SISTEMA AQUÍFERO: VEIGA DE CHAVES (A1)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA AQUÍFERO: VEIGA DE CHAVES (A1)"

Transcrição

1

2 SISTEMA AQUÍFERO: VEIGA DE CHAVES (A1) Figura A1.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Sistema Aquífero: Veiga de Chaves (A1) 44

3 Identificação Unidade Hidrogeológica: Maciço Antigo Bacia Hidrográfica: Douro Distrito: Vila Real Concelho: Chaves Enquadramento Cartográfico Folhas 34 e 47 da Carta Topográfica na escala 1: do IGeoE Folha 6-B do Mapa Corográfico de Portugal na escala 1: do IPCC Folha 6-B da Carta Geológica de Portugal na escala 1: do IGM CHAVES 34 6B 47 VALPAÇOS Figura A1.2 Enquadramento geográfico do sistema aquífero Veiga de Chaves Enquadramento Geológico Estratigrafia e Litologia As formações presentes na área onde se insere o sistema aquífero, são dominadas pelas aluviões e depósitos de terraços, que cobrem rochas graníticas e xistos. Os granitos apresentam uma granularidade que varia entre fina a grosseira, por vezes porfiróide. A sua alteração produz cascalheiras e areias grosseiras. A veiga de Chaves é preenchida por uma espessa série de depósitos de idade plioplistocénica, que compreende aluviões e depósitos de terraços, constituídos por cascalheiras, areias finas a grosseiras, com calhaus e argilas. Na base destes depósitos e, em contacto com as rochas cristalinas, existe a mistura dos depósitos plio-plistocénicos com as formações Sistema Aquífero: Veiga de Chaves (A1) 45

4 detríticas resultantes da alteração das rochas graníticas, contribuindo assim para o preenchimento da veiga. Tectónica A região é dominada pelo graben de Chaves, que teve origem nos sistemas de falhas NE- SW, apresentando o bordo oriental características de escarpa de falha, passando-se rapidamente de cotas de 350 m para 900 m (Marques et al., 2000). O bordo ocidental apresenta uma inclinação menos acentuada. Localmente, reconhecem-se outros sistemas de falhas, nomeadamente com orientação WSW-ENE que desempenharam um papel importante na formação da veiga, e com orientação NNW-SSE, responsáveis pelo aparecimento de algumas ocorrências de água mineral (ibidem). Hidrogeologia Características Gerais As formações que preenchem a depressão de Chaves são de natureza detrítica, suportando um aquífero multicamada, que na parte superior apresenta-se livre a confinado, e a parte inferior, confinada. A formação superficial é constituída por cascalheiras que se sobrepõem a formações gresosas, mais ou menos consolidadas, com intercalações argilosas, e cuja espessura total pode ultrapassar os 400 m (Marques et al., 2000). O aquífero superficial é explorado, essencialmente, através de poços, e o profundo através de captações mais profundas (algumas com 220 m), que constituem o suporte do abastecimento de água à cidade de Chaves, desde A área do sistema aquífero é da ordem dos 16 km 2. Foram realizadas análises ao trítio, para as águas captadas na veiga de Chaves e os resultados obtidos (valores baixos) indicam dever tratar-se de águas com tempo de residência considerável (Marques et al., 2000). Parâmetros Hidráulicos e Produtividade Dispõe-se de um conjunto de 36 dados de caudais, cujas estatísticas se apresentam no quadro seguinte: (Quadro A1.1). Média Desvio padrão Mínimo Q 1 Mediana Q 3 Máximo 5,5 8,6 0,4 0,5 1,5 5,4 35 Quadro A1.1 Principais estatísticas dos caudais (L/s) Sistema Aquífero: Veiga de Chaves (A1) 46

5 Figura A1.3 - Distribuição cumulativa de caudais A partir de 45 ensaios de bombagem foi possível calcular a transmissividade, oscilando os valores entre 1 e 3000 m 2 /dia, situando-se os mais frequentes entre 8 e 170 m 2 /dia, com a mediana igual a 42 m 2 /dia. Também foi possível determinar o coeficiente de armazenamento, cujos valores apresentam um mínimo de e um máximo de , com os valores mais frequentes a oscilarem entre 5, e 8, Análise Espaço-temporal da Piezometria Os únicos dados de que se dispõe sobre profundidades do nível de água, dizem respeito a um período compreendido entre Novembro de 1986 e Maio de 1987, em que de 17 registos, os valores variaram entre 0,35 m e 10,38 m, com os mais frequentes a oscilarem entre 0,76 m e 1,9 m. Balanço Hídrico A recarga do aquífero superficial é feita directamente a partir da precipitação e de alguns cursos de água, em especial o rio Tâmega e ribeiras afluentes, quer nas zonas de contacto das aluviões com as rochas cristalinas, quer pela percolação nos depósitos mais recentes. Holmes et al., 1987 in Marques et al., 2000, apresenta um balanço hídrico para o ano de 1987, onde são apresentados os seguintes valores: recarga natural 1,93 hm 3 /ano e restituição da rega 0,5 hm 3 /ano, o que totaliza 2,43 hm 3 /ano de entradas. Para as extracções, são apresentados os seguintes valores: os quatro furos, profundos, que abastecem Chaves 0,52 hm 3 /ano; poços que extraem do aquífero superficial - 1,2 hm 3 /ano, o que prefaz um total de 1,7 hm 3 /ano. De acordo com estas estimativas, o sistema é excedentário e o aumento da exploração poderá produzir uma recarga induzida, aumentando, assim, os recursos disponíveis. O aquífero profundo recebe recarga por drenância do aquífero superficial observando-se um atraso de três meses na resposta dos níveis ao início da recarga. Determinações isotópicas (δ 18 O e δ 2 H) nas águas provenientes do aquífero da Veiga de Chaves (Marques et al., 2000) indicam uma composição isotópica muito semelhante à das águas de recarga superficial, localizadas a uma altitude inferior aos 660 m, em ambos os lados do graben de Chaves. Ainda, segundo os mesmos autores, a composição isotópica apresentada Sistema Aquífero: Veiga de Chaves (A1) 47

