PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA DO SISTEMA AGROINDUSTRIAL DO LEITE NO ESTADO DE SÃO PAULO

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3 PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA DO SISTEMA AGROINDUSTRIAL DO LEITE NO ESTADO DE SÃO PAULO 1ª Edição São Paulo - Abril de 2008

4 Dados Internacionais de Catalogação na publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Planejamento e gestão estratégica para o leite em São Paulo / Everton Molina Campos e Marcos Fava Neves (coordenadores) ed. -- São Paulo : SEBRAE, Vários autores. bibliografia. ISBN: Agroindústrias - São Paulo (Estado) 2. Indústria leiteira - São Paulo (Estado) 3. Leite - Aspectos econômicos - São Paulo (Estado) 4. Leite - Comercialização - São Paulo (Estado) 5. Leite - Produção - São Paulo (Estado) 6. Planejamento estratégico I. Campos, Everton Molina. II. Neves, Marcos Fava CDD Índices para catálogo sistemático: 1. São Paulo : Estado : Leite : Planejamento e gestão estratégica : Economia

5 Everton Molina Campos e Marcos Fava Neves PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA DO SISTEMA AGROINDUSTRIAL DO LEITE NO ESTADO DE SÃO PAULO Autores: Cristiane de Paula Turco Guilherme Machado Costa Helio Afonso Braga de Paiva Marcelo Francini Girão Barroso Matheus Alberto Cônsoli Mauricio Palma Nogueira Ricardo Messias Rossi Rosana de Oliveira Pithan e Silva Sérgio Pinheiro Torggler Sigismundo Bialoskorski Neto

6 SEBRAE-SP Conselho Deliberativo Presidente: Fábio de Salles Meirelles ACSP Associação Comercial de São Paulo ANPEI Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras Banco Nossa Caixa S. A. FAESP Federação da Agricultura do Estado de São Paulo FIESP Federação das Indústrias do Estado de São Paulo FECOMERCIO Federação do Comércio do Estado de São Paulo ParqTec Fundação Parque Alta Tecnologia de São Carlos IPT Instituto de Pesquisas Tecnológicas Secretaria de Estado de Desenvolvimento SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SINDIBANCOS Sindicato dos Bancos do Estado de São Paulo CEF Superintendência Estadual da Caixa Econômica Federal BB Superintendência Estadual do Banco do Brasil Diretor - superintendente Ricardo Luiz Tortorella Diretores Operacionais José Milton Dallari Soares Paulo Eduardo Stabile de Arruda Gerentes Executivos Alessandro Paes dos Reis Regina Maria Borges Bartolomei Waldir Catanzaro U.O. Desenvolvimento Territorial Gerente: Joaquim Batista Xavier Filho Equipe Técnica Paula Ornellas Belo Fagnani - Coordenadora Estadual da Cadeia de Leite e Derivados Silvio Cesar de Souza - Unidade de Desenvolvimento Territorial Cintia Luisa Carillo Maniglia - Escritório Regional de Franca Guilherme Santos e Campos - Unidade de Orientação Empresarial Roselaine dos Santos Oliveira Pedro - Unidade de Acesso a Mercados Assessoria de Marketing Gerente: Mary Rose Takahashi Ikeda Equipe Técnica Marcelo Costa Barros Patrícia de Mattos Marcelino FAESP Presidente: Fábio de Salles Meirelles Vice-Presidentes Amauri Elias Xavier Eduardo de Mesquita José Candeo Maurício Lima Verde Guimarães Diretor 1º Secretário Leny Pereira Sant anna Diretor 2º Secretário João Abrão Filho Diretor 3º Secretário Manoel Arthur Boa Ventura De Mendonça Diretor 1º Tesoureiro Luiz SuttI Diretor 2º Tesoureiro Irineu de Andrade Monteiro Diretor 3º Tesoureiro Angelo Munhóz Benko Suplentes Tirso de Salles Meirelles Pedro Luiz Olivieri Lucchesi Geraldo Cintra Diniz Armando Prato Neto Fernando Carvalho de Souza Saladino Simões de Almeida Filho Eduardo Luiz Bicudo Ferraro Marcio Antonio Vassoler Eneida Ramalho Paschoal Ivo Boton Lourival Koji Kawassima Jorge Rubez José Tadeu França Guimarães Yasuhiko Yamanaka José Rubens de Oliveira Milton Luiz Sarto Conselho Fiscal Carlos Emerenciano Tiago Onofre Machado de Oliveira Manoel Arthur B. de Mendonça Delegados Representantes Fábio de Salles Meirelles Marcos Antonio Mazeti Diretores Adaulto Luiz Lopes Nicolau de Souza Freitas Yoshimi Shintaku Manoel Carlos Gonçalves Júnior Sebastião Riboldi Guerreiro João Antonio Ferreira da Motta Affonso Bettini Clóvis Faria Barbosa Luis Francis de Menezes Antonio Valentin Del Arco José Luiz de Amoedo Campos Sussumo Hondo Pedro Aparecido Tonetti João Paulo de Camargo Victório Sergio Renato Giacomini José Manoel Soares Sobrinho Gustavo Moreto Lourival de Castro Andrioli Daniel Ferreira da Costa José Silvestre Ettruri Assis Aparecido Farinassi José Carlos Rodrigues de Almeida Colaboradores Cláudio Silveira Brisolara - Chefe do Departamento Econômico Érica Monteiro de Barros - Assessora do Departamento Econômico José Tadeu Guimarães - Presidente do Sindicato Rural de Guaratinguetá SENAR - AR/SP Conselho Deliberativo Gestão Titulares Presidente: Fábio de Salles Meirelles Representante da Administração Central Daniel Klüppel Carrara Presidente da Fetaesp Braz Agostinho Albertini Representante do Segmento das Classes Produtoras Eduardo de Mesquita Representante do Segmento das Classes Produtoras Amauri Elias Xavier Suplentes Vice-Presidente da Faesp José Candeo Representante da Administração Central Irineu de Andrade Monteiro Tesoureiro Geral da Fetaesp Waldomiro Cordeiro Representante do Segmento das Classes Produtoras José Octávio Costa Auler Representante do Segmento das Classes Produtoras Eunizio Malagutti Conselho Fiscal Regional Titulares Representante da Faesp Marcelo Gomes Aranha de Lima Representante da Administração Central João Campos Granado Representante da Fetaesp Sonia Maria Sampaio Suplentes Representante da Faesp Adaulto Luiz Lopes Representante da Administração Central Oscar Dias Lino Representante da Fetaesp Elias David de Souza OCESP SESCOOP/SP Presidente: Edivaldo Del Grande Superintendente de Projetos Educacionais e Sociais Fernanda de Castro Juvêncio Superintendente Administrativo e Financeiro Aramis Moutinho Junior Superintendente Jurídico e de Consultoria Técnica em Cooperativismo José Henrique da Silva Galhardo Consultor de Agronegócio Antonio Pedro Pezzuto Júnior Capa, diagramação e revisão: Komunic Soluções em Comunicação e Design Impressão: HR Gráfica

7 Dedicatória Dedicamos este trabalho a todos os produtores de leite do Brasil. Não temos dúvidas de que os senhores ainda serão líderes mundiais. Agradecimentos Agradecemos a todas as organizações que gentilmente colaboraram na realização deste livro, por meio de seus integrantes, respondendo a entrevistas e questionários e participando de reuniões. Elas estão citadas ao longo do material.

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9 PREFÁCIO Cadeia leiteira: tecnologia e produtividade O desenvolvimento de um sistema agropecuário forte e produtivo é intimamente ligado ao conceito de agronegócio e é inegável a relevância econômica da agricultura, que durante estes anos vem contribuindo de forma permanente para a economia do país em termos de geração de renda, emprego e desenvolvimento local e social de muitas comunidades. No entanto, não podemos em momento algum perder de vista a dimensão mais nobre e importante deste setor: colocar na mesa de milhões de brasileiros, todos os dias, alimentos saudáveis e confiáveis. A cadeia leiteira é responsável por uma série de produtos e derivados que alimentam adultos e, principalmente, crianças. O trabalho inovador de mapeamento dessa cadeia produtiva seguramente contribuirá para a definição de melhores políticas para o setor, fortalecendo principalmente as pequenas propriedades, que ao longo dos anos sempre se dedicaram à produção deste nobre alimento. Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou alguns dados preliminares do Censo Agropecuário realizado em 2006, o que nos permite avaliar o comportamento da atividade leiteira com relação à produção de leite e ao número de propriedades que se dedicam à atividade. A atividade leiteira, em 1996, estava presente em 37,2% do total de estabelecimentos agropecuários brasileiros, reduzindo para 25,8% em Os dados mostram ainda que, na última década, houve redução do número de propriedades que se dedicam ao leite em todo o Brasil. Paraná, Santa Catarina e São Paulo, considerados Estados importantes e tradicionais na atividade, reduziram cerca de 35% os estabelecimentos com esta finalidade. A produção de leite no Brasil apresentou um incremento de 6,9 bilhões de litros no período de dez anos, porém, neste mesmo período, foi reduzida em São Paulo, Ceará e Roraima. Mesmo assim, o Estado de São Paulo aparece em segundo lugar na produção de leite por propriedade, com valores próximos a 85 litros/dia. Com isso, podemos constatar que o produtor paulista já está em busca de uma maior profissionalização na atividade, com aplicação de tecnologia, mecanização e maior emprego do sistema intensivo de produção com diminuição da área utilizada para pastagem. Apesar deste aumento, a produção ainda é considerada muito baixa quando comparada a países como Nova Zelândia e Austrália, onde a média diária é próxima de três mil litros/dia. O leite é, atualmente, a cadeia do agronegócio com o maior número de pequenas propriedades atendidas pelo SENAR-AR/SP e pelo SEBRAE-SP. São mais de nove mil produtores de micro e pequeno portes, que participam das atividades oferecidas pelo Sistema Agroindustrial Integrado - SAI. Desta forma, se reforça a importância desse estudo intitulado Planejamento de Gestão Estratégica para o Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de São Paulo, pois é de grande

10 relevância a integração e o aprimoramento de toda a cadeia produtiva, considerando seu elo primordial: o homem do campo, cuja atividade agrícola é a essência do sistema. Nosso objetivo é, portanto, disseminar esse estudo, contribuindo para que os produtores rurais e empreendedores pertencentes ao setor tenham condições de incrementar a competitividade de seus negócios de forma determinante para o desenvolvimento do Estado de São Paulo e do Brasil. Trata-se de uma iniciativa séria, inovadora e profunda, realizada pelo Centro de Inteligência em Agronegócio - PENSA, ligado à Universidade de São Paulo - USP, em Ribeirão Preto/SP. Este estudo foi viabilizado por meio de parceria firmada entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Administração Regional São Paulo (SENAR-AR/SP), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (SEBRAE-SP) e a Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (OCESP-SESCOOP/SP), cujo objetivo geral é propor a estruturação de uma organização vertical para o sistema agroindustrial do leite do Estado de São Paulo, que servirá de âncora para a posterior implantação das ações do planejamento estratégico da pecuária leiteira até Realizado com a participação de vários institutos e entidades, este material pretende orientar governos, fornecendo subsídios técnicos para a formulação de políticas públicas de longo prazo e também as ações pró-ativas do SEBRAE-SP e do SENAR AR/SP para o desenvolvimento do setor. Outro aspecto revelado por esse planejamento é a importância de traçar direcionamentos estratégicos em busca do fortalecimento de todos os elos da cadeia produtiva, gerando renda e empregos. Assim, com tecnologia, capacitação, organização e cooperação, além da convergência de esforços das entidades ligadas à pecuária leiteira, e com parcerias entre essas instituições poderemos promover a constante modernização dos produtores de pequeno porte de toda a cadeia produtiva, contribuindo para dinamizar o agronegócio paulista e para a criação de uma política agrícola nacional. Fábio de Salles Meirelles Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (FAESP), do Conselho Deliberativo Estadual do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Administração Regional de São Paulo (SENAR AR/SP)

11 APRESENTAÇÃO Planejamento e Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de SP Quando soubemos da iniciativa da Câmara Setorial do Leite de São Paulo de fazer um diagnóstico da produção leiteira no País e elaborar estratégias para melhorar os resultados no Estado, não hesitamos em apoiar e participar. Como representante das cooperativas, a Ocesp tem o maior interesse neste trabalho. O cooperativismo está entranhado na produção de leite, como forma mais adequada de organizar os pecuaristas e viabilizar os negócios. Se não fossem as 350 cooperativas do setor no País, 151 mil pequenos produtores não teriam condições de armazenar, processar e comercializar o leite. No entanto, quando a política oficial enxerga o leite como alimento indispensável à mesa do brasileiro, mas não vincula a sua produção à importância social, toda a cadeia é ameaçada. Claro que também temos o nosso tanto de responsabilidade na situação preocupante que vive o setor há anos. Daí, a necessidade de uma pesquisa minuciosa para conhecermos o que se passa no leite e de estratégias para nortear todos os envolvidos, inclusive nossas cooperativas e os governos. O trabalho foi confiado ao Pensa/USP (Centro de Inteligência em Agronegócios), órgão que reúne acadêmicos e profissionais dos mais gabaritados, e contou com a parceria de entidades como o Sescoop-SP, o Sebrae-SP, a Faesp e o Senar AR-SP. A primeira etapa do estudo, conhecida como Tomografia da Cadeia do Leite, quantificou e unificou dados do setor, apontando características de produção, industrialização e consumo do leite no País. As informações, de 2004, nos revelaram, por exemplo, que o Estado de São Paulo consome 32,4% da produção de leite do País é o maior consumidor, porém só produz 8%. E o pior: a produção paulista tem caído nos últimos anos. Há uma década, representávamos 11% da produção nacional. Outro ponto relevante se refere ao movimento econômico da cadeia leiteira, de U$ 66 bilhões em 2004, montante maior do que movimenta a cadeia da laranja. Tornou-se mais visível ainda que o Estado tem grande potencial para crescer no setor, como também grandes obstáculos a superar. Faltavam-nos as estratégias, exaustivamente discutidas por representantes de toda a cadeia, em várias reuniões e workshops, e agora reunidas nesta obra como resultado da segunda fase do trabalho do Pensa. O livro nos traz a base e a orientação para tomadas de decisão, no sentido de contribuir para o aumento da produção e da qualidade do leite no Estado de São Paulo, visando melhorar a competitividade com relação a outros Estados produtores. É um material indispensável a todos os envolvidos na produção leiteira, já que aborda estratégias para aprimorar os processos dentro da porteira, nas cooperativas, nas indústrias, assim como aponta caminhos para novos nichos de mercado, inclusive no exterior.

12 Não poderia deixar de agradecer, neste final da apresentação, ao Sebrae-SP e Senar-AR/SP, especialmente ao presidente Fábio de Salles Meirelles, pela iniciativa de publicar esta obra em conjunto com o Sescoop-SP. Este livro, Fábio e amigos leitores, é fruto de um esforço cooperativo, onde vários profissionais, de diversas entidades da Cadeia Leiteira, se reuniram para buscar melhores dias a todo o setor. Assim nasceu a obra, como nascem as nossas cooperativas, para encontrar soluções e proporcionar o bem-estar aos associados, seus familiares e comunidade. Edivaldo Del Grande Presidente da Ocesp (Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo) e do Sescoop/SP (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de São Paulo)

13 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO.ū O PENSA e o SAG Leite no Brasil GESis Leite SP Metodologia GESis Leite SP Membros dos comitês gestores COMO MONTAR UM PLANO ESTRATÉGICO PARA UM SISTEMA AGROINDUSTRIAL? O MÉTODO GESIS Objetivos do capítulo Introdução...ū Aspectos Teóricos Relevantes O Método de Planejamento e Gestão Estratégica de Sistemas Produtivos (método GESis) usado no Sistema Agroindustrial do Leite Considerações finais BENCHMARKING INTERNACIONAL Dairy Australia..ū Organizações Verticais: DFA Australian Dairy Farmers Association Share Dairy Farming Fonterra...ū ESTRUTURAÇÃO DE UMA ORGANIZAÇÃO VERTICAL PARA O SISTEMA AGROINDUSTRIAL DO LEITE NO ESTADO DE SÃO PAULO Introdução, objetivos e metodologia Teorias de apoio.ū Resultados...ū Próximos passos.ū CENTRO DE INTELIGÊNCIA DO SISTEMA AGROINDUSTRIAL DO LEITE Introdução, objetivos e metodologia Teorias de apoio.ū Benchmarking de sistemas de informação de sistemas produtivas Proposta de estruturação de um Centro de Inteligência para o sistema do Leite São Paulo (CinLeite)...ū PLANO DE COMPETITIVIDADE DAS FAZENDAS Introdução...ū Importância do Plano de Competitividade das Fazendas Objetivos do Plano de Competitividade para as Fazendas Apoio Teórico e Metodologia Análise da Competitividade Atual nas Fazendas Condições para a Competitividade Plano de Ações para Aumentar a Competitividade das Fazendas Capacitação Gerencial Geração e Difusão de Tecnologias Propostas de Ações Considerações Finais PLANO ESTRATÉGICO PARA AS COOPERATIVAS Cooperativismo ū Benchmarking internacional A implementação de estratégias para o caso brasileiro Integração entre cooperativas...158

14 7.5. Aspectos gerais.ū Propostas para cooperativas paulistas PLANO DE CAPACITAÇÃO PARA O SISTEMA AGROINDUSTRIAL DO LEITE Importância, Objetivos e Métodos Teorias de Apoio Benchmarking...ū Projetos...ū Ações...ū Anexos: Mapa e Gráficos PLANO DE COMPETITIVIDADE E SUSTENTABILIDADE DA INDÚSTRIA DE LÁCTEOS...ū Introdução, Objetivos e Metodologia Teorias de Apoio Análise da Competitividade de Indústria de Produtos Lácteos Projetos Estratégicos PLANO DE EXPANSÃO DA EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS LÁCTEOS Introdução, Objetivos e Metodologia Teorias de Apoio Painel do Mercado Lácteo Mundial e Oportunidades Barreiras à Exportação Características das Exportações Paulistas de Produtos Lácteos Projetos Estratégicos OPORTUNIDADES EM MARKETING PARA O SISTEMA AGROINDUSTRIAL DO LEITE...ū Introdução, Objetivos e Métodos Teorias de Apoio Programas Institucionais Certificação do produto originado no Estado de São Paulo Caracterização de Nichos e Segmentos de Mercado e Oportunidades Oportunidades no Marketing Mix Plano estratégico para o Sistema Produtivo do Leite no Estado de São Paulo Conclusões...ū IMPORTÂNCIA DA CONFORMIDADE Introdução, Objetivos e Método Tipos de Leite, conformidade, não-conformidade e problemas existentes O Problema da Não-Conformidade Leite Fluído com Mistura de Soro Métodos de Análise Principais Não-conformidades no Leite Marco Legal...ū Ações para Minimizar a não-conformidade em Leite Fluído Conclusão...ū PLANO DE QUALIDADE DO LEITE Introdução...ū Importância da Qualidade do Leite Objetivos do Plano Qualidade do Leite Apoio Teórico e Metodologia Esforços no Sentido de Garantir a Qualidade do Leite Criação de Manuais de Boas Práticas Programa Nacional de Qualidade do Leite Base Metodológica para Garantir a Qualidade do Leite...309

15 13.9. Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) Plano de Ações.ū Considerações Finais ANÁLISE LEGAL E TRIBUTÁRIA DO PROJETO DE GESTÃO ESTRATÉGICA PARA O SISTEMA DO LEITE DO ESTADO DE SÃO PAULO Introdução...ū Importância do Projeto A Guerra Fiscal dos Estados Impactos do ICMS no sistema Produtiva do Leite e Derivados do Estado de São Paulo O Produtor Empresa Reflexão...ū 351 Bibliografia...ū 353

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17 1. INTRODUÇÃO Marcos Fava Neves e Everton Molina Campos O PENSA (Centro de Inteligência em Agronegócios) foi convidado em meados de 2004 pela Câmara Setorial do Leite no Estado de São Paulo, a estudar o Sistema Agroindustrial do Leite no Brasil. Para o grupo, que por mais de 15 anos vem estudando sistemas agroindustriais no Brasil e no exterior, estudar o SAG do Leite parecia ser um desafio amplo e demasiadamente complexo, levandose em conta os diversos aspectos e complexidades existentes neste sistema que deveriam ser considerados. A metodologia de trabalho do PENSA fundamenta-se na análise de redes agroalimentares. Todo o enfoque de análise do PENSA parte de uma visão de redes de empresas, a partir da dinâmica do consumidor, e os conseqüentes desdobramentos para os demais agentes do sistema produtivo (distribuição, indústria e produtores). Figura 1.1: Área de atuação do PENSA Estudos e Pesquisas Educação Continuada Projetos e Expansão Fonte: GESis Leite SP Dentro das atividades do PENSA destacam-se profissionais com experiência prática e teórica nos processos de planejamen- Planejamento e Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de São Paulo 17

18 to estratégico e estruturação de instituições públicas e privadas aliando-se a este foco de conhecimento, a experiência na dinâmica das redes de negócios. O PENSA tem três áreas claras de atuação que são totalmente interligadas e podem ser visualizadas na figura 1.1. A primeira trata de pesquisa acadêmica realizada nos diversos projetos desde graduação a pós-doutorado desenvolvido pelos pesquisadores do programa. A segunda tem relação com projetos de extensão, em que são oferecidos diversos cursos nas áreas dos agronegócios em parcerias com fundações, universidades e empresas. A terceira área trata de projetos de assessoria e consultoria que são realizados pelo grupo. Este projeto foi desenvolvido em parceria com o grupo Markestrat que é uma organização que integra professores, doutores e mestres ligados aos departamentos de Administração e Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. O Grupo foi fundado em 2004 visando desenvolver estudos e projetos em marketing e estratégia em diversos setores da Economia. O Markestrat tem seu enfoque principal voltado para a análise, planejamento e implementação de estratégias para empresas orientadas ao mercado com enfoque em redes produtivas (Networks). Sua missão é Desenvolver e Aplicar Conhecimento sobre Gestão de Estratégia e Marketing em Redes Produtivas, Visando Aumentar a Competitividade das Empresas, por meio da Interação entre Pesquisa, Ensino e Extensão O PENSA e o SAG Leite no Brasil Há muito o PENSA se relaciona com o SAG do leite no Brasil, desde os trabalhos seminais da equipe liderada pela Profa. Dra. Elizabeth Farina. A parceria mais recente do PENSA com o SAG do Leite no Brasil foi no ano de 2005 num primeiro trabalho denominado de Tomografia do Sistema Agroindustrial do Leite no Brasil, onde informações de todo o sistema foram levantadas e apresentadas num workshop realizado no final deste mesmo ano com a presença de mais de 100 integrantes do sistema produtiva. 18 Planejamento e Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de São Paulo

19 Como resultado deste estudo, pode-se quantificar que o Sistema Agroindustrial do Leite no Brasil movimentou no ano de 2004 um montante de R$ 66,3 bilhões. Estes dados foram conseguidos através das informações levantadas em todos os elos do sistema produtiva utilizando a metodologia de Gestão Estratégica de Sistemas Agroindustriais (GESis) proposto pelo Professor Marcos Fava Neves e aceito num dos principais congressos do Brasil, a ANPAD no ano de Os resultados deste trabalho foram então compilados e apresentados em um workshop realizado na Faculdade de Economia e Administração da USP de Ribeirão Preto. Um livro denominado Estratégias para o Leite no Brasil (Figura 1.2) também foi elaborado e publicado pela Editora Atlas que tem como coordenadores os professores Matheus Alberto Cônsoli e Marcos Fava Neves. Figura 1.2: Capa do livro Estratégias para o Leite no Brasil O livro pode ser obtido através do site da Editora Atlas: Planejamento e Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de São Paulo 19

20 Como resultado do projeto de Tomografia do sistema do Leite, um conjunto de 70 ações estratégicas também foram levantadas e priorizadas pelos agentes do sistema produtiva presentes no workshop. Estas ações foram classificadas em diversos vetores: educação, coordenação, tecnologia, marketing e ambiente institucional e com a ajuda de importantes integrantes de diversos elos do sistema produtiva foram estruturados em 10 projetos estratégicos mais um projeto âncora para a implementação dos demais. O projeto âncora está relacionado à estruturação de uma organização vertical para o Sistema Agroindustrial do Leite no Brasil enquanto que os demais projetos estão relacionados a diversas áreas. Segue, abaixo, a lista dos 10 projetos priorizados que compõem a segunda fase do relacionamento do PENSA com a SAG do Leite através do projeto de GESis Leite SP Centro de Inteligência do sistema do Leite 2. Capacitação de unidades produtivas 3. Programa de qualidade do leite 4. Plano de competitividade nas fazendas 5. Planejamento estratégico de cooperativas 6. Plano de competitividade e sustentabilidade industrial 7. Plano de expansão e sustentabilidade da exportação 8. Oportunidades de mercado 9. Análise legal e de não conformidades 10. Análises jurídico-societária e fiscal do sistema do leite 1.2. GESis Leite SP 2010 O projeto de Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de São Paulo busca através da elaboração de ações estratégicas a serem implementadas até o ano de 2010 o aumento de competitividade de todos os integrantes do sistema. Para viabilização deste projeto, as organizações SEBRAE-SP, FAESP/SENAR e SESCOOP fizeram uma parceria para viabilizar a elaboração deste projeto. Como apoios institucionais também fizeram parte as seguintes organizações: Secretaria da Agricultura 20 Planejamento e Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de São Paulo

21 do Estado de São Paulo através da CODEAGRO, EMBRAPA, IEA e Leite São Paulo. Entidades financiadoras: Apoio institucional: Figura 1.3: Logos das entidades financiadoras e entidades que apoiaram institucionalmente o projeto Além da equipe PENSA e Markestrat também fizeram parte do projeto as equipes do Programa de Estudos e Pesquisas em Cooperativismo da FEA/USP Ribeirão Preto, a Scot Consultoria além do Escritório Machado e Machado Advogados e Uni.Business. Estas organizações reuniram um grupo de 20 pessoas entre alunos de graduação, pós-graduandos, técnicos da área além de professores da Universidade de São Paulo. Figura 1.4: Logos das entidades parceiras na execução do projeto A participação das entidades financiadoras justifica-se, pois com a implementação das ações decorrentes do projeto de Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite, espera-se um fortalecimento dos agentes do sistema no Estado, garantindo um desenvolvimento Planejamento e Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de São Paulo 21

22 dos micros, pequenos, médios e grandes produtores, laticínios e indústrias dispersos pelo Estado, mantendo assim os empregos, renda e arrecadação de tributos, desenvolvendo o sistema e melhorando sua competitividade frente aos demais Estados produtores Metodologia GESis Leite SP 2010 Figura 1.5: Metodologia de implementação do GESis Leite 2010 membro comitê Resultados da Tomografia do leite 2006 Análise do ambiente interno (dados secundários) Definição escopo dos projetos Benchmarking internacional (Visitas à Austrália e Nova Zelândia + dados secundários) 1º Workshop - Expomilk Detalhamento das principais idéias Reuniões comitê 2º Workshop - USP - RP Detalhamento estratégico dos projetos 3º Workshop - FEA - RP novas idéias Fonte: GESis Leite SP A implementação do projeto GESis Leite SP 2010 começou em uma reunião realizada com alguns membros do sistema produtiva em que foi determinado o escopo de cada um dos 10 projetos. Para auxiliar nesta definição dos escopos, foi realizada uma análise do ambiente interno através de pesquisa de dados secundários e primários e um benchmarking internacional realizado em organizações na Austrália e Nova Zelândia que estão detalhados no capítulo 3. Depois de definido o escopo dos 10 projetos, foi realizado um 1º Workshop com diversos membros do sistema agroindustrial do leite durante a Expomilk em São Paulo. Neste workshop foram apresenta- 22 Planejamento e Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de São Paulo

23 dos os resultados do ambiente interno e do benchmarking internacional, além de definir os membros dos comitês gestores que fizeram parte na elaboração dos projetos estratégicos. Após a realização do 1º Workshop as idéias sugeridas foram adicionadas e o detalhamento das ações estratégicas foi efetuado. Nesta segunda etapa, pesquisas, entrevistas e visitas foram realizadas de forma a contribuirem para o desenvolvimento dos projetos. Um segundo workshop foi realizado na FEA/USP em Ribeirão Preto no início de fevereiro. Neste workshop foram apresentadas as principais ações estratégicas propostas. Após a apresentação, foi realizada uma segunda reunião com os membros dos comitês gestores em que as ações propostas foram novamente debatidas. Numa terceira etapa do projeto, as ações sugeridas foram detalhadas estrategicamente, definindo-se prazos, custos e responsáveis. Estas ações foram então apresentadas em um terceiro e último workshop no qual estavam presentes algumas lideranças do sistema produtiva para validação das ações propostas Membros dos comitês gestores Participaram deste projeto as seguintes pessoas que gostaríamos de agradecer a disponibilidade e colaboração ao atender os integrantes de nossa equipe: Ademir de Lucas (ESALQ-USP); Ana Maria Amaral (IEA); André de F. Pedroso (EMBRAPA/ CPPSE); Antônio Julião Damásio (Câmara Setorial do Leite SP/COLASO); Antonio José Xavier (AEX Consultoria); Cícero Hegg (Laticínios Tirolez); Cíntia Luisa (SEBRAE-SP); Claudia Cristina P. Paz (APTA/ SAA); Claudia Rodrigues Pozzi (APTA IZ); Claudio Silveira Brisolara (FAESP); Daniel de Figueiredo Felippe (Nilza Alimentos); Deise Marsiglia (Instituto Adolf Lutz); Dirceu Torres (ABIQ); Diva Burnier (IBGE); Edimir de Oliveira (OCESP/SESCOOP); Eduardo Lopes de Freitas (COONAI); Érica Monteiro de Barros (FAESP); Felix Alle Junior (Laticinios Tirolez); Francisco Peres Junior (SAA-PR); Guilherme Santos e Campos (SEBRAE-SP); Ignez Novaes de Góes Planejamento e Gestão Estratégica do Sistema Agroindustrial do Leite no Estado de São Paulo 23

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