DISCUTINDO FORMAS DE GESTÃO ORGANIZACIONAL: a autogestão e a co-gestão

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DISCUTINDO FORMAS DE GESTÃO ORGANIZACIONAL: a autogestão e a co-gestão"

Transcrição

1 DISCUTINDO FORMAS DE GESTÃO ORGANIZACIONAL: a autogestão e a co-gestão Camila Tais Moura dos Santos Carlos Eduardo de Oliveira Diniz Kelly Cristina de Souza Lucilene da Conceição Mendes Domênico Caputo Belo Horizonte 2008

2 Camila Tais Moura dos Santos Carlos Eduardo de Oliveira Diniz Kelly Cristina de Souza Lucilene da Conceição Mendes Domênico Caputo DISCUTINDO FORMAS DE GESTÃO ORGANIZACIONAL: a autogestão e a co-gestão Relatório final do projeto interdisciplinar, apresentado ao Curso de Administração da Faculdade Novos Horizontes como requisito parcial para aprovação nas disciplinas do 2º semestre. Orientadora: Maria Helena Michel Belo Horizonte Maio de 2008

3

4 Dedicamos este trabalho aos nossos pais pelo apoio, dedicação e amor. A todos que contribuíram para o desenvolvimento deste projeto que transparecerem sabedoria e confiança.

5

6 AGRADECIMENTOS Agradecemos, primeiramente, a Deus por ter dado ao homem a capacidade de pensar e questionar. Aos nossos mestres; principalmente, à orientadora do grupo, pela paciência e o repasse de seus conhecimentos. E, finalmente, aos alunos deste grupo, que se envolveram de corpo e alma, para desenvolver este trabalho.

7

8 Ser dirigente é como reger uma orquestra, onde as partituras mudam a cada instante e os músicos têm liberdade para marcar seu próprio compasso". (MOTTA, 1991, pág. 28)

9 SUMÁRIO RESUMO 1 INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO Gerência Gerente Organização Empreendedorismo Hierarquia Motivação Gestão Autogestão Co-gestão METODOLOGIA ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE DADOS Pesquisa realizada com condôminos Pesquisa realizada com síndico CONCLUSÃO...33 REFERÊNCIAS...35 GRAMIGNA, Maria Rita. Modelos de Competências e Gestão dos Talentos, 2ª edição São Paulo: Prentice-Hall, APÊNDICE A...37 ENTREVISTA DIRECIONADA AO SÍNDICO EM SUA OPINIÃO, OS CONDÔMINOS DEVERIA TER MAIS ESPAÇO PARA OPINAR E SUGERIR?POR QUÊ?...38

10 2.VOCÊ ACHA QUE OS SÍNDICOS, DE UM MODO GERAL, TOMAM DECISÕES POR CONTA PRÓPRIA? SE ISSO OCORRE, PARA VOCÊ, SERIA PORQUE OS CONDÔMINOS NÃO SE ENVOLVEM NOS PROBLEMAS DA ADMINISTRAÇÃO DO PRÉDIO? VOCÊ COMPARECE A TODAS AS REUNIÕES?...38 APÊNDICE B...38 ENTREVISTA DIRECIONADA AOS CONDÔMINOS EM SUA OPINIÃO, OS CONDÔMINOS DEVERIAM TER MAIS ESPAÇO PARA OPINAR E SUGERIR NA ADMINISTRAÇÃO DO CONDOMÍNIO? O SÍNDICO COSTUMA TOMAR DECISÕES SOZINHO, SEM A OPINIÃO DOS CONDÔMINOS? HÁ CONFLITOS INTERNOS ENTRE MORADORES E SÍNDICOS, EM RELAÇÃO À TOMADA DE DECISÃO? QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS ENCONTRADOS NA CONTRATAÇÃO DE UMA ADMINISTRADORA DE CONDOMÍNIOS?...39 ANEXO A...40

11 RESUMO Neste trabalho, relatam-se as funções gerenciais e as formas de gestão da autogestão e co-gestão. Busca-se estabelecer uma relação entre as formas de gestão e reestruturação das organizações que possibilite ao profissional em administração aplicar em cada empresa o tipo certo de gestão, se adaptando aos meios modernos de se gerenciar, dando aos funcionários a importância que possuem por serem membros da empresa e não meros participantes. Investigam-se as ações e efeitos que a aplicação da co-gestão e autogestão produzem. Pesquisase a ocorrência das duas formas de gestão em um condomínio, aplicando uma entrevista voltada ao síndico e duas entrevistas a condôminos do edifício focalizado neste trabalho. Os resultados indicam um forte destaque da autogestão e da cogestão no auxílio da administração dos condomínios. Palavra-chave: Gerência, autogestão, co-gestão

12 1 INTRODUÇÃO O projeto interdisciplinar, cujo relatório final é apresentado neste trabalho, foi elaborado por alunos do 2º período do curso de Administração da Faculdade Novos Horizontes. Vinculado a todas as disciplinas do semestre letivo, abordou o tema Gerência e Gerentes, tendo como sub-tema As formas de gestão organizacional da autogestão e co-gestão. O mundo atual convive com uma diversidade de paradigmas que influenciam e refletem na estrutura empresarial. As diferenças nesse ambiente são demarcadas pelas formas organizacionais, dentre elas a autogestão e a co-gestão. As diversidades no ambiente empresarial são determinadas pela multiplicidade de teorias organizacionais, gerando conflitos e necessitando de alternativas produtivas para os administradores. Devido a estas circunstâncias, várias empresas optam pela administração nas formas da autogestão e co-gestão, que são baseadas nos princípios do Cooperativismo e nas relações econômicas em conjunto, fazendo com que haja redução dos conflitos. Diversas empresas, ao entrarem em conflitos internos pela má administração, acabam falindo. Várias delas são reassumidas pelos próprios funcionários, como a única alternativa de sobrevivência; então se observa a necessidade da autogestão e da co-gestão. Na atualidade, estas formas de organização vêm sendo bastante utilizadas, já que são maneiras de permitir ao trabalhador opinar e participar sobre as tomadas de decisão, fazendo com que fiquem mais motivados e gerem melhores retornos às empresas. A importância do estudo deste tema é entender a relação entre as formas de gestão e reestruturação que possibilite aos administradores se adequarem a um cenário que seja propício à sobrevivência e do crescimento da organização. É de grande importância o conhecimento desse tema para os futuros administradores, pois o mercado de trabalho e as empresa estão cada vez mais voltadas para as novas formas de gestão, onde os funcionários têm grande importância para a organização. 8

