O Desafio do Ajuste Fiscal: onde estamos? Mansueto Almeida

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1 O Desafio do Ajuste Fiscal: onde estamos? Mansueto Almeida

2 Checklist dos Desafios na Área Fiscal Controlar o crescimento da despesa pública;à NÃO Recuperar o superávit primário para, no mínimo, 2,5% do PIB à NÃO Melhorar e simplificar o sistema tributário à NÃO Aumentar a carga tributária à AINDA NÃO Aumentar invesnmento em infraestrutura à NÃO

3 Resultado Primário do Setor Público 12 meses Nov/2002- Dez/ % do PIB Sem Pagamento das Pedaladas Fiscais , ,95-2 nov/02 jul/03 mar/04 nov/04 jul/05 mar/06 nov/06 jul/07 mar/08 nov/08 jul/09 mar/10 nov/10 jul/11 mar/12 nov/12 jul/13 mar/14 nov/14 jul/15

4 Pagamento de Juros do Setor Público 12 meses - % do PIB ago/03, 9, , jul/09, 4,79 set/13, 4,43 3 nov/02 ago/03 mai/04 fev/05 nov/05 ago/06 mai/07 fev/08 nov/08 ago/09 mai/10 fev/11 nov/11 ago/12 mai/13 fev/14 nov/14 ago/15

5 Déficit Nominal do Setor Público 12 meses Nov/ % do PIB 0-2 jul/11, -1, ago/03, -5, dez/15, -10,34-12 nov/02 jul/03 mar/04 nov/04 jul/05 mar/06 nov/06 jul/07 mar/08 nov/08 jul/09 mar/10 nov/10 jul/11 mar/12 nov/12 jul/13 mar/14 nov/14 jul/15

6 Div. Pública Bruta - % do PIB ,0 80,0 78,8 83,4 70,0 66,2 73,2 60,0 50,0 53,8 51,7 57,2 40,0 30, Primário: 2015 (-2% do PIB), 2016 (-1,5%), 2017 (-1,5%), e 2018 (-1%).

7 Rec. Líquida do Gov. Central % do PIB 19,0% 18,9% 18,7% 18,0% 17,4% 17,0% 16,0% 15,0% 14,0% 13,0% 12,0% 14,1%

8 Despesa Primária do Gov. Central % do PIB 19,0% 18,5% 18,0% 17,0% 16,7% 16,6% 16,0% 15,0% 14,0% 13,0% 12,0% 13,8%

9 Despesa Primária do Governo Central % do PIB R$ bilhões de dez de 2015 sem pedaladas ,00 18,46% 20,0% 1.200, ,00 800,00 15,6% 15,0% 16,9% 1.171, ,92 18,0% 16,0% 14,0% 12,0% 600,00 548,13 10,0% 8,0% 400,00 530,52 6,0% 4,0% 200,00 2,0% - 0,0% R$ bilhões % do PIB

10 Despesa Primária Governo Central % do PIB 20,0% 18,0% 16,7% 16,9% 18,1% 16,0% 14,6% 15,6% 14,0% 13,6% 12,0% 10,8% 10,0% 8,0%

11 Nota Metodológica Tabela 1 Subsídios = pagamentos do PSI e credito agrícola, Auxílio à CDE, Minha Casa Minha Vida e Desoneração da Folha. Custeio Gastos Sociais = LOAS/BPC, Bolsa Família, Despesas FAT (seguro desemprego e abono salarial). Custeio administranvo = tudo o mais não classificado nas demais colunas da Tabela 1.

12 Tabela - Despesa Primária Governo Central % do PIB (série do PIB nova) PESSOAL INSS SUBSÍDIOS CUSTEIO ADMINIST. CUSTEIO SAUDE E EDUC. CUSTEIO GASTOS SOCIAIS INVEST. sem MCMV) TOTAL ,8% 5,9% 0,2% 1,0% 1,8% 1,0% 0,9% 15,6% ,4% 6,9% 0,4% 1,1% 1,7% 1,5% 0,7% 16,7% ,3% 6,6% 0,2% 1,0% 1,9% 1,8% 1,1% 16,9% ,1% 6,4% 0,4% 0,8% 1,9% 1,8% 1,0% 16,6% ,9% 6,6% 0,5% 0,8% 2,0% 2,0% 1,0% 16,7% ,8% 6,7% 0,8% 0,9% 2,0% 2,0% 0,9% 17,2% ,9% 6,9% 0,9% 1,0% 2,1% 2,2% 1,1% 18,1% ,1% 7,4% 1,0% 1,0% 2,2% 2,0% 0,7% 18,5% ,70% 1,50% 0,80% 0,00% 0,40% 1,00% -0,20% 2,90% * Crescimento em pontos percentuais do PIB Fonte: SIAFI. Elaboração: Mansueto Almeida

