UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ UNIOESTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ UNIOESTE"

Transcrição

1

2 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ UNIOESTE Campus de Cascavel Centro de Ciências Sociais Aplicadas ESCOLA DE GOVERNO DO PARANÁ Gerência Executiva da Escola de Governo CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FORMULAÇÃO E GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS LICITAÇÃO: AÇÕES QUE POSSIBILITEM MELHORAR A PERFORMANCE DOS SERVIDORES NO PROCESSO DE COMPRAS NAS IEES-PR CASCAVEL DEZ/2008

3 IVAIR DEONEI EBBING LICITAÇÃO: AÇÕES QUE POSSIBILITEM MELHORAR A PERFORMANCE DOS SERVIDORES NO PROCESSO DE COMPRAS NAS IEES-PR Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para a obtenção do grau de Especialista, em Formulação e Gestão de Políticas Públicas, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE, sob orientação do Prof. Geysler Rogis Flor Bertolini. Cascavel Dez/2008

4 IVAIR DEONEI EBBING LICITAÇÃO: AÇÕES QUE POSSIBILITEM MELHORAR A PERFORMANCE DOS SERVIDORES NO PROCESSO DE COMPRAS NAS IEES-PR Trabalho de Conclusão de Curso aprovado como requisito parcial para a obtenção do grau de Especialista em Formulação e Gestão de Políticas Públicas, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE/Campus de Cascavel/Escola de Governo do Paraná. Data da aprovação: / / Banca Examinadora: Profª Dra. Loreni Brandalise Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE Profª Ms. Elizandra da Silva Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE Prof. Ms. Geysler Rogis Flor Bertolini Orientador Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE

5 RESUMO Este trabalho teve como objetivos propor ações que possibilitem melhorar a performance dos servidores no processo de compras nas IEES-PR, definir e esclarecer as principais características da licitação pública no Brasil e identificar junto à servidores das IEES-PR, os principais problemas enfrentados na realização de licitações públicas. Em sua execução realizou-se Pesquisa Exploratória, utilizando-se como fonte primária, entrevista junto a servidores das IEES-PR, que atuam na área. O principal problema encontrado foi a dificuldade que a Administração enfrenta, ao tentar encontrar em seus quadros servidores que aceitem o desafio de tomar frente na realização de trabalhos licitatórios, tendo sido relatados ainda: a) o despreparo das pessoas que participam das licitações; b) dificuldades com a lesgislação, por considerá-la muito burocrática; c) o cargo (servidor que trabalha com licitação), não faz parte da estrutura; d) ausência de planejamento dos pedidos de compras. As sugestões propostas visando resolver ou ao menos minimizar estes problemas, foram: a) no âmbito do Estado do Paraná, em seus órgãos estaduais, os servidores que atuam de maneira direta com licitações, em especial os Pregoeiros, tenham uma regulamentação específica para a função; b) que também no âmbito do Estado do Paraná, em seus órgãos estaduais, servidores que também atuam de maneira direta com licitações, percebam uma verba indenizatória, compatível com o exercício da função. PALAVRAS-CHAVE Licitação, problemas relatados, pregão, ação imediata.

6 SUMÁRIO RESUMO INTRODUÇÃO PROBLEMA JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos METODOLOGIA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O interesse público e as compras governamentais Do início até a chamada lei de licitações IMPLÍCITOS Dez anos de pregão no Brasil A relevância do planejamento nas compras governamentais SITUAÇÃO ATUAL DAS COMISSÕES PERMANENTES DE LICITAÇÃO E PREGOEIROS NAS IEES-PR SUGESTÕES DADAS PELOS SERVIDORES E PROPOSTAS APRESENTADAS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS...34 ANEXOS Anexo I...36 Anexo II Anexo III...43 Anexo IV...44 Anexo V Anexo VI...46 Anexo VII Anexo VIII... 48

7 1 INTRODUÇÃO Analisando-se a evolução do homem, desde o tempo em que este vivia em estado selvagem, já existia implícito em sua consciência uma preocupação em comunicar-se, tendo em vista uma luta sem tréguas pela sua própria sobrevivência, através da superação de vários aspectos adversos existentes. Em tempo, o homem necessitava transmitir aos seus semelhantes, fosse de qual forma possível, todas as informações necessárias para superar todas as dificuldades, caso contrário, pereceria. Foi através desta necessidade que surgiram as primeiras tentativas, ou até mesmo os primeiros processos de comunicação, como por exemplo: desenhos em paredes, ou alguma busca de comunicação verbal. Porém, o processo de comunicação como um todo só passou realmente a ser marcante e levado a todos os povos, quando da descoberta da linguagem escrita, através da imprensa, apesar desta existir apenas a cerca de quinhentos anos. Agora, no entanto, mais precisamente no século XVII, verifica-se o início da Revolução Industrial, com a invenção da máquina a vapor na Inglaterra (1ª revolução industrial), onde as nações passaram a viver uma nova era. Após, através dos processos de organização e simplificação da cadeia produtiva, tais como o kanban e just-in-time, além dos avanços tecnológicos acumulados nas décadas de 70 e 80, principalmente na área da microeletrônica, da informática e das telecomunicações, dão lugar à chamada revolução científicotecnológica e a sua manifestação produtiva, a chamada segunda revolução industrial. Já com o advento da globalização nos anos 90, alguns setores tornam-se estratégicos, tais como o transporte e as comunicações, sendo que na época atual, é possível deparar-se com mudanças e avanços tecnológicos jamais vistos como por exemplo, a nanotecnologia, onde a gama de informações presenciada diariamente é imensa. A humanidade encontra-se diante de uma revolução diferente das demais vivenciadas em outras épocas (terceira revolução industrial). Está à mercê de uma revolução tecnológica que exige uma necessidade permanente de busca de informações e conhecimento (qualificação profissional), em busca de uma melhor qualidade e manutenção do padrão de vida.

8 O avanço das telecomunicações e a sua conjugação com a informática, o caráter sistêmico da competitividade (que não depende exclusivamente da iniciativa gerencial, mas da interação com os agentes de pesquisa e desenvolvimento das esferas pública e privada), além da globalização das relações econômicas, criam situações novas nas relações econômicas internacionais, que podem ser resumidas na integração dos mercados, passando por cima de barreiras nacionais e criando uma aglutinação de grandes blocos econômicos, que passam a operar, em tempo real, em diversas partes do planeta. A reestruturação da economia mundial sobre estas bases, coloca um novo e duplo desafio a todos os países: ser contemporâneos, no sentido de uma inserção o mais justo possível no contexto das novas relações econômicas internacionais, seja a nível privado ou público. 1.1 PROBLEMA Os governos da era industrial, com burocracias em excesso, hierarquizadas e cheias de normas e regulamentos, não servem mais face às mudanças tecnológicas e organizacionais impostas pela revolução científica e tecnológica do Pós-Moderno, que, em países como o Brasil, resultam numa sociedade cada vez mais baseada no conhecimento e na informação e conseqüentemente, cada vez mais desigual em termos de condições de vida, porém sempre em constantes e rápidas transformações. Diante deste novo paradigma que orienta os processos produtivos e a reorganização da economia mundial em termos de globalização, interação e regionalização, bem como seu impacto nos países dependentes, exigem um redesenho do papel do Estado, mas principalmente um comprometimento efetivo e constante, o qual lhe possibilite desempenhar as atuais e também as novas funções que a sociedade anseia. Desta forma, é vital que o Estado comece a trilhar novos caminhos através de uma melhor prestação do serviço público, de forma que possa ocasionar benefícios para a sociedade, atendendo aos desafios do ambiente externo, identificando mudanças das necessidades e dos desejos da comunidade à qual serve. Porém, ao mesmo tempo em que as entidades públicas percebem e começam a tentar satisfazer essas necessidades, mudando seu próprio perfil e buscando formas de uma melhor viabilização e participação da sociedade em suas decisões, encontram enormes dificuldades para realizar essas mudanças, começando pela escolha dos melhores métodos de trabalho.

9 Ao se pensar que a busca de uma contínua melhora, propiciando uma prestação de serviços públicos com mais qualidade e excelência, seja o principal ou ao menos um dos principais objetivos das organizações públicas, e que as compras governamentais neste aspecto procuram devolver à sociedade, seja através de bens ou serviços, parte dos recursos arrecadados pelo Estado, existem ações que possam aperfeiçoar o processo de compras e também propiciar uma maior eficiência e eficácia de gerenciamento dos já parcos recursos públicos? E se existem, quais seriam estas? 1.2 JUSTIFICATIVA Quando busca-se a realização de algo, como por exemplo, a concretização de alguma meta visando atingir um nível maior de sucesso, ou seja, um objetivo, deve-se pensar primeiramente qual o caminho necessário, aonde pretende-se ir. Ao buscar-se esse caminho, começa-se a pensar na identidade do Estado, e mais particularmente no papel que os funcionários públicos tem, à medida em que fazendo parte deste mesmo Estado, podem ser instrumentos de ação sobre a realidade, levando-se em conta sempre as características sócio-econômicas e político-institucionais desta mesma realidade, a partir das quais deverão ser adotadas medidas visando modificá-la e melhorá-la. Quando uma organização pública decide deflagrar um novo processo, visando uma melhor prestação do serviço público, normalmente iniciativas como essa não surgem do nada. Antes a sua cúpula administrativa pensa nas necessidades de adoção de uma nova filosofia de gestão, onde questões como: gestão integrada, modelos organizacionais flexíveis, autonomia, qualificação e valorização dos recursos humanos, ética pública, participação e orientação na definição de prioridades, entre outras, são necessidades reais que determinam o início deste processo. Considerando a necessidade de melhoria contínua por parte do Estado, particularmente em relação à busca da satisfação dos anseios e necessidades populares, ou ao menos uma minimização das mazelas desta mesma sociedade (razão da existência do Estado), e que as compras governamentais através das licitações, tem um papel fundamental na busca do melhor interesse público, o presente trabalho justifica-se pela intenção que tem de contribuir para a definição e esclarecimento sobre as principais características da licitação pública no Brasil, e principalmente de propor ações que visem uma maior eficiência e eficácia de gerenciamento dos recursos públicos.

10 1.3 OBJETIVOS Objetivo Geral Considerando o problema envolvido e a justificativa apresentada, o trabalho tem como objetivo geral propor ações que possibilitem melhorar a performance dos servidores no processo de compras nas IEES-PR Objetivos Específicos a) definir e esclarecer as principais características da licitação pública no Brasil; b) identificar junto à servidores das IEES-PR, os principais problemas enfrentados na realização de licitações públicas. 1.4 METODOLOGIA Considerando-se a justificativa proposta e os objetivos a que o presente trabalho se propõe a investigar, na elaboração do mesmo realizou-se Pesquisa Exploratória, que segundo Rúdio (1979), implica em conhecer mais profundamente sobre um tema para promover intervenções de melhorias ou implantar programas. Utilizou-se como fonte primária, entrevista junto a uma amostra de 10 (dez) servidores das IEES-PR, de uma população total de 55 (cinquenta e cinco) servidores que atuam na área de licitação pública, sendo que os servidores entrevistados são exatamente os que atuam de maneira mais direta, realizando boa parte das licitações a cada ano e que, portanto, possuem maior experiência funcional na área. Já como fontes secundárias, utilizou-se conceitos de autores que tratam do tema explicitado, através de bibliografia e artigos específicos, bem como de partes da legislação existente, tais como leis complementares, decretos e resoluções implementadas por estados e municípios da federação, além de pesquisa efetivada no ano de 2007, acerca da remuneração dos pregoeiros no Brasil. Foram 05 (cinco) as universidades pesquisadas, sendo estas: 1 - Universidade Estadual de Guarapuava UNICENTRO; 2 - Universidade Estadual de Londrina UEL; 3 - Universidade Estadual de Maringá UEM; 4 - Universidade Estadual de Ponta Grossa UEPG, e 5 - Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE. Na UEL, UEM e UEPG (n.ºs 2, 3 e 4), a pesquisa levou em conta os servidores que exercem a função de Presidentes da CPL ou Pregoeiros, apenas no âmbito de suas Reitorias.

11 Ressalta-se que a UNICENTRO (n.º 1), e a UNIOESTE (n.º 5), possuem estrutura organizacional diferente das demais pesquisadas, ou seja, são de característica multicampi. Apesar desta diferença, na UNICENTRO a pesquisa também realizou-se apenas no âmbito da Reitoria; já na UNIOESTE, além da Reitoria, esta foi estendida para as outras unidades que fazem parte da instituição, e que são os Campi de Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Marechal Cândido Rondon e Toledo, além do Hospital Universitário. Os contatos com os servidores foram realizados através dos meios telefônico e eletrônico ( ), sendo que no primeiro momento foi-lhes solicitado informar qual o número de colegas servidores que trabalham de maneira efetiva com licitações; já em uma segunda etapa, foram convidados a relatar de maneira suscinta, quais os principais problemas enfrentados em suas entidades no dia-a-dia, para o desenvolvimento de suas atividades. Posteriormente, ocorreu o planilhamento e análise dos dados obtidos, passando-se à formulação de propostas visando resolver ou ao menos amenizar os problemas detalhados.

12 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 O interesse público e as compras governamentais Ferreira (2006, p. 09), afirma que: todo agente administrativo, no uso de suas atribuições, exerce função pública, ou seja, executa (na forma da lei), o que a Lei determinar. Portanto, segundo este o agente, então, não tem vontade própria e não atua conforme seus interesses, mas sim objetivando a realização do interesse público. E vai mais adiante ainda, ao lembrar que: a relevância disto consiste no conhecimento e reconhecimento de que todo e qualquer ato praticado no exercício de tal função, tem de se conformar com todo o ordenamento jurídico, sob pena de ilegitimidade. Ainda o mesmo autor, relata a sua versão sobre o que entende ser contrato, ao afirmar que: Contrato é o acordo de vontades firmado entre pessoas capazes sobre um mesmo objeto (lícito), (grifo do autor), e que o contrato privado (entre particulares), tem como limites as proibições da lei. É interessante o que este ainda afirma, quando diz que: Já a Administração Pública só firma contratos tendo em vista o interesse público e conforme previamente autorizado por Lei, e quando lembra que o interesse público pode ser: a) Primário: o de todos, enquanto integrantes de uma mesma coletividade (daí prevalecer sobre o do particular); b) Secundário: o da própria administração, enquanto sujeito de direitos (motivo pelo qual equivale ao do particular). Apenas a título ainda mais esclarecedor, vale descrever a afirmação do festejado professor Justen Filho (2005, p. 45), o qual além de corroborar com as afirmações do primeiro, lança mais luzes ainda sobre o tema, ao afirmar categoricamente, que somente uma decisão proferida por meio de procedimento satisfatório e com respeito aos direitos fundamentais e aos interesses legítimos poderá ser reputada como traduzindo o interesse público. Mas não se legitimará mediante a invocação a esse interesse público, e sim porque compatível com os direitos fundamentais. Ou em outras palavras: o interesse público deve ser o resultado da atividade, e não a motivação para a prática do ato.

13 Quando se fala sobre compras governamentais, o que se pode entender como Licitação? É possível conceitualizá-la? E sendo possível, qual o melhor conceito? Bem, novamente Ferreira (2006, p. 10), relata sobre isto de uma maneira simples e direta, a qual parece ser satisfatória, quando diz que: Em regra, entende-se por licitação o meio utilizado pela Administração Pública para firmar contratos com os particulares. Todavia, pode-se conceituá-la como sendo o procedimento através do qual busca a Administração Pública, garantindo igualdade de condições entre os interessados, selecionar a proposta mais vantajosa (grifo do autor), para as suas necessidades ou da própria coletividade mediante a contratação de particulares ou quem a eles se assemelhem. Nesse sentido, é possível cogitar de licitação para a contratação de órgãos ou entidades da Administração Pública, desde que o objeto de contratação seja um bem ou serviço do comércio, isto é, disponibilizado nessa condição e sujeito às regras próprias do mercado. Ainda o mesmo cita o seguinte exemplo, ilustrando assim suas afirmações: Poder-se-ia cogitar da contratação, pelo Estado do Paraná e via procedimento licitatório, do Banco do Brasil para centralização e pagamento da folha dos servidores... Em tal hipótese, estaria ele a explorar atividade econômica em regime de concorrência com os seus pares, bancos privados ou não. 2.2 Do início até a chamada lei de licitações Quando fala-se sobre compras governamentais e também sobre licitações públicas no Brasil, é interessante antes de qualquer coisa, realizar um pequeno histórico sobre como desenvolveram-se todos os procedimentos de compra, até que se chegue nas atuais características das licitações, onde vê-se com uma freqüência cada vez maior o uso maciço da tecnologia e da informática, e mais especificamente da Internet, através principalmente dos Pregões Eletrônicos. Tolosa Filho (1998), no seu livro Licitações: comentários, teoria e prática: Lei nº 8.666/93, através de suas notas, resgata um passado histórico, ao lembrar que:

14 o histórico do sistema de licitações no Direito brasileiro remonta à nossa colonização, quando empregamos, nas chamadas despesas públicas, as Ordenações Manuelinas, tendo recebido tratamento mais abrangente com o Decreto nº 2.926, de 14 de maio de 1862, ainda no período imperial. Continuando ainda em seus levantamentos, afirma que: no período republicano, a sistemática das despesas públicas foi abordada pela Lei nº 2.222, de 30 de dezembro de Com a edição dos Decretos nº 4.536, de 28 de janeiro de 1922 (Código de Contabilidade Pública da União), e , de 8 de novembro de 1922, a matéria é tratada com mais profundidade, prevendo regras para definição de modalidades de licitação e para seu julgamento, vigindo de forma relativamente pacífica até 1964, portanto durante mais de 40 anos. Mais adiante na história, o mesmo autor acrescenta que: O regramento sobre licitações foi alterado através da Lei nº 4.401, de 10 de setembro de 1964, e posteriormente pelo Decreto Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967, que vigiu até a edição do Decreto Lei nº 2.300, de 21 de novembro de Finalmente, após haver tramitado no Congresso Nacional por quase dois anos, foi sancionada e promulgada a Lei nº 8.666, em 21 de junho de 1993, a chamada Lei de Licitações (grifo nosso), sofrendo alterações em 8 de junho de 1994, pela Lei nº 8.883, e em 27 de maio de 1998, pela Lei nº Em todos estes anos, a Lei Federal nº 8.666/93, sofreu várias críticas. Cabe destacar até o pensamento de alguns destes críticos, que chegam até a considerá-la como algo demoníaco, devido à sua terminologia numeral. No entanto, novamente Tolosa Filho (1998), brinda com um comentário muito propício acerca desta lei, e particularmente parece ser interessante, ou seja: durante sua curta existência, inúmeras críticas foram a ela dirigidas, sem que houvesse tempo para sua correta interpretação e aplicação. No entanto, se considerarmos que a Lei nº 8.666/93, na sua aplicabilidade, movimenta grande parte do PIB Produto Interno Bruto e manuseada por profissionais não necessariamente com formação jurídica, essa situação é compreensível.

15 Ora, a Lei Federal n.º 8.666/93, nada mais nada menos, veio apenas regulamentar o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, o qual institui normas para licitações e contratos da Administração Pública, além de dar outras providências. Cabe destacar a contribuição de Cubas (1999, p. 17), quando ressalta princípios expressos e implícitos nesta lei, e que a Administração deve observar ao realizar suas licitações, conforme figuras 01 e 02: Figura 01 Princípios Expressos na Lei » » » » PRINCÍPIOS EXPRESSOS » NA LEI » art. 3º » Isonomia Legalidade Impessoalidade Moralidade Igualdade Publicidade Probidade Administrativa » Vinculação ao Instrumento Convocatório » Julgamento Objetivo Fonte: Cubas (1999, p. 17)

16 Figura 02 Princípios Implícitos na Lei Competitividade art. 3º, 1º, I; art. 30, 5º; art. 23, 1º; art. 33 PRINCÍPIOS Participação Popular art. 4º, art. 7º, 8º; art. 15, 6º; art. 39; art. 41, 1º; art. 63; art. 113, 1º IMPLÍCITOS ---- art. 5º; art. 8º, único; art. 20; art. 22, 7º; art. 26; art. Motivação 31, 5º; art. 38, IX; art. 46, 3º; art. 51, 3º; art. 57, 1º, 2º e 3º; art. 78, único; art. 79, 1º; art. 109, NA LEI 2º Contraditório e art. 49, 3º; art. 86; 2º; art. 87, caput; art. 87, 2º; Ampla Defesa art. 109, 3º Fonte: Cubas (1999, p. 17) quais sejam: Cubas (1999, p. 347), cita as cinco modalidades de licitação previstas na Lei 8.666/93, Art. 22. São modalidades de licitação: I concorrência; II - tomada de preços; III convite; IV concurso; V leilão. 1º. Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto. 2º. Tomada de preços é a modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. 3º. Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas. 4º. Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, cientifico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias.

17 5º. Leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis inservíveis para a Administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados, ou para a alienação de bens imóveis prevista no art. 19, a quem oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da avaliação. Ou seja, ao que parece, apesar das afirmações de alguns de que esta lei é altamente burocrática e praticamente impossível de ser aplicada, a experiência tem mostrado exatamente o contrário. Quando bem aplicada, ou em outras palavras, quando aplicada de maneira correta, a mesma é perfeitamente aplicável e pode sim atingir os objetivos a que se propõe. Cabe no entanto, ao administrador público, advogados, aqueles que atuam na área de licitações (além de membros de comissões de licitações e julgamento), empresários, servidores públicos e também aqueles que trabalharão algum dia de maneira direta com a área, que observem todos os aspectos pertinentes ao procedimento licitatório, sem esquecerem-se da busca do conhecimento através da parte teórica e dos julgados dos Tribunais de Contas. 2.3 Dez anos de pregão no Brasil O Pregão teve início no Brasil através do Decreto Federal nº 3.500/00, seguido da Lei Federal nº /02, que instituiu o Pregão na forma eletrônica, além do Decreto Federal nº 5.450/05 e suas alterações. Exercem influência direta sobre a modalidade, ainda a Lei Federal n 123/06, Lei Estadual nº /07, e é claro, a já mencionada Lei Federal nº 8.666/93. Cabe aqui um destaque especial à Lei Complementar nº 123/06 (Lei da Micro e Pequena Empresa), que veio a preencher uma lacuna existente, onde as MPE s passaram a ter uma participação maior no mercado de aquisição de bens e serviços governamentais. A despeito das médias e grandes empresas, às quais com esta lei perderam uma fatia considerável de mercado, ainda assim é possível considerar muito importante a promulgação e efetiva aplicação desta lei, pois desta forma, os micros e pequenas empresários, teoricamente poderão crescer e também se desenvolver, até pelo papel social que estes realizam ao responderem por uma grande parte da geração de empregos, e da contribuição no PIB em nosso país.

18 Voltando ao tópico principal, nestes quase dez anos de Pregão no Brasil, esta modalidade teve seus benefícios amplamente comprovados e já é uma das mais utilizadas pela Administração Pública em todas as suas esferas, pelos excelentes resultados que tem proporcionado. Apenas a título estatístico, segue levantamento efetuado pela Casa Civil, por meio da Fundação para o Desenvolvimento Administrativo (Fundap), do Estado de São Paulo, onde vê-se que os resultados obtidos com o Pregão são realmente significativos e impressionantes: a) Realização de pregões, de novembro de 2002 até a presente data (13 de junho de 2006); b) pregões encerrados no valor total de R$ ,20; c) Economia obtida de 19,58%, ou seja, de R$ ,51; d) Economia obtida após definição da melhor oferta, ou seja, por negociação direta do pregoeiro, R$ ,13, equivalente a 4,49%; e) pregões com recursos, ou seja, apenas 6,3% dos pregões encerrados. Inúmeras são as vantagens conseguidas com o Pregão em relação às modalidades tradicionais, como Convite, Tomada de Preços e Concorrência: Celeridade do processo, é menos burocrático, não há limite financeiro máximo, menor número de dias de publicação, menor número de dias para resolução de impugnações e recursos, grande parte dos conflitos que podem ocorrer no certame já são resolvidos imediatamente pelo pregoeiro e licitantes, o acolhimento de recurso importa na invalidação apenas dos atos insuscetíveis de aproveitamento, dentre outros. Quando se utiliza a modalidade para Registro de Preços, as vantagens são ainda ampliadas: Economia significativa para a administração que não é obrigada a adquirir nenhuma quantidade dos itens registrados, ou seja, vai apenas adquirir os itens necessários conforme sua demanda; validade do registro que é de 01 ano; evita-se gastos com publicações, além de todo o tempo e esforço dos servidores para realização de licitações periódicas (além do que licitações de compra direta muitas vezes restam desertas e/ou frustradas e tem que ser repetidas), já que por pelo menos 12 meses, onde os preços estão registrados, a administração estará desobrigada da necessidade por lei de se realizar novos certames; o registro de preços tem validade, independentemente do exercício financeiro ou contábil; a administração não precisa manter grandes estoques de produtos, evitando assim que estes percam o prazo de validade, ou se deteriorem.

19 Esses resultados demostram uma pequena idéia do acerto da estratégia adotada pela Administração Pública, em suas várias esferas, na preparação e capacitação de seus servidores para exercerem essa nova função, denominada pregoeiro. E principalmente na adoção cada vez mais maior deste tipo de certame, que já é sem dúvida, uma das mais utilizadas, senão a de maior aplicação no país. 2.4 A relevância do planejamento nas compras governamentais É importante destacar a necessidade de se realizar um bom planejamento por parte das organizações públicas em relação às suas compras, para que estas enfim possam ser levadas a bom termo. De forma organizada e planejada, observando-se todos os princípios e normas que regem sobre o tema, é possível à Administração materializar as necessidades e anseios da comunidade, visando sempre o interesse público. Neste aspecto, Loen (1974, p. 47), procura citar algumas orientações ou elementos aplicáveis a todos os processos de planejamento, e que seriam: (...) seus objetivos, programas, tabelas, orçamentos, previsões, estrutura de organização, política, procedimentos e padrões. A cerca do exposto acima, ainda o mesmo autor aprofunda suas definições, quando cita seis passos ou etapas que devem fazer parte de um processo de planejamento: a) Programe seu planejamento. Crie um plano anual contendo seus objetivos e seu programa de realizações de vulto a serem feitas no decorrer do ano. Tome quaisquer providências necessárias em seu plano anual para desenvolver objetivos, programas, cronogramas, orçamentos, previsões, estrutura de organização, políticas, procedimentos e padrões. b) Busque as idéias e experiências dos outros. Entre em contato com seu pessoal, mas também pense entrar em contato com seu superior,seus associados e seus especialistas de equipe. c) Mantenha simples os planos. Quanto mais simples você pode fazer ou formular seus planos, mais eficiente provavelmente será a sua execução. Um modo de determinar se seus planos são bastante simples está em examiná-los no tocante à compreensão na presença de um ou mais de seus empregados, antes de fazer uma proclamação geral ou uma apresentação formal. d) Redija os planos. Um plano não-escrito é uma simples intenção que pode ser facilmente esquecida ou ignorada. Algo importante como um objetivo ou uma política, por exemplo, deve ser redigido para referência periódica pelos que o usam com freqüência.

20 e) Pense em usar testes ou períodos-piloto. Experimente um novo programa ou nova política em parte da sua organização, ou pense numa operação paralela até que se tenha eliminado todos os defeitos; tanto o velho sistema como o novo funcionam simultaneamente durante um período de provas. f) Obtenha as aprovações necessárias. Sua organização talvez exija que você obtenha a aprovação superior para programas de vulto ou quaisquer mudanças importantes na estrutura da organização. O que pode ser igualmente importante, é que você obtenha aprovação prévia (ou pelo menos concordância) do seu pessoal e de quaisquer outros interessados. Se você planeja depender da ajuda da equipe para auxiliá-lo a realizar seus objetivos, seria bom esclarecer isso com os administradores de equipe responsáveis para que eles apóiem seus planos e façam seus próprios planos para auxiliá-lo. Contudo, Loen (1974, p. 50), ao final de suas colocações, procura enfatizar um ponto básico, fazendo com que as orientações para o planejamento convirjam para este ponto, especialmente quando fala que: (...) obtenha a participação do seu pessoal quando você planeja. Se está tentando obter resultados através de seu pessoal, então este precisa comprometer-se com o que for que deva fazer. Procurando demonstrar ainda com mais força a importância da necessidade de participação de todos os envolvidos no processo de planejamento, o mesmo autor utiliza-se de dois exemplos. No primeiro, cita que: Durante vários anos, um fabricante fez com que o pessoal de equipe da sua sede dedicasse muito tempo e dinheiro no desenvolvimento de planos que os gerentes de linha deveriam executar. Estes tinham pouca ou nenhuma participação no desenvolvimento dos planos, de modo que tardavam em fazêlos funcionar. Na verdade, alguns gerentes nem sequer recorreram aos planos depois das apresentações. Porém, no segundo exemplo, toma emprestada uma experiência que parece ser bem sucedida no processo de planejamento, ao comentar: (...) James F. Leisy, presidente da Wadsworth Publishing Company, abordava o planejamento de maneira diferente. Numa palestra em certa ocasião, ele disse: Os empregados em todos os níveis de responsabilidade participam da criação de metas a curto e longo prazo. Logo, pelo menos 50% dos nossos empregados estão envolvidos na criação de orçamentos individuais para se atingir essas metas. Essa profundidade de participação no estabelecimento de objetivos que abrangem a companhia inteira resulta num grau maior de compromisso e responsabilidade para com o desempenho individual do que seja possível, segundo acreditamos, com as políticas e práticas administrativas tradicionais. Acreditamos que esse fator, mais do que qualquer outro, tenha levado ao notável crescimento de nossa companhia.

Seja Bem-vindo(a)! AULA 1

Seja Bem-vindo(a)! AULA 1 Seja Bem-vindo(a)! Neste módulo vamos trabalhar os principais conceitos de Administração Pública que apareceram com mais frequência nas últimas provas. AULA 1 Estado, origens e funções Teoria Burocrática

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Licitação segundo a Lei n. 8.666/93 Leila Lima da Silva* *Acadêmica do 6º período do Curso de Direito das Faculdades Integradas Curitiba - Faculdade de Direito de Curitiba terça-feira,

Leia mais

DECRETO N 001 A / 2015 De 02 de janeiro de 2015.

DECRETO N 001 A / 2015 De 02 de janeiro de 2015. DECRETO N 001 A / 2015 De 02 de janeiro de 2015. EMENTA: Regulamenta o Sistema de Registro de Preços SRP previsto no art. 15 da Lei nº 8.666/93, no âmbito do Município de Central Bahia. O PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

ASSUNTO: Atualização do Perguntas e Respostas nº 003/2010 que versa sobre Pregão ORIGEM: GEALC PSEF 40284/10-7

ASSUNTO: Atualização do Perguntas e Respostas nº 003/2010 que versa sobre Pregão ORIGEM: GEALC PSEF 40284/10-7 PERGUNTAS E RESPOSTAS OT Nº 001/11 ASSUNTO: Atualização do Perguntas e Respostas nº 003/2010 que versa sobre Pregão ORIGEM: GEALC PSEF 40284/10-7 Este trabalho visa a orientar os agentes administrativos,

Leia mais

COMO AS LEIS LICITATÓRIAS NORTEIAM AS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS

COMO AS LEIS LICITATÓRIAS NORTEIAM AS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS COMO AS LEIS LICITATÓRIAS NORTEIAM AS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS Lilian Verônica Gusmão Miranda 1 Rafat Issa 2 Rosana Borges Silva 3 Francisco Del Ducca Corrêa 4 RESUMO As compras nos setores públicos têm passado

Leia mais

Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. DECRETO N.º 7.892, DE 23 DE JANEIRO DE 2013. Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 3.931, DE 19 DE SETEMBRO DE 2001. Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21

Leia mais

OBRAS PÚBLICAS: QUESTÕES PRÁTICAS DA LICITAÇÃO AO RECEBIMENTO

OBRAS PÚBLICAS: QUESTÕES PRÁTICAS DA LICITAÇÃO AO RECEBIMENTO FECAM Escola de Gestão Pública Municipal OBRAS PÚBLICAS: QUESTÕES PRÁTICAS DA LICITAÇÃO AO RECEBIMENTO Módulo II Chapecó, março/2012 1 Aspectos Legais da Licitação de Obras Denise Regina Struecker Auditora

Leia mais

DIÁRIO OFICIAL EDIÇÃO Nº 030224 de 30/06/2004

DIÁRIO OFICIAL EDIÇÃO Nº 030224 de 30/06/2004 DIÁRIO OFICIAL EDIÇÃO Nº 030224 de 30/06/2004 GABINETE DO GOVERNADOR D E C R E T O Nº 1.093, DE 29 DE JUNHO DE 2004 Institui, no âmbito da Administração Pública Estadual, o Sistema de Registro de Preços

Leia mais

LICITAÇÃO: UMA FERRAMENTA DE TRANSPARÊNCIA PÚBLICA. PEREIRA, Thiago Mazal 1 VIEIRA, Thiago José Francisco 2 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 3

LICITAÇÃO: UMA FERRAMENTA DE TRANSPARÊNCIA PÚBLICA. PEREIRA, Thiago Mazal 1 VIEIRA, Thiago José Francisco 2 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 3 REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ISSN: 1679-3870 Ano VII Número 13 Maio de 2009 Periódicos Semestral LICITAÇÃO: UMA FERRAMENTA DE TRANSPARÊNCIA PÚBLICA PEREIRA, Thiago Mazal 1 VIEIRA,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO REVOGADA PELA RESOLUÇÃO Nº 128/2014- COU/UNICENTRO. DISPOSITIVOS DO PROJETO PEDAGÓGICO APROVADO POR ESTA RESOLUÇÃO, ESTÃO ALTERADOS PELA RESOLUÇÃO Nº 26/2009-COU/UNICENTRO.

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS RESOLUÇÃO N.º 702/2008 - TCE 1ª Câmara

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS RESOLUÇÃO N.º 702/2008 - TCE 1ª Câmara RESOLUÇÃO N.º 702/2008 - TCE 1ª Câmara 1. Processo n.º: TC 05821/2008 2. Classe de Assunto: 09 Processo Licitatório / 04 Inexigibilidade 3. Responsável: Sandra Cristina Gondim Secretária da Administração

Leia mais

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis

Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Construção das Políticas Públicas processos, atores e papéis Agnaldo dos Santos Pesquisador do Observatório dos Direitos do Cidadão/Equipe de Participação Cidadã Apresentação O Observatório dos Direitos

Leia mais

COMENTÁRIOS À LEI DE LICITAÇÕES E CONTRATOS LEI nº 8.666/1993

COMENTÁRIOS À LEI DE LICITAÇÕES E CONTRATOS LEI nº 8.666/1993 COMENTÁRIOS À LEI DE LICITAÇÕES E CONTRATOS LEI nº 8.666/1993 www.editoraferreira.com.br Fala, galera! Espero que tenham gostado do encontro passado. Os detalhes são vários, estou ciente disso, porém finitos,

Leia mais

DECISÃO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2011

DECISÃO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2011 DECISÃO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2011 Impugnação ao edital da licitação em epígrafe, proposta por NORTH SEGURANÇA LTDA, mediante protocolo nº 2011/004806, datado de 06/09/2011. 1

Leia mais

LEI Nº 1.048, de 12 de novembro de 2009.

LEI Nº 1.048, de 12 de novembro de 2009. LEI Nº 1.048, de 12 de novembro de 2009. Institui a Lei Geral Municipal da Microempresa, Empresa de Pequeno Porte e Microempreendedor Individual, e dá outras providências. CIRILDE MARIA BRACIAK, Prefeita

Leia mais

VIVA RIO REGULAMENTO PARA AQUISIÇÃO DE BENS E CONTRATAÇÃO DE OBRAS, SERVIÇOS E LOCAÇÕES

VIVA RIO REGULAMENTO PARA AQUISIÇÃO DE BENS E CONTRATAÇÃO DE OBRAS, SERVIÇOS E LOCAÇÕES VIVA RIO REGULAMENTO PARA AQUISIÇÃO DE BENS E CONTRATAÇÃO DE OBRAS, SERVIÇOS E LOCAÇÕES O PRESIDENTE DA VIVA RIO, no uso de suas atribuições regimentais, torna público o anexo Regulamento para Aquisição

Leia mais

Número: 00190.012047/2013-59 Unidade Examinada: Instituto Benjamin Constant - RJ

Número: 00190.012047/2013-59 Unidade Examinada: Instituto Benjamin Constant - RJ Número: 00190.012047/2013-59 Unidade Examinada: Instituto Benjamin Constant - RJ Relatório de Demandas Externas n 00190.012047/2013-59 Sumário Executivo Este Relatório apresenta os resultados das ações

Leia mais

Mario Luis Coutinho de Araujo Araujo Enviado em: terça-feira, 2 de agosto de 2011 16:38 Para:

Mario Luis Coutinho de Araujo Araujo <araujo.m40@gmail.com> Enviado em: terça-feira, 2 de agosto de 2011 16:38 Para: Marcelino David Bandt Da Costa De: Mario Luis Coutinho de Araujo Araujo Enviado em: terça-feira, 2 de agosto de 2011 16:38 Para: Marcelino David Bandt Da Costa Assunto: Pedido de

Leia mais

FUNDO E ORÇAMENTO NA POLÍTICA DE ATENDIMENTO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE

FUNDO E ORÇAMENTO NA POLÍTICA DE ATENDIMENTO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE FUNDO E ORÇAMENTO NA EFETIVAÇÃO DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE Eugênia Aparecida Cesconeto 1 Política Social e Serviço Social INTRODUÇÃO O presente artigo tem por objetivo apresentar

Leia mais

Novas modalidades que viabilizem as contratações públicas sustentáveis

Novas modalidades que viabilizem as contratações públicas sustentáveis Novas modalidades que viabilizem as contratações públicas sustentáveis Disseminar conhecimentos de boas práticas e reflexos das normas de sustentabilidade nos processos de contratação da Administração

Leia mais

M I N I S T É R I O P Ú B L I C O

M I N I S T É R I O P Ú B L I C O MANIFESTAÇÃO DE RECURSO ADMINISTRATIVO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 075/2012-MP/PA PREGOEIRA: ANDRÉA MARA CICCIO EMPRESA RECORRENTE: PREMIUM SERVICE LTDA CONTRARRAZÕES: TREVO COMERCIO E SERVICO LTDA - ME OBJETO:

Leia mais

O regime diferenciado de contratações e suas alterações nas contratações públicas

O regime diferenciado de contratações e suas alterações nas contratações públicas O regime diferenciado de contratações e suas alterações nas contratações públicas Matheus Rocha Faganello 1 Resumo: Análise do Regime Diferenciado de Contratações como um regime paralelo à atual Lei Geral

Leia mais

Em síntese, a Impugnante alegou o que segue:

Em síntese, a Impugnante alegou o que segue: Considerando a apresentação, por parte da empresa ÁQUILA TRANSPORTES DE CARGAS LTDA, da IMPUGNAÇÃO AO INSTRUMENTO CONVOCATÓRIO referente ao Pregão Eletrônico nº 23/2010, cujo objeto é o REGISTRO DE PREÇOS

Leia mais

Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP)

Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP) Formação dos integrantes do Conselho de Planejamento e Orçamento Participativos (CPOP) Conceitos gerais de gestão pública: princípios e regras da administração pública, processos de licitação, contratos

Leia mais

MANUAL PARA CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA

MANUAL PARA CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA MANUAL PARA CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA JULHO, 2015 Elaborado e organizado por: Natália Silva Athayde Coordenadora de Planejamento Colaboradores: Anderson de Sousa Verçosa José Cassiano

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO Art. 1º A Diretoria Executiva, subordinada ao Presidente da Fundação, é responsável pelas atividades

Leia mais

As Compras Públicas, Simplificação, Sustentabilidade e Micro e Pequenas Empresas. Maurício Zanin Consultor SEBRAE Nacional

As Compras Públicas, Simplificação, Sustentabilidade e Micro e Pequenas Empresas. Maurício Zanin Consultor SEBRAE Nacional As Compras Públicas, Simplificação, Sustentabilidade e Micro e Pequenas Empresas Maurício Zanin Consultor SEBRAE Nacional OBJETIVO DAS NORMAS (linhas da esquerda para a direita) 8.666/93 Lei Geral de

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTO

NORMA DE PROCEDIMENTO de 06.11.2014 INFORMAÇÕES PRELIMINARES 1. As solicitações para compra de materiais e/ou contratação de serviços deverão considerar os seguintes prazos de atendimento ao solicitado, contados a partir do

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS)

REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS) REGIMENTO INTERNO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL (IFMS) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A Unidade de Auditoria

Leia mais

Gestão estratégica de pessoas e planos de carreira. Módulo4 Plano de Carreira e Remuneração

Gestão estratégica de pessoas e planos de carreira. Módulo4 Plano de Carreira e Remuneração Gestão estratégica de pessoas e planos de carreira Módulo4 Plano de Carreira e Remuneração Fundação Escola Nacional de Administração Pública Presidente Gleisson Rubin Diretor de Desenvolvimento Gerencial

Leia mais

A ILUSTRÍSSIMA SENHORA SHEILA BATISTA DOS SANTOS PREGOEIRA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO CENTRAL DE COMPRAS

A ILUSTRÍSSIMA SENHORA SHEILA BATISTA DOS SANTOS PREGOEIRA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO CENTRAL DE COMPRAS A ILUSTRÍSSIMA SENHORA SHEILA BATISTA DOS SANTOS PREGOEIRA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO CENTRAL DE COMPRAS C.C.P TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO ESPITIRO SANTO

Leia mais

O PROCESSO DE COMPRAS NA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA MARIA

O PROCESSO DE COMPRAS NA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA MARIA O PROCESSO DE COMPRAS NA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA MARIA Marcileni Basso da Silveira 1 Maria Emilia Camargo 2 RESUMO Devido as grandes mudanças e exigências que as leis impõem aos administradores públicos,

Leia mais

PROCEDIMENTO LICITATÓRIO

PROCEDIMENTO LICITATÓRIO PROCEDIMENTO LICITATÓRIO FERNANDA CURY DE FARIA 1 RESUMO O presente artigo tem por objetivo analisar os principais aspectos do procedimento licitatório. Iniciaremos com a abordagem do conceito de licitação,

Leia mais

Novas Atitudes. Novos. Estado Gestor

Novas Atitudes. Novos. Estado Gestor Novas Atitudes Paradigmas 1 Procedimentos Estado G t Gestor Instrumentos 2 Sociedade Estado Necessidades Expectativas P i id d Prioridades Recebe a Recebe a pauta Deve se Deve se empenhar para atender

Leia mais

REGULAMENTO DA LICITAÇÃO NA MODALIDADE PREGÃO

REGULAMENTO DA LICITAÇÃO NA MODALIDADE PREGÃO Consolidação ao Regulamento da Licitação na Modalidade Pregão da Centrais Elétricas de Carazinho S/A ELETROCAR, aprovado pela Diretoria Executiva conforme Ordem de Serviço nº 03/12 de 09/03/2012, cuja

Leia mais

Licitações e Contratos Administrativos

Licitações e Contratos Administrativos Curso Presencial de Curta Duração 16 horas-aula Grupo Educacional LBS-FAPPES CREDENCIADO PELO MEC. DECRETO N 485 de 09/02/2006 Curso de Extensão em Licitações e Contratos Administrativos A LBS Law & Business

Leia mais

Pregão Eletrônico: otimizando os recursos públicos

Pregão Eletrônico: otimizando os recursos públicos Pregão Eletrônico: otimizando os recursos públicos Douglas da Silva Dias douglas.silvadias@yahoo.com.br AEDB Resumo:Este artigo tem por tema um assunto muito importante da Contabilidade Pública: o Pregão,

Leia mais

CURSO: Inglês Básico

CURSO: Inglês Básico Av. Piauí, nº 330 Bairro dos Estados - 58.030-330 - João Pessoa PB Curso: Informática Básica Objetivo: Proporcionar conhecimentos básicos para construção de planilhas, fórmulas e gráficos no Excel.. Público-alvo:

Leia mais

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Graduanda em Pedagogia - UFPI Patrícia Sara Lopes Melo Mestre em Educação

Leia mais

RESUMO DO DECRETO MUNICIPAL Nº 49.511/08 - SP

RESUMO DO DECRETO MUNICIPAL Nº 49.511/08 - SP RESUMO DO DECRETO MUNICIPAL Nº 49.511/08 - SP O Decreto Municipal Nº 49.511/08 regulamenta, no âmbito do Município de São Paulo, as normas definidas na Lei Complementar nº 123/06, que criou o Estatuto

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS SETOR DE AQUISIÇÕES

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS SETOR DE AQUISIÇÕES PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS SETOR DE AQUISIÇÕES Processo n. º 01158-5.2006.001 Interessado: PORTO SEGURO CIA. DE SEGUROS GERAIS Referência: Recurso Administrativo. Modalidade

Leia mais

RESOLUCÃO ADMINISTRATIVA N.o 13/2003-TCRO

RESOLUCÃO ADMINISTRATIVA N.o 13/2003-TCRO ESTADO DE RONDÔNIA TRIBUNAL DE CONTAS RESOLUCÃO ADMINISTRATIVA N.o 13/2003-TCRO REGULAMENTA NO ÂMBITO DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA, OS PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS NAS LICITAÇÕES REALIZADAS

Leia mais

EXMO SENHOR PREGOEIRO DA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS

EXMO SENHOR PREGOEIRO DA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS 1 EXMO SENHOR PREGOEIRO DA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 30/2011 PROCESSO Nº. 23042.000448/2011-01 M. DO ESPIRITO

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MUNICÍPIOS - ABM

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MUNICÍPIOS - ABM REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MUNICÍPIOS - ABM CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS: Art. 1º As contratações de obras, serviços, compras e alienações da Associação Brasileira de

Leia mais

LICITAÇÕES NOÇÕES ELEMENTARES

LICITAÇÕES NOÇÕES ELEMENTARES LICITAÇÕES NOÇÕES ELEMENTARES Apresentação Com o objetivo de orientar e esclarecer algumas dúvidas, a Consultoria Jurídica da Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA disponibiliza este manual aos servidores,

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 REGULAMENTA O SISTEMA DE SUPRIMENTOS NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR

Leia mais

PREGÃO PRESENCIAL Manual do Pregoeiro

PREGÃO PRESENCIAL Manual do Pregoeiro MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DEPARTAMENTO DE LOGÍSTICA E SERVIÇOS GERAIS PREGÃO PRESENCIAL Manual do Pregoeiro Brasília 2005 MINISTRO

Leia mais

CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO DE PREGOEIROS E EQUIPES DE APOIO, LICITAÇÕES E CONTRATOS E SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS

CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO DE PREGOEIROS E EQUIPES DE APOIO, LICITAÇÕES E CONTRATOS E SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS APRESENTA: CAPACITAÇÃO E FORMAÇÃO DE PREGOEIROS E EQUIPES DE APOIO, LICITAÇÕES E CONTRATOS E SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS INCLUINDO NOVA LEI 7.892/13 DATA: 31 DE AGOSTO E 01 DE SETEMBRO LOCAL: BRASILIA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. ANEXO I DA RESOLUÇÃO Nº 26/2012-CUn

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. ANEXO I DA RESOLUÇÃO Nº 26/2012-CUn ANEXO I DA RESOLUÇÃO Nº 26/2012-CUn PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA OS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DESTA UNIVERSIDADE 1. APRESENTAÇÃO O Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP),

Leia mais

DECISÃO DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL DAS RAZÕES DO IMPUGNANTE

DECISÃO DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL DAS RAZÕES DO IMPUGNANTE Pregão Eletrônico 002/2012-SRP. DECISÃO DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL Aos vinte dias do mês de agosto de 2012, horas, reuniram-se a Pregoeira, os Integrantes da Equipe de Apoio e o Responsável

Leia mais

BRASÍLIA - DF ENCONTRO NACIONAL DE LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS APRESENTAÇÃO. www.connectoncursos.com.br/encontrolicitacao

BRASÍLIA - DF ENCONTRO NACIONAL DE LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS APRESENTAÇÃO. www.connectoncursos.com.br/encontrolicitacao QUESTÕES FUNDAMENTAIS E CONTROVERTIDAS Coordenador Científico: Fabrício Motta ENCONTRO NACIONAL DE LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS 24 HORAS DE TREINAMENTO - Planejamento das Contratações e Licitações

Leia mais

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF 76.911.676/0001-07 TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ

MUNICÍPIO DE SENGÉS CNPJ/MF 76.911.676/0001-07 TRAVESSA SENADOR SOUZA NAVES N. 95 SENGÉS PARANÁ DECRETO Nº 600/2014 Súmula:- Regulamenta a aquisição de Bens Permanentes, de Consumo e Serviços destinados a Administração Direta, Indireta e Fundacional do Município de Sengés, através de Pregão, tendo

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE TEOFILÂNDIA ESTADO DA BAHIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE TEOFILÂNDIA ESTADO DA BAHIA Processo n.º 170/2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE TEOFILÂNDIA Referência: Pregão n.º 009/2015 Assunto: Impugnação aos Termos do Edital DECISÃO Trata-se de IMPUGNAÇÃO AO EDITAL interposta pela empresa PLUS

Leia mais

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS Apresentação O ano de 2009 encerrou pautado de novas mudanças nos conceitos e nas práticas a serem adotadas progressivamente na contabilidade dos entes públicos de todas as esferas do Governo brasileiro.

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 23/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR

NOTA TÉCNICA Nº 23/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Comunicação Social Secretaria de Gestão, Controle e Normas Departamento de Normas NOTA TÉCNICA Nº 23/2008/DENOR/SGCN/SECOM-PR Referências: Processo SECOM nº 00170.001719/2008-71.

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 82, incisos V e VII, da Constituição do Estado,

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 82, incisos V e VII, da Constituição do Estado, DECRETO N 42.434, DE 09 DE SETEMBRO DE 2003, DOERS. Regulamenta, no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul, a modalidade de licitação denominada pregão, por meio eletrônico, para a aquisição de bens e serviços

Leia mais

(D) vultosos em termos econômicos, definidos em lei, e válido com a convocação de cinco

(D) vultosos em termos econômicos, definidos em lei, e válido com a convocação de cinco Olá, pessoal! Eis aqui a última das quatro aulas sobr e Lei 8.666/93 para o concurso da Câmara. Selecionei algumas questões da FCC per tinentes ao assunto. Bons estudos e boa sorte no concurso! Técnico

Leia mais

AS PECULIARIDADES DO SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS NO TOCANTE À LICITAÇÃO EM MENÇÃO AO NOVO DECRETO Nº 7.892, DE 23 DE JANEIRO DE 2013

AS PECULIARIDADES DO SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS NO TOCANTE À LICITAÇÃO EM MENÇÃO AO NOVO DECRETO Nº 7.892, DE 23 DE JANEIRO DE 2013 AS PECULIARIDADES DO SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS NO TOCANTE À LICITAÇÃO EM MENÇÃO AO NOVO DECRETO Nº 7.892, DE 23 DE JANEIRO DE 2013 ANNA CAROLINA AZEVEDO BEZERRA 1 JOÃO MARCELO DOS SANTOS SILVA 2 RESUMO

Leia mais

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada Wesley Antônio Gonçalves 1 RESUMO O MEC, ao apontar padrões de qualidade da função de coordenador de

Leia mais

E S T A D O D O M A T O G R O S S O Prefeitura Municipal de Jaciara

E S T A D O D O M A T O G R O S S O Prefeitura Municipal de Jaciara INSTRUÇÃO NORMATIVA SJU SISTEMA JURÍDICO N.º 001/2011 Versão: 001/2011 Aprovação em: 28/11/2011 Ato de aprovação: Decreto nº. 2995/2011. Unidade Responsável: Sistema Jurídico I - FINALIDADE: Representar

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS, no exercício da competência que lhe confere o art. 54, inciso IV, da Constituição Estadual, e

O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS, no exercício da competência que lhe confere o art. 54, inciso IV, da Constituição Estadual, e DECRETO No. 24.818 de 27 JANEIRO DE 2.005 Regulamenta a realização de pregão por meio da utilização de recursos de tecnologia da informação, denominado pregão eletrônico, para a aquisição de bens e serviços

Leia mais

O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro

O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro Geraldo José Lombardi de Souza, Paulo César Ribeiro Quintairos, Jorge

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

RESPOSTA À IMPUGNAÇÃO IMPUGNANTE: RIBAL LOCADORA DE VEÍCULOS LTDA CNPJ.: 07.605.506/0001-73

RESPOSTA À IMPUGNAÇÃO IMPUGNANTE: RIBAL LOCADORA DE VEÍCULOS LTDA CNPJ.: 07.605.506/0001-73 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS COORDENAÇÃO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO

Leia mais

GRUPO. CEP: 57020-670 - Cel. 8830-6001. WAPPE PUBLICIDADE E EVENTOS LTDA Unidade de Cursos www.wap.com.br CNPJ: 05.823.069/0001-39

GRUPO. CEP: 57020-670 - Cel. 8830-6001. WAPPE PUBLICIDADE E EVENTOS LTDA Unidade de Cursos www.wap.com.br CNPJ: 05.823.069/0001-39 Curso de Licitações, Contratos e Sistema de Registro de Preços (SRP) - 20 e 21 de Março Módulo i- licitação Definição O dever de licitar Quem pode licitar Pressuposto Natureza jurídica e fundamentos Legislação

Leia mais

COMENTÁRIOS À LEI DE LICITAÇÕES E CONTRATOS LEI nº 8.666/1993 www.editoraferreira.com.br

COMENTÁRIOS À LEI DE LICITAÇÕES E CONTRATOS LEI nº 8.666/1993 www.editoraferreira.com.br COMENTÁRIOS À LEI DE LICITAÇÕES E CONTRATOS LEI nº 8.666/1993 www.editoraferreira.com.br PRINCÍPIOS LICITATÓRIOS No encontro de hoje, como o título denuncia, apresentaremos, passo a passo, os mais fundamentais

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE INTERNO DO PODER LEGISLATIVO DE POCONÉ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Presidente da Câmara Municipal de Poconé,

Leia mais

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo

O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo O Controle Interno no Âmbito do Poder Executivo Contextualização Sumário - O Controle na Administração Pública - O Controle Externo - O Controle Interno O Controle Interno do Poder Executivo do Estado

Leia mais

DECRETO Nº 6.555, DE 8 DE SETEMBRO DE 2008.

DECRETO Nº 6.555, DE 8 DE SETEMBRO DE 2008. DECRETO Nº 6.555, DE 8 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre as ações de comunicação do Poder Executivo Federal e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o

Leia mais

DIRETRIZES PARA A PREVENÇÃO E O COMBATE À CORRUPÇÃO.

DIRETRIZES PARA A PREVENÇÃO E O COMBATE À CORRUPÇÃO. DIRETRIZES PARA A PREVENÇÃO E O COMBATE À CORRUPÇÃO. Proposta 4.1.: Sendo transitado e julgado o servidor público em ato corrupto, o mesmo devolverá aos cofres público todo valor corrigido e ainda deverar

Leia mais

Resumo da Lei 8.666 (Lei de Licitações)

Resumo da Lei 8.666 (Lei de Licitações) Resumo da Lei 8.666 (Lei de Licitações) Licitação é o procedimento administrativo formal em que a Administração Pública convoca, mediante condições estabelecidas em ato próprio (edital ou convite), empresas

Leia mais

Especialização em Gestão Pública Programa Nacional de Formação em Administração Pública

Especialização em Gestão Pública Programa Nacional de Formação em Administração Pública Especialização em Gestão Pública Programa Nacional de Formação em Administração Pública LUCIA PEREIRA SILVA O SISTEMA DE COMPRAS PÚBLICAS E O PREGÃO ELETRÔNICO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR Maringá

Leia mais

Apreciação de Recurso Administrativo Pregão Presencial nº. 18/2007

Apreciação de Recurso Administrativo Pregão Presencial nº. 18/2007 Processo: A 07/204 Interessado: Assunto: Gerência Administrativa Contratação de empresa especializada para a prestação de serviços em implementação de windows server 2003 enterprise, active directory,

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA

CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA APRESENTAÇÃO O Banco da Amazônia S.A., consciente da importância da ética nas relações com a comunidade em que atua, divulga este Código de Ética, que contém os padrões

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 001/2010

RESOLUÇÃO Nº 001/2010 RESOLUÇÃO Nº 001/2010 ALTERA O REGIMENTO INTERNO DA OUVIDORIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS. O COLÉGIO DE PROCURADORES DE JUSTIÇA, no uso das atribuições conferidas pelo artigo 18, inciso XVII,

Leia mais

PROJETO DE MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ

PROJETO DE MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ PROJETO DE MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA DO ESTADO DO PIAUÍ TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA PESSOA JURÍDICA PARA REALIZAÇÃO DE CURSOS DE CAPACITAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS EM GESTÃO ESTRATÉGICA

Leia mais

PREGÃO ELETRÔNICO, PRESENCIAL E SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS - SRP

PREGÃO ELETRÔNICO, PRESENCIAL E SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS - SRP CURSO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO PARA PREGOEIROS NOVO PREGÃO ELETRÔNICO, PRESENCIAL E SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS - SRP Carga Horária: 16 horas/atividade Brasília, 07 e 08 de outubro de 2015 APRESENTAÇÃO

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO COMPRAS GOVERNAMENTAIS

SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO COMPRAS GOVERNAMENTAIS SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO COMPRAS GOVERNAMENTAIS Alice Viana Soares Monteiro Secretária de Estado de Compras Governamentais sob o aspecto da Sustentabilidade Compra Pública Sustentável ou Licitação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

INSTITUTO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE TURISMO - INFORUM ESTATUTO SOCIAL SUMÁRIO

INSTITUTO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE TURISMO - INFORUM ESTATUTO SOCIAL SUMÁRIO 1 INSTITUTO FÓRUM NACIONAL DOS SECRETÁRIOS E DIRIGENTES ESTADUAIS DE TURISMO - INFORUM ESTATUTO SOCIAL SUMÁRIO CAPITULO I - DA DENOMINAÇÃO, DOS FINS, DA SEDE E DO PRAZO Art. 2º Para a consecução dos seus

Leia mais

À SRA. ÁUREA COUTENS DE MENEZES, DIRETORA DA SECRETARIA DE LICITAÇÕES E CONTRATOS.

À SRA. ÁUREA COUTENS DE MENEZES, DIRETORA DA SECRETARIA DE LICITAÇÕES E CONTRATOS. Ao PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 3ª REGIÃO À SRA. ÁUREA COUTENS DE MENEZES, DIRETORA DA SECRETARIA DE LICITAÇÕES E CONTRATOS. Ao SR. PREGOEIRO. PROCESSO LICITATÓRIO TRT/DSAA/029/2014 PREGÃO

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina PREGÃO N. 070/201 /2014 PAE N. 24.230 230/201 2014 A empresa MEPAS apresentou impugnação ao edital do Pregão n. 070/2014, cujo objeto consiste no Registro de Preços para eventual aquisição de materiais

Leia mais

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Dispõe sobre a organização e a atuação do Sistema de Controle Interno no Município e dá outras providências. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

RESPOSTA A RECURSO ADMINISTRATIVO CONCORRÊNCIA N.º 07/2014 PROCESSO N.º 23368.000296.2014-17

RESPOSTA A RECURSO ADMINISTRATIVO CONCORRÊNCIA N.º 07/2014 PROCESSO N.º 23368.000296.2014-17 RESPOSTA A RECURSO ADMINISTRATIVO CONCORRÊNCIA N.º 07/2014 PROCESSO N.º 23368.000296.2014-17 DO OBJETO Trata-se de procedimento licitatório na modalidade Concorrência, cujo objeto é a contratação de empresa

Leia mais

Licitações sustentáveis Como fazer?

Licitações sustentáveis Como fazer? Licitações sustentáveis Como fazer? Madeline Rocha Furtado Monique Rafaella Rocha Furtado Palavras chave: Licitações. Sustentabilidade. Contratações públicas. Sumário: Introdução Da Lei de Licitações Introdução

Leia mais

INTRODUÇÃO. Apresentação

INTRODUÇÃO. Apresentação ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO ATRICON 09/2014 DIRETRIZES DE CONTROLE EXTERNO ATRICON 3207/2014: OS TRIBUNAIS DE CONTAS E O DESENVOLVIMENTO LOCAL: CONTROLE DO TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA CARTA CONVITE N 005/2015 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL - ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SANTA CATARINA - SENAR-AR/SC Edital de Convite nº. 005/2015 1 - Preâmbulo 1.1 - O Serviço Nacional de Aprendizagem

Leia mais

Concurso - EPPGG 2013. Prof. Leonardo Ferreira Turma EPPGG-2013 Aula 06,07,08,09

Concurso - EPPGG 2013. Prof. Leonardo Ferreira Turma EPPGG-2013 Aula 06,07,08,09 Concurso - EPPGG 2013 Prof. Leonardo Ferreira Turma EPPGG-2013 Aula 06,07,08,09 Ordem ao caos...(p4) Tema 4: 1. Práticas de gestão governamental no Brasil e seus resultados: Gestão de suprimentos e logística

Leia mais

SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO TOCANTINS EDITAL PREGÃO PRESENCIAL 008/2015 ASSUNTO:

SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO TOCANTINS EDITAL PREGÃO PRESENCIAL 008/2015 ASSUNTO: SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DO TOCANTINS EDITAL PREGÃO PRESENCIAL 008/2015 ASSUNTO: Impugnação ao Edital oferecida pela empresa QATIVE TECNOLOGIA E EVENTOS LTDA. DECISÃO DA COMISSÃO PERMANENTE

Leia mais

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL.

CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL. CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO: A ADOÇÃO DE UM NOVO MODELO NO BRASIL. Autores: Marcus Vinicius Passos de Oliveira Elisangela Fernandes dos Santos Esaú Fagundes Simões Resumo Esta pesquisa tem

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC Institui o Plano de Desenvolvimento de Recursos Humanos criando o Quadro

Leia mais

Porto Alegre (RS), 01, 02 e 03 de setembro de 2014

Porto Alegre (RS), 01, 02 e 03 de setembro de 2014 Porto Alegre (RS), 01, 02 e 03 de setembro de 2014 Prof. Geldes Ronan Passos Inscrições até 22/08/2014 APRESENTAÇÃO O RDC Regime Diferenciado de Contratações Públicas foi instituído no ano de 2011 objetivando

Leia mais

JULGAMENTO SOBRE IMPUGNAÇÃO. e Distribuição Eireli ME e Enterprise Comércio e Soluções em TI Ltda EPP, ora

JULGAMENTO SOBRE IMPUGNAÇÃO. e Distribuição Eireli ME e Enterprise Comércio e Soluções em TI Ltda EPP, ora Processo: nº 43404/2015-7 Objeto: Aquisição de Equipamentos de TI. Modalidade: Pregão Eletrônico 09/2015 JULGAMENTO SOBRE IMPUGNAÇÃO Cuida-se de reposta ao Pedido de Impugnação ao Edital interposto pelas

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL Brasília 2013 SUMÁRIO MOTIVAÇÃO DO RELATÓRIO... 3 INTRODUÇÃO... 3 INICIATIVAS DO SENADO FEDERAL PARA ADEQUAÇÃO À LEI DE

Leia mais

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria de Sistemas UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria É uma atividade que engloba o exame das operações, processos, sistemas e responsabilidades gerenciais

Leia mais

MUNICÍPIO DE POMBAL PREFEITURA MUNICIPAL DE POMBAL PROCURADORIA JURÍDICA DO MUNICÍPIO

MUNICÍPIO DE POMBAL PREFEITURA MUNICIPAL DE POMBAL PROCURADORIA JURÍDICA DO MUNICÍPIO Pregão Presencial n 003/2015 Processo n 09.084.054.004/2015 Origem: Comissão Permanente de Licitação Assunto: REGISTRO DE PREÇOS PARA LOCAÇÃO DE VEÍCULOS PARA ATENDER AS NECESIDADES DA SECRETARIA DE AGRICULTURA

Leia mais