Soluções Educacionais do Sebrae para a Cooperação e para liderança

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Soluções Educacionais do Sebrae para a Cooperação e para liderança"

Transcrição

1 Soluções Educacionais do Sebrae para a Cooperação e para liderança 26ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel e Produtos Apícolas Brasília26 de Setembro de 2012 Reginaldo Barroso de Resende Núcleo de Associativismo e Agronegócios Unidade de Capacitação Empresarial -UCE

2 COOPERAR É NATURAL: faz parte da história da humanidade Figura disponível em :<http://old.enciclopedia.com.pt/articles.php?article_id=865 > Acesso em: 05/06/2012.

3 A NATUREZA COOPERA Aprendendo cooperação com os animais Formigas derrotam elefantes na África Os cientistas descobriram que quatro espécies de formigas protegem as árvores onde moram dos ataques dos elefantes, das savanas da África ao sul do Saara. Pesquisa feita por Todd Palmer e outros pesquisadores da Universidade da Califórnia/EUA

4 A NATUREZA COOPERA Aprendendo com as formigas Disponível em : em 18/06/2012

5 A EVOLUÇÃO DO COOPERATIVISMO No mundo: 700 mil cooperativas, com um bilhão de associados. No Brasil: cooperativas (OCB/2011); 10 milhões de associados, cresce 11% a.a; movimenta R$ 250 bilhões = 6%do PIB Dezenas de milhares de associações. A economia solidária 30 mil empreendimentos R$ 12,5 bilhões por ano 2,3 milhões de pessoas (SENAES / 2012)

6 O QUE É COOPERAÇÃO? Cooperação é um processo social, embasado em relações associativistas, na interação humana, pela qual um grupo de pessoas busca encontrar respostas e soluções para seus problemas comuns, realizar objetivos comuns, busca produzir resultados, através de empreendimentos coletivos com interesses comuns. (Erik Boettcher) Figura disponível em :http://www.bulhufas.com/como-se-faz/como-se-fabricam-os-imas/. Acesso em14/06/2012 Para o a cooperação é um processo social e sistêmico que possui três dimensões interdependentes: a Cooperação Empresarial; a Cooperação Setorial e a Cooperação Territorial.

7 NECESSIDADE COMUM OBJETIVO COMUM

8 POR QUE COOPERAR?

9 COOPERAR PARA COMPETIR IR DIRETO À FONTE

10 Fonte: New Scientist 22/10/2011. Disponível em < >

11 COOPERAÇÃO & GOVERNANÇA A cooperação e o Desenvolvimento Territorial Arranjo Produtivo Local Pactos regionais de desenvolvimento A cooperação e a Inclusão Produtiva Organização do Capital Social A cooperação e a Certificação Comércio Justo Orgânicos Indicação Geográfica

12 Vantagens e oportunidades da cooperação Aumento do poder de barganha: compras e vendas coletivas. Compartilhar riscos e dividir custos: Produção e comercialização; pesquisas tecnológicas e de mercado; publicidade; certificação; despesas e treinamento de pessoal; participação em feiras e eventos. Maior representatividade: aumento do poder de interlocução junto às instituições públicas e privadas. Agregação de valores por processos coletivos de certificação: Comércio Justo ; Orgânicos ; Indicação Geográfica Fortalecimento do Capital Social e da Governança: articulação e integração de ações de desenvolvimento de comunidades e de territórios. Maior acesso a serviços: crédito; capacitação; infra-estrutura produtiva.

13 Dificuldades e desafios da cooperação Dificuldade de liderança A Cooperação aumenta a eficácia operacional, mas é mais complexa de ser praticada Geralmente a gestão de um empreendimento coletivo e o processo de tomada de decisão são mais complexos Cultura da individualidade e da rivalidade A cooperação exige participação e compromissos de todos Desconfiança - exige melhor comunicação e maior transparência Exige maior capacidade de administrar conflitos convivência em grupo A COOPERAÇÃO É UM MEIO E NÃO UM FIM decorrentes da

14 SOLUÇÕES EDUCACIONAIS EM ASSOCIATIVISMO E LIDERANÇA

15 Série de TV sobre Empreendimentos Coletivos composta de 7 episódios de 26 minutos cada.

16

17 Série Empreendimentos coletivos 1. Cultura da Cooperação 2. Cooperativa 3. Associação 4. Central de Negócios 5. Oscip 6. Consórcios Empresariais 7. Empresas de Participação Comunitária 8. Sociedade de Propósito Específico 9. Cooperativa de Crédito 10. Sociedade Garantidora de Crédito 11. Arranjo Produtivo Local APL

