LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA"

Transcrição

1 AULA 9 PG 1

2 Este material é parte integrante da disciplina Linguagem e Argumentação Jurídica oferecido pela UNINOVE. O acesso às atividades, as leituras interativas, os exercícios, chats, fóruns de discussão e a comunicação com o professor devem ser feitos diretamente no ambiente de aprendizagem on line. AULA 9 PG 2

3 Sumário AULA 09 A DISSERTAÇÃO NO TEXTO JURÍDICO...4 AULA 9 PG 3

4 AULA 09 A DISSERTAÇÃO NO TEXTO JURÍDICO Dando continuidade ao estudo das tipologias textuais no discurso jurídico, vimos na aula passada a narração propriamente dita e como ela pode apresentar aspectos de dissertação e de descrição. Nesta aula, vamos nos concentrar na dissertação que é o principal tipo de texto produzido pela comunidade jurídica. Não se pode perder de vista que o texto dissertativo é aquele em que se busca expor uma ideia, podendo ser expositivo ou argumentativo ou ainda expositivo argumentativo, como ocorre com a maioria das produções textuais jurídicas, de que servem de exemplo os recursos, as sentenças e acórdãos. Uma preocupação deve estar sempre presente no texto dissertativo. Ele representa uma tomada de posição diante de um dado tema ou problema. Assim é o que ocorre com o advogado do autor ao sustentar a violação do direito do cliente para o que pretende uma sentença favorável como o que acontece com o advogado do réu, ao sustentar a adequação do comportamento do seu cliente ao ordenamento jurídico ou à regra do contrato, por exemplo, para pedir por uma sentença desfavorável à parte contrária. Ao juiz, na sentença, considerada a sua função de aplicador do direito, cabe tomar uma posição diante do conflito que lhe foi submetido, estampando na sentença a sua decisão, que a partir dos fundamentos que invocar convencerá ou não um dos demandantes, que não satisfeitos com a decisão, hão de recorrer e no Tribunal irão buscar o convencimento do colegiado acerca do acerto ou desacerto da decisão de primeiro grau. O texto dissertativo seja expositivo, seja argumentativo está presente na petição inicial com a fundamentação do pedido. Veja que o advogado do autor, por determinação do artigo 282, do Código de Processo Civil, além de declinar a causa de pedir, isto é, narrar os fatos jurídicos relevantes para a demanda, como vimos na aula anterior, deve apontar as consequências desses fatos e, depois, a violação do direito do cliente. Perceba se que não se trata de mera descrição ou de uma narração, mas de verdadeira fundamentação do segue logo abaixo, que é o pedido. Os pedidos formulados ao juiz devem ser justificados, devem apresentar se numa relação de causa e efeito. O estabelecimento dessa correlação necessária entre os fatos causa de pedir e o pedido consiste na parte dissertativa AULA 9 PG 4

5 expositiva quando se tratar de questões jurídicas mais simples, para o que bastará a invocação do texto normativo. Nem sempre, contudo, as questões levadas ao Poder Judiciário são simples. Então, nas causas mais complexas, que imponham outros desdobramentos, o texto dissertativo não poderá ser simplesmente expositivo, mas sim argumentativo para que uma tese, por meio dos argumentos jurídicos, seja defendida. Vimos falando do advogado do autor, mas o advogado do réu, na contestação, não se limita a descrever quaisquer fatos. De acordo com o artigo 333, II, do Código de Processo Civil, o advogado do réu, na contestação, que é a peça processual de defesa mais importante no processo civil, deve descrever três tipos de fatos. Os fatos que devem ser descritos pelo advogado na contestação são aqueles que de alguma forma impeçam o exercício do direito alegado pelo autor. São os chamados fatos impeditivos. Pode, também, o advogado descrever fatos que modifiquem esse mesmo direito do autor. São os chamados fatos modificativos. E por fim, pode o advogado descrever fatos extingam esse direito. São os chamados fatos extintivos do direito.a contestação é ou pode não ser apenas um texto narrativo ou descritivo, impondo se que ele adote uma estrutura dissertativa argumentativa. Lembre se que o réu sempre quer uma sentença que seja desfavorável ao autor e por isso haverá de invocar argumentos contrários àqueles levantados pelo autor na petição inicial ou no recurso. Aliás, a petição recursal é o veículo, por excelência de texto dissertativo argumentativo, na medida em que aquele a quem for dada uma sentença desfavorável, ao valer se do segundo grau de jurisdição, poderá recorrer ao Tribunal para que, apontando o desacerto da decisão ou da sentença e buscando convencer e persuadir o colegiado, logre êxito na modificação da decisão ou da sentença. Em qualquer desses tipos de textos jurídicos, o advogado deve valer se não apenas da demonstração conceitual da tese que defende, mas também da demonstração factual, isto é, das provas que vai produzir ao longo do processo e na fase probatória, o que significa dizer que a produção argumentativa do advogado não se dá em certos e determinados momentos, mas ao longo de todo o processo judicial que se desenvolve numa estrutura dialética. Perceba se, portanto, que a lógica da argumentação jurídica não está fundada na busca de uma verdade absoluta, mas na persuasão e no convencimento a respeito da versão dos fatos e das teses debatidas e demonstradas. AULA 9 PG 5

6 A par do estatuto ético que rege a atuação do advogado dentro e fora do juízo, o principal comprometimento desses operadores do direito é a proteção da ordem jurídica violada com o conflito. Por isso, a atuação do advogado se volta para a demanda e os textos produzidos por advogados são parciais, na medida em que representam os interesses das partes que são os sujeitos parciais do processo. O juiz está equidistante dos interesses contrapostos na demanda e, como garantia institucional, deve ser imparcial, produzir um texto jurídico menos subjetivo do que aquele produzido pelos advogados. Diz se menos subjetivo, porquanto para a aplicação da norma jurídica será preciso interpretá la e a interpretação como ato de vontade e um ato de inteligência não se reveste de neutralidade axiológica. Isto é, o juiz ao interpretar a norma e fazê la incidir sobre o caso concreto para solucionar o conflito não o faz ao arrepio de seus valores morais, religiosos, políticos ou ideológicos. É importante ter em mente que o juiz não tem conhecimento do fato real, senão por meio das versões apresentada pelos advogados nos seus escritos processuais, por isso a importância da boa construção da peça processual, por isso determina o artigo 458, do Código de Processo Civil, que logo após o relatório, que vimos na aula anterior apresentar uma estrutura narrativa, segue a fundamentação. A fundamentação é a alma da sentença, pois é nela que o juiz vai examinar os fatos e os fundamentos apresentados pelos advogados em suas produções textuais ao longo do processo. É na fundamentação que o juiz desenvolve um texto argumentativo, traçando de forma lógica e coerente a solução que vai apresentar na parte final da sentença, chamada de dispositivo. E tanto uma parte quanto outra devem ser claras, coerentes, coesas e fácil compreensão. Perceba que a argumentação da sentença está endereçada à parte que perdeu a demanda. Para uma síntese dessa primeira metade do nosso curso de Linguagem e Argumentação Jurídica e de tudo quanto vimos até agora, não perca de vista que a construção de um texto jurídico segue, ao menos em tese, a mesma estrutura dos textos não jurídicos. Assim, um advogado, um juiz, um promotor, um delegado poderá produzir uma narração, uma descrição ou uma dissertação. A particularidade do texto jurídico reside no tema tratado e na finalidade da comunicação escrita. AULA 9 PG 6

7 Como qualquer outro texto, o jurídico deve ser claro, preciso, coeso, coerente, fluente, o que se consegue com o planejamento, com a organização de ideias, com seu encadeamento lógico e natural, com a escolha do estilo e do vocabulário. Seja qual for o texto jurídico que você vá produzir, uma petição inicial, uma contestação ou razão de algum recurso, além de você ter de seguir e de se preocupar com o aspecto formal do texto, que será objeto de estudo numa disciplina própria chamada de Prática Jurídica, você não pode se esquecer da estrutura básica do texto, qual seja, introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Você já sabe que na introdução você deve estabelecer o assunto de que vai tratar, apontando para o interlocutor o tema. No desenvolvimento, você não deve apenas fundamentar suas ideias, deve explicar as razões do raciocínio, deve expor os argumentos de forma a convencer e persuadir o interlocutor da tese que você apontou na introdução, e para tanto é importante que você conheça os operadores argumentativos ou sinalizadores de argumentação, que são palavras que indicam a introdução de argumentos. Por fim, na conclusão, depois de apresentar uma síntese das principais ideias discutidas. AULA 9 PG 7

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA AULA 8 PG 1 Este material é parte integrante da disciplina Linguagem e Argumentação Jurídica oferecido pela UNINOVE. O acesso às atividades, as leituras interativas, os exercícios, chats, fóruns de discussão

Leia mais

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA AULA 14 PG 1 Este material é parte integrante da disciplina Linguagem e Argumentação Jurídica oferecido pela UNINOVE. O acesso às atividades, as leituras interativas, os exercícios, chats, fóruns de discussão

Leia mais

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA AULA 2 PG 1 Este material é parte integrante da disciplina Linguagem e Argumentação Jurídica oferecido pela UNINOVE. O acesso às atividades, as leituras interativas, os exercícios, chats, fóruns de discussão

Leia mais

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA AULA 17 PG 1 Este material é parte integrante da disciplina Linguagem e Argumentação Jurídica oferecido pela UNINOVE. O acesso às atividades, as leituras interativas, os exercícios, chats, fóruns de discussão

Leia mais

PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA PARÁGRAFO DE CONCLUSÃO

PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA PARÁGRAFO DE CONCLUSÃO PARÁGRAFO DE CONCLUSÃO O parágrafo de conclusão é muito importante, porque é o fechamento tanto da narração jurídica quanto da dissertação jurídica da peça processual. Na primeira parte da peça processual,

Leia mais

Metodologia Científica

Metodologia Científica Metodologia Científica O PROCESSO DE LEITURA E DA PRODUÇÃO DE TEXTOS Profª Ma. Fabiana Rocha O PROCESSO DE LEITURA Importância da Leitura Aprendizagem do ser humano; Enriquecer o vocabulário; Obter conhecimento;

Leia mais

Faculdade de Direito de Franca

Faculdade de Direito de Franca PRÁTICA JURÍDICA CIVIL I PLANO DE ENSINO 2015 1. INFORMAÇÕES GERAIS: Professor Doutor José Antônio de Faria Martos Departamento: Direito Público Disciplina: Prática Jurídica I série: 4ª Turma (s): A e

Leia mais

IMPACTOS CORPORATIVOS SOBRE AS ALTERAÇÕES DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Carolina Sayuri Nagai Calaf

IMPACTOS CORPORATIVOS SOBRE AS ALTERAÇÕES DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Carolina Sayuri Nagai Calaf IMPACTOS CORPORATIVOS SOBRE AS ALTERAÇÕES DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Carolina Sayuri Nagai Calaf O QUE MUDOU EM LINHAS GERAIS Parágrafo 5º, no art. 46: Execução Fiscal sempre será proposta no domicílio

Leia mais

Projeto 1000 no Enem. Conclusão. Bruna Camargo (67) (Aulas particulares)

Projeto 1000 no Enem. Conclusão. Bruna Camargo (67) (Aulas particulares) Projeto 1000 no Enem Conclusão OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: Nas dissertações, a conclusão é a parte final que condensa os pontos centrais da discussão, inclusive o posicionamento apresentado na tese. A conclusão

Leia mais

2ª TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ

2ª TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ 2ª TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ Processo nº 2009.70.56.000660-8 Relatora: Juíza Federal Andréia Castro Dias Recorrente: PEDRO FERNANDES Recorrido: INSTITUTO NACIONAL

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Sujeitos Processuais. Gustavo Badaró aula de

Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Sujeitos Processuais. Gustavo Badaró aula de Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo Sujeitos Processuais Gustavo Badaró aula de 11.10.2016 1. Noções Gerais 2. Juiz PLANO DA AULA Peritos, interpretes e auxiliares da justiça 3. Ministério

Leia mais

Auxiliar Jurídico. Módulo III. Aula 01

Auxiliar Jurídico. Módulo III. Aula 01 Auxiliar Jurídico Módulo III Aula 01 1 INTRODUÇÃO O 3º módulo correspondente ao Direito Processual do Trabalho que trata de alguns mecanismos processuais dentro da Justiça do Trabalho. Estudaremos ainda,

Leia mais

AULA 06 Diretrizes para a leitura, análise e interpretação de textos

AULA 06 Diretrizes para a leitura, análise e interpretação de textos 1 AULA 06 Diretrizes para a leitura, análise e interpretação de textos Ernesto F. L. Amaral 19 de março de 2010 Metodologia (DCP 033) Fonte: Severino, Antônio Joaquim. 2007. Metodologia do trabalho científico.

Leia mais

PROCESSO CIVIL II. Formação do Processo. UNIC Universidade de Cuiabá. Prof. Eduardo Ramsay de Lacerda

PROCESSO CIVIL II. Formação do Processo. UNIC Universidade de Cuiabá. Prof. Eduardo Ramsay de Lacerda PROCESSO CIVIL II Formação do Processo UNIC Universidade de Cuiabá Prof. Eduardo Ramsay de Lacerda O PROCESSO O processo é uma relação jurídica, que apresenta dois aspectos: a) material, consistente no

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA PLANO DE ENSINO

FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA PLANO DE ENSINO FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA PLANO DE ENSINO - 2015 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 PROFESSOR: Iara Marthos Águila 1.2 DEPARTAMENTO: Direito Privado 1.3 DISCIPLINA: Direito do Trabalho 1.4 SÉRIE: 5º. Ano TURMAS:

Leia mais

Quais os três conceitos fundamentais do direito processual?

Quais os três conceitos fundamentais do direito processual? Quais os três conceitos fundamentais do direito processual? Jurisdição + Ação ( e defesa) + Processo Qual o conceito de ação? AÇÃO= direito ( ou poder) de exigir do Estado o exercício da atividade jurisdicional

Leia mais

Olá, pessoal! Chegamos ao nosso sétimo módulo. Falaremos da petição inicial, da(s) resposta(s) do réu e do fenômeno da revelia.

Olá, pessoal! Chegamos ao nosso sétimo módulo. Falaremos da petição inicial, da(s) resposta(s) do réu e do fenômeno da revelia. CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE PROCESSO CIVIL PONTO A PONTO PARA TRIBUNAIS MÓDULO 7 PETIÇÃO INICIAL. RESPOSTA DO RÉU. REVELIA. Professora: Janaína Noleto Curso Agora Eu Passo () Olá, pessoal! Chegamos

Leia mais

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO JURÍDICA AULA 20 PG 1 Este material é parte integrante da disciplina Linguagem e Argumentação Jurídica oferecido pela UNINOVE. O acesso às atividades, as leituras interativas, os exercícios, chats, fóruns de discussão

Leia mais

ESTUDO SOBRE AS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DO PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS DO FNPETI, JUNTO À ONU

ESTUDO SOBRE AS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DO PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS DO FNPETI, JUNTO À ONU ESTUDO SOBRE AS POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DO PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS DO FNPETI, JUNTO À ONU I) HISTÓRICO: Estudos e deliberações da Coordinfância sobre o tema autorizações judiciais; Sistema de controle criado

Leia mais

Informação sobre Exame de Equivalência à Frequência. Prova de Inglês 367 Ensino Secundário) Duração da Prova: 90 minutos (escrita) 25 minutos (oral)

Informação sobre Exame de Equivalência à Frequência. Prova de Inglês 367 Ensino Secundário) Duração da Prova: 90 minutos (escrita) 25 minutos (oral) Informação sobre Exame de Equivalência à Frequência Prova de Inglês 367 Ensino Secundário) Duração da Prova: 90 minutos (escrita) 25 minutos (oral) 1. Objeto de avaliação A prova a que esta informação

Leia mais

Anexo B Relação de Assuntos Pré-Requisitos à Matrícula

Anexo B Relação de Assuntos Pré-Requisitos à Matrícula Anexo B Relação de Assuntos Pré-Requisitos à Matrícula MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL 6º ANO Ensino

Leia mais

Por iniciativa das partes (art. 262 Regra Geral). Princípio da Inércia. Princípio Dispositivo. Desenvolvimento por impulso oficial.

Por iniciativa das partes (art. 262 Regra Geral). Princípio da Inércia. Princípio Dispositivo. Desenvolvimento por impulso oficial. Direito Processual Civil I EXERCÍCIOS - 2º BIMESTRE Professor: Francisco Henrique J. M. Bomfim 1. a) Explique como ocorre a formação da relação jurídica processual: R. Início do Processo: Por iniciativa

Leia mais

A R G U M E N T A Ç ÃO. João Bosco Medeiros

A R G U M E N T A Ç ÃO. João Bosco Medeiros A R G U M E N T A Ç ÃO João Bosco Medeiros Argumentação é um procedimento que se utiliza para tornar uma tese aceitável. Argumentos e provas motivam o convencimento, levam à persuasão. A marca do texto

Leia mais

Gêneros Textuais. E aí, beleza!? Vamos juntos dar uma olhada em algumas dicas importantes de gêneros textuais?

Gêneros Textuais. E aí, beleza!? Vamos juntos dar uma olhada em algumas dicas importantes de gêneros textuais? Gêneros Textuais E aí, beleza!? Vamos juntos dar uma olhada em algumas dicas importantes de gêneros textuais? Para começar, vamos observar as imagens abaixo, reproduções de uma receita, uma manchete de

Leia mais

UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO. Curso de Licenciatura em Direito em Língua Portuguesa. Ano lectivo de 2014/2015

UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO. Curso de Licenciatura em Direito em Língua Portuguesa. Ano lectivo de 2014/2015 UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO Curso de Licenciatura em Direito em Língua Portuguesa Ano lectivo de 2014/2015 DIREITO PROCESSUAL CIVIL I (Disciplina anual do 3.º ano) Responsável pela regência:

Leia mais

Defesa do réu. Espécies de defesa. 1. Matéria. I. Defesa contra o processo

Defesa do réu. Espécies de defesa. 1. Matéria. I. Defesa contra o processo Defesa do réu O réu ao ser citado é levado a assumir o ônus de defender-se. Bilateralidade da ação/do processo. Ao direito de ação do autor (pretensão deduzida em juízo), equivale o direito de defesa do

Leia mais

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária D- 24 4º 04 Semanal Semestral 04 60

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária D- 24 4º 04 Semanal Semestral 04 60 e Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária D- 24 4º 04 Semanal Semestral 04 60 Nome da Disciplina DIREITO PROCESSUAL CIVIL I Curso DIREITO D- 15 TEORIA GERAL DO PROCESSO(MATRIZ 2008/01) D- 17 TEORIA

Leia mais

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO

PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO PROVA DAS DISCIPLINAS CORRELATAS TEORIA GERAL DO DIREITO P á g i n a 1 Questão 1. Hans Kelsen em sua obra Teoria Pura do Direito : I. Define a Teoria Pura do Direito como uma teoria do Direito positivo

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 Português (2.º Ciclo) Perfil de Aprendizagens Específicas

ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 Português (2.º Ciclo) Perfil de Aprendizagens Específicas ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 Português (2.º Ciclo) Perfil de Aprendizagens Específicas (ponto 2 do artigo 7º do Despacho Normativo nº1-f/2016, de 5 de abril) 5.º Ano Interpretar textos orais breves.

Leia mais

EsPCEx/ EsSA REDAÇÃO -AULA 1. Profa. ElisângelaLopes

EsPCEx/ EsSA REDAÇÃO -AULA 1. Profa. ElisângelaLopes EsPCEx/ EsSA REDAÇÃO -AULA 1 Profa. ElisângelaLopes Metodologia de trabalho Uma aula semanal de 1:30 h Intercalaremos Aula expositiva e Produção de texto Literatura aula expositiva e correção de exercícios

Leia mais

CRÍTICAS À ALTERAÇÃO NO REGIMENTO INTERNO DO TST cancelamento de sustentações orais. Da Academia Nacional de Direito do Trabalho.

CRÍTICAS À ALTERAÇÃO NO REGIMENTO INTERNO DO TST cancelamento de sustentações orais. Da Academia Nacional de Direito do Trabalho. CRÍTICAS À ALTERAÇÃO NO REGIMENTO INTERNO DO TST cancelamento de sustentações orais. José Alberto Couto Maciel. Da Academia Nacional de Direito do Trabalho. O Tribunal Superior do Trabalho, em decisão

Leia mais

D º 04 DIREITO PROCESSUAL CIVIL II

D º 04 DIREITO PROCESSUAL CIVIL II D - 31 5º 04 Semanal Semestral 04 60 DIREITO PROCESSUAL CIVIL II D.34- DIREITO PROCESSUAL CIVIL I (MATRIZ 2008/01) D.24- DIREITO PROCESSUAL CIVIL I (MATRIZ 2008/02) Da Sentença. Requisitos da Sentença.

Leia mais

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Governador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Governador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Governador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: sei-cesucol@vsp.com.br FACULDADE

Leia mais

UNIP Universidade Paulista Campus Anchieta Direitos Fundamentais Turma DR2P39 (Sexta-feira às 21:00 horas) Prova dia 27/09/2013

UNIP Universidade Paulista Campus Anchieta Direitos Fundamentais Turma DR2P39 (Sexta-feira às 21:00 horas) Prova dia 27/09/2013 UNIP Universidade Paulista Campus Anchieta Direitos Fundamentais Turma DR2P39 (Sexta-feira às 21:00 horas) Prova dia 27/09/2013 A prova consistirá na escrita de MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO. O modelo

Leia mais

PLANO DE ENSINO. DISCIPLINA: DIDÁTICA CARGA HORÁRIA: 80 PROFESSOR: Vallace Chriciano Souza Herran

PLANO DE ENSINO. DISCIPLINA: DIDÁTICA CARGA HORÁRIA: 80 PROFESSOR: Vallace Chriciano Souza Herran / PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: DIDÁTICA CARGA HORÁRIA: 80 PROFESSOR: Vallace Chriciano Souza Herran OBJETIVO GERAL: Estabelecer a discussão crítica sobre os princípios e os pressupostos históricos, filosóficos,

Leia mais

Petição Inicial - Conceito

Petição Inicial - Conceito Petição Inicial - Conceito A Petição Inicial é um documento escrito (ou digital) elaborado pelo advogado para defender e reivindicar os direitos de um cidadão ou instituição perante o Poder Judiciário,

Leia mais

CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. Prof. Eduardo

CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. Prof. Eduardo CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Prof. Eduardo A que se presta o Código de Processo Civil? FACULDADE ASSIS GURGACZ CÓDIGO CIVIL DE 2002 Parte Geral Livro I Das pessoas Livro II Dos bens Livro III Dos fatos jurídicos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº SJU-01.A/2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº SJU-01.A/2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº SJU-01.A/2015 Data: 20/09/2015 Versão: Original 01 SISTEMA ADMINISTRATIVO SJU - SISTEMA JURÍDICO 02 ASSUNTO SJU 01.A PROCESSOS JUDICIAIS CÍVEIS (JUSTIÇA COMUM CÍVEL E JUIZADO ESPECIAL

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Direito. Teoria Geral do Processo II Professor Vallisney Oliveira

Universidade de Brasília Faculdade de Direito. Teoria Geral do Processo II Professor Vallisney Oliveira Universidade de Brasília Faculdade de Direito Teoria Geral do Processo II Professor Vallisney Oliveira Aluna: Marina Novetti Velloso Matrícula: 11/0132386 2º Semestre de 2013. ACÓRDÃO RECURSO ESPECIAL

Leia mais

Pratica Especial Civil 10 sem

Pratica Especial Civil 10 sem AULA 04 Contestação ESTRUTURA BÁSICA DA CONTESTAÇÃO Competência Partes Hipóteses de cabimento Fundamento legal Fatos Fundamentação jurídica Pedido Provas Valor da causa Juiz da causa (art. 297, CPC). Tratamento:

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV PRÁTICA TRABALHISTA. Respostas do Réu - Contestação

ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV PRÁTICA TRABALHISTA. Respostas do Réu - Contestação ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV PRÁTICA TRABALHISTA 1 Respostas do Réu - Contestação INTRODUÇÃO - Princípio da bilateralidade: AÇÃO E REAÇÃO - juiz só pode decidir nos autos após ter ouvido as duas partes, a

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO

COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO Prática Processual Civil Programa I CONSULTA JURÍDICA 1.1 Consulta jurídica 1.2 Tentativa de resolução amigável 1.3 Gestão do cliente e seu processo II PATROCÍNIO

Leia mais

A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO. Aula n.º 02

A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO. Aula n.º 02 A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO Aula n.º 02 A HISTÓRIA DO PENSAMENTO JURÍDICO Correntes de pensamento que tem o objetivo de explicar a origem do direito; Cada uma afirma que o direito provém de uma fonte

Leia mais

TEXTOS DISSERTATIVOS. Prof. Me. Maria Cristina dos S. Martins

TEXTOS DISSERTATIVOS. Prof. Me. Maria Cristina dos S. Martins TEXTOS DISSERTATIVOS Prof. Me. Maria Cristina dos S. Martins DISSERTAR É um ato que desenvolvemos todos os dias, quando procuramos justificativas: para a elevação dos preços; para o aumento da violência;

Leia mais

Aula 11 - Ação e Petição Inicial 1. Conceituações 2. Natureza jurídica 3. Elementos da ação 4. Condições da ação

Aula 11 - Ação e Petição Inicial 1. Conceituações 2. Natureza jurídica 3. Elementos da ação 4. Condições da ação Aula 11 - Ação e Petição Inicial 1. Conceituações O direito de provocar o exercício da tutela jurisdicional pelo Estado para solucionar dado conflito existente entre certas pessoas denomina-se Ação. Dissidio

Leia mais

1ª/2ª Fase. As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do programa da disciplina.

1ª/2ª Fase. As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do programa da disciplina. Agrupamento de Escolas de Barrancos INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO BÁSICO INGLÊS maio de 2016 Prova 21 2016 1ª/2ª Fase 3.º Ciclo do Ensino Básico Tipo de Prova: Escrita + Oral

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: PROCESSO CONSTITUCIONAL Código da Disciplina: JUR318 Curso: DIREITO Semestre de oferta da disciplina: Faculdade responsável: DIREITO Programa em vigência a partir de:

Leia mais

Elaboração de Textos P R O F. : M I C H E L E N A S U T O M I YA M A B U C C I

Elaboração de Textos P R O F. : M I C H E L E N A S U T O M I YA M A B U C C I Elaboração de Textos P R O F. : M I C H E L E N A S U T O M I YA M A B U C C I Introdução Existem vários tipos de textos: Que contam uma história. Que descrevem uma situação. Que apresenta os diálogos

Leia mais

Direito processual penal Conceito e finalidade

Direito processual penal Conceito e finalidade Direito processual penal Conceito e finalidade O Direito é uno, logo não devemos interpretar as disciplinas do direito de forma isolada, mas sim em um sistema único que se comunica com as outras disciplinas

Leia mais

Inovações legislativas e aspectos práticos no uso da Mediação em Propriedade Intelectual. Daniela Monteiro Gabbay

Inovações legislativas e aspectos práticos no uso da Mediação em Propriedade Intelectual. Daniela Monteiro Gabbay Inovações legislativas e aspectos práticos no uso da Mediação em Propriedade Intelectual Daniela Monteiro Gabbay 30.08.2016 Escolha da mediação: arte ou ciência? Como escolher a porta mais adequada de

Leia mais

REDAÇÃO DISCURSIVA F C C

REDAÇÃO DISCURSIVA F C C REDAÇÃO DISCURSIVA F C C 10. DA PROVA DISCURSIVA - REDAÇÃO 10.1 A Prova Discursiva-Redação será aplicada para os cargos de Analista Judiciário Áreas Judiciária e Administrativa, Técnico Judiciário Área

Leia mais

DISPOSIÇÕES APLICÁVEIS EM CURSO NO JEF. Dra. Fiorella Ignacio Bartalo.

DISPOSIÇÕES APLICÁVEIS EM CURSO NO JEF. Dra. Fiorella Ignacio Bartalo. DISPOSIÇÕES APLICÁVEIS DO NCPC NOS PROCESSOS EM CURSO NO JEF Dra. Fiorella Ignacio Bartalo fiorella@aasp.org.br Artigo 985: Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas Julgado o incidente, a tese jurídica

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO ESTRUTURA CURRICULAR STRICTO SENSU (por área de concentração-baseada na Res. Vigente do CCEPE)

PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO ESTRUTURA CURRICULAR STRICTO SENSU (por área de concentração-baseada na Res. Vigente do CCEPE) NOME DO CURSO: DIREITO NÍVEL: [ x ] MESTRADO [ ] DOUTORADO LINHA DE PESQUISA: 1 ESTADO, CONSTITUCIONALIZAÇÃO E DIREITOS HUMANOS PERÍODO DE VIGÊNCIA: para alunos MATRICULADOS a partir de 03 / 2013 DO CURSO

Leia mais

PLANO DE ENSINO DE GRADUACÃO Curso Semestral Disciplina. Código PRÁTICA FORENSE TRABALHISTA II 143 Curso. Período

PLANO DE ENSINO DE GRADUACÃO Curso Semestral Disciplina. Código PRÁTICA FORENSE TRABALHISTA II 143 Curso. Período Página 1 de 6 DE GRADUACÃO Curso Semestral Disciplina Código PRÁTICA FORENSE TRABALHISTA II 143 Curso Graduação Período 10º Período Turma (s) A, B e D Carga Horária 64 horas-aula relógio 77 horas-aula

Leia mais

PROJETO DE LÍNGUA PORTUGUESA

PROJETO DE LÍNGUA PORTUGUESA ASSOCIAÇÃO ESCOLA 31 DE JANEIRO 2012/13 PROJETO DE LÍNGUA PORTUGUESA TRANSVERSALIDADE NA CORREÇÃO DA ESCRITA E DA EXPRESSÃO ORAL DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS E CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS INTRODUÇÃO A língua

Leia mais

Onde se lê: O processo classificatório será constituído por uma prova de Redação.

Onde se lê: O processo classificatório será constituído por uma prova de Redação. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROCESSO SELETIVO CONCURSO VESTIBULAR EAD - UAB/UFSM (2º Semestre) EDITAL N. 042/2016 RETIFICAÇÃO DO EDITAL 040/2016

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE PROCEDIMENTOS DE LEITURA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE PROCEDIMENTOS DE LEITURA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE PROCEDIMENTOS DE LEITURA Nome: Nº 9º Data: / /2015 Professores: Belisa, Natália e Willian Nota: A - Introdução Neste ano, sua média final foi inferior a 6,0, o que revela

Leia mais

Teoria Geral do Processo

Teoria Geral do Processo Arno Melo Schlichting Teoria Geral do Processo Concreta - Objetiva - Atual Livro 2 3 a Edição SUMÁRIO Apresentação 9 Identificação 11 Natureza... 13 Objetivo... 13 1 Teoria Geral das Ações 15 1.1 Ação,

Leia mais

PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA NOÇÕES GERAIS SOBRE O TEXTO JURÍDICO

PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA NOÇÕES GERAIS SOBRE O TEXTO JURÍDICO NOÇÕES GERAIS SOBRE O TEXTO JURÍDICO 1. Conceito de texto jurídico O texto jurídico é um processo linguístico construído e articulado pelo profissional do direito para transmitir uma mensagem no universo

Leia mais

O Conselho Tutelar e o Ministério Público PAOLA DOMINGUES BOTELHO REIS DE NAZARETH PROMOTORA DE JUSTIÇA COORDENADORA CAO-DCA

O Conselho Tutelar e o Ministério Público PAOLA DOMINGUES BOTELHO REIS DE NAZARETH PROMOTORA DE JUSTIÇA COORDENADORA CAO-DCA O Conselho Tutelar e o Ministério Público PAOLA DOMINGUES BOTELHO REIS DE NAZARETH PROMOTORA DE JUSTIÇA COORDENADORA CAO-DCA CONSELHO TUTELAR 1. CONCEITO (art. 131, ECA): órgão permanente e autônomo, não

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXÉRCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL 6º ANO Ensino Fundamental Língua Portuguesa 2) Inferir o sentido

Leia mais

Tipologia textual. Prof Carlos Zambeli

Tipologia textual. Prof Carlos Zambeli Tipologia textual Prof Carlos Zambeli Que que é isso? é a forma como um texto se apresenta. As tipologias existentes são: narração, descrição, dissertação, exposição, argumentação, informação e injunção.

Leia mais

Gênero Textual e Sequência Textual

Gênero Textual e Sequência Textual Gênero Textual e Sequência Textual Os gêneros textuais são os textos que circulam na sociedade e que desempenham diferentes papéis comunicativos. São tipos relativamente estáveis de enunciados produzidos

Leia mais

AULA 1) Ementa. Disposições administrativas:

AULA 1) Ementa. Disposições administrativas: Curso: DIREITO Disciplina: TEORIA GERAL DO PROCESSO (Matutino) quinta-feira 10:10 a 12:40 hs Ementa Direito Material e Direito Processual: conceito, natureza, posição enciclopédica, divisão. Fontes do

Leia mais

NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL E A CLT (DA CONTESTAÇÃO)

NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL E A CLT (DA CONTESTAÇÃO) NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL E A CLT (DA CONTESTAÇÃO) I DA CONTESTAÇÃO OS DISPOSITIVOS CLASSICOS DA CLT: O artigo 769 da CLT (SUBSIDIÁRIA), será aplicada no processo de fase conhecimento observando todas

Leia mais

PLANO DE ENSINO OBJETIVOS GERAIS:

PLANO DE ENSINO OBJETIVOS GERAIS: PLANO DE ENSINO FACULDADE: Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais CURSO: Direito Período: 3 DEPARTAMENTO: Ano: 2016 DISCIPLINA: Teoria Geral do Processo CARGA HORÁRIA: 80 horas PRÉ-REQUISITO: não há.

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O ARTIGO 194 DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.

REFLEXÕES SOBRE O ARTIGO 194 DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. REFLEXÕES SOBRE O ARTIGO 194 DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. Jefferson Barbin Torelli * E.C.A. Art. 194. O procedimento para imposição de penalidade administrativa por infração ás normas de proteção

Leia mais

As suas questões. sobre o Tribunal de Justiça da União Europeia

As suas questões. sobre o Tribunal de Justiça da União Europeia As suas questões sobre o Tribunal de Justiça da União Europeia PORQUÊ UM TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA UNIÃO EUROPEIA (TJUE)? Para construir a Europa, os Estados (actualmente 27) celebraram entre si Tratados

Leia mais

liberada por se tratar de um documento não aprovado pela PUC Goiás.

liberada por se tratar de um documento não aprovado pela PUC Goiás. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD Plano de Ensino 2016/1 Atenção! Este Plano de Ensino é um Rascunho. Sua impressão não está liberada por se tratar de um documento

Leia mais

TEORIA GERAL DOS RECURSOS

TEORIA GERAL DOS RECURSOS TEORIA GERAL DOS RECURSOS FUNDAMENTO, CONCEITO E NATUREZA JURIDICA Fundamentos: A necessidade psicológica do vencido irresignação natural da parte A falibidade humana do julgador Razões históricas do próprio

Leia mais

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 CRÉDITO: 03 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 45 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL CIVIL I NOME DO CURSO: DIREITO

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 CRÉDITO: 03 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 45 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL CIVIL I NOME DO CURSO: DIREITO 1. IDENTIFICAÇÃO PERÍODO: 4º CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 CRÉDITO: 03 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 45 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL CIVIL I NOME DO CURSO: DIREITO 2. EMENTA Estrutura do Código de Processo

Leia mais

DESVENDANDO O EDITAL PROVA DE REDAÇÃO

DESVENDANDO O EDITAL PROVA DE REDAÇÃO DESVENDANDO O EDITAL PROVA DE REDAÇÃO 9 DA PROVA DISCURSIVA 9.1 A prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, valerá 20,00 pontos, consistirá da redação de texto dissertativo, de até 30

Leia mais

MATRIZ DE REFERÊNCIA LÍNGUA PORTUGUESA SADEAM 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

MATRIZ DE REFERÊNCIA LÍNGUA PORTUGUESA SADEAM 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATRIZ DE REFERÊNCIA LÍNGUA PORTUGUESA SADEAM 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DOMÍNIOS COMPETÊNCIAS DESCRITORES D01 Distinguir letras de outros sinais gráficos. Reconhecer as convenções da escrita. D02 Reconhecer

Leia mais

AULA ) PROCEDIMENTO COMUM (art. 270 e seguintes do CPC a 318 e

AULA ) PROCEDIMENTO COMUM (art. 270 e seguintes do CPC a 318 e Turma e Ano: Master A (2015) 08/06/2015 Matéria / Aula: Direito Processual Civil / Aula 18 Professor: Edward Carlyle Silva Monitor: Alexandre Paiol AULA 18 CONTEÚDO DA AULA: Procedimento, contestação 10)

Leia mais

Moscovici (2011) propõe um conjunto de habilidades de comunicação a serem desenvolvidas para o processo de feedback:

Moscovici (2011) propõe um conjunto de habilidades de comunicação a serem desenvolvidas para o processo de feedback: Moscovici (2011) propõe um conjunto de habilidades de comunicação a serem desenvolvidas para o processo de feedback: Entre as principais habilidades de comunicação interpessoal podem ser indicadas a paráfrase,

Leia mais

MENSAGEM N o 924, DE 2005

MENSAGEM N o 924, DE 2005 COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM N o 924, DE 2005 Submete ao Congresso Nacional os textos do Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos,

Leia mais

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodológica científica. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, p

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodológica científica. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, p LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodológica científica. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1993. p.238-243. 1. ARTIGOS CIENTÍFICOS Os artigos científicos são pequenos estudos, porém

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Leitura e Produção Textual Professor: Wilma Cléa Ferreira e-mail: wilmaclea@yahoo.com.br Código: Carga Horária: 60 H Créditos:

Leia mais

Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Tipo de aula. Semana

Textos, filmes e outros materiais. Habilidades e Competências. Conteúdos/ Matéria. Categorias/ Questões. Tipo de aula. Semana PLANO DE CURSO DISCIPLINA: PROCESSO DE CONHECIMENTO (CÓD. ENEX 60123) ETAPA: 4ª TOTAL DE ENCONTROS: 15 SEMANAS Semana Conteúdos/ Matéria Categorias/ Questões Tipo de aula Habilidades e Competências Textos,

Leia mais

ESPANHOL 1ª e 2ª fase de 2014

ESPANHOL 1ª e 2ª fase de 2014 INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ESPANHOL 1ª e 2ª fase de 2014 Prova 15 2014 9ºano de Escolaridade - 3.º Ciclo do Ensino Básico PROVA ESCRITA 50% 1. Objeto de avaliação, características e

Leia mais

"COMO FAZER UM RECURSO EM CONCURSO PÚBLICO EM SETE PASSOS" Autora: Marcela Barretta Ano: 2016

COMO FAZER UM RECURSO EM CONCURSO PÚBLICO EM SETE PASSOS Autora: Marcela Barretta Ano: 2016 "COMO FAZER UM RECURSO EM CONCURSO PÚBLICO EM SETE PASSOS" Autora: Marcela Barretta Ano: 2016 Direitos autorais Todos os direitos reservados. Este e-book (livro digital) é uma obra intelectual protegida

Leia mais

Pré - Requisito: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Pré - Requisito: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA - UniCEUB FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS Curso: DIREITO Créditos: 05 Carga Horária: 075 Disciplina: TEORIA GERAL DO PROCESSO Professora: Débora Soares Guimarães

Leia mais

FACULDADE ESCOLA PAULISTA DE DIREITO. Curso de Direito - Bacharelado

FACULDADE ESCOLA PAULISTA DE DIREITO. Curso de Direito - Bacharelado 1 Faculdade Escola Paulista de Direito Curso de Direito - Bacharelado Professor: Ementa: Maria Cecília de Araujo Asperti C/H: 80 h/a Disciplina: Teoria Geral do Processo ANO: 2014 Ementa Ementa: PLANO

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Direito 10ª Série Direito Comercial e Empresarial III A atividade prática supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem desenvolvido por

Leia mais

Noções de Direito Administrativo e Constitucional

Noções de Direito Administrativo e Constitucional Considerações iniciais Considera-se Direito como um sistema normativo do qual são extraídos imperativos de conduta. Embora seja único e indivisível, a subdivisão se torna uma prática importante para o

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO MARANHÃO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO MARANHÃO CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO MARANHÃO DECISÃO DOS RECURSOS (INFRARRELACIONADOS) I DOS RECURSOS Trata-se de recursos interpostos pelos candidatos infrarrelacionados concorrentes aos cargos disponibilizados,

Leia mais

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária D.54 9º DIREITO INTERNACIONAL

Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária D.54 9º DIREITO INTERNACIONAL Cód. Disciplina Período Créditos Carga Horária D.54 9º 04 04 60 Curso Direito Disciplina DIREITO INTERNACIONAL D- 30 DIREITO CONSTITUCIONAL (EMENTA 2008/01) D- 32 DIREITO CONSTITUCIONAL (EMENTA 2008/02)

Leia mais

REDAÇÃO DISCURSIVA S E E DF (CESPE/CEBRASPE)

REDAÇÃO DISCURSIVA S E E DF (CESPE/CEBRASPE) REDAÇÃO DISCURSIVA S E E DF (CESPE/CEBRASPE) TIPOS DE REDAÇÃO DISCURSIVA: Dissertação Argumentativa (finalidade persuasiva); Dissertação Expositiva (finalidade informativa); Estudo de Caso (análise de

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 5ª Série Direito Processual Civil III Direito A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto de atividades

Leia mais

PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA COESÃO SEQUENCIAL

PROF. JOSEVAL MARTINS VIANA COESÃO SEQUENCIAL COESÃO SEQUENCIAL As informações contidas no texto jurídico devem progredir em cada parágrafo, fazendo com que o texto caminhe para frente. 1. Conceito de coesão sequencial A coesão sequencial são elementos

Leia mais

- PARA CRIMES CUJA PENA MÁXIMA SEJA IGUAL OU SUPERIOR A QUATRO ANOS: PROCEDIMENTO ORDINÁRIO;

- PARA CRIMES CUJA PENA MÁXIMA SEJA IGUAL OU SUPERIOR A QUATRO ANOS: PROCEDIMENTO ORDINÁRIO; ESQUEMA DE ESTUDO PROCEDIMENTOS PENAIS PROFESSOR: PIETRO CHIDICHIMO JUNIOR NOVA FORMA DE ESCOLHA DOS PROCEDIMENTOS COMUNS COM O ADVENTO DA LEI N.º 11.719/08. EXCEÇÕES: PROCEDIMENTO DE FUNCIONÁRIO E HONRA

Leia mais

PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA Á REA JURÍDICA (6. a EDIÇÃ O) PROGRAMA DA 2. a FASE

PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA Á REA JURÍDICA (6. a EDIÇÃ O) PROGRAMA DA 2. a FASE PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA Á REA JURÍDICA (6. a EDIÇÃ O) PROGRAMA DA 2. a FASE (Linguagem Jurídica) CALENDÁ RIO HORÁ RIO N. O DE HORAS 26/2 17/7/2015 9:00-13:00 horas (2 a, 3 a,

Leia mais

ESPANHOL INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA. Prova º Ciclo do Ensino Básico AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA

ESPANHOL INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA. Prova º Ciclo do Ensino Básico AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ESPANHOL Prova 15 2014 Tipo de prova: Escrita / Oral 1ª e 2ª Fases 3º Ciclo do Ensino Básico O presente documento

Leia mais

PLANO DE DISCIPLINA DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR NOME: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA II CURSO: TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES INTEGRADO AO

PLANO DE DISCIPLINA DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR NOME: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA II CURSO: TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES INTEGRADO AO PLANO DE DISCIPLINA DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR NOME: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA BRASILEIRA II CURSO: TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO SÉRIE: 2º ANO CARGA HORÁRIA: 3 A/S - 120 H/A

Leia mais

Cap. 6: PREGAÇÃO PURITANA. PROPOSTA: Tentar ir além do texto. Sugestões de respostas. Debate.

Cap. 6: PREGAÇÃO PURITANA. PROPOSTA: Tentar ir além do texto. Sugestões de respostas. Debate. Cap. 6: PREGAÇÃO PURITANA PROPOSTA: Tentar ir além do texto. Sugestões de respostas. Debate. Introdução As pessoas gostavam muito do sermão puritano. Por quê? (capítulo responde essa pergunta (?); até

Leia mais

FILOSOFIA 11º ano. Demonstração e argumentação: Lógica e retórica

FILOSOFIA 11º ano. Demonstração e argumentação: Lógica e retórica FILOSOFIA 11º ano Demonstração e argumentação: Lógica e retórica Governo da República Portuguesa Demonstração/argumentação Conforme os tipos de argumentos (razões) que nos servimos para justificar uma

Leia mais

OS RECURSOS DE INCONSTITUCIONALIDADE PARA O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL. Tribunal Constitucional, seminário 2013

OS RECURSOS DE INCONSTITUCIONALIDADE PARA O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL. Tribunal Constitucional, seminário 2013 OS RECURSOS DE INCONSTITUCIONALIDADE PARA O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL S Plano de apresentação S I. INTRODUÇÃO S II. RECURSO ORDINÁRIO DE INCONSTITUCIONALIDADE S III. RECURSO EXTRAORDINÁRIO S IV. REGIME COMPARADO

Leia mais

SUMÁRIO. Direito do Trabalho Direito Processual Civil Direito Processual do Trabalho

SUMÁRIO. Direito do Trabalho Direito Processual Civil Direito Processual do Trabalho SUMÁRIO Direito do Trabalho... 05 Direito Processual Civil... 139 Direito Processual do Trabalho... 195 DIREITO DO TRABALHO ÍNDICE CAPÍTULO 01... 7 Fontes e Princípios de Direito do Trabalho... 7 Surgimento

Leia mais

Lógica das Proposições

Lógica das Proposições Lógica das Proposições Transcrição - Podcast 1 Professor Carlos Mainardes Olá eu sou Carlos Mainardes do blog Matemática em Concursos, e esse material que estou disponibilizando trata de um assunto muito

Leia mais

A Integração da Parceria Contábil e Jurídica

A Integração da Parceria Contábil e Jurídica A Integração da Parceria Contábil e Jurídica Cláudia Safar Laranja Marranghello Bachárel em Ciências Contábeis PUC/RS CRC/RS 056763/0-3 Vice-Presidente da APEJUST nº 1119 Perita e Consultora Contábil nas

Leia mais