de Sócrates, Platão, Pitágoras, Epicuro e outros influenciaram o pensamento cristão. c) Durante a patrística, havendo um conflito entre a fé e a razão, a razão deve prevalecer, uma vez que Deus é o próprio logos, como dizia Tertuliano. d) Durante a patrística, um dos objetivos da Igreja e de filósofos como Justino era a união entre fé e razão. Página 4

5 QUESTÃO 7 Conforme o conteúdo estudado no segundo bimestre sobre o pensar filosófico, os primeiros filósofos e suas escolas, julgue os itens seguintes marcando a única alternativa INCORRETA. a) Segundo Tertuliano as investigações racionais contribuem com a crença em Deus, pois é preciso compreender para crer. b) Segundo Agostinho, Deus é o ser verdadeiro, o bem e o amor ao mesmo tempo. c) Para Plotino, filósofo neoplatônico, devemos nos concentrar no nosso interior (alma) pela contemplação abandonando a busca frenética por bens materiais para nos aproximarmos de Deus. d) Justino defendeu os cristãos em suas apologias sem desprezar o pensamento dos filósofos gregos. QUESTÃO 8 Assinale a única afirmativa CORRETA. A filosofia cristã tem início com: a) Sócrates, segundo o qual o aprimoramento da alma era a meta mais importante para o ser humano. b) A atuação dos padres da Igreja, que buscavam a conciliação entre a pátria e a religião. c) A atuação dos padres da Igreja, que buscavam defender a mensagem de Cristo e elaborar um pensamento ou uma teoria que construísse uma unidade entre os cristãos. d) A filosofia patrística, que incentivava o amor à pátria e a unidade de todos que acreditavam em Cristo. QUESTÃO 9 Conforme o conteúdo estudado neste bimestre sobre o pensar filosófico, os primeiros filósofos e suas escolas, julgue os itens seguintes marcando o único CORRETO. a) Apesar de considerar os pensadores gregos já eram iluminados pelo Lógos, Justino acreditava que somente a filosofia cristã era capaz de nos aproximar de Deus. Foi perseguido e martirizado por defender a fé cristã em um período em que esta não era bem aceita. b) Segundo Plotino, como Deus criou todas as coisas, então Deus criou também o mal, para testar aqueles que escolhem seguir por este caminho e os que preferem seguir o caminho do bem. c) Tertuliano defendeu os cristãos em suas apologias sem desprezar o pensamento dos filósofos gregos. d) A partir do momento em que o cristianismo teve contato com a filosofia grega, a religião passou a ser subordinada à filosofia. Página 5

6 QUESTÃO 10 A partir do que se lê no trecho abaixo, marque em seguida a única assertiva CORRETA. Considerado o fundador da patrística, foi preso, decapitado e martirizado por defender o cristianismo. Defendia o estoicismo, pitagorismo, aristotelismo e o platonismo antes de se converter e defender que só o cristianismo salva, apesar de admitir que os filósofos anteriores eram inspirados pelo logos, tornando-se um dos padres apologistas. Este é: a) Agostinho. b) Plotino. c) Tertuliano. d) Justino. QUESTÃO 11 A partir do que se lê no trecho abaixo, marque em seguida a ÚNICA ASSERTIVA que se refere ao pensador antidialético que defendia que as especulações filosóficas sobre o cristianismo são desnecessárias e confundem a fé, pois a razão humana é muito imperfeita para fundamentar as verdades divinas. a) Berengário de Tours. b) Alberto Magno. c) Pedro Damião. d) Tomás de Aquino. QUESTÃO 12 Conforme o conteúdo estudado no 3º bimestre sobre a escolástica, julgue os itens seguintes marcando a única alternativa CORRETA. a) Para Tomás de Aquino, enquanto a teologia parte da observação e da análise das criaturas para explicar as verdades divinas, a filosofia faz o contrário, partindo das verdades divinas reveladas para explicar o mundo das criaturas. b) Segundo os antidialéticos, a razão humana vem de Deus, ou seja, do logos. Portanto, se a razão nos foi dada por Deus, não há nada mais sensato do que usá-la para fundamentar as verdades da fé. c) Tomás de Aquino defendia que A filosofia e a teologia têm cada uma o seu lugar, mas podem se somar, de modo que os conhecimentos de uma e de outra podem se complementar. d) Tanto Deus, na concepção cristã da escolástica quanto o motor imóvel de Aristóteles são únicos, criadores de tudo e amam a todos os indivíduos particularmente. Página 6