18 Programa Redes Associativas Módulo 1: Despertando para o Associativismo Oficina de 04 horas Módulo 2: Planejando nosso Empreendimento Coletivo 20 horas de capacitação e 09 de consultoria Módulo 3: Praticando o Associativismo 16horas de capacitação Módulo 4: Legalizando o Empreendimento Coletivo 16 horas de capacitação e consultoria

19 JUNTOS SOMOS FORTES AGRONEGÓCIOS Competência a ser desenvolvida: Incrementar a atividade econômica local, por meio de estímulo às ações empreendedoras coletivas, contribuindo para a geração de emprego e renda na comunidade. Carga horária: 12 horas Ambiente de aprendizagem: Telessalas Estudo Autônomo

20 SEI UNIR FORÇAS PARA MELHORAR Carga horária da oficina: 03 horas Público alvo: Empreendedores Individuais de um mesmo setor/atividade produtiva (agrupamento por afinidade) ou por atividades correlatas (agrupamento por complementaridade). Competências gerais da oficina: Conhecer as vantagens e ganhos de empreender coletivamente. Perceber as vantagens de se organizar para empreender ações coletivas com o objetivo de atender a necessidades comuns. Elaborar um plano de ações coletivas para atender a necessidades comuns.

21

22 LIDERANÇA A ESTRATÉGICA CARGA HORÁRIA: 20 horas - 05 encontros de 04 horas PÚBLICO ALVO: Líderes empresariais e Comunitários Competências gerais a serem desenvolvidas Compreender a importância da liderança eficaz para obtenção de melhores resultados. Conhecer as técnicas e as ferramentas que potencializam a atuação do líder na busca de melhores resultados para a sua realidade. Revisar a aplicação de técnicas e ferramentas no exercício da liderança. Predispor-se a utilizar as técnicas e ferramentas mais adequadas à sua liderança. Incorporar estratégias que produzam resultados na sua realidade.

23 CARGA HORÁRIA: 16 horas - 04 encontros de 04 horas PÚBLICO ALVO: Líderes empresariais e Comunitários

24 POR QUE COOPERAR? JUNTAR FORÇAS PARA VENCER DESAFIOS Motivação e União: Disponível em <

25 Obrigado Reginaldo Barroso de Resende Núcleo de Associativismo e Agronegócios RedeCoop Unidade de Capacitação Empresarial -UCE Nacional Fone:

Soluções Educacionais do Sebrae para a Cooperação e para liderança

Soluções Educacionais do Sebrae para a Cooperação e para liderança Soluções Educacionais do Sebrae para a Cooperação e para liderança 2ª Reunião da Câmara Temática de Cooperativismo Agropecuário Brasília 18 de fevereiro de 2013 Reginaldo Barroso de Resende Núcleo de Associativismo

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br NO CAMPO: UMA FAMÍLIA DE SOLUÇÕES EDUCACIONAIS PARA PRODUTORES RURAIS. TODA MINHA FAMÍLIA VIVE DA PRODUÇÃO RURAL. E MAIS DE CINCO MILHÕES

Leia mais

Atuação das Instituições GTP- APL. Sebrae. Brasília, 04 de dezembro de 2013

Atuação das Instituições GTP- APL. Sebrae. Brasília, 04 de dezembro de 2013 Atuação das Instituições GTP- APL Sebrae Brasília, 04 de dezembro de 2013 Unidade Central 27 Unidades Estaduais 613 Pontos de Atendimento 6.554 Empregados 9.864 Consultores credenciados 2.000 Parcerias

Leia mais

Sede Sebrae Nacional

Sede Sebrae Nacional Sede Sebrae Nacional Somos o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa, uma entidade privada sem fins lucrativos, e a nossa missão é promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável

Leia mais

Políticas Públicas para Faixa de Fronteira Desenvolvimento Sustentável e o apoio aos Pequenos Negócios

Políticas Públicas para Faixa de Fronteira Desenvolvimento Sustentável e o apoio aos Pequenos Negócios Políticas Públicas para Faixa de Fronteira Desenvolvimento Sustentável e o apoio aos Pequenos Negócios Foz do Iguaçu PR 30 de maio de 2014 Força das Pequenas Empresas 8,7 Milhões optantes no Simples 4

Leia mais

Departamento de Qualificação e Certificação e Produção Associada ao Turismo

Departamento de Qualificação e Certificação e Produção Associada ao Turismo Ministério do Turismo Ministério do Turismo Departamento de Qualificação e Certificação e Produção Associada ao Turismo Funções e Objetivos Coordenar as ações voltadas à qualificação profissional e à melhoria

Leia mais

DESENVOLVIMENTO REGIONAL E A INDÚSTRIA

DESENVOLVIMENTO REGIONAL E A INDÚSTRIA DESENVOLVIMENTO REGIONAL E A INDÚSTRIA Regionalismo e Cooperação Intermunicipal o caso do Grande ABC Paulista Fausto Cestari Filho Características do Grande ABC Primeiro povoado brasileiro fora do litoral