6 pela água da ribeira do Caneiro, afluente do rio Tâmega, indica que os cursos de água locais deverão contribuir de forma considerável para a recarga do aquífero da Veiga de Chaves. Qualidade Considerações Gerais Dispõe-se apenas de quatro análises completas (componentes maioritários) e 13 análises específicas (cloretos, condutividade e ph) referentes a um período compreendido entre 1986 e 1987, pelo que só se apresentam as estatísticas para os cloretos, condutividade e ph (quadro A1.2). Na tabela seguinte apresentam-se as principais estatísticas relativas às águas de que se dispõe informação (Quadro A1.2). Condutividade (µs/cm) n Média Desvio Padrão Mínimo Q 1 Mediana Q 3 Máximo ph 17 6,36 0,33 6,1 6,1 6,3 6,4 7,23 Cloretos (mg/l) Quadro A1.2 - Principais estatísticas para três parâmetros analisados nas águas do sistema aquífero Veiga de Chaves Dado o pequeno número de análises apenas se indicam os valores extremos (mg/l) para os seguintes parâmetros: Bicarbonato: 37 a 250; Sulfato: 27 a 109; Nitrato: 1,6 a 51; Nitrito: 0,03 a 0,16; Cálcio: 12 a 92; Magnésio: 4 a 33; Sódio: 15 a 104; Potássio: 4,4 a 68; Ferro: 0,11 a 0,5 e Sílica: 12 a 24. Nestas águas estão representadas as fácies cloretadas-bicarbonatadas sódicas e sódico-cálcicas. Qualidade para Consumo Humano Uma vez que se dispõe de poucas análises químicas, não se apresenta o quadro comparativo da percentagem de violações dos VMR e VMA, para cada um dos parâmetros. Assim, em termos gerais, verifica-se que os cloretos excedem em quase 75% o VMR definido no Anexo VI do Decreto-Lei N.º 236/98, de 1 de Agosto, mas não excedem o VMA referido no Anexo I. Todos os valores analisados de sulfatos excedem o VMR. Uso Agrícola As águas analisadas pertencem maioritariamente à classes C 1 (68%) e as restantes distribuem-se pelas classes C 2 e C 3, ou seja, risco baixo a alto de salinização dos solos. Não se dispõem de dados suficientes para fazer a classificação em termos de TAS. Sistema Aquífero: Veiga de Chaves (A1) 48

7 Bibliografia Hidroprojecto, A. Cavaco, Tahal (1989) - Estudo de Viabilidade e Rega do Vale de Chaves e seus Vales Secundários. Marques, J. M.; Cabeleira, M. M.; Aires-Barros, L. (2000) Sobre a Interacção entre as Águas Superficiais e Profundas da Região de Chaves (N-Portugal). Jornadas luso-espanholas sobre As Águas Subterrâneas no Noroeste da Península Ibérica. Corunha. Teixeira, C.; Assunção, C. T.; Coelho, A. V. P. (1974) - Carta Geológica de Portugal na Escala de 1/ e Notícia Explicativa da Folha 6-B CHAVES. Serviços Geológicos de Portugal. Lisboa. 35 pág. Sistema Aquífero: Veiga de Chaves (A1) 49

SISTEMA AQUÍFERO: VIANA DO ALENTEJO ALVITO (A6)

SISTEMA AQUÍFERO: VIANA DO ALENTEJO ALVITO (A6) SISTEMA AQUÍFERO: VIANA DO ALENTEJO ALVITO (A6) Figura A6.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Sistema Aquífero: Viana do Alentejo-Alvito (A6) 92 Identificação Unidade Hidrogeológica:

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: S. JOÃO DA VENDA QUELFES (M10)

SISTEMA AQUÍFERO: S. JOÃO DA VENDA QUELFES (M10) SISTEMA AQUÍFERO: S. JOÃO DA VENDA QUELFES (M10) Figura M10.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero S. João da Venda-Quelfes Sistema Aquífero: S. João da Venda-Quelfes (M10) 531 Identificação

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: ELVAS-CAMPO MAIOR (A11)

SISTEMA AQUÍFERO: ELVAS-CAMPO MAIOR (A11) SISTEMA AQUÍFERO: ELVAS-CAMPO MAIOR (A11) Figura A11.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Sistema Aquífero: Elvas-Campo Maior (A11) 117 Identificação Unidade Hidrogeológica: Maciço Antigo

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: CESAREDA (O24)

SISTEMA AQUÍFERO: CESAREDA (O24) SISTEMA AQUÍFERO: CESAREDA (O24) Figura O24.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Cesareda Sistema Aquífero: Cesareda (O24) 348 Identificação Unidade Hidrogeológica: Orla Ocidental Bacia

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: S. BARTOLOMEU (M16)

SISTEMA AQUÍFERO: S. BARTOLOMEU (M16) SISTEMA AQUÍFERO: S. BARTOLOMEU (M16) Figura M16.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero S. Bartolomeu Sistema Aquífero: S. Bartolomeu (M16) 585 Identificação Unidade Hidrogeológica: Orla

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: COVÕES (M1)

SISTEMA AQUÍFERO: COVÕES (M1) SISTEMA AQUÍFERO: COVÕES (M1) Figura M1.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Covões Sistema Aquífero: Covões (M1) 438 Identificação Unidade Hidrogeológica: Orla Meridional Bacia Hidrográfica:

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: FIGUEIRA DA FOZ-GESTEIRA (O7)

SISTEMA AQUÍFERO: FIGUEIRA DA FOZ-GESTEIRA (O7) SISTEMA AQUÍFERO: FIGUEIRA DA FOZ-GESTEIRA (O7) Figura O7.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Figueira da Foz-Gesteira Sistema Aquífero: Figueira da Foz-Gesteira (O7) 224 Identificação

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO HIDROQUÍMICA DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CORRESPONDENTES À ÁREA DA CARTA TOPOGRÁFICA N.º 509 DE FERREIRA DO ALENTEJO

CARACTERIZAÇÃO HIDROQUÍMICA DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CORRESPONDENTES À ÁREA DA CARTA TOPOGRÁFICA N.º 509 DE FERREIRA DO ALENTEJO CARACTERIZAÇÃO HIDROQUÍMICA DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CORRESPONDENTES À ÁREA DA CARTA TOPOGRÁFICA N.º 509 DE FERREIRA DO ALENTEJO Francisco MIRA (1) ; António CHAMBEL (2) ; Jorge DUQUE (3) RESUMO Este trabalho

Leia mais

3 - Bacias Hidrográficas

3 - Bacias Hidrográficas 3 - Bacias Hidrográficas A bacia hidrográfica é uma região definida topograficamente, drenada por um curso d água ou um sistema interconectado por cursos d água tal qual toda vazão efluente seja descarregada