7 QUESTÃO 13 A partir do que foi estudado sobre a escolástica e seus pensadores, julgue os itens que se seguem marcando o único CORRETO. a) Apesar de possuir algumas diferenças, o motor imóvel de Aristóteles possui algumas semelhanças com o Deus cristão. Por exemplo, ambos são imateriais e fixos (imutáveis). b) Berengário de Tours era um antidialético que defendia que as especulações filosóficas eram desnecessárias e confundiam a fé, pois, como a razão humana é imperfeita, não é suficiente para sustentar as verdades reveladas. c) Na 2ª via (prova da existência de Deus) pela Causalidade eficiente, Alberto Magno observa que tudo no mundo é perfeitamente organizado. Um exemplo disso é a existência das abelhas que, tornam possível a reprodução das flores que alimenta as abelhas. A partir disso, defende que, como tudo no mundo é perfeitamente organizado e, onde há ordem há um objetivo, deve haver uma inteligência que a tudo governa: Deus. d) Os filósofos nominalistas têm como base o pensamento de Platão, uma vez que defendem a existência de uma realidade não material que dá sentido ao que vemos. QUESTÃO 14 A partir do que estudamos sobre a escolástica, o motor imóvel de Aristóteles, Alberto Magno e São Tomás de Aquino, julgue os itens abaixo marcando a única alternativa CORRETA. a) Como discípulo de São Tomás de Aquino, Alberto Magno ficou conhecido por ter desenvolvido as 5 vias ( provas ) da existência de Deus baseadas no pensamento de Pedro Damião. b) Tanto Deus na concepção cristã da escolástica quanto o motor imóvel de Aristóteles são eternos e imateriais, ou seja, Deus não pode ser um velho de barba branca sentado num trono governando o universo. c) São Tomás de Aquino defende que o livre arbítrio nos leva fatalmente ao pecado, ou seja, a liberdade é um instrumento do pecado. d) Apesar de ter sido bem aceito desde o início da escolástica, o pensamento de Aristóteles depois foi criticado e considerado um adversário do pensamento cristão por suas tendências cientificistas, tal como o pensamento de São Tomás de Aquino que o adotou. QUESTÃO 15 A partir do que estudamos em filosofia sobre a relação entre filosofia e fé na escolástica, analise as assertivas abaixo e marque a única CORRETA. a) Os professores das escolas cristãs eram chamados de patrísticos e a religião neste período ainda era subordinada à filosofia. b) Como a escolástica ficou marcada pela criação de escolas nas igrejas, a fé passa a ser subordinada à razão. c) A escolástica ficou marcada pela criação de escolas cristãs nas igrejas a fim de formar padres para disseminar o cristianismo. d) A escolástica ficou marcada pelo pensamento de Santo Agostinho ensinado nas escolas durante Alta Idade Média. Página 7

8 QUESTÃO 16 A frase O homem é a medida de todas as coisas tornou-se um lema no pensamento: a) Medieval. b) de Maquiavel. c) de Montaigne. d) Humanista. QUESTÃO 17 Conforme o conteúdo estudado neste bimestre sobre o renascimento bem como seus pensadores, julgue as alternativas a seguir marcando o único INCORRETO. a) Se observarmos nosso valores e costumes, perceberemos que, junto com o cristianismo, o humanismo inspirou o nosso modo de pensar sobre as coisas. A criação dos Direitos Humanos bem como nosso entendimento do que é certo e errado, quando o assunto é a relação com os outros, encontra suas raízes no pensamento humanista. b) Maquiavel ficou conhecido como o pai da ciência política por ter unido a ética e a religião à reflexão política, baseando-se nos modelos políticos desenvolvidos pelos antigos gregos. c) Francesco Petrarca foi um escritor, humanista e poeta italiano do século XIV. Teve grande importância no campo cultural, pois é considerado, por muitos estudiosos, como sendo o criador do Humanismo. d) Ideias como a de que o aborto seria errado, pois todos, temos o direito à vida, sejam adultos, crianças ou bebês, bem como grande parte das reflexões raciais e de gênero que existem hoje têm suas bases numa ideia que nasceu com o movimento humanista. A ideia de que todos os seres humanos devem ser tratados como iguais, sem distinção e, por isso, temos os mesmos direitos, é tipicamente humanista. QUESTÃO 18 A partir do que se lê no trecho abaixo, marque a única assertiva que se refere CORRETAMENTE ao filósofo que defende tal ideia. De todas as criaturas, a mais frágil e miserável é o homem, mas ao mesmo tempo [...] a mais orgulhosa. a) Galileu b) Montaigne c) Maquiavel d) Francesco Petrarca Página 8

9 QUESTÃO 19 Conforme o conteúdo estudado no 4º bimestre sobre o renascimento bem como seus pensadores, julgue as alternativas a seguir marcando a única INCORRETA. a) Montaigne defendia que De todas as criaturas, a mais frágil e miserável é o homem, mas ao mesmo tempo [...] a mais orgulhosa. b) Maquiavel ficou conhecido como o pai da ciência política por ter separado a ética e a religião da reflexão política, criticando os modelos políticos desenvolvidos pelos antigos gregos. c) Como crítico do humanismo, Montaigne criticava aqueles que destacavam a grandeza das formas e das capacidades humanas, influenciando muitos autores posteriores, com Shakespeare. d) A frase O homem é a medida de todas as coisas tornou-se um lema no pensamento de Montaigne e principalmente do humanismo que, por colocar o homem como foco das reflexões, é considerado um movimento antropocêntrico QUESTÃO 20 Conforme o conteúdo estudado neste bimestre sobre o renascimento bem como seus pensadores, julgue as alternativas a seguir marcando a única INCORRETA. a) A frase O homem é a medida de todas as coisas tornou-se um lema no pensamento humanista que, por colocar o homem como foco das reflexões, é considerado um movimento antropocêntrico. b) Uma das principais características do Renascimento foi o pensamento cristão teocêntrico e a ênfase nas figuras divinas e religiosas na arte e na literatura. c) A ideia de que mais do que amado, um príncipe deve ser temido quando se tenha que falhar numa dessas duas é do filósofo Maquiavel. d) Francesco Petrarca defendia que ao invés de estudarmos o mundo, deveríamos estudar a nós mesmos. Por isso resgatou o pensamento de Sócrates e de Platão como referências para os estudos. Página 9

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