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1 Transcrição da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Professora: Cloudine Local: Núcleo de Arte Albert Eistein Data: 18 de junho Horário: 14h Duração da entrevista: 18min. 26seg. COR PRETA - Relatos do Entrevistado COR VERDE - Comentários da Entrevistadora Cloudine, fale um pouquinho sobre a sua formação e experiência na linguagem artística da dança. Eu trabalho... eu comecei a fazer aulas com quatro anos de idade, o balé clássico, me formei até chegar a idade de dezesseis anos, quando eu entrei na faculdade, comecei a fazer Dança na Faculdade. Depois fiz uma Pós-Graduação em Psicomotricidade também, continuei com Dança, e trabalhei como bailarina profissionalmente vários anos, até a idade de trinta e sete anos. Aí depois eu resolvi ter filho, aí parei com a prática da Dança como profissional de Dança e só dou aula em academias. Trabalho há vinte anos no município só com Dança, desde que eu entrei eu trabalhei com Dança. Eu trabalhei os primeiros dez anos no Clube Escolar do Engenho de Dentro, e os outros... os últimos doze anos, na verdade, aqui no Núcleo de Arte Professor Albert Einstein. Então fico muito contente que hoje, depois de tantos anos de trabalho, eu tenho três professores de Dança, que fizeram faculdade de Dança, tenho cinco alunos atualmente que começaram comigo com a idade de seis, oito e dez anos, e estão dando aula de Dança na rede municipal de ensino, com o projeto Mais Educação, e hoje a gente tem uma quantidade de oitenta a cem alunos aqui no Núcleo, trabalhando de manhã e de tarde, trinta horas esse tempo. Faça um breve histórico aqui desse espaço de extensão escolar, há quanto tempo você trabalha aqui nesse espaço e como é o histórico aqui do espaço.

2 Bom, eu tenho doze anos, e esse núcleo tem treze anos. Eu acho que a gente vem caminhando com seis direções que já passaram, a Dança veio conquistando um espaço, porque a sala foi melhorada, com troca de piso, colocando ar-condicionado, aumentando o espelho, quer dizer, a estrutura física foi possibilitada, várias vezes nós fomos a apresentações e mostras de Dança, continuamos fazendo intercâmbios, parcerias com escolas, com escolas-teste, nós ganhamos um prêmio dois anos atrás, da escola com a Dança. Agora está tendo parceria com a Cidade das Artes, nós fomos lá agora domingo, vamos dançar no domingo, se eu não me engano é dia treze de julho, é em julho, na segunda semana, segundo sábado, vai ser o Dia do Rock, e, como eu já falei, a gente vem caminhando esse longo tempo, e o núcleo passou também por consequências de acordo com as coordenações da Secretaria de Educação. No início com muito maior apoio, com um grande apoio de algumas pessoas que foram fundamentais para que o Núcleo existisse, e continuasse até hoje, e agora a gente está sentindo que aos poucos houve uma falta de apoio, e vamos nos tornar no futuro tempo integral, a escola municipal, e vai acontecer uma integração entre as artes do Núcleo com a escola e professores. Eu queria que você falasse um pouquinho sobre a representatividade das orientações técnico-pedagógicas guiadas pelo órgão central. Você acha que as orientações dadas pelo órgão central te ajudam no seu trabalho atualmente, fundamentam alguma coisa, ou você tem que recorrer a outros por fora, outros recursos? É, realmente fundamenta, mas a gente sempre está buscando muita coisa fora. Como eu falei, as parcerias lá na Tijuca, no centro de Dança que tem lá, Centro Coreográfico de Dança, lá é muito bom, porque lá tem muitas oficinas, eu levo os alunos para fazer as oficinas lá, espetáculos de Dança, então eu estou sempre em contato com eles, agora no Ziembinski também, eles mandaram vários convites, nós fomos com as crianças, fui sozinha num espetáculo noturno. Eu acho que o município em si oferece muita oportunidade pra gente. Às vezes a gente tem um pouco de dificuldade no transporte, porque às vezes a gente não consegue, de acordo com esse longo caminhar, nesses doze anos tem épocas que são mais favoráveis e épocas que são mais difíceis. Mas é importantíssimo pra eles, pra formação deles, porque eu sou professora de formação clássica, mas eu fiz todas as danças, todos os estilos, e tive que aprender hip hop, porque hip hop na minha época não existia aula de hip hop. Então através de vídeos da internet, a gente foi vendo vários vídeos, e os meninos que estão aqui, e estão desde muito tempo, só por causa do hip hop, porque é o que está na moda, a gente tem que atender essa demanda, só que através dessa demanda a gente vai colocando os movimentos básicos, tanto do balé quanto do jazz, quanto do

