REITOR Cláudio Ricardo Gomes de Lima. DIRETOR GERAL DO CAMPUS DE CANINDÉ Evandro Martins. CHEFE DO DEPARTAMENTO DE ENSINO José Willame Felipe Alves

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1 Projeto Pedagógico do Curso Técnico em Telecomunicações - PRONATEC Canindé, Agosto de

2 REITOR Cláudio Ricardo Gomes de Lima DIRETOR GERAL DO CAMPUS DE CANINDÉ Evandro Martins CHEFE DO DEPARTAMENTO DE ENSINO José Willame Felipe Alves CHEFE DO DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO Francisco Ebison Souto Canuto COORDENADOR DO PRONATEC Juliana Silva Liberato ORIENTADORES DO PRONATEC Renata Maria Paiva da Costa SUPERVISOR DO PRONATEC Odilon Monteiro da Silva Neto EQUIPE TÉCNICA/ADMINISTRATIVA David Moraes Andrade Carlos Henrique da Silva Sousa 2

3 SUMÁRIO 1.INFORMAÇÕES GERAIS 4 2.ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAL FORMAS DE ACESSO ÁREAS DE ATUAÇÃO METODOLOGIA 7 3.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DIPLOMA PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA - PUD CORPO DOCENTE DO CURSO* 41 5.CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO 41 6.INFRAESTRUTURA DESCRIÇÃO DAS INSTALAÇÕES: INFRAESTRUTURA DE LABORATÓRIOS LABORATÓRIOS BÁSICOS LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS A ÁREA DO CURSO 44 3

4 INFORMAÇÕES GERAIS Denominação: Curso Técnico em Telecomunicações Titulação conferida: Técnico em Telecomunicações Modalidade de oferta: Presencial Requisito de acesso: Estar cursando o ensino médio Início do Curso: Agosto Regime: Semestral Duração: 03 semestres Hora aula: 60 minutos Nº de vagas: 45 Turno de oferta: Noturno Carga Horária das disciplinas: horas Sistema de carga horária: 01 crédito = 20 horas ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 2.1. JUSTIFICATIVA Nas diretrizes curriculares da educação profissional o foco de ensino está centrado no aprender a aprender. A ênfase dos conteúdos transfere-se para as competências que são construídas pelo sujeito que aprende. Essas competências envolvem: o saber, que são as informações articuladas cognitivamente; as habilidades, ou seja, o saber fazer; e os valores, as atitudes, que são o saber ser e o conviver. Incluem, ainda, a capacidade para tomar decisões e ações tendo em vista os princípios políticos, éticos e estéticos da educação e o atendimento à dinâmica das transformações da sociedade. São uma gama de conhecimentos que convergem para a formação de um profissional na sua integralidade, aliando as habilidades e conhecimentos técnicos aos pressupostos éticos-políticos. A instituição da Lei Geral de Telecomunicações dos anos 60 propiciou ao país a estruturação de uma das maiores redes de telecomunicações do mundo, possibilitando a organização de empresas estatais de telecomunicações, responsáveis pela implementação do Plano Nacional de Telecomunicações. Atualmente, o cenário nacional de telecomunicações passa por uma reestruturação com a privatização das empresas estatais e com o surgimento de