13 Considerando o exposto, investigou-se: Uma empresa pode escolher o melhor modo de gestão ou isso depende do tipo de empresa? O que seriam os processos de autogestão ou co-gestão? Quais os efeitos causados pela implantação da autogestão e da co-gestão? O objetivo geral que conduziu está pesquisa foi: Investigar as ações e efeitos das diferentes formas organizacionais de gestão, aprofundando nos conceitos e aplicações da autogestão e da co-gestão. Já os objetivos específicos foram assim definidos: 1. Traçar o perfil das organizações que utilizam como forma de gestão a autogestão. 2. Identificar as vantagens e as dificuldades da autogestão. 3. Identificar competências gerenciais necessárias para o melhor gerenciamento dessa formas de gestão. Almejando atingir o objetivo proposto, este trabalho foi realizado em três etapas, primeiramente foi feita a elaboração de uma proposta e a criação de um referencial de teoria para embasar a discussão. Em seguida realizou-se pesquisa de campo em uma empresa do ramo de administração de condomínios. Posteriormente, procedeu-se à analise dos dados pesquisados, evidenciando-se as conclusões deste estudo. 9

14 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Gerência De acordo com a Wikipédia, gerência designa o desempenho de tarefas de gestão dos assuntos de um grupo. No dicionário Aurélio, gerência está definida como funções de gerente, o lugar onde ele exerce suas funções. Para Chiavenato (2000), o termo gerência tem sido usado como um sinônimo de administração que estabelece a função de direção no nível intermediário, subordinando-se a outros executivos do nível institucional (diretores) e dirigindo outros trabalhadores no nível operacional (supervisores). A função gerencial é composta por diversas atividades que testam o poder de liderança e aprimoram os conhecimentos daquele que ocupa o cargo de gerente. Fayol (1958) descreve os cinco elementos para definir os papéis e as ações da gerência da seguinte forma: 1. Prever: é visualizar o futuro e traçar o programa de ação. 2. Organizar: constituir o material e o social da empresa. 3. Comandar: dirigir e orientar o pessoal. 4. Coordenar: ligar, unir, harmonizar todos os atos e todos os esforços coletivos. 5. Controlar: verificar que tudo ocorra de acordo com as regras estabelecidas e as ordens dadas. Fayol (1958, pag. 299) elaborou os 14 princípios da gerência, destacando-os assim: 1. Divisão do trabalho. A especialização permite que o indivíduo construa acima da experiência, e melhore continuamente suas habilidades. Menor esforço e maior produtividade. 2. Autoridade. Emissão de comandos. 10

15 3. Disciplina. Os empregados obedecerão somente se a gerência fornecer uma liderança boa. 4. Unidade do comando. Cada trabalhador deve responder somente à um chefe. 5. Unidade do sentido. Os povos agrupados no mesmo tipo de atividades devem ter os mesmos objetivos em uma única direção. 6. Subordinação do interesse individual. A gerência deve ver que os objetivos da empresa vêem em primeiro lugar. 7. Remuneração. O pagamento é um motivador importante. 8. Centralização (ou Descentralizarão). Depende da condição do negócio e da qualidade de seu pessoal. 9. Corrente escalar (linha de autoridade). Uma hierarquia é necessária para a unidade do sentido. Mas uma comunicação lateral é também fundamental. 10. Pedido. O pedido material e o pedido social são necessários. 11. Patrimônio. Tratar empregados bem é importante para conseguir o patrimônio desejado. 12. Estabilidade do pessoal. Os empregados trabalham mais e melhor se as ações de trabalho e o progresso da carreira lhes forem assegurados. 13. Iniciativa. Permitir que todo o pessoal mostre sua iniciativa de alguma maneira é fonte para dar força para a organização. 14. Espírito de Corpo. A gerência deve promover o moral de seus empregados, recompensando cada mérito. Para Chiavenato (2000) a gerência é muito importante na estruturação das organizações por ser parte dos domínios das ciências comportamentais que analisam a motivação, liderança e comunicação. 2.2 Gerente Ribeiro (2002, pág. 51) define gerente como indivíduo que, em razão do controle acionário, de conhecimento técnico, de envolvimento político ou de confiança adquirida junto à direção da empresa, é conduzido à posição de comando. Ele é o individuo responsável pelo controle, coordenação e planejamento de tarefas a serem cumpridas por seus subordinados dentro de uma determinada organização. Para Maximiano (1992), gerente é o principal ator do processo administrativo. São os membros de uma organização que são responsáveis pelo trabalho de outros membros organizações. Podem ser chamados de chefes ou dirigentes sendo que devem possuir suas competências gerenciais para o controle das organizações. Para Gramigna (2007, pág. 89): 11

16 Competências são repertórios de comportamentos que algumas pessoas e/ou organizações dominam, o que as faz destacar de outras em contextos específicos. As competências gerenciais básicas para o autor são: liderança, persuasão, trabalho em equipe, criatividade, tomada de decisão, planejamento e organização, e determinação. Para Reis (2008), o desenvolvimento dessas competências gerencias direciona ao objetivo alvo de tornar as organizações preparadas para enfrentar os desafios e dificuldades, logo, torna-se necessário desenvolve-las. O importante é que as competências gerenciais expressem o espírito da organização e a ajudem a alcançar maiores e melhores resultados. 2.3 Organização Fox (1980, pág. 18) define uma organização como um padrão descrevendo como os seus integrantes estão em relação e interagem para atingir um objetivo comum Segundo Montana (2003, p. 170) organizar é o processo de juntar recursos físicos e humanos essenciais à consecução dos objetivos de uma empresa para se alcançar suas metas.a organização deve possuir um organograma que represente a sua estrutura formal, onde é mostrada a hierarquia da empresa,como estão dispostos os órgãos ou setores e as relações de comunicação existentes entre eles. Segundo Maximiano (1992, pág. 112) "uma organização é uma combinação de esforços individuais que tem por finalidade realizar propósitos coletivos. Por meio dela, torna-se possível alcançar metas que seriam inatingíveis para uma só pessoa realizar. O autor cita que uma grande empresa ou uma pequena oficina, um condomínio ou o corpo de bombeiros, um hospital ou uma escola são todos exemplos de organizações, sendo que uma organização é formada pelo soma de pessoas,máquinas e outros equipamentos,recursos financeiros e outros. Logo, a organização é o resultado da combinação de todos estes elementos direcionados a um fim comum, sendo que a qualidade é o resultado de um trabalho de organização. 12

17 Segundo Baeijs (1998), existem modelos organizacionais diferentes que caracterizam o tipo de organização. A mais simples das organizações é aquela de um membro único. Para ele, dá se o nome de grupo, a organização que permite uma coordenação a fim de atingir um objetivo comum, onde a tomada de decisão é coletiva. Modelo organizacional de hierarquia simples é aquele baseado na relação de mestre/escravo e a hierarquia multinível é o modelo onde a organização é descentralizada e o objetivo é ter uma tomada de decisão mais descentralizada, onde os responsáveis de mais alto nível só têm preocupação quanto à estratégia a longo termo. Conforme o modelo organizacional de Gutknetch (1998), a organização é o conjunto de grupos e agentes com papéis nestes grupos. Sendo que cada grupo tem um conjunto de papéis necessários e fundamentais para o seu funcionamento e consequentemente atingir seus objetivos. O papel é um conjunto de funções a serem desempenhadas pelos agentes que assumem ao entrar em um grupo ou determinada organização. De acordo com Gaia (1999) cada papel organizacional é determinado pelas funções que o agente deve realizar para o sistema, definidas por meio de atividades e protocolos, ou seja, as responsabilidades eles assumem ao fazer parte da equipe. Para Garijo et. al. (2001), toda organização é composta por um propósito da organização,um conjunto de metas que devem ser atingidas. Deve, também, possuir uma estrutura de workflow que é a relação entre as tarefas, suas dependências e os agentes responsáveis; possuir uma estrutura organizacional, entidade de controle, recursos e relações organizacionais para formação de hierarquias entre os papéis. Segundo a Wikipédia em Administração, a organização pode ser entendida em dois sentidos: 1)Onde o grupo de indivíduos associados com um objetivo comum, como as empresas, ou seja, qualquer entidade pública ou privada. Sendo que as organizações são compostas de estrutura física, tecnológica e pessoas. 2)Modo como foi dividido e sequenciado o trabalho. 13

18 Em sentido amplo, organização é a maneira como se organiza um sistema, a forma escolhida para arranjar, alocar, classificar objetos, documentos e informações. 2.4 Empreendedorismo Segundo Hirsch (2001), a partir da década de 1990, durante a abertura da economia, o empreendedorismo começou a ganhar força no Brasil. Com a entrada de produtos importados, houve o controle dos preços o que condicionou o país a voltou a crescer, trazendo, porém, problemas para setores que nao conseguiam competir com os importados. Um dos setores mais afetados foi o de brinquedos e de confecções,logo,foi preciso que o país mudasse, empresas de todo tamanho e setores tiveram que se modernizar e se adequar para que voltasse a competição e as organizações crescessem. Aos poucos o país começou a ganhar estabilidade, planejamento, conquistar o respeito e a economia voltou a crescer. Em 2000, surgiram várias oportunidades de trabalho, os investidores de outros países voltaram a aplicar seu dinheiro no Brasil e as exportações aumentaram. Segundo publicação da Wikipédia, as habilidades requeridas de um empreendedor podem ser classificadas em 3 áreas: técnicas, gerenciais e pessoais. 1-Técnicas: envolve saber escrever, ouvir as pessoas e captar informações, ser organizado,saber liderar e trabalhar em equipe.2- Gerenciais: incluem as áreas envolvidas na criação e gerenciamento da empresa (marketing, administração, finanças, operacional, produção, tomada de decisão,3-características pessoais: ser disciplinado, assumir riscos, ser inovador, ter ousadia, persistente, visionário, ter iniciativa, coragem, humildade e principalmente ter paixão pelo que faz. Ainda conforme a Wikipédia, nos Estados Unidos, pesquisas recentes demostram que o sucesso nos negócios nao depende tanto do conhecimento técnico de gestão quanto se imaginava até pouco tempo atrás mas principalmente de nossos próprios comportamentos, características e atitudes. Ressalta-se ainda que, no Brasil apenas 14% dos empreendedores têm formação superior e 30% sequer concluíram o ensino fundamental, enquanto que nos países desenvolvidos, 58% dos empreendedores possuem formação superior, o que 14

19 possibilita a entendimento de que quanto mais alto for o nível de escolaridade de um país, maior será a proporção de empreendedorismo por oportunidade. Segundo Hirsch (2001, pág 289): É o processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes e recebendo as consequentes recompensas da satisfação econômica e pessoal Para Lima (2008), diante desta definição de Hirsch, pode-se entender que empreendedorismo é algo benéfico,além de nos recompensar pessoalmente também nos beneficia financeiramente, transformando trabalho em algo prazeroso de se praticar. Conforme Lima (2008), a palavra empreendedor (entrepreneur) tem origem francesa e quer dizer aquele que assume riscos e começa algo de novo, ou seja é a pessoa que está sempre inovando, deixa sua marca por onde passa,identifica oportunidades, antecede novidades, mantém-se sempre aquém dos seus concorrentes. Na opinião da autora acima, a forma de agir de um empreendedor é o que o difere das outras pessoas, acreditarem no potencial que têm superar seus limites e confiar em sua capacidade de sucesso são peças chaves para atingir o objetivo dos empreendedores. De acordo com Hirch (2001), nem sempre um administrador é um empreendedor, e nem sempre um empreendedor é um administrador, como também ambos podem não ser a mesma pessoa, não sendo necessariamente uma regra. Logo, no campo em que informação, conhecimento e tecnologia caminham juntos, a habilidade é uma questão de aprimoramento nos conhecimentos adquiridos, sabendo o que se quer e tendo em mente como colocar em prática é o que vale no mundo do empreendedorismo. Segundo Chiavenato (2005), empreendedorismo é mais do que criar empresas, significa criar e colocar em prática novas idéias e tem vantagens a vários níveis. 15

20 Para Chiavenato (2005, pág 30): 1- Contribui para a criação de emprego; 2-Funciona como um meio de integração de desempregados e desfavorecidos no meio laboral; 3-Pode contribuir para reforçar a coesão econômica e social das regiões menos desenvolvidas; 4-Constitui um caminho para a inovação; 5-É crucial para a competitividade. 2.5 Hierarquia Segundo Maltez (1988), hierarquia vem do grego hieros (sagrado) e arquia (ser chefe), ou seja, o mesmo que comando sagrado. O termo veio do latim eclesiástico hierachia, talvez através do francês hierarchie. Designava, no cristianismo primitivo, o poder dado por Cristo aos apóstolos para formarem e governarem a Igreja. Designa, hoje, qualquer sistema onde a distribuição do poder é desigual, através de um sistema de graus, de linha de comando. Segundo a Wikipédia, hierarquia é a ordenação de elementos em ordem de importância, significa específicamente: Distribuição ordenada dos poderes. Graduação das diferentes categorias de funcionários ou membros de uma organização, instituição ou Igreja. Ordenação de elementos visuais para tornar a informação mais facilmente inteligível ou para destacar elementos de uma composição. Para Motta (2001), o ethos burocrático taylorista define-se, entre outras coisas, pela separação entre direção, execução e pela visão da harmonia possível de interesses entre empregadores e operários. Fayol, citado por Motta (2001), defende a tese de que cada homem deve restringirse a seu papel em uma estrutura ocupacional parcelada mas monocráica. Segundo Fayol (1958), administrar é planejar, organizar, coordenar, comandar e controlar; por isso ele é o pai da administração e também é considerado o homem das funções e operações. Para ele, a concentração de poder na cupula,a centralização de decisão,a ordem,a disciplina, a hierarquia e a unidade de comando são fundamentais 16

21 Para Chiavenato (2005, pág. 400), hierarquia nas organizações e primordial, a partir seguintes fatores: Figura 1 - Pirâmide Hierárquica Em toda organização formal existe uma hierarquia. Uma organização precisa, além de uma estrutura de funções, de uma estrutura hierárquica. A missão dessa estrutura hierárquica é dirigir as operações dos níveis que lhe são subordinados. Evidentemente, à medida em que se sobe na escala hierárquica, aumenta o volume de autoridade do ocupante do cargo. Quanto maior a organização, maior tende a ser o número de níveis hierárquicos de sua estrutura. Chiavenato (2005, pág. 400) 2.6 Motivação Segundo o dicionário Aulete, motivação é a exposição de motivos ou causas; animação; entusiasmo. Para Chiavaneto (2005, pág.505), motivação é: Desejo de exercer um alto nível de esforço direcionado a objetivos organizacionais, condicionados pela habilidade do esforço em satisfazer alguma necessidade individual. Para o autor acima, o conceito de motivação é foco de várias teorias, mas ainda assim continua sendo muito complexo, devido às variadas formas de aplicações. Estas aplicações devem ser específicas para cada situação e tipo de atividade empresarial. 17

22 Segundo Tomaz (2005), a motivação é a força ou impulso que leva o indivíduo a agir de uma forma específica, baseando-se nas Teorias de Maslow e Hezberg. De acordo com o autor, a teoria de Maslow, para ser atingida, a motivação depende de uma pirâmide hierárquica de necessidades. Essas necessidades são hierarquizadas de forma que os indivíduos caminhem linearmente para satisfação das mesmas. Baseando-se na Teoria de Maslow, as condições básicas dos indivíduos são as funções fisiológicas, como a remuneração. Em seguida as condições de segurança, sociais, auto-estima, como planos de carreira e por fim a auto-realização. Segundo Bergamini e Coda (1997, pág. 145): O fator motivacional envolve a liberação de uma energia vital no indivíduo, gerando uma tensão a partir da qual o mesmo buscará soluções e agirá para satisfazer a um dado tipo de necessidade específica que possui. De acordo com a teoria de Hezberg, citado por Silva (2001), a motivação pode ser estimulada por fatores higiênicos de satisfação ou fatores motivacionais/ intrínsecos. Os fatores higiênicos são as condições mínimas de trabalho, a fim de satisfazer às necessidades de segurança e fatores mínimos para o desenvolvimento do trabalho. Em contrapartida, os fatores intrínsecos dependem de necessidades relacionadas à auto-realização e a auto-estima. Segundo Silva (2001), após o desenvolvimento da Teoria das Relações Humanas, passou-se a valorizar mais a motivação humana, tendo como propósito, a garantia de realizações e alcance de metas e objetivos organizacionais. Depois da elaboração de várias teorias sobre a motivação, tende-se a levá-las para a prática, a vida real, como por exemplo, através de recompensas salariais. Chiavenato (2005, pág.498) relata que: O dinheiro motiva o desempenho na medida em que ocorram duas condições: a crença da pessoa de que o dinheiro satisfará as suas necessidade e a crença da pessoa de que a obtenção do dinheiro exige algum desempenho ou esforço de sua parte. 18

23 Para o autor acima, o fator motivacional pode ser também um fator problemático para o administrador, já que cada funcionário tem uma maneira de ser motivado, podendo gerar conflitos a partir de uma tomada de decisão mal elaborada. Segundo Chiavenato (2005), os três aspectos básicos das Teorias motivacionais que o administrador deve incentivar seus funcionários são: a expectância, a instrumentalidade e a valência. Segundo o autor, o administrador deve buscar uma forma de motivação que alcance a capacitação das pessoas e a oportunidade para um melhor desempenho. De acordo com Tadin (2005), atualmente as participações dos trabalhadores vêm sendo o fator primordial para as soluções e análise de problemas, tornando-se uma excelente técnica de motivação, e sendo bastante utilizada pelos gestores. Para a autora, quando as pessoas são consultadas sobre seu ponto de vista, em relação à empresa, sentem-se mais importantes, conduzindo-os a um maior nível de satisfação de suas necessidades, proporcionando motivação e gerando maior desempenho no trabalho. Para Bergamini (2002, pág. 250), ninguém motiva ninguém, o potencial motivacional já existe dentro de cada um, o importante é não desperdiça-lo. Segundo a autora, é impossível alcançar a fórmula da motivação, sendo necessário um estudo aprofundado e pesquisas com os funcionários para saber qual caminho seguir. Os indivíduos são motivados à medida que eles satisfazem suas necessidades pessoais. Na opinião de Murray (2008. pág. 199): É claro que diferentes teóricos têm diferentes concepções sobre motivação. (...) A motivação distingue-se de outros fatores que também influem no comportamento tais como a experiência e a situação ambiente em que a pessoa se encontra, se bem que esses fatores possam influenciar a motivação. Chiavenato (2005) defende que, a motivação pode ser alcançada através de vários fatores como: Financeiros: 19

24 aumento de salário participação nos lucros alcance de metas. De sobrevivência: como alimentação e descanse estima sentir-se bem na função/cargo e na ausência de ameaças físicas, verbais ou comparação Mas, para o autor, o mais importante é o fator da auto-realização como sentir-se realizado naquilo que faz bem. Tadin (2005) vem demonstrar que Cabe ao administrador, determinar o nível de motivação que cada funcionário de organização está ou pretende alcançar, para que seja feita uma elaboração para uma gestão eficiente. 2.7 Gestão Segundo Rezende (2007), ao se pensar na palavra gestão pode-se estar se referindo à gestão de pessoas, gestão de projetos, gestão do conhecimento, gestão financeira e outras mais. Importante seria refletir sobre sua abrangência e identificar quando é genérico e quando é específico. Considerando que na administração a gestão possui na sua formação elementos das diversas vertentes, para o seu sucesso, torna-se necessária uma ação harmônica e equilibrada. Conforme Sá (2005) gestão é um termo genérico que sugere a idéia de dirigir e de decidir. Cita ainda, que no rigor vernacular as expressões administração, gerência e gestão são sinônimas. Para Motta (1991, pág. 151), a gerência é a arte de pensar, de decidir e de agir; a arte de fazer acontecer, de obter resultados. O aprendizado gerencial é o processo pelo qual o indivíduo adquire novos conhecimentos, atitudes e valores e fortalece sua capacidade de análise de problemas, envolvendo quatro dimensões básicas: 20

25 (1) a cognitiva, habilidade de compreender o particular por meio do conhecimento do geral; (2) a analítica, habilidade de saber a utilidade e a potencialidade das técnicas administrativas e adquirir mais realismo, profundidade e criatividade na solução de problemas; (3) a comportamental, habilidade de adquirir novas maneiras de interação humana, dentre padrões alternativos conhecidos e validados socialmente; e (4) a de ação, denota a capacidade de interferir intencionalmente no sistema organizacional. Para Matos (1979) há várias definições para administração, procurando-se valorizar um aspecto ou enfatizar um outro elemento essencial. De um modo geral administrase para tornar rentável um negócio, para assegurar o êxito de um empreendimento. Ao procurar definir administração, Matos (1979, pág. 258) apresenta diversas proposições básicas que enfatizam a motivação, o esforço integrado, ao posicionamento diante das mudanças e o desenvolvimento dos recursos humanos: Administrar é fixar objetivos e motivar o pessoal para atingi-los: é imprescindível que estes sejam fixados, pois embora teóricos, são as diretrizes, os indicadores para a ação coerente; Administrar é obter resultados através do esforço coletivo orientado: os resultados dependem da integração; Administrar é saber interpretar tendências e estar sempre á frente dos acontecimentos; Administrar é desenvolver recursos humanos para a expansão, portanto administrar é educar. 2.8 Autogestão Dellangnelo (2006) vem demonstrar que, diante das variadas formas organizacionais, nota-se que cada uma possui suas vantagens e benefícios, porém nem sempre há transparência, competência e dedicação por parte do corpo administrativo, portanto o gestor deve saber avaliar qual a melhor forma de administração deverá implantar em sua organização. Segundo Viana (2006), autogestão é um modelo de organização onde todos participam da direção e dos resultados obtidos. As idéias defendidas pelo autor sugerem que na autogestão, grande parte do capital permanece com os trabalhadores, geralmente 100%. Torna-se formalizada através de empresas de sociedade limitada ou anônima (S/A), onde os funcionários a controlam por meio de uma associação ou formação de cooperativas. 21

26 De acordo com o autor, considera-se como uma empresa autogerida, aquela onde as tomadas de decisão são obtidas de forma coletiva, e todos os colaboradores chegam a uma opinião conjunta, extinguindo a autoridade burocrática ou a hierarquia formal. Existe a autoridade, mas esta funciona por respeito e reconhecimento dos membros do grupo. Segundo a União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (UNIDAS), existem dois tipos de autogestão, a patrocinada e a não-patrocinada. A autogestão patrocinada é aquela em que uma empresa arca com as responsabilidades do pagamento de parte dos custos da organização. Em contrapartida, na nãopatrocinada, os funcionários/colaboradores são responsáveis por arcar com todas as despesas. Segundo Gutierrez (1988, pág. 9): A autogestão só pode viabilizar-se através da vontade coletiva dos membros envolvidos numa produção comunitária e após uma revisão crítica da história e constituição da empresa moderna. Não se pode desconhecer nem à vontade e nem tampouco o caráter técnico do que é administração. Infelizmente, na prática, parece que os que têm vontade não possuem a paciência necessária para discutir a técnica, e os que sabem a técnica não tem a vontade. De acordo com o autor acima, a autogestão é condicionada por elementos externos, como situação social, tecnologia, tradições e hábitos, mas a escolha posterior deve ser autônoma e completamente livre. Segundo o mesmo autor, o conceito de autogestão muitas vezes é relacionado à forma política do comunismo, com a democracia direta. Pode-se observar na história, que todas as revoluções socialistas (exceto a chinesa e cubana), foram tentativas de se estabelecer a autogestão, onde o poder é igual para todos. Segundo Viana (2003), a autogestão não possui o mesmo significado que participação, controle operário ou cooperativismo, e explica que a participação se distingue da autogestão, pois significa participar de algo já existente. De acordo 22

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

(Re)Empreendedorismo

(Re)Empreendedorismo (Re)Empreendedorismo A escolha é nossa Empreendedorismo Processo de criar algo diferente e com valor, dedicando tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes

Leia mais

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli

Conflitos. Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos Conflitos, como superá-los com eficácia? por Alexandre Cristiano Rosaneli Conflitos, quem nunca passou por um momento de conflito? A palavra CONFLITO possui uma conotação negativa, sempre imaginamos

Leia mais

MOTIVAÇÃO UM NOVO COMBUSTÍVEL EMPRESARIAL

MOTIVAÇÃO UM NOVO COMBUSTÍVEL EMPRESARIAL MOTIVAÇÃO UM NOVO COMBUSTÍVEL EMPRESARIAL Daniele Cristine Viana da Silva 1 Maria José Vencerlau 2 Regiane da Silva Rodrigues 3 André Rodrigues da Silva 4 Fábio Fernandes 5 RESUMO O Artigo Científico tem

Leia mais

A importância do RH na empresa

A importância do RH na empresa A importância do RH na empresa O modo pelo qual seus funcionários se sentem é o modo pelo qual os seus clientes irão se sentir." Karl Albrecht Infelizmente, muitas empresas ainda simplificam o RH à função

Leia mais

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 GESTÃO PARTICIPATIVA NA CONSTRUÇÃO DA QUALIDADE DE ENSINO EM COOPERATIVAS EDUCACIONAIS DO PIAUÍ Cyjara Orsano

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009

QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009 Universidade Federal Fluminense Oficina de Trabalho Elaboração de Provas Escritas Questões Objetivas Profª Marcia Memére Rio de Janeiro, janeiro de 2013 QUESTÃO 11 ENADE Administração/2009 Cada uma das

Leia mais

FACULDADE ARQUIDIOCESANA DE CURVELO

FACULDADE ARQUIDIOCESANA DE CURVELO BEATRIZ APARECIDADE MOURA JOYCE SOARES RIBAS JUCIELE OTTONE MALAQUIAS MARTINS LUANA PÉRSIA DINIZ MÍRIAN DUARTE MACHADO GONZAGA DA SILVA O PAPEL DO GESTOR E A AUTO-ESTIMA DOS FUNCIONÁRIOS UMA ANÁLISE DA

Leia mais

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF

A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF A MOTIVAÇÃO COMO FATOR DE SUCESSO NA ORGANIZAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF Danilo Domingos Gonzales Simão 1 Fábio Augusto Martins Pereira 2 Gisele Maciel de Lima 3 Jaqueline de Oliveira Rocha 4

Leia mais

O PROCESSO NO GERENCIAMENTO DE EQUIPES NA EMPRESA RS CALDEIRARIA

O PROCESSO NO GERENCIAMENTO DE EQUIPES NA EMPRESA RS CALDEIRARIA O PROCESSO NO GERENCIAMENTO DE EQUIPES NA EMPRESA RS CALDEIRARIA Ana Priscila da Silva Vieira 1 Elizabete Rodrigues de Oliveira 2 Tatiana Nogueira Dias 3 Élcio Aloisio Fragoso 4 Edson Leite Gimenez 5 RESUMO

Leia mais

PROGRAMA COMPLIANCE VC

PROGRAMA COMPLIANCE VC Seguir as leis e regulamentos é ótimo para você e para todos. Caro Colega, É com satisfação que compartilho esta cartilha do Programa Compliance VC. Elaborado com base no nosso Código de Conduta, Valores

Leia mais

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS Marino, Reynaldo Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde - FASU/ACEG GARÇA/SP-

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Curso de Administração de Empresas GESTÃO POR COMPETÊNCIAS MAURICIO FREITAS DANILO FREITAS Disciplina

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

Teorias da Administração

Teorias da Administração Teorias da Administração Cronologia das teorias da administração 1903 Administração Científica 1903 Teoria Geral da Administração 1909 Teoria da Burocracia 1916 Teoria Clássica da Administração 1932 Teoria

Leia mais

LIDERANÇA COMO FATOR DE SUCESSO EMPRESARIAL (2006)

LIDERANÇA COMO FATOR DE SUCESSO EMPRESARIAL (2006) 11. AUTORES: LILIAN DA SILVA ALVES LÍVIA SANCHEZ PONTES DA FONSECA TÍTULO: LIDERANÇA COMO FATOR DE SUCESSO EMPRESARIAL (2006) Orientador : Silvio Montes Pereira Dias Co-orientadora : Sônia Maria de Barros

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Curso Empreendedorismo Corporativo

Curso Empreendedorismo Corporativo Curso Empreendedorismo Corporativo Todos os fatores relevantes atuais mostram que a estamos em um ambiente cada vez mais competitivo, assim as pessoas e principalmente as organizações devem descobrir maneiras

Leia mais

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS?

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? Ana Carolina Gimenes Figueiredo Graduanda em Administração - Universidade

Leia mais

MULHER EMPREENDEDORA

MULHER EMPREENDEDORA MULHER EMPREENDEDORA Mara Angélica Schutze Voigt 1 Albertina de Souza Prust 2 Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Curso Gestão Comercial (GCO 0070) Prática do Módulo II 13/05/2013 RESUMO

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

Prof Elly Astrid Vedam

Prof Elly Astrid Vedam Prof Elly Astrid Vedam Despertar e saber lidar com os mecanismos de liderança e se preparar para a gestão de pequenos e médios negócios; Identificar conflitos no ambiente de seu negócio, calculando e avaliando

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

A área de recursos humanos é o filtro da empresa, a porta de entrada de todas as companhias. (Reinaldo Passadori)

A área de recursos humanos é o filtro da empresa, a porta de entrada de todas as companhias. (Reinaldo Passadori) TATIANA LOPES 2012 A área de recursos humanos é o filtro da empresa, a porta de entrada de todas as companhias. (Reinaldo Passadori) PLANEJAMENTO: é uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber

Leia mais

Desenvolvendo Pessoas para Servirem com Excelência. Instituto Crer & Ser. A excelência honra a Deus!