Leia mais

PERGUNTA 2. Figura 2. Arade Alcantarilha Quarteira. 0m 5000m 10000m

PERGUNTA 2. Figura 2. Arade Alcantarilha Quarteira. 0m 5000m 10000m PERGUNTA 1 O aquífero de Escusa está localizado no pleno coração do Parque Natural da Serra de S. Mamede, na bacia hidrográfica do rio Tejo, tem uma extensão de cerca de 8 km 2 e é constituído por rochas

Leia mais

O USO E OCUPAÇÃO DA BACIA DO ALTO CURSO DO RIO UBERABINHA, MG E OS REFLEXOS NA PERMEABILIDADE DO SOLO E NA RECARGA DA ZONA SATURADA FREÁTICA

O USO E OCUPAÇÃO DA BACIA DO ALTO CURSO DO RIO UBERABINHA, MG E OS REFLEXOS NA PERMEABILIDADE DO SOLO E NA RECARGA DA ZONA SATURADA FREÁTICA O USO E OCUPAÇÃO DA BACIA DO ALTO CURSO DO RIO UBERABINHA, MG E OS REFLEXOS NA PERMEABILIDADE DO SOLO E NA RECARGA DA ZONA SATURADA FREÁTICA Autora: Ângela Maria Soares UFTM Universidade Federal do Triângulo

Leia mais

DELIMITAÇÃO DE VARIAÇÕES LATERAIS NUM RESERVATÓRIO ALUVIONAR COM MÉTODOS ELÉCTRICOS. Nuno ALTE DA VEIGA 1

DELIMITAÇÃO DE VARIAÇÕES LATERAIS NUM RESERVATÓRIO ALUVIONAR COM MÉTODOS ELÉCTRICOS. Nuno ALTE DA VEIGA 1 DELIMITAÇÃO DE VARIAÇÕES LATERAIS NUM RESERVATÓRIO ALUVIONAR COM MÉTODOS ELÉCTRICOS Nuno ALTE DA VEIGA 1 RESUMO Em regiões de soco cristalino pequenas manchas de depósitos de aluvião existentes localmente

Leia mais

Figuras 3 e 4-Chuva Média e observada para o mês de fevereiro, respectivamente

Figuras 3 e 4-Chuva Média e observada para o mês de fevereiro, respectivamente ANÁLISE E PREVISÃO CLIMÁTICA PARA O SEMIÁRIDO E LITORAL LESTE DO RIO GRANDE DO NORTE No monitoramento das chuvas que ocorrem sobre o Estado do Rio Grande do Norte é observado que durante o mês de Janeiro

Leia mais

Principais resultados do estudo de avaliação do nível de satisfação dos turistas no Município de Bragança

Principais resultados do estudo de avaliação do nível de satisfação dos turistas no Município de Bragança Principais resultados do estudo de avaliação do nível de satisfação dos turistas no Município de Bragança (Retirado do estudo promovido pela CCDR-N) Introdução A Comissão de Coordenação da Região Norte,

Leia mais

Tecnologias para disposição final de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte. Dr. Cristiano Kenji Iwai

Tecnologias para disposição final de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte. Dr. Cristiano Kenji Iwai Tecnologias para disposição final de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte Dr. Cristiano Kenji Iwai Belo Horizonte Março/2013 Introdução Condições da disposição de resíduos no Brasil

Leia mais

Zona Vulnerável a Nitratos-Tejo. Condicionalidades e Obrigações. Agricultura Presente, um Projeto com Futuro

Zona Vulnerável a Nitratos-Tejo. Condicionalidades e Obrigações. Agricultura Presente, um Projeto com Futuro Zona Vulnerável a Nitratos-Tejo Condicionalidades e Obrigações Agricultura Presente, Agricultura Presente, um Projeto com Futuro um Projecto com Futuro Santarém 28 de fevereiro de 2015 Agenda 1. Definição

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO SIMPLES DO MACIÇO ROCHOSO GRANITO IMARUI - ESTUDO DE CASO

DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO SIMPLES DO MACIÇO ROCHOSO GRANITO IMARUI - ESTUDO DE CASO DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO SIMPLES DO MACIÇO ROCHOSO GRANITO IMARUI - ESTUDO DE CASO RESUMO Orientando (Giovan Caciatori Jacinto), Orientador (Adailton Antonio dos Santos) UNESC Universidade

Leia mais

PROSPECÇÃO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NA REGIÃO SUDOESTE DO ESTADO DO PARÁ COM MÉTODO GEOFÍSICO ELETRORESISTIVIDADE

PROSPECÇÃO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NA REGIÃO SUDOESTE DO ESTADO DO PARÁ COM MÉTODO GEOFÍSICO ELETRORESISTIVIDADE PROSPECÇÃO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NA REGIÃO SUDOESTE DO ESTADO DO PARÁ COM MÉTODO GEOFÍSICO ELETRORESISTIVIDADE Josafá Ribeiro de Oliveira 1, Michael Gustav Drews 1 e José Waterloo Lopes Leal 1 INTRODUÇÃO

Leia mais

ARGANIL INVESTE MAIS REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL. Nota Justificativa

ARGANIL INVESTE MAIS REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL. Nota Justificativa ARGANIL INVESTE MAIS REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS ECONÓMICAS DE INTERESSE MUNICIPAL Nota Justificativa Considerando que a competitividade da economia concelhia está na primeira linha das preocupações

Leia mais

Divisão do Concelho de Lagoa, em Freguesias ÁGUA DE PAU

Divisão do Concelho de Lagoa, em Freguesias ÁGUA DE PAU 1.INTRODUÇÃO De acordo com o Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto, compete às entidades gestoras de água apresentar um programa de controlo de qualidade que respeite no mínimo os requisitos do anexo

Leia mais

MONITORIZAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA SUBTERRÂNEA EM SITUAÇÕES ESPECIAIS

MONITORIZAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA SUBTERRÂNEA EM SITUAÇÕES ESPECIAIS MONITORIZAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA SUBTERRÂNEA EM SITUAÇÕES ESPECIAIS LOPES Ana Rita (1) ; MACEDO Maria Emília (1) ; ORLANDO Marco (2) ; CUPETO Carlos (1) RESUMO Atendendo aos recursos hídricos subterrâneos

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: MARGEM ESQUERDA (T3)

SISTEMA AQUÍFERO: MARGEM ESQUERDA (T3) SISTEMA AQUÍFERO: MARGEM ESQUERDA (T3) Figura T3.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Sistema Aquífero: Bacia do Tejo-Sado/Margem Esquerda (T3) 615 Identificação Unidade Hidrogeológica:

Leia mais

2 03/11 Relatório Final R.A. O.S. O.A. PU. 1 30/09 Alterado Endereço do Terreno R.A. O.S. O.A. PU

2 03/11 Relatório Final R.A. O.S. O.A. PU. 1 30/09 Alterado Endereço do Terreno R.A. O.S. O.A. PU Código Rev. Folha SD.KLA.PA.RE.001 2 1/ Código do cliente Rev. 0 KLABIN S. A. PARANAGUA PR TERRENO ROCHA RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO GEOTÉCNICA FUROS DE SONDAGENS Cliente : KLABIN S. A. Obra : LEVANTAMENTO

Leia mais

OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1I. Sólidos SÓLIDOS PARTICULADOS 1: Particulados - PROPRIEDADES DOS SÓLIDOS PARTICULADOS - PENEIRAÇÃO

OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1I. Sólidos SÓLIDOS PARTICULADOS 1: Particulados - PROPRIEDADES DOS SÓLIDOS PARTICULADOS - PENEIRAÇÃO OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1I Sólidos SÓLIDOS PARTICULADOS 1: Particulados - PROPRIEDADES DOS SÓLIDOS PARTICULADOS - PENEIRAÇÃO Prof. Dr. Félix Monteiro Pereira PROF. DR. FÉLIX MONTEIRO PEREIRA 1 O que é um sólido

Leia mais

DIREÇÃO DE COMPROVAÇÃO DA QUALIDADE DIREÇÃO DE PRODUTOS DE SAÚDE

DIREÇÃO DE COMPROVAÇÃO DA QUALIDADE DIREÇÃO DE PRODUTOS DE SAÚDE DIREÇÃO DE COMPROVAÇÃO DA QUALIDADE DIREÇÃO DE PRODUTOS DE SAÚDE Dispositivos Médicos para o Controlo da Diabetes - agulhas, lancetas e seringas Dispositivos Médicos para o Controlo da Diabetes 17-07-2012

Leia mais

Qualidade da água da rede de abastecimento

Qualidade da água da rede de abastecimento Qualidade da água da rede de abastecimento Relatório do 2º trimestre de 2011 1- Introdução O Decreto-lei nº 306/2007 de 27 de Agosto, estabelece o regime da qualidade da água destinada ao consumo humano,

Leia mais

CARTOGRAFIA DE RISCO

CARTOGRAFIA DE RISCO CARTOGRAFIA DE RISCO Mapa de Perigosidade de Incêndio Florestal e Mapa de Risco de Incêndio Florestal A Carta de Risco de Incêndio Florestal tem como objetivo apoiar o planeamento de medidas de prevenção

Leia mais

OCUPAÇÃO URBANA E AS CONCENTRAÇÕES DE NITRATO NO SISTEMA AQUÍFERO BAURU

OCUPAÇÃO URBANA E AS CONCENTRAÇÕES DE NITRATO NO SISTEMA AQUÍFERO BAURU SEMINÁRIO NITRATO NAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO ESTADO DE SÃO PAULO: DESAFIOS FRENTE AO PANORAMA ATUAL OCUPAÇÃO URBANA E AS CONCENTRAÇÕES DE NITRATO NO SISTEMA AQUÍFERO BAURU Dra. Claudia Varnier Núcleo de

Leia mais

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Limitações: Requer informações adicionais sobre a quantidade per capita, a qualidade da água de abastecimento

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF.

ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF. ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF. Sidney Figueiredo de Abreu¹; Arsênio Carlos Andrés Flores Becker² ¹Meteorologista, mestrando

Leia mais

Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 8 Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors

Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 8 Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors Diagnóstico da Convergência às Normas Internacionais IAS 8 Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors Situação: PARCIALMENTE DIVERGENTE 1. Introdução deve ser aplicado: O IAS 8 Accounting

Leia mais

Explora. Ano Internacional de Cooperação pela Água

Explora. Ano Internacional de Cooperação pela Água 1 Físico-Química Explora Duarte Nuno Januário Eliana do Carmo Correia Carlos Brás Público-alvo Alunos de Físico-Química de 8.º ano, podendo ser aplicado a alunos de outros anos de escolaridade do ensino

Leia mais

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ANEXO À INSTRUÇÃO N.º 12/2013 - (BO N.º 6, 17.06.2013) Temas SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ANEXO II FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES, EM CASO DE CONTRATAÇÃO

Leia mais

Plano Estratégico Sectorial de Energias Renováveis

Plano Estratégico Sectorial de Energias Renováveis Plano Estratégico Sectorial de Energias Renováveis A nossa visão para o Sector Energético Abastecimento seguro das populações Garantia da qualidade de vida Desenvolvimento empresarial Construir um sector

Leia mais

Insolvência de Edigaia - Imobiliária, S.A. Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia - 2.º Juízo. Processo 635/10.3TYVNG

Insolvência de Edigaia - Imobiliária, S.A. Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia - 2.º Juízo. Processo 635/10.3TYVNG . Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia - 2.º Juízo Processo 635/10.3TYVNG Relatório de Análise / Avaliação dos Activos Imobiliários 1 Identificação do Cliente Massa Insolvente de Edigaia - Imobiliária,

Leia mais

RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009.

RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009. RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a obrigatoriedade de realização de Análises Físico-químicas e Bacteriológicas com parâmetros físico-químicos e bacteriológicos específicos,

Leia mais

HIDROGEOLOGIA DO LITORAL NORTE DO RIO GRANDE DO SUL. Nelson Luna Caicedo 1

HIDROGEOLOGIA DO LITORAL NORTE DO RIO GRANDE DO SUL. Nelson Luna Caicedo 1 HIDROGEOLOGIA DO LITORAL NORTE DO RIO GRANDE DO SUL Nelson Luna Caicedo 1 Resumo - O presente trabalho analisa o comportamento hidrogeológico dos aqüíferos costeiros do Litoral Norte do Rio Grande do Sul,

Leia mais

Karen Vendramini Itabaraci N. Cavalcante Rafael Mota Aline de Vasconcelos Silva

Karen Vendramini Itabaraci N. Cavalcante Rafael Mota Aline de Vasconcelos Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA ASPECTOS HIDROGEOLÓGICOS E HIDROQUÍMICOS DO BAIRRO BENFICA FORTALEZA, CEARÁ Karen Vendramini Itabaraci N. Cavalcante Rafael Mota

Leia mais

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ANEXO À INSTRUÇÃO N.º 12/2013 - (BO N.º 6, 17.06.2013) Temas SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ANEXO I FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL

Leia mais

Longitudinais. Análise de Dados. XIX Congresso da Sociedade Portuguesa de Estatística. M. Salomé Cabral M. Helena Gonçalves

Longitudinais. Análise de Dados. XIX Congresso da Sociedade Portuguesa de Estatística. M. Salomé Cabral M. Helena Gonçalves XIX Congresso da Sociedade Portuguesa de Estatística Análise de Dados Longitudinais M. Salomé Cabral M. Helena Gonçalves SOCIEDADE PORTUGUESA DE ESTATÍSTICA 28 Setembro - 1 Outubro Nazaré 2011 XIX Congresso

Leia mais

AJUDA PREENCHIMENTO DA FICHA DE REGISTO DE FERTILIZAÇÃO

AJUDA PREENCHIMENTO DA FICHA DE REGISTO DE FERTILIZAÇÃO ÍNDICE 1. NOTA PRÉVIA... 2 2. ABERTURA DA FICHA DE REGISTO PELA PRIMEIRA VEZ... 2 2.1. No Excel 2003... 3 2.2. No Excel 2007... 4 3. ESTRUTURA GERAL... 4 4. FOLHAS CULTURA... 5 4.1. Identificação (produtor

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DA ZONA DO LUMIAR (CONCELHO DE LISBOA)

CARACTERIZAÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DA ZONA DO LUMIAR (CONCELHO DE LISBOA) CARACTERIZAÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DA ZONA DO LUMIAR (CONCELHO DE LISBOA) Catarina SILVA Doutora em Geoquímica, Professora Auxiliar, Centro de Geologia da Universidade de Lisboa, Campo Grande, Ed. 6,

Leia mais

Manual SAGe Versão 1.2

Manual SAGe Versão 1.2 Manual SAGe Versão 1.2 Equipe de Pesquisadores do Projeto Conteúdo 1. Introdução... 2 2. Criação da Equipe do Projeto (Proposta Inicial)... 3 2.1. Inclusão e configuração do Pesquisador Responsável (PR)...

Leia mais

Acidentes de origem eléctrica em Portugal

Acidentes de origem eléctrica em Portugal 0. Introdução Este relatório é o resultado do registo dos acidentes e incidentes de origem eléctrica que foram noticiados pela imprensa nos serviços online a nível nacional no ano de 2011, à imagem dos

Leia mais

Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos

Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos Olá Gerente de Projeto. Nos artigos anteriores descrevemos um breve histórico sobre a história e contextualização dos riscos, tanto na vida real

Leia mais

Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 7.0 Auxílio estatal

Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 7.0 Auxílio estatal Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 7.0 Auxílio estatal 2 Ficha 7.0 Auxílio estatal Índice 1 Princípio... 5 2 Definição do conceito de auxílios estatais... 6 3 Quem

Leia mais

Desenho Topográfico. Conceitos de Projeções Cotadas Conceitos Planimetria e Altimetria Curvas de Nível Interpolação Exercício

Desenho Topográfico. Conceitos de Projeções Cotadas Conceitos Planimetria e Altimetria Curvas de Nível Interpolação Exercício Desenho Topográfico Conceitos de Projeções Cotadas Conceitos Planimetria e Altimetria Curvas de Nível Interpolação Exercício Projeções Cotadas O que é? É um método de representação gráfica que utiliza

Leia mais

OS AQUÍFEROS QUE CONTRIBUEM NO ABASTECIMENTO DA CIDADE DE CURITIBA-PARANÁ

OS AQUÍFEROS QUE CONTRIBUEM NO ABASTECIMENTO DA CIDADE DE CURITIBA-PARANÁ OS AQUÍFEROS QUE CONTRIBUEM NO ABASTECIMENTO DA CIDADE DE CURITIBA-PARANÁ Ernani Francisco da Rosa Filho 1 Eduardo Chemas Hindi 1 Leandson Roberto F. de Lucena 2 RESUMO No Estado do Paraná as investigações

Leia mais

Portaria n.º 1458/2009. de 31 de Dezembro

Portaria n.º 1458/2009. de 31 de Dezembro Portaria n.º 1458/2009 de 31 de Dezembro O Governo suspendeu, durante o ano de 2010, o mecanismo de actualização do indexante dos apoios sociais (IAS), das prestações sociais e da revalorização das remunerações

Leia mais

ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP -

ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP - ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP - Área de Preservação Permanente - APP (definição do Código Florestal-Lei 4771/65) Área protegida nos termos dos arts. 2º e 3º desta Lei, COBERTA OU NÃO POR VEGETAÇÃO

Leia mais

Capítulo I Disposições Gerais

Capítulo I Disposições Gerais Regulamento Municipal do Banco Local de Voluntariado de Marco de Canaveses Preâmbulo A Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro, estabelece as bases do enquadramento jurídico do voluntariado, visando promover e

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 5 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO BRASÁGUA TRATAMENTO DE ÁGUA E EFLUENTES DO BRASIL LTDA

Leia mais

SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA

SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA Robério Bôto de Aguiar (REFO) Liano Silva Veríssimo (REFO) Sônia M. Silva Vasconcelos (UFC) Serviço

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO MONFORTE ALTER DO CHÃO Resultados obtidos no âmbito do Estudo dos Recursos Hídricos Subterrâneos do Alentejo (ERHSA)

SISTEMA AQUÍFERO MONFORTE ALTER DO CHÃO Resultados obtidos no âmbito do Estudo dos Recursos Hídricos Subterrâneos do Alentejo (ERHSA) SISTEMA AQUÍFERO MONFORTE ALTER DO CHÃO Resultados obtidos no âmbito do Estudo dos Recursos Hídricos Subterrâneos do Alentejo (ERHSA) Judite FERNANDES Hidrogeóloga, Laboratório Nacional de Energia e Geologia

Leia mais

Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO

Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO Alcançar e manter índices ótimos de produtividade florestal é o objetivo principal do manejo

Leia mais

ANÁLISE DA ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS UTILIZADAS NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ. Instituto Federal Catarinense, Camboriú/SC

ANÁLISE DA ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS UTILIZADAS NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ. Instituto Federal Catarinense, Camboriú/SC ANÁLISE DA ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS UTILIZADAS NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ Silva, Anelise Caroline da 1 ; Farias, Vitória da Silva 1 ; Teixeira, Ana Cristina Franzoi 1 ; Martendal, Adriano 1 1 Instituto

Leia mais

HIDROGEOLOGIA. Água Subterrânea. Conhecer para Proteger e Preservar

HIDROGEOLOGIA. Água Subterrânea. Conhecer para Proteger e Preservar HIDROGEOLOGIA Água Subterrânea Conhecer para Proteger e Preservar 1 INDICE Distribuição da Água na Terra 3 Ciclo Hidrológico 4 Reservatórios de Água Subterrânea 6 Porosidade e Permeabilidade 9 Aquíferos

Leia mais

13 Milhões de Euros de investimento em concretização no Município de Torres Novas

13 Milhões de Euros de investimento em concretização no Município de Torres Novas 13 Milhões de Euros de investimento em concretização no Município de Torres Novas A ÁGUAS DO RIBATEJO EM, SA está a concretizar investimentos de cerca de 13 ME nas obras de saneamento e abastecimento de

Leia mais

Serviços de Perfilagem Geológica

Serviços de Perfilagem Geológica Serviços de Perfilagem Geológica Perfuração Avaliação Completação Serviços de wireline Mais opções. Mais serviço. Poço aberto Produção - Acústica Teste de formação Imagem Ressonância magnética nuclear

Leia mais

V-070 - AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA CONSUMIDA NO MUNICÍPIO DE CAIÇARA DO NORTE - RN

V-070 - AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA CONSUMIDA NO MUNICÍPIO DE CAIÇARA DO NORTE - RN V-7 - AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA CONSUMIDA NO MUNICÍPIO DE CAIÇARA DO NORTE - RN André Luís Calado de Araújo (1) Engenheiro Civil pela UFPA (199). Mestre em Engenharia Civil pela UFPB (1993). PhD em

Leia mais

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de outubro de 2013

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de outubro de 2013 Nota de Informação Estatística Lisboa, 1 de outubro de 13 Novas estatísticas das não financeiras da Central de Balanços O Banco de Portugal passa a divulgar no Boletim Estatístico (secção A.19 e Capítulo

Leia mais

Regulamentação das águas no Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)

Regulamentação das águas no Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) Regulamentação das águas no Brasil (ANVISA) Elisabete Gonçalves Dutra Gerencia Geral de Alimentos LEI Nº 9.782, DE 26 DE JANEIRO DE 1999 Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional

Leia mais

BOLSAS ES JOVEM / NOS ALIVE. 3. ª e d i ç ã o BOLSAS ES JOVEM / NOS ALIVE REGULAMENTO

BOLSAS ES JOVEM / NOS ALIVE. 3. ª e d i ç ã o BOLSAS ES JOVEM / NOS ALIVE REGULAMENTO BOLSAS ES JOVEM / NOS ALIVE 3. ª e d i ç ã o BOLSAS ES JOVEM / NOS ALIVE REGULAMENTO 01.ENQUADRAMENTO E INFORMAÇÃO GERAL As Bolsas ES JOVEM / NOS ALIVE resultam de uma iniciativa conjunta da Cooperativa

Leia mais

QUÍMICA (2ºBimestre 1ºano)

QUÍMICA (2ºBimestre 1ºano) QUÍMICA (2ºBimestre 1ºano) TABELA PERIÓDICA ATUAL Exemplo: Se o K (potássio) encontra-se no 4º período ele possui 4 camadas. Nº atômico = Z 19 K-2; L-8, M-8; N-1 Propriedades gerais dos elementos Metais:

Leia mais

Bem-estar, desigualdade e pobreza

Bem-estar, desigualdade e pobreza 97 Rafael Guerreiro Osório Desigualdade e Pobreza Bem-estar, desigualdade e pobreza em 12 países da América Latina Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, México, Paraguai, Peru,

Leia mais

Águas Subterrâneas. conceitos e métodos

Águas Subterrâneas. conceitos e métodos Águas Subterrâneas conceitos e métodos Luís Ribeiro i As águas subterrâneas são um recurso natural imprescindível para a vida e para a integridade dos ecossistemas, representando mais de 95% das reservas

Leia mais

Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo

Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo Atividade Turística Julho de 20 15 de setembro de 20 Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo A hotelaria registou 5,8 milhões de dormidas em julho de 20, valor correspondente a

Leia mais

Decreto Regulamentar n. º 10/2009, de 29 de Maio

Decreto Regulamentar n. º 10/2009, de 29 de Maio Decreto Regulamentar n. º 10/2009, de 29 de Maio 1 Decreto Regulamentar n.º 10/2009, de 29 de Maio Fixa a cartografia a utilizar nos instrumentos de gestão territorial, bem como na representação de quaisquer

Leia mais

RELATÓRIO VISTORIA NA ESTRUTURA DO CARTÓRIO ELEITORAL DE GURINHÉM - SEARQ

RELATÓRIO VISTORIA NA ESTRUTURA DO CARTÓRIO ELEITORAL DE GURINHÉM - SEARQ PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DA PARAÍBA Secretaria de Administração e Orçamento Seção de Engenharia e Arquitetura / COSEG RELATÓRIO VISTORIA NA ESTRUTURA DO CARTÓRIO ELEITORAL DE GURINHÉM

Leia mais

CIRCULAR RELATIVA À AVALIAÇÃO E VALORIZAÇÃO DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO DESENVOLVIDOS POR ORGANISMOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

CIRCULAR RELATIVA À AVALIAÇÃO E VALORIZAÇÃO DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO DESENVOLVIDOS POR ORGANISMOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO CIRCULAR RELATIVA À AVALIAÇÃO E VALORIZAÇÃO DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO DESENVOLVIDOS POR ORGANISMOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO I. Enquadramento 1. Nos termos do artigo 210.º/2 do Regime Geral dos Organismos

Leia mais

Análise espacial do prêmio médio do seguro de automóvel em Minas Gerais

Análise espacial do prêmio médio do seguro de automóvel em Minas Gerais Análise espacial do prêmio médio do seguro de automóvel em Minas Gerais 1 Introdução A Estatística Espacial é uma área da Estatística relativamente recente, que engloba o estudo dos fenômenos em que a

Leia mais

Relatório da atividade nº 2 do módulo de Minas. Laboratório de Ciências do Ambiente I (modulo de Minas) Catarina Espregueira up201303364@fe.up.

Relatório da atividade nº 2 do módulo de Minas. Laboratório de Ciências do Ambiente I (modulo de Minas) Catarina Espregueira up201303364@fe.up. Relatório da atividade nº 2 do módulo de Minas DETERMINAÇÃO GRANULOMÉTRICA DE UM SOLO UTILIZANDO UM CYCLOSIZER Laboratório de Ciências do Ambiente I (modulo de Minas) Catarina Espregueira up201303364@fe.up.pt

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO PARLAMENTO EUROPEU Bruxelas, 14 de Agosto de 2003 Proposta de directiva do Parlamento Europeu e do Conselho que altera a Directiva 96/82/CE do Conselho relativa ao controlo dos perigos associados a acidentes

Leia mais

Software PHC com MapPoint 2007

Software PHC com MapPoint 2007 Software PHC com MapPoint 2007 Descritivo completo A integração entre o Software PHC e o Microsoft MapPoint permite a análise de informação geográfica (mapas, rotas e análise de dispersão), baseada em

Leia mais

USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM.

USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM. USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM. Selma Coelho de Carvalho- Discente do curso de Geografia da Universidade do Estado do Amazonas - CEST. Bolsista

Leia mais

GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA SOCIEDADE PONTO VERDE

GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA SOCIEDADE PONTO VERDE GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA SOCIEDADE PONTO VERDE Versão: 1.0 Data: 05-06-2009 Índice Acesso e estados dos Formulários... 3 Escolha do Formulário e submissão... 4 Bases para

Leia mais

A.R.S. ALENTEJO, I.P. DEPARTAMENTO DE SAÚDE PÚBLICA LABORATÓRIOS DE SAÚDE PÚBLICA

A.R.S. ALENTEJO, I.P. DEPARTAMENTO DE SAÚDE PÚBLICA LABORATÓRIOS DE SAÚDE PÚBLICA TABELA DE S ANÁLISE DE ÁGUAS DESTINADAS A CONSUMO HUMANO ANÁLISE FÍSICA-QUÍMICA SUMÁRIA ANÁLISES POR GRUPO DE ENSAIO Q1 Condutividade, oxidabilidade, turvação, cor, ph, alcalinidade, dureza total, nitratos,

Leia mais

Seminário Energia Soluções para o Futuro Geração Hidrelétrica. Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE

Seminário Energia Soluções para o Futuro Geração Hidrelétrica. Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE Seminário Energia Soluções para o Futuro Geração Hidrelétrica Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE Belo Horizonte, 24 de abril de 2014 Associadas da ABRAGE Usinas das associadas da ABRAGE Hidrelétricas

Leia mais

COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO TIETÊ. Conheça a Bacia do Alto Tietê Qualidade das Águas

COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO TIETÊ. Conheça a Bacia do Alto Tietê Qualidade das Águas Conheça a Bacia do Alto Tietê Qualidade das Águas Sumário 1. QUALIDADE DAS ÁGUAS... 3 1.1. Caracterização... 3 1.2. Áreas Contaminadas... 8 2 1. QUALIDADE DAS ÁGUAS 1.1. Caracterização A péssima condição

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA ESPESSURA DO MANTO DE INTEMPERISMO UTILIZANDO SÍSMICA DE REFRAÇÃO RASA NA ÁREA DE SEIVAL RS RESUMO

DETERMINAÇÃO DA ESPESSURA DO MANTO DE INTEMPERISMO UTILIZANDO SÍSMICA DE REFRAÇÃO RASA NA ÁREA DE SEIVAL RS RESUMO DETERMINAÇÃO DA ESPESSURA DO MANTO DE INTEMPERISMO UTILIZANDO SÍSMICA DE REFRAÇÃO RASA NA ÁREA DE SEIVAL RS Luciano Barsé, Felipe Molina Sentinger, Breno Gorelik, Cláudio Luiz Simões Duarte, Paulo Salvadoretti,

Leia mais

PESQUISA OPERACIONAL -PROGRAMAÇÃO LINEAR. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

PESQUISA OPERACIONAL -PROGRAMAÇÃO LINEAR. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. PESQUISA OPERACIONAL -PROGRAMAÇÃO LINEAR Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. ROTEIRO Esta aula tem por base o Capítulo 2 do livro de Taha (2008): Introdução O modelo de PL de duas variáveis Propriedades

Leia mais

FUNDOS DE PENSÕES / INVESTIMENTOS. Activos_FP_####_MMAAAA.xls/Cabeçalho. Actividade em: Activos_FP. Data:

FUNDOS DE PENSÕES / INVESTIMENTOS. Activos_FP_####_MMAAAA.xls/Cabeçalho. Actividade em: Activos_FP. Data: Activos_FP Data: CE: NE: Actividade em: FUNDOS DE PENSÕES / INVESTIMENTOS Activos_FP_####_MMAAAA.xls/Cabeçalho Activos_FP_####_MMAAAA.xls/Grupo económico Activos_FP - Grupo Económico Código Grupo Económico

Leia mais

Instituições de Ensino Superior Docentes Pertencentes a Unidades FCT. Indicadores Bibliométricos 2008-2012. Física e Astronomia

Instituições de Ensino Superior Docentes Pertencentes a Unidades FCT. Indicadores Bibliométricos 2008-2012. Física e Astronomia Instituições de Ensino Superior Docentes Pertencentes a Unidades FCT Indicadores Bibliométricos 2008-2012 INTRODUÇÃO A presente publicação resume os principais resultados de um estudo bibliométrico realizado

Leia mais

CONTRIBUTO E PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À LEI DO CINEMA PELA ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES DE CINEMA

CONTRIBUTO E PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO À LEI DO CINEMA PELA ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES DE CINEMA NOTA PRÉVIA ESTE CONTRIBUTO DA APC É COMPLEMENTAR DO QUE ESTA ASSOCIAÇÃO SUBSCREVEU EM CONJUNTO COM OUTRAS ASSOCIAÇÕES E NÃO SE TRATA DE UMA PROPOSTA DE LEI NOVA MAS SIM UMA ANÁLISE À PROPOSTA DE LEI DA

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO HIDROQUÍMICA DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DAS ROCHAS CRISTALINAS DO CONCELHO DE PORTALEGRE - NOTA PRÉVIA

CARACTERIZAÇÃO HIDROQUÍMICA DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DAS ROCHAS CRISTALINAS DO CONCELHO DE PORTALEGRE - NOTA PRÉVIA CARACTERIZAÇÃO HIDROQUÍMICA DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DAS ROCHAS CRISTALINAS DO CONCELHO DE PORTALEGRE - NOTA PRÉVIA Paulo ANDRADE (1) ; António CHAMBEL (2) ; Jorge DUQUE (3) RESUMO O presente artigo pretende

Leia mais

Universidade Federal do Ceará 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. Data: 14.12.2009 Duração: 04 horas CORRETOR 1

Universidade Federal do Ceará 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. Data: 14.12.2009 Duração: 04 horas CORRETOR 1 1ª AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO FINAL CORRETOR 1 01 02 03 04 05 06 07 08 Reservado à CCV Universidade Federal do Ceará Coordenadoria de Concursos - CCV Comissão do Vestibular Reservado à CCV 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA

Leia mais

UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PELAS FAMÍLIAS 2001

UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PELAS FAMÍLIAS 2001 Informação à Comunicação Social 15 de Março de 22 UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PELAS FAMÍLIAS 21 No terceiro trimestre de 21, cerca de um quarto das famílias portuguesas - 24%

Leia mais

Unidade Curricular HIDRÁULICA II

Unidade Curricular HIDRÁULICA II Unidade Curricular HIDRÁULICA II Luís Tecedeiro luistecedeiro@dec.isel.ipl.pt Gab. C 2.18 - ext. 1728 http://pwp.net.ipl.pt/dec.isel/luistecedeiro ESCOAMENTOS EM MEIOS POROSOS Noções Gerais Água na Terra

Leia mais

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS DA ÁGUA ADUZIDA A LISBOA -INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DA ÁGUA DISTRIBUÍDA- RESUMO

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS DA ÁGUA ADUZIDA A LISBOA -INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DA ÁGUA DISTRIBUÍDA- RESUMO CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS DA ÁGUA ADUZIDA A LISBOA -INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DA ÁGUA DISTRIBUÍDA- Maria João BENOLIEL 1, Maria Augusta CAVACO 2, Sandra GANCHO 3 RESUMO O presente trabalho tem por

Leia mais

3/19/2013 EQUIPAMENTOS. Trator de lâmina D9T. Caminhão basculante. Escavadeira hidráulica

3/19/2013 EQUIPAMENTOS. Trator de lâmina D9T. Caminhão basculante. Escavadeira hidráulica Universidade Federal da Paraíba Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Laboratório de Geotecnia e Pavimentação Disciplina: Estradas e Transportes II TERRAPLENAGEM DE RODOVIAS

Leia mais

Ondas EM no Espaço Livre (Vácuo)

Ondas EM no Espaço Livre (Vácuo) Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Santa Catarina Campus São José Área de Telecomunicações ELM20704 Eletromagnetismo Professor: Bruno Fontana da Silva 2014-1 Ondas EM

Leia mais

Probabilidade. Luiz Carlos Terra

Probabilidade. Luiz Carlos Terra Luiz Carlos Terra Nesta aula, você conhecerá os conceitos básicos de probabilidade que é a base de toda inferência estatística, ou seja, a estimativa de parâmetros populacionais com base em dados amostrais.

Leia mais

PERMUTADOR DE PLACAS TP3

PERMUTADOR DE PLACAS TP3 PERMUTADOR DE PLACAS TP3 LABORATÓRIOS DE ENGENHARIA QUÍMICA I (2009/2010 1. Objectivos Determinação de coeficientes globais de transferência de calor num permutador de calor de placas. Cálculo da eficiência

Leia mais

Fundamentos dos Processos de Usinagem. Prof. Dr. Eng. Rodrigo Lima Stoeterau

Fundamentos dos Processos de Usinagem. Prof. Dr. Eng. Rodrigo Lima Stoeterau Fundamentos dos Processos de Usinagem Prof. Dr. Eng. Rodrigo Lima Stoeterau Destribuição do tópico usinagem na disciplina PMR 2202 Aula 01 - Fundamentos da usinagem Aula 02 - Processos de Usinagem com

Leia mais

Propriedades Geotécnicas das Argilas Moles da Estrada de Transporte de Equipamentos Pesados do COMPERJ

Propriedades Geotécnicas das Argilas Moles da Estrada de Transporte de Equipamentos Pesados do COMPERJ Propriedades Geotécnicas das Argilas Moles da Estrada de Transporte de Equipamentos Pesados do COMPERJ Rubenei Novais Souza Petróleo Brasileiro S.A., Rio de Janeiro, Brasil, rubenei@petrobras.com.br Tales

Leia mais

E 373 Inertes para Argamassa e Betões. Características e verificação da conformidade. Especificação LNEC 1993.

E 373 Inertes para Argamassa e Betões. Características e verificação da conformidade. Especificação LNEC 1993. 1.1. ÂMBITO Refere-se esta especificação a agregados para betão. Agregados para betão são os constituintes pétreos usados na composição de betões nomeadamente areias e britas. 1.2. ESPECIFICAÇÕES GERAIS

Leia mais

Carta Circular n.º 6/2016/DES 2016/02/04

Carta Circular n.º 6/2016/DES 2016/02/04 Carta Circular n.º 6/2016/DES 2016/02/04 Assunto: Informação sobre colaterais e rendimento do mutuário associados aos contratos de crédito à habitação e crédito conexo a 31 de dezembro No âmbito das funções

Leia mais

Contas Económicas da Silvicultura 1990 2001

Contas Económicas da Silvicultura 1990 2001 Informação à Comunicação Social 27 de Dezembro de 22 Contas Económicas da Silvicultura 199 21 O Valor Acrescentado Bruto da Silvicultura decresceu,4% em termos reais, mas aumentou 35% em valor entre 199

Leia mais

Especificação Técnica. Gerador XML do Novo MOD 106 e respectivos anexos

Especificação Técnica. Gerador XML do Novo MOD 106 e respectivos anexos Especificação Técnica Gerador XML do Novo MOD 106 e respectivos anexos Índice 1. Introdução... 3 2. Gerador XML... 3 2.1. Estrutura dos ficheiros XML... 4 2.1.1. MOD. 106... 4 2.1.2. Anexo de Clientes...

Leia mais

A nascente do Alviela no Sinclinal de Monsanto

A nascente do Alviela no Sinclinal de Monsanto A nascente do Alviela no Sinclinal de Monsanto José António Crispim j.a.crispim@fc.ul.pt Departamento e Centro de Geologia da Universidade de Lisboa Enquadramento geológico A nascente do Alviela situa-se

Leia mais