A Saúde de São Paulo entra na era do bit!!!!

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Saúde de São Paulo entra na era do bit!!!!"

Transcrição

1 A Saúde de São Paulo entra na era do bit!!!! Medeiros, Rogerio 1, Heloisa Helena A. Corral 2 1 Pós-graduando do Departamento de Informática em Saúde (DIS) da Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina (UNIFESP/EPM), 2 Coordenadora da Área de Implantação da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo SMS-SP. Resumo - O presente artigo apresenta o resumo da experiência dos autores no processo de implantação de sistema de Gestão, baseado em software livre - SIGA Saúde, na cidade de São Paulo. O artigo passa pelos diferentes modelos e técnicas de implantação e, as principais dificuldades encontradas nesse processo. Ainda de forma subliminar, evidencia como projetos cujo modelo e implantação seria um sucesso em qualquer organização privada, encontrou dificuldades para sua consolidação no setor público e, em especial da maior cidade do país. Palavras-chave: Gestão Informática Saúde; Implantação Sistemas Abstract - This article presents a summary of the author s experience in the process of implementation of the Management System, based on free software SIGA Saúde, in Sao Paulo city. The article discusses on the different models, and, on the different implementation techniques, and, on the main difficulties have found in this process. In a subliminal way; it gives evidence as projects, whose model and implementation would be a success in any private organization; has found difficulties for its consolidation in public organization and, in special, in the biggest city of the country. Key-words: Computer science Health administration; Systems implantation. Introdução Quando da nossa fase das carteiras escolares, qualquer processo de planejamento e desenvolvimento de sistemas, tem se mostrado fácil de realizar e implantar, enquanto empresa virtual ou de papel. Começamos este artigo desta forma, para deixar evidenciado que está foi uma fase doce, para não dizer ingênua. A cidade de São Paulo se encontra no grupo das 10 maiores cidades do mundo. Portanto, há de esperar, que falar em informatização e em especial na área de saúde, de um cenário totalmente high-tech, ou seja, de alta disponibilidade de equipamentos e sistemas de última geração, entretanto não é o caso de São Paulo. O cenário encontrado é exatamente o oposto. A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo SMS-SP, vem ao longo das últimas três ou quatro gestões, ou seja, 12 a 16 anos, com prioridades totalmente distintas daquelas que envolvam Tecnologia de Informação e Comunicação TIC. Isto não quer dizer que as prioridades estabelecidas nestas gestões estavam erradas, até porque, como não participamos à época da gestão, não temos elementos e propriedades para fundamentar uma discussão. Em 2005, o cenário apresentado a nós, contava com um parque tecnológico de aproximadamente 7000 microcomputadores, sendo que destes, podemos afirmar que 95% em obsolescência. Estamos falando de micros AT386 à Pentium II sendo estes últimos, somente de uso nos Gabinetes do Secretário e Assessores. Para falar do processo de informatização da SMS-SP, foram abordados dois focos fundamentais. O primeiro, voltado a infraestrutura tecnológica e, o segundo ao software. Em relação ao último, a opção da SMS-SP, foi pelo desenvolvimento de sistema que atendesse as suas necessidades, em especial, contemplasse o conjunto de sistemas obrigatórios para o DATASUS e Ministério da Saúde, até porque, estes são os agentes controladores e financiadores do SUS. Quadro Pessoal SMS-SP Categoria Qtdd Médicos Enfermeiros Auxiliar Enfermagem Outros Servidores Total Fonte: SMS-SP; mai/06

2 Para a realização deste trabalho, ou seja, o desenvolvimento e implantação de uma nova solução de gestão da SMS foi um processo que consumiu aproximadamente 3 anos, entre a especificação, desenvolvimento e, implementação, do SIGA Saúde. No quadro de servidores, fica evidente que o sistema deveria atingir e dar conta deste contingente populacional Consultas Básicas Internações Consultas Especializadas Atendimentos de Urgência Procedimentos de Baixa, Média e Alta Complexidade Fonte: SMS-SP ; Mai/06 Além do quadro de servidores, o sistema deveria ser capaz de atender a volumetria anual de transações, ou melhor, atendimentos realizados pela SMS-SP. Ao final de 2004, com o sistema em processo de homologação, já havia sido implantado em regime de piloto em 40 Unidades Básicas de Saúde UBS. Por conta deste cenário, foi estabelecido como Meta pelo gestor à época Secretário Municipal de Saúde, que ao final de 2005, precisamente em Outubro, o sistema deveria estar implantando em 460 UBS s. Diante deste contexto, foram desenvolvidas atividades voltadas a atingir a meta proposta, bem como assegurar a consolidação do sistema, ou seja, o fim da fase piloto. Metodologia Para a realização deste trabalho, primeiro procurou-se mapear a SMS-SP, portanto, número e distribuição das Unidades de Saúde existentes no município, estrutura administrativa e, definição da força de trabalho existente. Ainda como critério de mapeamento para implantação, adotou-se a divisão administrativa da SMS, composta por cinco Coordenadorias Regionais de Saúde, a saber; Norte, Sul, Leste, Sudeste e Centro-Oeste (Figura 1). Sob estas Coordenadorias, havia 24 Supervisões Técnicas de Saúde, 31 Supervisões de Vigilância à Saúde, 16 Ambulatórios de Especialidades e 384 UBS s. Além destas unidades, há também 193 unidades especializadas em: Atendimento em DST/AIDS, Saúde do Trabalhador, Centro de Convivência, Atendimentos Médicos Ambulatoriais, Centro de Apoio Psicosocial, Serviço de Atendimento Médico de Urgência, entre outras. Figura 1- Coordenadorias Regionais de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo O município de São Paulo, tinha como meta, o cadastramento do CNS Cartão Nacional Saúde, de 60% da população SUS dependente, definida pelo MS. Isto equivale a uma população de aproximadamente O SIGA Saúde, foi desenvolvido contemplando os seguintes módulos: a) Cadastro Usuários cadastro do Cartão Nacional de Saúde; b) CMES Cadastro Municipal dos Estabelecimentos de Saúde; c) Agenda Local Agenda dos atendimentos na Unidade de Saúde; d) Agenda Regulada Agenda entre Unidades de Saúde Regulação do acesso em função da complexidade; e) APAC Autorização de Procedimentos de Alta Complexidade f) Atendimento Registro e histórico do atendimento prestado aos pacientes, portanto, embrião de projeto de prontuário eletrônico do paciente; g) Outras funcionalidades como, Perfil de Acesso; Central Marcação Consultas, etc... Para a implantação do SIGA Saúde, a equipe de técnico da SMS era composta de 12 profissionais que, tinham como papel e/ou função de gestores e coordenadores do processo de implantação. Quanto ao controle e acompanhamento do processo de implantação, foi elaborada uma planilha contendo pontos que deveriam ser