13 InvesNmento da União com MCMV sem estatais - % do PIB 1,40% 1,36% 1,20% 1,00% 0,95% 0,94% 0,80% 0,60% 0,40% 0,40% 0,20% 0,00%

14 Abono Salarial R$ bilhões de ,00 18,85 18,00 16,00 14,00 12,00 10,00 10,97 12,97 13,95 15,69 16,23 9,42 8,00 6,00 4,00 2, Economia temporária. Decorreu da mudança no cornograma de pagamento.

15 Ministério da Educação Pessoal, Custeio e InvesNmento R$ milhões correntes Pessoal , , ,16 Ativo , , ,76 Inativo , , ,40 Custeio , , ,17 Investimento 9.015, , ,63 TOTAL , , ,96

16 InvesNmento em Educação R$ bilhões de ,00 10,00 8,00 7,82 8,37 11,84 9,80 10,67 6,00 4,00 2,36 3,80 4,26 5,83 3,00 2,

17 Número de Funcionários ANvos Min. da Educação ,0 276,1 260,0 240,0 220,0 200,0 180,0 160,0 140,0 120,0 100,0 175, ,

18 Divisão do Custeio 2014 e 2015 R$ bilhões correntes CRESC. Welfare State e Educação 638,83 686,10 7,4% Assistência Social 68,93 71,61 3,9% Previdência 394,20 436,09 10,6% Saúde 80,04 86,23 7,7% FAT (Seg Desemprego e Abono) 53,63 48,37-9,8% Educação 42,04 43,80 4,2% Subsidios, sentenças judiciais e compensação ao RGPS 53,96 74,20 37,5% Custeio Discricionário 44,77 45,32 1,2% Despesas de Custeio 737,56 805,61 9,2%

19 Custeio 2015 Funções Socias versus Funções Não Sociais R$ bilhões Não Sociais, 122,90 Funções Sociais, 686,10

20 Percentual da Despesa Primária do Governo Central com Programas de Transferência de Renda %# 62%# 61%# 61%# 62%# 61%# 62%# 62%# 62%# 62%# 61%# 61%# 61%# 61%# 60%# 60%# 59%# 58%# 57%# 56%# 55%# 2003# 2004# 2005# 2006# 2007# 2008# 2009# 2010# 2011# 2012# 2013# 2014# INSS, aposentadoria dos servidores federais, LOAS/BPC, despesa FAT, Bolsa Familia.

21 Custeio dos Ministérios sem as Funções Sociais R$ 45 bilhões R$ bilhões 05 DEFESA NACIONAL 8,94 02 JUDICIARIA 5,85 04 ADMINISTRACAO 5,29 19 CIENCIA E TECNOLOGIA 4,37 28 ENCARGOS ESPECIAIS 3,72 06 SEGURANCA PUBLICA 2,69 22 INDUSTRIA 1,67 03 ESSENCIAL A JUSTICA 1,64 20 AGRICULTURA 1,59 21 ORGANIZACAO AGRARIA 1,36 26 TRANSPORTE 1,35 07 RELACOES EXTERIORES 1,31 01 LEGISLATIVA 1,22 18 GESTAO AMBIENTAL 1,01

22 Problemas de Curto Prazo; EmprésNmos do Tesouro para bancos públicos /OUT 700,00 12,00% 600,00 10,02% 10,00% 500,00 578,23 8,00% 400,00 300,00 6,00% 200,00 4,00% 100,00 0,91% 0,52% 2,00% out/15 0,00% Saldo R$ bilhões % do PIB Fonte: Banco Central

23 Conta de Subsídios permanecerá Elevada R$ bilhões de ,00 28,00 25,00 24,38 20,00 15,00 10,00 5,00 5,47 18,62 16,64 16,73 12,31 10,70 9,46 7,82 11,64 14,24 14,55 12,36 10,23 0,

24 O Que Acontecerá em 2016? Forte queda da receita e ajuste temporário do lado da despesa.

25 Limites para corte da despesa Não há como recuperar rapidamente o primário. Será impossível gerar um primário de 0,5% do PIB em 2016 e diucil primário de 3% do PIB até 2018 mesmo com aumento de carga tributária; Em 2015 e 2016, há um crescimento contratado da despesa de quase 0,7 ponto do PIB: despesas com programas de transferência de renda crescem com um PIB em queda.

26 Orçamento de 2016 versus 2015 R$ bilhões 2015 (A) PLOA 2016 (B) LOA 2016 ( C) Revisão LOA 2016 Receita Total 1.250, , , ,34 (-) Transferências 215,76 221,70 232,34 229,38 Receita Líquida 1.034, , , ,96 Despesa Primária 1.094, , , ,96 Pessoal 235,76 266,91 257,61 255,34 INSS 436,09 491,00 490,68 496,45 Outros 422,81 452,69 447,32 430,16 PRIMÁRIO (60,24) (30,50) 24,00 24,00

27 2015 versus 2016 R$ bilhões 2015 (A) Revisão LOA 2016 CRESCIM. (C - A) Receita Total 1.250, ,34 185,15 (-) Transferências 215,76 229,38 13,62 Receita Líquida 1.034, ,96 171,53 Despesa Primária 1.094, ,96 87,29 Pessoal 235,76 255,34 19,58 INSS 436,09 496,45 60,36 Outros 422,81 430,16 7,35 PRIMÁRIO (60,24) 24,00 84,24

28

29 INSS LDO 2016 Com a novas projeções oficiais, despesa do INSS será de 8% do PIB em 2016: crescimento de 0,9 pontos do PIB em 2 anos = crescimento de 2003 a 2014.

30 INSS - % do PIB ,0% 8,0% 7,0% 6,0% 5,9% 6,9% 7,4% 7,9% 5,0% 4,0% 3,0% 4,9%

31 Governo Central - JAN-FEV 2016 Em janeiro, o governo central teve uma receita extraordinário de R$ 11 bilhões concessão de hidrelétricas. Despesa extra de R$ 11 bilhões de equalização de juros. Mas mesmo assim primário (R$ 14,8 bilhões) melhorou em relação à janeiro de 2015 (R$ 10,4 bilhões). Por que? Forte queda das transferências a estados e municípios (-R$ 3 bi) e queda do invesnmento publico (-R$ 2,5 bi).

32 O que aconteceu em Fevereiro de 2016? Receita bruta do governo central teve queda de R$ 53,6 bilhões ante mês passado. Em relação à fevereiro do ano passado, queda nominal de R$ 2,1 bilhões (-2,3%) = queda real de 11,5%. Despesa de custeio (sem previdência): FEV/2015 = R$ 24,2 bilhões vs. FEV/2016 R$ 30,2 bilhões: crescimento nominal de 25%! Em relação à janeiro de 2016, despesa de invesnmento pessoal e previdência estável. Despesa de custeio caiu R$ 13,2 bilhões e receita bruta caicu R$ 53,6 bilhões. Deficit primário de janeiro vai piorar em R$ 40 bilhões: Primário de R$ 14,8 bilhões em JAN/2016 será converndo em déficit primário de R$ 25 bihões ante déficit de R$ 7,4 bilhões ano em FEV/2015.

33 Fatores de Risco para 2016 Expansão do déficit primários dos estados e municípios neste ano e no próximo. Alívio no pagamento da divida será maior que efeito de medidas estruturais; Nova proposta de vinculação das despesas com saúde: PEC 1/2015: valor mínimo a ser aplicado anualmente pela União em ações e serviços públicos de saúde, de forma escalonada em cinco exercícios: 15%, 16%, 17%, 18% e 18,7%. Criação de passivos fiscais: bancos públicos e FGTS.

34 Conclusão Ajuste fiscal com crescimento da despesa primária e déficit primário do governo central. A tendência hoje é de déficit primário neste ano e no próximo. Diucil fazer esforço fiscal de 5 pontos do PIB até Governo tem feito os cortes possíveis do lado da despesa. Não há como fazer mágica. Temos que mudar regras. Ainda não começamos o ajuste fiscal.

35 Obrigado

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