UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS JULIANA NADJARA CARVALHO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS JULIANA NADJARA CARVALHO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS JULIANA NADJARA CARVALHO ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E FERRAMENTAS DA QUALIDADE EM EMPRESAS COM CERTIFICAÇÃO ISO 9001 EM JOINVILLE - SC JOINVILLE SC BRASIL 2014

2 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS JULIANA NADJARA CARVALHO ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E FERRAMENTAS DA QUALIDADE EM EMPRESAS COM CERTIFICAÇÃO ISO 9001 EM JOINVILLE - SC Trabalho de Graduação apresentado à Universidade do Estado de Santa Catarina, como requisito parcial para obtenção do título de Engenheiro de Produção e Sistemas. Orientador: Prof. MSc. Valdésio Benevenutti JOINVILLE SC BRASIL 2014

3 JULIANA NADJARA CARVALHO ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E FERRAMENTAS DA QUALIDADE EM EMPRESAS COM CERTIFICAÇÃO ISO 9001 EM JOINVILLE - SC Trabalho de Graduação aprovado como requisito parcial para a obtenção do título de Engenheiro do curso de Engenharia de Produção e Sistemas da Universidade do Estado de Santa Catarina. Banca Examinadora: Orientador: Professor MSc. Valdésio Benevenutti Membro: Professor Dr. Romualdo T. de França Júnior Membro: Professor MSc. Adelmo Anselmo Martins Joinville (SC), 10 de novembro de 2014

4 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus por ajudar os meus sonhos a tornarem-se possíveis, por guiar os meus caminhos e nunca me deixar sozinha. Tudo posso naquele que me fortalece (Filipenses 4:13). Agradeço a minha família pela força e por toda educação e ensinamentos que me deram de forma especial a minha mãe, por toda oração e apoio constante e por ser sempre o meu espelho de luta e determinação. Ao meu pai, meu primeiro professor que me ensinou a importância dos estudos e aos meus irmãos por todo carinho e alegria que compartilharam comigo a cada nova conquista. Agradeço aos meus amigos e colegas de classe por toda experiência e informação trocada, por todas as risadas que compartilhamos sendo elas ora de alegria ora de desespero e por terem me ajudado a tornar essa caminhada mais leve. Agradeço também aos meus professores pelos ensinamentos passados e atenção dada sempre de forma muito cordial, em especial ao meu orientador, professor MSc. Valdésio, pelas contribuições e enriquecimento acadêmico.

5 Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades, lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível. (Charles Chaplin)

6 JULIANA NADJARA CARVALHO ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E FERRAMENTAS DA QUALIDADE EM EMPRESAS COM CERTIFICAÇÃO ISO 9001 EM JOINVILLE RESUMO As organizações empresariais cada dia mais estão sendo pressionadas por clientes altamente exigentes e legislações mais restritivas em relação à qualidade dos produtos e serviços, em um mercado cada vez mais competitivo. E para gerir, controlar os processos e garantir a qualidade dos produtos e serviços é necessário a implantação de Sistemas de Gestão da Qualidade. Um Sistema de Gestão da Qualidade muito utilizado pelas organizações é baseado na norma ISO O objetivo desse trabalho foi apresentar quais os principais programas e ferramentas da qualidade as empresas de Joinville, com certificação ISO 9001, utilizam e quais benefícios tais métodos geram para as organizações que as implantam, comprovando assim sua importância e eficácia. Para alcançar os objetivos foi realizada uma pesquisa bibliográfica e de campo através da aplicação de um questionário com vinte e duas indústrias. Com o resultado da pesquisa foi possível traçar o perfil das empresas pesquisadas, indústrias metalúrgicas, mecânicas ou de plásticos de pequeno à médio porte. Percebeu-se que as empresas após a certificação ISO 9001 utilizam os programas e ferramentas da qualidade, incentivando e investindo na formação de times da qualidade. Entre os programas e ferramentas mais utilizados e de maior retorno destacaram-se as ferramentas check list, brainstorming, 5W2H, o diagrama de Ishikawa, e o programa 5S. Percebe-se que esses são instrumentos simples, de fácil aplicação e pouco investimento. O que pode estar diretamente relacionado ao perfil das indústrias estudadas. A respeito dos benefícios eles tiveram relação direta com os programas e ferramentas mais utilizados e destacaram-se com 100% das respostas a melhoria da identificação e solução de problemas e com 90,9% a melhoria na medição e monitoramento do desempenho da qualidade. Portanto, percebe-se que os programas e ferramentas mais utilizados e os que dão maior retorno para as empresa foram identificados, assim como os benefícios que a utilização desses instrumentos e a implantação do SGQ trazem para as indústrias. PALAVRAS-CHAVE: Certificação. Ferramentas da Qualidade. Programas da Qualidade.

7 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Ramo de Atividade das Indústrias Figura 2 - Ano da certificação ISO Figura 3 - Escopo da certificação Figura 4 Utilização de consultoria externa Figura 5 Times da Qualidade Figura 6 - Benefícios alcançados com o SGQ Figura 7 - Programas e ferramentas da qualidade utilizados pelas empresas Figura 8 - Programas e ferramentas da qualidade que mais dão resultados Figura 9 - Benefícios dos programas e ferramentas da qualidade... 32

8 LISTA DE TABELAS Tabela 1- Benefícios externos e internos da certificação Tabela 2 - Programas e Métodos de Gestão da Qualidade Tabela 3 - Ferramentas da Qualidade Tabela 4 Porte das Empresas Tabela 5 Tempo para empresa obter a certificação Tabela 6 Outras certificações... 28

9 LISTA DE ABREVIATURAS ISO NBR ABNT CB-25 SGQ 5S PDCA 5W2H FMEA CEP TRF QFD QSB International Organizacion for Stantardization Norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas Associação Brasileira de Normas Técnicas Comitê Brasileiro da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Seiri, Seiton, Seisou, Seiketsu, Shitsuke Plan, Do, Check, Act Why, What, Where, When, Who, How, How much Failure Mode and Effect Analysis Controle Estatístico de Processo Troca Rápida de Ferramentas Quality Function Deployment Quality Systems Basics

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE As normas da série ISO Introdução aos requisitos da ISO 9001: Processo de auditoria e certificação PROGRAMAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS MÉTODO DE PESQUISA COLETA E PROCEDIMENTOS PARA ANÁLISE DOS DADOS APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS PERFIL DAS EMPRESAS CERTIFICAÇÃO DAS EMPRESAS BENEFÍCIOS OBTIDOS PELAS EMPRESAS ATRAVÉS DOS PROGRAMAS E FERRAMENTAS DA QUALIDADE CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICE... 39

11 1 INTRODUÇÃO A definição mais usual sobre qualidade está centrada na ideia de atender as necessidades e anseios do consumidor. Juran e Gryna (1991) definem a qualidade como adequação ao uso, ou seja, a qualidade é definida no cliente que faz uso do produto ou serviço e tudo que contribui para essa adequação é importante. A qualidade originalmente era voltada para a inspeção; hoje as atividades relacionadas com a qualidade se ampliaram e são consideradas essenciais para o sucesso estratégico. Essa ampliação da abrangência da qualidade nas atividades organizacionais nos faz perceber que a qualidade como conceito é conhecida há milênios, porém só recentemente ela surgiu como função de gerência (GARVIN, 2002). E para gerir, controlar os processos e garantir a qualidade dos produtos e serviços é necessária a implantação de Sistemas de Gestão da Qualidade. Um Sistema de Gestão da Qualidade muito utilizado pelas organizações é baseado na norma ISO Com a certificação ISO 9001, percebe-se uma melhoria, a empresa torna-se mais organizada, boas práticas de gestão passam a fazer parte da rotina. Mas, de fato, quais são os programas e ferramentas da qualidade que as empresas vem utilizando e que trouxeram um benefício específico, em relação à qualidade dos produtos ou retorno financeiro? O presente trabalho tem por objetivo geral apresentar quais os benefícios que os programas e ferramentas da qualidade geram às organizações com certificação ISO 9001 em Joinville que os implantaram, comprovando assim sua importância e eficácia. Para isso alguns objetivos específicos foram definidos: a) Identificar as empresas que possuem a certificação ISO 9001 em Joinville; b) Apresentar os principais programas e ferramentas da qualidade que as empresas de Joinville com certificação ISO 9001 utilizam; c) Verificar quais os benefícios que a implantação do SGQ traz para as empresas; d) Apresentar os programas e ferramentas que mais dão retorno em termos de benefícios para as empresas que os implantam; Cabe ressaltar que a análise é importante para apontar se as empresas após a certificação ISO 9001 utilizam os programas e ferramentas de qualidades e entre esses quais tem trazido maior benefício de acordo com o seu setor de atuação das empresas. Para isso foi realizado uma pesquisa bibliográfica e de campo através da aplicação de um questionário. Este trabalho está dividido em cinco capítulos, onde a introdução compreende o primeiro capítulo com apresentação do tema, definição do problema, objetivos gerais e