3 moderno, contemporâneo, e eles vão aprendendo. E com este intercâmbio, eles têm a possibilidade de ver pessoas dançando muito melhor o hip hop porque têm a técnica da Dança, então com isso eu consegui mantê-los, mesmo dando, o que eles dizem, passinhos de balé. Eles, agora nesse momento, conseguem ter uma formação globalizada, por causa desses intercâmbios, eles verem, chegar lá e perguntar: pô, você manda isso, manda aquilo, quanto tempo demorou?. Aí eles que não têm a formação de corporal demoram três meses, seis meses pra fazer um movimento, esses outros que têm a formação clássica: não, em um mês a gente conseguiu. Como? por causa dessa consciência corporal dessas diversas áreas, que faz com que eles aprendam mais rápido o movimento. Esclareça para mim os propósitos do projeto político-pedagógico, desenvolvidos no Núcleo de Arte no ano de Você pode falar um pouquinho sobre este projeto que vocês desenvolveram no ano passado, a temática do projeto, como foi a experiência? Olha só, nós tivemos a Panacéia, e na Panacéia a gente desenvolveu, a gente falou do amor, porque Panacéia quer dizer cura através do amor. E aí a gente conseguiu desenvolver uma sequência coreográfica, a gente dá vários trabalhos pra se chegar até o final, e o final foi em relação a como eles se comportam em relação ao amor. Então uma coreografia, eles montaram quatro pedaços de coreografia, então assim, movimentos espontâneos da conquista, como se fosse no meio da rua. Depois passamos à segunda fase, um convite pra ir a uma festa; nesse convite pra uma festa a gente coloca eles se arrumando pra ir a uma festa, como se arrumam pra ir, depois chegando ao baile, como um chama o outro pra dançar, fizeram movimentos de hip hop. Dentro desses movimentos, dentro dessa coreografia, teve uma outra que foi sobre batalha, e a batalha era uns fazendo balé clássico, outros hip hop, uns chamando os outros para participar, imitar: Imita isso aqui aí o outro tentava o balé, aí não conseguia, aí o do hip hop fazia um movimento, aí o pessoal do balé conseguia fazer o do hip hop, pra mostrar que eles conseguem, né? Alguns movimentos do hip hop eles não conseguiram fazer, porque são bem específicos. E aí teve tipo uma batalha entre o balé e o jazz e o hip hop, e aí no final teve o pas de deux, porque um casal se encontrou, um do hip hop e uma menina do balé, aí foi um pas de deux, e acabou assim a sequência dessa Panacéia, que é a cura através do amor. Fale um pouquinho sobre a relevância da linguagem da Dança ao longo dos anos aqui no Núcleo. Você tem considerado que a Dança é um fator de impacto, de peso dentro do Núcleo de Arte?

4 É, eu diria a Dança como um fator de impacto, mas também como é dada a Dança. Isso porque às vezes a Dança não é tão bem estimulada, ou é mal estimulada, ou mal orientada, né? Porque você sabe que o movimento corporal tem uma certa sensualidade, então hoje em dia, como tudo está muito assim, a gente tem que ter muito cuidado com essa parte. E a gente faz esse trabalho sempre educando o corpo para o movimento. Esse movimento, que é um movimento corporal, passa às vezes pelo sensual também, mas não só. Então essa formação que eu tento passar aqui, nesse núcleo, nesse espaço que eu tenho, é muito isso, é tentar fazer com que eles dancem vários tipos de música, e eu evito um pouco o funk, por causa dos movimentos, que são estritamente sensuais. Às vezes agora têm uns funks que já estão com uma linguagem um pouco melhor, então a gente vai usando, porque é um ritmo bom. Eu gosto de qualquer ritmo, mas às vezes a letra é um pouco ruim. Então a gente usa sempre essa parte pedagógica para educá-los, de qualquer forma, sobre tudo, mas inclusive educar pra vida. Você acha que a atividade aqui tem sido muito procurada em relação a outras linguagens? A dança é impactante? E quando eu falo impactante, é se ela tem uma grande procura. Há uma grande procura dos alunos pela Dança? Aqui o maior número de alunos é na Dança, é muito procurada, muito, porque não tem vaga, se começa um ano fica cheio.. por favor, me fale um pouquinho sobre a sua percepção sobre a comunidade local, o grupo que frequenta. Como é que você vê a comunidade que frequenta o Núcleo, em relação aos alunos da Dança? Como só tem um Núcleo aqui, a minha comunidade é muito extensa, não tem uma comunidade do Novo Leblon, mesmo porque as pessoas do Novo Leblon têm uma condição financeira maior, então quando uma ou outra pessoa é dessa área do Núcleo, do Novo Leblon, são alguns filhos de porteiros, ou de empregadas domésticas, é muito pouco. Eu tenho muita gente da Vargem Grande, Vargem Pequena, Jacarepaguá, Terreirão, da Barra, lá na Barrinha às vezes tem um ou outro que vem de lá, mas é muito longe, a gente fica um pouco ilhado, mas a minha comunidade é muito extensa, muito grande, eu não conheço exatamente uma comunidade, porque é um pouquinho de cada lugar, que vai de Vargem Grande, vai depois ali do Recreio Shopping, que é indo pra Guaratiba, tenho dois alunos lá de longe, e é bem extenso.

5 Na sua percepção, a Dança pode ser considerada um fator de inserção social das populações socialmente desfavorecidas? Se for sim ou não, justificar pra mim. Com certeza. São vários fatores: quando a gente vai ao teatro, quando a gente participa de eventos, eles se sentem muito incluídos; quando ganhamos - a última agora que a gente ganhou - um prêmio, que a gente conseguiu o teatro do SESC, num espaço lindo, maravilhoso, que foi dado pra gente, a gente ganhou, então nós fomos. Aí chegamos lá, as pessoas de música, as pessoas de dança, as pessoas que estavam no teatro administrando, todos eles se sentiram importantes no palco, uma pessoa fazendo a luz, outra pessoa fazendo a música, as pessoas trabalhando pra eles, eles se sentiram muito importantes, e eu fiquei muito satisfeita com isso. E outra coisa que é fundamental para a integração deles é aquilo que eu falei no início, que eles já estão trabalhando com isso, eles já estão ganhando, já estão conseguindo se sustentar. Ganham pouquinho, mas eles gasta pouquinho, eles vão conseguindo ter essa condição de deslocamento, porque a gente não tem dinheiro nem pra deslocar; essa condição de ter aqui no Núcleo, eles têm alimentação, então eles se alimentam. Então, é importante porque a gente dá uma base, não só educacional, mas também de fundamento para o futuro, porque esses cinco alunos meus, ex-alunos que continuam aqui, eles estão inseridos sim na sociedade, estão trabalhando com a arte da dança. Eu queria que você falasse comigo algumas transformações, a nível corporal e a nível afetivo. Você viu essas transformações aqui nos seus alunos, nesse seu tempo aqui no Núcleo? É, são muitas transformações, são muitos depoimentos. Crianças que estavam totalmente fora do contexto escolar, quando passam a fazer atividade de dança, começam a, toda a energia, toda a carga que faziam dentro de sala de aula, a despejar aqui na dança. Então já fui porque a gente faz uma divulgação no início do ano, a gente vai nas escolas divulgar e a cada ano os professores vão a uma escola diferente da outra, e eu já recebi, quando eu fui fazer a divulgação no ano seguinte, as professoras indicando, para aqueles alunos mais inquietos, mais bagunceiros, que querem aparecer de alguma forma, e que dão trabalho na escola, para fazer a dança. E isso é muito importante porque os que vêm e ficam, eles conseguem canalizar toda a energia que eles têm interiormente, que é artística, no canal correto. E eu chego lá e falam: ah, melhorou muito o comportamento. Uma coisa que eu notei que todas elas falam em concentração, em atenção, em foco. Na dança a gente trabalha muito assim, né? A sequência coreográfica tem que ser memorizada, e isso mexe com todo o

6 sistema neurológico deles, e a atenção e a maneira de se expressar ela combina com essa movimentação. Quando chega na sala de aula, eles conseguem canalizar essa atenção que tem que ter para o aprendizado. Então muitas pessoas falaram do aprendizado ter melhorado através da expressão artística na dança. A outra era sobre a experiência de alunos que conseguiram trabalho informal e formal. Você já disse que uns estão trabalhando, você já deu depoimento......faculdade de Dança... então, tem duas alunas fazendo faculdade de Dança......tem, tem. Legal né? Na faculdade Mais Escola? Mais Educação. São projetos que a Secretaria tem que não precisa ser formado, então eles vão lá, sob a minha orientação. Eles não precisam nem de orientação, no caso eu oriento eles porque eles já fazem, dos três que estão, tem cinco e eu acho que os outros dois vão conseguir, eles dão aula, e os alunos vêm fazer aula comigo de vez em quando: ai professora, seu aluno é muito chato aí vem fazer aula comigo: caraca, ele faz aula igualzinho a você Tem que ser né? Já está há dez anos fazendo aula. Mas ele é muito chato, pega no pé. Eu também era quando eu era mais nova, agora eu estou um pouco menos chata (risos). Eles são muito exigentes em relação a correção, a limpeza de movimento, tudo aquilo que eu faço, que eu prezo, eles agora estão..., eu estou muito feliz com o trabalho deles....está passando né? É. Última questão: A sua percepção de que pessoas com deficiência têm direito a participar do Núcleo. Você viu que ao longo desses anos todos de trabalho aqui no Núcleo esses alunos eram sempre incluídos aqui, faziam atividades, ou não? Ou começou depois do movimento da Secretaria? E como tem sido a receptividade deles atualmente, se você tem alunos hoje em dia com deficiência, como é isso pra você? É, eu tenho um carinho especial porque eu tenho uma irmã com Síndrome de Down, então eu sempre recebi, independente da Secretaria pedir ou não, porque quando ela pediu aumentou o número, com certeza, mas eu sempre tive, porque Síndrome de Down..., porque cada um... cada caso é um caso. A Síndrome de Down é muito

7 tranquila de trabalhar, porque eu já tenho experiência por causa da minha irmã, que sempre dançou comigo, sempre chegou a se apresentar. Então eles participam espontaneamente, o problema é a gente estar qualificado para cada tipo de problema, porque a gente não é qualificado para isso. Eu sou porque eu fiz o curso especial Desenvolvendo o cérebro, da Helena Antipoff, mas a gente precisaria ser melhor qualificados para poder atender melhor essas pessoas. Mas hoje em dia também tem uma pessoa, uma menina, que também faz... eles fazem inclusão com ela hoje ela não veio ela é muito boazinha, ela é atenta, ela também tem um nível muito fácil de ser trabalhado. Eu nunca tive aqui uma pessoa que não fizesse, então todos que chegaram até mim conseguiram desenvolver algum trabalho. Gostaria de acrescentar alguma coisa...?... não, está tudo tranquilo. Muito obrigada!

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