3 observados ao longo do processo, bem como, a evolução do mesmo, numa escala de tempo, de forma a prever o cumprimento da meta estabelecida. Este instrumento, ainda que de forma diminuta, permitiria a execução de monitoramento, semelhante aos propostos pelos cursos de PMBOK (PMI). A SMS contava também, com a parceria de quatro empresas: a Associação Saúde da Família, responsável por suprir a mão de obra de treinamento e implantação; a Atech, empresa responsável pelo desenvolvimento e ajustes do sistema (programa); a Cobra Tecnologia, empresa responsável pelo provimento da infraestrutura (hardware e link s) e a PRODAM, empresa de processamento de dados do município de São Paulo, responsável pela papel de hosting, treinamento e, suporte a infraestrutura. Estas empresas em conjunto com a equipe interna da SMS-SP, foram divididas em grupos de trabalho por região. A idéia básica, foi de criar representantes por região que, facilitaria o processo de conhecimento e delineamento da região, bem como, criar um elo de comunicação fixo e conhecido entre a região e a SMS. Estas equipes possuíam um roteiro de visita diária as UBS, visando à implantação do sistema e, portanto, suporte e treinamento in loco, com mapeamento das barreiras de entrada e/ou oportunidades de utilização por parte da unidade. Foi definido que, deveriam promover a implantação dos módulos básicos (CNS, CMES, Agenda Local). A partir do instante que estes módulos estivessem implantados e consolidados, seria realizada uma nova rodada de implantação, portanto, ampliação para os módulos e/ou funcionalidades. Os resultados, que adiante serão apresentados, correspondem a este foco de implantação, isto porque, a fase piloto não teve sucesso esperado com a implantação completa. Como solução, o SIGA Saúde esta baseada em Web, portanto, foi definido também que cada UBS, receberia para operar o sistema, além do treinamento, um kit mínimo de equipamentos, composto em média por: 8 thin Client; 3 leitoras ópticas (CNS Código Barra); 2 impressoras laser; Estes equipamentos, uma vez instalados, representariam um incremento ao parque atual da SMS de aproximadamente 4000 máquinas, ou seja, um aumento de 60%. A opção de uso de Thin Client, adotado pela SMS, considerou dentre vários fatores, o valor médio do equipamento, o custo de implantação e manutenção e, ainda que seja um absurdo considerar mas é um variável presente no cotidiano das UBS s, o número de roubo de equipamentos. Foram também realizadas entrevistas, não estruturada, com os servidores e, pacientes das UBS s., para avaliar o reflexo do sistema para a gestão da unidade e, atendimento dos pacientes. Resultados A primeira resposta é que, Sim, conseguimos implantar o sistema; Sim, ainda tem muito por fazer; Sim, ainda há erros no programa; Sim, ele já esta produzindo resultados interessantes, alguns mensuráveis e outros, nem tanto, dado o valor qualitativo da informação. Inicialmente, destacamos que, o processo de eleger somente os módulos principais para implantação foi significativo, dado que, o cenário encontrado, ou seja, aproximadamente 90% dos servidores, não possuíam conhecimento de informática e, portanto, muitas funções informatizadas ainda não tinham valor a atividade diária destes profissionais, associada à dificuldade de operação do sistema. Para ilustrar a afirmação acima, ainda que hoje seja tratado como anedota nos corredores da SMS, mas o fato é que, muitos dos usuários sequer jamais haviam acessado a Internet e, muito menos utilizado um mouse. Esta dificuldade, foi constatada que muitos técnicos após treinamento realizado na PRODAM, não conseguiam aplicar o aprendizado no dia seguinte ao término do curso. Como alternativa de solução, iniciou um processo de treinamento in loco, modernamente, chamado de treinamento in company, com as equipes de multiplicadores dos servidores da SMS. Aqui, merece destacar que foi o pontapé inicial da inclusão digital dos servidores da SMS-SP, em especial os de linha de frente no atendimento direto ao usuário. De forma complementar, articulou-se a montagem de uma força tarefa com, a contratação de 300 estagiários (estudantes de ciência da computação), para realizar a atividade de facilitadores desse processo de aprendizado (cujo detalhe, e resultados estão contidos em artigo específico) Base CNS de São Paulo Inicial Migração Novos Cadastros Fases Gráfico 1- Taxa de Cadastramento do CNS, via SIGA Saúde Base Atual Detendo-nos aos módulos implantados, a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde - cadastramento CNS, foi atingida, à medida que,