12 12 específicos e a estrutura do trabalho. O segundo capítulo aborda a fundamentação teórica, com opiniões de alguns autores sobre o tema. O terceiro capítulo refere-se aos procedimentos metodológicos utilizados para fazer a pesquisa. O quarto capítulo consiste na apresentação e análise dos resultados obtidos. O quinto capítulo descreve as considerações finais da análise. Por fim, no final do trabalho são apresentadas as referências bibliográficas, seguida do apêndice.

13 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Nesta seção apresentam-se os conceitos sobre o tema de estudo na visão de alguns autores. Conceituam-se o Sistema de Gestão da Qualidade, a norma ISO 9001 e seus requisitos, os programas e ferramentas de qualidade. 2.1 SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Os sistemas de gestão da qualidade (SGQ) envolvem normas, métodos e procedimentos. As normas incluem a política global da organização, suas diretrizes de funcionamento e as regras aplicáveis aos recursos da organização. A atividade de gestão pode constituir um sistema de gestão. Pode-se conceituar esse sistema como um conjunto de regras, de procedimentos e de meios que permitem aplicar métodos a um organismo (PALADINI, 2006). O SGQ baseado em processos é um sistema de melhoria contínua de forma que as necessidades dos clientes são consideradas e traduzidas na produção, com o objetivo de satisfazê-las (ABNT, 2001) As normas da série ISO 9000 Criada em 23 de fevereiro de 1947, a International Standardization Organization (ISO), ou Organização Internacional de Normalização é uma organização não governamental sediada em Genebra, Suíça, com o objetivo de facilitar a coordenação e a unificação de normas industriais (MARSHAL JUNIOR et al, 2006). A família ISO 9000 aborda diversos aspectos da gestão da qualidade e contém alguns dos padrões mais conhecidos da ISO. Os padrões fornecem orientação e ferramentas para empresas e organizações que querem garantir que seus produtos e serviços de forma consistente atender as necessidades do cliente, e que a qualidade deve ser constantemente melhorada. (ISO, 2014). As quatro normas primárias da norma ISO 9001 incluem: ISO 9000: Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. ISO 9001: Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos.

14 14 ISO 9004: Sistemas de Gestão da Qualidade Diretrizes para melhoria de desempenho. ISO 19011: Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão da qualidade e/ou ambiental. A ABNT NBR ISO 9001 é a versão brasileira da norma internacional ISO 9001, que estabelece requisitos para o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) de uma organização, não significando, necessariamente, conformidade de produto às suas respectivas especificações. O objetivo da ABNT NBR ISO 9001 é prover ao cliente a confiança de que o seu fornecedor poderá fornecer, de forma consistente e repetitiva, bens e serviços de acordo com o que foi especificado (ABNT/CB-25, 2014). A norma ISO 9001:2008 estabelece os critérios para um sistema de gestão da qualidade e é o único padrão na família que pode ser certificado. Ele pode ser usado por qualquer organização, grande ou pequena, independentemente do seu ramo de atividade. Esta norma é implementada por mais de um milhão de empresas e organizações em mais de 170 países (ISO, 2014) Introdução aos requisitos da ISO 9001:2008 A norma NBR ISO 9001:2008 promove a adoção de uma abordagem de processo para o desenvolvimento, implementação e melhoria da eficácia de um sistema de gestão da qualidade, para aumentar a satisfação dos clientes pelo atendimento aos seus requisitos. Para uma organização funcionar de maneira eficaz, ela deve determinar e gerenciar diversas atividades interligadas (ABNT, 2001). Essa seção da norma ISO 9001 explicita a necessidade de por em prática um sistema de gestão da qualidade para apoiar os processos de realização da organização. Assim, fornece diretrizes gerais para que sistematicamente se conduza e se opere uma organização que melhora continuamente seu desempenho, indicando ainda as informações e evidências necessárias para a eficácia e eficiência do sistema de gestão da qualidade (MELLO et al, 2009). No que se refere aos princípios de gestão da ISO 9001, oito princípios de gestão, fundamentais, para a implementação dos requisitos de gestão da qualidade são estabelecidos: Foco no cliente; Liderança;

15 15 Envolvimento de pessoas; Abordagem de processo; Abordagem sistêmica; Melhoria contínua; Abordagem factual para as tomadas de decisão; e Parceria com os fornecedores Processo de auditoria e certificação Para avaliar a implementação de controle da qualidade, há necessidade de verificar os seus pontos positivos e negativos, as deficiências, enfim, um diagnóstico global da situação. A avaliação da gestão da qualidade tem por objetivo, sanar as deficiências, através de uma terapia adequada de pontos falhos, através das tomadas de ações apropriadas (ISHIKAWA, 1986). A organização deve realizar auditorias internas para verificar como o seu sistema de gestão da qualidade está funcionando. A organização pode decidir convidar um organismo de certificação independente para verificar se ele está em conformidade com a norma, não sendo essa uma exigência. Como alternativa, pode convidar seus clientes para auditar o sistema de qualidade para si mesmo (ISO, 2014). A periodicidade da auditoria deve ser planejada de acordo com a importância do setor a ser auditado, priorizando os que apresentem maiores números de itens críticos. Também existe a necessidade de que as auditorias aconteçam de forma não planejada, principalmente no caso em que haja suspeita de que a qualidade de um item ou serviço esteja ameaçada. (ALVAREZ, 2001). As práticas da gestão da qualidade podem ser certificadas por meio da implantação dos Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ), que têm enfoque no desenvolvimento, manutenção e melhoria da qualidade nos processos organizacionais, representando a parte do sistema de gestão da organização que visa alcançar resultados, em relação aos objetivos da qualidade, para satisfazer as necessidades, expectativas e requisitos das partes interessadas (ABNT, 2001). É importante frisar que um SGQ traz benefícios e algumas dificuldades na sua implantação, quanto aos benefícios, alguns estão apresentados no Tabela 1.

16 16 Tabela 1- Benefícios externos e internos da certificação EXTERNOS Acesso a novos mercados Melhora a imagem corporativa Aumento da participação no mercado Aumenta e melhora a relação entre fornecedor/cliente Aumenta a satisfação dos clientes Aumenta a comunicação com os clientes Aumenta a percepção dos clientes, no que se refere à qualidade dos produtos. INTERNOS Aumento da produtividade Diminui a taxa de produtos defeituosos Melhora a consciência da qualidade dos produtos. Define as responsabilidades e obrigações individuais. Diminui as não-conformidades Aumenta a qualidade dos produtos Melhora a documentação dos processos Fonte: Adaptado de Douglas, Coleman e Oddy (2003) e Sampaio, Saraiva e Rodrigues (2009) A partir dos benefícios apresentados, é importante compreender que as normas da família ISO 9000 foram desenvolvidas baseadas no conceito de que características fundamentais, ou críticas, no processo de obtenção do produto deveriam ser padronizadas, sempre que o foco é no processo ao invés da qualidade final do produto/serviço (MAGD e CURY, 2003). Em relação às dificuldades estão a falta de comprometimento e envolvimento de toda a organização, resistência dos colaboradores, custos na implantação, dificuldade da disseminação da cultura da qualidade e qualificação insuficiente dos recursos humanos (ABNT, 2001). 2.2 PROGRAMAS DA QUALIDADE Os programas da qualidade são métodos de gestão que representam um conjunto de práticas disponíveis para uso no sistema de gestão das empresas. Durante o desenvolvimento de suas aplicações, utilizam ferramentas de gerenciamento e de técnicas aplicadas na condução de grupos. Esses métodos são implantados pelas diversas áreas da organização, a medida que surgem necessidades específicas (MARSHAL JUNIOR et al, 2006). No Tabela 2 apresentam-se os principais programas da qualidade mais utilizados pelas empresas.

