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1 Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex Praticante Danilo Local: Núcleo de Arte Grécia Data: Horário: 14 h Duração da entrevista: 1h. COR PRETA - Relatos do Entrevistado COR VERDE - Comentários da Entrevistadora Bom, estamos aqui no Núcleo de Arte Grécia, são duas horas da tarde. Bom, vou entrevistar Danilo 1. O que é que a Dança significa para você? A Dança é a razão da minha existência, eu sou completamente apaixonado pela Dança porque ela me trouxe muita coisa boa, saúde, energia, resistência física, amigos, uma profissão e ainda consigo sobreviver com a Dança. Então é algo muito forte para mim! E por ser homem a Dança me dá a possibilidade de ser bolsista, em todos os lugares e isso me dá chance de me dedicar 100%. Eu uso a Dança para poder relaxar é como se fosse uma fuga, é como se fosse o mundo virtual, para relaxar e desfocar da família e do mundo real. 2. Você percebe se a dança te ajudou a modificar a sua vida? De que forma? Sim muito Como eu disse passei a ter uma profissão de professor de Hip Hop, tenho um grupo de Dança, ganhamos dinheiro com o nosso trabalho, e também fiz muitos amigos, namorada. 3. Você percebe que fazer dança mudou em alguma coisa na sua relação com o seu corpo? Sim, eu passei com o Hip Hop a dominar o meu corpo porque os movimentos são de força e preciso ter precisão para fazer os movimentos. E treinei muito a flexibilidade e o corpo ficou mais flexível e forte, ágil para fazer os movimentos.

2 4. Dançar no núcleo trouxe sensações de melhor convivência com as pessoas que frequentaram o Núcleo de Arte na sua época? Nossa e como, adoro estar aqui, conviver com os professores, o diretor, meus colegas. porque venho aqui para Dançar como convidado ou dar oficinas. Então minha convivência foi tão boa na época que a professora continua me chamando para dançar aqui como convidado, é muito bom saber disso! 5. Você acha que a experiência de dançar possibilitou em você novas formas de sentir e expressar seus sentimentos e emoções? De exemplos? Bom, deixa eu catar aqui agora na lembrança aqui... Tem... tiveram n trabalhos aqui no Núcleo, botar assim, questão de pressão, expressividade do corpo, se jogar, ser você, vamos botar assim. Aqui no Núcleo a gente tem a possibilidade de ser quem a gente é, entendeu? Não tem a possibilidade, por exemplo, numa festa de quinze anos, num casamento, tem... cada lugar tem o seu porém. Mas aqui era uma coisa, tipo, muito... vamos por assim, muito real. Não vou saber, assim, explicar, porque eu tive vários trabalhos. Aqui eu tive trabalhos envolvendo Estados Unidos, que tinham mais a ver com as cantoras pops de hoje em dia. Tive trabalhos mexendo com alguns temas como o poeta gentileza. Tive trabalhos mexendo somente com o instrumental, realmente, questão de toque, expressão no olhar, você olhando o seu parceiro em cima do palco, você queria saber os rituais que ligaram e que da mesma forma que você está se entregando. É uma coisa sensacional. Eu tive muitos, muitos trabalhos assim que eu não vou saber te explicar porque realmente são muitos... Mas eles estão trazendo pra você essa coisa da emoção, te trouxeram, né? Isso, cada música, cada trabalho que você faz é um aspecto diferente, é uma situação diferente. Você se identifica sempre com aquele trabalho. Por mais que você faça, vamos botar assim, uns três, quatro trabalhos no ano, um trabalho você dedicou, assim... é você. É o seu trabalho que está ali naquele determinado momento, entendeu? 6. Você acha que a experiência de dançar possibilitou melhoras no seu comportamento junto a família e a comunidade? De exemplos. Bom, em respeito à família, não tive nenhum, nenhuma mudança, entendeu? Porque eu sou do tipo de pessoa que acha que eu danço pra mim. Tenho que mostrar meu trabalho? Tenho. Mas eu tenho que dançar porque eu estou gostando, eu quero o meu trabalho bom. Eu quero mostrar o que eu sei fazer, entendeu? Óbvio, é um prazer imenso quando a minha mãe está aqui assistindo, gente, é só assim... que ela está junto comigo, ela está me dando apoio, está sempre vindo aqui, sempre dando uma moral, vamos botar assim. Em questão de escola, eu sempre fui uma pessoa muito desinibida, sempre. Fui uma pessoa... aquela pessoa que em uma semana eu já conheço quase a minha turma inteira, sem preocupação nenhuma, entendeu? Quando

3 eu saí aqui do Núcleo de Arte por questão de idade e tal, e fui cursar o Ensino Médio... Ensino Médio quando você entra não conhece ninguém, acho que no máximo uns três amigos que vão junto com você. Em uma semana, eu já conhecia... meu colégio tinha trinta turmas no período que eu estudava, de manhã, gente, eu acho que quinze das turmas eu já conhecia sem preocupação nenhuma. Quando era hora da Educação Física, o pessoal vai se alongar e tal, aí tu vai e se alonga de um jeito diferente, todo mundo fica te olhando de um jeito diferente, tipo assim, olhando assustado (risos). É uma coisa divertida, entendeu? Em questão de trabalho, em alguns bimestres tem um negócio de apresentar um trabalho com um tema de algum país, e tal, bla bla... Primeira pessoa que sempre pensam é em você, isso é muito bom, até em outras turmas, não era da minha turma, era pessoal de outras turmas, vinham falar: Daniel, você pode dar uma ajuda aqui, falar pra isso, disso. É muito bom, é muito bom. Sempre me socializando bastante, eu sou bem extrovertido então não ligo pra essas coisas. 7. Você percebe se a dança pode ser um caminho para as pessoas terem uma profissão e serem reconhecidas na vida em sociedade? Bom, hoje em dia, o bailarino que quer seguir essa vida, que quer se tornar um profissional que possa viver da Dança, é complicado. Quando você chega a um certo nível da dança, o pessoal... todo mundo fala... vira pra você e fala: O mercado da Dança é o mercado mais funil que existe. Porque... então vamos botar assim: os dois melhores bailarinos para concorrer a cem vagas de alguma coisa. É muito concorrido, é uma coisa muito restrita, e se a pessoa não tiver foco, não tiver empenhado cem por cento pra querer aquilo, não adianta. Não pense que pra... que viver da Dança é fácil, não é, nem um pouco. Viver da Dança hoje em dia é só pra quem quer. Tem que querer, se não quiser não adianta que não rola. Na sociedade hoje em dia n coisas, n fatores vão, assim, vão contra você. Se você não estiver a favor disso não dá, não dá. 8. O Núcleo de Arte é importante para você? Por quê? De exemplos de algumas experiências que foram muito importantes para o seu crescimento? Bom, pra mim teve uma importância muito grande o Núcleo de Artes, porque o círculo de amizades aqui cresce muito, cresce muito porque você conhece pessoas de todos os estilos, todos os tamanhos, todas as idades... É uma coisa meio maluca, entendeu? Eu acho que o meio da arte é uma coisa meio maluca, entendeu? Eu tive aqui vários trabalhos de importância muito grande pra mim. Teve um trabalho foi primeiro trabalho, meu primeiro trabalho aqui no Núcleo de Arte, que a gente foi fazer o Fantástico e tinha coreografias no meio, tinha n coreografias, eu estava atuando na peça, tinha hora que eu tinha que dançar também. Esse foi o meu primeiro espetáculo, e o meu primeiro trabalho, que me garantiram um prêmio, foi até o prêmio de melhor ator coadjuvante da peça, entendeu? Misturando com o trabalho da dança... eu acho que, hoje em dia, o ator que quer ser completo, o artista que quer ser completo, desculpa, tem que estar misturando todos os estilos. Tem que estar misturando o teatro, tem que estar misturando a dança, o canto. Por fora eu ainda não fiz nenhuma coisa de

4 canto, mas eu acho que tem... é... não acho, eu tenho certeza de que é uma coisa muito importante. Hoje em dia tem que ter todos esses quesitos pra você ter um bom trabalho, uma boa desenvoltura lá fora. 9. Você percebe que participar das atividades do Núcleo de Arte transformou sua vida em casa? De que forma? Sim, me deu toda uma base, toda uma base. Aqui tem todos esses estilos, todas essas modalidades, como você disse. Tem ainda Artes Visuais, tem a Arte Literária, pra você trabalhar vários textos... É uma ótima oportunidade, a criança que entra aqui ela não sai da mesma forma. Ela entra aqui de uma forma, aqui ela aprende vários segmentos, vários... a questão da disciplina... Aqui pra mim o teatro e a dança, com a Carla e a Professora Patrícia, é uma coisa de família, elas pra mim são as minhas segundas mães, vamos botar assim. Porque era muito gostoso, várias opiniões, elas aconselhavam você quando estava alguma coisa errada, se você estava triste ela chega perto de você e tal, pra falar: faz isso; faz aquilo; não faz isso; deixa isso pra lá. É uma coisa assim, uma coisa família, uma coisa muito importante. Eu acho que você ter um Núcleo fora da sua família é muito importante, pra você poder entender mais a sua vida. 10. Você acha que o fato de dançar no núcleo de arte contribuiu para melhorar sua convivência em sociedade? Bom, o nível de socialização lá fora, com a sociedade, foi mil. Sempre aumenta, aumenta bastante, aumenta pra melhor, tanto... vou dar até um exemplo aqui: esse final de semana que passou agora foi aniversário da filha de uma amiga minha. Nunca tinha me visto a menina, nunca. De tanto a mãe falar que eu dançava, que eu dançava, que eu dançava isso, que eu dançava aquilo e tal, foi a questão... foi o simples fato de eu chegar a criança... tinha se eu não engano... ela estava com o quê, onze anos, ela veio pra mim e falou assim: você que é o Daniel?, eu falei sim, ah, você pode dançar aqui pra gente? Faz alguma coisa, sei lá, a gente bota aqui, um... vamos botar assim, um exemplo, Anita, você dança com a gente? Ensina pra gente? Tipo assim, eu virei meio que uma atração da festa, foi uma coisa muito gostosa, muito divertida. Depois, assim, ontem, vários comentários pra mim: Daniel, muito bem, cara, parabéns, você dança pra caramba! Cara, não tem, eu acho, que prazer melhor do que você ser reconhecido lá fora por um trabalho que você fez anteriormente ou que você vá fazer, entendeu? 11. O Núcleo de Arte é considerado um local que te ajudou a você se modificar? Ou seja, você viu nele novas possibilidades de desenvolvimento artístico e profissional? De que forma? Muda, muda bastante sim porque eu entrei aqui... a gente entra aqui com várias manias, várias, várias manias. São manias às vezes feias pra sociedade, e eu consegui sair daqui, eu acho que sem nenhuma, entendeu? Você entra aqui com mania de, você está parado aí fica se mexendo de um lado pro outro, aquela pessoa inquieta, e aqui

5 você aprende a se controlar, ficar uma pessoa mais contida, porque até mesmo pra questão de trabalho, mesmo que não seja no meio artístico, ia ser muito feio, você ficar com mania... até numa entrevista de emprego, ficar com aquela maniazinha de ficar tremendo a perna... A gente perde tudo isso aqui, entendeu? A gente fica bem, agora, bem mais solto, mas contido. Bem mais solto, mas contido. Educa o corpo né? Educa muito, muito o corpo. 12. Você acha que a sua comunidade ou comunidade local na sua época estava envolvida com os eventos do núcleo? Se a resposta foi negativa o que você acha que faltava para ela participar mais das atividades e apresentações do Núcleo de Arte? Bom, acho que o contato da comunidade com o Núcleo, no tempo que eu era daqui, era muito, muito positivo, porque o pessoal gostava de saber o que estava acontecendo, porque... por aqui, nós temos até outros pólos aqui, tem o Salão Cultural aqui de Vista Alegre, e tal, mas não sei, eu acho que o trabalho... aqui só tem... só tinha trabalho de infantil pra amador, de infantil pra adulto, e isso mexeu com várias pessoas aqui por perto, entendeu? Tinha a escola e tal... claro, as pessoas ficam às vezes mais com certos trabalhos: uns gostam mais de teatro, uns gostam mais de dança, aí tem aquele dia específico pra estar cada pessoa aqui. E às vezes, vamos botar assim, enchia mais quando tinha espetáculo de dança, aí no segundo dia que era espetáculo de teatro já não tinha tanta gente. E no dia de canto tinha menos pessoas ainda. Tipo, eu acho que é cada... cada gosto, as pessoas se interessam pelo que elas gostam, então elas só vêm assistir o que elas gostam. Mas é sempre bem receptivo aqui, lá fora... aqui pelas redondezas a gente era muito conhecido, conhecidos como os bailarinos do Núcleo de Artes Grécia. 13. Na época que você dançava ou saiu do NAPRJ percebeu se seus amigos interessados ou seguiram à carreira de dança? Tem uma coisa curiosa, acho que nos meus dois primeiros anos, a gente tinha um trabalho com a professora Cláudia e a professora Patrícia, de montarmos um préespetáculo, vamos botar assim, uma isquete teatral juntando dança e teatro, e levarmos isso pra outras escolas, as apresentações. Porque eu acho que a melhor forma de divulgação do seu trabalho, acho que é mostrando o que você está fazendo, então não é somente você chegar lá falando: ah, tem isso, tem aquilo... Não. Se você mostrar o que tem, acho que desperta mais o interesse, entendeu? Eu tive apresentações aqui de espetáculos pra Ilha do Governador, pra Clodovil, pra n bairros aqui que são meio vizinhos e, tipo assim, tinha uma concepção melhor, tinha mais gente que vinha pra procurar, mas naquele tempo. Faz um tempo já, entendeu? Aí hoje em dia eu acho... não tem tanto isso. Só tem mostras de trabalho pra festival, mostra de teatro, mostra de dança, entendeu? Acho que perdeu essa ligação com o passar dos anos. Agora é só com divulgação quando inicia o ano e na metade do ano, aí fica meio falho, entendeu?

6 14. Na sua percepção, a sua ex professora de dança do NAPRJ teve papel importante no seu crescimento pessoal e artístico? Por quê? A Carlá foi, vamos botar assim, uma base, é uma mulher base, pra gente, entendeu? Eu acho que aqui nós tínhamos uma segunda família. Até eu mesmo tinha uma segunda família, porque às vezes eu tinha n coisas dentro de casa que me deixavam numa certa... eu sou uma pessoa meio que irritável, eu sou uma pessoa que me irrito com muita facilidade, aí eu chegava aqui, ela falava assim: não, pode ficar com esse mau humor lá fora, da porta pra dentro você tem que ser o aluno Danilo tem que ser o bailarino, entendeu? Lá fora os seus problemas, aqui dentro você tem que ficar tranquilo. Porque aí essa coisa... depois vai lá pra fora, resolve, se eu puder te ajudar eu vou te ajudar, e isso era de uma forma muito boa, porque eu dentro de casa, em relação ao pessoal, não consigo ter uma conversa muito ampla com a minha mãe,. Aqui ela era o meu back-up (risos), porque eu podia falar tudo com ela, sem preocupação nenhuma, sem restrição. Todos os assuntos possíveis eu conversava com a Carla, tipo assim, uma segunda mãe mesmo, muito mesmo. 15. O que de mais importante aprendeu nas aulas de dança? As aulas da Carla proporcionavam pra mim, em questão de alongamento, acho que uma melhora muito relativa no meu corpo. Porque eu era uma pessoa que adorava alongar, vamos botar assim no popular, como bailarino fala, você é super rasgado. Era uma coisa engraçada de ser falada, pra quem não me conhece, mas é uma coisa prazerosa pra quem está no meio, tipo assim: cara, que bom, meu trabalho está sendo reconhecido, eu sou super alongado. A Carla fazia vários exercícios, vários exercícios que você trabalhava a sua musculatura, abdómen, por mais que doesse pra caramba você estava ali fazendo, firme e forte; desenvoltura... cem por cento, é um trabalho muito gostoso de se fazer, até as questões corporais, até no dedinho do pé... do dedinho até o último fio de cabelo, era uma coisa muito boa, muito boa mesmo. 16. O que menos lhe agrada nas aulas de dança e por quê? Bom, pra mim ontem, hoje e sempre é o fator de ensaiar vinte mil vezes a mesma coisa. Isso me tira (risos)... isso me desagrada totalmente, porque eu não gosto, principalmente quando você está ensaiando há um tempo, aí quase nos meados, vamos botar assim, dois meses antes do final do trabalho, entra alguém novo na turma, aí tem que passar tudo de novo para aquela pessoa, aí não pode avançar com aquela coreografia porque tem que passar aquilo para aquela pessoa. Tipo é uma coisa de grupo? É, só que, puxa! Entrou tarde, tem que entender que já tem um trabalho todo formado, entendeu? Acho que compreensão é fundamental. Mas tirando isso, nada. Sempre cem por cento, muito bom. Agradável demais. 17. O que te motivou a seguir à carreira de Dança? Bom, na minha vida ficou uma coisa mais complexa convenhamos menino na dança hoje ou antes de hoje era uma coisa mais complicada, menos aceite, mas mesmo assim

7 dei a cara cá, fui incentivado pela minha mãe, entrei aqui com dez anos saí daqui com 18 quase 19 daqui a pouco, eu não largo, não consigo largar, por mais que esteja fora daqui do núcleo de artes é sempre tem algum trabalho que ela, a Carla gosta de mostrar os ex alunos para quem está começando agora, e a importância da dança para mim, principalmente, é mais de uma assim resistência física é eu gosto o que eu faço gosto de ser bailarino é um trabalho bom entendeu?! Abre muitas portas, principalmente para homem que tem lugar no mercado de trabalho, realmente o bailarino homem é uma coisa rara, é uma coisa complicada de se ter e o fato de ser homem me dá a possibilidade de ser bolsista, em todos lugares que dancei tive bolsa de 100%. Então tem que estar ali sempre a pino sempre num falcão, bastante dedicado sempre mais do que as meninas, nesse aspecto é assim e até porque a questão é mesma psicológica você precisa de usar é uma fuga da sua vida real entendeu?! (..) Como se fosse o seu mundo virtual, como se fosse o facebook você relaxar conversar com outras pessoas e desfocar um pouquinho da família e a coisa desestressa assim, é uma coisa bem legal. Muito obrigada!

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