ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES. Profa. Me. Michele Costa

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1 ESTRATÉGIAS DE ENSINO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Profa. Me. Michele Costa

2 CONVERSAREMOS SOBRE JOGOS E BRINQUEDOS: Veremos como sua utilização contribui para o desenvolvimento da criança. Sendo considerada também, uma importante e agradável estratégia pedagógica

3 Os jogos são considerados parceiros das crianças em seu desenvolvimento. Sendo apontados como recurso privilegiado da criança, pois permite que ela desenvolva processos psicológicos como: memória, capacidade de se expressar, coordenação e representação do mundo por imagem.

4 INTERATIVIDADE CONTE-NOS QUE TIPOS DE BRINCADEIRAS E JOGOS SÃO REALIZADAS COM SUAS CRIANÇAS E QUAIS SÃO SUAS PREDILEÇÕES.

5 Os jogos, principalmente os jogos simbólicos/ faz de conta, contam com suportes externos para sua realização como: rituais interativos, objetos, brinquedos, organizados ou não em cenários (casa de bonecas, hospital, correio, supermecados). Estas brincadeiras não podem ser vistas como atitudes espontâneistas das crianças. E sim, como um momento de parceria e acompanhamento do professor.

6 O professor necessita acompanhar as interações e representações realizadas pelas crianças incentivando-as a criar, contar e representar suas histórias. Assim como, analisando as relações estabelecidas por elas durante o momento de brincar e se expressar.

7 Brincar! As brincadeiras de papeis permitem que as crianças construam: Sua personalidade; Desenvolva sua consciência; Os aspectos afetivo-motivacional; Capacidades e traços de caráter; Formação moral

8 A criança é um ser social que nasce com capacidades afetivas, emocionais e cognitivas. A brincadeira torna-se um importante instrumento que permite que a criança ampliarem suas relações sociais, interações e formas de comunicação, sentindo-se cada vez mais seguras para se expressar, aprendendo através de trocas sociais, diferentes percepções e compreensões da realidade. Deste sentido, a brincadeira é um importante recursos para a criança. Destacando-se a imitação e o faz-de-conta, os quais contribuem expressivamente com o desenvolvimento do pisquismo humano.

9 Para contribuir com este processo de desenvolvimento das crianças, o RCNEI aponta algumas orientações que contribuem para enriquecer as estratégias de jogos e brincadeiras que devem ser oferecidas para as crianças. Vejamos algumas propostas:

10 Crianças de zero a três anos experimentar e utilizar os recursos de que dispõem para a satisfação de suas necessidades essenciais, expressando seus desejos, sentimentos, vontades e desagrados, e agindo com progressiva autonomia; familiarizar se com a imagem do próprio corpo, conhecendo progressivamente seus limites, sua unidade e as sensações que ele produz; interessar se progressivamente pelo cuidado com o próprio corpo, executando ações simples relacionadas à saúde e higiene; brincar; relacionar se progressivamente com mais crianças, com seus professores e com demais profissionais da instituição, demonstrando suas necessidades e interesses.

11

12 CRIANÇAS DE QUATRO A SEIS ANOS Expressão, manifestação e controle progressivo de suas necessidades, desejos e sentimentos em situações cotidianas. Iniciativa para resolver pequenos problemas do cotidiano, pedindo ajuda se necessário. Identificação progressiva de algumas singularidades próprias e das pessoas com as quais convive no seu cotidiano em situações de interação. Participação em situações de brincadeira nas quais as crianças escolham os parceiros, os objetos, os temas, o espaço e as personagens.

13 Participação de meninos e meninas igualmente em brincadeiras de futebol, casinha, pular corda etc. Valorização do diálogo como uma forma de lidar com os conflitos. Participação na realização de pequenas tarefas do cotidiano que envolvam ações de cooperação, solidariedade e ajuda na relação com os outros. Respeito às características pessoais relacionadas ao gênero, etnia, peso, estatura etc. Valorização da limpeza e aparência pessoal. Respeito e valorização da cultura de seu grupo de origem e de outros grupos

14

15 As crianças nesta faixa etária necessitam de brincadeiras que permitem a trabalhar a expressividade e a movimentação (correr, subir, descer, escorregar, pendurarse, movimentar-se, dançar, representar...). Pois assim, elas poderão ampliar gradualmente o conhecimento e o controle sobre o corpo e o movimento. Adquirindo também habilidades que lhe permitam desenvolvimento de força, velocidade, resistência e flexibilidade.

16 A brincadeira é uma linguagem infantil que mantém um vinculo essencial com aquilo que é o não-brincar. Se a brincadeira é uma ação que ocorre no plano da imaginação isto implica que aquele que brinca tenha o domínio da linguagem simbólica. Isto quer dizer que é preciso haver consciência da diferença existente da brincadeira e a realidade imediata que lhe forneceu conteúdo para realizar-se. PORTANTO, VAMOS BRINCAR!

17 Referências Bibliográficas ABRAMOWICZ, A. & WAJAKOP, G. Creches: atividades para crianças de 0 a 6 anos. São Paulo: Moderna, BRASIL, MEC, COEDI. Critérios para um atendimento em creches que respeite os direitos fundamentais das crianças. Brasília, CAMPOS, Maria Malta Campos e ROSEMBERG, Fúlvia. Critérios para um atendimento em creches que respeite os direitos fundamentais das crianças 6.ed. Brasília : MEC, SEB, Indicadores da Qualidade na Educação Infantil / Ministério da Educação/Secretaria da Educação Básica Brasília: MEC/SEB, 2009.

18 Referências Bibliográficas DIAS BORDENAVE, Juan, PEREIRA, Adair Martins, Estratégias de ensino aprendizagem. 10. ed. Petrópolis: Vozes, FRIEDMANN, Adriana. Brincar, crescer e aprender o resgate do jogo infantil. São Paulo, Ed. Moderna, KRAMER, Sônia. Com a pré escola nas mãos: uma alternativa curricular para educação infantil. São Paulo: Ática, MARTINS, Jorge Santos.Projeto de Pesquisa: estratégia de ensino aprendizagem em sala de aula.2. ed. Campinas: Autores Associados, 2007.

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