Desenvolvendo Pessoas para Servirem com Excelência. Instituto Crer & Ser. A excelência honra a Deus! Palestras, Treinamentos e Consultoria para Gestão Ministerial Desenvolvendo Pessoas para Servirem com Excelência Instituto Crer & Ser A excelência honra a Deus! Quem somos O Instituto Crer & Ser nasceu

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ADMINISTRAÇÃO PROF. WALTENO MARTINS PARREIRA JÚNIOR CONTEÚDO E OBJETO DE ESTUDO DA ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ADMINISTRAÇÃO PROF. WALTENO MARTINS PARREIRA JÚNIOR CONTEÚDO E OBJETO DE ESTUDO DA ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ADMINISTRAÇÃO PROF. WALTENO MARTINS PARREIRA JÚNIOR CONTEÚDO E OBJETO DE ESTUDO DA ADMINISTRAÇÃO Administração do latim ad(direção, tendência para) e minister(subordinação

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

GESTÃO DE EMPRESA FAMILIAR: Um estudo de caso da HEBRON

GESTÃO DE EMPRESA FAMILIAR: Um estudo de caso da HEBRON GESTÃO DE EMPRESA FAMILIAR: Um estudo de caso da HEBRON Antonio Henrique Neto, Discente da Faculdade Integrada de Pernambuco - FACIPE Suzane Bezerra de França, - FACIPE, SEDUC/PE docente. suzyfranca@yahoo.com.br

Leia mais

TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS. Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc

TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS. Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc Ph.D in Business Administration Doutorado

Leia mais

UM CAMINHAR DA ADMINISTRAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: LIDERANÇA, MOTIVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES.

UM CAMINHAR DA ADMINISTRAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: LIDERANÇA, MOTIVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES. UM CAMINHAR DA ADMINISTRAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: LIDERANÇA, MOTIVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPES. Eder Gomes da Silva 1 Resumo: O presente artigo trazer um estudo teórico buscando adquirir

Leia mais

Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa

Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa Objetivos da aula: Nesta aula o principal objetivo será conceituar itens que irão embasar o conteúdo das aulas seguintes. Serão conceituados

Leia mais

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO:

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO: Fichamento / /2011 MOTIVAÇÃO Carga horária 2 HORAS CONCEITO: É o desejo de exercer um alto nível de esforço direcionado a objetivos organizacionais, condicionados pela habilidade do esforço em satisfazer

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Prof. Daniel Bertoli Gonçalves UNISO - SOROCABA

Prof. Daniel Bertoli Gonçalves UNISO - SOROCABA Prof. Daniel Bertoli Gonçalves UNISO - SOROCABA Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenharia de Produção PPGEP/UFSCar

Leia mais

Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres

Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE. Professora Ani Torres Unidade IV GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Professora Ani Torres Visão estratégica Visão estratégica está relacionada com alcançar os objetivos empresariais. Considera: Tipos psicológicos, Motivação:

Leia mais

Gestão Estratégica de Recursos Humanos

Gestão Estratégica de Recursos Humanos Gestão Estratégica de Recursos Humanos Professor conteudista: Ricardo Shitsuka Sumário Gestão Estratégica de Recursos Humanos Unidade I 1 INTRODUÇÃO...1 1.1 Organizações...1 1.2 Modelos de organizações...4

Leia mais

CONTROLE ESTRATÉGICO

CONTROLE ESTRATÉGICO CONTROLE ESTRATÉGICO RESUMO Em organizações controlar significa monitorar, avaliar e melhorar as diversas atividades que ocorrem dentro de uma organização. Controle é fazer com que algo aconteça como foi

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

RESUMO DE CONCLUSÃO DE CURSO

RESUMO DE CONCLUSÃO DE CURSO RESUMO DE CONCLUSÃO DE CURSO CONCEITO Empreendedorismo é o estudo voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à criação de um projeto (técnico, científico, empresarial). Tem

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais:

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA

A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 A GESTÃO DE PESSOAS NA ÁREA DE FOMENTO MERCANTIL: UM ESTUDO DE CASO NA IGUANA FACTORING FOMENTO MERCANTIL

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO RESPEITAR PONTO DE VISTA. Material preparado e de responsabilidade de Júlio Sérgio de Lima

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO RESPEITAR PONTO DE VISTA. Material preparado e de responsabilidade de Júlio Sérgio de Lima INDICADORES DE RH E METAS ORGANIZACIONAIS JÚLIO SÉRGIO DE LIMA Blumenau SC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATEGICO E PERSPECTIVAS DE NEGOCIO, ARQUITETURA DE MEDIÇÃO DO DESEMPENHO E NIVEIS DOS

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA RESUMO 1 A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO REALIZADO NAS ORGANIZAÇÕES DA ZONA DA MATA MINEIRA Daniel de Souza Ferreira 1 RESUMO Ferreira, Daniel de Souza. A Impostância do Feedback

Leia mais

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS Ensinar para administrar. Administrar para ensinar. E crescermos juntos! www.chiavenato.com GESTÃO E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS Para Onde Estamos Indo? Idalberto Chiavenato Algumas empresas são movidas

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros

Processo de Negociação. Quem somos. Nossos Serviços. Clientes e Parceiros Quem somos Nossos Serviços Processo de Negociação Clientes e Parceiros O NOSSO NEGÓCIO É AJUDAR EMPRESAS A RESOLVEREM PROBLEMAS DE GESTÃO Consultoria empresarial a menor custo Aumento da qualidade e da

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

MOTIVAÇÃO: A MOLA PROPULSORA DA GESTÃO DE PESSOAS RESUMO

MOTIVAÇÃO: A MOLA PROPULSORA DA GESTÃO DE PESSOAS RESUMO MOTIVAÇÃO: A MOLA PROPULSORA DA GESTÃO DE PESSOAS RESUMO Considerando que o ser humano é formado por características de personalidade únicas e complexas, o seu comportamento no trabalho e em outros lugares,

Leia mais

RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: ATUAÇÃO ESTRATÉGICA DOS RECURSOS HUMANOS

RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: ATUAÇÃO ESTRATÉGICA DOS RECURSOS HUMANOS Centro de Educação Superior Barnabita CESB 1 RECRUTAMENTO, SELEÇÃO, AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: ATUAÇÃO ESTRATÉGICA DOS RECURSOS HUMANOS Clara de Oliveira Durães 1 Profª. Pollyanna

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG.