Leia mais

DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA 52, 102, CEP

DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA 52, 102, CEP DADOS JURÍDICOS O Instituto SAVIESA DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA é uma associação, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede no município de Vitória, Estado do Espírito Santo, à Rua

Leia mais

Apresentação Programas...5 Cursos... 19

Apresentação Programas...5 Cursos... 19 - SEBRAE CAPA 2011 SUMÁRIO Apresentação Programas...5 Cursos... 19 Cursos pela Internet...43 Cursos no Formato Kits Educativos...49 Consultorias... 54 Oficinas... 56 Palestras... 60 Jogos Empresariais...

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO OBJETIVO Incrementar a economia digital do Estado de Alagoas e seus benefícios para a economia local, através de ações para qualificação, aumento de competitividade e integração das empresas e organizações

Leia mais

DESCUBRA O PODER DO CONHECIMENTO PARA VOCÊ E SUA EMPRESA. PROGRAMAÇÃO 2015

DESCUBRA O PODER DO CONHECIMENTO PARA VOCÊ E SUA EMPRESA. PROGRAMAÇÃO 2015 DESCUBRA O PODER DO CONHECIMENTO PARA VOCÊ E SUA EMPRESA. PROGRAMAÇÃO 2015 OFICINA: COMO USAR UM BLOG PARA A SUA EMPRESA DATA: 30/JAN INVESTIMENTO: R$ 30,00 CARGA HORÁRIA: 3 HORAS OFICINA: COMO ABRIR UMA

Leia mais

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia ANEXO XIII XXXIII REUNIÓN ESPECIALIZADA DE CIENCIA Y TECNOLOGÍA DEL MERCOSUR Asunción, Paraguay 1, 2 y 3 de junio de 2005 Gran Hotel del Paraguay Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia Anexo XIII Projeto:

Leia mais

Convênio FIESP/SEBRAE. APL de Jóias de São José do Rio Preto

Convênio FIESP/SEBRAE. APL de Jóias de São José do Rio Preto Convênio FIESP/SEBRAE APL de Jóias de São José do Rio Preto Rio de Janeiro - Outubro, 2004 1 Metodologia FIESP 2 Objetivos: Micros e Pequenas Empresas Aumentar a Competitividade Criar Processos de Auto-Sustentação

Leia mais

PESQUISA SOBRE OS PRINCIPAIS TIPOS DE EMPREENDIMENTOS COLETIVOS E DE REDES DE EMPRESAS APOIADOS PELO SISTEMA SEBRAE

PESQUISA SOBRE OS PRINCIPAIS TIPOS DE EMPREENDIMENTOS COLETIVOS E DE REDES DE EMPRESAS APOIADOS PELO SISTEMA SEBRAE RELATÓRIO ANALÍTICO PESQUISA SOBRE OS PRINCIPAIS TIPOS DE EMPREENDIMENTOS COLETIVOS E DE REDES DE EMPRESAS APOIADOS PELO SISTEMA SEBRAE. Núcleo de Associativismo e de Agronegócios RedeCoop Unidade de Capacitação

Leia mais

ESPAÇO TRANSFORMADOR. Institucionalizado para a Comunidade. Transformação Baseada na tomada de consciência, na descoberta e na mudança de atitudes e

ESPAÇO TRANSFORMADOR. Institucionalizado para a Comunidade. Transformação Baseada na tomada de consciência, na descoberta e na mudança de atitudes e ESPAÇO TRANSFORMADOR Transformação Baseada na tomada de consciência, na descoberta e na mudança de atitudes e comportamentos e especialmente na construção e aplicação dos conhecimentos apreendidos. Organização

Leia mais

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012.

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. PROPOSTA Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. 1 Apresentação No campo da Política Nacional de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs), o Grupo de Trabalho Permanente

Leia mais

Políticas Públicas do MAPA para o

Políticas Públicas do MAPA para o Engenheiro Agrônomo ERIKSON CHANDOHA Diretor do Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo - SDC Ministério da Agricultura Pecuária

Leia mais

A estratégia do PGQP frente aos novos desafios. 40ª Reunião da Qualidade 09-10-2006 Eduardo Guaragna

A estratégia do PGQP frente aos novos desafios. 40ª Reunião da Qualidade 09-10-2006 Eduardo Guaragna A estratégia do PGQP frente aos novos desafios 40ª Reunião da Qualidade 09-10-2006 Eduardo Guaragna PROCESSO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO MACROFLUXO ENTRADAS PARA O PROCESSO - Análise de cenários e conteúdos

Leia mais

Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.

Plano Brasil Maior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Dimensões do PBM Oportunidades Desafios Sistema de Gestão Desdobramento do Plano Brasil Maior na Política de Arranjos Produtivos

Leia mais

Assistência Técnica e Extensão Rural

Assistência Técnica e Extensão Rural Assistência Técnica e Extensão Rural A EXTENSÃO RURAL CONTEMPORÂNEA DA CEPLAC Concepção, Estrutura e Projetos Sergio Murilo Correia Menezes Ceplac / Cenex Base - Fundamentos ANATER Agenda Estratégica da

Leia mais

INTERESSE PELA COMUNIDADE SEMEAMOS ESTA IDÉIA COOPERATIVISTA!

INTERESSE PELA COMUNIDADE SEMEAMOS ESTA IDÉIA COOPERATIVISTA! INTERESSE PELA COMUNIDADE SEMEAMOS ESTA IDÉIA COOPERATIVISTA! Apresentação O Instituto Sicoob PR foi criado para cumprir o 7º princípio cooperativista Interesse pela comunidade. Com o suporte das Cooperativas

Leia mais

Secretaria de Coordenação Política e Governança Local

Secretaria de Coordenação Política e Governança Local Governança Solidária Local O exemplo de Porto Alegre Secretaria de Coordenação Política e Governança Local Porto Alegre / RS / Brasil Brasília 2.027 Km Buenos Aires 1.063 Km Montevidéu 890 Km Assunção

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais

Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais 1 POLÍTICA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Termo de Referência para Política Nacional de Apoio ao Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais Versão para Discussão do GT Interministerial

Leia mais

A função da associação de classe na construção e defesa de suas agendas. 15 ago 13

A função da associação de classe na construção e defesa de suas agendas. 15 ago 13 A função da associação de classe na construção e defesa de suas agendas 15 ago 13 Associação Iniciativa formal ou informal que reúne pessoas físicas ou jurídicas com objetivos comuns, visando superar

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

Desenvolvimento Regional Sustentável - DRS. Crise Mundial e o Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades

Desenvolvimento Regional Sustentável - DRS. Crise Mundial e o Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades Desenvolvimento Regional Sustentável - DRS Crise Mundial e o Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades Grandes números do Banco do Brasil Ativos totais: R$ 598 bilhões Clientes: 48,1 milhões Carteira

Leia mais

Eixos Programa de longo prazo e impacto geracional Rede Cooperação horizontal 1º, 2º e 3º setores Território Criativo - Setor Cultural Estruturante

Eixos Programa de longo prazo e impacto geracional Rede Cooperação horizontal 1º, 2º e 3º setores Território Criativo - Setor Cultural Estruturante Plano 2002 2022: Programa de Cultura e Desenvolvimento Local iniciado em 2002 e liderado pela Sociedade Civil com instituições do 3º setor com o apoio de empresas privadas e Governos locais, estaduais

Leia mais

Programas 2013. Abril de 2013

Programas 2013. Abril de 2013 Programas 2013 Abril de 2013 A nova SUDENE -Lei Complementar n 125, de 03 de janeiro de 2007 -Decreto n 6.219/2007 Autarquia especial, administrativa e financeiramente autônoma,... vinculada ao Ministério

Leia mais

Projeto de Apoio a Inserção Internacional de. São João Batista (SC) DEZEMBRO - 2009

Projeto de Apoio a Inserção Internacional de. São João Batista (SC) DEZEMBRO - 2009 Projeto de Apoio a Inserção Internacional de MPE s Brasileiras Calçadistas do APL de São João Batista (SC) DEZEMBRO - 2009 Identificar OBJETIVOS DA AÇÃO e solucionar gargalos na gestão das empresas, principalmente

Leia mais

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL IV SIMBRAS I CONGRESSO INTERNACIONAL DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção Prof. José Horta Valadares,

Leia mais

A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e seus impactos

A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e seus impactos Lei Complementar LC 123/2006 Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e seus impactos Fórum AbineeTec 2011 Políticas Públicas Compras Governamentais

Leia mais

Educação Financeira e Inclusão Financeira.. Departamento de Educação Financeira Novembro de 2014

Educação Financeira e Inclusão Financeira.. Departamento de Educação Financeira Novembro de 2014 Educação Financeira e Inclusão Financeira. Departamento de Educação Financeira Novembro de 2014 Agenda Planejamento estratégico do BCB Inclusão Financeira & PNIF Educação Financeira & ENEF iniciativas

Leia mais

CENTRO PARA A COMPETITIVIDADE E INOVAÇÃO APL Aeroespacial e Defesa

CENTRO PARA A COMPETITIVIDADE E INOVAÇÃO APL Aeroespacial e Defesa CENTRO PARA A COMPETITIVIDADE E INOVAÇÃO APL Aeroespacial e Defesa 1 SUMÁRIO CECOMPI HISTÓRICO APL AERO COMPETÊNCIAS TECNOLOGIAS DE GESTÃO 2 CECOMPI Transformando conhecimento em negócio Organização Sem

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 5306, DE 04 DE MAIO DE 2010. CEZAR AUGUSTO SCHIRMER, Prefeito Municipal do Município de Santa Maria, Estado do Rio Grande do Sul.

LEI MUNICIPAL Nº 5306, DE 04 DE MAIO DE 2010. CEZAR AUGUSTO SCHIRMER, Prefeito Municipal do Município de Santa Maria, Estado do Rio Grande do Sul. LEI MUNICIPAL Nº 5306, DE 04 DE MAIO DE 2010 Estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no Município de Santa Maria e dá outras providências. CEZAR AUGUSTO SCHIRMER,

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

CURSO FERRAMENTAS DE GESTÃO IN COMPANY

CURSO FERRAMENTAS DE GESTÃO IN COMPANY CURSO FERRAMENTAS DE GESTÃO IN COMPANY Instrumental e modular, o Ferramentas de Gestão é uma oportunidade de aperfeiçoamento para quem busca conteúdo de qualidade ao gerenciar ações sociais de empresas

Leia mais

2- A relação abaixo é referente somente ao resultado dos profissionais indicados aprovados no Processo de Credenciamento.

2- A relação abaixo é referente somente ao resultado dos profissionais indicados aprovados no Processo de Credenciamento. SEBRAE NA Edital de Credenciamento 02/2010 Errata 01 Comunicado 04 RESULTADO DO PROCESSO DE CREDENCIAMENTO Publicado em 01/11/2012 INFORMAÇÕES IMPORTANTES: 1- Observe a continuidade das informações quando

Leia mais

Gestão. Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade. Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos

Gestão. Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade. Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Qualidade Gestão O tecnólogo em Gestão da Qualidade é o profissional que desenvolve avaliação sistemática dos procedimentos, práticas e rotinas internas e externas de uma entidade, conhecendo e aplicando

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

no Desenvolvimento dos

no Desenvolvimento dos A Importância do Secretaria de Cooperativismo de Crédito no Desenvolvimento dos Territórios rios Rurais do Brasil (Tema X: O Cooperativismo de Crédito Como Agente Transformador) 5º Seminário Banco Central

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Desenvolvimento Territorial a partir de sistemas produtivos locais como modalidade de Política Industrial no Brasil

Desenvolvimento Territorial a partir de sistemas produtivos locais como modalidade de Política Industrial no Brasil Desenvolvimento Territorial a partir de sistemas produtivos locais como modalidade de Política Industrial no Brasil Renato Caporali Confederação Nacional da Indústria Arranjos Produtivos Locais como modalidade

Leia mais

Princípios, valores e iniciativas de mobilização comunitária. Território do Bem - Vitória/ES

Princípios, valores e iniciativas de mobilização comunitária. Território do Bem - Vitória/ES Princípios, valores e iniciativas de mobilização comunitária. Território do Bem - Vitória/ES O Ateliê de Idéias é uma organização social, sem fins lucrativos, fundada em 2003, que tem como missão desenvolver

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

Cooperação e Governança em Arranjos Produtivos Locais

Cooperação e Governança em Arranjos Produtivos Locais Cooperação e Governança em Arranjos Produtivos Locais 1ª Conferência Brasileira sobre Arranjos Produtivos Locais Carlos Roberto Rocha Cavalcante Superintendente 2004 Histórico de Atuação do IEL 1969 -

Leia mais

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES Organizador Patrocínio Apoio PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 O Turismo é uma das maiores fontes de

Leia mais

GRATUITA. consultoria.

GRATUITA. consultoria. Sua empresa cresceu? Você está sem tempo para planejar o futuro do seu negócio? Sente dificuldades em delegar tarefas? Não encontra ninguém para trocar experiências semelhantes? Está na hora de conhecer

Leia mais

Programa de Capacitação Empreendedora. Alessandra Vieira Fonseca

Programa de Capacitação Empreendedora. Alessandra Vieira Fonseca Programa de Capacitação Empreendedora Alessandra Vieira Fonseca Programa de Capacitação Empreendedora Programa com cursos voltados para o empresário, que atendam às suas necessidades e que possam efetivamente

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES CREDENCIAMENTO NO SEBRAE-SP:

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES CREDENCIAMENTO NO SEBRAE-SP: PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES CREDENCIAMENTO NO SEBRAE-SP: A oportunidade de se tornar um facilitador de aprendizagem e/ou consultor para o sucesso das micro e pequenas empresas APRESENTAÇÃO Esta cartilha

Leia mais

Desenvolvimento I CONFERÊNCIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL VETORES DE DESENVOLVIMENTO

Desenvolvimento I CONFERÊNCIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL VETORES DE DESENVOLVIMENTO Desenvolvimento I CONFERÊNCIA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL VETORES DE DESENVOLVIMENTO 1 Desenvolvimento... o desenvolvimento é uma corrida de longa distância, e nela há um elemento de solidão,

Leia mais

Apoio do Sebrae em inovação e acesso à tecnologia para micro e pequena empresa

Apoio do Sebrae em inovação e acesso à tecnologia para micro e pequena empresa Audiência Pública Inmetro - Programa de Avaliação da Conformidade de Componentes de Bicicletas de Uso Adulto Apoio do Sebrae em inovação e acesso à tecnologia para micro e pequena empresa Ricardo Wargas

Leia mais

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial

PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA. Banco Mundial PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DO ESTADO DA BAHIA POR QUE O PROJETO Decisão Estratégica do Governo do Estado da Bahia Necessidade de avançar na erradicação da pobreza rural Existência de

Leia mais

APL NA REGIÃO DO GRANDE ABC

APL NA REGIÃO DO GRANDE ABC CONCEITO DE APL CONCEITO DE APL Arranjo produtivo local é uma concentração espacial e setorial de empresas e instituições que se inter-relacionam dando uma característica dinâmica própria de uma determinada

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados.

15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados. 15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados. Agronegócio brasileiro. Aqui vive um país inteiro! CONSULTORIA EM USINAS SUCROALCOOLEIRAS APORTE - Análise de Potencial de mercado com

Leia mais

Instrumentos das Instituições do GTP APL

Instrumentos das Instituições do GTP APL Instrumentos das Instituições do GTP APL Ações de exportação Banco de dados de mercado Projetos Setoriais Integrados - PSIs 1) Proger Exportação 2) Programa de Geração de Negócios Internacionais (PGNI)

Leia mais

Dimensões e estratégias para o desenvolvimento local/regional. Tania Zapata

Dimensões e estratégias para o desenvolvimento local/regional. Tania Zapata Dimensões e estratégias para o desenvolvimento local/regional Tania Zapata Contexto Economia informacional Globalização assimétrica Sociedade do conhecimento Inovação e competitividade SUPERAÇÃO DO PENSAMENTO

Leia mais

Investimento em inovação para elevar a produtividade e a competitividade da economia brasileira:

Investimento em inovação para elevar a produtividade e a competitividade da economia brasileira: Plano Inova Empresa Inovação e desenvolvimento econômico Investimento em inovação para elevar a produtividade e a competitividade da economia brasileira: Ampliação do patamar de investimentos Maior apoio

Leia mais

NO BRASIL: Há 27 anos, 700 empresas, 2,3 milhões de alunos beneficiados, 2 mil escolas, mais de 85 mil voluntários.

NO BRASIL: Há 27 anos, 700 empresas, 2,3 milhões de alunos beneficiados, 2 mil escolas, mais de 85 mil voluntários. 2011 NO MUNDO: Fundada em 1919 e atualmente em mais de 123 países. NO BRASIL: Há 27 anos, 700 empresas, 2,3 milhões de alunos beneficiados, 2 mil escolas, mais de 85 mil voluntários. NO ESPÍRITO SANTO:

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

1 Disseminar a cultura de empreender e inovar, fortalecendo as ações do Comitê de Empreendedorismo e Inovação (CEI)

1 Disseminar a cultura de empreender e inovar, fortalecendo as ações do Comitê de Empreendedorismo e Inovação (CEI) Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos Visão: "Que em 2020 Santa Maria e região sejam referência pela capacidade de empreender,

Leia mais

Campus Cabo Frio. Projeto: Incubadora de Empresas criação de emprego e renda.

Campus Cabo Frio. Projeto: Incubadora de Empresas criação de emprego e renda. Campus Cabo Frio Trabalho de Microeconomia Prof.: Marco Antônio T 316 / ADM Grupo: Luiz Carlos Mattos de Azevedo - 032270070 Arildo Júnior - 032270186 Angélica Maurício - 032270410 Elias Sawan - 032270194

Leia mais

OFICINAS DE FORMAÇÃO EM ECONOMIA SOLIDÁRIA: Porto Velho, 26 de agosto de 2006.

