Aexo 3 Dados das entrevistas do grupo 1

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1 Aexo 3 Dados das entrevistas do grupo 1 Grupo I Informantes idade Sexo profissão Escolarida de Tempo de imigração em Portugal Língua materna E anos Masc. -- 6ª classe 40 anos Crioulo cv E anos Masc. 4ª classe Cerca de 40 Crioulo cv anos E anos Masc. 4ª classe 20 anos Crioulo cv/português * E anos Fem. Aux. Centro de dia 12º ano (concluído em Portugal -curso de cozinha e 19 anos Crioulo guiné E anos Masc. desemprega do pastelaria ) 4ª classe 24 anos Crioulo cv Motivo da imigração E1.1 Trabalho; procurar vida melhor; (Veio em 1975) E1.2 Por questões económicas À procura de condições de vida. Portugal pela questão do contacto Portugal- Cabo-verde E1.2: exatamente. os dois Sente-se adaptado? Sim E: sim. e as pessoas tratam-no bem? E1.1: tratam (E: tratam) e eu também trato eles bem (riso) (L 91) Sim sinto-me integrado... (L 65) Dificuldades E1.1: nada Veio sozinho e ao fim de três meses mandou vir a família; Já tinha nacionalidade portuguesa E1.1: correu que eu nacionalidade já era português na mesma (L77) Correu tudo bem Veio sozinho e quando teve oportunidade trouxe a família Veio antes da independência de Cabo Verde 1

2 países ne-- (E: sim) ou seja, na altura quando saí de cabo-verde Cabo Verde ainda não era independente (E: sim) e era, tava sob o domínio português (L 17) E1.3 Já tinha família cá sim Não teve problemas (língua, trabalho, integração, etc. correu tudo bem) E1.4 Funeral da mãe Sim Veio com/ por influência de amigos Estudou português no país de origem E1.5 Trabalho; procurar vida melhor; Sim. E1.5: nunca tive nenhum problema, nunca conheci *** pessoas, durante estes vinte e quatro anos (L 172) Não teve problemas Problemas agora por estar desempregado Estudou português no país de origem Relação com o país de origem/ Vontade de regressar E1.1 E: e o senhor voltou a cabo-verde alguma vez? E1.1: não. é por isso que eu diz que eu não-- E: e tem vontade de voltar? E1.1: tenho tenho E: tem muita vontade de voltar? E1.1: só tenho lá uma irmã e quero ver se-- (L ) eu tenho lá uma irmã tenho que ver se vou lá para a ver (L131) E1.2 E: faz sentido para si. pronto. sente que a sua cultura e as suas raízes continuam presentes na sua vida atualmente, mesmo estando cá em Portugal? além da língua faz questão de manter ou-- outros costumes? por exemplo cozi-- cozinhar a: comidas específicas -- E1.2: sim come aqui comida naturalmente eu a: [...] E1.2: lá em ca-- lá em casa de vez em quando faço questão de fazer pratos tradicionais nossos, não é (L ) E1.3 Diz manter a ligação com o país e familiares, 2

3 Já voltou ao país de origem E1.4 Sim, mas não para já. Nas férias visita e vai tentando preparar o regresso. bom ainda para voltar, não tem estabilidade ainda política (L111); gosto. E vou voltar um dia mas o momento ainda-- ir e ficar para a guiné, ainda não, por causa dos meus filhos (L 136) E: e estando cá em Portugal faz falta ã: -- E1.4: ah sempre, sempre. Portugal é diferente, ã: Portugal não tem nada a ver com a Guiné-Bissau, parece que não, essa correria que a gente-- vida que a gente tem aqui lá não...é a minha terra onde é que eu nasci, é tipo quando a gente se afasta da nossa: mãe (hum) sentir falta daquela: [...] falta de qualquer coisa, é isso...não, não é a mesma coisa. Falta da comida, falta daquela cultura, daquela-- pessoas também, ambiente, que não é como aqui (L 155) E1.5 E: ok. ã: mantem uma ligação com o seu país de origem? E1.5: sim, claro (L 77) E: durante os anos que cá esteve continuou a ir lá de férias (E1.5: sempre) (L 79) E1.5: ã: eu vou para Cabo-Verde assim dá saudades de voltar para Portugal outra vez (L 93) E: mas quando está aqui tem saudades de-- de lá estar E1.5: é, exatamente (L 97) Relação com o país de acolhimento/ integração E1.1 E: conhece os hábitos portugueses? já está aqui há imenso tempo, conhece, identificase com alguns hábitos portugueses? a comida, a música-- E1.1: ah conheço tudo (L95) E1.1: /conheço conheço\\ por acaso conheço mais, mais cá em Portugal que propriamente da minha terra (L 99) E1.1: exatamente. eu já se for para lá agora, vou perguntar, mas desde Portugal eu sei daqui, porto e esses áreas todos... (L102) E e como é que caracteriza a sua integração cá em Portugal? correu tudo bem, o processo? no início foi complicado? as pessoas não acolheram? E1.2: normalmente, normalmente. correu bem normalmente que eu sou uma pessoa : mais ou menos equilibrada (E: sociável e:) e portanto logo no principio tive sempre: E: correu tudo bem E1.2: tudo bem. não tenho razão de-- (L 49-54) E: correu tudo bem E1.2: tudo bem, tudo bem. até hoje (L 57) E1.2: a: eu a: eu sinto-me integrado, sinto-me integrado (L 65) 3

4 E1.3 E: sente-se integrado? E3.1: sim sim (L 80) E3.1: não. alguns tratam bem e alguns tratam mal (L 87) E3.1: ainda tra-- algumas ainda (E: tratam mal) algumas pessoas tratam mal aí os imigrantes (L 94) E3.1: é isso que eu tava a dizer, desde que é de cor, desde que é de cor tratam mesmo mal (L 98) E3.1: não, para mim não correu mal [...] se corria mal já não tava cá (L 100; 102) E1.4 E do resto não tenho mesmo razão de queixa de Portugal. e já tenho a nacionalidade (L 89)...não tenho razão de queixa, podia imigrar [para outro país] muito mais cedo, mas não, porque é assim, eu gosto mesmo de estar aqui (L 92)...não troco a Europa para-- para Portugal (hum) nenhum parte da Europa por Portugal, não vou mesmo, só se não puder mesmo nada de comer aos meus filhos... (L 102) E1.5 E1.5: ã: eu vou para Cabo-Verde assim dá saudades de voltar para Portugal outra vez (L 93) sente que as suas raízes são respeitadas cá em Portugal? sente-se respeitado em como cabo-- ( E1.5: sim sim) enquanto cabo-verdiano cá em Portugal? E1.5: sim. Eu respeito também muito. Tenho que respeitar alguém que é para poder respeitar (L ) Língua - Português E1.1 E: e já sabia falar português quando, quando veio para Portugal? E1.1: claro. lá havia muitos portugueses (E: sim sim) portugue-- coló-- era colónia portuguesa E: e aprendeu na escola ou (E1.1: na escola) ou aprendeu no dia a dia E1.1: na escola e com eles também (L 80-83) E: em relação à língua, o que é que sentiu? o senhor disse-me que já sabia falar português quando chegou (E1.1: sim) portanto não teve dificuldade nenhuma? E1.1: não não, não tive dificuldade nenhuma (L 132) E1.2 E: e quando veio para Portugal, já sabia falar português? já conhecia um bocadinho, desenrascava-se E1.2: sim conhecia um bocadinho, sim (L31) E: você sabia falar português fluentemente ou entendia algumas coisas E1.2: não, entendia algumas coisas (L 36) E1.3 E3.1: sim, eu estudei língua portuguesa [no país de origem] (L 70) 4

5 E: antes de vir já falava? E3.1: sim sim (L 73) (diz ser a sua língua materna) E1.4...E: Quando chegou cá a Portugal, já sabia falar português? E1.4: já, já, porque estudei, estudei lá, saí de lá com o nono completo, décimo primeiro incompleto...nunca fui uma boa aluna em português, verbos principalmente. Estou aqui há muitos anos até o meu filho pequeno me diz assim mãe estás aqui há tantos anos até agora não sabes falar português pois claro é verbo e-- E1.4: algumas coisas misturo ainda com o crioulo, isso não sai, já há anos-- E: porque a maneira de pensar, é o crioulo? E1.4: é, de pensar E: na cabeça está primeiro o crioulo e depois E1.4: é sim. Estou aqui tantos anos e m-- muitas vezes então quando estou em casa com os meus filhos não falo português E: não sai? E1.4: não, não falo português, só falo crioulo com eles. E eles respondem-me em português E: ok. e dificuldades com o português? Foi-- no inicio-- E1.4: sempre sempre (L 267) E1.4: desde a escola primária, desde a escola primária até aqui, sempre que-- é assim, falar tenho dificuldades, escrever não... e a falar, se calhar é a minha maneira de falar, meu modo de falar, porque eu falo tão rápido, às vezes não paro para pensar. Os verbos e -- (L271) E1.4: é isso. escrever não tenho erros, para falar tenho mais E1.5 E1.5: ã: falamos crioulo em cabo verde aprendemos (sim) e português na escola (L 9) E: foi? Pronto. ã: e: pronto, então e a língua? Quando chegou cá já sabia falar português? E1.5: já! E: já sabia português E1.5: ã: não cem por cento mas E: sabia um bocadinho e desenvolveu mais (L 39-44) 5

6 Língua materna - Crioulo E1.1 E1.1: a: falo crioulo a: quando encontrar os meus amigos e assim estão a falar crioulo (E: sim) falamos crioulo, e quando eles são português temos que falar português (E: falam mais português--) (L 142) E: em casa só fala português? E1.1: sim porque pronto, a filha é portuguesa, ela está a estudar (E: sim) ela é portuguesa e o filho também, a mãe é timorense, eu, falar timor é um bocado (riso) a: coiso (E: é mais complicado) pois, ai eu já estou à parte (L )... já é um hábito [falar português] E: pronto. então o crioulo é mesmo só com os amigos e-- E1.1: exatamente (L 172) E1.1: em casa... (E: raramente) alguma vez falo com meus filho sim, uma coisa em crioulo uma coisa em português (E: sim) é mistura (L 175) E1.1: e quando falo com a minha irmã já só falo (E: já só fala--) quando telefono com ela já é só (E: crioulo) crioulo (L 178) eu falar mais é o português que trabalho mais com portugueses (E: sim) do que crioulos (L 165) [sobre falar crioulo] sinto bem (L 181); gosto, gosto (L 191) E: faz-lhe sentir um bocadinho perto de casa E1.1: exatamente (L 192) E1.2 E1.2: até hoje falo crioulo E: fala-- continua a falar crioulo E1.2: sim. e falo-- e português quando consigo (L 45-47) E: e faz questão de falar crioulo (E1.2: faço faço) e de ir buscar o crioulo E1.2: faço (L 101) E: sente-se mais à vontade a falar crioulo? E1.2: é uma língua materna, está a ver (L 111) E1.2:: não é só, não é só mais à vontade, quer dizer, é-- sentimos mas a: mais ligado à terra, mais (L ) E1.2: é, eu faço questão de falar crioulo. com os amigos, claro, e com a família (L118) [filhos ] E1.2: naturalmente (E: ok) n-- nunca insisti para ensinar porque é uma língua que não se ensina aqui... em Portugal não se ensina. aqui infelizmente não-- (L 132; 135) E1.2: é a nossa mãe, não é (L 153) E: e identidade, a sua língua é identidade? E1.2: exato exato. isso para mim é identidade (L 154) E1.3 E: ok. e no dia a dia, fala só português? ou também fala crioulo-- E3.1: não*** falo crioulo n tem ki fala crioulo, n ten ki fala nha crioulo (riso) (L 154) E: e fala porque gosta de falar, porque faz sentido parra si E3.1: pronto. é a minha língua gosto de falar E: exatamente E3.1: a língua portuguesa também gosto de falar (L ) 6

7 E1.4 E: faz questão de falar em crioulo, você? E1.4: sempre E1.5 E: ok. ã: e em relação à língua? Que línguas é que fala no seu dia-a-dia cá em Portugal? E1.5: ã: é sempre crioulo, em casa (L 112) E1.5: é mais rápido para a gente (L 118) Mudança e identidade E1.1 (IDENTIDADE) E: e mesmo estando cá em Portugal e mesmo vivendo cá há tantos anos, sente-se caboverdiano na mesma ou sente-se também já um bocadinho português E1.1: ah sente mistura E: é um bocadinho os dois? E1.1: é mistura (L ) E1.1: eu cabo-verde mesmo só eu E: sim, e a sua família E1.1: sim. sou eu mas os meus documento é português (E: sim) os meus documento é tudo português. os meus filhos nasceram cá todos E: já nasceram cá em portugal E1.1: os netos todos cá. e portanto E: a vida já é toda cá E1.1: a vida tá cá (L ) (MUDANÇA) E: pronto. ã: sente que ter imigrado para cá para portugal o mudou como pessoa? sente que se tivesse lá ficado a coisa teria sido -- E1.1: isso que eu não sei (L 196) E1.1: sinto que-- pronto já há muitos anos que eu saí. mas pronto, a vida aqui é vida complicada também (E: sim) você cá em portugal para viver tem que ter dinheiro-- qualquer coisa tem que ter dinheiro (L 200) E1.1: se-- se não tem dinheiro de outra coisa você não agarra porque pronto, na áfrica é diferente. áfrica cada um tem o seu [...] o seu terreno, trabalha e-- (E: na agricultura)pronto, ganha--... pessoas vivem só do campo (L 204, 205, 207, 211) E1.2 E: pronto, ainda bem. e, estando cá há tanto tempo, já são quarenta anos, não é(e1.2: sim sim) sente-se já um bocadinho português ou sente-- sente-se ainda cabo-verdiano, ou um pouco dos dois? não sei-- E1.2: um pouco dos dois sim (L 68-71) E1.2: mudou mudou, mudou um bocado (L 180) 7

8 E1.3 E3.1: a: pronto, para mim é a me-- mesma-- é a mesma coisa. imigrar, não imigrar, é a mesma coisa (L 206) E já se sente um bocadinho portuguesa também? [...] E1.4: sempre. Porque eu aqui sinto em minha casa. é por isso que eu comprei casa aqui (hum) antes de fazer lá na guiné. Primeiro comprei aqui. Porque sinto já português... (L310)...Porque ã: vou dizer, se me der a escolher entre aqui e a Guiné-Bissau nesse momento é aqui, porque lá eu vou nas férias sinto-me bem, mas algumas coisas já não consigo aceitar tão bem como que eu aceitava... (L 312) E: há um choque qualquer E1.4: há. São as culturas que são diferentes, são diferentes que já não aceito-- que existe lá que já não aceito E: a sua mudou //de alguma forma\ E1.4: /é diferente, mudou\\ sim senhora. As coisas que já-- percebo melhor, de um homem casar três mulheres, antigamente aquilo não fazia-me confusão, agora que eu vim para aqui para mim é um confusão que eu não vou aceitar isso nunca. Mas lá existe por causa das etnias (hum) essas coias ã: das meninas, que fazem aquela circuncisão (E: sim) antigamente aquilo não me fazia confusão, agora já não. que eu não fui dessa etnia, não foi-- E: agora faz-lhe confusão E1.4: graças a deus que na minha família isso não existe E: não aconteceu? E1.4: não aconteceu. Agora faz confusão quando chego lá, vejo ainda pessoas a falar disso e t-- E: com naturalidade? E1.4: com naturalidade e aquilo ainda me faz confusão (L ) E: então sente que mudou enquanto pessoa? E1.4: ah mudei muito, mudei muito, mudei. E tanto mudei, na minha visão sinto-me mais portuguesa. Não é que vou dizer que não sou guineense, sou guineense até morrer (L330) E1.4: /é isso. Eu já disse aos meus filhos\\ quando-- quando eles terminaram de crescer que eu vou-me embora, estou a pensar fazer isso (hum) mas isso não quer dizer que vou ficar lá de vez que não venho aqui, vou e venho sempre E: mesmo quando voltar? E1.4: sim, a minha vida agora sempre-- as minhas férias-- se ficar as minhas férias sempre vai estar aqui. Eu nunca mais vou deixar lisboa E: tem uma ligação E1.4: ligação. Daqui de Portugal nunca ã: eu agora a minha vida está entre Guiné- Bissau e Portugal... (L )...sinto-me portuguesa e sinto-me guineense. Sino-me guineense primeiramente ne (E: claro claro) depois portuguesa, e sinto-me mesmo-- (L342) 8

9 ...e não vou trocar nenhum país para a europa com Portugal, só se-- E: enquanto conseguir não é? E1.4: enquanto eu conseguir (hum) só ******** sinto-me portuguesa (E: boa) ou uma ã: pretuguesa como costumo dizer (E: é?) pretuguesa (riso) digo mesmo assim. (L 348) E1.5 (Diz que sim mas não especifica) Outros E1.1 E1.1: é, pois. é, pronto mas, essas coisas de imigração afastou muita gente E: dos seus países de origem? E1.1: sim dos paises-- (L ) 9

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