17 17 Tabela 2 - Programas e Métodos de Gestão da Qualidade PROGRAMAS E MÉTODOS 5S CICLO PDCA 5W2H ANÁLISE MODO E EFEITO FALHAS (FMEA) DEFINIÇÔES O programa 5S consegue promover a visibilidade como resultado comportamental. Os cinco sensos (seiri, seiton, seisou, seiketsu, shitsuke), respectivamente: utilização, ordenação, limpeza, saúde e autodisciplina, têm como objetivo promover a mentalidade de melhoria contínua (STADLER, 2008). A simplicidade do programa 5S e a facilidade de obtenção de resultados práticos visíveis e valiosos tornam-no uma importante estratégia da Gestão da Qualidade; E sugere, inclusive, um processo prático útil para começar um programa de grande porte para a produção da qualidade nas organizações (PALADINI, 2000). O ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act) é um método de controle que pode ser usado para manter e melhorar as diretrizes de controle de um processo (CAMPOS, 1992). Seu emprego no planejamento estratégico torna-se fundamental à medida que envolve decisões de alto escalão. Oferece vantagem de direcionar o planejamento para as questões realmente vitais para a organização (PALADINI, 2000). O 5W2H representa as iniciais das palavras, em inglês, why (por que), what (o que), where (onde), when (quando), who (quem), how (como) e how much (quanto custa). Essa ferramenta é utilizada principalmente no mapeamento e padronização de processos, na elaboração de planos de ação e no estabelecimento de procedimentos associados a indicadores. Auxilia no gerenciamento e busca o fácil entendimento através da definição de responsabilidades, métodos, prazos, objetivos e recursos associados. (MARSHAL JUNIOR et al, 2006). O FMEA (Failure Mode and Effect Analysis) ou análise dos modos e efeitos de falhas é um método para se determinar todos os modos possíveis de falhas e o grau dos seus efeitos, avaliando sistematicamente o comportamento do processo com o objetivo de prevenir tais ocorrências na produção de bens e serviços. Tem o

18 18 BRAINSTORMING CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO (CEP) POKA YOKE SEIS SIGMA SETUP RAPIDO OU TRF propósito de determinar o grau dos efeitos a elas associados. Identifica as características críticas e significativas no projeto e planejamento do bem e serviço, de modo a prevenir possíveis falhas (MARSHAL JUNIOR et al, 2006). Ferramenta para trabalho em equipe, parte do pressuposto que a criação de um clima apropriado promove a geração de idéias (STADLER, 2008). É uma ferramenta que contribui para o desenvolvimento de equipes e a diversidade de opiniões a partir de um processo criativo grupal (MARSHAL JUNIOR et al, 2006). O Controle Estatístico de Processo abrange a coleta, a análise e a interpretação de dados com o objetivo de resolver um problema particular (PARANTHAMAN, 1990). Segundo Paladini (2002), a ideia principal do CEP é melhorar os processos de produção com menos variabilidade proporcionando altos níveis de qualidade nos resultados da produção. Shingo (1996) afirma que o dispositivo Poka yoke é um método de detectar defeitos ou erros que pode ser utilizado para satisfazer uma determinada função de inspeção, sendo a inspeção o objetivo e o Poka yoke o método; Previne falhas causadas por falta de atenção e conhecimento, sua aplicação pode gerar economia, aumentando a qualidade e a produtividade. O Seis Sigma traduz os esforços de melhoria das organizações na meta específica de reduzir defeitos para próximo de zero. Objetiva atingir em determinados processos o máximo de 3,4 defeitos por 1 milhão de oportunidades. O Sigma é uma letra grega que os estatísticos utilizam para representar o desvio padrão de uma amostra. Entre os principais objetivos estão: reduzir defeitos e a variabilidade dos processos, melhorar a qualidade e aumentar a lucratividade (MARSHAL JUNIOR et al, 2006). Segundo Shingo (2008), troca rápida de ferramentas é um conjunto de técnicas visando à redução do tempo de setup para menos de dez minutos, possibilitando assim uma produção com nível de estoque reduzido, aumento de taxas de utilização da máquina, menor índice de

19 19 BENCHMARKING QFD QSB erros de setup, melhoria de qualidade, entre outros ganhos. Benchmarking é um processo contínuo e sistemático para avaliar produtos, serviços e processos de trabalho de organizações que são reconhecidas como representantes das melhores práticas, com a finalidade de melhoria organizacional (SPENDOLINI, 1994). Ao determinar como essas empresas alcançaram esses níveis de operações, utilizam essas informações para melhorar seu próprio desempenho (PALADINI, 2000). O quality function deployment (QFD), ou desdobramento da função qualidade pode ser associado à ideia de transformação de dados obtidos prioritariamente com os clientes (CHENG, 1995). As informações coletadas passam por uma série de processamentos e os requisitos determinados pelos clientes são refinados até que os produtos finais traduzam a necessidade do cliente (MARSHAL JUNIOR et al, 2006). A vantagem da utilização dessa ferramenta está em analisar dados de mercado e estratégias e ferramentas que priorizam o cliente (PALADINI, 2000). QSB - Quality System Basics (Sistema Básico de Qualidade) é um requisito específico das montadoras GM e Fiat, que assegura aos mesmos a capacidade de seus fornecedores realizarem a gestão de seus processos, apoiados em suas estratégias (9 estratégias Fiat e 11 estratégias GM). Tem como objetivo conscientizar os fornecedores de auto peças quanto aos Princípios Básicos da Qualidade, bem como desenvolver suas capacidades empreendedoras na busca da excelência (ALMEIDA, 2014). Fonte: Autor (2014) Avaliar a satisfação do cliente, com o objetivo de melhorar a qualidade nos serviços e produtos, é uma das importantes funções competitivas dos programas e ferramentas da qualidade. Essa prática promove a confiabilidade e produz consideráveis vantagens à empresa em relação aos seus concorrentes (CARNEVALLI; MIGUEL; CALARGE, 2008).

20 FERRAMENTAS DA QUALIDADE Segundo Paladini (1997), as sete ferramentas da qualidade são utilizadas para se ter conhecimento analítico do processo e, então, melhorá-los. De acordo com o pesquisador essas ferramentas foram largamente difundidas porque elas fazem com que as pessoas no controle de qualidade vejam através de seus dados, compreendam a razão dos problemas, ou seja, a causa da variabilidade dos processos e determinem soluções para eliminá-los. As sete ferramentas do controle da qualidade que foram organizadas por Kaoru Ishikawa na década de 1960 estão apresentados na Tabela 3, e foram organizadas com o objetivo de controlar e aperfeiçoar os processos. Tabela 3 - Ferramentas da Qualidade FERRAMENTAS DA QUALIDADE CHECK LIST OU FOLHA DE VERIFICAÇÃO FLUXOGRAMA GRÁFICO DE DISPERSÃO CARTA DE CONTROLE DEFINIÇÔES Para IMAI (1994), as folhas de verificação são projetadas para tabular os resultados através da verificação rotineira da situação. Segundo PALADINI (2000), permitem não apenas visualizar o processo, mas também controlá-lo. Fluxograma é uma representação gráfica que permite a fácil visualização dos passos de um processo. Apresenta a sequência lógica e de encadeamento de atividades e decisões, de forma a se obter uma visão integrada do fluxo de um processo, o que permite a realização de análise crítica para detecção de falhas e de oportunidades de melhorias (MARSHAL JUNIOR et al, 2006). Duas partes de dados correspondentes são marcadas no diagrama de dispersão. A relação entre os pontos marcados ilustra a relação entre os dados correspondentes (IMAI, 1994). Dependendo da dispersão apresentada no diagrama, podem-se identificar níveis de correlação: positiva, negativa, ou sem correlação, desta forma auxiliando na determinação da causa raiz de problemas (MARSHAL JUNIOR et al, 2006). É um tipo específico de gráfico de controle que serve para acompanhar a variabilidade de um processo, identificando suas causas comuns (relacionadas ao funcionamento do próprio sistema) e