4 foram unificados os cadastros municipais de tal sorte que, quando um usuário comparecesse a uma UBS, ele teria apenas com a confirmação de seus dados e, retirar o CNS que seria emitido na hora. Ainda de forma complementar, novos cadastros era feitos mensalmente (Tabela 1), em virtude de pessoas não localizadas nos cadastros municipais e/ou invasão de municípios vizinhos, visto que, São Paulo é referência para o Brasil. A taxa média de crescimento do cadastramento foi da ordem de 130% ao mês (Gráfico 1). nº de nº de usuários Cadastrados Cadastros de usuários Mês/Ano atualizados jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ jun/ jul/ ago/ set/ out/ nov/ dez/ jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ Total Tabela 1 - Número de CNS cadastrados no SIGA - SMS-SP Fonte: SMS-SP - Mai/06 - Base PRODAM (SIGA) Outro ponto de destaque em relação a este sucesso do cadastramento foi o apelo mercadológico, ou seja, o usuário possuiria a partir daquele instante um cartão que garantiria o acesso aos serviços de saúde, bem como, medicação gratuita. Em alguns casos, o CNS se tornou o único documento que o usuário possuía, ou seja, este documento era e é mal comparando, mais importante que ter endereço, RG, etc... Mês/Ano Qtdd Tx Cresc fev/ mar/ ,7 abr/ ,1 jun/ ,6 jul/ ,6 ago/ ,4 set/ ,6 out/ ,4 nov/ ,3 dez/ ,0 jan/ ,4 fev/ ,7 mar/ ,7 abr/ ,6 mai/ ,5 Tabela 2 Número de Agendas Programadas Mês Fonte: SMS-SP; mai/06 O segundo módulo a nosso ver, fundamental a estratégia da implantação do SIGA Saúde, é a Agenda Local. Em a UBS, realizando a programação, ou melhor, o agendamento dos horários de atendimento dos profissionais de sua unidade e, por conseguinte, a marcação dos pacientes em horários conhecidos, resultaria num dos benefícios mais desejados pela população e, desta forma o fim das filas. Além destes resultados junto aos usuários, outro benefício, no nível central, é que seria possível acompanhar a produtividade da unidade; a assiduidade dos profissionais; a avaliação da necessidade de aumento de quadro de profissionais e/ou redistribuição dos horários de atendimento, enfim, um mundo de oportunidades e, melhoria na gestão da saúde municipal. Como pode ser observada na Tabela 2, a taxa de crescimento do número de agendas programadas, é surpreendente. Estamos falando de uma taxa média de 132%, nos últimos 12 meses (Gráfico 2). Sem dúvida esta muito aquém do desejado, ou seja, 100% das agendas estarem registradas no sistema, mas considerando um cenário como o da cidade de São Paulo, que sai do AT386 para Thin Client, isto é fascinante. Quando São Paulo atingir os 10 milhões de agendas, acreditamos que, seja bem provável que o problema da saúde pública municipal não esteja na falta de oferta de profissionais e serviços e, sim na distribuição destes

5 Qtdd Taxa Crescimento de Agendas UBS cruzamentos nos permite inferir que os ganhos relacionados à fraudes praticadas pelos prestadores, estão com seus dias contados para terminar Solicitações de APAC Meses Gráfico 2 Taxa crescimento de Agendas realizadas nas UBS s No foco da SMS, o módulo APAC, não estava na linha de frente das equipes de implantação. Entretanto, o departamento responsável pela emissão de APAC Autorização de Procedimento de Alta Complexidade (Tabela 3) entendeu que a ferramenta agregaria em ganhos operacionais as suas atividades, bem como, com a rede conveniada ao SUS que, dependia desta autorização prévia para realização de um procedimento e, portanto, para ter garantido o pagamento do procedimento. Mês/Ano SIGA Saúde Método Tradicional Papel jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ jun/ jul/ ago/ set/ out/ nov/ dez/ jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ Total Tabela 3- Número de APAC s emitidas, via SIGA Saúde e, Papel - Fonte: SMS-SP; mai/06 A partir do momento que começaram a implantar a operação eletrônica de solicitação e autorização de APAC via SIGA Saúde, além do ganho de tempo na operacionalização, foi percebida também, ganhos nos controles dos procedimentos autorizados, ou seja, o sistema já tinha por de trás de seu programa, consistência de pedidos em duplicidade ou, em desacordo com o permitido pelo SUS, etc... Estes Qtdd jan/05 mar/05 mai/05 jul/05 SIGA Saúde set/05 Meses nov/05 jan/06 mar/06 mai/06 Método Tradicional Papel Gráfico 3- Número de APAC s solicitadas via SIGA e Método tradicional Das questões colocadas inicialmente e, portanto, ainda resultados de processo de implantação merece destacar que, a opção dos Thin Client, considerando a variável roubo, foi acertada. Durante o ano de 2005, há registro de apenas 25 equipamentos, o que, no conjunto e história pregressa da SMS, é um excelente resultado. Com relação aos usuários finais, nas entrevistas não estruturadas, excetuando a fase de implantação do sistema e, que havia uma lentidão por conta do balanceamento do sistema e banco de dados, os usuários tem tido percepção positiva. A leitura deles se baseia na associação de que a tecnologia trás consigo, a melhoria e o progresso, portanto, transfere ao ambiente UBS, um ar de organização e eficiência para com a população. Sem dúvida o processo de implantação do SIGA Saúde, não foi tão simples e eficiente como apresentamos acima. Há inúmeros problemas e erros, muitos dos quais, além de terem sido solucionados, gerou um excelente curva de aprendizado para toda a equipe da SMS-SP. Para ilustrar, poderíamos mencionar que um dos fornecedores de serviços, teve o seu pagamento suspenso ao longo do ano, por ter cumprido o contratado. Este fato, ocasionou um atraso no processo de implantação, portanto, prejudicando a implantação em 100% das unidades, com 100% da infra-estrutura contratada. Outro exemplo podemos citar a contratação de links (ADSL/Frame Relay). A cidade de São Paulo ainda não conseguiu levar acesso a Internet via banda larga a muitos pontos. Isto não é um privilégio exclusivo da SMS. Este é um problema estrutural da cidade que teve sua urbanização mal planejada.

6 Discussão e Conclusões Quando partimos para implantação de qualquer ERP, em geral, utilizamos a metodologia clássica ensinada nos bancos escolares. No caso da SMS-SP, esta formula não foi possível, porém o resultado, em nossa opinião, foi tão bom quanto. Os pontos de aprendizado e, portanto, comuns a qualquer implantação, podem facilmente ser percebidos, tanto nos relatos acima, como nos pontos que iremos abordar neste momento. O aprendizado e pontos de atenção da gestão do projeto foram: Tempo registrar e acompanhar todas as fases do projeto, de tal sorte que, a cada check point seria possível ajustar a rota traçada. Um bom exemplo é o número de unidades informatizadas. A meta inicial de 460 unidades, atingimos um total de 440, portanto, uma performance de 96%; Riscos alto índice de turn over da equipe de técnicos e estagiários, além é claro, dos servidores nas unidades. Foram treinados ao longo do processo, direta e indiretamente, aproximadamente pessoas; Outro destaque, é o processo de comunicação moroso, pois nem todas unidades utilizavam , ainda que para todos estavam disponível; Pessoas a contratação de uma equipe de surpevisores para as regiões; reuniões mensais com as regiões para check point; contratação dos 300 estagiários; contratação de 360 técnicos de suporte a microinformática; permite-nos afirmar que foram fundamentais no atingimento dos resultados que alcançamos; Recursos - terceirização dos serviços de implantação aquisição de software, rede lógica e física; link s de comunicação e Help Desk, não foi o melhor modelo, pois a atividade não estava centralizada. Aprendemos, portanto, uma única operadora para o município ou no máximo um por região, poderá fazer a diferença na excelência do atendimento e suporte as unidades; Etc... Como próximos passos, a nossa sugestão;e revisitar todo o planejamento inicial e, reforçar o treinamento e comunicação das unidades. Em nossa percepção, ainda há atividades não padronizadas sob o mesmo sistema. Os anos de 2006 e 2007 deveriam reforçar a implantação dos módulos básicos, portanto, assegurar a estabilidade dos bits!!!!! Para o biênio 2007/2008, uma nova equipe deveria entrar em paralelo com atual, para iniciar o processo de implementação dos demais módulos do sistema e, portanto, entrarmos na era do bite. Agradecimentos A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, em especial ao Dr Cláudio Giulliano, pela liberação dos dados e autorização para publicação e, a todos os colaboradores que de alguma forma, direta ou indiretamente, participaram deste processo de implantação. Referências [1] Planilhas com indicadores de produtividade do Sistema SIGA Saúde da, Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo; Mai/06; [2] Base dados da PRODAM Sistema SIGA Saúde; Mai/06 Contato Rogerio Medeiros Sociólogo, Mestre em Administração em Empresas PUC-SP; r Joaquim Maciel Filho, 53, Jd Londrina São Paulo SP ; Fone ; e- mail:

A importância dos estagiários na implantação do sistema de informação da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

A importância dos estagiários na implantação do sistema de informação da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. A importância dos estagiários na implantação do sistema de informação da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Medeiros, Rogerio 1, Silva, Luzia Conceição 2 1 Pós-graduando do Departamento de Informática

Leia mais

Sistemas de Informação em Saúde. Informatização da Atenção Básica Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS-SP)

Sistemas de Informação em Saúde. Informatização da Atenção Básica Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS-SP) Sistemas de Informação em Saúde Informatização da Atenção Básica Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS-SP) Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de

Leia mais

Projeto de Informatização. Como implantar um Sistema de Informação para a Saúde Pública em SP?

Projeto de Informatização. Como implantar um Sistema de Informação para a Saúde Pública em SP? Projeto de Informatização Como implantar um Sistema de Informação para a Saúde Pública em SP? Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Assessoria Técnica

Leia mais

A Tecnologia da Informação e a saúde em Campinas.

A Tecnologia da Informação e a saúde em Campinas. A Tecnologia da Informação e a saúde em Campinas. BENATO, L. Informática dos Municípios Associados (IMA) Resumo Campinas-SP conta com mais de 1 milhão de usuários do SUS, incluindo os munícipes de Campinas

Leia mais

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Assessoria

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO Secretaria de Tecnologia da Informação

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO Secretaria de Tecnologia da Informação TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO Secretaria de Tecnologia da Informação REGIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE TI MAPEAMENTO DE PROVIDÊNCIAS INICIAIS Março/2014 V 1.1 REGIONALIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE TI MAPEAMENTO

Leia mais

Telebrasil 2006. TeleComunicações para a Inclusão Social. Prefeitura Municipal de São Paulo Secretaria Municipal de Saúde (SMS-SP)

Telebrasil 2006. TeleComunicações para a Inclusão Social. Prefeitura Municipal de São Paulo Secretaria Municipal de Saúde (SMS-SP) Telebrasil 2006 PANORAMA DA REGULAÇÃO SMS-SP Diagnóstico Não possui dados sistematizados; TeleComunicações para a Inclusão Social não existe uma uniformidade nas ações; as atividades da área, não estão

Leia mais

ATTI - ASSESSORIA TÉCNICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

ATTI - ASSESSORIA TÉCNICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ATTI - ASSESSORIA TÉCNICA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO A Secretaria Municipal da Saúde, visando a modernização da gestão, investiu na implantação de um Sistema Integrado de Gestão da Assistência à Saúde,

Leia mais

Programa de Inclusão Digital dos Conselhos de Saúde. O que é. Objetivo. Como se estrutura

Programa de Inclusão Digital dos Conselhos de Saúde. O que é. Objetivo. Como se estrutura MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA/SGEP CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE/CNS Programa de Inclusão Digital dos Conselhos de Saúde O que é O Programa de Inclusão Digital dos Conselhos

Leia mais

Informática 11. INFORMÁTICA

Informática 11. INFORMÁTICA INFORMATICA 11. INFORMÁTICA A UINFOR Unidade organizacional de no campus de Vitória da Conquista, juntamente com as coordenações setoriais de informática dos campi de Jequié e Itapetinga, representa uma

Leia mais

Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET. Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde

Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET. Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde Responsável: Hernandes Pires do Reis Consultor da Divisão de Manutenção e Suporte a Sistemas Endereço:

Leia mais

SIGA Saúde. Sistema Integrado de Gestão da Assistência à Saúde. Manual operacional. Módulo Agenda Agendamento Local

SIGA Saúde. Sistema Integrado de Gestão da Assistência à Saúde. Manual operacional. Módulo Agenda Agendamento Local SIGA Saúde Sistema Integrado de Gestão da Assistência à Saúde Manual operacional Módulo Agenda Agendamento Local Sumário Introdução... 3 Agendamento... 4 Pesquisa de vagas... 5 Perfil de Agenda... 6 Dados

Leia mais

Atendimento Virtual Ampla

Atendimento Virtual Ampla 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Atendimento Virtual Ampla Carlos Felipe de Moura Moysés Ampla Energia e Serviços S.A cmoyses@ampla.com André Theobald Ampla Energia e Serviços S.A theobald@ampla.com

Leia mais

Gestão de Projetos. Treinamento dos APGE s. Weslei Gomes de Sousa, PMP Coordenador de Gestão de Projetos AMGE/SG/MPF Escritório de Projetos do MPF

Gestão de Projetos. Treinamento dos APGE s. Weslei Gomes de Sousa, PMP Coordenador de Gestão de Projetos AMGE/SG/MPF Escritório de Projetos do MPF 2014 Gestão de Projetos Treinamento dos APGE s Procuradoria Geral da República PGR Weslei Gomes de Sousa, PMP Coordenador de Gestão de Projetos AMGE/SG/MPF Escritório de Projetos do MPF Assessoria de Modernização

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA Levantamento da Gestão de TIC Cotação: 23424/09 Cliente: PRODABEL Contato: Carlos Bizzoto E-mail: cbizz@pbh.gov.br Endereço: Avenida Presidente Carlos

Leia mais

CGSI/DRAC/SAS/MS SISRCA

CGSI/DRAC/SAS/MS SISRCA Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas Coordenação Geral de Sistemas de Informação CGSI/DRAC/SAS/MS SISRCA - Sistema de Regulação,

Leia mais

GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS

GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS Sigla do Sistema: GSUS Nome do Sistema: Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS Responsável pelo Projeto: Antonio Francisco Peixoto Baptista

Leia mais

RELATÓRIO DESCRITIVO DE ATIVIDADES. 2013 Campus XXXXXXX

RELATÓRIO DESCRITIVO DE ATIVIDADES. 2013 Campus XXXXXXX 1 RELATÓRIO DESCRITIVO DE ATIVIDADES 2013 Campus 2 1. CAMPUS 2012. Oferta de 600 vagas, com captação de beneficiários iniciada em 2011 e finalizada em Ações e etapas propostas Para o período de 07 (sete)

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE QUALITY MANAGEMENT PLAN Preparado por Mara Lúcia Menezes Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010

Leia mais

Implantação dos Requisitos Acreditação RN 277 (ANS)

Implantação dos Requisitos Acreditação RN 277 (ANS) Implantação dos Requisitos Acreditação RN 277 (ANS) Debates GVSaúde Acreditação Operadoras de Planos de Saúde Helton Marcondes Coordenação de Processos e Qualidade - GEPP Roteiro Unimed-BH em Números;

Leia mais

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS

MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS MÓDULO 1 Conhecendo o HÓRUS Bem-vindo(a) ao primeiro módulo do curso! A partir de agora você conhecerá as principais características do sistema HÓRUS. Para iniciar, você saberia dizer por que este sistema

Leia mais

LMA, Solução em Sistemas

LMA, Solução em Sistemas LMA, Solução em Sistemas Ao longo dos anos os sistemas para gestão empresarial se tornaram fundamentais, e por meio dessa ferramenta as empresas aperfeiçoam os processos e os integram para uma gestão mais

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos sistemas e demais aplicações informatizadas do TJAC.

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos sistemas e demais aplicações informatizadas do TJAC. Código: MAP-DITEC-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Sistemas Aprovado por: Diretoria de Tecnologia da Informação 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento

Leia mais

Grupo Seres Adota CA Cloud Service Management para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk

Grupo Seres Adota CA Cloud Service Management para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk CUSTOMER SUCCESS STORY Abril 2014 Grupo Seres Adota CA Cloud Service Management para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk PERFIL DO CLIENTE Indústria: Consultoria Empresa: Grupo Seres Colaboradores:

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC Institui o Plano de Desenvolvimento de Recursos Humanos criando o Quadro

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise

Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise CUSTOMER SUCCESS STORY Dezembro 2013 Dataprev Aumenta a Eficiência na Entrega de Projetos em 40% com CA Clarity on Premise PERFIL DO CLIENTE Indústria: Setor público Companhia: Dataprev Empregados: 3.000+

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto Seção Técnica de Informática. Política de Informática CCRP

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto Seção Técnica de Informática. Política de Informática CCRP Política de Informática CCRP Índice 1. DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 2. ESPECIFICAÇÃO E AQUISIÇÃO DE NOVOS EQUIPAMENTOS... 2 3. INSTALAÇÃO DE SOFTWARES... 2 4. DESENVOLVIMENTO, MANUTENÇÃO E BACKUP DE SISTEMAS

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento 1 Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento I Congresso Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público Oficina II Informação de Custo para

Leia mais

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir:

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir: Termo de Referência 1. Objeto Contratação de empresa especializada em gestão de saúde para execução de atividades visando a reestruturação do modelo de atenção à saúde, objetivando diagnosticar novas proposituras

Leia mais

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição

CONCEITO OBJETIVO 24/9/2014. Indicadores de Saúde. Tipos de indicadores. Definição Indicadores de Saúde Definição PROFª FLÁVIA NUNES É a quantificação da realidade, que permite avaliar/comparar níveis de saúde entre diferentes populações ao longo do tempo. Tipos de indicadores IMPORTÂNCIA

Leia mais

Gerenciamento de Incidentes 2013

Gerenciamento de Incidentes 2013 Descrição do Gerenciamento de Incidentes: Níveis de : Técnico º nível: ServiceDesk, análise inicial através do Sistema GLPI, Categorização do Chamado Incidente ou Incidente Grave / Requisição, Verificação

Leia mais

Questionário de entrevista com o Franqueador

Questionário de entrevista com o Franqueador Questionário de entrevista com o Franqueador O objetivo deste questionário é ajudar o empreendedor a elucidar questões sobre o Franqueador, seus planos de crescimento e as diretrizes para uma parceria

Leia mais

INFORMAÇÕES AOS COMITÊS E FRANQUEADOS

INFORMAÇÕES AOS COMITÊS E FRANQUEADOS INFORMAÇÕES AOS COMITÊS E FRANQUEADOS Este material tem o objetivo de fornecer aos comitês regionais e setoriais do PGQP, e a seus franqueados, informações atualizadas sobre o SAG e orientações para a

Leia mais

1. DOTPROJECT. 1.2. Tela Inicial

1. DOTPROJECT. 1.2. Tela Inicial 1 1. DOTPROJECT O dotproject é um software livre de gerenciamento de projetos, que com um conjunto simples de funcionalidades e características, o tornam um software indicado para implementação da Gestão

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES SEMAP

RELATÓRIO DE ATIVIDADES SEMAP RELATÓRIO DE ATIVIDADES SEMAP 2010 Paulo Cesar Roza da Luz Porto Alegre, dezembro de 2010 ÍNDICE - Introdução... 03 - Atividades realizadas... 04 1) Manutenção... 04 2) Almoxarifado... 06 3) Patrimônio...

Leia mais

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Resumo. Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Autor: Danilo Humberto Dias Santos Orientador: Walteno Martins Parreira Júnior Bacharelado em Engenharia da Computação

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento das comunicações

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento das comunicações PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES COMMUNICATIONS MANAGEMENT PLAN Preparado por Tarcísio Viana Tavares Membro do time Versão 2 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do

Leia mais

EXECUÇÃO DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS

EXECUÇÃO DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS EXECUÇÃO DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS 6º FÓRUM NACIONAL DE ESTRATÉGIA NA PRÁTICA & GESTÃO POR PROCESSOS Conteúdo da Apresentação Modelo de Gestão de Porto Alegre Alinhamento Planejamento Estratégico e Orçamento

Leia mais

IV PLANO DE GERENCIAMENTO DE TEMPO

IV PLANO DE GERENCIAMENTO DE TEMPO IV PLANO DE GERENCIAMENTO DE TEMPO 1 - Descrição do Plano de Gerenciamento detempo (PMBOK) O gerenciamento de tempo do projeto inclui os processos necessários para realizar o término do projeto no prazo.

Leia mais

E-learning para servidores públicos de nível médio

E-learning para servidores públicos de nível médio 554.ART 04 24.06.05 19:13 Page 113 E-Learning para servidores públicos de nível médio E-learning para servidores públicos de nível médio Silvio Miyazaki* Marcelo Amaral Gonçalves de Mendonça** RESUMO Analisar

Leia mais

Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications)

Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications) Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications) ANTUNES, M. S.¹, SILVA, R. E. S. 2 (orientadora) ¹ Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas RS (FATEC-PEL) Rua

Leia mais

Tecnologia da Informação CAASP. DIS Departamento de Informática e Sistemas. Relatório Anuário 2008 Att. Gerência Geral e Diretoria CAASP

Tecnologia da Informação CAASP. DIS Departamento de Informática e Sistemas. Relatório Anuário 2008 Att. Gerência Geral e Diretoria CAASP Tecnologia da Informação CAASP DIS Relatório Anuário 2008 Att. Gerência Geral e Diretoria CAASP Introdução...03 Projetos e Fatos Relevantes 2008...03 Raio X de Investimentos e Custos...10 Considerações

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD.

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 203. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. GESTÃO EAD Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico

Leia mais

Protocolo. nº041/2012 FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO

Protocolo. nº041/2012 FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO Protocolo nº041/2012 FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PROJETO DE PESQUISA E EXTENSÃO 1. Instruções 1 O Formulário deverá ser enviado via e-mail para a Secretaria do NIPE: nipe@eafmuz.gov.br; 2 O projeto será

Leia mais

Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo de Maturidade Prado-MMGP

Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo de Maturidade Prado-MMGP DARCI PRADO Questionário de Avaliação de Maturidade Setorial: Modelo de Maturidade Prado-MMGP Versão 2.0.0 Janeiro 2014 Extraído do Livro "Maturidade em Gerenciamento de Projetos" 3ª Edição (a publicar)

Leia mais

Rede do Saber - De projeto a sistema produtivo: um caso de engenharia e gestão do conhecimento

Rede do Saber - De projeto a sistema produtivo: um caso de engenharia e gestão do conhecimento Rede do Saber - De projeto a sistema produtivo: um caso de engenharia e gestão do conhecimento Angela Sprenger (FCAV) angelasp@uol.com.br Beatriz Leonel Scavazza (FCAV) bscavazza@vanzolini-ead.org.br Gulherme

Leia mais

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Atendimento Sempre Ligado

XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica. Atendimento Sempre Ligado XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Atendimento Sempre Ligado Sidnei Dimas Bortolotti Alex Pitrie Braz Marcos Artur Rolim

Leia mais

REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS

REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS REGULAMENTO OPERACIONAL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO CENTRAL DE CONSULTAS E EXAMES ESPECIALIZADOS Aprovado através da Resolução nº 06/CMS/2010, de 09 de março de 2010, Ananindeua PA Capítulo I DO CADASTRAMENTO

Leia mais

Resultados Alcançados

Resultados Alcançados Resultados Alcançados Planejamento de TI 2008 Acompanhamento da DIRTI Janeiro 28/Jan Realizar o Planejamento da 1ª Projeto Básico DIRTI 2008-2010 DIR_P040 Acompanhamento da DIRTI Fevereiro 13/Fev Adoção

Leia mais

Grupo Seres Adota CA Nimsoft Service Desk para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk

Grupo Seres Adota CA Nimsoft Service Desk para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk CUSTOMER SUCCESS STORY Abril 2014 Grupo Seres Adota CA Nimsoft Service Desk para Automatizar e Gerenciar Chamados de Service Desk PERFIL DO CLIENTE Indústria: Consultoria Empresa: Grupo Seres Colaboradores:

Leia mais

REGIMENTO INTERNO COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA E INFORMÁTICA EM SAÚDE (CTIS)

REGIMENTO INTERNO COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA E INFORMÁTICA EM SAÚDE (CTIS) Página 1 de 12 GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA E INFORMÁTICA EM SAÚDE REGIMENTO INTERNO COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA E INFORMÁTICA

Leia mais

QualiHosp Curso Pré-Congresso

QualiHosp Curso Pré-Congresso QualiHosp Curso Pré-Congresso Desempenho Organizacional Foco: Gestão do Desempenho da Gestão de Pessoas Reflexões teóricas e o nosso caminho no HSL... Questão-chave: Como avaliar o desempenho da gestão

Leia mais

O Advogado sem fronteiras

O Advogado sem fronteiras O Advogado sem fronteiras Até 201 8 100 os Tribunais devem estar com das ações no PJe A lei que prevê o processo eletrônico é de 2006. Mas Minas Gerais iniciou a implantação do sistema somente seis anos

Leia mais

PAEX Parceiros para a Excelência

PAEX Parceiros para a Excelência PAEX Parceiros para a Excelência Estabelecer parcerias por melhores resultados: uma prática comum na natureza e nas empresas que querem se desenvolver. CONHECA A FDC Alianças Internacionais: Uma Escola

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE BASEADA NA NORMA NBR ISO 9001:2000 EM EMPRESAS SITUADAS EM PÓLOS OFFSHORE.

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE BASEADA NA NORMA NBR ISO 9001:2000 EM EMPRESAS SITUADAS EM PÓLOS OFFSHORE. GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE BASEADA NA NORMA NBR ISO 9001:2000 EM EMPRESAS SITUADAS EM PÓLOS OFFSHORE. Ivan Santos de Lima Engenheiro Naval pela Universidade Federal do Rio

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO Nº 127/CSJT.GP.SG, DE 23 DE MAIO DE 2012

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO Nº 127/CSJT.GP.SG, DE 23 DE MAIO DE 2012 CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO Nº 127/CSJT.GP.SG, DE 23 DE MAIO DE 2012 Aprova o cronograma das atividades relacionadas à implantação do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho

Leia mais

Gestão e melhoria de processos no Governo de Minas Gerais: trajetória e resultados alcançados. Palestrante: Vanice Cardoso Ferreira

Gestão e melhoria de processos no Governo de Minas Gerais: trajetória e resultados alcançados. Palestrante: Vanice Cardoso Ferreira Gestão e melhoria de processos no Governo de Minas Gerais: trajetória e resultados alcançados Palestrante: Vanice Cardoso Ferreira Agenda A trajetória da Gestão de Processos no Governo de Minas A trajetória

Leia mais

CONHEÇA A VALECARD TODA ESSA ESTRUTURA EXISTE PRA VOCÊ: Reduzir custos. Ganhar tempo. Organizar processos.

CONHEÇA A VALECARD TODA ESSA ESTRUTURA EXISTE PRA VOCÊ: Reduzir custos. Ganhar tempo. Organizar processos. CONHEÇA A VALECARD Soluções completas e integradas para a gestão de benefícios, gestão financeira e de frotas. Cartões aceitos em todo território nacional, por meio da Redecard, Cielo e ValeNet, o que

Leia mais

MONTAGEM DE PROCESSO VIRTUAL

MONTAGEM DE PROCESSO VIRTUAL Manual de Procedimentos - SISPREV WEB MONTAGEM DE PROCESSO VIRTUAL 1/15 O treinamento com o Manual de Procedimentos É com muita satisfação que a Agenda Assessoria prepara este manual para você que trabalha

Leia mais

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES Introdução A questão dos recursos humanos na área de Tecnologia da Informação é assunto de preocupação permanente no Colégio de

Leia mais

E-SUS ATENÇÃO BÁSICA. Julho / 2013

E-SUS ATENÇÃO BÁSICA. Julho / 2013 E-SUS ATENÇÃO BÁSICA Julho / 2013 Estratégia de Qualificação da AB Saúde Bucal PMAQ Requalifica UBS PSE Telessaúde Brasil Redes Academia da Saúde Atenção Básica Financiamento Consultório na Rua Provimento

Leia mais

Gerenciamento de Incidentes

Gerenciamento de Incidentes Gerenciamento de Incidentes Os usuários do negócio ou os usuários finais solicitam os serviços de Tecnologia da Informação para melhorar a eficiência dos seus próprios processos de negócio, de forma que

Leia mais

Experiência: REDUÇÃO DA TAXA DE CANCELAMENTO DE CIRURGIAS ATRAVÉS DA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO ASSISTENCIAL

Experiência: REDUÇÃO DA TAXA DE CANCELAMENTO DE CIRURGIAS ATRAVÉS DA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO ASSISTENCIAL Experiência: REDUÇÃO DA TAXA DE CANCELAMENTO DE CIRURGIAS ATRAVÉS DA OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO ASSISTENCIAL Hospital de Clínicas de Porto Alegre Ministério da Educação Responsável: Sérgio Carlos Eduardo Pinto

Leia mais

Jardim Fim de Semana UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE

Jardim Fim de Semana UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE Jardim Fim de Semana Bruna de Carvalho Raggi Terra Carolina Ramos Troeira Fabio Jose Cação Kono Gustavo Perticarati Ruiz Polido

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE Pág. 1 0. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...2 2. OBJETIVOS....2 3. ESTIMATIVAS DO PROJETO....4 4. RISCOS DO PROJETO....5 4.1. Identificação e Análise dos Riscos....5 4.1.1. Riscos de Projeto...6 4.1.2. Riscos Técnicos....6

Leia mais

Resultado da Gestão (Jan/Dez - 2015)

Resultado da Gestão (Jan/Dez - 2015) Resultado da Gestão (Jan/Dez - 2015) Secretária Executiva Dezembro de 2015 Resultado da Gestão Janeiro à Dezembro de 2015 Gestão Voltada para Resultados Secretaria Executiva Z Resultado da Gestão Janeiro

Leia mais

CONTROLE DO GASTO PÚBLICO, DESDE AS PEQUENAS COMPRAS

CONTROLE DO GASTO PÚBLICO, DESDE AS PEQUENAS COMPRAS CONTROLE DO GASTO PÚBLICO, DESDE AS PEQUENAS COMPRAS Maria Leila Casagrande Angeliki Natsoulis Cestari Ana Paula P. Delfino Motta II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 32: Qualidade do gasto público

Leia mais

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Gerencia de Ensino e Pesquisa Coordenação de Informática Estágio supervisionado curricular.

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Gerencia de Ensino e Pesquisa Coordenação de Informática Estágio supervisionado curricular. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Gerencia de Ensino e Pesquisa Coordenação de Informática Estágio supervisionado curricular Relatório Final João Pedro Cavasin Estagiário André Luis Schwerz Orientador

Leia mais

Manual de administração

Manual de administração Manual de administração Como fazer outsourcing dos sistemas de informação Índice Introdução Passo 1 - Definir o enquadramento Passo 2 - Analisar os recursos e serviços internos Passo 3 - Analisar os recursos

Leia mais

UNG CIC Tópicos Especiais de TI. Aula 13

UNG CIC Tópicos Especiais de TI. Aula 13 Aula 13 1. Data Warehouse Armazém de Dados (Continuação) 1 Erros na implantação de um Data Warehouse Segundo o Data Warehousing Institute existem dez erros mais comuns na implantação de um Data Warehouse

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE FORNECEDORES 007/2015 - ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE FORNECEDORES 007/2015 - ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE FORNECEDORES 007/2015 - ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA 1. IDENTIFICAÇÃO Coordenação: Profª. Ingrid Eleonora Schreiber Jansch Pôrto Centro de Empreendimentos em Informática da

Leia mais

Compras de Software do Governo. eduardo.santos@planejamento.gov.br www.softwarepublico.gov.br

Compras de Software do Governo. eduardo.santos@planejamento.gov.br www.softwarepublico.gov.br Compras de Software do Governo eduardo.santos@planejamento.gov.br www.softwarepublico.gov.br Modelos de Negócios O que você vende? Qual é o modelo de negócios da sua empresa? Quanto você está faturando?