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Bambuí/MG - 2008 A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO GERENCIAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA PEQUENA EMPRESA DO SETOR AGRONEGÓCIO NO MUNICÍPIO DE BAMBUÍ/MG. Ana Cristina Teixeira AMARAL (1); Wemerton Luis EVANGELISTA

Leia mais

Criando Oportunidades

Criando Oportunidades Criando Oportunidades Clima, Energia & Recursos Naturais Agricultura & Desenvolvimento Rural Mercados de Trabalho & Sector Privado e Desenvolvimento Sistemas Financeiros Comércio & Integração Regional

Leia mais

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com

Motivação para o Desempenho. Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br. Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Motivação para o Desempenho Carlos Fracetti carlosfracetti@yahoo.com.br Carlos Felipe carlito204@hotmail.com Heitor Duarte asbornyduarte@hotmail.com Márcio Almeida marciobalmeid@yahoo.com.br Paulo F Mascarenhas

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Nome Desarrollo de Sistemas de Gobierno y Gestión en Empresas de Propiedad Familiar en el Perú Objetivo Contribuir

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

A Integração de Remuneração, Reconhecimento e Recompensa. Luiz Edmundo Rosa São Paulo, 26.03.09

A Integração de Remuneração, Reconhecimento e Recompensa. Luiz Edmundo Rosa São Paulo, 26.03.09 A Integração de Remuneração, Reconhecimento e Recompensa Luiz Edmundo Rosa São Paulo, 26.03.09 AGENDA 1. Posicionando a Remuneração e Reconhecimento 2. Tendências e impactos na Gestão 3. Melhores Práticas:

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

FACULDADE DE CUIABÁ. Curso. Disciplina. Professor. rubemboff@yahoo.com.br. Aulas: 4 e 5/5/2007

FACULDADE DE CUIABÁ. Curso. Disciplina. Professor. rubemboff@yahoo.com.br. Aulas: 4 e 5/5/2007 FACULDADE DE CUIABÁ Curso GESTÃO PÚBLICA Disciplina GESTÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Professor Dr. RUBEM JOSÉ BOFF, Ph.D. rubemboff@yahoo.com.br Aulas: 4 e 5/5/2007 Dr. Rubem José Boff, Ph.D. Cuiabá-MT,

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS FATOR CHAVE DE SUCESSO PARA AS ORGANIZAÇÕES.

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS FATOR CHAVE DE SUCESSO PARA AS ORGANIZAÇÕES. 1 GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS FATOR CHAVE DE SUCESSO PARA AS ORGANIZAÇÕES. Alessandra Cristina Rubio¹ Regina Aparecida de Alcântara Gonzaga 1 Thiago Silva Guimarães³ RESUMO É notória e cada vez mais

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização

ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização DISCIPLINA: Introdução à Administração FONTE: BATEMAN, Thomas S., SNELL, Scott A. Administração - Construindo Vantagem Competitiva. Atlas. São

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA. drivanmelo@yahoo.com.br

FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA. drivanmelo@yahoo.com.br FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA drivanmelo@yahoo.com.br ADMINISTRAÇÃO AD Prefixo latino = Junto de AD MINISTRAÇÃO MINISTER Radical = Obediência, Subordinação Significa aquele que realiza uma função

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO

EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO EMPREENDEDORISMO PASSOS PARA ABRIR UM NEGÓCIO Odilio Sepulcri odilio@emater.pr.gov.br www.odiliosepulcri.com.br www.emater.pr.gov.br Telefone: (41) 3250-2252 ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO 1. Perfil para empreender

Leia mais

O SECRETARIADO EXECUTIVO E A FUNÇÃO DE GESTÃO 1

O SECRETARIADO EXECUTIVO E A FUNÇÃO DE GESTÃO 1 O SECRETARIADO EXECUTIVO E A FUNÇÃO DE GESTÃO 1 Adriane Lasta Alexandra da Silva 2 1 Considerações Iniciais A área secretarial está conhecendo um novo profissional, o secretário gestor, que é capaz de

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações Fonte: Introdução à Administração de Antonio Cesar Amaru Maximiano Índice Definição de planejamento Incertezas Eventos previsíveis Processo de planejamento Decisões de planejamento Planejar Atitudes em

Leia mais

ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES?

ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES? ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES? Andrieli Ariane Borges Avelar, UNESPAR/FECILCAM João Marcos Borges Avelar,

Leia mais

IX CONOPARH Recrutamento e Seleção de Líderes

IX CONOPARH Recrutamento e Seleção de Líderes IX CONOPARH Recrutamento e Seleção de Líderes Fabiana Azevedo - Headhunter Londrina, 23 de Agosto de 2012 De Bernt Entschev Início das atividades em Setembro de 1986 Escritórios em São Paulo (SP), Rio

Leia mais

O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO NA ORGANIZAÇÃO: ESPAÇO DE QUEM?

O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO NA ORGANIZAÇÃO: ESPAÇO DE QUEM? O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO NA ORGANIZAÇÃO: ESPAÇO DE QUEM? Marlene Fernandes Universidade Luterana do Brasil RESUMO O mundo está em constante transformação, com segmentos funcionais altamente globalizados,

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias FACULDADE GOVERNADOR OZANAM COELHO PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PESSOAS INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias ALINE GUIDUCCI UBÁ MINAS GERAIS 2009 ALINE GUIDUCCI INTRODUÇÃO À GESTÃO DE

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE Revista Ceciliana Jun 5(1): 1-6, 2013 ISSN 2175-7224 - 2013/2014 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA

Leia mais

Curso de Especialização em Gestão Pública

Curso de Especialização em Gestão Pública Universidade Federal de Santa Catarina Centro Sócio-Econômico Departamento de Ciências da Administração Curso de Especialização em Gestão Pública 1. Assinale a alternativa falsa: (A) No processo gerencial,

Leia mais

A importância do líder para os projetos e para as organizações.

A importância do líder para os projetos e para as organizações. Instituto de Educação Tecnológica Pós-Graduação Gestão de Projetos - Turma nº150 21 de Agosto e 2015 A importância do líder para os projetos e para as organizações. Dêmille Cristine da Silva Taciano Analista

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais