FOCO NO PROCESSO QUALIDADE. Cliente. Desenvolvimento do produto e projeto. Uso e operação. Gerenciamento e Execução de. Lançamento e vendas.

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2 QUALIDADE Cliente Uso e operação Desenvolvimento do produto e projeto FOCO NO Gerenciamento e Execução de obras PROCESSO Lançamento e vendas Suprimentos Planejamento e orçamento de obras

3 Padronização dos processos Controle de projetos e documentos Inspeção serviços Inspeção de materiais Registros Auditorias Avaliação da satisfação do cliente Indicadores e Análises

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5 QUALIDADE REAL DESEMPENHO REAL

6 Mudança de paradigma Comportamento das soluções e tecnologias construtivas são conhecidas - experiência e cultura Conhecer o comportamento tecnologias das soluções tecnologias construtivas

7 Desempenho Comportamento relacionado ao uso INTERNATIONAL COUNCIL FOR BUILDING RESEARCH STUDIES AND DOCUMENTATION CIB. The performance concept and its terminology. Paris, CIB, (Report n 32) ISO Performance standards in building - Principles for their preparation and factors to be considered Comportamento em uso de uma edificação e de seus sistemas (item 3.10, NBR )

8 Eu conheço os usuários?

9 Eu considero as reais condições de exposições?

10 EXIGÊNCIAS DO USUÁRIO CONDIÇÕES DE EXPOSIÇÃO Requisitos de desempenho Critérios de Desempenho Métodos de avaliação

11 NORMA DE DESEMPENHO NBR15575

12 NORMA DE DESEMPENHO NBR Estabelece os requisitos e critérios de desempenho aplicáveis às edificações habitacionais. Estruturada em 6 partes Parte 1 Requisitos gerais Parte 2 Requisitos para sistemas estruturais Parte 3 Requisitos para sistemas de pisos Parte 4 Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas Parte 5 Requisitos para sistemas de coberturas Parte 6 Requisitos para os sistemas hidrossanitários Não se aplica a: obras já concluídas; obras em andamento na data da entrada em vigor da norma; projetos protocolados nos órgãos competentes até a data da entrada em vigor da norma; obras de reformas; obras de retrofit; edificações provisórias.

13 DESEMPENHO ESTRUTURAL SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO SEGURANÇA NO USO E NA OPERAÇÃO ESTANQUEIDADE DESEMPENHO TÉRMICO DESEMPENHO ACÚSTICO DESEMPENHO LUMÍNICO SAÚDE, HIGIENE E QUALIDADE DO AR FUNCIONALIDADE E ACESSIBILIDADE CONFORTO TÁTIL E ANTROPODINÂMICO DURABILIDADE E MANUTENIBILIDADE ADEQUAÇÃO AMBIENTAL

14 Níveis de Desempenho Desempenho estrutural Segurança contra incêndio Segurança no uso e na operação Estanqueidade Desempenho térmico Desempenho acústico Desempenho lumínico Durabilidade e manutenibilidade Saúde, higiene e qualidade do ar NÍVEIS DE DESEMPENHO S I M Superior Intermediário Mínimo DIFERENCIAL COMPETITIVO Divulgação Marketing Materiais de vendas ATENDIMENTO OBRIGATÓRIO Funcionalidade e acessibilidade Conforto tátil e antropodinâmico Adequação ambiental

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16 FORNECEDOR DE INSUMO, MATERIAL, COMPONENTE E/ OU SISTEMA Caracterizar o desempenho dos sistemas. Fornecer resultados comprobatórios do desempenho de seus produtos com base na normas. INCORPORADOR E CONSTRUTOR Incorporador: identificar riscos, providenciar estudos técnicos e prover aos projetistas as informações. Construtor ou incorporador: elaborar o manual de uso e manutenção, com explicitação dos prazos de garantia. PROJETISTAS Estabelecer a VUP de cada sistema. Especificar materiais, produtos e processos que atendam ao desempenho mínimo estabelecido na norma com base nas normas prescritivas e no desempenho declarado pelos fabricantes. USUÁRIO Realizar a manutenção, de acordo com o a ABNT NBR 5674 e o manual de operação, uso e manutenção. Não efetuar modificações que prejudiquem o desempenho original entregue pela construtora, sendo esta última não responsável pelas modificações realizadas pelo usuário.

17 OS MATERIAIS E COMPONENTES ATENDEM AOS REQUISITOS DE DESEMPENHO? OS PROCESSOS E CONTROLES DA CONSTRUÇÃO ATENDEM AOS REQUISITOS DA NORMA? OS USUÁRIOS SABERÃO MANTER E OPERAR? OS PROJETOS DOS EMPREENDIMENTOS ATENDEM AOS REQUISITOS DA NORMA? NBR DESEMPENHO EM EDIFICAÇÕES ESTAMOS APTOS A DEMONSTRAR / EVIDENCIAR?

18 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E DESEMPENHO INCORPORAÇÃO DO CONCEITO DE DESEMPENHO

19 AJUSTES NO SISTEMA DE GESTÃO Estudo de viabilidade e compra do terreno Levantamento das condições e situação da área Realização de estudos técnicos (tipo de solo, contaminação) Levantamento de antecedentes Registro e análise das condições de exposição Dados de entrada de projeto Desenvolvimento do produto, aprovações e projetos Considerar as condições de exposição e exigências reais dos usuários Estabelecer a vida útil de projeto (VUP) Especificação por desempenho Conhecer o desempenho dos produtos e tecnologias construtivas Atendimento às normas Prever cuidados para a construção e manutenção considerando a vida útil de projeto Análises de projeto, cálculos, simulações e registros

20 AJUSTES NO SISTEMA DE GESTÃO Incorporação, lançamento e vendas Suprimentos e execução da obra Entrega da obra e assistência técnica Desempenho como diferencial de vendas Educar o cliente a enxergar a diferença Especificação clara do produto e dos níveis de desempenho Preparação da equipe de vendas Especificações, ensaios e validação de produtos Fidelidade às especificações por desempenho e projeto Previsão de custos e prazos para ensaios e controles Procedimentos de execução e inspeção dos serviços Registros do desempenho data book de desempenho Manual do usuário contemplando as orientações para a garantir a vida útil Orientação para elaboração do plano de manutenção Cuidado com as modificações e personalizações!

21 Quem vai cobrar a norma de desempenho? Como a norma de desempenho será cobrada pelos Organismos de Certificação? Os projetistas estão preparados? Os fabricantes têm as informações sobre o desempenho dos seus produtos para fornecer? Existem laboratórios para a realização dos ensaios e medições previstos? Norma técnica é lei?

22 OPORTUNIDADES Fortalecimento da engenharia e da arquitetura Desempenho como diferencial competitivo Envolvimento da cadeia produtiva: projetistas, incorporadores, construtores, fabricantes e usuários Conhecimento efetivo do comportamento dos sistemas construtivos, seus elementos e componentes Desempenho definido na fase de projeto Obra executa o que foi projetado: improviso = risco Informações claras para o usuário Critérios claros para todos os envolvidos

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