21 21 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO (ISHIKAWA) DIAGRAMA DE PARETO HISTOGRAMA especiais (refletem ocorrências fora do limite de controle). Permite conhecer as causas raízes dos problemas ocorridos no processo e melhorar a qualidade, custo por unidade e eficiência. (MARSHAL JUNIOR et al, 2006). O diagrama de causa e efeito também conhecido como diagrama de Ishikawa ou diagrama de espinha de peixe, destina-se a análise de operações e situações típicas do processo produtivo. Seu esquema de apresentação é semelhante à espinha de um peixe: o eixo principal representa um fluxo básico de dados e as espinhas caracterizam elementos que confluem para esse fluxo fundamental. Essa estrutura pode ser usada para eliminar causas que influenciem negativamente o processo ou para intensificar elementos que afetem de forma positiva um conjunto de operações. (PALADINI, 2000) Grafico de barras construído a partir de coleta de dados. Segundo Campos (1992) o método de análise de Pareto permite: - Dividir um problema grande em vários problemas menores e mais fáceis de resolver com a participação das pessoas da empresa; - Permite priorizar projetos e estabelecer metas concretas devido a análise ser baseada em fatos e dados. Controle da distribuição dos resultados de uma atividade ou de um processo. Os dados de freqüência, obtidos a partir das medições mostram um pico em torno de certo valor (STADLER, 2008). A variação das características de qualidade se chama distribuição e a figura que ilustra a freqüência na forma de um sino é referida como histograma; Isto é usado principalmente para determinar os problemas através da verificação do formato da dispersão, do valor central e da natureza da dispersão (IMAI, 1994). Fonte: Autor (2014) De acordo com Stadler (2008), as ferramentas da qualidade, antes de tudo, criam métodos de pensar e nisto reside sua força. O autor destaca que quando as pessoas se reúnem para aplicar uma ferramenta, elas inconscientemente se obrigam ao exercício de um contrato psicológico de trabalho, disciplinam sua maneira de falar, obrigam-se a ouvir, abdicam-se de posições, entre outras características que com o tempo gera uma disciplina mental.

22 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Segundo Gil (1999, p.42), a pesquisa tem um caráter pragmático, é um processo formal e sistemático de desenvolvimento do método científico, tendo como objetivo fundamental encontrar respostas para problemas através do emprego de procedimentos científicos. Nessa seção será apresentado o método de pesquisa e os procedimentos utilizados para coleta e análise de dados. 3.1 MÉTODO DE PESQUISA A utilização de um método científico apropriado é fundamental para obter o sucesso de qualquer pesquisa (Barnes, 2001). Existem diversas formas de classificar as pesquisas. Quanto à natureza foi utilizada pesquisa em campo através de aplicação de questionário e a forma de abordagem do problema foi através de pesquisa quantitativa. Do ponto de vista de seus objetivos optou-se pela pesquisa exploratória, que segundo Gil (1991), proporciona maior familiaridade com o problema com vistas a torná-lo explícito ou a construir hipóteses. E a pesquisa descritiva que, conforme o autor, visa descrever as características de determinada população ou fenômeno ou o estabelecimento de relações entre variáveis. Do ponto de vista dos procedimentos técnicos Gil (1991), optou-se por levantamento quando a pesquisa envolve a interrogação direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer. 3.2 COLETA E PROCEDIMENTOS PARA ANÁLISE DOS DADOS A pesquisa iniciou-se com a definição do tema, pesquisa bibliográfica e elaboração do questionário. O questionário (Apêndice 1) foi dividido em três seções, sendo uma referente a certificação ISO 9001 e o SGQ, outra sobre os programas e ferramentas da qualidade, e a última sobre o perfil da empresa. Através do site do Inmetro obteve-se o acesso a lista das empresas em Joinville que são certificadas pela norma ISO 9001, resultando no total de quarenta e quatro empresas até

23 23 setembro de Após analisar a lista optou-se por estudar apenas as indústrias, não fazendo parte da pesquisa então as empresas de consultoria e comércios. Na sequência o questionário foi enviado via para os responsáveis das áreas de gestão da qualidade de todas as indústrias que constavam na lista do Inmetro, que totalizaram vinte e oito empresas. As respostas obtidas através do questionário foram tabuladas com o auxílio do software Microsoft Office Excel, por ser um software de fácil acesso e utilização, possibilitando assim a apresentação dos resultados através de gráficos e tabelas e facilitando a análise dos dados.

DISCIPLINA: Controle de Qualidade na Indústria

DISCIPLINA: Controle de Qualidade na Indústria PPGE3M/UFRGS DISCIPLINA: Controle de Qualidade na Indústria Profa. Dra. Rejane Tubino rejane.tubino@ufrgs.br SATC 2013 Fone: 3308-9966 Programa da Disciplina Apresentação da disciplina Conceitos preliminares.

Leia mais

FTAD. Formação Técnica em Administração de Empresas. Gestão da Qualidade

FTAD. Formação Técnica em Administração de Empresas. Gestão da Qualidade FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Gestão da Qualidade Aula 5 O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Objetivo: Compreender os requisitos para obtenção de Certificados no Sistema Brasileiro de Certificação

Leia mais

Profº Adilson Spim 09/09/2012

Profº Adilson Spim 09/09/2012 Gestão da Qualidade ISO 9001:2008 Princípios e Requisitos Por que Qualidade e ISO 9000? Conquistar e manter mercados; Reduzir desperdícios. Gestão da Qualidade Atendimento de requisitos e redução de desperdícios

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL E PADRONIZAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMA DE GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL E PADRONIZAÇÃO NA EMPRESA SISTEMA DE GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL E PADRONIZAÇÃO NA EMPRESA Andréia Pereira da Fonseca, Unisalesiano de Lins, e-mail: andreia.fonseca@bertin.com.br Ariane de Carvalho Naya, Unisalesiano de Lins, e-mail:

Leia mais

QUALIDADE: NÃO MAIS UM DIFERENCIAL, E SIM UMA SOBREVIVÊNCIA PARA AS INSTITUIÇÕES

QUALIDADE: NÃO MAIS UM DIFERENCIAL, E SIM UMA SOBREVIVÊNCIA PARA AS INSTITUIÇÕES UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CENTRO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MBA EM GESTÃO DA QUALIDADE ELISANGELA ELIAS FERNANDES QUALIDADE: NÃO MAIS UM DIFERENCIAL, E SIM UMA SOBREVIVÊNCIA PARA

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica

Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica ISSN 1984-9354 Desenvolvimento de um sistema de tratamento de não conformidades de auditorias em uma Indústria Farmacêutica Priscyla Abramowicz (LATEC/UFF) Resumo: A Indústria farmacêutica deve, por legislação,

Leia mais

9001:2000 - EPS - UFSC)

9001:2000 - EPS - UFSC) Implantação de um sistema de gestão da qualidade conforme a norma ISO 9001:2000 numa pequena empresa de base tecnológica, estudo de caso: Solar Instrumentação, Monitoração e Controle Ltda. Gustavo Slongo

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO 1 ANÁLISE DAS FERRAMENTAS E DO CONTROLE DA QUALIDADE E PROCESSO Solange de Fátima Machado 1 Renato Francisco Saldanha Silva 2 Valdecil de Souza 3 Resumo No presente estudo foi abordada a análise das ferramentas

Leia mais

Normas Série ISO 9000

Normas Série ISO 9000 Normas Série ISO 9000 Ana Lucia S. Barbosa/UFRRJ Adaptado de Tony Tanaka Conteúdo Conceitos principais A série ISO9000:2000 ISO9000:2000 Sumário Princípios de Gestão da Qualidade ISO9001 - Requisitos Modelo

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA QUALIDADE TOTAL E A CERTIFICAÇÃO ISO 9000 NA AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DE BARRAGENS DA CESP

A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA QUALIDADE TOTAL E A CERTIFICAÇÃO ISO 9000 NA AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DE BARRAGENS DA CESP COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS XXVII SEMINÁRIO NACIONAL DE GRANDES BARRAGENS BELÉM PA, 03 A 07 DE JUNHO DE 2007 T101 A02 A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA QUALIDADE TOTAL E A CERTIFICAÇÃO ISO 9000 NA AVALIAÇÃO

