SISTEMA AQUÍFERO: S. BARTOLOMEU (M16)

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2 SISTEMA AQUÍFERO: S. BARTOLOMEU (M16) Figura M16.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero S. Bartolomeu Sistema Aquífero: S. Bartolomeu (M16) 585

3 Identificação Unidade Hidrogeológica: Orla Meridional Bacia Hidrográfica: Ribeiras do Sotavento e Guadiana Distrito: Faro Concelhos: Castro Marim, Tavira e Vila Real de Santo António Enquadramento Cartográfico Folhas 599 e 600 da Carta Topográfica na escala 1: do IGeoE Folha 50-D do Mapa Corográfico de Portugal na escala 1: do IPCC ALCOUTIM CASTRO MARIM TAVIRA 50D VILA REAL DE S. ANTÓNIO Figura M16.2 Enquadramento geográfico do sistema aquífero S. Bartolomeu Enquadramento Geológico Estratigrafia e Litologia A formação aquífera mais importante é a Formação de Boavista, constituída por dolomitos e calcários dolomíticos. A idade da formação é incerta, sendo atribuída, com reservas, ao intervalo Liásico-Aaleniano (Manuppella et al., 1987). A Formação de Boavista aflora segunda uma faixa com orientação ENE-WSW, coberta em vários locais por depósitos mais recentes. Entre os afloramentos a norte e o litoral, a formação encontra-se coberta por formações miocénicas e quaternárias: Formação de Cacela (Miocénico superior) e Areias e Cascalheiras de Faro-Quarteira (Plistocénico). A formação de Cacela é essencialmente constituída por siltes, com conglomerados na base, correspondendo a sedimentos representativos de uma fácies marinha confinada (Antunes e Pais, 1992). Estes autores atribuem à formação uma idade situada entre o Tortoniano e o Messiniano. Sistema Aquífero: S. Bartolomeu (M16) 586

4 Tectónica A formação de Boavista dispõe-se segundo uma estrutura monoclinal, inclinando 20º a 30º para SSE. A estrutura é cortada por falhas transversais e por uma falha oculta sob os sedimentos terciários, mas cuja presença é deduzida pela comparação dos perfis dos furos AC1 e AC2 de Altura (Silva, 1984). Esta falha coloca em contacto os dolomitos liásicos com calcários margosos e margas do Jurássico superior ou médio. Hidrogeologia Características Gerais O sistema aquífero de São Bartolomeu, com uma área de 10,6 km 2, forma uma faixa estreita que se estende desde a povoação de Solteiras, a Norte de Conceição, até São Bartolomeu a Este. A base do aquífero e o limite norte são constituídos pelas formações pouco permeáveis do complexo vulcano-sedimentar e complexo margoso hetangiano. A Sul, os limites do sistema estendem-se para além dos limites dos afloramentos das formações aquíferas, visto que, a sudoeste, as mesmas se encontram cobertas por depósitos terciários. Este facto confere ao aquífero cársico um carácter confinado ou semi-confinado, enquanto noutros sítios encontra-se livre. Portanto, o sistema funciona como aquífero livre nas áreas não cobertas por depósitos detríticos, sendo aí a recarga feita directamente a partir das precipitações, e como aquífero semi-confinado nas áreas cobertas. Os depósitos detríticos assumem pois o papel de aquitardo, facto comprovado através de um ensaio de bombagem. A presença de uma falha, com direcção provável E-O (figura M16.3), que põe em contacto os calcários e dolomitos do Liásico com formações menos permeáveis do Jurássico superior, funciona como barreira hidráulica impedindo o escoamento subterrâneo em direcção ao mar (Silva, 1984). Figura M Estrutura do sistema aquífero de S. Bartolomeu (Silva, 1984) Sistema Aquífero: S. Bartolomeu (M16) 587

5 Parâmetros Hidráulicos e Produtividade A produtividade do sistema é alta, como o comprova o quadro M16.1 (estatísticas calculadas a partir de 36 dados de caudais de exploração, expressos em L/s): Média Desvio Padrão Mínimo Q 1 Mediana Q3 Máximo 12,7 14, ,2 13,8 59 Quadro M Principais estatísticas dos caudais Figura M Distribuição cumulativa dos caudais A transmissividade, estimada a partir de caudais específicos de seis captações varia entre 100 e 3500 m 2 /dia. Um ensaio de bombagem realizado numa captação mostrou um comportamento semiconfinado tendo fornecido os valores de 3700 m 2 /dia para a transmissividade e 8?10-3 para o coeficiente de armazenamento (Silva, 1984). Análise Espaço-temporal da Piezometria Apenas se dispõe de três pontos com medidas de nível piezométrico. Os níveis observados no sector leste do aquífero são muito diferentes dos observados no sector oeste, indicando independência entre eles, o que se justifica pelo facto das camadas dolomíticas se encontrarem afectadas por falhas transversais. No sector leste os níveis são muito mais baixos do que no sector ocidental. Foram analisados para este sistema aquífero dois piezómetros, referenciados por 600/134 e 600/115, ambos com um grande período de observações: o primeiro possui registos de Março de 1978 até Dezembro de 1999, o segundo de Fevereiro de 1979 até Setembro de A análise da evolução temporal dos níveis nos dois piezómetros, mostra grandes oscilações, como seria de esperar, dado tratar-se de um sistema de pequenas dimensões, logo com escassa capacidade de armazenamento e poder regulador. Num dos piezómetros (608/115) (figura M16.5), a amplitude máxima de variação dos níveis foi de cerca de 35 m enquanto que no segundo (608/134) (figura M16.6) foi de apenas 11 m. Também as amplitudes de variação interanuais são maiores no primeiro, podendo atingir cerca de 20 m, Sistema Aquífero: S. Bartolomeu (M16) 588

6 enquanto que no segundo não excedem 6 m. Estas diferenças de comportamento deverão ser devidas ao facto do primeiro se situar mais perto da base do aquífero. Os níveis máximos foram atingidos em 1990 e os mínimos em 1983 e A partir de 1996 os níveis subiram, com valores médios situados acima dos da restante série /115 Feb-79 Feb-80 Feb-81 Feb-82 Feb-83 Feb-84 Feb-85 Feb-86 Feb-87 Feb-88 Feb-89 Feb-90 Feb-91 Feb-92 Feb-93 Feb-94 Feb-95 Feb-96 Feb-97 Feb-98 Feb-99 Nível Piezométrico (m) Figura M16.5 Evolução do nível piezométrico no piezómetro 600/ /134 Nível Piezométrico (m) Mar-78 Mar-79 Mar-80 Mar-81 Mar-82 Mar-83 Mar-84 Mar-85 Mar-86 Mar-87 Mar-88 Mar-89 Mar-90 Mar-91 Mar-92 Mar-93 Mar-94 Mar-95 Mar-96 Mar-97 Mar-98 Mar-99 Figura M16.6 Evolução do nível piezométrico no piezómetro 600/134 Balanço Hídrico Tendo em conta a área do sistema, 10,6 km 2, e considerando uma precipitação média de 550 mm, estimam-se os recursos médios renováveis em cerca de 3 hm 3 /ano. As extracções para abastecimento público foram em 1994, de cerca de 0,5 hm 3. Não se dispõe de dados para outras épocas. Não se dispõe de dados sobre extracções para rega mas é provável que ultrapassem 1 hm 3 /ano. Sistema Aquífero: S. Bartolomeu (M16) 589

7 Qualidade Considerações Gerais As águas deste sistema apresentam uma qualidade fraca, quer para abastecimento, quer para regadio. De facto, os VMR estabelecidos para água para consumo humano, são ultrapassados em todas as análises de cloretos, sulfatos, magnésio, sódio, dureza e condutividade e na maioria das análises de nitratos. Cerca de 50% das análises de cloretos ultrapassam 200 mg/l. Por outro lado, verifica-se elevada frequência de violações dos VMA referentes ao magnésio, sódio, dureza, ferro e nitratos. Quanto à qualidade para rega, os VMR relativos aos cloretos e condutividade são ultrapassados em todas as análises. A fácies aniónica dominante é bicarbonatada e as fácies catiónicas são predominantemente mistas, como o indica a figura seguinte (M16.7). Figura M Diagrama de Piper relativo às águas do sistema de São Bartolomeu As estatísticas principais apresentam-se no Quadro M16.2. Condutividade (µs/cm) n Média Desvio Padrão Mínimo Q 1 Mediana Q 3 Máximo ph 16 7,6 0,4 6,7 7,3 7,7 7,9 8,3 Bicarbonato (mg/l) Cloreto (mg/l) Sistema Aquífero: S. Bartolomeu (M16) 590

8 Sulfato (mg/l) Nitrato (mg/l) Dureza Total (mg/l) Sódio (mg/l) Potássio (mg/l) 11 2,3 1,2 0,5 1,6 2,1 3,0 5,0 Cálcio (mg/l) Magnésio (mg/l) Quadro M Estatísticas principais dos parâmetros físico-químicos do sistema de S. Bartolomeu Qualidade para Consumo Humano Para caracterizar este aspecto da qualidade química das águas do sistema, foram utilizadas análises anteriores a 1995 para a maior parte dos parâmetros, não se tendo usado mais do que uma análise por ponto de água. As análises mais recentes de sódio e potássio datam de 1992 e de cálcio e magnésio de No caso do ferro, nitritos, azoto amoniacal, fosfatos, oxidabilidade e manganês foram usadas análises recentes incluindo mais do que uma análise por captação. A apreciação da qualidade face aos valores normativos consta do quadro seguinte (Quadro M16.3). Anexo VI Anexo I -Categoria A1 Parâmetro <VMR >VMR >VMA <VMR >VMR >VMA ph Condutividade Cloretos Dureza total Sulfatos Cálcio Magnésio Sódio Potássio Nitratos Nitritos 2 Azoto amoniacal Oxidabilidade Ferro Manganês Fosfatos Quadro M16.3 Apreciação da qualidade da água face aos valores normativos Sistema Aquífero: S. Bartolomeu (M16) 591

9 Uso Agrícola Todas as análises em que foi possível calcular o índice SAR pertencem à classe C 3 S 1, pelo que representam um perigo de salinização dos solos alto e perigo de alcalinização dos solos baixo (ver Figura M16.8). Os cloretos e condutividade ultrapassam sempre o VMR. Figura M Diagrama de classificação da qualidade para uso agrícola Bibliografia Antunes, M. T. e Pais, J. (1992) - The Neogene and Quaternary of Algarve. Ciências da Terra (UNL), número especial II, pp Costa, F. E., Brites, J. A., Pedrosa, M. Y., Silva, A. V. (1985) - Carta Hidrogeológica da Orla Algarvia, esc. 1: Notícia Explicativa. Serviços Geológicos de Portugal, Lisboa. Manupella, G., Ramalho, M., Antunes, A. T., Pais, J. (1987) - Carta Geológica de Portugal na Escala 1:50 000, Notícia Explicativa da Folha 53-B, TAVIRA. Serv. Geológicos de Portugal, 36 pág. Manuppella, G., Oliveira, J. T., Pais, J., Dias, R. P. (1992) - Carta Geológica da Região do Algarve, escala 1: Notícia Explicativa. Serviços Geológicos de Portugal, Lisboa. 15 pág. Silva, M. O. (1984) - Hidrogeologia do Algarve Oriental. Dissertação para a Obtenção do Grau de Doutor em Geologia. Departamento de Geologia da FCUL, 260 pág. Sistema Aquífero: S. Bartolomeu (M16) 592

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