OFICINAS DE FORMAÇÃO EM ECONOMIA SOLIDÁRIA: Porto Velho, 26 de agosto de 2006. Fórum Rondoniense de Economia Solidária Projeto de Desenvolvimento Local e Economia Solidária OFICINAS DE FORMAÇÃO EM ECONOMIA SOLIDÁRIA: Porto Velho, 26 de agosto de 2006. OBJETIVO GERAL: Levar a todas

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

Fluxo de Criação e Consolidação de Empreendimentos Inovadores

Fluxo de Criação e Consolidação de Empreendimentos Inovadores Fluxo de Criação e Consolidação de Empreendimentos Inovadores Oportunidade Criação da Empresa Ensino Spinoffs Pesquisa Laboratórios Startups Pré-Incubações Hotel de Projetos Incubação da Empresa Aceleradora

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

Estratégias para o desenvolvimento humano

Estratégias para o desenvolvimento humano ofício Estratégias para o desenvolvimento humano A Olhar Cidadão é uma empresa de planejamento estratégico, gestão e inovação, na qual se desenvolvem soluções integradas, projetos e ideias que contribuam

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos Visão: "Que em 2020 Santa Maria e região sejam referência pela capacidade de empreender,

Leia mais

Conjunto de Realização Busca de Oportunidades e Iniciativa Exigência de Qualidade e Eficiência Correr Riscos Calculados Persistência Comprometimento

Conjunto de Realização Busca de Oportunidades e Iniciativa Exigência de Qualidade e Eficiência Correr Riscos Calculados Persistência Comprometimento O que é? Seminário de 80 horas em sala, aplicado num período de 9 dias, em regime de imersão; Metodologia trabalha, através de vivências, 10 Características do Comportamento Empreendedor (CCEs), que compreendem

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014

EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014 EDITAL DE SELEÇÃO DE PESSOAL Nº 254/2014 O Presidente do Instituto Pauline Reichstul-IPR, torna público que receberá inscrições para o processo seletivo de pessoal para atuação no projeto Ações Integradas

Leia mais

olítica Sistêmica de Desenvolviment

olítica Sistêmica de Desenvolviment olítica Sistêmica de Desenvolviment Momento Mundo Crise e Transição na Ordem Global. Financeirização - Dificuldade de Regulação Multipolaridade Novo papel dos Emergentes econômica e na geopolítica global

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE Brasília, 18 de maio de 2010. MPE? Conceituação Brasil REPRESENTATIVIDADE

Leia mais

10/10/2013. Associação Nacional de Negócios Cooperativos

10/10/2013. Associação Nacional de Negócios Cooperativos Organização & agregação de agricultores 3. o Fórum Consultivo Organização Internacional do Café Belo Horizonte, Brasil 10 de setembro de 2013 Associação Nacional de Negócios Cooperativos CLUSA International

Leia mais

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEGMENTOS DE ASSOCIADOS

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEGMENTOS DE ASSOCIADOS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEGMENTOS DE ASSOCIADOS Joel Queiroz 1 COOPERATIVAS DE CRÉDITO INSTRUMENTO DE ORGANIZAÇÃO ECONÔMICA Associação voluntária de pessoas para satisfação de necessidades econômicas,

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

SEBRAE - SP apresenta :

SEBRAE - SP apresenta : SEBRAE - SP apresenta : 2015 O SEBRAE-SP O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) - em SP, tem a missão de promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos

Leia mais

Apresentação Institucional

Apresentação Institucional Apresentação Institucional ROTEIRO PPT DICA: TREINE ANTES O DISCURSO E AS PASSAGENS PARA QUE A APRESENTAÇÃO FIQUE BEM FLUIDA E VOCÊ, SEGURO COM O TEMA E COM A FERRAMENTA. Para acessar cada uma das telas,

Leia mais

CREDENCIAMENTO. Edital de Credenciamento de Consultores CR 502/2009. 1. DADOS PESSOAIS. nmlkj Masculino. Neste campo só são aceitos números

CREDENCIAMENTO. Edital de Credenciamento de Consultores CR 502/2009. 1. DADOS PESSOAIS. nmlkj Masculino. Neste campo só são aceitos números CREDENCIAMENTO Edital de Credenciamento de Consultores CR 502/2009. *Nome: 1. DADOS PESSOAIS *Sexo: nmlkj Feminino nmlkj Masculino *Estado Civil: Escolha uma opção.. *Data de Nascimento: Telefone Residencial:

Leia mais

Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade Estadual de Campinas

Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade Estadual de Campinas Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares Universidade Estadual de Campinas Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) Programa de extensão universitária vinculada à Pró Reitoria de

Leia mais

Desafios para o Desenvolvimento da Região Sul e Tecnologias Sociais para seu Enfrentamento *

Desafios para o Desenvolvimento da Região Sul e Tecnologias Sociais para seu Enfrentamento * 1 Desafios para o Desenvolvimento da Região Sul e Tecnologias Sociais para seu Enfrentamento * Introdução Euclides André Mance Brasília, Abril, 2009 Respondendo ao convite realizado pela coordenação da

Leia mais

Plano Brasil Maior 2011/2014

Plano Brasil Maior 2011/2014 Plano Brasil Maior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer 1ª. Reunião do Conselho de Competitividade Serviços Brasília, 12 de abril de 2012 Definições O PBM é: Uma PI em sentido amplo: um

Leia mais

PROGRAMA CATARINENSE DE INOVAÇÃO

PROGRAMA CATARINENSE DE INOVAÇÃO PROGRAMA CATARINENSE DE INOVAÇÃO PROGRAMA CATARINENSE DE INOVAÇÃO O Governo do Estado de Santa Catarina apresenta o Programa Catarinense de Inovação (PCI). O PCI promoverá ações que permitam ao Estado

Leia mais

ATENDIMENTO AO CLIENTE - 15H (R$ 90,00)

ATENDIMENTO AO CLIENTE - 15H (R$ 90,00) 3 ABRIL ATENDIMENTO AO CLIENTE - 15H (R$ 90,00) DATA: 06 a 10/04/2015 HORÁRIO: 19h às 22h CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Bem tratado ou bem atendido? Momentos da verdade das empresas O perfil do profissional de

Leia mais

Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil. Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC

Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil. Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC Gestão e Sustentabilidade das Organizações da Sociedade Civil Alfredo dos Santos Junior Instituto GESC QUEM SOMOS? INSTITUTO GESC - IGESC Fundação da AMBA, pelos alunos do primeiro curso de MBA. Serviços

Leia mais

Construção de redes sociais e humanas: um novo desafio. Sonia Aparecida Cabestré Regina Celia Baptista Belluzzo

Construção de redes sociais e humanas: um novo desafio. Sonia Aparecida Cabestré Regina Celia Baptista Belluzzo Construção de redes sociais e humanas: um novo desafio. Sonia Aparecida Cabestré Regina Celia Baptista Belluzzo Um pouco de história... Características Sociedade Agrícola Agricultura, Caça TERRA Sociedade

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ LUÍS MÁRIO LUCHETTA DIRETOR PRESIDENTE GESTÃO 2005/2008 HISTÓRICO

Leia mais

Acordo para o Desenvolvimento Sustentável

Acordo para o Desenvolvimento Sustentável Acordo para o Desenvolvimento Sustentável Compromisso do CDES e de 71 Organizações da Sociedade Civil Brasileira 1 Estratégia de Desenvolvimento Sustentável Rio+20 1. Articulação Nacional: Previsão de

Leia mais

Apresentação. - Palestrante Quem é? - Sebrae O que é? - Atendimento à Indústria? - Carteira de Alimentos? Sorvetes?

Apresentação. - Palestrante Quem é? - Sebrae O que é? - Atendimento à Indústria? - Carteira de Alimentos? Sorvetes? Apresentação - Palestrante Quem é? - Sebrae O que é? - Atendimento à Indústria? - Carteira de Alimentos? Sorvetes? 2 Importância dos Pequenos Negócios 52% dos empregos formais 40% da massa salarial 62%

Leia mais

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Empreendedorismo, Inovação e Tecnologia A Santa Maria que Queremos Disseminar a cultura empreendedora e inovadora em Santa Maria Ações de disseminação da Cultura Empreendedora Ações de trabalho conjunto entre Universidades e Comunidade Divulgação do trabalho pelo CEI

Leia mais

Regulamentação da Internet e seus impactos nos modelos de negócio

Regulamentação da Internet e seus impactos nos modelos de negócio Regulamentação da Internet e seus impactos nos modelos de negócio Virgilio Almeida Secretário de Política de Informática Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Brasilia Setembro de 2015 Elementos

Leia mais

Visa, como objetivo final, a promoção do desenvolvimento sustentável da região.

Visa, como objetivo final, a promoção do desenvolvimento sustentável da região. Agenda 21 Comperj Iniciativa voluntária de relacionamento da Petrobras para contribuir para que o investimento na região retorne para a população, fomentando a formação de capital social e participação

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Sul Mineira 1 Índice Política de Sustentabilidade Unimed Sul Mineira Mas o que é Responsabilidade Social? Premissas Básicas Objetivos da Unimed Sul Mineira Para a Saúde Ambiental

Leia mais

Inovação, Regulação e Certificação. I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde

Inovação, Regulação e Certificação. I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde Inovação, Regulação e Certificação I CIMES 1º Congresso de Inovação em Materiais e Equipamentos para Saúde São Paulo 11/04/2012 ABDI Criada pelo Governo Federal em 2004 Objetivo Objetivos Desenvolver ações

Leia mais