Leia mais

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001

Tradução livre do PMBOK 2000, V 1.0, disponibilizada através da Internet pelo PMI MG em abril de 2001 Capítulo 8 Gerenciamento da Qualidade do Projeto O Gerenciamento da Qualidade do Projeto inclui os processos necessários para garantir que o projeto irá satisfazer as necessidades para as quais ele foi

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO

A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO A IMPORTÂNCIA DO TESTE DE SOFTWARE PARA A QUALIDADE DO PROJETO Autora: LUCIANA DE BARROS ARAÚJO 1 Professor Orientador: LUIZ CLAUDIO DE F. PIMENTA 2 RESUMO O mercado atual está cada vez mais exigente com

Leia mais

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas O que é qualidade? Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências. (ISO International

Leia mais

Segundo Maluche [1], a melhoria contínua é

Segundo Maluche [1], a melhoria contínua é Identificação de problemas em seu sistema da gestão A melhoria contínua deve ser vista como uma atividade constante que tem como objetivos aumentar o envolvimento de todos da equipe, o aperfeiçoamento

Leia mais

REDUCING COSTS OF QUALITY TOOLS

REDUCING COSTS OF QUALITY TOOLS REDUZINDO CUSTOS COM AS FERRAMENTAS DA QUALIDADE Amanda Theorodo STECCA¹ Matheus Guilherme de Camargo OLIVEIRA¹ Tatiane Maria MIÃO¹ Tayane Dutra INÁCIO¹ Viviane Regina de Oliveira SILVA 2 RESUMO O artigo

Leia mais

Surgimento da ISO 9000 Introdução ISO 9000 ISO 9001 serviços 1. ABNT NBR ISO 9000:2000 (já na versão 2005):

Surgimento da ISO 9000 Introdução ISO 9000 ISO 9001 serviços 1. ABNT NBR ISO 9000:2000 (já na versão 2005): Surgimento da ISO 9000 Com o final do conflito, em 1946 representantes de 25 países reuniram-se em Londres e decidiram criar uma nova organização internacional, com o objetivo de "facilitar a coordenação

Leia mais

UBQ União Brasileira para Qualidade

UBQ União Brasileira para Qualidade UBQ União Brasileira para Qualidade Quem somos A UBQ é uma entidade civil, para fins não econômicos, que trabalha para difundir os conceitos e as práticas da Qualidade com o objetivo de ajudar as organizações

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE FOLLOW-UP DE NÃO CONFORMIDADES DE FORNECEDORES

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE FOLLOW-UP DE NÃO CONFORMIDADES DE FORNECEDORES 2, 3 e 4 de Julho de 2009 ISSN 1984-9354 DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE FOLLOW-UP DE NÃO CONFORMIDADES DE FORNECEDORES Sara Freire Dias Facesm/Fapemig Edmar Oliveira Duarte Facesm Elvis Magno da Silva

Leia mais

INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009.

INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009. INTRODUÇÃO E CAPÍTULO 1 (parcial) CARPINETTI, L.C.R., MIGUEL, P.A.C., GEROLAMO, M.C., Gestão da Qualidade: ISO 9001:2000, São Paulo, Atlas, 2009. Introdução Segundo as informações disponíveis no site do

Leia mais

Conceitos. Conceitos. Histórico. Histórico. Disciplina: Gestão de Qualidade ISSO FATEC - IPATINGA

Conceitos. Conceitos. Histórico. Histórico. Disciplina: Gestão de Qualidade ISSO FATEC - IPATINGA Disciplina: FATEC - IPATINGA Gestão de ISSO TQC - Controle da Total Vicente Falconi Campos ISO 9001 ISO 14001 OHSAS 18001 Prof.: Marcelo Gomes Franco Conceitos TQC - Total Quality Control Controle da Total

Leia mais

Comercial. Gestão da Qualidade

Comercial. Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade Comercial Ferramentas da Qualidade: Ações preventivas são tomadas em problemas potenciais, aqueles que ainda não ocorreram, mas que podem vir a ocorrer no futuro caso não seja tomada

Leia mais

Utilização das ferramentas de qualidade para melhor gerenciar o processo produtivo em uma empresa de produtos ortopédicos.

Utilização das ferramentas de qualidade para melhor gerenciar o processo produtivo em uma empresa de produtos ortopédicos. Utilização das ferramentas de qualidade para melhor gerenciar o processo produtivo em uma empresa de produtos ortopédicos. João Antonio Soares Vieira (joaoantonioep@gmail.com/ UEPA) Janine Campos Botelho

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DE PROCESSOS

FERRAMENTAS DA QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DE PROCESSOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 FERRAMENTAS DA QUALIDADE NO GERENCIAMENTO DE PROCESSOS Priscila Pasti Barbosa 1, Sheila Luz 2, Fernando Cesar Penteado 3, Generoso De Angelis Neto 4, Carlos

Leia mais

Qualidade de Software. Prof. Natália Oliveira M.Sc queiroz.nati@gmail.com

Qualidade de Software. Prof. Natália Oliveira M.Sc queiroz.nati@gmail.com Qualidade de Software Prof. Natália Oliveira M.Sc queiroz.nati@gmail.com Ementa Conceitos sobre Qualidade Qualidade do Produto Qualidade do Processo Garantida da Qualidade X Controle da Qualidade Conceitos

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001:2000 E O SISTEMA OFICIAL DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM.

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001:2000 E O SISTEMA OFICIAL DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM. ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001:2000 E O SISTEMA OFICIAL DE CLASSIFICAÇÃO DE MEIOS DE HOSPEDAGEM. Gerson Luís Russo Moysés, M. Sc. SENAC-SP, Av. Frei Orestes Girardi-3549,

Leia mais

O REFLEXO DA QUALIDADE PARA A PRODUTIVIDADE

O REFLEXO DA QUALIDADE PARA A PRODUTIVIDADE O REFLEXO DA QUALIDADE PARA A PRODUTIVIDADE Fernanda Aparecida de SOUZA 1 RGM: 079195 Juliana Regina de ALMEIDA 1 RGM: 079247 Mary Ellen dos Santos MOREIRA 1 RGM: 079248 Renato Francisco Saldanha SILVA

Leia mais

Palavras-chaves: Gestão da Qualidade, Ferramentas da Qualidade, Norma ISO 9000, Programas da Qualidade.

Palavras-chaves: Gestão da Qualidade, Ferramentas da Qualidade, Norma ISO 9000, Programas da Qualidade. XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

As Perspectivas dos Sistemas de Gestão da Qualidade Baseados na Norma NBR ISO 9001:2000

As Perspectivas dos Sistemas de Gestão da Qualidade Baseados na Norma NBR ISO 9001:2000 As Perspectivas dos Sistemas de Gestão da Qualidade Baseados na Norma NBR ISO 9001:2000 Leonardo Rospi (UNIP Universidade Paulista) lrospi@terra.com.br Oduvaldo Vendrametto (UNIP Universidade Paulista)

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Gestão da Qualidade TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Interpretação / Implantação da ISO 9001:2008 Compreender a filosofia

Leia mais

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng.

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng. 01. O QUE SIGNIFICA A SIGLA ISO? É a federação mundial dos organismos de normalização, fundada em 1947 e contanto atualmente com 156 países membros. A ABNT é representante oficial da ISO no Brasil e participou

Leia mais

AVALIAÇÃO DE PRINCÍPIOS, MODELOS E MÉTODOS DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE POLPA DE FRUTAS

AVALIAÇÃO DE PRINCÍPIOS, MODELOS E MÉTODOS DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE POLPA DE FRUTAS AVALIAÇÃO DE PRINCÍPIOS, MODELOS E MÉTODOS DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE POLPA DE FRUTAS Brenda de Farias Oliveira Cardoso (UEPA) brendadiifarias@hotmail.com Fernanda dos Santos

Leia mais

CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE

CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE Maio de 2003 CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE Dia 12/05/2003 Certificação e homologação de produtos, serviços e empresas do setor aeroespacial,com enfoque na qualidade Dia 13/05/2003 ISO 9001:2000 Mapeamento

Leia mais

Palavras chave: Qualidade, Ferramentas de Controle, Aço, Construção Civil.

