BAUMGARTEN E O BELO SCHILLER E O JOGO ESTÉTICO

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1 COLÉGIO ESTADUAL YVONE PIMENTEL ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Rua Sebastião Malucelli, 1312 CEP Fone/Fax: / / Curitiba Paraná BAUMGARTEN E O BELO Baumgarten define Estética, como arte de pensar de modo belo, como arte análoga da razão, como ciência do conhecimento sensitivo que se contrapõe ao saber filosófico que privilegia a abstração, para melhor entender a visão de mundo. O que Baumgarten afirma é que não se pode compreender a dimensão da sensibilidade humana com os mesmos instrumentos do pensamento abstrato. É preciso compreender a sensibilidade como uma companheira do pensamento conceitual, abstrato. Na discussão estética não se pode cair numa disputa de qual gosto é melhor ou pior, deve-se compreender como se dá o conhecimento sensível e como ele se relaciona com a razão. As coisas sensíveis são apreendidas em nossa mente e se convertem em imagens, esse é o conhecimento sensitivo, um conjunto de representações. Para Baumgarten, o belo é fruto de um consenso, o que não significa gosto individual e sim um acordo que exige das pessoas destreza, perspicácia, imaginação, criatividade, gosto refinado e apurado para reconhecer e expressar a força e a elegância do belo. O consenso e harmonia que se dão entre os que possuem estas qualidades, se conquista pelo exercício estético, isto é, uma contemplação constante, um convívio regular com as obras de arte, o que permitiria uma gradual aquisição de hábito de pensar com beleza. SCHILLER E O JOGO ESTÉTICO As ideias do filósofo alemão Schiller podem nos orientar nessa compreensão da relação entre a sensibilidade e razão. Segundo Schiller o ser humano possui duas dimensões: o estado passivo da sensação e o estado ativo do pensamento. A primeira dimensão refere-se ao homem fisicamente, aos seus instintos, mas o ser humano não se limita a sua determinação natural, ele possui uma outra face pela qual o seu espirito, a sua mente age e pode exercer a liberdade, esta é sua segunda dimensão. Entre as duas há um estado intermediário: o estado estético, cuja função é fazer a passagem da determinação da natureza para a liberdade de pensamento. Exemplo: não procuramos o saber, o conhecimento, apenas porque nossa razão exige, mas porque isto causa prazer, esse prazer é estético. A ação moral não é considerada boa e louvável porque segue as leis, mas porque é bela, e será tanto mais bela quanto mais fora estiver fora da obrigatoriedade, da coerção. Se na percepção sensível são os sentidos que comandam, e no pensamento é o intelecto, a faculdade humana que caracteriza o estado estético é a imaginação, que tira os objetos da condição de simples funcionalidade, que me retira da individualidade egoísta e me coloca com a totalidade dos seres humanos, com a humanidade. Para Schiller, na dimensão estética uma obra de arte não será analisada apenas pelo seu tema, ou pelas suas qualidades materiais, o valor de uma obra se dá pelo conteúdo, que apresenta uma forma que desperta para a fruição do pensamento, da razão e da sensibilidade. Sensibilidade no sentido de apreender o mundo, de sentir-se tocado pelas coisas. Como nem sempre se dá essa harmonia, ou o homem fica preso nos sentidos, buscando um

2 prazer puramente físico, ou fica preso por regras morais, não encontra a plenitude humana, da felicidade e da dignidade humana. O caminho para esta condição é a cultura estética, pela qual o homem pode realizar suas potencialidades, sem permanecer distante de si mesmo. Essa cultura estética implicaria numa educação para a percepção estética do mundo, na qual razão e sensibilidade possam se harmonizar. Pensar a beleza para além da cultura do trabalho alienante, numa sociedade que busca apenas a riqueza material e valoriza o individualismo e o prazer físico, a arte vazia de sentido, na busca irrefletida da beleza física imposta por padrões de mercado e de consumo, de pessoas passivas e angustiadas, Schiller aponta uma proposta que visa um ser humano, mais nobre, mais digno e mais feliz. A UNIVERSALIDADE DO GOSTO Além de uma definição sobre beleza, a discussão sobre os juízos de gosto fez a estética voltar seu olhar sobre as artes. Os objetos de arte são mais propícios a uma avaliação do gosto e com eles podemos ter uma dimensão mais clara da diversidade de gostos como também da possibilidade de formar um juízo universal, sem desconsiderar o agravante atual dos interesses comerciais em relação à arte. O mercado enquanto espaço de transação comercial determina o que é bom ou ruim em matéria de arte e atua como formador de gosto. O mercado apresenta três situações distintas: a que visa o consumo mais amplo, popular, que dita as regras de consumo e de gosto para o consumidor e usa a mídia como veículo de difusão. A segunda situação é o mercado de arte, aquele espaço de comercialização a partir do reconhecimento de especialistas em arte, neste caso embora o gosto seja mais intelectualizado, pode se perceber que a relação entre o gosto e o valor de obra, não é bem precisa. A terceira situação e o mercado da ilegalidade, da cópia, da falsificação e da pirataria, que embora caminhe em paralelo com as duas outras formas de comércio, acaba por determinar o que é bom ou não de ser comercializado ou consumido. O GOSTO COMO UM FATO SOCIAL A beleza também poder ser pensada como um fato social, isto é imposição que a sociedade faz aos indivíduos e que os obrigam a seguir. O gosto vai se formando a partir de hábitos, de valores e atitudes que são comumente aceitos. Isto nos leva a pensar que padrões de gosto são construídos social e culturalmente e portanto não são estáticos, deixando a reflexão: algum dia poderá se ter uma unidade de juízo de gosto? O JUIZO DE GOSTO NA FILOSOFIA David Hume, filósofo escocês, afirma que gosto não se discute. Hume explica que as pessoas não nascem sabendo, que o conhecimento se adquire com a experiência, o conhecimento advém dos fatos experienciados a partir das impressões e ideias que associamos em nossas mentes, o que chamamos de empirismo lógico. Desta forma o sentimento que temos em relação a uma obra é diferente do julgamento que proferimos dela. O sentimento é sempre do indivíduo. O entendimento é diferente, porque precisa de uma referência externa. Podemos ter opiniões

3 diferentes acerca de um objeto, mas só uma é verdadeira, mas podemos ter uma infinidade de sentimentos sobre o mesmo objeto, e todos serão verdadeiros. Por isso a beleza para Hume não é uma qualidade dos objetos, ela existe apenas no espirito de quem as contempla, e cada espirito percebe uma beleza diferente. KANT E O SENTIMENTO DO BELO Immanuel Kant, filósofo alemão, afirma que a ponte entre o intelecto e a dimensão da sensibilidade é a faculdade do juízo, relacionada aos sentimentos. Não emoção, mas sentimento estético, prazer ou desprazer que se tem com os objetos, porque no juízo de gosto não se faz referencia ao objeto em si, mas no modo como o sujeito é afetado pela sensação causada pelo objeto. Segundo Kant o juízo de gosto ou estético possui três alcances: o belo, o agradável e o útil. Quanto o agradável e o útil, sentimentos despertados em vista de fins particulares, são sentimentos contrários do belo, pois o belo é desprovido de qualquer interesse que não seja ele próprio. É neste sentimento desinteressado que encontramos uma possibilidade de universalização sobre o julgamento do belo. Quando estamos presos aos objetos pelos interesses particulares de uso, o juízo estético não encontra espaço. Tente imaginar algo que admiramos e não tenhamos interesse, o que você imaginou guarda uma promessa de um prazer, de um deleite que não é apenas físico. É um prazer fruto de uma atividade mental, na relação sensível com um objeto, e como este sentimento não está atrelado a um juízo de conhecimento, ele não tem conceito que o expresse. Kant afirma que as condições da universalidade do sentimento do belo se dão na sua complacência, isto é no prazer que se sente junto, uma satisfação desinteressada e que agrada os sentidos. EXIGÊNCIAS PARA O BOM GOSTO Para que tal sentimento possa se produzir é preciso que o sujeito tenha um certo preparo: conhecimento, sutileza, sensibilidade, refinamento, preparo que acontece dentro do grupo social do qual o sujeito faz parte. É n dimensão social, humana que os juízos de gosto fazem sentido. Pode-se afirmar que uma bela música ou um bom livro podem ser apreciados por muitos, porém enquanto estes objetos derem prazer pelo valor do prazer físico, restrito ao individual, foge ao sentimento estético, que provoca contemplação desinteressada. Por isso a exigência é maior, para o sentimento estético, é necessário o refinamento que só se consegue via educação. O MATRIALISMO HISTÓRICO E ARTE INTERESSADA Foi Kant quem nos deixou a possibilidade por meio da experiência estética, desinteressada e sem conceitos de nos relacionarmos com a beleza. Para os teóricos marxistas a arte deve ser um meio para a superação das diferenças sociais do sistema capitalista. O Marxismo defende-se a ideia da arte militante, da arte como forma de conscientização política, como

4 uma forma de luta social. Para o Materialismo Histórico, que surgiu na metade do século XIX, fundado por Karl Marx e Friederich Engels o ser humano é determinado social e historicamente, o que significa dizer que não se pode pensar o homem fora de seu contexto histórico e social. Para Marx é a partir de suas necessidades materiais que as transformações sociais acontecem. A arte é uma dessas atividades humanas, que não é uma ação isolada, onde o homem se realiza na sua ação transformadora da natureza. Nessa práxis, na ação transformadora onde se concatena teoria e prática, é que o ser humano se constrói. Portanto não existe uma essência separada da existência concreta, mas uma essência sensível social, construída socialmente. É na sua existência concreta, sensível que o homem se realiza como se humano. A arte está inserida e só pode ser compreendida dentro deste contexto social e histórico. Contexto, que no capitalismo, produziu a alienação. Alienação material, que torna o trabalho uma obrigação e alienação da própria consciência, que tira do trabalhador o poder de tomar decisões, subordinando-o aos interesses da elite que detêm o poder econômico. Interesses da classe dominante quase sempre em contradição com o interesse coletivo. Assim podemos compreender outro conceito importante do materialismo histórico: a ideologia, um conjunto de ideias sobre determinado assunto, que representa os interesses da classe dominante, com o objetivo de camuflar a exploração e a desigualdade social inerente ao processo produtivo capitalista e disseminada pelas instituições sociais. A Arte não escapa deste jogo de interesses, ela está a serviço da ideologia, distorcendo a realidade. A burguesia no decorrer do processo de dominação acaba por determinar o que deve e o que não deve ser visto como arte. Mas a arte também poder ser o caminho pra a aquisição da autonomia, da consciência crítica, e da transformação social, quando voltada para a reflexão, para a critica das desigualdades sociais. NECESSIDADE OU FIM DA ARTE? A Arte faz parte da nossa vida, o ser humano não se desenvolveu produzindo objetos úteis, procurou algo mais, produziu arte e produziu em sociedade. Assim, a arte está intimamente ligada a história e a cultura da humanidade. A Arte é uma forma de buscar a compreensão do mundo través da imaginação, da criatividade, uma forma do homem se relacionar com o mundo que se renova como própria vida, que busca uma dimensão maior que a sua individualidade, busca uma totalidade. Na arte, o homem une-se com o todo da humanidade. A arte é muito mais que uma diversão ou um produto a ser comercializado, como é próprio das sociedades contemporâneas, onde ela se torna um objeto de consumo. A Arte é parte intrínseca do processo pelo qual o pensamento vai se construindo a partir da relação homem e mundo, e o homem ao produzir vida pela sua criatividade, imaginação, conhecimento, técnica e linguagem aprofunda-se no conhecimento de si mesmo, amplia sua visão de mundo e transforma-se ao transformar a natureza.

5 O CINEMA E UMA NOVA PERCEPÇÃO A relação entre arte e consumo é uma das questões que se discute na estética, sendo que a partir do século XX surgiram diversas manifestações artísticas, com novas linguagens, no sentido da busca de novas formas de expressão. O cinema é uma dessas novas formas de expressão que mudaram as perspectivas da arte contemporânea, pelo fascínio que ele desperta, pela força da imagem aliada ao som e ao movimento, permitindo ampliar as expectativas e novas percepções da realidade. Ao longo da história da humanidade o homem procurou aprender a controlar o movimento de forma concreta e material. Isto se percebe nos desenhos nas cavernas, depois em brinquedos e pinturas no antigo Egito, e mais recente com a fotografia e o cinema. A fotografia lançou um outro olhar sobre a realidade, numa nova dimensão, com outros recursos. Com o cinema surge a possibilidade da produção do sentido, da discussão sobre a relação entre pensamento e técnica, na relação entre linguagem e pensamento, entre o individual e o universal. O cinema e a filosofia dividem a tarefa de expor e discutir s visões de mundo, porque o cinema não só diverte, expressa, comunica, ele faz pensar, solicita as emoções, reproduz e produz sentidos e reinventa significados. Sabe-se que não há movimento num filme. O movimento é uma ilusão criada pela rápida sequência de imagens, colocadas em ordem, da mesma maneira que as cenas acontecem juntas para dar sentido ao filme, no entanto é esta ilusão que fascina o expectador, esta fascinação e encanto que o cinema proporciona instiga o espectador a mergulhar não apenas no enredo, mas num espaço, num tempo diferente do que ele vivencia no cotidiano, abrindo espaço para o inconsciente aflorar, quando as emoções parecem encontrar sua visibilidade.

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