Construção de redes sociais e humanas: um novo desafio. Sonia Aparecida Cabestré Regina Celia Baptista Belluzzo

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1 Construção de redes sociais e humanas: um novo desafio. Sonia Aparecida Cabestré Regina Celia Baptista Belluzzo

2 Um pouco de história... Características Sociedade Agrícola Agricultura, Caça TERRA Sociedade Industrial Indústria ENERGIA Sociedade da Informação Informação e Conhecimento INFORMAÇÃO Valores REVOLUÇÃO INDUSTRIAL REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO

3 "O conhecimento e a informação são os recursos estratégicos para o desenvolvimento de qualquer país. Os portadores desses recursos são as pessoas e suas competências". Peter Drucker

4 Ninguém é competente Sozinho! Todo homem é um ser social e necessita manter in continuum diversos tipos de relacionamentos e interações com outras pessoas depende da formação de uma rede.

5 Rede Humana de Relacionamentos É importante ressaltar que o quanto se está disposto a colaborar com a rede, acaba determinando o que se poderá obter dela. São os relacionamentos humanos que podem nos proteger de riscos e permitem a criação de oportunidades.

6 Relacionamentos: variáveis de influência... O compromisso é uma conseqüência esperada de uma rede de relacionamentos, onde o comprometimento/lealdade é uma variável de importância. A satisfação e a confiança são duas variáveis atitudinais que antecedem ao comprometimento/lealdade. Essas variáveis influenciam diretamente o continuum do fluxo das redes de relacionamento.

7 Relacionamentos e condutas de gestão... Existe uma bilateralidade importante na rede de relacionamentos: captação e compartilhamento de repertórios. A grande oportunidade para as organizações e suas equipes profissionais reside na mediação e criação de facilidades para o desenvolvimento de ambientes de construção e expressão com o propósito de gerar conhecimento mudanças nas condutas de gestão.

8 Redes Sociais... As equipes profissionais devem estar interessadas em usar todo o seu conhecimento para identificar novas idéias e condutas que possam ser adaptadas e colocadas em prática para a inovação, o desenvolvimento social e o exercício da cidadania. É preciso que o conhecimento possa ser aplicado em ações individuais e coletivas que gerem soluções para os problemas e desafios da sociedade em que vivemos, criando-se as chamadas Redes Sociais.

9 As novas estruturas sociais e as redes sociais As novas estruturas permitem a formação de comunidades integradas que interagem mediante laços interpessoais, proporcionando: sociabilidade, apoio, informação e identidade individual e coletiva. Essas comunidades, antes baseadas no compartilhamento de valores e na organização social, atualmente são criadas pelas escolhas e estratégias de atores sociais, sejam indivíduos ou grupos sociais constituindo-se em redes sociais para o compartilhamento de repertórios.

10 Compartilhamento de repertórios Como as tecnologias não são capazes de agregar conhecimento às organizações, é importante sua correta aplicação e o uso da informação de forma inteligente, sendo esta a principal condição de competitividade nas organizações. O fator crítico de sucesso é a correta aplicação da tecnologia associada à capacitação de pessoas e à criação de ambiente propício à construção e expressão.

11 Redes Sociais: princípios envolvidos... Os esforços de definição e classificação de redes sociais têm ajudado pessoas e organizações a melhor compreender o que estão fazendo juntos. É mais importante o ESTAR EM REDE do que o SER REDE, isto porque atuar em rede é algo relativamente novo para a formação da consciência do exercício social, sendo uma capacidade que se desenvolve ao longo do tempo e depende dos relacionamentos humanos. As organizações precisam atuar em redes sociais para permitir suas transformações em relação à formação de novas capacidades, novas estruturas, de novos órgãos, até a integração das partes num novo sistema mais complexo. A formação das redes sociais passa por diferentes estágios de desenvolvimento, a exemplo dos seres humanos.

12 Redes Sociais: desenvolvimento... Etapa 1 - o processo de atuação em rede é iniciado de forma centralizada, com algumas pessoas à frente, com poder de convocatória e clareza da idéia-força e com recursos para animar um movimento. Caracterizada por qualidades mais orientadas à tutela em seu início de vida. Etapa 2 à medida que as pessoas se envolvem, surge a produção comum da rede e um novo significado ao grupo que passa a compreender melhor a idéia-força, a ter maior responsabilidade e autonomia. Caracterizada por qualidades mais autônomas, à medida que se desenvolve e cria habilidades de autonomia, de tomada de decisão, de dependência, independência ou interdependência entre seus membros. DESAFIO Desenvolvimento de novas habilidades para lidar com os conflitos, expectativas e relações que são estabelecidos in continuum.

13 Redes Sociais: dimensões...

14 Redes Sociais: componentes... Propósito unificador é o espírito da rede, sendo expressado como um alvo comum e um conjunto de valores compartilhados. Participação independente as pessoas devem ter sua independência para promover o equilíbrio com a interdependência cooperativa. Interligações voluntárias as atividades devem ser desenvolvidas de forma voluntária e automotivada, podendo optar por desenvolver projetos que ajudem a cumprir os objetivos pessoais e organizacionais.

15 Redes Sociais: componentes... Multiplicidade de líderes uma rede possui lideranças que assumam e mantém os compromissos, mas, que também saibam atuar como liderados, prevalecendo os princípios de: descentralização, independência, diversidade e fluidez a fim de haver a transposição de fronteiras. Interligação e transposição de fronteiras as redes pressupõem a transposição de fronteiras, sejam elas geográficas, hierárquicas, sociais ou políticas, considerando-se que os objetivos e propósitos coletivos são prioridades. REDE SOCIAL

16 Redes Sociais: articulações... Respeito às diversidades, multiculturalidade e necessidades. Manutenção dos participantes atentos às ações da rede. Articulações locais, regionais e internacionais Reforçar os elos de confiança e o trabalho conjunto. Construção e utilização de diferentes formas e meios de comunicação Encontros presenciais

17 Projetos Sociais... Em geral,os termos projetos, programas e políticas sociais são confundidos. Um programa social é um conjunto de projetos; e uma política social, por sua vez, é um conjunto de programas.

18 Projetos Sociais Projetos e programas só se viabilizam quando fazem parte das políticas sociais de uma organização ou entidade. Um projeto envolve ações concretas a serem desenvolvidas em um período de tempo e espaço determinados.

19 Projetos Sociais: Como podem ser classificados os projetos sociais? As duas maneiras mais usuais de se classificar os projetos são: A- com relação ao seu objeto principal (saúde, educação, meio ambiente, cultura) B- ou de acordo com as características da população-alvo (crianças, adolescentes, portadores de deficiência, idosos).

20 Projetos Sociais... PASSOS / ETAPAS PARA VIABILIZAÇÃO: 1 - Diagnóstico para identificar as condições existentes nas organizações/comunidade e públicos: Vigência de políticas/recursos voltados para ações dessa natureza. Recurso humano comprometido e capacitado.

21 Projetos Sociais Pesquisa junto à comunidade/usuários dos serviços. Elaboração de relatório indicando as áreas/setores que poderão ser beneficiados com as ações dos projetos.

22 Projetos Sociais 2 - Elaboração de propostas indicando as ações e públicos beneficiados (cronograma: curto, médio e longo prazos). 3 Implantação gradual das ações (mediante critérios previamente definidos).

23 Projetos Sociais... 4 Avaliação do processo todo (com base em critérios específicos de avaliação) o destaque principal refere-se à EFICÁCIA DAS AÇÕES.

24 MENSAGEM FINAL Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso e trabalhar em conjunto para o bem comum é a vitória. MUITO OBRIGADA

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