Palavras chave: Qualidade, Ferramentas de Controle, Aço, Construção Civil. COMO AS FERRAMENTAS DA QUALIDADE GERAM VALOR PARA O CLIENTE: AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UM CORTE E DOBRA DE AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL *Fagner José Coutinho de Melo fagner_especial@yahoo.com.br

Leia mais

ESTRUTURA ISO 9.001:2008

ESTRUTURA ISO 9.001:2008 Sistema de Gestão Qualidade (SGQ) ESTRUTURA ISO 9.001:2008 Objetivos: Melhoria da norma existente; Melhoria do entendimento e facilidade de uso; Compatibilidade com a ISO 14001:2004; Foco Melhorar o entendimento

Leia mais

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011 Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade Julho/2011 GESPÚBLICA Perfil do Facilitador Servidor de carreira que tenha credibilidade Bom relacionamento interpessoal Acesso a alta administração

Leia mais

Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço

Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço Implantação do sistema de gestão da qualidade ISO 9001:2000 em uma empresa prestadora de serviço Adriana Ferreira de Faria (Uniminas) affaria@uniminas.br Adriano Soares Correia (Uniminas) adriano@ep.uniminas.br

Leia mais

ANÁLISE DA MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE APÓS IMPLEMENTAÇÃO DE UMA CABINE DE INSPEÇÃO NO SETOR INDUSTRIAL

ANÁLISE DA MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE APÓS IMPLEMENTAÇÃO DE UMA CABINE DE INSPEÇÃO NO SETOR INDUSTRIAL XXVIENANGRAD ANÁLISE DA MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE APÓS IMPLEMENTAÇÃO DE UMA CABINE DE INSPEÇÃO NO SETOR INDUSTRIAL Maria Raquel Bandeira ALEXANDRE DE MELO ABICHT Alessandra Carla Ceolin FOZDOIGUAÇU,2015

Leia mais

Questionário - Proficiência Clínica

Questionário - Proficiência Clínica Tema: Elaborador: ENGENHARIA DE PROCESSOS NO LABORATÓRIO CLÍNICO Fernando de Almeida Berlitz. Farmacêutico-Bioquímico (UFRGS). MBA Gestão Empresarial e Marketing (ESPM). Lean Six Sigma Master Black Belt.

Leia mais

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade

MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade MÓDULO 7 Ferramentas da Qualidade Os modelos de Qualidade Total apresentam uma estrutura teórica bem consistente, pois: não há contradições entre as suas afirmações básicas; há uma estrutura bem definida

Leia mais

O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES.

O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. O CEP COMO FERRAMENTA DE MELHORIA DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES. Evandro de Paula Faria, Claudia Cristina de Andrade, Elvis Magno da Silva RESUMO O cenário competitivo exige melhoria contínua

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVO MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II. Nas tomadas de decisão em qualquer

INTRODUÇÃO OBJETIVO MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II. Nas tomadas de decisão em qualquer ADMINISTRAÇÃO Gestão de Inovação e Ativos Intangíveis Profº Douglas Murilo Siqueira MODELOS DE NEGOCIAÇÃO II OBJETIVO INTRODUÇÃO Procurar compreender os fundamentos e as práticas dos modelos de decisão

Leia mais

FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO

FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO FERRAMENTA DA QUALIDADE E PLANO DE TRABALHO Construção Civil e Arquitetura Industria: Museus: Serviços: Saúde: Varejo: ENL Escola de Novos Líderes - 1.500 coordenadores Formação de Monitores - 1000 profissionais

Leia mais

Aplicação do MASP para redução de perdas e aumento da produtividade no processo de fabricação de embalagens para consumo

Aplicação do MASP para redução de perdas e aumento da produtividade no processo de fabricação de embalagens para consumo Aplicação do MASP para redução de perdas e aumento da produtividade no processo de fabricação de embalagens para consumo Fábio Gomes Jardim (eng.jardim@yahoo.com.br / UEPA) Diego Moah Lobato Tavares (moah6@hotmail.com/uepa)

Leia mais

ANÁLISE DO PROCESSO DE REALIZAÇÃO DE AUDITORIA DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: PRINCIPAIS PROBLEMAS

ANÁLISE DO PROCESSO DE REALIZAÇÃO DE AUDITORIA DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: PRINCIPAIS PROBLEMAS ANÁLISE DO PROCESSO DE REALIZAÇÃO DE AUDITORIA DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: PRINCIPAIS PROBLEMAS Paulo Henrique Paulista (UNIFEI) paulohpeca@yahoo.com.br João Batista Turrioni (UNIFEI) turrioni@unifei.edu.br

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

Gestão da qualidade. Conceito e histórico da qualidade. Prof. Dr. Gabriel Leonardo Tacchi Nascimento

Gestão da qualidade. Conceito e histórico da qualidade. Prof. Dr. Gabriel Leonardo Tacchi Nascimento Gestão da qualidade Conceito e histórico da qualidade Prof. Dr. Gabriel Leonardo Tacchi Nascimento Como é vista a qualidade Redução de custos Aumento de produtividade Conceito básico de qualidade Satisfação

Leia mais

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000)

MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) MÓDULO 14 Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9000) Ao longo do tempo as organizações sempre buscaram, ainda que empiricamente, caminhos para sua sobrevivência, manutenção e crescimento no mercado competitivo.

Leia mais

PREPARAÇÃO DO SETOR DE SUPORTE TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO ISO 9001: O CASO DE UMA EMPRESA DE OUTSOURCING DE IMPRESSÃO

PREPARAÇÃO DO SETOR DE SUPORTE TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO ISO 9001: O CASO DE UMA EMPRESA DE OUTSOURCING DE IMPRESSÃO PREPARAÇÃO DO SETOR DE SUPORTE TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO ISO 9001: O CASO DE UMA EMPRESA DE OUTSOURCING DE IMPRESSÃO Alisson Oliveira da Silva (FAHOR) as000699@fahor.com.br Matheus Weizenman (FAHOR) mw000944@fahor.com.br

Leia mais

A Gestão da Qualidade e sua Importância em Projetos

A Gestão da Qualidade e sua Importância em Projetos IETEC Instituto de Educação Tecnológica A Gestão da Qualidade e sua Importância em Projetos Christiane Carraro Poubel Belo Horizonte, fevereiro de 2007. A Gestão da Qualidade e sua Importância em Projetos

Leia mais

Preparando a Implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Preparando a Implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade Preparando a Implantação de um Projeto Pró-Inova - InovaGusa Ana Júlia Ramos Pesquisadora em Metrologia e Qualidade e Especialista em Sistemas de Gestão da Qualidade 1. Gestão Gestão Atividades coordenadas

Leia mais

Aplicação das ferramentas de qualidade para um processo de melhoria contínua: estudo de caso de uma construtora

Aplicação das ferramentas de qualidade para um processo de melhoria contínua: estudo de caso de uma construtora Aplicação das ferramentas de qualidade para um processo de melhoria contínua: estudo de caso de uma construtora Mateus Mamede Mousinho (mateus.mousinho@hotmail.com / CESUPA) Fernanda dos Santos Bastos

Leia mais

ARTIGO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL NA BUSCA DA QUALIDADE. Alexandre Amorim de Souza, Mestre em Administração. Florianópolis, 2002

ARTIGO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL NA BUSCA DA QUALIDADE. Alexandre Amorim de Souza, Mestre em Administração. Florianópolis, 2002 1 ARTIGO FERRAMENTAS DE GESTÃO EMPRESARIAL NA BUSCA DA QUALIDADE Alexandre Amorim de Souza, Mestre em Administração Florianópolis, 2002 2 RESUMO No presente artigo enfatiza-se as principais ferramentas

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP ÁREA INDUSTRIAL. Disciplina: Gestão da Qualidade

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP ÁREA INDUSTRIAL. Disciplina: Gestão da Qualidade 1 de 13 Sumário 1 Normalização... 2 1.1 Normas... 2 1.2 Objetivos... 2 1.3 Benefícios de Normalização... 2 1.4 A Importância da Normalização Internacional... 3 1.5 Necessidades de Normalização Internacional...

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE - UMA PROPOSTA DE INSTRUMENTALIZAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS

PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE - UMA PROPOSTA DE INSTRUMENTALIZAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS ISSN 1984-9354 PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE - UMA PROPOSTA DE INSTRUMENTALIZAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS Maíra Cecília Lewin (LATEC/UFF) Resumo Em uma organização certificada e projetizada,

Leia mais

NBR ISO 9001:2008. Prof. Marcos Moreira

NBR ISO 9001:2008. Prof. Marcos Moreira NBR ISO 9001:2008 Sistema de Gestão da Qualidade Prof. Marcos Moreira História International Organization for Standardization fundada em 1947, em Genebra, e hoje presente em cerca de 157 países. Início

Leia mais

Introdução à Qualidade. Aécio Costa

Introdução à Qualidade. Aécio Costa Introdução à Qualidade Aécio Costa O que é Qualidade? Percepções Necessidades Resultados O que influencia: Cultura Modelos mentais Tipo de produto ou serviço prestado Necessidades e expectativas Qualidade:

Leia mais

QUALIDADE APLICADA EM PROJETO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Pedro Trindade Fontes 1 André Rodrigues da Silva 2 Fábio Fernandes 3 RESUMO

QUALIDADE APLICADA EM PROJETO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Pedro Trindade Fontes 1 André Rodrigues da Silva 2 Fábio Fernandes 3 RESUMO QUALIDADE APLICADA EM PROJETO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Pedro Trindade Fontes 1 André Rodrigues da Silva 2 Fábio Fernandes 3 RESUMO Este artigo tem como finalidade abordar a importância das ferramentas

Leia mais

Gestão Gestão de Qualidade

Gestão Gestão de Qualidade Gestão Gestão de Qualidade Qualidade fator bastante objectivo difere de pessoa para pessoa e difere no tempo Consumidor grau em que o produto satisfaz as necessidades pelas quais foi adquirido Produtores

Leia mais

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA SUMÁRIO Apresentação ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental Nova ISO 14001 Principais alterações e mudanças na prática Estrutura de alto nível Contexto

Leia mais

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA 1. Introdução A apresentação dos Projetos de Inovação e Melhoria - PIM pelos Escalões/Divisões possui os seguintes objetivos: a. Estimular os Escalões e Divisões do Cmdo

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS 1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS DIOGO ALEXANDRE ZERMIANI DOS SANTOS AVALIAÇÃO DO CONTROLE DE QUALIDADE NA UNIDADE

Leia mais

Ferramentas de Ação Corretiva. Gestão da Qualidade. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva

Ferramentas de Ação Corretiva. Gestão da Qualidade. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva. Ferramentas de Ação Corretiva Gestão da Qualidade Ferramentas da Qualidade: É identificar e eliminar falhas no processo de produção levará uma empresa a conseguir vantagem competitiva em custos e resultados de qualidade. Para a Qualidade,

Leia mais

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados.

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados. 1 Sistemas de Gestão Integrados Gestão da Qualidade Pós graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial Ribeirão Preto E-mail: crpaiva@faap.br CONTEÚDO Introdução Sistemas de Gestão da Qualidade Ações Gerenciais

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. ENG-1530 Administração e Finanças para Engenharia Professor: Luis Guilherme

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. ENG-1530 Administração e Finanças para Engenharia Professor: Luis Guilherme PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL ENG-1530 Administração e Finanças para Engenharia Professor: Luis Guilherme Gestão de Qualidade Alunos: Bruna Bastos Bruno Avelar Giacomini

Leia mais

AVALIAÇÃO DO IMPACTO DA CERTIFICAÇÃO ISO9001:2000 NO DESEMPENHO ORGANIZACIONAL

AVALIAÇÃO DO IMPACTO DA CERTIFICAÇÃO ISO9001:2000 NO DESEMPENHO ORGANIZACIONAL AVALIAÇÃO DO IMPACTO DA CERTIFICAÇÃO ISO9001:2000 NO DESEMPENHO ORGANIZACIONAL Patricia Agnes Pereira da Silva (UNIFEI) paty_agnes@yahoo.com.br Paulo Henrique Paulista (UNIFEI) paulohpeca@yahoo.com.br

Leia mais

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes

Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes Nosso negócio é a melhoria da Capacidade Competitiva de nossos Clientes 1 SÉRIE GESTÃO AUTOMOTIVA SEMINÁRIO APQP / PPAP Propiciar aos participantes uma visão crítica do APQP e do PPAP, seus benefícios

Leia mais

ASSESSORIA NA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE, CONFORME ABNT NBR ISO 9001 E ASSESSORIA EM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO ISO 9001, ISO

ASSESSORIA NA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE, CONFORME ABNT NBR ISO 9001 E ASSESSORIA EM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO ISO 9001, ISO ASSESSORIA NA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE, CONFORME ABNT NBR ISO 9001 E ASSESSORIA EM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001 Hall Consult Produtos/ Serviços:

Leia mais

SISTEMÁTICA PARA SELEÇÃO DE TÉCNICAS ESTATÍSTICAS APLICADA AO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS

SISTEMÁTICA PARA SELEÇÃO DE TÉCNICAS ESTATÍSTICAS APLICADA AO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS SISTEMÁTICA PARA SELEÇÃO DE TÉCNICAS ESTATÍSTICAS APLICADA AO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS Creusa Sayuri Tahara Amaral Grupo ei2 NUMA EESC USP São Carlos Agenda Introdução Metodologia Seis sigma Design

Leia mais

Prof. Sérgio Roberto Sigrist srsigris@hotmail.com

Prof. Sérgio Roberto Sigrist srsigris@hotmail.com Prof. Sérgio Roberto Sigrist srsigris@hotmail.com Palavras-chave Melhores práticas, inovação, geração de valor, qualidade, serviços, gestão de serviços, suporte em TI, melhoria contínua, orientação a processos,

Leia mais

CONSULTORIA. Sistema de Gestão ISO 9001 - Lean Esquadrias

CONSULTORIA. Sistema de Gestão ISO 9001 - Lean Esquadrias CONSULTORIA Sistema de Gestão ISO 9001 - Lean Esquadrias PADRÃO DE QUALIDADE DESCRIÇÃO ISO 9001 Esse Modelo de Produto de Consultoria tem por objetivo definir e melhorar todos os processos da empresa,

Leia mais

O SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NO GRUPO JMT 1

O SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NO GRUPO JMT 1 O SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NO GRUPO JMT 1 CATTELAN, Verônica Dalmolin 2 ; NORO, Greice de Bem 3; MAGALHÃES, Aline Cristina de Menezes 4 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Bacharel em Admninistração

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA IMPORTADORA DE MEDICAMENTOS

IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA IMPORTADORA DE MEDICAMENTOS ISSN 1984-9354 IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: UM ESTUDO DE CASO EM UMA IMPORTADORA DE MEDICAMENTOS Rafael Salles de Carvalho (LATEC/UFF) Resumo A melhoria contínua da qualidade faz parte

Leia mais

Sumário. Agradecimentos... 7. Capítulo II

Sumário. Agradecimentos... 7. Capítulo II Agradecimentos É bem difícil escrever agradecimentos pela simples razão que inúmeras pessoas ajudam na nossa formação, seja pelas críticas ou sugestões. Claro que inicio pelos meus pais Giovanni Carranza

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

CURSO ANALISTA DE LOGISTICA E PRODUÇÃO INDUSTRIAL GRADE CURRICULAR @2014 - CENTRO EDUCACIONAL ANÍSIO PEDRUSSI

CURSO ANALISTA DE LOGISTICA E PRODUÇÃO INDUSTRIAL GRADE CURRICULAR @2014 - CENTRO EDUCACIONAL ANÍSIO PEDRUSSI MÓDULOS / DISCIPLINAS Carga Horária Módulo I - Introdução ao Estudo da Logística No Brasil e no Mundo 30 1. Introdução ao Estudo da Logística 2. História da Logística 3. Na Pré-História 4. No Exército

Leia mais

ISO 9001:2015 Nova versão porque e quando?

ISO 9001:2015 Nova versão porque e quando? ISO 9001:2015 Nova versão porque e quando? A publicação prevista para Novembro de 2015 tem como propósito refletir as mudanças no ambiente em que a norma é usada e garantir que a mesma mantenha-se adequada

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MBA GESTÃO DA QUALIDADE MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS DA QUALIDADE E CRIAÇÃO DE INDICADORES CURITIBA 2014 MARIA EUGENIA ZAPOTOCZNY DOS ANJOS FERRAMENTAS

Leia mais

Proposta de integração de ferramentas em um sistema de gestão

Proposta de integração de ferramentas em um sistema de gestão III SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Proposta de integração de ferramentas em um sistema de gestão Breno Barros Telles do Carmo Marcos Ronaldo Albertin Francisco José do Rêgo Coelho

Leia mais

Auditoria interna auxiliada pelo ciclo PDCA na busca da certificação da ISO 9001:2000

Auditoria interna auxiliada pelo ciclo PDCA na busca da certificação da ISO 9001:2000 Auditoria interna auxiliada pelo ciclo PDCA na busca da certificação da ISO 9001:2000 Anita Cristina de Sousa Gesualdi (UEM) anita_gesualdi@yahoo.com.br Carlos Antonio Pizo (UEM) capizo@uem.br Resumo:

Leia mais

AUDITORIA DO PROCESSO DE MANUTENÇÃO PROATIVA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

AUDITORIA DO PROCESSO DE MANUTENÇÃO PROATIVA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA ÊNFASE ELETROTÉCNICA NICOLAS MACIEL SOARES WANDERLEY ANTONIO FAUSTINO JUNIOR AUDITORIA

Leia mais

Julho/2014 a Março/2015. Catálogo de Treinamentos. Treinamentos BSI. Transformando nossa experiência em seu conhecimento.

Julho/2014 a Março/2015. Catálogo de Treinamentos. Treinamentos BSI. Transformando nossa experiência em seu conhecimento. Julho/2014 a Março/2015 Catálogo de Treinamentos. Treinamentos BSI. Transformando nossa experiência em seu conhecimento. Conteúdo. Por que realizar nossos treinamentos? 4 Nossa abordagem 4 Nossos instrutores

Leia mais

INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO

INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO NBR ISO 9001:2008 INTERPRETAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO 8 Princípios para gestão da qualidade Foco no cliente Liderança Envolvimento das pessoas Abordagem de processos Abordagem sistêmica para a gestão Melhoria

Leia mais

3. O Laboratório de Eletromagnetismo e Compatibilidade Eletromagnética

3. O Laboratório de Eletromagnetismo e Compatibilidade Eletromagnética A implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade segundo a norma NBR ISO/IEC 17025 no Laboratório de Eletromagnetismo e Compatibilidade Eletromagnética da Universidade Federal de Santa Catarina. Eduardo

Leia mais

Modelo de Gestão KAIZEN e Sua Aplicação no Setor de Fertilizantes

Modelo de Gestão KAIZEN e Sua Aplicação no Setor de Fertilizantes Modelo de Gestão KAIZEN e Sua Aplicação no Setor de Fertilizantes ASSUNÇÃO, D. S. a ; MOURA, L. B. b ;MAMEDES, T. C. c ; SIMÕES, T. F. d a. Universidade Paulista, São Paulo, daviassuncao_logistic@hotmail.com

Leia mais

Ferramentas da Qualidade: Uma visão Aplicada a Laboratórios de Ensaios Químicos

Ferramentas da Qualidade: Uma visão Aplicada a Laboratórios de Ensaios Químicos Ferramentas da Qualidade: Uma visão Aplicada a Laboratórios de Ensaios Químicos Resumo Com a globalização da economia e a formação de blocos econômicos, têm surgido barreiras técnicas e comerciais para

Leia mais

As Perspectivas dos Sistemas de Gestão da Qualidade Baseados na Norma NBR ISO 9001:2000

As Perspectivas dos Sistemas de Gestão da Qualidade Baseados na Norma NBR ISO 9001:2000 XIII SIMPEP - Bauru, SP, Brasil, 06 a 08 de Novembro de 2006 As Perspectivas dos Sistemas de Gestão da Qualidade Baseados na Norma NBR ISO 9001:2000 Resumo Leonardo Rospi (UNIP Universidade Paulista) lrospi@terra.com.br

Leia mais

QUALIDADE II. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves 09/08/2012. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

QUALIDADE II. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves 09/08/2012. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves QUALIDADE II Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor

Leia mais

FUNDAMENTOS DA EMPRESA ENXUTA

FUNDAMENTOS DA EMPRESA ENXUTA FUNDAMENTOS DA EMPRESA ENXUTA Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br O QUE ESTÁ POR TRÁS DA IDÉIA DE EMPRESA ENXUTA? ELIMINAÇÃO DE TODO TIPO DE DESPERDÍCIO NO SUPPLY VELOCIDADE FLEXIBILIDADE QUALIDADE

Leia mais

Total Quality Management. Prof. André Jun Nishizawa Capítulo 3

Total Quality Management. Prof. André Jun Nishizawa Capítulo 3 Total Quality Management Prof. Capítulo 3 Sumário Gerenciamento por processo Padronização Gerenciamento da rotina Gerenciamento pelas diretrizes Sistemas de gestão normatizados Auditorias da qualidade

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando os diversos conceitos de qualidade, julgue os itens seguintes. 51 A inspeção, uma das etapas do controle de qualidade, tem por finalidade melhorar o nível de confiabilidade

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

DOCUMENTOS E REGISTROS DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

DOCUMENTOS E REGISTROS DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DOCUMENTOS E REGISTROS DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 2011 WANDERSON S. PARIS INTRODUÇÃO Não se pretende aqui, reproduzir os conteúdos das normas ou esgotar o tema versado por elas. A ideia é apenas

Leia mais

Aplicação dos 5S em uma empresa de confecção de roupas da cidade de Brusque SC

Aplicação dos 5S em uma empresa de confecção de roupas da cidade de Brusque SC Aplicação dos 5S em uma empresa de confecção de roupas da cidade de Brusque SC Marcio Fernando, MAFFEZZOLLI, marcio9191@hotmail.com 1 André Luis Almeida, BASTOS, prof.abastos@gmail.com 2 Centro Universitário

Leia mais

GESTÃO E SISTEMA DE QUALIDADE MÓDULO IV

GESTÃO E SISTEMA DE QUALIDADE MÓDULO IV 2015.2 GESTÃO E SISTEMA DE QUALIDADE MÓDULO IV FICHA TÉCNICA DIREÇÃO DO INSTITUTO FORMAÇÃO Chiara Moura Claudio Borges SECRETARIA ACADÊMICA Daniela Luz COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DO NUPE (NÚCLEO DE PROJETOS

Leia mais

QUALIDADE NA MANUTENÇÃO

QUALIDADE NA MANUTENÇÃO QUALIDADE NA MANUTENÇÃO Mateus Albernaz Lemos (UENF) mateus.albernaz@gmail.com Claudia Marcia R. Machado Albernaz (UENF) cmrmachado@gmail.com Rogerio Atem de Carvalho (IFF) ratem@cefetcampos.br A importância

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA 5S EM UMA EMPRESA DE CONFECÇÃO: SENSOS DE DESCARTE E ORGANIZAÇÃO

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA 5S EM UMA EMPRESA DE CONFECÇÃO: SENSOS DE DESCARTE E ORGANIZAÇÃO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA 5S EM UMA EMPRESA DE CONFECÇÃO: SENSOS DE DESCARTE E ORGANIZAÇÃO Ariana Martins Vieira 1, Cleina Yayoe Okoshi 2, Karla Fabrícia

Leia mais

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles.

Leia mais

Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000

Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000 2 Visão Geral do Sistema da Qualidade ISO 9001: 2000 Para a gestão da qualidade na realização do produto a ISO 9001: 2000 estabelece requisitos de gestão que dependem da liderança da direção, do envolvimento

Leia mais

14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE

14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE 14 ANEXO 02 - NORMA ISO 9001:2000 - INTERPRETAÇÃO LIVRE Sumário Prefácio 0 Introdução 1 Objetivo 2 Referência normativa 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão da qualidade 5 Responsabilidade da direção

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais