Secretaria de Coordenação Política e Governança Local

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1 Governança Solidária Local O exemplo de Porto Alegre Secretaria de Coordenação Política e Governança Local

2 Porto Alegre / RS / Brasil Brasília Km Buenos Aires Km Montevidéu 890 Km Assunção Km Santiago Km Fundação: 26 de março de 1772 Área: 476,3 km 2 População: habitantes (IBGE / 2004) IDH: 0,865 (Capital com os melhores índices de educação, longevidade e renda do Brasil / ONU 2000) Está entre as cidades mais arborizadas do mundo, com mais de um milhão de árvores, 409 praças, reserva biológica, nove parques urbanos e a maior concentração de pássaros do país. Primeira cidade a implantar os Conselhos Tutelares e o Estatuto da Criança e do Adolescente

3 Amadurecimento do processo democrático Avanço da sociedade da informação Novos atores sociais na cena política Cidadãos informados e ativos Opinião pública vigilante Transição Histórica Fenômeno Local e Global

4 Premissas Fenômeno Local e Global Cooperação e Co-responsabilidade Não basta o crescimento econômico para resolver os problemas sociais Crise do atual modelo de Estado: centralizado e hierarquizado A Democracia deve gerar benefícios sociais concretos

5 Premissas Fenômeno Local e Global Ambiente Reconhecer a PLURALIDADE Promover o DIÁLOGO Encontrar um ponto de CONSENSO

6 Fundamentos Missão Ofertar Políticas Públicas Universais Prestar Serviços de Qualidade e Atender demandas Induzir o Desenvolvimento Local

7 O exemplo de Porto Alegre Não é apenas um programa, mas um conceito de governo! Missão Induzir o Desenvolvimento Local Poder Público Criação de ambiente favorável Sociedade Iniciativa Privada Investimento em Capital Social

8 O exemplo de Porto Alegre Gestão Pública Integrada e Compartilhada Trabalhar em cooperação: articular parcerias e somar esforços Mobilizar todos os recursos: humanos, sociais, financeiros, de conhecimento Empoderar a sociedade: cidadão co-responsável Construir Visão de Futuro e Projeto Comum Governo + Iniciativa Privada + Terceiro Setor + Voluntariado + Conhecimento + Meios de Comunicação

9 O exemplo de Porto Alegre Qualificando Conexões Humanas Objetivo Estimular parcerias baseadas nos princípios da participação, autonomia, transversalidade e na co-responsabilidade em favor do desenvolvimento local e da inclusão social. Eliminar sobreposições Otimizar a aplicação dos recursos públicos Ampliar e qualificar a participação cidadã Fortalecer o capital social local

10 Os Atores Envolvidos Instâncias do Legislativo Cidadãos Escolas e Universidades Instâncias de Governo Instâncias do Judiciário PGSL Meios de Comunicação Entidades Representativas Empresas ONGs Instituições Religiosas Voluntariado

11 A Governança Solidária Local Qualificando Conexões Humanas Rede social intersetorial e multidisciplinar que se organiza territorialmente para promover espaços de convivência capazes de potencializar a cultura da solidariedade e cooperação entre governo e sociedade local.

12 Por que Governança Solidária Local? Conceitos + Parceria Governo-Sociedade + Participação Social + Protagonismo das Comunidades Locais + Empreendedorismo Cidadão + Co-responsabilidade d + Cooperação + Transparência nas relações sociais + Redes Conectadas + Territorialidade

13 Criar comunidades de iniciativa e cooperação O que queremos? Abrir espaço para alianças intersociais estratégicas Infundir co-responsabilidade como princípio e como prática Despertar visões de futuro associadas ao progresso individual e coletivo local (da política da necessidade para a política do desejo) Promover ações coletivas em rede M i diál i lid d d id Mais diálogo, mais qualidade de vida, mais desenvolvimento local e convivência pacífica em nossa cidade!

14 Agenda de Prioridades: Ações compartilhadas Pactos Fazer a celebração de compromisso entre os envolvidos Promover o desenvolvimento territorial Assegurar a sustentabilidade t d das ações Exercício da co-gestão e responsabilidade compartilhada Estimular o comprometimento com as atividades planejadas Articular e Integrar Ações Investimento Social

15 O que queremos? Unindo esforços e capacidades Planejamento participativo do desenvolvimento Espaços de discussões e de trabalho Identificação das dificuldades, das potencialidades e dos recursos disponíveis Plano de Desenvolvimento Local: objetivos, estratégias, metas, ações Agenda do Plano de Desenvolvimento: g cronograma de ações e de integração

16 Uma ferramenta importante br Portal de informações georeferenciadas Democratizar o acesso às informações - ACESSIBILIDADE Oferecer informações de fácil entendimento - LEGIBILIDADE Ampliar o conhecimento e fortalecer a identidade local - EQÜIDADE Capacitar o Cidadão Qualificar as redes sociais e as instâncias de gestão participativa Empoderar a Comunidade Local

17 Um Novo Orçamento Articulação dos recursos do governo e comunidade em favor do desenvolvimento local e da inclusão social Orçamento da Cidade Mobilização dos recursos existentes na sociedade Orçamento da Comunidade Orçamento do Governo Definição de aplicação dos recursos governamentais Governança Solidária Local Orçamento Participativo

18 Met todologia

19 Bairros: Floresta, Higienópolis, São João, São Geraldo e Navegantes Pactos Regiões: Norte Leste Partenon Nordeste - Cruzeiro

20 Resultados Iniciais 345 ações indutoras do desenvolvimento local 265 parcerias

21 Criação de Valor Democratiza a informação Presta contas Interage territorialmente com a sociedade Estimula atitudes de diálogo e parceria Aumenta a confiança recíproca Provoca a transversalidade das políticas públicas e das ações de governo o Promove relações de cooperação entre governo, sociedade civil e iniciativa privada Cria ambiente de diálogo, pluralidade e co-responsabilidade Agrega novos recursos (humanos, sociais e materiais) aos recursos governamentais Potencializa o Desenvolvimento Local Sustentável

22 Nossos agradecimentos por visitar nossa cidade e por nos dedicar sua atenção. Voltem Sempre!

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