Leia mais

Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel

Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO MBA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE SÃO PAULO 2009 Gerson C. Anis e grupo de trabalho SUMÁRIO RESUMO...2

Leia mais

XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - SENDI 2002. Logística empregada na execução do Programa Luz no Campo na Bahia

XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - SENDI 2002. Logística empregada na execução do Programa Luz no Campo na Bahia XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA - SENDI 2002 Logística empregada na execução do Programa Luz no Campo na Bahia Hugo Machado S. Filho COELBA E-mail: hmachado@coelba.com.br Palavras-chave

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO Nº 115/CSJT.GP.SG, DE 15 DE MAIO DE 2012

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO Nº 115/CSJT.GP.SG, DE 15 DE MAIO DE 2012 CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO Nº 115/CSJT.GP.SG, DE 15 DE MAIO DE 2012 Aprova o cronograma das atividades relacionadas à implantação do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho

Leia mais

Capítulo 1 - Introdução 14

Capítulo 1 - Introdução 14 1 Introdução Em seu livro Pressman [22] define processo de software como um arcabouço para as tarefas que são necessárias para construir software de alta qualidade. Assim, é-se levado a inferir que o sucesso

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIEVANGÉLICA - 2015/2016. Projeto de Pesquisa do Coordenador e Subprojeto do Discente

PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIEVANGÉLICA - 2015/2016. Projeto de Pesquisa do Coordenador e Subprojeto do Discente PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIEVANGÉLICA - 20/20 Projeto de Pesquisa do Coordenador e Subprojeto do Discente Projeto de Pesquisa NOME DO COORDENADOR EM CAIXA ALTA INFORMAÇÕES GERAIS

Leia mais

Projeto de Expansão do Cartão Nacional de Saúde. Veralice Gonçalves Gilson Fraga Guimarães

Projeto de Expansão do Cartão Nacional de Saúde. Veralice Gonçalves Gilson Fraga Guimarães Projeto de Expansão do Cartão Nacional de Saúde Veralice Gonçalves Gilson Fraga Guimarães Histórico do Cadastramento Portaria GM/MS 17, de 4 de janeiro de 2001 Fase de cadastramento de 2001 a 2003 Cadastro

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Responsável pelo projeto: Gustavo Adolpho Castilho Freire - Assessor E-mail: gustavo@ibge.gov.br

Responsável pelo projeto: Gustavo Adolpho Castilho Freire - Assessor E-mail: gustavo@ibge.gov.br 1 Experiência: Sistema de Suprimento de Fundos Instituição: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Coordenação de Orçamento e Finanças Coordenador: Reinaldo Silva Pereira E-mail:

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DE PEQUENA E MÉDIA PLATAFORMA COM EFICIÊNCIA E BAIXO CUSTO

IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DE PEQUENA E MÉDIA PLATAFORMA COM EFICIÊNCIA E BAIXO CUSTO IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DE PEQUENA E MÉDIA PLATAFORMA COM EFICIÊNCIA E BAIXO CUSTO Flávio Luis de Oliveira (flavio@celepar.pr.gov.br) Helio Hamilton Sartorato (helio@celepar.pr.gov.br) Yuri

Leia mais

Organização e a Terceirização da área de TI. Profa. Reane Franco Goulart

Organização e a Terceirização da área de TI. Profa. Reane Franco Goulart Organização e a Terceirização da área de TI Profa. Reane Franco Goulart Como surgiu? A terceirização é uma ideia consolidada logo após a Segunda Guerra Mundial, com as indústrias bélicas americanas, as

Leia mais

Problemas Solicitações

Problemas Solicitações Em geral, a expressão "prioridade" significa a importância assinalada a um chamado em relação aos outros chamados e atividades. Que situações podem envolver assinalamento de prioridade? 1. Problemas: aqueles

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA 1 APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes foi elaborado para orientar a aquisição de equipamentos

Leia mais

Ligação Nova Baixa Tensão com Agendamento. Roland Artur Salaar Junior

Ligação Nova Baixa Tensão com Agendamento. Roland Artur Salaar Junior XIX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2010 22 a 26 de novembro São Paulo - SP - Brasil Ligação Nova Baixa Tensão com Agendamento Roland Artur Salaar Junior Companhia Paulista

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO N 62/CSJT.GP.SG, DE 22 DE MARÇO DE 2012

CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO N 62/CSJT.GP.SG, DE 22 DE MARÇO DE 2012 CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO ATO N 62/CSJT.GP.SG, DE 22 DE MARÇO DE 2012 Aprova o cronograma das atividades relacionadas à implantação do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho

Leia mais

Grupo de Estudos ITIL. Service Support Service Desk Rodrigo Pementa, ITIL Certified Daniel Andrade, ITIL Certified

Grupo de Estudos ITIL. Service Support Service Desk Rodrigo Pementa, ITIL Certified Daniel Andrade, ITIL Certified Grupo de Estudos ITIL Service Support Service Desk Rodrigo Pementa, ITIL Certified Daniel Andrade, ITIL Certified Missão Facilitar a restauração dos Serviços de TI ao seu estado operacional normal com

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM REGISTRO E INFORMAÇÕES EM SAÚDE

CURSO TÉCNICO EM REGISTRO E INFORMAÇÕES EM SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE/MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA E PESQUISA EM SAÚDE ESCOLA GHC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO

Leia mais

Ministério Público do Estado de Goiás

Ministério Público do Estado de Goiás Ministério Público do Estado de Goiás Apresentação Inicial PMO Institucional MP-GO 1 Um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. Em muitos casos

Leia mais

Nova Plataforma Tecnológica. Barramento/Cartão SUS. XXVII CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO 05 a 08 de Março de 2013

Nova Plataforma Tecnológica. Barramento/Cartão SUS. XXVII CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO 05 a 08 de Março de 2013 Nova Plataforma Tecnológica A construção atual feita pelo DATASUS: Barramento/Cartão SUS XXVII CONGRESSO DE SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DO ESTADO DE SÃO PAULO 05 a 08 de Março de 2013 Principais ações

Leia mais

www.internetsul.org.br Prefeituras Parceria e Oportunidade Provedor X Mantenedor Porto Alegre Wireless Março/2008

www.internetsul.org.br Prefeituras Parceria e Oportunidade Provedor X Mantenedor Porto Alegre Wireless Março/2008 Internetsul www.internetsul.org.br Prefeituras Parceria e Oportunidade Provedor X Mantenedor Porto Alegre Wireless Março/2008 Objetivos 1 Inclusão Digital / Social 2 Prefeituras 3 Parcerias e Oportunidades

Leia mais