5 novas empresas. Esse panorama sugere a elevação da competitividade no setor produtivo, tanto no ponto de vista do desenvolvimento de novos serviços e produtos, quanto no da requisição de profissionais qualificados para atuar nesse segmento. Nesse cenário extremamente competitivo, de acelerado crescimento da exigência de serviços especializados de telecomunicações, a curto e médio prazo, fica evidenciada a necessidade da formação de profissionais, para atuarem nas atividades de planejamento, supervisão, implantação, operação e manutenção de Projetos e Sistemas de Telecomunicações. Dessa maneira, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), ciente da importância do seu papel no cenário de transformações no mundo de trabalho, busca cumprir com o compromisso de proporcionar a formação integral de profissionais, aliando o aspecto técnico-operativo ao pressuposto da cidadania. Assim, como preceituam os artigos 34 e 35 do Regulamento da Organização Didática (ROD), a proposta de formar profissionais com qualidade exige do IFCE a tarefa constante de avaliar sua dinâmica educacional, redefinindo seus modelos curriculares, bem como reinterpretando o seu relacionamento com o mercado de trabalho e com a sociedade. Dentro deste cenário, o IFCE campus de Canindé, visando ampliar a oferta de Educação Profissional ao público e adotando uma estratégia de inclusão produtiva, proposta pelo PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), ofertará o Curso Técnico em Telecomunicações OBJETIVOS GERAL Formar profissionais técnicos de nível médio aptos para o exercício de atividades técnicas na área de Telecomunicações ESPECÍFICOS Planejar, desenvolver, executar projetos de telecomunicações; Realizar o monitoramento e controle de sistemas de telecomunicação; Realizar manutenções preventivas e corretivas em sistemas de telecomunicações; Desenvolver a capacidade de resolver problemas e trabalhar em equipe.

6 2.3. FORMAS DE ACESSO O acesso ao Curso Técnico em Telecomunicações do PRONATEC será feito através de 1ª e 2ª chamadas de estudantes do ensino médio, componentes do cadastro de pré-matrículas organizado pela Secretaria Estadual de Educação, através de suas unidades de Ensino Médio no município de Canindé ÁREAS DE ATUAÇÃO O Técnico em Telecomunicações lidará com tecnologias relacionadas à comunicação e processamento de dados e informações, por meio de ações de concepção, desenvolvimento, implantação, operação, avaliação e manutenção de sistemas de telecomunicações. Elaborará projetos de telecomunicações em empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e em outros espaços que demandam esse serviço PERFIL ESPERADO DO FUTURO PROFISSIONAL O Técnico em Telecomunicações deve ser capaz de relacionar-se com o saber em constante evolução, frente às rápidas transformações demandadas pelo mercado de trabalho especializado, apresentando um perfil de maior amplitude na área de projetos e sistemas de telecomunicações, com enfoque na implantação e suporte de equipamentos de Telecomunicações. Deverá ter desenvolvido, assim, competências específicas da habilitação profissional, que o levem a: Instalar sistemas de transmissão de tecnologia analógica e digital; Instalar equipamentos de estações rádio-base; Instalar redes de acesso nas tecnologias em uso para acesso da última milha, sejam via cabo ou rádio; Instalar cabos ópticos em redes de transporte para transmissão digital; Elaborar relatórios descrevendo as atividades realizadas em tarefas de aceitação, instalação e configuração/programação de equipamentos de transmissão. Conhecer as relações e contradições do mundo do trabalho e o significado de seu papel enquanto trabalhador neste cenário; Adotar os princípios de flexibilidade, de adaptação crítica, gerenciamento participativo, agilidade e decisão; Adotar compromisso ético-profissional.

7 2.6. METODOLOGIA A metodologia adotada no curso de Técnico em Telecomunicações visa, sobretudo, tornar o mais eficiente possível o processo de ensino-aprendizagem. A metodologia de ensino aplicada no curso está apoiada nos seguintes pontos: I. Currículo que oferece disciplinas de conteúdo específico da formação técnica em telecomunicações. II. Ensino organizado a partir de uma metodologia que favorece as atividades de ensino coletivo, de ensino individualizado e de ensino socializado. Para o desenvolvimento desta metodologia destacam-se as seguintes atividades: Exposições orais; Leituras comentadas; Pesquisas experimentais; Aulas práticas; Trabalho de equipe; Seminários; Elaboração de relatórios; Palestras, workshops com especialistas. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do Curso Técnico em Telecomunicações observa as determinações presentes nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico; nos Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional e no Decreto 5.154/2004, assim como nas orientações do Catálogo Nacional para os Cursos Técnicos. O curso está embasado em conhecimentos técnicos e tecnológicos, numa sequência lógica e contínua de apresentação dos diversos saberes e conhecimentos que interagem com o contexto da formação profissional na área de telecomunicações. A matriz curricular do curso é constituída por disciplinas instrumentais e específicas, e comporta carga horária total de 1200 horas, distribuídas em três (03) semestres letivos. A organização semestral das disciplinas, bem como a sua sequência é apresentada no quadro a seguir.

8 3.1. MATRIZ CURRICULAR Sem 1º 2º 3º Carga horária (hora/aula) Disciplina Semanal Semestral Informática Básica 2 40 Eletricidade CC 2 40 Eletrônica Digital 2 40 Lógica e Linguagem de Programação 4 80 Inglês Instrumental 2 40 Português Instrumental 2 40 Comunicação de Dados 2 40 Telefonia Básica 4 80 Subtotal 1º Análise de Circuitos 4 80 Eletrônica Analógica 4 80 Telefonia Móvel 2 40 Gestão de Telecomunicação 2 40 Sistema de Telecomunicações 4 80 Rede de computadores 2 40 Normas, Legislação e Segurança do Trabalho(HST) 2 40 Subtotal 2º Redes de Telecomunicação 4 80 Rádio Transmissão 4 80 Micro Controladores 2 40 Transmissão de TV 2 40 Elaboração de Projeto Social 2 40 Comutação Digital 2 40 Empreendedorismo aplicado a área de Telecomunicação 2 40 Proteção de Sistemas de Comunicação 2 40 Subtotal 3º TOTAL 1200

9 3.2. AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO A avaliação do Projeto do Curso será realizada de forma processual, envolvendo os diversos segmentos (discentes, docentes, coordenador adjunto, supervisor, orientador e apoio administrativo acadêmico), de modo a indicar alterações que visam a melhoria do curso e a ampliação do Programa AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Conforme preconiza a LDB 9394/96, a avaliação da aprendizagem é continua, sistemática e cumulativa, orientada pelos objetivos definidos nos planos de cursos e com a finalidade de proporcionar aos discentes a progressão de seus estudos. Para tanto, no processo ensino-aprendizagem, a avaliação assume as funções diagnóstica, formativa e somativa com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, devendo ser utilizada como ferramenta para tomada de consciência das dificuldades, conquistas e possibilidades, funcionando assim, como instrumento colaborador nesse processo. Ao professor cabe estimular a pesquisa, a reflexão e o auto desenvolvimento, exercendo, assim, o papel de orientador e mediador que reflete na ação e que age sobre a realidade. Durante a avaliação são utilizados diversos instrumentos (projetos, seminários, experiências práticas, provas, relatórios, auto avaliação, entre outros), que possibilitam ao professor observar, orientar e intervir no desempenho discente, diante das dificuldades de aprendizagem apresentadas. Possibilita, ainda, o reconhecimento de que existem formas de aprendizagem diferenciadas que devem ser consideradas como tempo, ritmos e lógicas. Para fins de promoção são considerados a assiduidade do aluno bem como o desempenho do mesmo. O resultado da avaliação deverá expressar o grau de desempenho de cada componente curricular, quantificado em nota de 0 (zero) a 10 (dez), considerando aprovado o aluno que obtiver média igual ou superior a 6,0 (seis) e 75% de presença por componente curricular. A recuperação, quando necessária, acontecerá para oportunizar ao discente a possibilidade de superar as dificuldades de aprendizagem, podendo ser aplicada durante o período letivo. A fórmula para o cálculo da média, os critérios para a atribuição de notas, as formas de recuperação e de promoção encontram-se no Regulamento da Organização Didática ROD, do IFCE, no Titulo II, Capítulo II, Seção IV, subseção I.

10 3.4. DIPLOMA Após a integralização das disciplinas que compõem a matriz curricular do Curso Técnico em Telecomunicações, o aluno fará jus ao Diploma de Técnico em Telecomunicações, desde que apresente certificação do ensino médio, visto que o curso é ofertado na modalidade concomitante, respeitando as disposições do Art. 75, Capítulo VIII, Título II do Regimento da Organização Didática (ROD) PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA PUD DISCIPLINA: INFORMÁTICA BÁSICA Código: Carga Horária: Número de Créditos: 2 Código pré-requisito: - Semestre: 1º Nível: EMENTA 40 horas Técnico Conceitos elementares de Informática aplicados ao uso prático de ferramentas de automação de escritórios. Uso do computador e seus recursos. Evolução e conceitos de Sistemas Operacionais, Aplicativos (processador de textos, planilhas eletrônicas, softwares de apresentação) e suas aplicações. Conceitos sobre redes de computadores e pesquisas na Internet. OBJETIVO (S) Conhecer e compreender o funcionamento do computador Utilizar e identificar sistemas operacionais Compreender os conceitos de software Livre X Proprietário Usar aplicativos para uso pessoal e profissional Utilizar a internet como ferramenta de comunicação, inclusão e cidadania digital. PROGRAMA Conceitos básicos de Informática; 1. História e evolução dos computadores; 2. Sistemas Operacionais (Livres X Proprietários). 3. Processadores de Texto; 4. Planilhas Eletrônicas; 5. Softwares de Apresentação; 6. Conceitos básicos de Redes de Computadores; 7. Uso da Internet e redes sociais. METODOLOGIA DE ENSINO

11 Aulas teóricas expositivas com utilização de quadro branco, recursos audiovisuais como retro projetor e multimídia; práticas realizadas em laboratório; notas de aula; trabalho individual, de grupo, coletivo, visitas técnicas e outras. AVALIAÇÃO As avaliações serão realizadas por meio de prova escrita, trabalhos e participação do aluno em sala. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORNACHIONE, JR., EDIGARD B. Informática: Aplicada às Áreas de Contabilidade, Administração e Economia. Rio de Janeiro: Editora Atlas, CAPRON, H. L.; JOHNSON, J. A. Introdução a Informática. São Paulo: Editora Prentice-Hall, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SANTOS, Aldemar de Araújo. Informática na Empresa. Rio de Janeiro: Editora Atlas, SAWAYA, MÁRCIA R. Dicionário de Informática e Internet: Inglês/ Português. São Paulo: Nobel, Coordenador do Curso Coordenadoria Técnico- Pedagógica DISCIPLINA: ELETRICIDADE CC Código: Carga Horária: Número de Créditos: 2 Código pré-requisito: - Semestre: 1º Nível: EMENTA 40 horas Técnico A Corrente Elétrica, A Resistência Elétrica, Circuitos Elétricos Simples. Estruturas Elétricas em corrente contínua, Capacitores, Associação de Capacitores, Indutores, Associação de indutores, Transitórios em Corrente Contínua (C.C.). Corrente alternada, Fatores e Números complexos, Circuito RC, RL e RLC. OBJETIVO (S) Identificar as principais grandezas elétricas, assim como suas unidades, fazendo a devida relação entre as mesmas; Aplicar as leis da eletricidade; Identificar circuitos série, paralelo e misto, visando à análise de circuitos elétricos; Aplicar métodos e teoremas de análise de circuitos elétricos; Utilizar instrumentos de medição de grandezas elétricas.

12 PROGRAMA 1. Conceitos básicos de eletricidade 1.1. Grandezas básicas: tensão, corrente e resistência elétrica 1.2. Lei de Ohm 1.3. Potência elétrica 1.4. Energia elétrica 2. Circuitos elétricos em corrente contínua 2.1. Leis de Kirchhoff 2.2. Circuito série, paralelo e misto 2.3. Divisores de tensão e de corrente 2.4. Análise de circuitos pelos métodos das correntes de malhas e de ramos 3. Teoremas de análise de circuitos 3.1. Teorema da superposição 3.2. Teorema de Thévenin 3.3. Teorema de Norton 3.4. Teorema de Milman 4. Introdução à tensão alternada 4.1. Grandezas e parâmetros elétricos em tensão alternada 4.2. Números complexos e fasores 4.3. Potência e energia em tensão alternada 4.4. Fator de Potência 4.5. Análise de circuitos em corrente alternada METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas com utilização de quadro branco, recursos audiovisuais como retro projetor e multimídia; práticas realizadas em laboratório; notas de aula; trabalho individual, de grupo, coletivo, visitas técnicas e outras. AVALIAÇÃO As avaliações serão realizadas por meio de prova escrita, trabalhos e participação do aluno em sala. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUTLER, Phillips. Análise de circuitos CC. São Paulo :Mc Graw-Hill do Brasil, 1976 O MALLEY, John. Análise de circuitos.são Paulo: Makron Books HAYT, Jr. Willian Hart. Análise de circuitos em engenharia. São Paulo: McGraw- Hill do Brasil, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Coordenador do Curso Coordenadoria Técnico- Pedagógica DISCIPLINA: ELETRÔNICA DIGITAL Código: Carga Horária: 80 horas

13 Número de Créditos: 4 Código pré-requisito: - Semestre: 1º Nível: EMENTA Técnico Introdução à eletrônica digital. Conceitos fundamentais de lógica e circuitos digitais. OBJETIVO (S) Compreender a lógica digital; Conhecer os circuitos integrados que implementam a lógica digital; Entender e utilizar as técnicas de otimização de circuitos digitais; Conhecer e utilizar as técnicas de modelagem de problemas; Compreender os flip-flops. PROGRAMA Unidade I 1. Os Sistemas De Numeração Os sistemas de numeração usados nos microcomputadores Bases numéricas: Sistema de numeração base 2. Sistema de numeração base 8. Sistema de numeração base 10. Sistema de numeração base 16. Sistema de numeração base n. Mudanças de base. Códigos Binários. Tipos de códigos e princípios de formação: Código binário. Código octal. Código excesso-3. Código Gray. Código BCD. Código Hexadecimal. 2. Álgebra Booleana e Circuitos Lógicos: Teoremas da álgebra de Boole. Portas lógicas. Porta E (AND): Circuito elétrico; Símbolo lógico; Expressão lógica de saída; Tabela verdade. Porta Não E ( Nand): Circuito elétrico; Símbolo lógico; Expressão lógica de saída; Tabela verdade. Porta Inversora (NOT): Circuito elétrico; Símbolo lógico; Expressão lógica de saída; Tabela verdade. Porta OU (OR): Circuito elétrico; Símbolo lógico; Expressão lógica de saída; Tabela verdade. Porta Não OU (NOR): Circuito elétrico; Símbolo lógico; Expressão lógica de saída; Tabela verdade. Porta OU Exclusiva (EX OR): Circuito elétrico; Símbolo lógico; Expressão lógica de saída; Tabela verdade; Porta Coincidência (Not ex or); Circuito elétrico; Símbolo lógico; Expressão lógica de saída ; Tabela verdade. Circuitos básicos com portas lógicas: Agrupamento de portas lógicas; Expressão Booleana; Tabela verdade; Simplificação de Expressões Booleana; Mapas de Karnaugh. Unidade II 3. Circuitos Combinacionais: Multiplexadores e Demultiplexadores; Codificadores e Decodificadores; Somadores e Comparadores; Circuitos comerciais; Aplicações. Flip-Flop: FF RS básico; Circuito lógico; Tabela verdade; Oscilogramas de entrada e saída; FF RS com Controle; Circuito lógico; Tabela verdade. Oscilogramas de entrada e saída: FF JK Básico; Circuito lógico; Tabela verdade. Oscilogramas de entrada e saída. FF JK Mestre escravo. Circuito lógico; Tabela verdade; Oscilogramas de entrada e saída. FF D: Circuito lógico; Tabela verdade; Oscilogramas de entrada e saída. FF T: Circuito lógico; Tabela verdade; Oscilogramas de entrada e saída; Converções entre Circuitos Flip-flop; Circuitos comerciais; Aplicações. 4. Circuitos Seqüenciais: Revisão de Flip-Flop; Registrador de Deslocamento; Contadores Síncronos e Assíncronos. Memórias: Classificação das memórias; Tipos de Memórias; Circuitos com memórias; Mapeamento de Memória. Arquitetura Básica

14 do Microcomputador: Arquitetura Interna; Barramentos; Dispositivos de Entrada e Saída. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas e práticas com a utilização de quadro branco, de laboratórios, notas de aula e recursos audiovisuais como retro projetor e multimídia. Exposições, trabalho individual, de grupo, coletivo, visitas técnicas e outras. AVALIAÇÃO As avaliações serão realizadas por meio de prova escrita, trabalhos e participação do aluno em sala. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOURENÇO, Antônio Carlos. Circuitos Digitais. São Paulo: Ed. Érica, MALVINO, Albert Paul. Eletrônica Digital Vol 1 e 2. São Paulo: Mc Graw-Hill, CAPUANO. Elementos de Eletrônica digital. São Paulo: Erica, TAUB, Herbert. Circuitos Digitais e Microprocessadores. São Paulo: McGraw Hill, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TAUB, Herbert. Eletrônica Digital. São Paulo: McGraw Hill, TOCCI, Ronals. Sistemas Digitais, Princípios e Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, CIPRIANO. Z80 Hardware vol 1. São Paulo: Erica, Coordenador do Curso Coordenadoria Técnico- Pedagógica DISCIPLINA: LÓGICA E LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO Código: Carga Horária: Número de Créditos: 4 4 Código pré-requisito: - Semestre: 1º Nível: EMENTA 80 horas Técnico Algoritmo. Lógica de programação. Estruturas de controle. Estruturas de dados homogêneos. Estruturas de repetição. Depuração de Código e Ferramentas de Depuração. Recursividade. Ponteiros e alocação dinâmica de memória. Estruturas de Dados heterogêneos. OBJETIVO (S) Desenvolver o raciocínio lógico aplicado à solução de problemas em nível computacional.

15 Introduzir os conceitos básicos de desenvolvimento de algoritmos e lógica de programação. PROGRAMA Unidade 1: Algoritmo Introdução. 1.2 Componentes do Algoritmo. 1.3 Modelo para a construção de algoritmo. 1.4 Tipos de dados. 1.5 Variáveis e constantes. 1.6 Comando de Atribuição. 1.7 Expressões aritméticas e lógicas. Unidade 2: Estruturas de Controle Estruturas Seqüenciais. 2.2 Estruturas de seleção. 2.3 Estruturas de repetição. Unidade 3: Estruturas de Dados Homogêneos Vetores. 3.2 Métodos de pesquisa, classificação e ordenação de vetores. 3.3 Matrizes. Unidade 4: Depuração de Código e Ferramentas de Depuração Depuração de Algoritmos. 4.2 Depuração de programas com ferramentas de software. Unidade 5: Módulos Procedimentos. 5.2 Funções. 5.3 Unidades ou Pacotes. 5.4 Bibliotecas. Unidade 6: Recursividade Funções e Procedimentos Recursivos. Unidade 7: Ponteiros e Alocação Dinâmica de Memória. Unidade 8: Estruturas de Dados Heterogêneas Registros ou Uniões. 8.2 Arrays de Registros. Unidade 9: Arquivos Rotina para manipulação de arquivos. 9.2 Arquivos texto. 9.3 Arquivos Binários. 9.4 Arquivos de Registros. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas com utilização de quadro branco, recursos audiovisuais como retro projetor e multimídia; práticas realizadas em laboratório; notas de aula; trabalho individual, de grupo, coletivo, visitas técnicas e outras. AVALIAÇÃO As avaliações serão realizadas por meio de prova escrita, trabalhos e participação do aluno em sala. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FORBELLONE, André Luiz Villar. Lógica de programação. São Paulo: Makron Books, MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Algoritmos - Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores. São Paulo: Editora Érica, GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: LTC, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEISERSON,Charles E.; RIVEST,Ronald L.; CORMEN, Thomas H. Algoritmos. Rio de Janeiro: Editora Campus, LOPES, Anita; GARCIA, Guto. Introdução à Programação. Rio de Janeiro: Editora Campus, FARRER, H. et al. Algoritmos estruturados. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, PUGA, Sandra. Lógica de programação e estrutura de dados, com aplicações em java. São Paulo: Prentice Hall, WILLIAM, J. Collins. Programação estruturada com estudos de casos em pascal. São Paulo: McGraw-Hill, 1990.

16 Coordenador do Curso Coordenadoria Técnico- Pedagógica DISCIPLINA: INGLÊS INSTRUMENTAL Código: Carga Horária: 40h Número de Créditos: 02 Código pré-requisito: Semestre: 1 Nível: Técnico EMENTA Leitura e compreensão de textos em inglês, dentro da abordagem instrumental. Leitura e compreensão de textos em inglês, na área de Tecnologia da Informação e Comunicação. Estruturas básicas do Inglês. Vocabulário técnico na área de Informática. OBJETIVO (S) Desenvolver a habilidade de leitura em inglês, sobretudo na área de Tecnologia da Informação e Comunicação. Utilizar as estratégias de leitura: prediction, skimming e scanning. Apreender estruturas particulares da língua inglesa necessárias para a compreensão de textos. CONTEÚDOS Técnicas de Leitura Leitura e identificação de cognatos (verdadeiros e falsos); 1.2. Técnicas de leitura: skimming, scanning e brainstorming; 1.3. Exercício de Interpretação para verificação de aprendizado. Identificações de tempos (auxiliares e flexões) no texto Análise de um texto (questões optativas); 1.5. Análise de texto (questões discursivas); 1.6. Exercício de Interpretação para verificação de aprendizado. Modificadores / quantificadores de texto Adjetivos e posicionamento de termos (na tradução);

17 1.8. Identificações de tempos (auxiliares e flexões) no texto; 1.9. Exercício de Interpretação para verificação de aprendizado. Plurais de língua inglesa. Termos técnicos x fidelidade tradutiva. Elementos de coordenação de frases Exercício de Interpretação para verificação de aprendizado. Elementos coesivos. Identificações de tempos (auxiliares e flexões) no texto. Tradução Literal x tradução literária Exercício de Interpretação para verificação de aprendizado. Identificações de tempos (auxiliares e flexões) no texto. METODOLOGIA DE ENSINO A disciplina é desenvolvida no formato presencial: exposição teórica, trabalhos práticos, seminários e atividades a serem desenvolvidas extra-sala de aula. Os conteúdos das aulas serão detalhados conforme o cronograma do semestre. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada de forma processual e cumulativa. A saber: avaliações escritas (provas), trabalhos extra-sala de aula, seminários e dinâmicas em sala. A frequência é obrigatória, respeitando os limites de ausência previstos em lei. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Reinildes - Inglês Instrumental: reading critically in English, UFMG, Belo Horizonte MUNHOZ, Rosângela - Inglês Instrumental, CEETEPS, São Paulo GALANTE, Terezinha Padro - Inglês para Processamento de Dados, 7ª Ed., Editora Atlas, São Paulo 1996.

18 Oxford - Dicionário Escolar para estudantes brasileiros de inglês. Oxford, 2001 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GEFFNER, A. B. - Como escrever cartas comerciais em Inglês, Editora Martins Fontes, São Paulo TAYLOR, J. - Gramática Delti da Língua Inglesa, Rio de Janeiro: LTC, 1995 CRUZ, Décio Cruz - Inglês.com. textos para informática, Salvador Coordenador do Curso Coordenadoria Técnico- Pedagógica DISCIPLINA: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Código: Carga Horária: 40 Número de Créditos: 02 Código pré-requisito: Semestre: 1 Nível: Técnico EMENTA Nova ortografia. Pronomes. Semântica. Concordância nominal e verbal. Coesão e coerência. A linguagem e os processos de comunicação. Gêneros textuais da web (home page, blogs, facebook, fotologs e podcasts). Elementos da comunicação escrita. Redação de textos para web. As comunicações oficiais. OBJETIVO (S) Situar, na teoria e na prática, a importância da Língua Portuguesa na comunicação humana. Demonstrar a importância do contexto social para o ato de ler, interpretar e escrever textos. Exercitar a leitura e a escrita de variados gêneros de texto. Apresentar e problematizar os aspectos estruturais da língua portuguesa, levando em consideração o contexto. Apresentar a função da estruturação do texto (escrito e oral) de acordo com as situações específicas. CONTEÚDOS 1. Leitura e produção do conhecimento: 1.1. Repertório do texto referêncial, argumentação e contra-argumentação e registros linguisticos. 2. Recursos técnico-expressivos do texto:

19 2.1. Concordância e regência, discurso direto, indireto e indireto livre e formas de linguagem. 3. Articulação semântico-textual: 3.1. Visão crítica. Campos semânticos, famílias etimológicas e ideológicas e polissemia. 4. Articulação vocabular do texto: 4.1. O discurso científico, o discurso ficcional e a metalinguagem. METODOLOGIA DE ENSINO A disciplina é desenvolvida no formato presencial: exposição teórica, trabalhos práticos, seminários e atividades a serem desenvolvidas extra sala de aula. Os conteúdos das aulas serão detalhados conforme o cronograma do semestre. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada de forma processual e cumulativa. A saber: avaliações escritas, trabalhos extra sala de aula e dinâmicas em sala. A frequência é obrigatória, respeitando os limites de ausência previstos em lei. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FAULSTICH, Enilde L. de J. - Como ler, entender e redigir um texto, 20ª Ed., Editora Vozes, Petrópolis ABAURRE, Maria Luiza M. - Gramática - Texto: análise e construção de sentido, 3ª Ed., Editora Moderna, Rio de Janeiro, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOISES, Carlos Alberto. Língua Portuguesa atividades de leituras e produção de textos. 3ª Ed., Editora Saraiva, São Paulo, NADOLSKIS, Hêndricas - Normas de Comunicação em Língua Portuguesa, 23ª Ed., Editora Saraiva, São Paulo, GARCEZ, L. H. do C. - Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever.: Editora Martins Fontes, São Paulo, Coordenadoria Técnico- Coordenador do Curso Pedagógica DISCIPLINA: COMUNICAÇÃO DE DADOS Código: Carga Horária: 40 horas Número de Créditos: 2 02 Código pré-requisito: -

20 Semestre: 1º Nível: EMENTA Técnico Fundamentos de sinais e dados. Tipos de transmissão. Transmissão: perdas, limites na taxa de dados, desempenho (nyquist e shannon), largura de banda, throught put; Erros (ruído, atenuação, diafonia, eco, latência (retardo), jitter; modos de transmissão e tipos de conexão. Codificação e conversão. Meios de transmissão com e sem fio. Multiplexação. Modelo OSI. OBJETIVO (S) Conhecer, distinguir e caracterizar sinais analógicos e digitais; Compreender o processo de comunicação dados e problemas que podem nele acontecer; Compreender o funcionamento de interfaces de comunicação. Conhecer meios de transmissão guiados e não guiados. Compreender o funcionamento básico de uma arquitetura de rede em camadas, por meio do modelo OSI. PROGRAMA 1. Conceitos básicos de comunicação de dados: 1.1. Breve histórico; 1.2. Canais de comunicação; 1.3. Modos de operação: Simplex; 1.4. half-duplex; 1.5. full-duplex; 1.6 codificação de dados 2. Transmissão de dados: 2.1. Tipos de Transmissão; 2.2. Transmissão paralela; 2.3. Transmissão serial síncrona; 2.4. Transmissão serial assíncrona. 2.5 Problemas na transmissão/erros (ruído, atenuação, diafonia, eco, latência e jitter) 3. Interfaces de comunicação de dados: Interface de comunicação serial RS- 232/V24/V28; Interface de comunicação serial RS 442/V35; Interface de comunicação serial RS 449 / V36/ V11; Interface de comunicação serial X21; Interface de comunicação serial G Meios de transmissão: Par trançado; Cabo coaxial; Fibra ótica; Enlace de rádio; Comunicação via satélite; Cabeamento estruturado. 5. Modelo de referência OSI: Conceitos; Camada física; Camada de enlace; Camada de rede; Camada de transporte; Camada de sessão; Camada de apresentação; Camada de aplicação METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas e práticas com a utilização de quadro branco, de laboratórios, notas de aula e recursos audiovisuais como retro projetor e multimídia. Exposições, trabalho individual, de grupo, coletivo, visitas técnicas e outras. AVALIAÇÃO As avaliações serão realizadas por meio de prova escrita, trabalhos e participação do aluno em sala.

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